O presidente disse que, no passado, ouviu de Miguel Arraes, ex-governador de Pernambuco, um pedido pela obra de serviço da duplicação da BR-423.
08 de novembro de 2023 às 14:40
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta quarta-feira, 8 de novembro, que quer "repor" investimentos no Nordeste sem "tirar nada de ninguém". Ele deu as declarações no Palácio do Planalto em ato para promover uma obra rodoviária em Pernambuco. Lula, que é pernambucano e tem no Nordeste sua principal base eleitoral, disse que se entristece quando ouve notícias negativas sobre a região. Leia também: >>>GOVERNO LULA vai INVESTIR R$ 91,1 BILHÕES em PERNAMBUCO com o novo PAC para obras em rodovias Mencionou que, nos primeiros séculos do Estado brasileiro, o Nordeste era a região mais rica do País.
"Não quero tirar nada de ninguém, eu quero apenas repor [investimentos]", disse o presidente da República.
Segundo ele, o Nordeste foi esquecido "por décadas".
"Vamos retomar a Transnordestina, é uma estrada que além de importância do ponto de vista econômico tem para mim um valor simbólico", declarou o presidente.
Ele disse que, no passado, ouviu de Miguel Arraes, ex-governador de Pernambuco, um pedido pela obra. Lula falou em evento para assinatura da ordem de serviço da duplicação da BR-423 (PE) nesta quarta-feira, 8, no Palácio do Planalto. A obra é no trecho de 43,1 quilômetros entre São Caetano e Lajedo, ambos em Pernambuco. Custará R$ 330,3 milhões, de acordo com o Planalto. Após a assinatura, o ministro dos Transportes, Renan Filho, disse a Lula fora do microfone:
"Ordem de serviço assinada, agora vamos fazer a obra."
Além de Lula, estavam presentes a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), e os ministros Renan Filho (Transportes), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), Jorge Messias (Advocacia-Geral da União), Rui Costa (Casa Civil) e André de Paula (Pesca). Também compareceram diversos congressistas de Pernambuco. Estadão Conteúdo
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As apurações incluem mais de mil páginas de documentos, além de áudios e conversas de WhatsApp, que ajudam a traçar o caminho de parte do dinheiro.
O instituto ouviu 2.002 eleitores entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes, portanto, do anúncio do senador.
Antes de anunciar sua posição, o Coronel conversou com deputados federais e estaduais do partido.
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