Pastor Júnior Tércio, do PP. Foto: Bruno Vila Nova/Portal de Prefeitura
O deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP) se manifestou sobre o incidente em que se envolveu durante o ato de Jair Bolsonaro (PL), realizado no domingo, 16 de março, na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro.
O parlamentar justificou sua reação ao episódio, alegando que tentou conter um segurança que, segundo ele, teria agido de forma abusiva contra idosos e mulheres.
De acordo com o relato de Júnior Tércio, o incidente ocorreu em uma área restrita do evento, reservada para lideranças e autoridades políticas.
O deputado afirmou que acompanhava de perto a mobilização quando presenciou um segurança, atuando de maneira isolada, ultrapassar os limites e empurrar manifestantes.
"Durante todo o evento, estive presente nas áreas destinadas às lideranças, acompanhando de perto as mobilizações. No ocorrido, reagi diante da conduta abusiva de um segurança isolado que ultrapassou todos os limites, chegando ao ponto de empurrar idosos e mulheres. A atitude foi completamente desnecessária, principalmente porque estávamos em um ambiente controlado, onde apenas pessoas autorizadas e autoridades tinham acesso. Quero aproveitar para destacar o espírito positivo e democrático da manifestação. Foi inspirador ver tantas pessoas reunidas de forma pacífica, mostrando sua paixão e comprometimento com a causa que defendemos", diz o posicionamento.
Bolsonaro participou no domingo (16), na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, de um ato ao lado de aliados políticos e apoiadores. O evento teve como um dos principais objetivos a defesa da anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
A manifestação aconteceu em um momento de tensão política, com a expectativa sobre a análise da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro e outros integrantes do chamado "Núcleo 1", grupo acusado de tentativa de golpe de Estado.
A mobilização contou com a presença de governadores, senadores e deputados que compõem a base de apoio do ex-presidente. Bolsonaro e seus aliados discursaram em um trio elétrico montado na orla carioca, reafirmando críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e cobrando mudanças no tratamento dado aos manifestantes presos.
Na última semana, o STF condenou mais 63 pessoas, elevando para 480 o número de sentenciados por envolvimento na invasão das sedes dos Três Poderes, em Brasília.
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A ação foi movida por associações representativas da comunidade LGBTQIA+.
Em março, o Copom elevou a taxa Selic para 14,25%, patamar semelhante ao observado durante o governo Dilma Rousseff, entre 2015 e 2016.
A proposta foi solicitada a partir do requerimento apresentado pelo deputado Alexandre Guimarães (MDB-TO) e outros parlamentares, motivado por reportagens da revista Piauí e da Folha de S. Paulo.
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