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		<title>Portal de Prefeitura - Governo Federal</title>
		
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				<title><![CDATA[Lula critica demora e diz que só acatará indicação de embaixador dos EUA após eleições]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na sexta-feira, 14 de agosto, que o governo brasileiro só concederá o agrément ao indicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a embaixada norte-americana em Brasília, Daniel Perez, após as eleições de outubro.

Durante entrevista aos podcasts Não Inviabilize e As Cunhãs, Lula criticou as tentativas de interferência do governo norte-americano em questões internas do Brasil.

“Ouvi dizer que eles [EUA] queriam mandar duas pessoas para vir para cá para estudar as urnas, e nós não demos o visto. Agora, querem que eu apressadamente aceite o embaixador deles. Mas, agora, só [vamos aceitar] depois das eleições”, disse o presidente.

O presidente Lula criticou a demora na indicação e o momento em que ela foi feita. 

“Se o embaixador dos EUA é importante para o Brasil, por que eles ficaram um ano e seis meses sem mandar embaixador para cá? E por que só agora, faltando 45 dias para as eleições, eles querem mandar?”, questionou.

Apesar das críticas, Lula ressaltou que o Brasil quer manter uma boa relação com os Estados Unidos e que não deseja conflito com o país. 

“Não precisamos brigar. Não quero guerra. Quero discutir [as questões] com seriedade. O Brasil quer ter uma boa relação com os Estados Unidos”, afirmou.

Ao comentar a relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Lula disse acreditar que as medidas adotadas recentemente contra o Brasil não partem diretamente do chefe da Casa Branca, mas de integrantes de sua equipe.

“Acho que não é ele quem não gosta do Brasil”, disse Lula, antes de apontar o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, como um dos responsáveis pelas tensões entre os dois países, e de não gostar nem do Brasil, nem da América Latina.

Lei de Reciprocidade

Ao comentar sobre as tarifas impostas ao Brasil, Lula disse que “lamentavelmente eles estão construindo inverdades contra o Brasil”. 

“Ontem [quinta-feira, 13] entramos com a Lei de Reciprocidade para mostrar que a gente não é pouca coisa, e que nós nos respeitamos”, disse.

O presidente também reafirmou estar preparado para defender os interesses brasileiros diante das divergências com os Estados Unidos. 

“Estou muito tranquilo, sabendo o que pode acontecer, e preparado para debater a defesa do Brasil em qualquer lugar do planeta Terra”, concluiu.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 15:19:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Lula evita mídia tradicional e escolhe mídias digitais para driblar temas incômodos]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem evitado entrevistas à mídia tradicional e sinalizou que não participará dos debates presidenciais no primeiro turno. Ao mesmo tempo, tem dado entrevistas a comunicadores digitais, que oferecem um ambiente mais informal e com menos perguntas sobre temas desconfortáveis para o petista.

Antes da pré-campanha, a estratégia de comunicação do presidente nos últimos meses vinha sendo conciliar as viagens de Lula aos Estados com entrevistas exclusivas a canais de TV e rádios locais. Entrevistas a veículos de mídia tradicional que estão diariamente na cobertura nacional do Palácio do Planalto rarearam nos últimos tempos. A última entrevista de Lula foi à TV Record, em julho de 2025, logo após o anúncio do tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos.

Com a proximidade da campanha eleitoral, o presidente também deixou de falar com os veículos regionais e passou a apostar em entrevistas informais para a mídia digital - podcasts, videocasts etc. Esse tipo de ambiente permite uma conversa mais descontraída e menos focada nos temas mais tensos. Em geral, o ambiente é menos hostil.

Lula dará uma entrevista nesta sexta-feira, 14, às comunicadoras do Não Inviabilize, Deia Freitas, e do As Cunhãs, Inês Aparecida e Hébely Rebouças. O Não Inviabilize é o podcast brasileiro mais ouvido no Spotify e referência no segmento. O produto não é jornalístico. Os temas são relatos cotidianos, conflitos de relacionamentos, situações familiares incomuns etc.

Nas últimas semanas, Lula concedeu entrevistas ao podcast Inteligência Ltda. e aos canais Meteoro Brasil e Os Três Elementos. Nos dois casos, pouco (ou nada) se falou sobre temas incômodos ao petista: a ligação de aliados seus, como o senador Jaques Wagner (PT-BA), com o escândalo do Banco Master; as investigações contra seu filho Fábio Luís, o Lulinha; e os pagamentos feitos pela empresária Roberta Luchsinger a seu ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola.

Em vez disso, a entrevista ao Inteligência Ltda. foi focada na história de vida do presidente, enquanto as concedidas ao Meteoro Brasil e ao Os Três Elementos tiveram um tom ainda mais simpático - com direito a elogios explícitos ao presidente durante a conversa.

Ao mesmo tempo em que tem privilegiado essas conversas com veículos que não são propriamente jornalísticos (ao menos no conceito mais tradicional), Lula não participou da sabatina feita pela GloboNews com os candidatos à Presidência da República - seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também não foi. Lula também indicou que não deve participar dos debates no primeiro turno. O primeiro, promovido em parceria do Estadão com a Band, seria neste domingo, 16, mas foi alterado para o dia 23. Lula marcou para domingo, 16, o lançamento de sua campanha, em São Bernardo do Campo (SP).

Esse "gelo" a veículos da mídia tradicional ocorre enquanto sua campanha enfrenta desgastes em sequência. Os principais da vez são os casos contra Fábio Luís e Marcola.

Fábio é alvo de três investigações no STF, as três sobre suspeitas de tráfico de influência. Uma delas apura se ele atuou para tentar abrir portas no Ministério da Saúde em favor do lobista Antônio Camilo Antunes, que ficou conhecido como Careca do INSS. Outro é no âmbito do Dataprev. Na terceira, a suspeita é de benefício a uma empresa de tecnologia em contratos com o governo federal.

No caso de Marcola, o Poder360 revelou que ele recebeu dinheiro da empresária Roberta Luchsinger, apontada como lobista ligada ao Careca do INSS. Em nota, Marcola confirmou o recebimento, mas disse que se tratou de um empréstimo pessoal e que pagou Luchsinger de volta. O caso foi revelado no dia 3 de agosto. Até agora, o presidente não falou publicamente sobre o assunto (a entrevista ao Meteoro Brasil e ao Os Três Elementos, por exemplo, foi no dia 5, mas o assunto não foi abordado).

Até aqui, Lula lidera as pesquisas de intenção de voto. Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 10, por exemplo, mostrou o presidente com 40% das intenções de voto no primeiro turno, contra 35% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado (PSD) apareceu com 5%. Renan Santos (Missão), com 4%. Romeu Zema (Novo), com 3%.

Estadão Conteúdo. 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 11:43:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro aparece filiado ao Missão no TSE, e defesa denuncia "fraude" antes do registro da candidatura]]></title>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar, nesta quinta-feira, 13 de agosto, sua candidatura à Presidência da República após aparecer como filiado ao partido Missão no sistema da Justiça Eleitoral. O caso está sendo analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A alteração foi identificada pela equipe jurídica da campanha enquanto os responsáveis reuniam os documentos necessários para protocolar o pedido de registro. Segundo a advogada Maria Claudia Bucchianeri, responsável pela defesa da campanha, a mudança teria ocorrido de forma fraudulenta.

O prazo para que os candidatos apresentem os pedidos de registro à Justiça Eleitoral termina às 19h deste sábado, 15 de agosto. O PL havia oficializado Flávio como candidato ao Palácio do Planalto durante convenção nacional realizada em 25 de julho.

De acordo com a advogada, o partido já acionou o TSE. Ela afirmou que aguardava o encerramento da sessão do tribunal nesta quinta-feira para tentar despachar com o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.

Bucchianeri afirmou que ainda não é possível determinar como a alteração cadastral ocorreu. Entre as possibilidades levantadas estão uma invasão aos sistemas, o uso indevido de senha ou outra forma de acesso não autorizado.

“Precisamos entender se foi hacker, uma venda de senha, alguém que entrou no sistema dolosamente, a gente não sabe”, afirmou a advogada à GloboNews.

Segundo ela, há indícios de que a mudança na filiação tenha ocorrido entre a noite de quarta-feira, 12 de agosto, e a manhã desta quinta-feira. A equipe jurídica teria emitido uma certidão na noite anterior, às 23h17, na qual Flávio ainda aparecia como filiado ao PL.

A advogada também comparou o episódio com uma situação ocorrida durante a campanha eleitoral de 2022, quando o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apareceu no sistema eleitoral como filiado ao PL. Segundo Bucchianeri, após aquele episódio, foram realizados aprimoramentos nos sistemas da Justiça Eleitoral.

PL fala em falsificação e TSE apura o caso

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou à GloboNews que houve uma “falsificação”, mas não apresentou detalhes sobre como a alteração teria sido realizada.

Nos bastidores do partido, integrantes da legenda levantam a possibilidade de um ataque hacker. O TSE, porém, ainda realiza verificações para identificar o que provocou a mudança no cadastro eleitoral.

Relatos obtidos pela TV Globo indicam que a análise inicial considera outras hipóteses além de uma eventual invasão dos sistemas da Justiça Eleitoral. Até o momento, não há definição sobre a origem da alteração.

A mudança cadastral impede, neste momento, que o PL apresente o pedido de registro da candidatura de Flávio Bolsonaro. Conforme explicou a advogada, será necessário regularizar novamente a filiação partidária antes que o processo de registro possa ser protocolado.

“Ele está sem filiação regular agora. O Missão tem candidato. Tem que restabelecer a filiação original para poder fazer o registro”, declarou Bucchianeri.

Candidatura pelo PL

Flávio Bolsonaro foi oficializado pelo PL como candidato à Presidência da República durante uma convenção realizada em São Paulo, no fim de julho. Durante o discurso, o senador afirmou que representava a continuidade do projeto político do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A candidatura foi lançada sem a definição formal de um nome para ocupar a vaga de vice-presidente e representa a principal aposta do PL para a disputa presidencial de 2026.

A situação envolvendo a filiação partidária ocorre a dois dias do encerramento do prazo para registro das candidaturas. A regularização do cadastro será necessária para que o partido possa formalizar o pedido de Flávio junto à Justiça Eleitoral.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 13:57:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Caiado diz que Bolsonaro perdeu reeleição por falta de entregas e critica "populismo desenfreado"]]></title>
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				<description><![CDATA[O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou nesta quarta-feira, 12, que o ex-presidente Jair Bolsonaro perdeu a reeleição em 2022 por falta de entregas e criticou o que chamou de "populismo desenfreado" na América Latina, ao voltar a atacar políticas de transferência de renda associadas ao PT.

Caiado participou de um almoço com empresários promovido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) no Clube Atlético Monte Líbano, na capital paulista. O seu candidato a vice e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, também compareceu ao evento. A cerimônia reuniu cerca de mil convidados.

Ao comentar o desempenho eleitoral do ex-presidente, Caiado afirmou que o resultado de 2022 foi um recado do eleitor. "São cinco mandatos diferentes. Um mandato do PSL, que perdeu na sucessão. Então, a reeleição. Então, mostra que quem não entrega, não tem voto", disse.

Em seguida, o ex-governador de Goiás contrapôs a própria trajetória eleitoral, citando as duas eleições que venceu no primeiro turno como demonstração de que gestores que entregam resultados são reconhecidos pela população.

Na avaliação do presidenciável, o populismo na América Latina cria relações de dependência entre eleitores e políticas de benefícios, dinâmica que atribuiu ao PT e que, segundo ele, retira dos cidadãos a "capacidade de iniciativa própria".

Caiado também elevou o tom sobre as contas públicas e disse ver um quadro mais delicado do que o enfrentado na crise de meados da década passada. "O quadro fiscal hoje é mais grave que aquele que entramos em 2015", afirmou, criticando a condução econômica da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Ele disse ainda que seu plano de governo será entregue nesta sexta-feira, 14. Pela legislação eleitoral, o documento deve ser apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) junto com o pedido de registro da candidatura até o próximo dia 15, sábado.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 14:34:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Instituto Múltipla nega simulação de candidatos com apoios nacionais em Pernambuco]]></title>
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				<description><![CDATA[O diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, esclareceu nesta quarta-feira, 12 de agosto, em entrevista ao Blog do Nill Júnior, que a pesquisa eleitoral divulgada pelo instituto não realizou simulações de candidatos ao Governo de Pernambuco associados a apoios de lideranças nacionais.

O esclarecimento ocorreu após informações sobre o levantamento começarem a circular nas redes sociais com interpretações sobre o possível impacto do apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre os candidatos que disputam o Governo de Pernambuco.

Segundo Falabella, o instituto não realizou qualquer cruzamento entre os nomes que aparecem na disputa estadual e as lideranças políticas nacionais.

Múltipla avaliou peso de lideranças nacionais

De acordo com o diretor, o único levantamento realizado especificamente para medir a influência das lideranças nacionais avaliou a preferência dos eleitores sem relacionar os resultados aos candidatos que disputam o Governo de Pernambuco.

Nesse cenário, 48% dos entrevistados afirmaram preferir que o próximo governador seja aliado do presidente Lula.

Outros 17% disseram preferir um governador aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro.

Já 31% dos entrevistados afirmaram preferir um governador independente, sem alinhamento com nenhuma das duas principais correntes políticas nacionais.

Os percentuais mostram a percepção do eleitorado sobre o perfil político desejado para o próximo governador, mas não representam uma simulação eleitoral com os candidatos associados individualmente a Lula, Bolsonaro ou Flávio Bolsonaro.

Diretor esclarece metodologia da pesquisa

Durante a entrevista ao Blog do Nill Júnior, Ronald Falabella afirmou que o Instituto Múltipla não produziu nenhum cenário combinando os candidatos ao Governo de Pernambuco com os apoios nacionais.


“O Instituto não fez nenhum cruzamento com os postulantes ao Governo do Estado e não tem nenhuma responsabilidade por números eventualmente divulgados que não tenham amparo no que foi divulgado pelo veículo contratante”, esclareceu o diretor.


A declaração busca diferenciar os dados efetivamente coletados pelo instituto de interpretações ou projeções que passaram a circular posteriormente nas redes sociais.

Dessa forma, qualquer cenário que apresente um determinado candidato ganhando ou perdendo pontos a partir da associação direta com Lula ou com os Bolsonaro não corresponde a uma simulação realizada pelo Instituto Múltipla, segundo o próprio diretor.

Pesquisa aponta disputa entre Raquel Lyra e João Campos

No cenário de intenção de voto apresentado pelo levantamento, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece com 45%, enquanto o prefeito do Recife, João Campos (PSB), registra 41%.

A diferença entre os dois candidatos faz parte do cenário geral de intenção de voto divulgado pela pesquisa.

O resultado, entretanto, não deve ser confundido com uma eventual simulação envolvendo o apoio de Lula ou de outras lideranças nacionais, já que, segundo Ronald Falabella, esse cruzamento não foi realizado.

Peso de Lula aparece em pergunta separada

O levantamento também mostra que o presidente Lula mantém influência relevante sobre uma parcela do eleitorado pernambucano.

Os 48% que preferem um governador aliado ao presidente representam o maior percentual entre as opções apresentadas nessa pergunta específica.

O resultado, contudo, não permite afirmar isoladamente qual candidato seria beneficiado por esse apoio.

A própria metodologia esclarecida pelo Instituto Múltipla indica que a pergunta procurou medir o peso das lideranças nacionais sem vinculá-las aos nomes que disputam a eleição estadual.

Redes sociais ampliaram interpretação dos números

A repercussão da pesquisa nas redes sociais gerou interpretações sobre o impacto dos apoios nacionais na disputa pelo Governo de Pernambuco.

O esclarecimento de Ronald Falabella estabelece, porém, um limite para a leitura dos dados: o instituto não fez cenários em que os candidatos fossem associados diretamente a Lula, Jair Bolsonaro ou Flávio Bolsonaro.

Com isso, os números relacionados às lideranças nacionais devem ser analisados separadamente dos percentuais de intenção de voto apresentados para os candidatos.

A pesquisa Múltipla, portanto, apresenta dados distintos: de um lado, o cenário de intenção de voto entre os candidatos; de outro, a preferência dos eleitores em relação ao alinhamento político do próximo governador com as principais lideranças nacionais.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 14:14:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro nega mudança do vice na chapa e afirma que acusações contra o deputado Alfredo Gaspar são "farsa"]]></title>
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				<description><![CDATA[O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, negou nesta terça-feira, 11, que trocará o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) como seu vice de chapa e chamou de farsa as acusações de estupro contra o deputado.

"Essa farsa que foi montada contra o Alfredo foi exatamente no momento em que ele estava defendendo os aposentados, roubados pelo governo do PT, inclusive pedindo a prisão. Foi feito isso contra ele, a pessoa do bem, uma pessoa preparada, da área da segurança pública", declarou a jornalistas, antes de encontro com os candidatos do PL ao Senado, em uma casa em Brasília. Os candidatos, que estavam perto, começaram, então, a gritar o nome de Gaspar, como demonstração de apoio.

Durante a entrevista, Flávio reafirmou que o PL já definiu apoio a 47 candidatos ao Senado em todo o Brasil. Segundo ele, a composição dará "uma capilaridade gigantesca" à candidatura presidencial.

O candidato ressaltou que haverá uma orientação geral para as campanhas, mas que cada Estado terá liberdade para adaptar o discurso à realidade local. "Cada Estado tem a sua realidade, mas tem uma linha geral", afirmou. Para ele, os candidatos apoiados pelo PL terão acesso direto à Presidência para levar demandas de seus Estados.

Ao falar sobre a estratégia para o Senado, Flávio afirmou que pretende contar com uma base ampla para aprovar mudanças constitucionais e na legislação penal. Entre as propostas citadas estão a redução da maioridade penal, o endurecimento das penas para crimes violentos e a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC), do Comando Vermelho e de milícias como organizações terroristas.

O candidato também voltou a atacar o governo Lula pela situação fiscal. Segundo Flávio, o próximo governo herdará um cenário de deterioração das contas públicas e terá de rever despesas nas áreas de saúde e educação. Ele afirmou que pretende trabalhar pela "responsabilidade fiscal".

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 09:24:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula enfrenta rombo de R$ 105,5 bilhões para pagar despesas em 2026]]></title>
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				<description><![CDATA[O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta uma restrição de R$ 105,5 bilhões nos pagamentos de despesas não obrigatórias previstas para 2026, segundo análise da Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado.

O levantamento considera tanto despesas programadas para este ano quanto compromissos de exercícios anteriores que ainda precisam ser pagos. A limitação representa 31,9% do total das despesas consideradas, de acordo com os dados apresentados na análise orçamentária.

Apesar do valor expressivo, o cenário não significa que o governo federal tenha perdido definitivamente esses recursos. O Ministério do Planejamento e Orçamento afirma que os limites de pagamento são parte de um processo de escalonamento e podem ser alterados ao longo do ano.

Governo tem R$ 330,9 bilhões em despesas não obrigatórias

De acordo com a análise, o governo federal possui aproximadamente R$ 330,9 bilhões em despesas não obrigatórias que podem demandar pagamento em 2026.

Desse montante, cerca de R$ 226,3 bilhões correspondem às despesas previstas no Orçamento deste ano. Outros aproximadamente R$ 104 bilhões estão relacionados a compromissos de anos anteriores que ainda não foram quitados.

Considerando os limites de pagamento atualmente estabelecidos, o valor disponível chega a aproximadamente R$ 225,4 bilhões.

A diferença entre os valores ajuda a explicar a restrição de R$ 105,5 bilhões apontada pela Consultoria de Orçamentos do Senado.

Saúde está entre as áreas mais afetadas

O Ministério da Saúde aparece entre as pastas com maior volume de despesas que aguardam pagamento.

Segundo os dados apresentados, existem aproximadamente R$ 15,1 bilhões em despesas de exercícios anteriores vinculadas à pasta.

O volume de compromissos acumulados pode afetar a capacidade de execução de diferentes políticas públicas, especialmente aquelas que dependem de investimentos e transferências para estados e municípios.

Entre os setores que podem sentir os efeitos estão obras e estruturação de unidades de saúde, além de procedimentos de média e alta complexidade e outras ações financiadas com recursos federais.

Educação tem R$ 13,8 bilhões em despesas

O Ministério da Educação aparece logo atrás, com aproximadamente R$ 13,8 bilhões em despesas a pagar de exercícios anteriores.

A concentração de compromissos nessa área aumenta a pressão sobre o orçamento disponível para investimentos e programas educacionais.

Entre as despesas que podem ser afetadas estão iniciativas relacionadas à infraestrutura escolar, aquisição de materiais e outras ações que dependem da liberação de recursos federais.

A situação não significa, porém, que esses programas serão automaticamente interrompidos. O impacto dependerá da forma como o governo distribuirá os limites de pagamento durante o restante do exercício.

Ministério das Cidades também enfrenta pressão

O Ministério das Cidades aparece entre as pastas com maior volume de despesas acumuladas, com aproximadamente R$ 7,1 bilhões em compromissos de exercícios anteriores.

A pasta é responsável por políticas públicas relacionadas a áreas como habitação, saneamento e infraestrutura urbana, muitas delas executadas em parceria com estados e municípios.

Por isso, eventuais atrasos na liberação de recursos podem repercutir diretamente sobre obras e projetos que dependem de transferências da União.

Governo liberou R$ 5,7 bilhões em julho

A restrição ocorre mesmo após uma decisão do governo de ampliar o espaço para gastos dos ministérios.

Em julho, o governo federal anunciou a liberação de aproximadamente R$ 5,7 bilhões do Orçamento de 2026. A medida foi apresentada no relatório de avaliação de receitas e despesas referente ao terceiro bimestre.

Com a liberação, o volume de recursos bloqueados caiu para aproximadamente R$ 17,9 bilhões, ante os R$ 23,7 bilhões que haviam sido anunciados anteriormente.

A mudança ocorreu após o governo revisar para baixo algumas projeções de despesas obrigatórias para 2026, abrindo espaço para a execução de despesas discricionárias.

Planejamento diz que restrição pode ser revista

O Ministério do Planejamento e Orçamento afirma que os limites atualmente estabelecidos não devem ser interpretados como uma falta definitiva de recursos.

A pasta explicou que a diferença entre o volume total de despesas elegíveis e os limites de pagamento definidos para cada bimestre está relacionada ao escalonamento da execução financeira.

Na prática, isso significa que os valores podem ser alterados conforme novas avaliações das receitas, despesas e condições fiscais do governo federal.

A situação, portanto, ainda pode sofrer mudanças ao longo do ano.

Despesas discricionárias ficam no centro da pressão

O principal impacto da restrição está sobre as chamadas despesas discricionárias, que são aquelas cujo pagamento pode ser administrado pelo governo dentro dos limites legais e orçamentários.

Nessa categoria estão gastos como investimentos, manutenção administrativa, funcionamento de universidades federais, fiscalização e diferentes programas públicos.

As despesas obrigatórias, como benefícios previdenciários e assistenciais, possuem dinâmica diferente e representam parcela significativa do orçamento federal.

O governo projeta redução em algumas despesas obrigatórias, como pessoal e encargos sociais e determinados benefícios. Ao mesmo tempo, algumas despesas obrigatórias sujeitas a controle de fluxo, incluindo saúde, abono salarial e seguro-desemprego, apresentam previsão de aumento.

O cenário coloca pressão sobre a execução do Orçamento de 2026 e exige que o governo administre os pagamentos ao longo dos próximos meses.

Assim, embora os R$ 105,5 bilhões apontados pela Consultoria do Senado representem uma diferença relevante entre despesas previstas e os limites de pagamento atualmente disponíveis, o número não significa, isoladamente, que o governo esteja sem condições definitivas de quitar esses compromissos. A execução financeira poderá ser alterada conforme novas avaliações orçamentárias sejam realizadas.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 19:30:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Lula resgata frase polêmica sobre o PT: "É uma merda, mas é minha merda"]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a mencionar uma declaração atribuída à economista e ex-deputada Maria da Conceição Tavares para defender sua relação com o Partido dos Trabalhadores. A fala ocorreu na sexta-feira (7), durante um discurso no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos, no interior de São Paulo.

Ao relembrar uma conversa com a economista, Lula reproduziu uma frase em que ela teria reconhecido problemas dentro do PT, mas afirmado que, apesar das críticas, continuava identificada com a legenda.


“O PT é uma merda? É. Mas é minha merda, não é a sua. Então, só eu posso falar dela”, teria dito Maria da Conceição Tavares, segundo o presidente.


A declaração foi utilizada por Lula para destacar a relação de pertencimento que mantém com o partido e defender a trajetória da legenda.

Lula relembra origem do PT

Na sequência do discurso, Lula também contou que teria sido questionado pela economista sobre o fato de o PT defender principalmente a população mais pobre.

Ao responder, o presidente associou a origem do partido às organizações de trabalhadores e aos movimentos sociais que participaram de sua formação.


“Conceição, o PT nasceu da merda. Nós não nascemos na academia, nós não nascemos em escritório, nós nascemos na luta do povo trabalhador”, afirmou Lula.


A referência faz parte de uma narrativa recorrente do presidente sobre a origem do PT, fundado em 1980 a partir da articulação de trabalhadores, sindicalistas, movimentos sociais, intelectuais e outros setores da sociedade.

Frase já havia sido citada por Lula

Essa não foi a primeira vez que Lula utilizou a declaração atribuída a Maria da Conceição Tavares para falar sobre o PT.

Segundo o relato apresentado na reportagem, o presidente já havia mencionado a frase em 2014, durante um ato político relacionado à campanha pela reeleição da então presidente Dilma Rousseff (PT).

Na ocasião, Lula também utilizou a referência para reconhecer que o partido possuía problemas, mas destacar sua identificação pessoal com a legenda.

A nova menção ocorre em um cenário de preparação para as Eleições 2026, período em que Lula busca consolidar sua posição política e o PT se movimenta para a disputa presidencial e para as eleições estaduais e legislativas.

A fala no Inpe, portanto, recuperou uma declaração antiga para reforçar o vínculo do presidente com o partido e sua defesa da trajetória política da legenda.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:10:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF investiga suposta fraude de R$ 117 milhões envolvendo Banco Master e previdência de Maceió]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (10), uma operação para investigar um suposto esquema de fraudes relacionado ao Banco Master e ao Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev). A apuração envolve investimentos de aproximadamente R$ 117 milhões realizados pelo instituto em títulos da instituição financeira entre os anos de 2023 e 2024.

A operação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e integra uma investigação mais ampla sobre operações financeiras envolvendo o Banco Master. A Controladoria-Geral da União (CGU) também participa das diligências realizadas na capital alagoana.

Investigação apura possível esquema de corrupção

De acordo com as investigações, os recursos destinados ao Banco Master teriam sido captados junto a fundos de previdência municipais, estaduais e federais. A suspeita é de que agentes políticos tenham atuado para favorecer os investimentos em troca de vantagens indevidas.

Os investigadores também apuram se parte do dinheiro foi posteriormente desviada por meio de operações consideradas fraudulentas, utilizando empresas de fachada e notas fiscais falsas para ocultar a movimentação dos recursos.

Até o momento, a Polícia Federal não informou quantos mandados foram cumpridos nem divulgou a identidade dos investigados ou os detalhes das medidas autorizadas pela Justiça.

Maceió Previdência afirma colaborar com as investigações

Em nota oficial, o Maceió Previdência informou que vem colaborando com as autoridades desde o início das investigações, fornecendo documentos e prestando todos os esclarecimentos solicitados.

O instituto afirmou ainda que os investimentos realizados seguiram os procedimentos legais e administrativos previstos para esse tipo de aplicação financeira.

Segundo a autarquia, o patrimônio administrado pelo órgão passou de cerca de R$ 400 milhões, em 2021, para mais de R$ 1,6 bilhão, resultado que, segundo o instituto, assegura a capacidade de pagamento dos benefícios destinados a aposentados e pensionistas.

Operação segue em andamento

As investigações continuam em andamento e poderão esclarecer a eventual participação de agentes públicos, intermediários e representantes do setor financeiro no suposto esquema.

A Polícia Federal informou que novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das diligências e da análise do material apreendido durante a operação.
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 16:43:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Com desistência de Lula, Flávio Bolsonaro também fica fora de entrevistas da GloboNews nesta segunda-feira (10)]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) não participarão da série de entrevistas com candidatos à Presidência da República promovida pelo g1 e pela GloboNews. A ausência dos dois candidatos ocorre por motivos diferentes relacionados às suas campanhas.

A campanha de Lula informou que o presidente não participaria da entrevista que estava marcada para a última terça-feira, 4 de agosto. Já a campanha de Flávio Bolsonaro não respondeu dentro do prazo estabelecido para confirmar a participação. Com isso, a entrevista que estava prevista para a próxima segunda-feira, 10 de agosto não será realizada.

A série foi organizada pelo g1 e pela GloboNews com os cinco candidatos mais bem colocados na pesquisa Datafolha divulgada em 24 de julho. A proposta é ouvir os principais nomes que disputam a Presidência da República nas eleições de 2026.

Candidatos já entrevistados

Antes do cancelamento das entrevistas de Lula e Flávio Bolsonaro, outros três candidatos participaram da série. Renan Santos (Missão) foi entrevistado na última quarta-feira, 5 de agosto. No dia seguinte, quinta-feira, 6 de agosto, foi a vez de Romeu Zema (Novo).

Nesta sexta-feira, 7 de agosto, Ronaldo Caiado (PSD) participou da entrevista. As conversas foram conduzidas pelas jornalistas Andréia Sadi e Natuza Nery.

Os candidatos foram recebidos nos novos estúdios da GloboNews, no Rio de Janeiro, onde ocorreram as entrevistas.

Com a ausência de Lula e Flávio Bolsonaro, a série não contará com a participação dos cinco nomes inicialmente selecionados a partir do levantamento do Datafolha. A entrevista de Lula já havia sido comunicada como cancelada pela campanha do presidente, enquanto a participação de Flávio Bolsonaro deixou de ocorrer após a falta de resposta dentro do prazo definido pela organização.

A série de entrevistas faz parte da cobertura das eleições presidenciais e colocou os candidatos selecionados pelo levantamento do Datafolha em uma sequência de conversas conduzidas pelas jornalistas da GloboNews.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 11:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[AGU vai pedir à Justiça bloqueio da plataforma Discord no Brasil, diz Messias]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/agu-vai-pedir-justica-bloqueio-da-plataforma-discord-messias/629132/</link>
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				<description><![CDATA[A Advocacia-Geral da União (AGU) entrará com uma ação na Justiça para tirar a rede social Discord do ar. A afirmação foi dada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, na quinta-feira, 6 de agosto.

Em evento de sanção da lei que aumenta a punição a crimes digitais contra crianças e adolescentes, Messias ouviu o relato do secretário nacional de DireitosDigitais do Ministério da Justiça, Victor Fernandes, sobre a negativa da Justiça ao pedido da polícia para tirar a rede social do ar.

Diante disso, Messias informou que pedirá ao ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, todas as informações recentes sobre o Discord.

“Eu vou solicitar ao ministro da Justiça que me encaminhe formalmente todas essas informações à AGU para que nós possamos manejar uma ação civil pública pedindo a imediata responsabilização e a retirada de sua utilização pela sociedade brasileira. Já que ela não tem compromisso com a legislação brasileira e não protege crianças e adolescentes.”

A conversa se deu tem torno do mais recente caso envolvendo o Discord. No dia 22 de julho, uma adolescente cometeu suicídio ao vivo em uma transmissão na rede social.

A live na internet ocorreu por cerca de 45 minutos. Antes de ser induzida a tirar a própria vida na casa onde morava com a família em Naviraí, a 365 quilômetros de Campo Grande (MS), a adolescente foi coagida no ambiente virtual pelos criminosos a torturar e matar um gato, sem êxito.

O episódio desencadeou a Operação Lívia, conduzida pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, com apoio do Ministério da Justiça. A ação resultou na apreensão de cinco menores de idade, entre 13 e 18 anos, em cinco estados do país.

Onde buscar ajuda

Adolescentes e seus responsáveis ou quaisquer pessoas com pensamentos e sentimentos de querer acabar com a própria vida devem buscar acolhimento em sua rede de apoio, como familiares, amigos, educadores e também em serviços de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, é muito importante conversar com alguém de confiança e não hesitar em pedir ajuda, inclusive para buscar serviços na área.

Serviços de saúde que podem ser procurados para atendimento: 


	Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e unidades básicas de saúde;
	UPAs 24h, Samu 192, prontos-socorros e hospitais;
	Centro de Valorização da Vida – 188 (ligação gratuita).


O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (188), e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 16:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entenda por que o irmão do presidente do PT de Pernambuco foi indiciado pela Polícia Federal]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/irmao-presidente-pt-pernambuco-indiciado-pf-inss/629100/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal concluiu mais uma fase da Operação Sem Desconto e indiciou o ex-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Aristides Veras dos Santos, por suspeita de participação no esquema de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Aristides é irmão do deputado federal Carlos Veras (PT-PE), atual presidente estadual do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco. O parlamentar, entretanto, não é investigado nem foi indiciado pela Polícia Federal neste inquérito.

Por que Aristides Veras foi indiciado?

Segundo o relatório da Polícia Federal, Aristides Veras foi indiciado pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informática e organização criminosa.

A investigação aponta que a Contag, entidade presidida por ele durante parte do período apurado, teria utilizado informações consideradas falsas para autorizar descontos associativos diretamente nos benefícios pagos pelo INSS.

Esses descontos eram realizados nas aposentadorias e pensões de beneficiários e, conforme as investigações, em diversos casos teriam ocorrido sem autorização dos segurados.

O que a PF investiga?

A Operação Sem Desconto apura um suposto esquema de cobranças irregulares em benefícios previdenciários por meio de entidades associativas.

De acordo com a Polícia Federal, a Contag está entre as principais organizações investigadas. As apurações indicam que a entidade arrecadou aproximadamente R$ 3,4 bilhões em descontos associativos entre 2016 e 2025, período que agora é analisado pelos investigadores para verificar a legalidade das cobranças.

Além de Aristides Veras, outros ex-dirigentes da Contag e antigos integrantes da cúpula do INSS também foram indiciados.

Carlos Veras é investigado?

Não. O deputado federal Carlos Veras, presidente do PT em Pernambuco e irmão de Aristides Veras, não figura como investigado nem como indiciado no relatório da Polícia Federal.

A citação ao parlamentar ocorre apenas em razão do vínculo familiar com o ex-presidente da Contag, entidade que está no centro das investigações.

O que acontece agora?

Com a conclusão do inquérito, o relatório será encaminhado ao Ministério Público Federal, que decidirá se apresenta denúncia à Justiça, solicita novas diligências ou arquiva o caso em relação aos investigados.

A defesa de Aristides Veras informou que nega qualquer irregularidade e afirmou que apresentará sua manifestação durante o andamento do processo.

Até que haja eventual condenação definitiva, os investigados presumem-se inocentes, conforme prevê a legislação brasileira.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:04:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PSOL oficializa "Bancada da Macumba" para disputar vagas na Câmara dos Deputados]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/psol-lanca-bancada-da-macumba/629086/</link>
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				<description><![CDATA[O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) anunciou a criação da chamada "Bancada da Macumba", uma articulação formada por seis candidatos à Câmara dos Deputados que defendem maior participação das religiões de matriz africana na política nacional.

O coletivo reúne representantes de cinco estados brasileiros e tem como principal objetivo ampliar a presença de integrantes dos povos de terreiro nos espaços de decisão, defendendo a participação direta na elaboração de leis, definição de orçamentos públicos e formulação de políticas voltadas ao segmento.

Segundo os integrantes, a iniciativa busca fortalecer a representatividade política das comunidades de matriz africana e ampliar o debate sobre liberdade religiosa e combate ao racismo religioso.

Grupo reúne candidatos de cinco estados

A articulação é composta pelos candidatos Adriano Fiúza (Distrito Federal), Mãe Su de Nanã (São Paulo), Renato Fonseca (Pernambuco), Wesley Mendes (Bahia), Mãe Bernadete de Oxóssi (Bahia) e Ariane Magalhães (Rio de Janeiro).

Em nota conjunta, o grupo afirma que pretende garantir que os próprios representantes das religiões de matriz africana participem das discussões legislativas relacionadas aos interesses dessas comunidades.

Os candidatos também defendem que os povos de terreiro deixem de ser tratados apenas como objeto de estudos ou destinatários de políticas públicas elaboradas sem participação direta.

Termo foi ressignificado pelo grupo

Os integrantes afirmam que a expressão "Bancada da Macumba" foi escolhida de forma proposital.

Segundo o coletivo, o termo "macumba", historicamente utilizado de maneira pejorativa para se referir às religiões de matriz africana, foi ressignificado como símbolo de identidade política e resistência ao racismo religioso.

Em manifestação pública, os candidatos sustentam que a auto-representação é fundamental para ampliar a presença dessas comunidades nos espaços institucionais.

PSOL declara apoio à iniciativa

O PSOL informou que apoia a criação da bancada e afirmou que a iniciativa está alinhada às bandeiras defendidas pelo partido em favor da liberdade religiosa e do combate à discriminação contra religiões de matriz africana.

De acordo com a legenda, a proposta também pretende ampliar o diálogo com pesquisadores, educadores, lideranças religiosas e parlamentares que apoiem pautas relacionadas à igualdade religiosa e aos direitos dos povos de terreiro.

Proposta busca ampliar participação política

Além da atuação eleitoral, os integrantes da bancada afirmam que pretendem construir uma articulação permanente em defesa de políticas públicas voltadas às comunidades tradicionais de matriz africana.

Entre os objetivos apresentados estão o fortalecimento da participação política, a defesa da liberdade de culto, o enfrentamento ao racismo religioso e a ampliação do diálogo entre representantes dos terreiros e o Poder Legislativo.

Caso eleitos, os candidatos afirmam que pretendem atuar de forma conjunta na Câmara dos Deputados em pautas relacionadas aos direitos das comunidades de matriz africana e à promoção da igualdade religiosa no país.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:09:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula sanciona lei que aumenta punição a crimes digitais contra crianças e adolescentes]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/lula-sanciona-lei-que-aumenta-punicao-a-crimes-digitais-contra/629036/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quinta-feira, 6 de agosto, a lei que amplia a atuação da polícia em meios digitais e aumenta a punição para crimes de pornografia com uso de inteligência artificial envolvendo crianças e adolescentes. O Congresso Nacional concluiu a aprovação do texto em julho.

A lei endurece a pena do aliciamento quando houver uso de inteligência artificial (IA), deepfake, perfis falsos, promessa de vantagem ou aproveitamento de relação de confiança.

O objetivo é coibir criminosos, sobretudo os sexuais, de usarem a tecnologia para enganar e atrair crianças para explorá-las e abusar delas.


A liberdade de expressão não pode ser confundida com genocídio, violência, assassinato. Esse é o exercício da democracia plena. Por mais liberdade que a gente tenha, a gente tem que ter limite. E o limite é não ferir a liberdade do outro”, disse Lula.


O presidente ainda afirmou que é dever do Estado se responsabilizar e criar condições de punição para qualquer pessoa que use os vários recursos do mundo digital e da tecnologia para cometer crimes.

Aumento de penas


Para os crimes de produção, reprodução, direção, fotografia, filmagem ou registro de conteúdo de violência sexual contra criança ou adolescente, assim como a sua venda ou exposição, a pena passa de 4 a 8 anos de reclusão para 4 a 10 anos de reclusão.

A pena é aumentada em um terço se a venda ou exposição ocorrer por meio da internet e das redes sociais.

Além destas medidas, o PL aumenta a punição para quem oferece, troca, disponibiliza, transmite, distribui, publica ou divulga material de violência sexual contra criança ou adolescente. A pena nestes casos passa de 3 a 6 anos de reclusão para 4 a 10 anos de reclusão.

A pena atual para quem adquire, possui ou armazena esse tipo de material é de 1 a 4 anos de reclusão. O projeto aumenta essa punição para 3 a 6 anos de reclusão.

Em todos esses casos já era prevista multa além da reclusão, e a lei sancionada manteve essa previsão.

Inteligência artificial


O uso de inteligência artificial na prática dos crimes aumenta as penas de um terço a dois terços. Esse aumento de penas também é aplicado no uso de deepfake (quando a tecnologia simula de forma realista o rosto e a voz de uma pessoa), perfis falsos, jogos online e redes sociais para aliciamento de crianças e adolescentes.

Quando uma pessoa se aproveita de uma relação de convivência pessoal, autoridade, cuidado ou convivência familiar para praticar violência contra a criança ou adolescente, a pena também aumenta de um terço a dois terços.

Proteção


Além da repressão penal, o projeto contém medidas de proteção às vítimas. O texto prevê que crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência sexual terão direito a atendimento psicológico e psicossocial individual, especializado, contínuo e integral.

Agência Brasil
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:14:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula defende Marcola, ex-chefe de gabinete investigado pela PF e diz: "Quem aqui nunca pediu empréstimo para um amigo?"]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-defende-marcola-investigado-pf-emprestimo-amigo/628949/</link>
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				<description><![CDATA[Em reunião com dirigentes do PSOL e da Rede, nesta quarta-feira, 5, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que no seu governo a Polícia Federal tem autonomia para investigar quem quer que seja, mas defendeu seu ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Ribeiro Santana, o Marcola.

"Quem aqui nunca pediu empréstimo para um amigo?", perguntou Lula, de acordo com três participantes do encontro, no Palácio da Alvorada. Marcola deixou a coordenação da campanha de Lula depois que a Polícia Federal descobriu repasses feitos a ele pela empresária Roberta Luchsinger, apontada como lobista em negócios de Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS".

O ex-assessor de Lula disse, em nota, que quitou R$ 249 mil de um "empréstimo" contraído com a empresária, mas não explicou quando fez o pagamento e para que pediu o dinheiro.

Diante dos aliados, o presidente afirmou que, ao longo da história, a direita fez uso político de denúncias de corrupção não comprovadas, na tentativa de derrubar governos, fazendo referência às gestões de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Foi nesse momento que citou a explicação dada por Marcola para os pagamentos recebidos.

Apesar da defesa do ex-auxiliar, Lula assegurou não haver privilégio para ninguém no governo, nem mesmo para o seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Amigo de Roberta Luchsinger, Lulinha responde a três inquéritos abertos pela Polícia Federal, acusado de tráfico de influência.

Roberta, por sua vez, chegou a ser alvo de mandado de busca e apreensão, no fim de 2025, na esteira das investigações que apuram desvios de aposentadorias do INSS. A empresária também é suspeita de atuar no Ministério da Saúde, juntamente com Lulinha, com o objetivo de obter autorização para que uma empresa ligada ao "Careca do INSS" comercializasse produtos à base de cannabis medicinal.

Durante uma hora de reunião na qual entraram em cena assuntos de campanha, projetos empacados no Senado, como o fim da escala 6x1, e até as brigas com os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Argentina, Javier Milei, Lula reiterou aos dirigentes dos partidos que quem é alvo de denúncias precisa se explicar. "Quem errou, que pague", insistiu ele.

Mesmo assim, afirmou ter ficado "triste" com a saída de Marcola, que o acompanhava há aproximadamente 11 anos. Disse, porém, que ele terá todo o tempo necessário para se defender.

O encontro também contou com a participação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, que é do PSOL, e do presidente do PT, Edinho Silva, coordenador da campanha de Lula.

Os dirigentes da federação PSOL-Rede apresentaram a Lula um documento com propostas para o programa de governo de um eventual quarto mandato do petista. Um dos parágrafos do texto, intitulado "Carta ao Lula", diz que a vigorosa ação da Polícia Federal contra a "gangsterização da política", sem proteger nem perseguir ninguém, precisa continuar, "doa a quem doer".

Presidente soube antes das mensagens entre Marcola e Roberta

Marcola trabalhava no terceiro andar do Palácio do Planalto, ao lado de Lula. Ele deixou a chefia de gabinete no último dia 21 para integrar a coordenação da campanha do presidente. À época, interlocutores de Lula afirmaram que Marcola faria a "ponte" da campanha com o Planalto.

Na prática, porém, o presidente já havia sido informado da relação de Marcola com Roberta, uma vez que o sigilo do celular da lobista fora quebrado e o aparelho continha troca de mensagens entre os dois sobre pagamentos.

Ao ser confrontado por integrantes da coordenação da campanha de Lula, o ex-chefe de gabinete admitiu ter aceito que a empresária lhe pagasse contas, mas alegou que a quantia era um "empréstimo"
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Cabo Daciolo tem candidatura à Presidência barrada e fica fora da disputa de 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/mobiliza-barra-candidatura-de-cabo-daciolo-em-2026/628937/</link>
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				<description><![CDATA[O partido Mobiliza anunciou que não terá candidatura própria à Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão da direção nacional da legenda inviabiliza a participação do ex-deputado federal e pastor Cabo Daciolo na corrida pelo Palácio do Planalto.

De acordo com o partido, a sigla optou por manter uma posição de neutralidade durante o primeiro turno e não integrará coligações para a disputa presidencial.

Cabo Daciolo havia se filiado ao Mobiliza em abril deste ano com o objetivo de construir sua pré-candidatura à Presidência. Após a decisão, o ex-parlamentar demonstrou insatisfação e afirmou ter sido surpreendido pela definição da direção partidária.

"Para que parar de fazer campanha agora? Estamos subindo nas pesquisas. Estou muito decepcionado", declarou Daciolo em entrevista.

Daciolo critica decisão do partido

Nas redes sociais, o ex-deputado publicou uma nota criticando a posição adotada pelo Mobiliza. Em sua manifestação, Daciolo afirmou que a decisão interrompeu o projeto político que vinha sendo construído nos últimos meses.

O político também utilizou referências religiosas ao comentar o assunto e afirmou que continuará defendendo suas posições, apesar de não disputar a Presidência da República neste ano.

Segundo levantamento do instituto Ipos-Ipec citado pela imprensa, Cabo Daciolo aparecia com 1% das intenções de voto válidos para a eleição presidencial.

Segunda tentativa frustrada ao Planalto

Caso sua candidatura fosse confirmada, esta seria a segunda vez que Cabo Daciolo disputaria a Presidência da República. Em 2018, quando concorreu pelo Patriota, ele recebeu 1.348.323 votos, o equivalente a 1,26% dos votos válidos, terminando a disputa na sexta colocação.

A decisão do Mobiliza encerra, ao menos neste momento, a possibilidade de o ex-deputado participar da eleição presidencial de 2026.

Estratégia do Mobiliza para 2026

Com a decisão de não lançar candidato ao Palácio do Planalto, o Mobiliza deve concentrar seus esforços nas disputas estaduais e proporcionais, priorizando candidaturas para a Câmara dos Deputados, assembleias legislativas e governos estaduais.

A legenda ainda não anunciou se apoiará algum candidato à Presidência em um eventual segundo turno.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:11:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA["Campanha 'fofa' é o caralho, vai começar, é guerra", diz Janones ao lado de Lula]]></title>
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				<description><![CDATA[O deputado federal André Janones (Avante-MG) elevou o tom do discurso político ao comentar as eleições de 2026. Em uma publicação nas redes sociais ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o parlamentar afirmou que a disputa eleitoral será uma "guerra" e rejeitou a possibilidade de uma campanha moderada.

"Sem medo, sem pudor e sem remorso. Campanha &#39;fofa&#39; é o caralho. Vai começar. É guerra", escreveu Janones.

Na mesma publicação, o deputado afirmou ter conversado pessoalmente com Lula e declarou estar disposto a fazer "o que precisa ser feito" para impedir o avanço da extrema direita no país.

"Hoje à tarde avisei ao presidente, pessoalmente, que estou disposto a matar ou morrer para livrar nosso país da extrema direita de uma vez por todas. Tirem as crianças da sala porque o jogo agora é de gente grande e eu, assim como há quatro anos, farei o que precisa ser feito", declarou.

Aliado de Lula, Janones ganhou destaque nacional durante a campanha presidencial de 2022, principalmente por sua atuação nas redes sociais em defesa do então candidato petista. Desde então, tornou-se uma das principais vozes do campo governista no ambiente digital.

Declarações sobre estratégias de campanha

Em junho deste ano, durante o evento "Porta-voz do Lula", voltado para a mobilização de militantes nas redes sociais, Janones afirmou que mudou sua visão sobre as estratégias políticas adotadas nas disputas eleitorais.

"Antes eu dizia que valia quase tudo. Hoje, para mim, vale tudo para salvar a democracia deste país", afirmou o parlamentar durante o encontro.

Na ocasião, o deputado também defendeu a estratégia de apresentar diferentes narrativas sobre os fatos políticos, ao comentar episódios da campanha presidencial de 2022.

Histórico de polêmicas

André Janones já esteve no centro de diversas controvérsias políticas nos últimos anos, principalmente por declarações e publicações feitas nas redes sociais durante as eleições presidenciais.

O deputado também enfrentou questionamentos relacionados a investigações sobre supostas irregularidades em seu gabinete, além de críticas da oposição por sua atuação digital e pela forma como conduz a comunicação política.

As declarações recentes ocorrem em meio ao início da campanha eleitoral de 2026, que definirá os próximos ocupantes da Presidência da República, dos governos estaduais, do Senado, da Câmara dos Deputados e das assembleias legislativas.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Lula veta anistia a caminhoneiros e derruba regras de fiscalização e multas da MP do Frete]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou na MP do Frete a anistia concedida a caminhoneiros que participaram de manifestações golpistas após a vitória do petista nas eleições de 2022.

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), a medida presidencial busca evitar um tratamento desigual entre aqueles que atentaram contra a democracia.

O presidente também fez outros três vetos. Um dos trechos cortados alterava as regras de fiscalização do excesso de peso dos veículos de carga e, segundo a Secom, contrariava as melhores práticas internacionais.

Outro trecho vetado convertia em advertência as penalidades aplicadas pelo descumprimento da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Para o governo, foi necessário preservar o poder regulador e a atuação regulatória da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O quarto dispositivo cortado por Lula convertia em advertência as multas administrativas aplicadas por infrações relativas ao excesso de peso dos veículos. Para o Planalto, o veto foi preciso para manter a efetividade das fiscalizações por pesagem

"Os vetos preservam a efetividade do sistema sancionador, evitam tratamento desigual entre infratores, mantêm a segurança jurídica e impedem renúncia de receita sem estimativa de impacto orçamentário-financeiro", disse a Secom em nota.

Nesta terça-feira, Lula sancionou com os quatro vetos a MP do Frete, que busca endurecer as regras do transporte de cargas, além de fortalecer o cumprimento do piso da categoria. A proposta foi aprovada pelo Senado, após a categoria ameaçar o início de uma greve nacional, pressionando o presidente Davi Alcolumbre (União-AP).

Estadão Conteúdo.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:27:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Gastos públicos ultrapassam R$ 3,3 trilhões em 2026; Governo Federal concentra o maior valor, diz site]]></title>
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				<description><![CDATA[As despesas dos governos federal, estaduais e municipais já superaram a marca de R$ 3,3 trilhões em 2026, de acordo com os dados da plataforma Ga$to Brasil.

Entre os três níveis de governo, o que concentra o maior volume de despesas é o governo federal a comando de Lula (PT). Segundo o levantamento, o governo federal já desembolsou mais de R$ 1,5 trilhão desde o início do ano até os primeiros dias de agosto.

Os números foram divulgados pela coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder, com base nas informações disponibilizadas pela plataforma.

A ferramenta, desenvolvida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em parceria com a Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), acompanha em tempo real os gastos realizados pelos entes públicos em todo o país.

Despesas com os Poderes

Dentro da estrutura da administração federal, o Poder Executivo registra a maior parte dos gastos. Sob responsabilidade direta do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), as despesas com pessoal e encargos já se aproximam de R$ 200 bilhões em 2026. Esse montante engloba salários, benefícios e demais obrigações relacionadas aos servidores da esfera federal.

Os dados também apontam os gastos dos demais Poderes da União. O Judiciário, que recentemente tem sido alvo de ações no Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo os chamados "penduricalhos" remuneratórios, contabilizou aproximadamente R$ 581 milhões em despesas com pessoal e encargos no mesmo período.

Já o Poder Legislativo federal, que reúne as atividades da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Tribunal de Contas da União (TCU), acumulou despesas superiores a R$ 3,5 bilhões até o início de agosto.

Os números apresentados pela plataforma permitem acompanhar a evolução dos gastos públicos ao longo do ano e oferecem um panorama das despesas realizadas pelos diferentes níveis de governo. O monitoramento é atualizado continuamente e reúne informações referentes aos orçamentos executados pelas administrações municipais, estaduais e federal.
 
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 16:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ministro da Defesa: ''se os EUA invadirem o Brasil, teremos que abrir o portão'']]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, afirmou na terça-feira, 4 de agosto, que o Brasil não dispõe de estrutura militar suficiente para reagir a uma eventual invasão dos Estados Unidos.

Ao comentar um cenário hipotético, o ministro declarou que a alternativa mais prudente seria “abrir os portões”, argumentando que o país não teria meios para impedir um ataque nem recursos para reconstruir os prejuízos provocados por um conflito dessa dimensão contra os EUA.

Declaração impactante

A declaração foi feita durante um evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), no qual o ministro abordou a necessidade de ampliar e dar maior previsibilidade aos investimentos destinados às Forças Armadas.

Segundo ele, a limitação orçamentária impede o planejamento de longo prazo e dificulta a modernização de equipamentos, sistemas e tecnologias voltados à defesa nacional.

José Múcio destacou que o Brasil investe aproximadamente 1% do Produto Interno Bruto (PIB) na área de Defesa, percentual que, segundo ele, está abaixo do aplicado por diversos outros países.

Na avaliação do ministro, esse cenário compromete a capacidade de renovação dos meios militares e reduz o potencial de desenvolvimento da indústria nacional ligada ao setor.

Ao defender o fortalecimento do orçamento destinado às Forças Armadas, Múcio comparou os gastos com defesa à contratação de um seguro preventivo. “Investir em defesa é como um plano de saúde. A gente escolhe o melhor, torcendo para não precisar usar”, afirmou.

Ampliação dos investimentos são necessárias, diz ministro

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro ressaltou ainda que a ampliação dos investimentos não deve ser interpretada como preparação para uma guerra, mas como uma medida estratégica para garantir a capacidade de dissuasão do país diante de possíveis ameaças e incentivar avanços tecnológicos.

Segundo ele, uma estrutura de defesa mais robusta também contribui para o desenvolvimento de pesquisas, inovação e fortalecimento da base industrial brasileira, permitindo maior autonomia em áreas consideradas estratégicas para a soberania nacional.
 
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["O Brasil está preparado", diz Lula sobre tentativa de interferência nas eleições]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira, 5, em entrevista aos podcasts Meteoro Brasil e Os 3 Elementos, que o Brasil está "preparado" para enfrentar tentativas de interferência estrangeira na eleição presidencial. A fala do presidente ocorre um dia após o governo declarar institucionalmente que os Estados Unidos estão tentando fazer ingerências no processo eleitoral.

"O Brasil não só está preparado como vai enfrentar qualquer pessoa, de fora, que queira interferir no nosso processo eleitoral", disse Lula.

Ao falar sobre a nova crise com os Estados Unidos, deflagrada com a revogação do visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti, o presidente chamou a medida da Casa Branca de "irresponsável e impensada". Ele refutou o argumento de reciprocidade dos americanos, ao dizer que eles não se importaram com a embaixada em Brasília desde que o presidente americano, Donald Trump, assumiu o poder.

"Os Estados Unidos não deram importância para a embaixada no Brasil, porque faz um ano e meio que ele está no poder e não mandou para cá. Agora, tentam mandar e acham que a gente tem a obrigação de fazer na data que eles querem? Não é correto e não é possível, nós queremos ser tratados com respeito", disse Lula.

Os EUA indicaram para chefiar a diplomacia no Brasil Daniel Perez, e dizem que o Planalto cria obstáculos para conceder a autorização para que ele exerça a função no Brasil. Lula justificou a demora afirmando que não deseja receber novos embaixadores em Brasília até o término das eleições.

Sobre a revogação de visto dos funcionários do Departamento de Estado Riley Barnes e Samuel Samson, Lula disse que soube da notícia de que eles estavam querendo se "intrometer" no processo eleitoral e elogiou a medida do Itamaraty. "Fiquei sabendo da notícia que vinham dois jovens para cá, para se intrometer, fiscalizar e investigar as urnas brasileiras. O Itamaraty, corretamente, negou o visto para eles", declarou.

O presidente também relembrou o contato que teve com Trump, afirmando que os contatos foram amistosos, mas que o presidente americano não liberou o visto de autoridades brasileiras sancionadas.

Sobre a possibilidade de interferência americana nas eleições, Lula disse que seria bom se o secretário de Estado, Marco Rubio, fizesse comício para o senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).

"Se o Secretário de Estado quiser vir aqui fazer comício para o meu adversário, pode ser até bom. Eu quero, de uma vez só, derrotar todos eles juntos", disse Lula.

Lula também ironizou o sistema eleitoral americano e disse que o Brasil poderia levar conhecimento na área para os Estados Unidos "Ao invés de questionar nossa urna, eles deveriam pedir para a gente levar as urnas para eles fazerem uma eleição eletrônica para saberem que estamos no auge da modernidade eleitoral", declarou.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Sete deputados federais de Pernambuco não disputarão a reeleição em 2026; veja quais serão os próximos passos]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/sete-deputados-de-pernambuco-deixam-reeleicao-em-2026/628843/</link>
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				<description><![CDATA[As eleições de 2026 devem provocar mudanças significativas na bancada pernambucana na Câmara dos Deputados. Dos 25 parlamentares que representam o estado em Brasília, pelo menos sete não disputarão a reeleição e seguirão caminhos diferentes na disputa eleitoral deste ano.

Entre as mudanças, há deputados que decidiram concorrer ao Senado Federal, outros que buscarão uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e até quem optou por deixar a corrida eleitoral para se dedicar à saúde.

Confira o destino político de cada um deles:

André Ferreira disputará vaga na Alepe

Deputado federal desde 2019, André Ferreira (PL) decidiu não disputar a reeleição para a Câmara dos Deputados em 2026. O parlamentar será candidato a deputado estadual.

Enquanto isso, seu irmão, Anderson Ferreira (PL), ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes e candidato ao Governo de Pernambuco em 2022, tentará retornar à Câmara dos Deputados nas eleições deste ano. Anderson administrou o segundo maior município do estado por dois mandatos consecutivos e renunciou ao cargo em 2022 para disputar o Palácio do Campo das Princesas.

Túlio Gadêlha será candidato ao Senado

Após dois mandatos consecutivos como deputado federal, Túlio Gadêlha (PSD) disputará uma das duas vagas ao Senado Federal por Pernambuco nas eleições de 2026.

Eleito pela primeira vez para a Câmara dos Deputados em 2018 e reeleito em 2022, o parlamentar ganhou projeção nacional por sua atuação em pautas relacionadas à defesa do consumidor, à transparência pública e à fiscalização de ações do governo federal e da administração pública.

Neste ano, Túlio deixou a Rede Sustentabilidade e se filiou ao PSD, partido da governadora Raquel Lyra, integrando a chapa governista na disputa pelo Senado.

Eduardo da Fonte deixa a Câmara para disputar o Senado

Com quase duas décadas de atuação na Câmara dos Deputados, Eduardo da Fonte (PP) não buscará a reeleição em 2026. Presidente estadual do Progressistas, ele disputará uma vaga no Senado Federal.

O parlamentar é um dos nomes apoiados pela governadora Raquel Lyra (PSD) na corrida pelo Senado e foi escolhido para representar o grupo governista na disputa por uma das duas vagas que estarão em jogo nas eleições deste ano.

Eduardo da Fonte iniciou sua trajetória como deputado federal em 2007 e, desde então, acumula seis mandatos consecutivos em Brasília. Ao longo da carreira, ocupou cargos de destaque no Congresso Nacional, presidindo comissões e atuando em pautas relacionadas à saúde, infraestrutura e ao desenvolvimento econômico.

Além da atuação parlamentar, Eduardo consolidou sua influência política em Pernambuco ao comandar o Progressistas no estado, ampliando a presença da legenda em diversas regiões pernambucanas. Nas eleições municipais de 2024, o partido elegeu prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em diferentes cidades.

A candidatura ao Senado representa a primeira tentativa de Eduardo da Fonte de ocupar um cargo majoritário. Caso seja eleito, ele deixará a Câmara dos Deputados após quase 20 anos de atuação no Legislativo federal e passará a integrar a bancada pernambucana no Senado, composta por três representantes.

Apesar da mudança partidária, o deputado mantém proximidade política com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante o atual mandato, Túlio apoiou pautas defendidas pelo governo federal no Congresso Nacional e integrou a base de apoio do Palácio do Planalto em diversas votações.

A candidatura ao Senado representa a primeira tentativa do parlamentar de ocupar um cargo majoritário. Caso seja eleito, Túlio deixará a Câmara dos Deputados após oito anos de atuação no Legislativo federal.

Maria Arraes concorrerá à Assembleia Legislativa

Eleita deputada federal em 2022, Maria Arraes (PDT) deixará a Câmara dos Deputados para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nas eleições de 2026.

Neta do ex-governador Miguel Arraes, a parlamentar exerce seu primeiro mandato em Brasília e decidiu retornar à política estadual após quatro anos na Câmara Federal.

Durante o mandato, Maria Arraes atuou em pautas ligadas à defesa dos direitos das mulheres, ao fortalecimento das políticas sociais e ao desenvolvimento regional. Em 2022, ela foi eleita com mais de 104 mil votos, tornando-se uma das representantes pernambucanas na Câmara dos Deputados.

A candidatura à Alepe marca uma mudança na trajetória política da parlamentar, que buscará ampliar a atuação no cenário estadual. Maria integra o grupo político liderado pela ex-deputada Marília Arraes, sua prima, que também disputará as eleições de 2026, concorrendo ao Senado Federal pelo PDT.

Eriberto Medeiros anuncia pausa na carreira política e ficará fora das eleições de 2026

O deputado federal Eriberto Medeiros (PSB) anunciou que não disputará a reeleição para a Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em comunicado divulgado recentemente, o parlamentar informou que decidiu se afastar temporariamente da vida política para se dedicar aos cuidados com a saúde.

Eleito deputado federal em 2022, Eriberto chegou ao Congresso Nacional após uma longa trajetória na política pernambucana. Antes de assumir uma cadeira em Brasília, exerceu mandatos como deputado estadual e presidiu a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) entre 2019 e 2021.

No comunicado, o parlamentar destacou que a decisão foi tomada após conversas com familiares e aliados políticos, priorizando a recuperação da saúde e o bem-estar pessoal. Com isso, ele ficará fora das urnas neste pleito, encerrando, ao menos temporariamente, uma trajetória de mais de 30 anos na vida pública pernambucana.

Luciano Bivar será suplente de Humberto Costa (PT)

Ex-presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar (MDB) não buscará um novo mandato como deputado federal nas eleições de 2026. O parlamentar integrará a chapa do senador Humberto Costa (PT) como candidato à suplência do Senado.

Empresário e uma das figuras mais influentes da política pernambucana nas últimas décadas, Bivar acumula passagens pela Câmara dos Deputados e ganhou projeção nacional ao comandar o PSL, partido pelo qual Jair Bolsonaro se elegeu presidente da República em 2018.

Naquele ano, Bivar foi um dos principais articuladores da filiação de Bolsonaro ao PSL e participou diretamente da construção da candidatura presidencial. No entanto, a relação entre os dois se deteriorou no ano seguinte, culminando na saída do então presidente da legenda. O rompimento ocorreu em meio a disputas internas pelo comando partidário e divergências sobre a gestão do fundo partidário.

Após a saída de Bolsonaro do PSL, Luciano Bivar permaneceu à frente da sigla até a fusão com o Democratas (DEM), que deu origem ao União Brasil, em 2022. Mais tarde, o deputado deixou a presidência da legenda e, em 2026, filiou-se ao MDB para compor a chapa encabeçada por Humberto Costa.

A candidatura à suplência marca uma mudança na trajetória política de Bivar, que, após vários mandatos consecutivos como deputado federal, passará a disputar uma vaga indireta no Senado Federal.

Mendonça Filho disputará o Senado

O deputado federal e ex-governador de Pernambuco, Mendonça Filho (PL), disputará uma das vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026. O parlamentar deixará a corrida pela reeleição à Câmara dos Deputados para concorrer ao cargo majoritário, consolidando-se como um dos principais nomes da oposição no estado.

Ex-ministro da Educação e ex-governador de Pernambuco, Mendonça aposta no eleitorado conservador e de direita para fortalecer sua candidatura. A decisão foi oficializada durante a convenção estadual do partido, realizada no Recife.

Com uma trajetória política marcada pela passagem pelo Governo de Pernambuco, pela Câmara Federal e pelo Ministério da Educação, Mendonça Filho entra na disputa ao Senado como um dos protagonistas da eleição pernambucana de 2026.

 

 
]]></description>
				
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:06:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Alfredo Gaspar, nome escolhido para ser vice de Flávio Bolsonaro, se diz "soldado do Nordeste"]]></title>
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				<description><![CDATA[O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado nesta quarta-feira, 5 de agosto, como vice da chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que será um "soldado" leal durante a campanha.

A escolha representa um revés para Flávio, que buscava o nome de uma mulher e em composição com outro partido.

"O Brasil estaria muito melhor servido com as senhoras, mas quis Deus e o destino que este momento trouxesse um soldado do Nordeste. Um soldado que honrou a sua história com trabalho e dignidade. Alguém simples, mas que está pronto para a luta, alguém que tem boa fé, sabe o tamanho da responsabilidade. Terei lealdade e gratidão", declarou Gaspar a Flávio, na sede do PL, onde foi feito o anúncio.

Em seu discurso, Gaspar lembrou do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e agradeceu ao coordenador de campanha de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN), além do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

Gaspar era anunciado como pré-candidato ao Senado por Alagoas, numa disputa em que enfrentaria Arthur Lira (PP) e Renan Calheiros (MDB).

Outros cotados vão a anúncio

Uma série de políticos também esteve na sede do PL para o anúncio. Entre eles, a senadora Tereza Cristina (PP-MS); o senador Rogério Marinho (PL-RN); a deputada Bia Kicis (PL-DF); e a ex-presidente da Caixa Daniela Marques (Republicanos). Todos eles foram cotados em algum momento para o posto.

Em seu discurso, Flávio afirmou que contará com a colaboração deles na campanha e em um eventual governo, apesar de Republicanos e PP não terem selado um apoio formal ao seu nome.

"É óbvio que batalhei muito para que tivéssemos o tempo de televisão, as inserções, com outros partidos aderindo formalmente à nossa chapa nacional, mas isso não foi possível. E vejam como a representatividade de todos esses partidos, seus principais quadros, as pessoas que ajudaram a construir esse partido estão caminhando conosco", disse o filho "Zero Um" de Jair Bolsonaro.

Flávio também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-chefe de gabinete de Lula conhecido como Marcola.

"O próprio Marcola do Lula está sendo acusado de receber dinheiro que provavelmente veio do desvio do INSS. Talvez a coisa mais hedionda que pode ter acontecido nos últimos anos, nas últimas décadas no nosso País, foi um governo corrupto que não respeitou nem os aposentados", disse.

Estadão Conteúdo.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:01:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Alfredo Gaspar: conheça o perfil do deputado escolhido para vice na chapa de Flávio Bolsonaro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/alfredo-gaspar-conheca-o-perfil-do-deputado-escolhido-para-vice/628844/</link>
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				<description><![CDATA[Anunciado candidato a vice-presidente da República na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), Alfredo Gaspar (PL-AL) está no primeiro mandato como deputado federal e ganhou destaque como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura fraudes ligadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ficou conhecida como a "CPI do INSS".

Formado em Direito e pós-graduado, Gaspar completa 56 anos neste mês. Ele foi promotor de Justiça por 24 anos e procurador-geral de Justiça de Alagoas por duas vezes, de acordo com a biografia em seu site. Além disso, coordenou o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) e presidiu o Grupo Nacional de Combate ao Crime Organizado (GNCOC).

Gaspar também foi secretário de Segurança Pública no governo de Renan Filho (MDB), hoje ministro dos Transportes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O deputado era pré-candidato ao Senado por Alagoas e travaria uma disputa acirrada contra Renan Calheiros (MDB) e Arthur Lira (PP). Como a eleição para o Senado tem duas vagas, a saída de Gaspar pode abrir caminho para a vitória de Calheiros e de Lira.

Durante a CPMI do INSS, Gaspar foi acusado pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) de estupro e tentativa de suborno. O parlamentar negou as acusações. A Comissão terminou sem relatório.

Estadão Conteúdo. 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 12:37:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ex-prefeito de Olinda, Renildo Calheiros (PCdoB) triplicou patrimônio entre 2022 e 2026, revela O Globo]]></title>
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				<description><![CDATA[O deputado federal Renildo Calheiros (PCdoB-PE), ex-prefeito de Olinda e irmão do senador Renan Calheiros (MDB-AL), declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 2,67 milhões para disputar a reeleição em 2026. O valor representa um crescimento de 263% em relação aos R$ 736,6 mil informados nas eleições de 2022.

As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo na ultima sexta-feira (31).

De acordo com a declaração apresentada pelo parlamentar, a maior parte dos bens está concentrada em uma aplicação de renda fixa avaliada em R$ 1,43 milhão. Segundo o documento, os recursos tiveram origem na venda de imóveis e em direitos hereditários recebidos pelo deputado.

Além disso, Renildo Calheiros declarou outros R$ 500 mil na categoria "outros bens e direitos".

Após a divulgação dos dados, o parlamentar explicou ao O Globo que o aumento patrimonial ocorreu em razão da venda de dois imóveis que possuía havia 23 anos, além da incorporação dos direitos hereditários recebidos no período.

Renildo Calheiros tenta renovar o mandato de deputado federal nas eleições deste ano. Antes de chegar à Câmara dos Deputados, ele administrou a Prefeitura de Olinda por dois mandatos e também exerceu cargos no governo federal e na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Evolução do patrimônio declarado


	
		
			Ano
			Patrimônio declarado
		
	
	
		
			2022
			R$ 736,6 mil
		
		
			2026
			R$ 2,67 milhões
		
	


Variação: crescimento de 263% em quatro anos.

PCdoB de Pernambuco define candidaturas a deputada(o) federal e estadual

A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, chega às eleições de 2026 em Pernambuco com representantes em diferentes esferas de poder. Além de integrar a base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o grupo também participa da gestão municipal do Recife, atualmente comandada pelo prefeito em exercício Vitor Marques (PCdoB), após a desincompatibilização de João Campos para disputar o Governo do Estado.

Na disputa proporcional, a federação aposta em nomes que já possuem mandato e em novas lideranças políticas. Entre os candidatos a deputado federal, o destaque é o deputado Renildo Calheiros (PCdoB), que busca a reeleição para a Câmara dos Deputados. Já para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o partido tentará manter as cadeiras atualmente ocupadas por Cida Pedrosa e Vini Castello.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula admite ter recebido empréstimo de amiga de Lulinha]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/marcola-ex-chefe-de-gabinete-de-lula-admite-ter-recebido-emprestimo/628744/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Santana Ribeiro admitiu ter recebido pagamento da lobista Roberta Luchsinger.

Ela se tornou investigada pela Polícia Federal (PF) por suspeita de tráfico de influência no governo em conjunto com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente.

Em nota divulgada à imprensa, Marco Aurélio disse que o pagamento foi um "empréstimo pessoal contraído e já quitado". Marcola, como ele é conhecido, deixou o cargo no governo Lula no último dia 21 de julho para integrar a equipe da campanha do presidente.

A transação entre Roberta e Marcola foi citada pela Polícia Federal no pedido de abertura de inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha no Ministério da Saúde e no Palácio do Planalto.

Uma das hipóteses sob investigação é se o pagamento seria propina para abrir portas no governo. A existência da transação foi divulgada pelo site Poder360 e confirmada pelo Estadão.

"Recebi com surpresa a matéria que trata um empréstimo pessoal contraído e já quitado como algo ilegal. Nunca tive nenhuma relação que caracterize qualquer ilegalidade no exercício de minha função", afirmou em nota o ex-assessor presidencial.

Roberta Luchsinger acertou ações com o empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, para "abrir portas" no governo federal e prospectar negócios, como mostram mensagens reveladas nesta terça-feira, 4, pelo Estadão.

A PF investiga se essas ações tinham o apoio de Lulinha, que chegou a ter uma viagem a Portugal paga pelo Careca do INSS para conhecer um projeto de cannabis medicinal.

Conforme revelou o Estadão, Roberta Luchsinger foi mais de 40 vezes a órgãos do governo federal sem que sua presença fosse registrada nas agendas oficiais de autoridades, entre 2023 e 2025.

As visitas tiveram como destino, em 2023, o então ministro da Secretaria das Relações Institucionais Alexandre Padilha. Ela também teve várias entradas registradas no Ministério da Saúde, órgão de interesse do Careca do INSS, inclusive na companhia dele.

A PF já abriu dois inquéritos para apurar as suspeitas de tráfico de influência. O primeiro envolve Ministério da Saúde e Palácio do Planalto, enquanto o segundo tem foco em negócios na Dataprev, empresa de tecnologia do governo federal.

Os dois foram distribuídos ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Um terceiro pedido de inquérito também foi enviado ao STF e distribuído ao ministro Flávio Dino, que trata de negócios em outra frente do governo. Ainda não houve decisão de abertura.

Em vídeo no X, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República e principal adversário de Lula nestas eleições, cobrou explicações sobre os repasses de Roberta Luchsinger a Marcola. "As autoridades agora precisam fazer algumas perguntas.

A mais importante e óbvia: por que ele recebeu esses milhares de reais? De onde vem o dinheiro? É dinheiro do aposentado", disse, em referência à investigação sobre a fraude no INSS.

Estadão Conteúdo. 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:09:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Renan Santos explica slogan "Prendeu, matou" e defende plano ação da polícia contra o crime]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/renan-santos-explica-slogan-prendeu-matou-defende-plano-acao-policia/628679/</link>
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				<description><![CDATA[Durante a convenção que oficializou sua candidatura à Presidência da República pelo partido Missão, no sábado, 1º de agosto, Renan Santos explicou o slogan "Prendeu, matou" e defendeu a criação de um plano de ação coordenado para o combate ao crime organizado.

Segundo, o candidato a Presidência da República, a prioridade é que traficantes se entreguem às autoridades, evitando confrontos com os policiais. 

"Eu proponho, como comunicado oficial para todos os traficantes que ocupam o território brasileiro, que eles se entreguem. Aí nossa polícia não precisa matar ninguém. Eu não gostaria de matar alguém por matar", declarou.

Renan Santos afirmou, no entanto, que a polícia deve reagir caso seja recebida a tiros pelos tranficantes. 

"Agora, se alguém quiser combater de maneira armada a polícia, ele encontrará um enfrentamento devido. Não existe guerra unilateral. Nós vamos encontrar um inimigo que quer guerra. Se ele quiser se entregar, nós entregaremos ele para a cadeia, que é o que nós queremos fazer. Nós somos um país republicano", disse.

O candidato também afirmou que as forças de segurança precisam atuar com um plano de ação coordenado para enfrentar a criminalidade. Segundo ele, o Estado não pode permanecer sem uma estratégia organizada diante da violência.

"O que nós não podemos aceitar é ficar numa ficção em que um lado mata as pessoas, nós temos mais de 100 homicídios diários, e o outro não tem um plano de ação coordenado para fazer um enfrentamento", afirmou.

Ao encerrar o discurso, Renan Santos voltou a defender que a rendição dos criminosos é o melhor caminho para evitar mortes durante operações policiais.

Vídeo 





 


 

 



 




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Sobre Renan Santos 

Natural de São Paulo, Renan Santos é empresário, músico e ativista político. Tornou-se conhecido nacionalmente por integrar a fundação do Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que ganhou destaque nas manifestações contra o governo da ex-presidente Dilma Rousseff e passou a defender pautas como liberdade econômica, redução do Estado e combate à corrupção.

Em 2025, participou da criação do partido Missão, legenda da qual se tornou o primeiro presidente após o registro oficial pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nas eleições de 2026, disputa pela primeira vez um cargo eletivo, concorrendo à Presidência da República.

Entre as principais propostas apresentadas durante a campanha estão o fortalecimento do combate ao crime organizado, mudanças na política de segurança pública, redução da máquina estatal e investimentos em infraestrutura urbana. O candidato também defende a chamada política de "desfavelização", que, segundo ele, consiste em urbanizar comunidades por meio da ampliação do saneamento básico, do abastecimento de água e de outros serviços públicos.

 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Renan Santos afirma que pretende "acabar com as favelas" e transformá-las em bairro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/renan-santos-afirma-que-pretende-acabar-com-as-favelas/628671/</link>
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				<description><![CDATA[O partido Missão oficializou, no sábado, 1º de agosto, a candidatura de Renan Santos à Presidência da República e durante a convenção, o candidato apresentou propostas para as áreas de segurança pública e urbanização, incluindo uma política que chamou de "desfavelização".

Ao explicar a proposta, o candidato a presidência negou que ela envolva a remoção de moradores das comunidades.

"Eu vejo gente falando que o Renan vai pegar uma retroescavadeira e tirar as casas dali. Mentira!", afirmou Renan Santos. 

Segundo o candidato, a política consiste em transformar favelas em bairros com infraestrutura, por meio da ampliação do acesso ao saneamento básico, abastecimento de água e outros serviços públicos.

"A nossa política de desfavelização é literalmente tornar o que a gente chama de favela em bairro, levar esgoto e fornecimento de água", declarou o canditato.

Renan também defendeu que a melhoria das condições urbanas pode contribuir para reduzir problemas sociais e de saúde pública. Entre os exemplos citados, ele mencionou o alto número de casos de tuberculose, os índices de gravidez na adolescência e a subnotificação de casos de violência contra a mulher em comunidades.

"Quero acabar com a taxa altíssima de tuberculose que temos nas favelas, porque os becos fazem com que a umidade seja muito maior do que em um bairro comum. Também quero fazer com que a gravidez na adolescência despenque, já que existe uma pesquisa realizada na Favela da Maré que mostra que esses casos são muito mais frequentes. Além disso, os casos de violência contra a mulher que não são denunciados também são muito maiores nas favelas", afirmou.

O candidato acrescentou que moradores de áreas dominadas por facções criminosas muitas vezes deixam de denunciar crimes por medo de ameaças. Segundo Renan, o fortalecimento da presença do Estado e a melhoria da infraestrutura são medidas fundamentais para ampliar a segurança e a qualidade de vida da população dessas regiões.

Vídeo 





 


 

 



 




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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Haddad diz que Brasil não deve "abaixar a cabeça" para outros países ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/haddad-diz-que-brasil-nao-deve-abaixar-a-cabeca-para-outros-paises/628648/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse neste domingo, 2 de agosto, que o País vai seguir de cabeça erguida frente às incertezas e ameaças internacionais.

"O Brasil está sendo reconstruído e vai continuar seguindo em frente. De cabeça erguida, sem abaixar a cabeça diante do presidente de nenhum outro país, sem colocar boné de presidente de nenhum outro país", salientou Haddad, durante a Convenção Nacional do PT, na Expo Center Norte, em São Paulo.

Haddad ainda frisou que, em um cenário turbulento e permeado de incertezas, "é preciso um marujo confiável e experiente".

"É preciso alguém que saiba conduzir o navio, acionar os instrumentos necessários para proteger o Brasil, preservar a nossa soberania, resguardar a nossa autonomia e afirmar a nossa voz no cenário internacional. Não há ninguém no mundo, hoje, que possa fazer isso melhor do que Lula", reiterou.

A Convenção Nacional do PT oficializou a candidatura da chapa de Lula e Geraldo Alckmin para o Executivo Nacional. O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, disse mais cedo que a sigla homologou a candidatura da chapa do presidente Lula e do vice-presidente, Geraldo Alckmin, à reeleição para o Executivo.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pernambuco inicia nesta segunda-feira (3) Estratégia de Multivacinação 2026 em todo estado]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/pernambuco-inicia-nesta-segunda-feira-3-estrategia-de-multivacinacao/628643/</link>
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				<description><![CDATA[A Estratégia de Multivacinação 2026, Atualização da Caderneta de Vacinação de Crianças e Adolescentes Menores de 15 Anos, teve início nesta segunda-feira, 3 de agosto, em todo o país.

Em Pernambuco, a mobilização contará com o reforço de 253.600 doses de vacinas já enviadas pelo Ministério da Saúde e distribuídas aos municípios para garantir o abastecimento das salas e postos de vacinação durante toda a campanha.

No estado, o público estimado para participar da ação é de 1.896.084 crianças e adolescentes com menos de 15 anos. A orientação da Secretaria Estadual de Saúde é que pais, mães e responsáveis procurem a unidade de vacinação mais próxima levando a caderneta de vacinação, que será analisada pelos profissionais de saúde para identificar a necessidade de atualização do esquema vacinal.

Campanha

A campanha segue até o dia 1º de setembro, enquanto o Dia D de mobilização nacional está marcado para 22 de agosto, quando os municípios deverão intensificar as ações para ampliar a cobertura vacinal e alcançar quem ainda não recebeu todas as doses previstas no calendário de imunização.

Ao todo, cerca de 20 imunizantes estarão disponíveis para atualização da caderneta, contemplando vacinas que fazem parte do calendário básico de vacinação. Entre elas estão as doses contra Covid-19, Influenza, HPV, Poliomielite, Febre Amarela, meningite, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), BCG, além de outros imunobiológicos indicados conforme a faixa etária e a situação vacinal de cada criança ou adolescente.

A Secretaria Estadual de Saúde reforça que a campanha é uma oportunidade para ampliar a proteção individual e coletiva, prevenindo o retorno de doenças já controladas no Brasil.

“A atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes é fundamental para ofertar a proteção coletiva da população e mitigar o risco da reintrodução de doenças imunopreviníveis como a poliomielite e o sarampo, por exemplo. A Estratégia de Multivacinação 2026 busca resgatar não vacinados ou completar esquemas de vacinação, visando atualizar a caderneta das crianças e dos adolescentes”, reforça a superintendente de Imunizações do estado, Magda Costa.
 
]]></description>
				
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 13:28:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula é corrigido por Janja após afirmar que gravidez aos 16 'vai jogar o futuro das jovens fora']]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-e-corrigido-por-janja-apos-afirmar-que-gravidez-aos-16-vai-jogar/628633/</link>
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				<description><![CDATA[Durante a Convenção Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), realizada neste domingo, 2 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a gravidez na adolescência e acabou sendo interrompido pela primeira-dama, Janja da Silva, ao abordar o tema.

Ao discursar para o público presente, o presidente argumentou que a gestação precoce interrompe as perspectivas de desenvolvimento das jovens.


"Uma jovem que fica grávida com 16 anos vai jogar o futuro dela fora, e nós temos que proteger", declarou o presidente.


Nesse momento, Janja interveio para ressaltar a autonomia feminina sobre escolher o momento para ter filhos.


"Ela tem que ter filho quando ela quiser", reagiu a primeira-dama.




lula defendendo a ampliação do implanon no sus pra diminuir a gravidez na adolescencia pic.twitter.com/vF32NYGMjH
— ursinho da parmalat (@leonardooosouza) August 2, 2026



Lula prontamente concordou com a primeira-dama, repetindo a frase dita por ela. Em seguida, o presidente direcionou o discurso para a importância de políticas públicas voltadas ao planejamento familiar e ao acesso facilitado a métodos contraceptivos para a proteção e orientação dos jovens.

Na mesma convenção, Lula afirmou que homens que praticam violência contra mulheres não devem apoiar sua candidatura. (Confira o vídeo do momento abaixo)

No discurso, o presidente declarou: “O cara vai ter que escolher: ou ele vota em mim ou ele bate na mulher”, ao defender uma sociedade baseada no respeito às mulheres e no combate à violência de gênero. 

Confira o vídeo





 


 

 



 




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Convenção do PT

A convenção nacional do PT reuniu dirigentes, parlamentares, militantes e representantes de partidos aliados para oficializar a candidatura presidencial.

Durante o encontro, Edinho Silva confirmou a homologação da chapa encabeçada por Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão atende às etapas previstas no calendário eleitoral para o registro das candidaturas.

Com a oficialização, o PT inicia formalmente a campanha presidencial para as eleições deste ano. O evento ocorreu no Expo Center Norte, um dos principais espaços para grandes encontros na capital paulista.

Assim como ocorreu nas eleições de 2022, Lula terá Geraldo Alckmin como companheiro de chapa. Filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), Alckmin volta a ocupar a posição de candidato a vice-presidente.

A manutenção da composição representa a continuidade da aliança construída na eleição anterior, quando ambos venceram a disputa presidencial. A definição da chapa ocorreu durante a convenção nacional e foi homologada juntamente com a candidatura de Lula.

Além de oficializar a candidatura presidencial, a convenção confirmou os partidos que integrarão a coligação. Segundo a definição anunciada pelo PT, a candidatura de Lula contará com o apoio do PSB, PCdoB, PV, PDT, PSol e Rede.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula e Flávio Bolsonaro têm 49% de rejeição na disputa pela Presidência]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-e-flavio-bolsonaro-tem-49-de-rejeicao-na/628623/</link>
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				<description><![CDATA[A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a disputa à Presidência da República está empatada em 49%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3.

Os dois seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados. No último levantamento, de 27 de julho, Flávio tinha 50% de rejeição. A variação foi dentro da margem de erro. Já Lula havia registrado 49%, mesmo porcentual da pesquisa de hoje.

Ainda no quesito rejeição, Romeu Zema (Novo) registra 31%; Ronaldo Caiado, 29%; e Renan Santos (Missão), 27%.

Santos segue o mais desconhecido, com 47% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 35% dos eleitores e Caiado, por 33%.

Preferência política

O levantamento mostra ainda que 37% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva Na pesquisa de 27 de julho eram 39%.

Outros 35% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio Bolsonaro, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família. Na mostra anterior, eram 36%. Pela pesquisa divulgada hoje, 22% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo, mesmo porcentual registrado na última pesquisa. Brancos, nulos e indecisos somam 1%. Não sabem ou não responderam são 3%.

De acordo com o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 17% votariam em Lula; 17%, em Flávio; e 45% nos demais candidatos.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus revela que 47% aprovam o governo Lula e 43% desaprovam]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-mostra-que-47-dos-eleitores-aprovam-o-governo-lula/628619/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3, indica que 43% dos eleitores consideram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ruim ou péssimo. O porcentual é o mesmo registrado na pesquisa anterior, de 27 de julho. Os eleitores que consideram o governo de Lula como ótimo ou bom somam hoje 37% contra 36% na pesquisa anterior - uma oscilação positiva dentro da margem de erro de 2 p.p.

Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 18%. Na pesquisa de 27 de julho, eram 20%. Não sabem ou não responderam somam 2%.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do governo Lula de maneira geral. Segundo a pesquisa, 48% desaprovam a gestão do petista, enquanto 47% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 5%.

A desaprovação oscilou um ponto para baixo em relação à pesquisa anterior, quando somou 49%, mas dentro da margem de erro. Já o patamar de aprovação permaneceu o mesmo. Os que não sabem eram 4% na pesquisa de 27 de julho.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula aponta Haddad como sucessor à Presidência e defende projeto de longo prazo na Convenção do PT]]></title>
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				<description><![CDATA[No discurso que fez na Convenção Nacional do PT neste domingo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição nas eleições gerais de outubro deste ano, lançou o ex-ministro Fernando Haddad (PT), candidato ao governo der São Paulo neste pleito, como seu sucessor na Presidência da República.

O discurso aposta na sua vitória para mais um mandato consecutivo no Palácio do Planalto e também na conquista do Palácio dos Bandeirantes por Haddad.

"Agora é hora de pensar nesse País. Qual é o país do futuro que eu vou entregar quando você, Haddad, depois de governar São Paulo por oito anos, estiver sendo presidente da República", disse Lula em seu discurso, emendando depois, num afago aos outros correligionários: "Ou você, Rafael Fonteles? Quem sabe sai do Piauí o próximo? Ou quem sabe do Ceará. Ou quem sabe de Pernambuco. De algum lugar vai sair. E da Bahia? Essa eleição de agora é para definir que país a gente vai deixar do ponto de vista das coisas que ainda não fizemos."

Na Convenção Nacional do PT que oficializou a candidatura da chapa de Lula e Geraldo Alckmin para o Executivo Nacional, Haddad discursou.

"O Brasil está sendo reconstruído e vai continuar seguindo em frente. De cabeça erguida, sem abaixar a cabeça diante do presidente de nenhum outro país, sem colocar boné de presidente de nenhum outro país", salientou o ex-ministro.

O presidente Lula, em seu discurso, defendeu a definição de prioridades nacionais em um planejamento de longo prazo e afirmou que o País precisa estabelecer um projeto com horizonte de 10 a 15 anos. "Precisamos decidir o que é prioridade no País", frisou ele.

Estadão Conteúdo.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 09:58:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 45%, em empate técnico no 2º turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seguem tecnicamente empatados, na margem de erro, em um eventual 2º turno das eleições presidenciais de outubro, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3. O petista, contudo, está numericamente à frente.

De acordo com o levantamento, Lula registra 46% das intenções de voto, enquanto Flávio alcança 45%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 2%. Na pesquisa anterior, de 27 de julho, Lula aparecia com 47% contra 43% de Flávio Bolsonaro, também em empate técnico, no limite da margem de erro, que é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 42%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%. Eleitores que não sabem são 3%. Na pesquisa de 27 de julho, na simulação de 2º turno, Lula liderava com 45% e o ex-governador de Goiás registrava 43%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 46% contra 40%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%, enquanto os que não sabem são 3%. Na pesquisa de 27 de julho, o presidente pontuou 46% contra 42% de Zema.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 37%, se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%. Eleitores que não sabem são 3%. Na pesquisa de 27 de julho, na simulação de 2º turno, Lula liderava por 47% a 39%.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.

Estadão de Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 09:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[BTG/Nexus: Lula registra 41% e Flávio Bolsonaro chega a 37% no 1º turno da disputa presidencial]]></title>
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				<description><![CDATA[No primeiro turno da disputa presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 41% das intenções de voto contra 37%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3. De acordo com a margem de erro, os dois estão empatados tecnicamente.

A intenção de voto no petista na disputa do primeiro turno oscilou negativamente 1 ponto porcentual, na comparação com a pesquisa anterior, divulgada no dia 27 de julho, quando Lula havia pontuado 42%. Já Flávio Bolsonaro oscilou positivamente 4 p.p., de 33% na mostra anterior para 37% na de agora.

No levantamento anterior, Lula tinha 9 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio no primeiro turno. Na pesquisa divulgada nesta segunda, essa vantagem caiu para 4 pontos porcentuais.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão) que tem 4% e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que registrou 3%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 4%. Eleitores que não sabem são 3%.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 09:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Caiado sobre Lula e Flávio Bolsonaro: "Os dois são grandes adversários da população brasileira" ]]></title>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República do PSD, Ronaldo Caiado, disse neste sábado, 1º de agosto, que seus dois principais oponentes na disputa eleitoral - o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) - são adversários da população brasileira.

Caiado falou com a imprensa após participar da convenção estadual do PSD em Santa Catarina, realizada em Florianópolis. O evento oficializou a candidatura do ex-prefeito de Chapecó João Rodrigues ao governo catarinense.

Indagado qual dos dois - Lula e Flávio - considera seu maior adversário, Caiado criticou ambos. "Os dois mais rejeitados do País são exatamente o Lula e o Flávio. Então, você não pode ter um país com eleição de rejeitados", afirmou Caiado em entrevista coletiva.

"Hoje o Brasil não pode ter candidatos que um fica brigando com o outro pela mesma causa, o mesmo interesse pessoal, pela vaidade do poder e o povo brasileiro deixado em segundo patamar", prosseguiu. "Os dois são grandes adversários da população brasileira. Um já governou por cinco mandatos (seu partido), o outro já governou. E por que é que não deram conta de resolver?", completou.

Ele lembrou que tanto Lula quanto Flávio já indicaram a indisposição a participar de debates eleitorais e os chamou de "fujões". "O que eu tenho a apresentar não é contra um nem contra outro, é mostrar um caminho outro para o Brasil. Sair dessa vinculação de um com o outro, que nunca foi um traço da política nacional, isso foi criado nesses últimos anos."

O ex-governador de Goiás ainda sustentou que há uma "desordem institucional" no País, em que o cidadão não acredita no Supremo Tribunal Federal (STF), no Congresso Nacional, nem no presidente da República.

"O que é o programa do PSD? É realmente sair dessa discussão estéril, inútil, em que um se alimenta do outro e não fazem nada", afirmou. Em seguida, disse que há uma "briga burra" no País, que fomenta o ódio e que não discute os problemas práticos da vida do cidadão.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 17:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula diz que falta sucessor capaz de derrotar a extrema direita e por isso disputa o quarto mandato]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-diz-que-falta-sucessor-capaz-de-derrotar-a-extrema-direita-e-por/628521/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitiu na quinta-feira, 30 de julho, ter dificuldade para indicar um sucessor. O petista disse que decidiu disputar um quarto mandato porque não há hoje nenhum nome capaz de "derrotar a extrema direita" nas eleições de 2026.

"Acontece que tem momentos na política e no futebol que você não tem a quantidade de craque que você queria", afirmou o presidente em entrevista ao podcast Inteligência Ltda, no YouTube.

Lula disse, porém, que não desistiu de formar sucessores. Ele citou as candidaturas de Dilma Rousseff, pelo partido dos trabalhadores, em 2010, e de Fernando Haddad, em 2018, como exemplos.

Segundo o presidente, novos nomes do partido podem surgir daqui a quatro anos, a partir das eleições estaduais de 2026.

Lula afirma que seu plano era descansar e não disputar eleições

Lula afirmou, ainda, que não queria ser candidato neste ano. "Meu desejo, se eu pudesse, era descansar com a minha namorada, com a minha Janjinha (a primeira-dama). Mas é o seguinte, eu não vou deixar a extrema direita voltar. A verdade é que no momento hoje não tem ninguém para poder derrotar essa gente", disse o presidente.

Idade do presidente será tema de debate

Lula declarou que sua forma física está melhor do que quando tinha 57 anos e venceu sua primeira eleição. O petista tem 80 anos e deve ter como principal adversário na campanha à reeleição o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de 45 anos.

Aliados do presidente preveem que a diferença de idade pode ser um tema da campanha eleitoral. Em março, Flávio se referiu a Lula como um "Opala velho", em referência ao carro da Chevrolet lançado em 1968.

A estratégia petista para enfrentar críticas etaristas vai passar, como mostrou a Coluna do Estadão, por reforçar a ideia de vigor físico de Lula para mais quatro anos de mandato e a "experiência" para encarar situações difíceis.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 10:02:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro mantém convite de vice a Tereza Cristina apesar de neutralidade do PP]]></title>
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				<description><![CDATA[O senador e pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira, 31 de julho, que mantém conversas sobre alianças com diferentes partidos e citou o Republicanos, ao qual a administradora Daniella Marques é filiada. Flávio confirmou que fez o convite para o posto de vice de chapa à senadora Tereza Cristina (PP-MS).

"Tereza Cristina é um quadro excepcional, foi ministra do presidente Jair Bolsonaro, uma referência em várias áreas, em especial no agro, respeitadíssima dentro da política, dentro do país e fora do País. O convite foi feito, ela aceitou e agora estamos nas conversas para saber se o partido vai avançar ou não", declarou, durante café entre o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB); e parlamentares do Estado.

Quase ao mesmo tempo, o PP divulgou uma nota afirmando que manterá a neutralidade na disputa presidencial e que a decisão será acatada por Tereza Cristina.

Flávio disse que as tratativas não se restringem ao PP e que sua campanha segue dialogando com legendas como o Republicanos.

"Enquanto isso, a gente continua em conversa com outros partidos e está aqui do meu lado a Dani, que é do Republicanos. O importante é que a gente está montando um grande time", afirmou, citando Daniella Marques.

O senador ressaltou que aliados da campanha também participam das articulações políticas.

"O senador Rogério Marinho (PL-RN) está conversando com várias pessoas, eu converso, a Dani conversa. O nosso time, graças a Deus, é grande, multipartidário Tenho a convicção de que, independentemente de formalidades partidárias ou não, está todo mundo engajado em resgatar o País", falou.

Neutralidade do PP

A direção nacional do Progressistas (PP) confirmou que manterá a neutralidade na eleição presidencial de 2026. Isso frustra a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), que ainda tinha esperança de contar com um apoio formal do partido e também contar com a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como vice em sua chapa.

"O Progressistas, após consulta aos seus diretórios estaduais, decidiu, por maioria, permanecer neutro no processo eleitoral. Diante disso, reiteramos a posição de não convocar Convenção Nacional", começa nota divulgada pelo PP. "A decisão já foi comunicada e acatada pela nossa líder no Senado Federal, senadora Tereza Cristina."

É a primeira vez que o PP confirma a neutralidade oficialmente, apesar de há dias circular essa decisão.

Na quinta-feira, 30, foram publicadas notícias de que Tereza Cristina teria mostrado disposição em compor chapa com Flávio. A senador, no entanto, disse não haver decisão tomada e que tudo dependeria do PP.

Tereza Cristina é citada há meses como uma das principais cotadas para o posto, por agregar votos com o eleitorado feminino, o agronegócio e o setor produtivo. Durante as negociações, Flávio passou a chamar Tereza de "Vózinha", como forma de criar uma proximidade com a senadora.

Estadão Conteúdo.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:09:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mendonça autoriza PF a investigar suposto tráfico de influência de Lulinha no Ministério da Saúde]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/mendonca-autoriza-pf-a-investigar-suposto-trafico-de-influencia-de-lul/628382/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, autorizou a abertura de um inquérito para investigar suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo Fabio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O pedido de investigação foi encaminhado pela Polícia Federal (PF) na semana passada e busca apurar se Lulinha teria atuado para favorecer o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", em negociações com o Ministério da Saúde.

Investigação envolve negócios com cannabis medicinal

Segundo a Polícia Federal, há suspeitas de que Lulinha e o empresário tenham mantido relações comerciais no setor de cannabis medicinal.

As investigações apontam que Antônio Carlos Camilo Antunes tentou fechar contratos milionários com o Ministério da Saúde, entre 2024 e 2025, para fornecer medicamentos à base de canabidiol ao governo federal.

Os contratos, entretanto, não chegaram a ser concretizados.

De acordo com a PF, a suspeita é de que Lulinha tenha atuado para facilitar reuniões entre representantes do lobista e integrantes da pasta.

Ligação com o "Careca do INSS"

Antônio Carlos Camilo Antunes é apontado pelas autoridades como um dos principais investigados na Operação Sem Desconto, que apura supostos desvios de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O empresário havia contratado a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, para prospectar oportunidades de negócios na área de cannabis medicinal em favor da empresa World Cannabis, ligada ao lobista.

A defesa de Roberta nega qualquer irregularidade e afirma que não houve repasse de recursos ao filho do presidente.

Defesa de Lulinha critica investigação

O advogado Marco Aurélio de Carvalho, responsável pela defesa de Lulinha, afirmou que a Polícia Federal não encontrou indícios de irregularidades envolvendo o filho do presidente no âmbito das investigações sobre o INSS.

Segundo ele, a abertura de uma nova frente de apuração representa uma tentativa de encontrar provas sem elementos concretos.

"Lulinha já demonstrou que não tem relação direta ou indireta com o INSS e não possui ligação com os negócios de Roberta. A Polícia Federal não encontrou nada na investigação sobre o INSS e agora busca informações em outro setor. Isso é pesca probatória", declarou o advogado.

Reunião no Ministério da Saúde

No início de 2025, Antônio Carlos Camilo Antunes participou de uma reunião no Ministério da Saúde com Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger, que ocupava o cargo de secretário-executivo da pasta, segundo posto mais importante do ministério.

Posteriormente, Berger deixou o Ministério da Saúde e assumiu a chefia do Gabinete Adjunto de Gestão Interna do Gabinete Pessoal da Presidência da República.

Em nota enviada ao g1, Berger afirmou que a reunião ocorreu dentro das atribuições do cargo e negou qualquer interferência política.

"A agenda ocorreu em conformidade com as atribuições da função exercida à época, sem qualquer tipo de orientação para sua realização. Como não houve interesse do ministério em adquirir produtos ou serviços da empresa, o encontro não teve qualquer desdobramento", declarou.

STF acompanhará o caso

André Mendonça foi sorteado como relator do caso no Supremo Tribunal Federal e ficará responsável por conduzir os pedidos relacionados ao inquérito.

A investigação da Polícia Federal deverá reunir documentos, depoimentos e informações para verificar se houve tráfico de influência ou corrupção nas tratativas envolvendo o Ministério da Saúde.

Até o momento, não há denúncia formal apresentada contra Lulinha. O caso segue em fase de investigação.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 18:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Promessa da picanha fica mais distante: 1 kg já custa mais de um dia de trabalho no Brasil ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/promessa-da-picanha-fica-mais-distante-1-kg-ja-custa-mais-de-um-dia/628348/</link>
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				<description><![CDATA[A promessa de tornar a picanha novamente acessível à população brasileira, uma das marcas da campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022, enfrenta um obstáculo cada vez maior: o aumento do preço da carne bovina. Dados da consultoria Safras & Mercado mostram que o valor do produto acumula alta de 25,7% desde janeiro de 2023, superando a evolução da renda de milhões de trabalhadores.

Em junho de 2026, o quilo da picanha no atacado chegou a R$ 72,38, valor que já ultrapassa o rendimento diário de quem recebe um salário mínimo. Atualmente, o piso nacional é de R$ 1.630, o equivalente a aproximadamente R$ 54,33 por dia.

Na prática, isso significa que um trabalhador precisa dedicar mais de um dia inteiro de trabalho para comprar apenas um quilo de um dos cortes mais populares do país.

Preço da picanha supera salário diário do trabalhador

No início de 2023, quando Lula assumiu o terceiro mandato presidencial, o quilo da picanha custava R$ 57,56, já considerando a correção pela inflação oficial. Três anos depois, o aumento acumulado tornou o produto ainda mais distante da realidade financeira de boa parte da população.

Para famílias que dependem exclusivamente do salário mínimo, o impacto vai além do preço da carne. O orçamento doméstico também precisa absorver gastos com aluguel, transporte, energia elétrica, medicamentos e alimentação básica.

Nesse cenário, a compra de produtos tradicionalmente associados aos encontros familiares e às comemorações acaba sendo deixada em segundo plano.

A alta reacende um debate que marcou as eleições de 2022, quando a imagem da "picanha e cerveja" foi usada como símbolo da recuperação do poder de compra dos brasileiros.

Entenda por que a carne voltou a subir

Especialistas do setor agropecuário afirmam que o aumento no preço da carne não está diretamente ligado a uma única decisão econômica do governo federal. O principal motivo apontado para a alta é a mudança no chamado ciclo pecuário.

Entre 2023 e 2024, o Brasil registrou um período de forte abate de vacas e novilhas, aumentando a oferta de carne no mercado e contribuindo para a redução dos preços. No entanto, a diminuição do número de matrizes disponíveis para reprodução reduziu a quantidade de animais prontos para o abate nos anos seguintes.

Com menos animais disponíveis, os frigoríficos passaram a pagar mais caro pelo boi gordo, custo que acabou sendo repassado ao consumidor final.

Promessa eleitoral continua no centro do debate

A valorização da picanha volta a colocar em discussão uma das principais promessas associadas à campanha de Lula. Embora economistas ressaltem que a inflação dos alimentos depende de fatores internos e externos, o consumidor tende a perceber apenas o impacto direto no bolso.

Para quem recebe o salário mínimo, a matemática é simples: um quilo de picanha já custa mais do que o rendimento obtido em um dia de trabalho.

Enquanto especialistas discutem as causas econômicas da alta, milhões de brasileiros continuam adaptando o orçamento e substituindo produtos para equilibrar as contas no fim do mês.

Com as eleições de 2026 se aproximando, o preço dos alimentos e o poder de compra da população prometem ocupar novamente um espaço central no debate político nacional.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 15:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula gasta R$ 1 bilhão em despesas de viagens em sete meses de 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/governo-lula-gasta-r-1-bilhao-em-despesas-de-viagens-em-sete-meses-de/628339/</link>
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				<description><![CDATA[As despesas do governo federal com viagens oficiais já ultrapassaram a marca de R$ 1 bilhão em 2026, antes mesmo do encerramento do sétimo mês do ano.

Dados disponíveis no Portal da Transparência apontam que, entre 1º de janeiro e 23 de julho, foram desembolsados R$ 1.037.740.148,15 para custear deslocamentos de ocupantes de cargos de confiança da administração pública.

O volume de recursos destinados às viagens supera a marca registrada no mesmo período do ano passado, fazendo com que o governo alcançasse o patamar de R$ 1 bilhão cerca de um mês antes do que ocorreu em 2025.

Gastos

Do total desembolsado neste ano, aproximadamente R$ 453,4 milhões foram empregados na compra de passagens aéreas para servidores e autoridades em missão oficial.

A maior parcela das despesas corresponde ao pagamento de diárias, que somam cerca de R$ 581,3 milhões e cobrem custos como hospedagem, alimentação e outras despesas relacionadas às viagens realizadas a serviço.

Além desses valores, o Portal da Transparência registra outros R$ 6,3 milhões classificados como "outros gastos". Nessa categoria estão incluídas despesas acessórias, como pagamento de taxas, seguros de viagem e demais encargos administrativos vinculados aos deslocamentos oficiais.

Dados

Os dados também mostram que, até 23 de julho, a administração federal havia contabilizado pouco mais de 361 mil viagens em 2026. Considerando o montante total gasto e o número de deslocamentos registrados, a média de custo por viagem é de aproximadamente R$ 2.874.

Segundo a publicação, o levantamento não contempla as despesas referentes às viagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da primeira-dama Janja da Silva, cujos custos são contabilizados em rubricas específicas.

Os números apresentados têm como base exclusivamente os registros disponibilizados no Portal da Transparência para os deslocamentos de ocupantes de cargos de confiança do governo federal.

As informações foram divulgadas com base nos registros oficiais.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 14:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula alcança a marca de 49% de desaprovação, aponta PoderData/Aya]]></title>
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				<description><![CDATA[O desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 49% dos eleitores e aprovado por 43%, segundo pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira, 30. Outros 8% não souberam responder.

O levantamento ouviu 2.400 eleitores com 16 anos ou mais em 677 municípios das 27 unidades da Federação entre os dias 26 e 29 de julho. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07845/2026.

Na rodada anterior, realizada entre 12 e 15 de julho, a desaprovação era de 50% e a aprovação, de 42%. No levantamento de 21 a 24 de junho, os índices eram de 50% e 43%, respectivamente. As oscilações ocorreram dentro da margem de erro, indicando estabilidade no cenário.

Na avaliação do governo Lula como um todo, 50% disseram desaprovar a gestão, enquanto 44% afirmaram aprová-la. Os 6% restantes não souberam responder.

Na avaliação qualitativa, 47% dos entrevistados classificaram o governo como ruim ou péssimo, ante 34% que o consideraram ótimo ou bom. A gestão foi avaliada como regular por 16%, enquanto 2% não souberam responder. Aqui o quadro também é de estabilidade.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 14:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Oposição critica governo Lula por impor sigilo de 100 anos sobre visitas a Daniel Vorcaro]]></title>
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				<description><![CDATA[A decisão do Ministério da Justiça e Segurança Pública de manter sob sigilo, por 100 anos, os registros de visitas recebidas pelo empresário Daniel Vorcaro durante o período em que esteve custodiado na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, provocou questionamentos de parlamentares da oposição e reacendeu o debate sobre os limites da transparência na administração pública.

O caso ganhou repercussão após o deputado federal Sanderson (PL-RS) apresentar uma representação ao Tribunal de Contas da União (TCU), pedindo a revisão da medida e a apuração dos critérios utilizados para justificar a restrição de acesso às informações.

O que é o sigilo de 100 anos?

A legislação brasileira prevê a possibilidade de restrição ao acesso de informações consideradas pessoais, especialmente aquelas relacionadas à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem dos cidadãos.

A Lei de Acesso à Informação (LAI), sancionada em 2011, estabelece que dados dessa natureza podem permanecer protegidos por até cem anos, dependendo da justificativa apresentada pelo órgão público responsável.

No entanto, especialistas em direito administrativo destacam que o sigilo deve ser aplicado de forma excepcional, uma vez que a própria legislação determina que a publicidade dos atos públicos é a regra geral.

Por que a decisão gerou controvérsia?

A polêmica surgiu porque os registros de entrada e saída de visitantes são documentos produzidos por um órgão público federal. Para críticos da medida, a divulgação parcial das informações, com a preservação apenas dos dados considerados sensíveis, seria suficiente para garantir a transparência sem comprometer a privacidade dos envolvidos.

Parlamentares da oposição argumentam que o bloqueio integral dos registros dificulta o controle social sobre atos praticados dentro de instituições públicas.

Por outro lado, defensores da decisão sustentam que a restrição busca preservar informações pessoais e evitar a exposição indevida de terceiros.

O que diz a Lei de Acesso à Informação?

A Lei nº 12.527, conhecida como Lei de Acesso à Informação, estabelece que qualquer cidadão pode solicitar documentos e dados produzidos pelo poder público.

A legislação prevê, entretanto, exceções relacionadas à segurança nacional e à proteção da intimidade e da vida privada.

O debate jurídico gira em torno da interpretação dessas regras e da necessidade de equilibrar dois princípios constitucionais: a transparência administrativa e a proteção de dados pessoais.

Oposição acionou o Tribunal de Contas da União

Em representação protocolada no TCU, o deputado Sanderson solicitou a abertura de uma fiscalização para verificar a legalidade da decisão adotada pelo Ministério da Justiça.

O parlamentar pede acesso ao processo administrativo que fundamentou a imposição do sigilo, incluindo pareceres técnicos e jurídicos utilizados pelo governo federal.

Caso o tribunal identifique incompatibilidade com a Constituição Federal ou com a Lei de Acesso à Informação, poderá recomendar a revisão da medida.

Debate sobre transparência continua

O episódio reacendeu uma discussão que já havia surgido em outros momentos da política brasileira envolvendo o chamado "sigilo de 100 anos".

Enquanto setores da oposição defendem a ampliação da publicidade dos atos administrativos, integrantes do governo argumentam que determinadas informações exigem proteção legal.

A análise do Tribunal de Contas da União poderá ajudar a esclarecer se a decisão adotada pelo Ministério da Justiça está de acordo com os critérios previstos na legislação brasileira.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 12:37:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["O Paraguai resolveu invadir o Brasil": fala de Lula é alvo de repúdio da Câmara paraguaia]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/o-paraguai-resolveu-invadir-o-brasil-fala-de-lula-e-alvo-de-repudio/628302/</link>
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				<description><![CDATA[Deputados e senadores do Paraguai criticaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após declarações sobre a Guerra da Tríplice Aliança, no último domingo, 26 de julho. Parlamentares do país vizinho afirmaram que o presidente brasileiro apresentou uma versão simplificada do início do conflito ao dizer que o Paraguai "decidiu invadir o Brasil".

A declaração foi feita durante visita de Lula à Avibras Aeroco, em Jacareí (SP), quando o presidente defendeu investimentos na área da defesa e o fortalecimento das Forças Armadas. No discurso, ele afirmou que o Brasil valoriza a paz, mas relembrou o conflito envolvendo os dois países.

"Nós gostamos da paz, mas não podemos esquecer que, certa vez, o Paraguai decidiu invadir o Brasil. Invadiu Corumbá e, ao mesmo tempo, invadiu o Uruguai e a Argentina. E essa guerra, que parecia que não seria grande coisa, durou cinco anos", declarou o presidente.

As declarações provocaram reações entre representantes do Parlamento paraguaio. O presidente da Câmara dos Deputados do Paraguai, Raúl Latorre, do Partido Colorado, afirmou que Lula tratou com pouca sensibilidade um dos episódios mais marcantes da história do país.

"Lula, você está falando com demasiada leveza sobre a maior tragédia da nossa história, o maior genocídio do nosso continente", declarou Latorre em comunicado institucional.

Segundo o parlamentar, a Guerra da Tríplice Aliança teve origem na intervenção militar do Brasil no Uruguai e deixou consequências profundas para o Paraguai. Latorre afirmou que o conflito resultou na morte de cerca de 60% da população do país e de aproximadamente 90% da população masculina, além de provocar grande destruição.

Na mesma manifestação, o deputado também fez referência a declarações anteriores de Lula sobre a guerra na Ucrânia e afirmou que o presidente brasileiro voltou a abordar conflitos armados de forma inadequada. Segundo ele, o povo paraguaio conhece o custo da guerra por causa das perdas sofridas durante o confronto do século XIX.

Repúdio de outros parlamentares 

As declarações do presidente brasileiro também motivaram manifestações de outros parlamentares paraguaios.

O deputado de oposição Rubén Rubín, do partido Hagamos, afirmou que Lula tenta "distorcer a história". Em publicação na rede social X, o parlamentar escreveu que um povo que esquece seu passado permite que ele seja reescrito conforme interesses de terceiros.

Já a senadora Esperanza Martínez, da Frente Guasú, avaliou que as declarações do presidente brasileiro representam "resquícios do imperialismo" e afirmou que o conflito não pode ser analisado sem considerar o contexto histórico que antecedeu a guerra.

Outro a comentar o assunto foi o senador e historiador Eduardo Nakayama, do Partido Liberal Radical Autêntico. Segundo ele, Lula deixou de mencionar que a intervenção do Império do Brasil no Uruguai ocorreu antes da campanha militar paraguaia em Mato Grosso, episódio que, na avaliação do parlamentar, contribuiu para o início da guerra.

A Guerra da Tríplice Aliança, também conhecida como Guerra do Paraguai, foi resultado de uma série de disputas políticas e territoriais na região da Bacia do Prata durante a segunda metade do século XIX.

Conforme o contexto apresentado, a intervenção militar brasileira no Uruguai, em 1864, é apontada por parte da historiografia como um dos fatores que contribuíram para o agravamento da crise. Posteriormente, o Paraguai apreendeu o navio brasileiro Marquês de Olinda, no Rio Paraguai, e invadiu a então província de Mato Grosso.

Na sequência, Brasil, Argentina e Uruguai firmaram a Tríplice Aliança e passaram a combater o Paraguai em um conflito que se estendeu por cinco anos e marcou a história dos países envolvidos.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 10:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Liana Cirne (PT) diz que Coronel Meira (PL) desistiu de debate e chama deputado de "fujão"]]></title>
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				<description><![CDATA[A vereadora do Recife e pré-candidata a deputada federal Liana Cirne (PT) afirmou que o deputado federal Coronel Meira (PL) desistiu de participar de um debate que, segundo ela, já havia sido previamente acertado entre ambos. Em vídeo publicado nas redes sociais, a parlamentar criticou a decisão do adversário político e o chamou de "fujão".

De acordo com Liana, o encontro aconteceria no programa Recife Ordinário, mas foi cancelado após o deputado comunicar que não participaria mais do debate. A petista afirmou ainda que esta seria a segunda vez que Coronel Meira recua de um confronto direto com ela.

Liana afirma que deputado desistiu pela segunda vez

Durante a publicação, a vereadora lembrou que, segundo sua versão, a primeira desistência ocorreu em um debate promovido pela TV Nova. Agora, ela diz que o episódio voltou a se repetir.


"Como todo bolsonarista, o Coronel Meira foi covarde. Depois de ter aceitado debater comigo no Recife Ordinário, ele mandou uma mensagem desistindo do debate. Essa é a segunda vez que o Coronel Meira desiste de debater comigo", afirmou.


Liana também fez referência a declarações anteriores do parlamentar e questionou a postura do deputado diante do convite para o debate.


"Na hora de falar ele é todo machão, mas na hora de enfrentar uma mulher combativa de verdade, ele correu, não teve coragem de me enfrentar."


Debate reuniria adversários políticos

Segundo Liana Cirne, o debate colocaria frente a frente dois nomes que deverão estar em lados opostos durante a disputa eleitoral de 2026. A vereadora é pré-candidata a deputada federal pelo PT, enquanto Coronel Meira deverá buscar a reeleição à Câmara dos Deputados pelo PL.

Até o momento, Coronel Meira não havia se pronunciado publicamente sobre as declarações da vereadora nem sobre os motivos alegados para a desistência do debate.

Caso o deputado se manifeste, o espaço permanece aberto para a inclusão de sua versão sobre o episódio.





 


 

 



 




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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 15:09:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula: 50% dos eleitores diz que idade do presidente não é problema para reeleição; 43% discordam]]></title>
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				<description><![CDATA[Levantamento realizado pelo PoderData mostra que a idade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou de ser vista como um dos principais obstáculos para uma eventual candidatura à reeleição.

De acordo com a pesquisa, metade dos entrevistados considera que o fato de o petista ter 80 anos não representa um impedimento para disputar um novo mandato em 2026.

Segundo o estudo, 50% dos eleitores afirmaram que a idade de Lula não seria um problema em uma nova campanha presidencial. O índice representa um crescimento de 24 pontos percentuais em relação ao levantamento realizado em julho de 2025. Caso seja reeleito, o presidente assumirá um eventual novo mandato aos 81 anos.

Por outro lado, 43% dos entrevistados avaliam que a idade do chefe do Executivo federal pode ser um fator negativo para uma nova candidatura. Apesar disso, esse percentual registrou queda de sete pontos percentuais na comparação com a pesquisa anterior. Outros 7% disseram não saber ou preferiram não responder.

Diferença entre regiões e classe social

O levantamento também identificou diferenças de percepção entre regiões e perfis socioeconômicos.

No Nordeste, a avaliação de que a idade de Lula não representa um obstáculo alcança o maior índice do país, chegando a 60% dos entrevistados.

Entre os eleitores com 60 anos ou mais, a maioria também demonstra menor preocupação com a idade do presidente. Nesse grupo, 54% afirmam que o fator não interfere em uma eventual reeleição, enquanto 38% entendem que a idade pode representar um problema.

A renda familiar também influencia a percepção dos entrevistados. Entre aqueles que recebem até dois salários mínimos, 54% afirmam que a idade do presidente não seria um fator negativo, enquanto 39% consideram que ela pode prejudicar uma nova candidatura.

Já entre os entrevistados com renda superior a cinco salários mínimos, o cenário é inverso: 54% veem a idade como um obstáculo, enquanto 39% dizem que ela não representa impedimento.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 20 de julho, por meio de entrevistas telefônicas com 2.500 eleitores em 147 municípios distribuídos pelas 27 unidades da Federação.

O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Por não se tratar de uma pesquisa de intenção de voto, o estudo não precisa de registro na Justiça Eleitoral.
 
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 18:33:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Genial/Quaest: Lula lidera com 55% e Flávio Bolsonaro tem 21% das intenções de voto em Pernambuco]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/genialquaest-lula-tem-55-e-flavio-bolsonaro-tem-21-das-intencoes/628103/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 em Pernambuco, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira, 28 de julho. O levantamento aponta vantagem do petista tanto nos cenários de primeiro turno quanto nas simulações de segundo turno.

No cenário estimulado para o primeiro turno, Lula aparece com 55% das intenções de voto. Na sequência está Flávio Bolsonaro (PL), com 21%. Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) registram 2% cada.

Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) aparecem com 1% das intenções de voto cada. Cabo Daciolo (Mobiliza), Edmilson Costa (PCB) e Samara Martins (UP) não alcançaram 1%. Já Hertz Dias (PSTU) e Leonardo Avalanche (PRTB) não pontuaram no levantamento.

Os eleitores indecisos representam 8% dos entrevistados, enquanto 10% afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo ou disseram que não vão votar.

Cenários de segundo turno

A pesquisa também simulou quatro cenários para um eventual segundo turno da eleição presidencial. Na primeira simulação, Lula registra 58% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 24%. Nesse cenário, 6% dos entrevistados estão indecisos e 12% afirmam que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.

Em uma disputa contra Ronaldo Caiado, o presidente alcança 58% das intenções de voto, enquanto o governador de Goiás soma 16%. Os indecisos representam 8%, e os votos brancos, nulos ou de eleitores que afirmam não votar chegam a 18%.

No cenário em que enfrenta Romeu Zema, Lula aparece com 60% das intenções de voto, contra 15% do governador de Minas Gerais. Os indecisos somam 7%, enquanto 18% declararam intenção de votar em branco, nulo ou não comparecer às urnas.

Já na simulação contra Renan Santos, o presidente registra 59% das intenções de voto, enquanto o candidato do Missão alcança 15%. Os indecisos representam 7% dos entrevistados, e 19% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou não votar.

Metodologia

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 900 eleitores de Pernambuco entre os dias 22 e 26 de julho, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco Genial e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03810/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 12:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Novo confirma candidatura de Romeu Zema à Presidência da República]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/novo-confirma-candidatura-de-romeu-zema-a-presidencia-da-republica/628006/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema foi oficializado nesta segunda-feira, 27, como o candidato do Novo à Presidência. A confirmação foi realizada após convenção nacional do partido, em Brasília. Após a confirmação, o candidato do Novo dará uma entrevista coletiva.

Durante a formalização, o presidente da sigla, Eduardo Ribeiro, afirmou que Zema deixou um legado de boa gestão em Minas Gerais e que mostrou uma vida pública de integridade, coragem e competência. "Como enterramos o PT em Minas Gerais, vamos enterrar o PT (no Brasil)", declarou o dirigente.

Novo ainda busca vice e apoios

As convenções partidárias servem para a escolha dos candidatos - em lista que será posteriormente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O evento também pode servir para indicar o vice de uma chapa. Na prática, porém, os partidos podem homologar apenas o candidato titular e delegar a decisão para a Executiva Nacional. A escolha deve ser oficializada até 15 de agosto, prazo para registro das candidaturas.

"O meu nome (de vice) será formalizado no próximo dia 27, mas o vice vai ser definido mais adiante. Nós temos até a data limite para a realização das convenções, 5 de agosto, temos vários partidos com os quais eu e o presidente Eduardo Ribeiro temos conversado, que não têm candidato à Presidência da República, e que nós estamos avaliando", disse Zema na última sexta-feira, 24, à Rádio Guaíba.

Uma das possibilidades aventadas é uma aliança com o Podemos, que tem entre seus filiados o empresário mineiro Geraldo Rufino, citado nominalmente pelo ex-governador como um nome cotado para a vaga de vice. A sigla comandada por Renata Abreu, no entanto, tende à neutralidade na disputa ao Planalto, o que forçaria uma chapa "puro-sangue" no Novo.

Conflitos com o bolsonarismo

Romeu Zema reiterou durante a pré-campanha que manteria sua candidatura à Presidência até o fim e descartou a possibilidade de ser vice de Flávio Bolsonaro, embora seu nome estivesse entre os considerados pela pré-campanha do senador para compor a chapa do PL.

Estadão Conteúdo.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 13:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula lidera 1º turno com 42% contra 33% de Flávio Bolsonaro, aponta pesquisa BTG/Nexus]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-lidera-1o-turno-com-42-contra-33-de-flavio-bolsonaro-aponta/627985/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da disputa presidencial com 42% das intenções de voto, contra 33% do senador Flávio Bolsonaro (PL), é o que aponta pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 27. A vantagem do petista na disputa contra o senador no primeiro turno oscilou positivamente 2 pontos porcentuais, na comparação com a pesquisa divulgada no dia 13 de julho, de 40% para 42%. Já Flávio Bolsonaro oscilou negativamente 1 p.p., de 34% na mostra anterior para 33% na de hoje.

No levantamento divulgado em 29 de junho, Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio: 42% a 34%. Na pesquisa de 13 de julho, a vantagem do petista era de 6 p.p. E na mostra de hoje, a vantagem de Lula foi para 9 pontos porcentuais.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 6%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão) que tem 5% e do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que registrou 3%.

A Nexus ouviu 2.004 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 24 a 26 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01489/2026.

Estadão Conteúdo.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 08:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Luz vermelha": ex-chefe da FAB diz que Brasil já não consegue proteger seu próprio território]]></title>
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				<description><![CDATA[As recentes declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em defesa do fortalecimento das Forças Armadas reacenderam um debate que já havia sido levantado meses antes pelo ex-comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Júnior. Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo (Estadão), em março deste ano, o militar fez um duro diagnóstico sobre a estrutura de defesa do país e afirmou que o Brasil perdeu capacidade de dissuasão militar, defendendo mudanças profundas no modelo de comando das Forças Armadas e um amplo plano de investimentos.

A entrevista voltou a ganhar repercussão após Lula afirmar, durante agenda oficial, que o Brasil precisa manter Forças Armadas equipadas e preparadas para garantir a soberania nacional.


"Nós queremos as Forças Armadas preparadas para não deixar ninguém meter o nariz no Brasil", declarou o presidente ao defender investimentos na área de defesa.


Embora as falas tenham contextos diferentes, ambas colocam a segurança nacional no centro do debate público em um momento marcado pelo aumento das tensões geopolíticas em diversas regiões do mundo.

Ex-chefe da FAB aponta deterioração da Defesa

Na entrevista publicada em março, Baptista Júnior afirmou que o Brasil entrou em uma situação de alerta na área de defesa. Segundo ele, décadas de restrições orçamentárias e falta de planejamento provocaram uma perda gradual da capacidade operacional das Forças Armadas.

Na avaliação do ex-comandante da Aeronáutica, o país já não possui uma estrutura militar compatível com a dimensão de seu território, suas fronteiras terrestres, a chamada Amazônia Azul, o espaço aéreo e outros ativos considerados estratégicos.

O brigadeiro argumentou que o problema deixou de ser apenas financeiro e passou a representar uma questão de Estado, exigindo decisões estruturais para recuperar a capacidade de resposta das instituições militares.

Investimentos bilionários e reforma estrutural

Durante a entrevista, Baptista Júnior revelou que estudos apresentados ao governo estimam a necessidade de aproximadamente R$ 800 bilhões em investimentos até 2040 para recuperar capacidades consideradas essenciais.

Mesmo assim, ele ponderou que apenas ampliar o orçamento não resolveria os desafios enfrentados pelas Forças Armadas.

Segundo o militar, seria necessária uma profunda reforma no modelo de comando militar brasileiro, fortalecendo o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas e ampliando a integração entre Marinha, Exército e Aeronáutica.

Para ele, a atual estrutura ainda preserva características que dificultam decisões estratégicas unificadas, comprometendo a eficiência operacional em situações de crise.

Mudanças no cenário internacional reforçam debate

Ao justificar sua avaliação, Baptista Júnior citou o cenário internacional como um fator que exige maior atenção por parte do Brasil.

O ex-comandante mencionou conflitos como a guerra entre Rússia e Ucrânia, as tensões no Oriente Médio e o aumento da competição entre grandes potências como exemplos de um ambiente geopolítico mais instável.

Segundo ele, enquanto diversas nações reforçam investimentos em defesa e modernização militar, o Brasil perdeu, ao longo dos anos, a percepção sobre riscos relacionados à sua própria segurança.

Essa análise ganha novo peso diante do posicionamento recente do presidente Lula. Ao defender o fortalecimento das Forças Armadas, o chefe do Executivo afirmou que investir em defesa não significa estimular conflitos, mas garantir que o país tenha condições de proteger sua soberania e seus interesses estratégicos.

Debate sobre o futuro das Forças Armadas

As declarações do presidente e do ex-comandante da FAB convergem em um ponto: a necessidade de discutir o futuro das Forças Armadas brasileiras diante das mudanças no cenário internacional.

Enquanto Lula defende investimentos para manter o país preparado para proteger seu território e sua soberania, Baptista Júnior sustenta que o Brasil já enfrenta uma perda significativa de capacidade de dissuasão e que apenas novos recursos financeiros não serão suficientes sem uma reforma institucional.

O debate, que havia ganhado força em março com a entrevista do ex-chefe da Aeronáutica, volta agora ao centro das discussões sobre segurança nacional, orçamento público e planejamento estratégico, temas que tendem a ocupar espaço cada vez maior na agenda política brasileira nos próximos anos.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 18:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lei regulamenta compra e porte de spray de pimenta por mulheres em todo o Brasil; confira regras]]></title>
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				<description><![CDATA[Mulheres maiores de 18 anos poderão adquirir e portar spray de pimenta para fins de defesa pessoal em todo o território nacional. A medida está prevista na Lei nº 15.474, sancionada pela Presidência da República e publicada nesta quinta-feira, 24 de julho, no Diário Oficial da União.

A norma autoriza a comercialização, a aquisição e a posse desses dispositivos por mulheres adultas, desde que os produtos sejam aprovados pelos órgãos competentes. O objetivo é permitir que o equipamento seja usado para conter temporariamente um agressor em situações de ameaça à integridade física ou sexual.

Pela lei, será considerado aerossol de extratos vegetais o dispositivo portátil de menor potencial ofensivo que utilize spray de pimenta à base de oleorresina de capsicum ou outros extratos vegetais autorizados. As especificações técnicas, a capacidade dos recipientes, a concentração das substâncias e os padrões de segurança serão definidos posteriormente em regulamentação do Poder Executivo.

Na sanção da lei, foi vetado o trecho do projeto que autorizava o uso da substância às mulheres maiores de 16 (dezesseis) e menores de 18 (dezoito) anos, mediante autorização expressa de seu responsável legal.

Assim, para comprar o produto, será preciso comprovar ter pelo menos 18 anos, apresentar documento oficial com foto e comprovante de residência fixa, além de declarar não possuir condenação por crime doloso cometido com violência ou grave ameaça.

Os estabelecimentos autorizados a vender o equipamento deverão manter registros das vendas por cinco anos, observando as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Também terão de fornecer orientações básicas sobre o uso correto do dispositivo e registrar as informações da compradora em um banco de dados a ser criado pelo governo federal.

A norma determina ainda que o spray será de uso individual e intransferível e não poderá conter substâncias letais ou de toxicidade permanente.

Legítima defesa

O uso do aerossol será considerado lícito apenas em situações de legítima defesa, para repelir agressão injusta, atual ou iminente, conforme previsto no Código Penal. A lei estabelece que a utilização deve ser proporcional à ameaça e interrompida assim que o risco for neutralizado.

O texto também restringe recipientes com capacidade superior a 50 mililitros. Esses produtos serão classificados como de uso restrito e destinados exclusivamente às Forças Armadas, aos órgãos de segurança pública, às guardas municipais e a instituições responsáveis pela proteção de autoridades e instalações governamentais.

Capacitação

A legislação cria ainda o Programa Nacional de Capacitação em Defesa Pessoal e Uso de Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo para Mulheres. Entre as diretrizes da iniciativa estão a orientação sobre os limites legais da legítima defesa, a divulgação de informações sobre violência doméstica e canais de denúncia, além da promoção de campanhas educativas sobre o uso responsável do spray.

Segundo a lei, a implementação do programa ocorrerá de forma gradual, conforme regulamentação posterior do governo.

Agência Brasil
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:30:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula gastou R$ 154,6 milhões com viagens em apenas 14 dias, diz coluna]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-lula-gastou-r-1546-milhoes-com-viagens-em-apenas-14-dias/627627/</link>
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				<description><![CDATA[De acordo com levantamento divulgado pelo colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou um aumento de R$ 154,6 milhões nas despesas com viagens oficiais durante as duas primeiras semanas de julho.

Ainda segundo a publicação, os gastos acumulados da administração federal com viagens em 2026 chegaram a R$ 998,6 milhões, valor próximo da marca de R$ 1 bilhão.

Os números apontam que as diárias representam a maior parte das despesas, somando R$ 558,3 milhões, enquanto os gastos com passagens aéreas alcançam R$ 437,6 milhões.

A coluna também informa que as viagens internacionais responderam por R$ 126,8 milhões, o equivalente a cerca de 13% do total desembolsado com deslocamentos oficiais neste ano.

Os dados foram divulgados na coluna de Cláudio Humberto, publicada pelo Diário do Poder, com base em informações sobre as despesas do governo federal.

Caso Master: PF marca novo depoimento de Jaques Wagner

O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar um novo depoimento no âmbito das investigações que apuram supostas irregularidades relacionadas ao Banco Master. O interrogatório está marcado para o dia 7 de agosto.

Segundo informações divulgadas pela defesa do parlamentar, a estratégia adotada será o exercício do direito constitucional ao silêncio durante o depoimento.

Investigação avançou após operação da PF

Jaques Wagner passou a integrar formalmente as investigações após ser alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal em 18 de junho.

O inquérito investiga um suposto esquema de favorecimentos envolvendo o Banco Master e pessoas ligadas à instituição financeira. Conforme a apuração, os investigadores buscam esclarecer se houve concessão de vantagens indevidas a agentes públicos.

Entre os benefícios atribuídos ao senador estariam o uso de aeronaves vinculadas ao grupo empresarial do banqueiro Daniel Vorcaro, ingressos para eventos e uma negociação envolvendo um apartamento em Salvador, avaliado em cerca de R$ 2,5 milhões.

PF apura negociação de imóvel

De acordo com as investigações, há suspeitas de que o imóvel tenha sido adquirido pelo ex-sócio do Banco Master, Augusto Lima, por meio de uma operação que teria beneficiado o parlamentar.

Além disso, a Polícia Federal também investiga a hipótese de que Jaques Wagner tenha atuado em favor de interesses do Banco Master durante discussões no Congresso Nacional.

Outro ponto analisado pelos investigadores envolve um contrato firmado, em março deste ano, entre a empresa da esposa do enteado do senador e uma instituição financeira controlada por Daniel Vorcaro. O acordo, no valor de R$ 12 milhões, passou a integrar o conjunto de elementos examinados no inquérito.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:33:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Perfis fantasmas gastaram R$ 1,3 milhão em anúncios políticos contra Flávio Bolsonaro e Tarcísio]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma rede de páginas com poucos seguidores e sem identificação clara de seus responsáveis teria investido cerca de R$ 1,3 milhão em anúncios políticos no Facebook e no Instagram para impulsionar conteúdos contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). As informações foram reveladas inicialmente pelo jornal O Globo e posteriormente confirmadas pela Folha de S.Paulo.

Segundo as reportagens, sete páginas que possuíam, no máximo, cerca de 400 seguidores cada utilizaram a ferramenta de anúncios da Meta para ampliar o alcance de vídeos e publicações com críticas aos dois políticos. Parte do material também promovia conteúdos favoráveis ao ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), apontado como pré-candidato ao governo paulista.

Estratégia chamou atenção pelo alto investimento

O levantamento indica que, apesar da baixa relevância orgânica das páginas, os perfis investiram R$ 1.299.214 em anúncios nos 90 dias anteriores à publicação da reportagem. Os conteúdos eram distribuídos por meio de diversos anúncios de menor valor, estratégia que, segundo especialistas ouvidos pela Folha, pode dificultar o rastreamento e a fiscalização das campanhas digitais.

As páginas identificadas foram Radar do Planalto, Dossier Brasil 24H, O Contra-Fluxo, Panorama Brasil, Olho no Erro, Contra a Maré e Lente Escura. De acordo com a investigação, os perfis apresentavam características semelhantes, como datas próximas de cadastro dos anunciantes, uso de legendas genéricas e ausência de informações que permitissem identificar seus responsáveis. Além disso, alguns estariam vinculados a sites sem conteúdo efetivo.

Especialistas apontam possível conflito com regras eleitorais

Especialistas em Direito Eleitoral ouvidos pela Folha de S.Paulo afirmam que a legislação brasileira estabelece que o impulsionamento de propaganda político-eleitoral deve ser realizado por atores autorizados, como partidos, federações, candidatos e pré-candidatos, além de exigir transparência quanto aos responsáveis pelo financiamento das campanhas.

Na avaliação da especialista Amanda Cunha, citada pela reportagem, o uso de perfis sem identificação pode representar uma tentativa de dificultar a fiscalização da Justiça Eleitoral e comprometer a transparência do debate político durante o período pré-eleitoral.

Meta não comentou o caso

Procurada pelas reportagens para esclarecer o funcionamento dos anúncios e informar quais medidas adotaria diante dos perfis identificados, a Meta, controladora do Facebook e do Instagram, não respondeu especificamente aos questionamentos sobre o caso. Segundo a Folha, a empresa encaminhou apenas informações gerais sobre suas políticas para anúncios relacionados à política e às eleições de 2026.

Até o momento, não houve divulgação pública sobre a identidade dos responsáveis pelas páginas nem confirmação oficial sobre quem financiou os anúncios impulsionados. Também não há informação sobre eventual investigação da Justiça Eleitoral ou de outros órgãos de controle em relação ao caso.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:58:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Bolsa Família: beneficiários do programa ocuparam 91% dos empregos criados em 2025, mostra dados]]></title>
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				<description><![CDATA[Os beneficiários do Bolsa Família e as pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) foram os principais responsáveis pelo preenchimento das vagas de emprego com carteira assinada abertas no Brasil em 2025. Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostram que esse público ocupou 1,160 milhão das 1,274 milhão de vagas formais criadas ao longo do ano, o equivalente a 91% do saldo positivo de contratações.

O levantamento reúne tanto famílias atendidas pelo Bolsa Família quanto cidadãos cadastrados no CadÚnico que não recebem o benefício. Para o governo federal, os números demonstram que programas de transferência de renda não impedem a entrada da população de baixa renda no mercado formal de trabalho e reforçam a política de inclusão produtiva.

O desempenho também se repetiu em 2026. Entre janeiro e maio, o país registrou saldo de 767 mil novos empregos com carteira assinada. Desse total, 517 mil foram ocupados por integrantes de famílias beneficiárias do Bolsa Família, enquanto outras 200 mil vagas ficaram com trabalhadores inscritos no Cadastro Único que não recebem o auxílio. Apenas cerca de 50 mil postos foram preenchidos por pessoas que não fazem parte desse universo.

Segundo o Ministério do Trabalho, o resultado indica que mais de dois terços das novas admissões formais no período envolveram trabalhadores vinculados a programas sociais voltados à população de baixa renda.

Outro fator apontado pelo governo é a chamada regra de proteção do Bolsa Família. O mecanismo permite que beneficiários continuem recebendo parte do auxílio mesmo após conquistarem um emprego e aumentarem a renda familiar, desde que permaneçam dentro do limite estabelecido pelo programa. A medida busca facilitar a transição para o mercado formal e reduzir o risco de retorno à informalidade.

Quem são os trabalhadores?

O perfil dos trabalhadores contratados revela diferenças importantes em relação ao restante da força de trabalho.

Entre os admitidos pertencentes a famílias beneficiárias do Bolsa Família, 61% são mulheres. O percentual é significativamente superior ao registrado entre trabalhadores que não integram o Cadastro Único, grupo em que elas representam 35,8% das admissões.

Os jovens também têm participação expressiva. Cerca de 35% dos contratados desse segmento possuem entre 18 e 24 anos, enquanto entre os trabalhadores fora do CadÚnico essa faixa etária corresponde a 25% das admissões.

No aspecto educacional, o ensino médio completo predomina entre os beneficiários. O índice chega a 69%, frente a 64% entre trabalhadores que não fazem parte do cadastro. Já a presença de profissionais com ensino superior permanece reduzida: apenas 2,3% dos admitidos oriundos de famílias do Bolsa Família possuem graduação, contra 10,5% entre aqueles que estão fora do CadÚnico.

Os dados também apontam diferenças raciais. Aproximadamente 70% dos trabalhadores contratados pertencentes a famílias beneficiárias são pretos ou pardos. Entre os empregados que não integram o Cadastro Único, esse percentual é de 56%.

Salários mais baixos e menor permanência

Apesar da elevada participação nas contratações, os trabalhadores vinculados ao Bolsa Família continuam concentrados em empregos com menor remuneração.

Em maio de 2026, o salário médio de admissão desse grupo foi de R$ 1.901. Entre os inscritos no CadÚnico que não recebem o benefício, a média chegou a R$ 2.076. Já os trabalhadores que estão fora do cadastro receberam, em média, R$ 2.612 no momento da contratação.

Considerando o salário mínimo vigente, de R$ 1.621, a remuneração dos beneficiários permanece próxima ao piso nacional e cerca de 37,4% inferior à média registrada entre trabalhadores que não fazem parte do Cadastro Único.

Outro indicador observado pelo Ministério do Trabalho é o tempo de permanência nos empregos formais. Beneficiários do Bolsa Família permanecem, em média, seis meses nas vagas conquistadas. Entre os inscritos no CadÚnico sem benefício, o período supera 14 meses, enquanto os trabalhadores fora do cadastro permanecem mais de 20 meses nos postos de trabalho.

De acordo com a subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho, Paula Montagner, a menor permanência pode estar relacionada aos salários mais baixos oferecidos a esse público, o que leva muitos profissionais a buscar oportunidades com remuneração superior.

A subsecretária também destaca a influência do trabalho rural. Segundo ela, trabalhadores empregados em atividades sazonais, como colheitas e safras agrícolas, costumam ser desligados ao término desses ciclos, reduzindo o tempo médio de permanência no emprego formal.

Críticas ao programa

O crescimento da participação dos beneficiários do Bolsa Família nas contratações formais ocorre em meio a críticas frequentes direcionadas ao programa de transferência de renda.

Parte de analistas, políticos e figuras públicas argumenta que o benefício poderia reduzir o incentivo à busca por emprego e ampliar a dependência de programas sociais.

O Ministério do Trabalho, no entanto, afirma que os dados do Caged apontam em sentido contrário. Segundo a pasta, os números demonstram que beneficiários continuam ingressando no mercado formal e respondem por parcela significativa das novas admissões registradas no país, indicando que a política de transferência de renda é compatível com a geração de empregos formais.
 
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:42:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pastor Cláudio Duarte critica gestão Lula e afirma não ter escolhido seu presidente para eleições]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pastor-claudio-duarte-critica-gestao-lula-e-afirma-nao-ter-escolhido/627616/</link>
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				<description><![CDATA[Faltando menos de quatro meses para a eleição presidencial de 2026, o pastor, escritor e conferencista Cláudio Duarte voltou a comentar o cenário político brasileiro. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que ainda não decidiu qual candidato pretende apoiar na disputa pelo Palácio do Planalto, mas deixou claro que não apoia a permanência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no comando do país.

Ao analisar o atual momento político, Cláudio Duarte disse que o campo de oposição ainda não apresentou um nome que lhe transmita total confiança. Apesar disso, avaliou que os acontecimentos registrados ao longo dos últimos anos já são suficientes para orientar sua posição nas urnas.


Eu confesso a você que não tenho certeza e nem segurança do presidente que eu gostaria de ter para a nossa nação, mas eu já tenho a certeza daquele que eu não gostaria. Não dá mais para esconder o que vimos e ouvimos nos últimos meses e anos sobre o governo Lula. Já nos dá um basta", declarou o pastor.


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Posicionamento e responsabilidade do eleitor

Durante a manifestação, o líder religioso também comentou sobre as críticas que costuma receber sempre que aborda temas políticos. Segundo ele, figuras públicas que expressam opiniões sobre eleições inevitavelmente enfrentam reações, mas isso não deve impedir o debate sobre questões consideradas relevantes para o futuro do país.

Para ilustrar esse entendimento, Cláudio Duarte citou um provérbio africano que compara os conflitos entre grandes lideranças aos impactos sofridos pela população.


Quando os elefantes entram em batalha, quem sofre é a grama. Os grandes brigam e o povo é o que sofre&#39;&#39;. afirmou


Na avaliação do conferencista, o voto representa uma escolha que vai além das preferências pessoais e envolve compromisso com a família e com as próximas gerações. Por isso, defendeu que o eleitor reflita cuidadosamente antes de definir seu candidato.

A manifestação ocorre em um momento de intensificação da corrida eleitoral e evidencia a participação de lideranças religiosas no debate público. Embora tenha evitado declarar apoio a qualquer pré-candidato, Cláudio Duarte reafirmou sua posição crítica ao atual governo, discurso que encontra espaço em parte do eleitorado evangélico.

Com a aproximação do primeiro turno, posicionamentos como esse tendem a ganhar maior repercussão e podem influenciar eleitores que ainda não definiram em quem votar.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:10:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro usa IA em vídeo semelhante ao de Neymar e recria o 'eu criança' e 'eu presidente']]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/flavio-bolsonaro-usa-ia-em-video-semelhante-ao-de-neymar-e-recria-o/627606/</link>
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				<description><![CDATA[O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou nesta terça-feira, 22, um vídeo produzido com inteligência artificial (IA) em que &#39;vislumbra seu futuro como presidente&#39;.

Na peça, Flávio aparece em quatro versões: criança, jovem político, candidato à Presidência e presidente. A versão candidato, então, vai conversar com o Flávio criança e lhe pergunta se deve continuar com a empreitada.

"As crianças do futuro podem brincar nas ruas sem medo?", pergunta a criança, em diálogos feitos em inglês.

O Flávio candidato, com uma camiseta com a frase "Anistia Já", então, respira fundo: "É sobre isso que eu queria conversar com você. No fim, você descobre que pode ser bem complicado, mas quando acabar, todas as famílias estarão bem. Só preciso que me responda a uma pergunta: Quer que eu continue tentando?". Ao que o menino diz que sim.

Enquanto isso, chega um carro sedã preto com uma versão mais velha de Flávio, vestido com um terno e um sapato bem lustrado, com laterais dos cabelos brancos e o que parece uma faixa presidencial, dando a entender que Flávio venceu a eleição presidencial de 2026.

Flávio usa IA para turbinar comunicação

Flávio Bolsonaro tem feito uso intensivo de inteligência artificial (IA) para fazer vídeos, músicas e montagens. Ele utiliza as peças para criar para si uma imagem heroica, como numa publicação de 16 de junho, em que aparece pilotando um caça ao lado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), e atacando embarcações do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV). O vídeo foi publicado após os Estados Unidos classificarem as facções como organizações terroristas estrangeiras.

Outras publicações são direcionadas contra seu principal adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em geral representado com expressões furiosas e cercado com tons de vermelho.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:40:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Daniel Ortega, aliado de Lula na América Latina, anuncia fim das eleições na Nicarágua]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/daniel-ortega-anuncia-fim-das-eleicoes-na-nicaragua-e-reforca/627515/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, anunciou que o país deixará de realizar eleições, encerrando a possibilidade de alternância de poder por meio do voto. A declaração foi feita durante um evento em comemoração aos 47 anos da Revolução Sandinista e representa mais um passo no processo de concentração de poder conduzido pelo governo nicaraguense.

Em seu discurso, Ortega afirmou que a oposição não retornará ao comando do país e descartou a realização de novos pleitos presidenciais.


"Não haverá mais eleições", declarou o presidente diante de apoiadores.


A fala ocorre em um momento em que a Nicarágua já enfrenta críticas de organismos internacionais por restrições às liberdades políticas, perseguição a opositores e enfraquecimento das instituições democráticas.

Reforma fortaleceu o governo

Daniel Ortega voltou ao poder em 2007 e, desde então, promoveu mudanças constitucionais que ampliaram as atribuições do Executivo.

Em 2025, uma reforma constitucional estendeu o mandato presidencial para seis anos e oficializou a participação de Rosario Murillo, esposa de Ortega, como copresidente da República. As mudanças também reduziram mecanismos de controle institucional e ampliaram a influência do governo sobre os demais poderes.

Última eleição foi marcada por denúncias

A eleição presidencial realizada em 2021 foi alvo de críticas da comunidade internacional. Na ocasião, diversos pré-candidatos da oposição foram presos, impedidos de disputar o pleito ou deixaram o país antes da votação.

Entidades de direitos humanos também denunciaram o fechamento de partidos políticos, restrições à imprensa independente e detenções de críticos do governo durante o processo eleitoral.

Comunidade internacional acompanha situação

Organizações como a Organização das Nações Unidas (ONU) e entidades de defesa dos direitos humanos têm manifestado preocupação com a situação política da Nicarágua.

Os relatórios apontam denúncias de prisões arbitrárias, perseguição a opositores, restrições à liberdade de expressão e enfraquecimento das garantias democráticas.

Além do cenário político, o governo nicaraguense também é alvo de denúncias relacionadas à repressão contra instituições religiosas. Nos últimos anos, igrejas, líderes religiosos e organizações cristãs relataram restrições ao funcionamento, cancelamento de registros, detenções e outras medidas atribuídas ao regime.

Com o anúncio de que não pretende realizar novas eleições, a Nicarágua amplia o debate internacional sobre democracia, direitos humanos e liberdade política no país, enquanto o governo mantém a posição de que suas medidas são necessárias para preservar a estabilidade nacional.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 16:39:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Renan Santos cresce em nova pesquisa e assume a terceira posição na corrida presidencial]]></title>
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				<description><![CDATA[O pré-candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) registrou avanço na mais recente pesquisa Real Time Big Data e aparece na terceira colocação da corrida eleitoral para o Palácio do Planalto. O levantamento, divulgado nesta terça-feira (21), mostra o dirigente do Movimento Brasil Livre (MBL) à frente de nomes como Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) no cenário estimulado de primeiro turno.

De acordo com a pesquisa, Renan Santos alcança 9% das intenções de voto, enquanto Caiado registra 7% e Zema aparece com 2%. Na liderança do levantamento estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 40%, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 33%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, Renan e Caiado estão tecnicamente empatados, embora o candidato do Missão apareça numericamente à frente.

O resultado representa um crescimento em relação às pesquisas anteriores do instituto e reforça a presença de Renan Santos entre os principais nomes da disputa presidencial de 2026. O levantamento também mostra que ele mantém desempenho acima da média em alguns segmentos do eleitorado, especialmente entre os mais jovens e entre pessoas com renda superior a cinco salários mínimos.

Cenário estimulado

No cenário estimulado de primeiro turno, os percentuais são os seguintes:


	Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 40%
	Flávio Bolsonaro (PL): 33%
	Renan Santos (Missão): 9%
	Ronaldo Caiado (PSD): 7%
	Romeu Zema (Novo): 2%
	Augusto Cury (Avante): 1%
	Joaquim Barbosa (DC): 1%
	Outros candidatos: 1%
	Branco/Nulo: 3%
	Não sabe/Não respondeu: 3%


Lula tem 45% e Flávio Bolsonaro 42% (Segundo Turno) 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um cenário de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (21) pelo Instituto Real Time Big Data.

De acordo com o levantamento, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 42%. A diferença entre os dois é de três pontos percentuais, configurando um cenário de forte equilíbrio entre os possíveis adversários na disputa pelo Palácio do Planalto.

Metodologia

A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores entre os dias 18 e 20 de julho de 2026. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Partido Missão antecipa convenção para garantir apoio da PF e oficializa Renan Santos à Presidência ]]></title>
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				<description><![CDATA[O partido Missão antecipou sua convenção nacional e oficializou, na manhã desta segunda-feira, 20, a candidatura de Renan Santos à Presidência da República.

A informação foi divulgada pelo próprio partido. A convenção estava inicialmente marcada para 1º de agosto, mas foi antecipada, segundo a legenda, para que o candidato pudesse contar com o apoio da Polícia Federal durante o evento público de lançamento da campanha, mantido para 1º de agosto.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o presidenciável afirmou que a decisão foi tomada por orientação da equipe de segurança após novos episódios de intimidação atribuídos a facções criminosas.

Renan disse ter retornado do Ceará após ameaças de duas organizações criminosas e afirmou ter sido alvo de novas intimidações em São Paulo, onde reside. Também relatou que, durante agenda no Rio de Janeiro, voltou a ser ameaçado pelo Comando Vermelho (CV).

O evento de 1º de agosto reunirá lideranças, filiados e apoiadores e marcará a apresentação pública da candidatura de Renan. Na ocasião, também será apresentado o Livro Amarelo, documento que reúne as principais propostas da campanha para áreas como segurança pública, economia, educação, infraestrutura e reforma do Estado.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:34:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Convenções partidárias para as Eleições 2026 começam nesta segunda (20); veja o calendário nacional]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/convencoes-partidarias-para-as-eleicoes-2026-comecam-nesta-segunda/627358/</link>
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				<description><![CDATA[Os partidos políticos brasileiros estão autorizados, a partir desta segunda-feira, 20 de julho, a realizar as convenções partidárias para definir os candidatos que disputarão as Eleições 2026, além de oficializar coligações e posicionamentos para o pleito. O calendário estabelecido pela Justiça Eleitoral prevê que os encontros poderão ocorrer até o dia 5 de agosto.

Durante as convenções, as legendas homologam os nomes que disputarão os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Após essa etapa, os partidos terão até o dia 15 de agosto para registrar as candidaturas na Justiça Eleitoral. A campanha eleitoral nas ruas e na internet terá início em 16 de agosto.

Além das convenções estaduais, os partidos também iniciam a definição das candidaturas à Presidência da República. O PDT abre o calendário nacional nesta segunda-feira (20), em Brasília, quando deve confirmar apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Já o Partido dos Trabalhadores (PT) marcou sua convenção nacional para o dia 2 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, ocasião em que deve oficializar a candidatura de Lula à reeleição.

O PSB também programou sua convenção para o dia 29 de julho, em Brasília, com a expectativa de formalizar apoio ao presidente. Os partidos PCdoB e PV, federados com o PT, realizarão convenções em formato virtual nos dias 30 e 31 de julho, respectivamente.

Na oposição, o Partido Liberal (PL) agendou sua convenção para o dia 25 de julho, na Arena Pacaembu, em São Paulo, quando deverá confirmar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.

No dia seguinte, 26 de julho, o PSD realizará sua convenção na capital paulista para oficializar a candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado.

Também no campo da oposição, o partido Novo definiu o dia 27 de julho para homologar a candidatura de Romeu Zema, em Brasília. Já o partido Missão fará sua convenção em 1º de agosto, no Komplexo Tempo, em São Paulo, para confirmar a candidatura de Renan Santos.

Enquanto parte das legendas lançará candidatos próprios, outras optaram por não apoiar nenhum presidenciável no primeiro turno. MDB e Progressistas (PP) agendaram reuniões para o dia 27 de julho, em Brasília, com a previsão de formalizar posição de neutralidade. O União Brasil também deverá discutir o tema em convenção marcada para 4 de agosto, em local ainda a ser definido.

PRD e Solidariedade realizarão uma convenção conjunta em formato virtual no dia 5 de agosto. Até o momento, partidos como PSDB, Republicanos, Podemos, PSOL, Avante, Rede Sustentabilidade e Cidadania ainda não divulgaram oficialmente as datas e os locais de suas convenções nacionais.

Calendário das convenções nacionais


	20 de julho: PDT – Brasília (DF) – apoio a Lula.
	25 de julho: PL – Arena Pacaembu, São Paulo (SP) – confirmação da candidatura de Flávio Bolsonaro.
	26 de julho: PSD – São Paulo (SP) – confirmação da candidatura de Ronaldo Caiado.
	27 de julho: MDB – Brasília (DF) – definição de posição de neutralidade.
	27 de julho: Novo – Brasília (DF) – confirmação da candidatura de Romeu Zema.
	27 de julho: PP – Brasília (DF) – definição de posição de neutralidade.
	29 de julho: PSB – Brasília (DF) – apoio a Lula.
	30 de julho: PCdoB – convenção em formato virtual – apoio a Lula.
	31 de julho: PV – convenção em formato virtual – apoio a Lula.
	1º de agosto: Missão – Komplexo Tempo, São Paulo (SP) – confirmação da candidatura de Renan Santos.
	2 de agosto: PT – Expo Center Norte, São Paulo (SP) – confirmação da candidatura de Lula.
	4 de agosto: União Brasil – local a definir – discussão sobre posição de neutralidade.
	5 de agosto: PRD e Solidariedade – convenção conjunta em formato virtual.


As convenções partidárias representam uma das principais etapas do calendário eleitoral, pois oficializam os candidatos e definem as alianças que disputarão as eleições de 2026. Somente após a homologação pelas legendas e o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral é que os postulantes estarão aptos a iniciar oficialmente a campanha eleitoral, prevista para começar em 16 de agosto.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Minha Casa, Minha Vida: Vitória de Santo Antão abre inscrições para 400 unidades em construção ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/minha-casa-minha-vida-vitoria-de-santo-antao-abre-inscricoes-para/627204/</link>
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				<description><![CDATA[A Prefeitura da cidade de Vitória de Santo Antão abriu o período de agendamento para as inscrições no programa &#39;Minha Casa, Minha Vida&#39;, destinado às famílias interessadas em concorrer a uma das 400 unidades habitacionais em construção no Residencial do Cedro.

O procedimento deve ser realizado exclusivamente pelo portal oficial do município e ficará disponível até o dia 14 de agosto.

As moradias fazem parte da Faixa 1 do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) do programa habitacional do Governo Federal, desenvolvido em parceria com a administração municipal. O público-alvo são famílias com renda mensal de até R$ 3.200, que atendam aos critérios estabelecidos pelo programa.

O agendamento pela internet é a primeira etapa do processo. Após selecionar a data e o horário disponíveis, o candidato deverá comparecer ao local indicado para efetivar a inscrição presencial e apresentar toda a documentação exigida.

Em seguida, a Caixa Econômica Federal será responsável por analisar os dados e verificar se os inscritos atendem às regras do programa. Apenas após essa avaliação os beneficiários aprovados serão convocados para a assinatura dos contratos.

Documentação e critérios

Para participar, os interessados deverão apresentar documento oficial com foto, CPF, Número de Identificação Social (NIS), certidão correspondente ao estado civil e comprovante de residência atualizado. Dependendo da composição familiar, também poderão ser solicitadas certidões de nascimento de crianças e adolescentes, documentos de identificação de idosos e laudos médicos com Classificação Internacional de Doenças (CID) para pessoas com deficiência ou diagnosticadas com câncer, doenças raras, crônicas ou degenerativas.

A Prefeitura também orienta que o Cadastro Único (CadÚnico) esteja atualizado. Nos casos de transferência do cadastro para Vitória de Santo Antão, serão aceitas apenas as mudanças realizadas até 31 de dezembro de 2025.

A administração municipal ressalta que o agendamento e a entrega da documentação não asseguram a obtenção do imóvel. A seleção final dependerá da análise realizada pela Caixa Econômica Federal e do cumprimento dos critérios previstos pelo programa Minha Casa, Minha Vida.
 
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:55:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TCU autoriza Governo Federal a assinar contrato de lote da Transnordestina entre Salgueiro e Suape ]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) abriu caminho para o avanço da Ferrovia Transnordestina no trecho que liga Salgueiro ao Porto de Suape, em Pernambuco. O tribunal acolheu parcialmente os embargos de declaração apresentados pelo governo federal em relação ao Acórdão nº 1.217/2026, permitindo a continuidade de etapas importantes do empreendimento.

Com a medida, o governo poderá formalizar o contrato com a empresa vencedora da licitação do Lote SPS 04, responsável pela elaboração do projeto executivo de engenharia e pela conclusão das obras remanescentes. Neste primeiro momento, será autorizada apenas a elaboração dos projetos executivos. O início das obras dependerá do atendimento às determinações estabelecidas pelo TCU, entre elas a comprovação da viabilidade e dos benefícios socioeconômicos da ferrovia.

Segundo a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), os contratos já firmados e os estudos em andamento relacionados à regularização fundiária, ao licenciamento ambiental e aos projetos de engenharia continuarão sendo executados normalmente, garantindo a continuidade das atividades necessárias para a implantação do trecho ferroviário.


A decisão do TCU permite a manutenção do cronograma da obra, com a realização dos estudos. E nós vamos continuar as tratativas para que a estrada de ferro de Salgueiro a Suape seja realizada, afirmou o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre.


Além disso, segue em andamento o processo licitatório para contratar a empresa que ficará responsável pelos estudos de viabilidade técnica, econômico-financeira, ambiental e jurídica, bem como pelo suporte ao processo de desestatização do trecho entre Salgueiro e Suape. Esse segmento é classificado como brownfield, por se tratar de uma infraestrutura que já recebeu intervenções e precisa ser estruturada antes de uma futura concessão à iniciativa privada.

Para o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, a decisão do TCU permite manter o cronograma previsto para o projeto e representa um passo importante para a conclusão da ferrovia. Segundo ele, a autarquia continuará atuando para viabilizar a entrega do trecho, considerado estratégico para o desenvolvimento econômico e logístico do Nordeste.

Antes da análise do tribunal, a Sudene encaminhou uma Nota Técnica acompanhada de uma Análise Custo-Benefício (ACB), elaborada com base na metodologia do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo aponta um Valor Social Presente Líquido (VSPL) positivo de R$ 4,76 bilhões, indicando que os benefícios esperados com a conclusão da obra superam os custos previstos.

Impactos

De acordo com a análise elaborada pela Sudene, a conclusão do trecho da Transnordestina poderá reduzir os custos de transporte de cargas, fortalecer a integração entre o interior do Nordeste e o Porto de Suape e ampliar a competitividade dos setores produtivos da região.

As estimativas indicam que a ferrovia terá capacidade para movimentar até 24 milhões de toneladas de cargas por ano. O estudo também prevê a geração de aproximadamente 13 mil empregos durante a fase de implantação e a manutenção de cerca de 9,6 mil postos de trabalho permanentes quando a operação estiver em funcionamento.

Outro indicador apresentado é a Taxa de Retorno Econômico (TRE), estimada em 15,53%. Segundo a Sudene, o resultado reforça o potencial do empreendimento para impulsionar a produtividade, estimular a geração de renda e ampliar a integração logística entre Pernambuco e os demais estados do Nordeste.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Lula preso podia escrever cartas e receber políticos quando queria", diz senador ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-preso-podia-escrever-cartas-e-receber-politicos-quando-queria/627104/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve autorização para manter contatos políticos durante o período em que esteve preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. A declaração foi feita ao comparar a situação do petista com as medidas cautelares impostas atualmente ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo Marinho, Lula recebeu diversas visitas de lideranças políticas e manteve interlocução com aliados enquanto cumpria pena. O senador também destacou que o petista publicou cartas e manifestações públicas durante o período em que permaneceu preso.

Visitas autorizadas pela Justiça

Durante o cumprimento da pena, Lula recebeu autorização judicial para receber visitas de políticos e outras autoridades. Entre os nomes que estiveram com o então ex-presidente estão Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann, Jaques Wagner, Rui Costa, Wellington Dias, Camilo Santana e Fátima Bezerra, além de representantes de outras legendas, como Guilherme Boulos, Manuela d&#39;Ávila, Renan Calheiros, Roberto Requião e Jandira Feghali.

Também foram autorizadas visitas do então político argentino Alberto Fernández e do ativista de direitos humanos Adolfo Pérez Esquivel.

Comparação com Bolsonaro

Ao comentar o caso, Rogério Marinho afirmou que Bolsonaro enfrenta hoje restrições que, segundo ele, não foram impostas a Lula durante o período em que esteve preso. O parlamentar citou, como exemplo, a proibição temporária de contato com determinadas pessoas, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), prevista em decisão judicial.

Para Marinho, há diferença no tratamento dado aos dois ex-presidentes, argumento que vem sendo utilizado por integrantes da oposição.

Processos distintos

As situações envolvendo Lula e Bolsonaro ocorreram em contextos jurídicos diferentes e decorreram de decisões judiciais distintas.

As visitas concedidas a Lula durante o período em que esteve preso foram autorizadas pelo Judiciário, assim como as medidas cautelares atualmente impostas a Bolsonaro também decorrem de decisões da Justiça no âmbito de investigações em andamento.

O debate sobre a comparação entre os dois casos ganhou repercussão entre parlamentares e lideranças políticas, que divergem sobre a aplicação das medidas adotadas pelo Poder Judiciário em cada situação.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Marco Rubio: "Lula colocou o ego acima dos brasileiros e provocou tarifa dos EUA"]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/marco-rubio-lula-colocou-o-ego-acima-dos-brasileiros-e-provocou/627103/</link>
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				<description><![CDATA[O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não conduziu negociações "de boa-fé" com o governo norte-americano e associou essa postura à decisão de Washington de impor uma tarifa adicional de 25% sobre uma série de produtos brasileiros.

A declaração foi publicada por Rubio em suas redes sociais, um dia após a confirmação da nova medida comercial, que entra em vigor em 22 de julho.

Segundo o secretário, o governo brasileiro teria deixado de buscar um entendimento que, na visão da administração norte-americana, poderia beneficiar os dois países.

Rubio critica postura do governo brasileiro

Na publicação, Rubio afirmou que Lula colocou interesses políticos acima de um possível acordo comercial.

O secretário também classificou as políticas econômicas do governo brasileiro como prejudiciais tanto para os Estados Unidos quanto para o próprio Brasil e declarou que a nova tarifa é consequência da falta de entendimento entre os dois governos.

Tarifa atinge diversos produtos brasileiros

A nova cobrança adicional de 25% deverá alcançar milhares de produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos.

Entre os setores mais impactados estão:


	etanol;
	máquinas e equipamentos;
	calçados;
	vestuário;
	produtos de madeira e papel;
	diversos manufaturados.


Por outro lado, alguns dos principais produtos da pauta exportadora brasileira ficaram de fora da nova medida, como carne bovina, café em grão, suco de laranja, petróleo bruto, aeronaves civis, medicamentos e semicondutores.

Governo dos EUA aponta motivos para a medida

A decisão foi adotada com base na legislação comercial norte-americana, que permite a aplicação de sanções quando Washington considera haver práticas comerciais consideradas prejudiciais aos interesses do país.

Entre os argumentos apresentados pelas autoridades americanas estão questionamentos relacionados ao mercado de etanol, propriedade intelectual, decisões envolvendo plataformas digitais, desmatamento ilegal e aspectos regulatórios ligados ao sistema de pagamentos Pix.

Governo brasileiro critica decisão

O governo federal reagiu à medida classificando a decisão como um retrocesso nas relações entre Brasil e Estados Unidos.

O Palácio do Planalto informou que pretende continuar acompanhando os desdobramentos da nova política tarifária e avaliar seus impactos sobre os setores exportadores brasileiros.

Enquanto isso, autoridades norte-americanas afirmam que permanecem abertas a futuras negociações, mas sinalizam que eventuais medidas de retaliação por parte do Brasil poderão gerar novas respostas comerciais.


]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:16:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[EUA indicam ao governo Lula que podem aplicar tarifaço de 25%; Brasil prepara lei da Reciprocidade]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/eua-indicam-ao-governo-lula-que-podem-aplicar-tarifaco-de-25-brasil/627035/</link>
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				<description><![CDATA[O governo federal aguarda a publicação oficial da decisão da Casa Branca sobre a imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros para definir quais medidas serão adotadas em resposta. A expectativa é de que o anúncio seja formalizado nesta quarta-feira, 15 de julho, mas integrantes do Palácio do Planalto avaliam que o conteúdo completo da medida, especialmente a relação de produtos que poderão ficar de fora da cobrança, será determinante para calcular os impactos sobre a economia brasileira.

Nos bastidores, a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trabalha com diferentes cenários e considera que o alcance das exceções poderá influenciar tanto o posicionamento oficial do governo quanto uma eventual aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica, instrumento que permite ao Brasil adotar medidas semelhantes contra países que imponham barreiras comerciais consideradas injustificadas.

Negociações seguem sem avanço

Antes da possível formalização da tarifa, o presidente Lula reuniu-se, nesta quarta-feira (15), com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, no Palácio do Planalto para discutir a situação. Paralelamente, representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, do Itamaraty e da Assessoria Especial da Presidência participaram, na terça-feira (14), de uma nova rodada de negociações com o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro, porém, terminou sem acordo.

O governo brasileiro sustenta que a investigação conduzida pelos Estados Unidos possui motivação política e contesta as justificativas apresentadas por Washington. Na avaliação do Planalto, a abertura do processo teria sido influenciada pela atuação da família Bolsonaro junto a aliados do presidente Donald Trump, atualmente no comando da Casa Branca.

A investigação comercial foi iniciada em julho de 2025 com base na Seção 301 da legislação norte-americana e abrange temas como comércio digital, sistema de pagamentos Pix, propriedade intelectual, etanol, políticas de combate à corrupção e desmatamento. O Brasil rejeita todas as acusações e pretende manter o diálogo diplomático aberto mesmo após a oficialização das tarifas.

Além dessa medida, os Estados Unidos também conduzem outra investigação relacionada ao combate ao trabalho forçado em cadeias produtivas. Caso esse processo resulte em sanções, produtos brasileiros ainda poderão ser atingidos por uma sobretaxa adicional de 12,5%, ampliando a pressão sobre as exportações nacionais e aumentando os desafios nas relações comerciais entre os dois países.
 
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Genial/Quaest: 69% dos eleitores são a favor do fim da escala 6x1; 22% são contra]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/pesquisa-genialquaest-69-dos-eleitores-sao-a-favor-do-fim-da-escala/627031/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa do instituto Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 15 de julho, mostra que 69% dos eleitores são favoráveis ao fim da escala de trabalho 6x1. Os que dizem ser contrários à redução da jornada de trabalho são 22%. Outros 4% não possuem opinião formada e 5% não souberam, ou não quiseram, responder.

Questionados sobre como aproveitariam uma eventual redução da jornada de trabalho, 53% disseram que pretendem descansar e passar mais tempo com familiares. Outros 13% afirmaram que buscariam outra fonte de renda no tempo livre e 12% declararam que usariam o tempo para estudos.

Os que acham que vão trabalhar menos horas semanais em caso de aprovação do fim da escala 6x1 são 50%, enquanto 45% discordam. Outros 5% não souberam ou não quiseram responder.

Desenrola 2.0

A Genial/Quaest também buscou avaliar os impactos do Desenrola 2 0. Os que conhecem o programa lançado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em maio são 66%%, enquanto 34% desconhecem.

Os que consideram a medida uma boa ideia são 55%, enquanto 21% avaliam como uma má ideia e 20% como "uma ideia que ajuda um pouco".

A maioria absoluta (87%) afirma que o Desenrola 2.0 não beneficiou as suas famílias, com apenas 12% declarando que sim.

Entre os que disseram ter sido beneficiados, 35% dizem que a renda aumentou significativamente com o Novo Desenrola, enquanto 33% dizem não ter notado diferença. Para 31% a renda aumentou, mas não muito.

Entre os eleitores, 47% disseram ter poucas dívidas e 21%, muitas. Já os que disseram não ter débitos são 31%. Não soube ou não quis responder 1%.

Isenção do imposto de renda

A maioria absoluta (65%) dos eleitores afirma que não foi beneficiada com a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. Já quem diz ter sido abraçado pela medida do governo Lula são 32%. Outros 3% não souberam ou não quiseram responder.

Entre os beneficiados, os que disseram não ter sentido diferença na renda com a isenção do IR são 39%. Para outros 35%, a renda aumentou, mas não muito. Já para 24%, houve um aumento significativo. Não souberam ou não quiseram responder 2%.

A Genial/Quaest ouviu 2.004 entrevistados, com 16 anos ou mais, entre 10 a 13 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.

Estadão Conteúdo
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo aprova aumento da mistura obrigatória de etanol na gasolina para 32% por seis meses]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/automoveis/governo-aprova-aumento-da-mistura-obrigatoria-de-etanol-na-gasolina/626930/</link>
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				<description><![CDATA[O cenário energético e de abastecimento no território nacional passa por uma importante atualização regulatória focada na valorização da matriz renovável e na proteção da soberania econômica.

O Conselho Nacional de Política Engenética (CNPE) aprovou oficialmente a resolução que recomenda a elevação temporária, de 30% para 32%, do percentual obrigatório da mistura de etanol anidro adicionado à gasolina vendida em todos os postos de combustíveis do país.

A nova determinação legal, que cria a chamada gasolina E32, terá vigência imediata estipulada pelo período de 180 dias após a devida publicação do decreto presidencial, contando com a possibilidade jurídica de ser prorrogada uma única vez por igual intervalo de tempo.

Redução de importações e impacto estimado na bomba

A decisão governamental foi amparada em pesquisas macroeconômicas sólidas e visa blindar o mercado interno contra oscilações severas de preços no mercado internacional de petróleo e derivados.

De acordo com os dados apresentados pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o acréscimo de apenas dois pontos percentuais na mistura fará com que o país reduza a sua dependência externa em cerca de 900 milhões de litros de gasolina importada por ano.

O ministro Alexandre Silveira apontou que, além de conter a saída de divisas cambiais, a medida deve resultar em um alívio financeiro direto ao bolso do consumidor, com uma estimativa de redução inicial média de R$ 0,03 por litro cobrado na bomba.

Viabilidade técnica garantida por ensaios rigorosos

Para atender aos rigorosos requisitos legais instituídos pela Lei do Combustível do Futuro (Lei 14.993/2024), a elevação da mistura de etanol só obteve o aval final do colegiado de ministros após a conclusão de uma série de avaliações técnicas específicas.

Testes laboratoriais e de rodagem severa conduzidos pelo Instituto Mauá de Tecnologia atestaram a total viabilidade técnica do uso da gasolina E32 em território nacional.

Os ensaios práticos confirmaram que a proporção de 32% não provoca prejuízos ao desempenho dinâmico, à durabilidade dos componentes mecânicos ou ao consumo de combustível em veículos leves e motocicletas, incluindo também os automóveis movidos exclusivamente a gasolina.

Especialistas como Boris Feldmann e ADG. do canal High Torque tem opinião contrária, sobre carros com motores exclusivamente a gasolina, principalmente carros com injeção direta de combustível.

Fortalecimento do biocombustível e combate a fraudes

Do ponto de vista produtivo, a decisão do CNPE é celebrada pelas indústrias produtoras do setor sucroenergético, uma vez que a nova demanda deve expandir a necessidade de consumo de etanol em aproximadamente 1 bilhão de litros ao longo de um ano.

O governo federal confirmou que, paralelamente à vigência da E32, continuará avaliando dados para testar uma eventual adoção futura do teor de 35% de etanol (E35) na mistura.

A mesma resolução aprovou diretrizes operacionais muito mais duras de combate a fraudes e adulterações, promovendo ações conjuntas entre a ANP, Procons, Ministérios Públicos e polícias para garantir a transparência da distribuição de combustíveis no país.
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				<category>Automóveis</category>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:39:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo brasileiro envia ajuda humanitária a Cuba após bloqueios econômicos e restrições dos EUA]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/governo-brasileiro-envia-ajuda-humanitaria-a-cuba-apos-bloqueios/626887/</link>
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				<description><![CDATA[O governo brasileiro decidiu enviar 48 toneladas de leite em pó em ajuda humanitária para Cuba. O país caribenho tem sofrido com o endurecimento do bloqueio econômico e com as restrições ao abastecimento de petróleo pelos Estados Unidos (EUA), o que tem contribuído para piorar os dados socioeconômicos da ilha.

Na segunda-feira, 13 de julho, foram enviadas 16 toneladas de leite em pó em um voo da Força Aérea Brasileira (FAB) com destino a Santiago de Cuba. O segundo voo deve deixar Porto Alegre nesta terça-feira (14) com mais 32 toneladas do alimento.

O Palácio do Planalto informou que o objetivo é “contribuir para o enfrentamento da grave situação de desabastecimento vivida pelo país”. A operação é coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE). Os dois aviões da FAB devem chegar a Cuba na quarta-feira, 15 de julho.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR) informou, em nota, que o Brasil já havia realizado doação humanitária a Cuba, em 2025, em resposta aos impactos provocados pelo Furacão Melissa.


“Novas doações de alimentos e medicamentos estão em avaliação pelo governo brasileiro”, informou a Secom, em comunicado.


Bloqueio econômico asfixia Cuba


O bloqueio econômico contra Cuba, que já dura quase 70 anos, foi endurecido pela atual administração da Casa Branca no final de 2025, a partir das restrições navais impostas à Venezuela, que, até então, era a principal fornecedora de petróleo à ilha caribenha.

Em janeiro de 2026, os EUA aumentaram o bloqueio ao ameaçar com sanções quem vender petróleo para Cuba. A nova medida levou o país a ficar três meses sem receber petróleo.

Nas últimas semanas, o Departamento de Estado dos EUA aumentou a pressão contra Cuba com novas sanções aos setores de turismo, mineração de ouro e contra a estatal do petróleo.

As medidas da Casa Branca têm contribuído para o aumento dos apagões, a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e da oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo Estado. Para moradores de Havana ouvidos pela Agência Brasil, este é o pior momento do país.

Agência Brasil
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:17:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula diz que Trump vai praticar 'pirataria' se os EUA tomarem Ormuz e cobrarem taxa sobre cargas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-trump-vai-praticar-pirataria-eua-tomarem-ormuz-taxa/626852/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta segunda-feira, 13 de julho, que a cobrança de uma taxa de 20% pelos Estados Unidos para proteger navios no Estreito de Ormuz é "pirataria".

"Isso antigamente chamava-se pirataria. Um Estado importante como os Estados Unidos, que eu acho que durante muito tempo combateu a pirataria, não pode agora virar pirata", afirmou em visita a laboratórios no Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul (SP).

Em postagem nas redes sociais nesta segunda-feira, 13, o presidente dos EUA Donald Trump classificou os Estados Unidos como "guardião" do estreito e anunciou a retomada do bloqueio aos navios iranianos.





 


 

 



 




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A declaração foi feita em meio à intensificação dos confrontos na região, considerada um dos corredores marítimos mais estratégicos para o comércio global.

Lula disse ainda que o "preço da guerra" já está afetando os alimentos no Brasil.

"O preço da guerra está chegando no preço do feijão aqui no Brasil. Está chegando no preço do arroz, está chegando no preço do tomate, no preço da cebola, porque tornou o combustível mais caro."

O presidente ressaltou que o combustível só "não está mais caro no Brasil" porque o governo instituiu a alíquota de 12% sobre a exportação de petróleo para proteger o mercado interno.

"Isso que está acontecendo aqui é um estímulo, porque o Brasil não precisa morrer por conta do petróleo. O petróleo é importante para nós. Nós vamos continuar pesquisando. Nós vamos continuar usando. Mas, ao longo do tempo, a gente vai preparando o Brasil e a humanidade de que a gente pode viver sem combustível fóssil", afirmou.

&#39;Não é normal, nem democrático&#39;

O presidente disse ainda que os Estados Unidos provocaram a guerra com o Irã e "agora começam a cobrar pelo navio que atravessar sob a segurança dele". "Não é comum, não é normal, não é democrático, não é civilizatório", criticou Lula.

"É aproveitar a desgraça para ganhar dinheiro. Quem quiser comprar biodiesel pode vir aqui, que nós não vamos cobrar nada. Vamos cobrar só o preço justo daquilo que estamos produzindo", acrescentou.

O presidente defendeu que a sociedade deve se preparar para a transição energética e o fim dos combustíveis fósseis:

"A gente não vai jogar fora, porque é uma riqueza desse País. Mas a gente pode ir preparando a sociedade para viver com combustível renovável", declarou.

Lula também avaliou que o carro híbrido é ainda "mais importante" do que o carro elétrico. "Você vai poder utilizar um carro elétrico e etanol. Esse carro vai te dar mais autonomia. Esse carro vai ser mais confortável."

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula critica seleção após eliminação na Copa e nenhum jogador voltar ao Brasil: ''vergonha'']]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/lula-critica-selecao-apos-eliminacao-na-copa-e-nenhum-jogador-voltar/626794/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou, em tom de descontração, a eliminação da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 e fez brincadeiras tanto sobre o retorno da delegação ao país quanto sobre uma possível solução tecnológica para o futuro da equipe comandada por Carlo Ancelotti conquistar o hexa.

As declarações foram feitas durante visita ao Instituto Mauá de Tecnologia, em São Paulo, onde Lula conheceu projetos desenvolvidos por estudantes. Ao discursar, o presidente lembrou a derrota do Brasil para a Noruega, nas oitavas de final da competição, resultado que encerrou a participação da equipe no Mundial.

Em meio ao discurso, Lula citou o retorno da delegação brasileira após a eliminação e chamou atenção para o fato de apenas um atleta ter desembarcado no Brasil no voo oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).


Mandei um recado para o Ancelotti, técnico da seleção brasileira. Aquela que foi com um monte de gente e voltou &#39;sozinho&#39;. Quase não tinha ninguém para voltar no avião da seleção, gente, que vergonha. Só voltou um jogador no avião, gente, o resto ficou tudo pra lá. Se tivesse ganho [o torneio], estava todo mundo dançando aqui", brincou o petista, entre risadas dos presentes.


A situação repercutiu dentro e fora do país. Dos 26 jogadores convocados para a Copa do Mundo, apenas o lateral Danilo, do Flamengo, retornou ao Brasil no voo da delegação. Além dele, viajaram integrantes da comissão técnica e funcionários da CBF.

Como o retorno dos atletas era facultativo, a maior parte permaneceu no exterior para aproveitar o período de férias. O episódio ganhou destaque em veículos de comunicação da Inglaterra, Espanha e Portugal.

Robô como reforço para a seleção

Durante a visita ao instituto, Lula também conheceu um robô desenvolvido por um estudante e aproveitou a demonstração para fazer outra brincadeira envolvendo a seleção brasileira. Segundo o presidente, o equipamento demonstrava desempenho comparável ao de grandes estrelas do futebol internacional.


O menino fez um robô agressivo, parecia o Mbappé [jogador da França], parecia o Haaland [artilheiro da Noruega]. O robô joga a bola lá para cima. Eu falei para o Ancelotti, se quiser contratar, contrata esse robô, porque ele vai fazer o Brasil ganhar a Copa do Mundo", brincou.


Veja vídeo:





 


 

 



 




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Apesar da eliminação precoce, a seleção brasileira já tem compromissos marcados para o início do novo ciclo. Carlo Ancelotti, que possui contrato com a CBF até 2030, deve retornar ao Rio de Janeiro no começo de setembro para iniciar a preparação da equipe visando os próximos desafios.

A agenda prevê dois amistosos contra a Austrália, marcados para os dias 25 e 29 de setembro, ambos em território australiano.
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:40:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo federal publica novas regras para apostas em bets; saiba quais são as mudanças]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/governo-federal-publica-novas-regras-para-apostas-em-bets-saiba-quais/626683/</link>
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				<description><![CDATA[Duas portarias publicadas pelo governo federal detalham novas regras para a publicidade de bets e reforçam medidas de proteção ao consumidor. A principal regra é que toda propaganda deve trazer alertas sobre os riscos das apostas, a exemplo dos avisos usados em publicidade de cigarros.

As novas exigências entram em vigor a partir do dia 17 de julho.

O governo federal diz que as medidas visam garantir que as práticas de jogos e apostas sejam realizadas de forma segura, saudável e consciente, prevenindo vícios e protegendo os consumidores apostadores, especialmente os mais vulneráveis.

Uma portaria do Ministério da Fazenda incluiu três frases obrigatórias de advertência em anúncios de apostas. As peças devem trazer uma destas mensagens:


	Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência;
	Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro;
	Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento


As advertências precisam ser horizontais, claras e legíveis, e ocupar ao menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio. A regra vale para ações de comunicação, publicidade, propaganda e marketing ligadas a essa modalidade de apostas.

Fazenda define publicidade abusiva, enganosa ou fraudulenta

Outra portaria editada também pela Fazenda, junto com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), definiu parâmetros para coibir publicidade abusiva, enganosa e fraudulenta.

O texto diz que as ações de publicidade e oferta devem seguir o Código de Defesa do Consumidor, a Lei 14.790/2023 e princípios de transparência, boa-fé e jogo responsável. Além disso, devem prever proteção de crianças e adolescentes, de pessoas vulneráveis e da saúde mental e financeira.

A portaria elenca práticas que podem ser consideradas violação, como promover operador não autorizado ou direcionar o usuário a canais de empresas sem autorização.

O texto também inclui como infração exibir apostas premiadas e seus valores, e associar opiniões técnicas, análises e prognósticos que possam induzir o público a apostar em determinado evento ou mercado de apostas.

O que as propagandas devem evitar, de acordo com o ministério:


	 Sugerir obtenção de ganho fácil ou apresentar a aposta como meio de êxito pessoa, social e financeiro, inclusive com uso de influenciadores e celebridades.
	 Apresentar a aposta com fonte de renda, investimento, alternativa ao emprego e solução para problemas pessoais.
	 Encorajar práticas excessivas de apostas com mecanismos promocionais que sugiram ação imediata do apostador.
	 Emitir informação falsa ou enganosa, inclusive quando às probabilidades de ganho, condicionando à destreza do apostador.
	 Vincular apostas a comportamentos ilegais ou discriminatórios, utilizando mensagens preconceituosas ou de cunho sexual.
	 Dirigir mensagens publicitárias de apostas direta ou indiretamente a crianças e adolescentes.


A portaria interministerial determina que quem produz, patrocina, divulga, transmite, distribui, impulsiona ou veicula publicidade de bets deve checar previamente se o anunciante é autorizado. A regra inclui provedores de aplicação de internet e fornecedores de conteúdo publicitário.

A nova regra também exige que essas pessoas físicas ou jurídicas mantenham dados mínimos do anunciante, como nome ou razão social, CNPJ e número da autorização.

A verificação deve ser feita por consulta à relação oficial de operadores autorizados, em data anterior ao início da veiculação, e deve abranger denominação, marca e endereços eletrônicos usados para ofertar as apostas.

Em caso de descumprimento das regras, as penalidades previstas são multas que podem chegar a 20% do faturamento da empresa operadora da bet e a suspensão por 180 dias.

A fiscalização será feita de forma conjunta pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, e pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao MJSP.
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 12:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Marília Arraes lidera disputa pelo Senado em Pernambuco, aponta Paraná Pesquisas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/marilia-arraes-lidera-disputa-pelo-senado-em-pernambuco-aponta-parana/626593/</link>
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				<description><![CDATA[A corrida pelas duas vagas ao Senado Federal por Pernambuco começa a apresentar um cenário mais definido, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas. A pesquisa, realizada com eleitores do Estado, avaliou diferentes nomes que aparecem como possíveis candidatos na disputa de 2026.

No cenário estimulado, quando os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos concorrentes, a ex-deputada federal Marília Arraes aparece na primeira posição, com 50,5% das citações.

Na sequência, o senador Humberto Costa (PT) registra 40,6%, seguido pelo ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho, que soma 34,2% das intenções de voto.

Também aparecem no levantamento o deputado federal Túlio Gadêlha, com 18,4%, e o ex-deputado Paulo Rubem Santiago, com 5,9%.

Como a eleição para o Senado permite que cada eleitor escolha dois candidatos, a soma dos percentuais pode ultrapassar 100%. O eleitor pernambucano escolherá dois representantes para a Casa Alta nas eleições de 2026.

Cenário para o Senado em Pernambuco apresenta disputa entre diferentes forças políticas

Os números divulgados pelo Paraná Pesquisas mostram uma disputa que reúne nomes de diferentes grupos políticos do Estado.

Marília Arraes aparece com vantagem no levantamento e alcança seus maiores índices entre eleitores com 60 anos ou mais, com 58% das intenções de voto. Entre as mulheres, a ex-deputada registra 52,5%, enquanto entre os homens soma 48,3%.

Humberto Costa, atual senador, aparece na segunda posição geral. O petista tem melhor desempenho entre eleitores com 60 anos ou mais, com 47,8%, e entre o público masculino, com 43,1%.

Miguel Coelho também aparece entre os principais nomes avaliados pelo eleitorado pernambucano. No primeiro cenário testado, o ex-prefeito de Petrolina alcança 34,2% das citações.

Segundo cenário altera nomes, mas mantém liderança na disputa

O Instituto Paraná Pesquisas também testou uma segunda composição de candidatos para o Senado em Pernambuco.

Neste cenário, com a entrada de Eduardo da Fonte no lugar de Miguel Coelho, Marília Arraes aparece novamente na liderança, com 51,9%.

Humberto Costa registra 43,3%, enquanto Eduardo da Fonte soma 26,4%. Túlio Gadêlha aparece com 19,2% e Paulo Rubem Santiago com 6,5%.

A mudança na lista de candidatos altera os percentuais, mas mantém os dois primeiros nomes nas posições de liderança do levantamento.

Pesquisa também mede rejeição dos candidatos

Além das intenções de voto, o levantamento avaliou a rejeição dos nomes apresentados aos eleitores.

O senador Humberto Costa aparece com o maior índice entre aqueles que afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum, com 23,4%.

Na sequência aparecem Marília Arraes, com 19,4%, Eduardo da Fonte, com 18%, Túlio Gadêlha, com 17,3%, Miguel Coelho, com 15,9%, e Paulo Rubem Santiago, com 13,5%.

Outros 20,2% dos entrevistados afirmaram que poderiam votar em todos os candidatos apresentados, enquanto 11,7% não souberam ou preferiram não opinar.

Metodologia do levantamento

O Instituto Paraná Pesquisas ouviu 1.500 eleitores do Estado de Pernambuco. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00478/2026.

A pesquisa considera o cenário eleitoral no momento da coleta dos dados e pode sofrer alterações até o período oficial de campanha.

A eleição para o Senado Federal terá duas vagas em disputa por Pernambuco. Diferentemente da eleição para governador, o eleitor poderá escolher dois candidatos para representar o Estado no Senado pelos próximos oito anos.





 
]]></description>
				
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula tem posição contrária sobre redução da maioridade penal e estuda meio-termo da medida ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-lula-tem-posicao-contraria-sobre-reducao-da-maioridade-penal-e/626576/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acompanha com cautela o avanço das discussões no Congresso Nacional sobre a proposta que prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos de idade em casos de crimes hediondos. Embora o tema tenha ganhado força entre parlamentares e conte com respaldo de parte significativa da opinião pública, o chefe do Executivo ainda evita assumir uma posição pública sobre o assunto.

Nos bastidores do Palácio do Planalto, a avaliação é de que um posicionamento contrário neste momento pode fortalecer discursos de adversários políticos ligados à pauta da segurança pública, especialmente em um cenário de disputa eleitoral. Por esse motivo, a estratégia do governo tem sido adiar qualquer manifestação definitiva até que pesquisas internas apontem o melhor caminho para a comunicação política.

O Partido dos Trabalhadores já declarou ser contrário à redução da maioridade penal, mas a condução do tema pelo presidente permanece cercada de prudência. Integrantes do governo avaliam que o debate exige cuidado diante da repercussão social e política da proposta.

Alternativas em discussão no Planalto

Enquanto evita um posicionamento oficial, o governo analisa alternativas que possam atender às demandas por maior rigor na punição de adolescentes envolvidos em crimes graves sem promover mudanças diretas na Constituição. Entre as possibilidades estudadas está a criação de um regime de transição para jovens entre 16 e 18 anos condenados por delitos hediondos.

Pela proposta em análise, esses adolescentes cumpririam pena inicialmente em unidades destinadas a menores de idade ou em espaços separados dentro do sistema prisional. Após completarem 18 anos, seriam transferidos para o sistema penitenciário comum.

Defensores da medida argumentam que o modelo reduziria o impacto imediato sobre os presídios e dificultaria o recrutamento de adolescentes por organizações criminosas.

No Congresso, o presidente da comissão especial responsável por analisar o projeto, o deputado Aluísio Mendes (Republicanos-MA), defende que a votação aconteça apenas após o período eleitoral. Segundo ele, o adiamento permitirá que a proposta seja debatida de forma mais técnica, jurídica e menos influenciada pelo ambiente de polarização política.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Janja vira desafio para PT tentar ampliar apoio entre evangélicos nas eleições de 2026]]></title>
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				<description><![CDATA[A busca por uma maior aproximação com o eleitorado evangélico se tornou uma das principais estratégias do Partido dos Trabalhadores (PT) para as eleições presidenciais de 2026. O segmento religioso, que representa uma parcela significativa do eleitorado brasileiro, é considerado um dos grupos mais disputados no próximo pleito.

Dentro desse movimento, a resistência de parte dos evangélicos à primeira-dama Janja da Silva passou a ser apontada por integrantes do partido como um dos obstáculos para ampliar o diálogo com esse público.

O PT tem promovido encontros com lideranças religiosas e discutido novas formas de comunicação com os fiéis, em uma tentativa de reduzir a rejeição histórica de setores evangélicos ao partido e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

PT busca aproximação com lideranças evangélicas

A estratégia do partido envolve a realização de reuniões com representantes de diferentes denominações religiosas e a construção de uma agenda de diálogo com grupos ligados ao segmento.

Entre as iniciativas está a atuação do Setorial Inter-religioso do PT, que defende uma aproximação baseada no reconhecimento da importância das igrejas como espaços de atuação social e apoio comunitário.

A legenda também já divulgou uma mensagem voltada aos evangélicos, destacando a relação entre fé e participação social, em uma tentativa de estabelecer uma ponte com um público que tradicionalmente apresenta maior resistência ao campo político de esquerda.

Resistência a Janja aparece nas discussões internas

Apesar das ações de aproximação, a imagem de Janja continua sendo um ponto de atenção para setores do PT que trabalham a estratégia junto ao eleitorado evangélico.

Nas redes sociais, a primeira-dama é frequentemente alvo de críticas e associações feitas por opositores, incluindo questionamentos relacionados à sua relação com pautas culturais e religiosas.

Durante um encontro com representantes evangélicas, Janja afirmou não compreender parte da rejeição direcionada a ela e disse que o campo progressista também defende valores presentes no Evangelho e na Bíblia.

A participação da ex-ministra Marina Silva, que é evangélica, ao lado da primeira-dama, também fez parte do esforço de aproximação com esse público.

Eleitorado evangélico é considerado estratégico para 2026

A disputa pelo voto evangélico deve ser um dos principais temas das eleições de 2026. O segmento ganhou maior protagonismo político nas últimas décadas e passou a ter influência crescente nos debates eleitorais.

Historicamente, candidatos ligados à direita conseguiram maior identificação com parte desse eleitorado, especialmente em temas relacionados a costumes e valores sociais.

Agora, o PT tenta construir uma nova narrativa para dialogar com esse público, destacando pautas sociais e a atuação das igrejas em comunidades.

O desafio da legenda será superar resistências já consolidadas e ampliar a comunicação com um grupo que possui diferentes correntes internas e posicionamentos políticos variados.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro empatam em São Paulo com 35% cada um]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem empatados nas intenções de voto em São Paulo em um cenário de primeiro turno para a disputa presidencial, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho. Apesar do equilíbrio, o petista registra rejeição maior entre os eleitores paulistas.

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula e Flávio têm 35% das intenções de voto cada um. Na sequência, aparecem o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o influenciador Renan Santos (Missão), ambos com 3%. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), a ativista Samara Martins (UP) e o presidente do PSDB, Aécio Neves, marcam 2% cada.

O psiquiatra Augusto Cury (Avante), o pastor Cabo Daciolo (Mobiliza), o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, e o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (DC) registram 1% cada. Os ativistas Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram.

O empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro também aparece no segundo turno. Nesse cenário, o senador marca 46% das intenções de voto, ante 43% do presidente.

A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 3 de julho, com 1 608 entrevistas em São Paulo, distribuídas em 71 municípios, com eleitores de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números SP-01703/2026 e BR-06481/2026.

O instituto também testou confrontos de Lula contra outros pré-candidatos. Contra Caiado, o petista tem 42%, ante 43% do ex-governador de Goiás. Já contra Zema, Lula marca 41%, enquanto o ex-governador mineiro aparece com 44%. Nos dois casos, há empate técnico dentro da margem de erro.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula aparece com 24% das intenções de voto, contra 18% de Flávio Bolsonaro. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado, é citado por 3% dos eleitores.

Renan Santos, Caiado e "candidato do PT" foram mencionados por 1% cada. Outras respostas somam 7%. Eleitores que disseram votar em branco, nulo ou em nenhum candidato representam 8%, enquanto 37% não souberam responder.

Apesar do empate nas intenções de voto, Lula lidera a rejeição no Estado. Segundo o levantamento, 51% dos paulistas dizem que não votariam de jeito nenhum no presidente. Flávio aparece em seguida, com 43%.

Entre os demais nomes testados, Aécio Neves é o único a superar a marca de 20% de rejeição. Zema e Caiado registram 13% cada. Cabo Daciolo aparece com 12%, enquanto Rui Costa Pimenta e Renan Santos têm 10% cada.

Estadão Conteúdo. 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:42:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula determina expulsão de suposto espião russo preso e proíbe retorno por 30 anos]]></title>
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				<description><![CDATA[O governo brasileiro determinou, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a expulsão de Sergey Vladimirovich Cherkasov, um suposto espião russo que vive no País há mais de 15 anos e está preso em Brasília desde 2022.

A decisão de expulsão foi assinada pela coordenadora de processos migratórios, Alessandra Teixeira de Araújo, e publicada no Diário Oficial da União na última segunda-feira, 6.

O texto determina que Cherkasov, com base no artigo 54 da Lei de Migração (13.445/2017), está proibido de voltar ao Brasil pelos próximos 30 anos, contados a partir do momento em que deixar efetivamente o País.

Sergey é acusado de fazer parte de uma rede de espiões russos que usava o Brasil como trampolim para se infiltrar em outros países e obter informações estratégicas para a Rússia.

Ele vive em território brasileiro, pelo menos, desde 2010 e assumiu a identidade de Victor Muller Ferreira com o objetivo de conseguir a cidadania portuguesa para se tornar cidadão europeu.

O russo foi capturado há cerca de quatro anos, depois de tentar entrar na Holanda com um passaporte brasileiro e outros documentos falsos em março de 2022.

Ele havia sido aprovado para fazer um estágio no Tribunal Penal Internacional, em Haia, mas teve a fraude descoberta por autoridades holandesas e americanas

Deportado para o Brasil, ele foi preso no Aeroporto Internacional de Guarulhos e, dois meses depois, passou a cumprir pena de 15 anos e a responder a processos por possíveis atos de espionagem, lavagem de dinheiro, corrupção passiva e uso de documento falso.

Sergey solicitou à Justiça brasileira que fosse extraditado para a Rússia. O governo russo alegava que o espião fazia parte de uma rede internacional de tráfico de drogas e pedia seu retorno para que fosse julgado no país de origem.

Na época, o Supremo Tribunal Federal autorizou a extradição, mas a condicionou à conclusão de um inquérito da Polícia Federal em São Paulo. Em dezembro de 2024, contudo, o ministro Edson Fachin negou a extradição e justificou, na ocasião, que Sergey ainda tinha "pendências penais" no Brasil.

Conforme mostrou o Estadão em reportagem de 2023, Sergey construiu de forma minuciosa o personagem Victor Muller Ferreira.

Um documento de quatro páginas, localizado nas investigações do inquérito da Polícia Federal, mostrava o roteiro que o russo deveria seguir para tornar crível a história fictícia criada para sustentar o disfarce.

Entre as mentiras, estavam a perda da mãe durante o parto e uma suposta descendência alemã, que justificariam o sotaque, embora dissesse ser natural de Niterói, no Rio de Janeiro. Alegava ter sido cuidado por uma amiga da mãe e que a vida o levou a morar em várias cidades, incluindo Brasília.

O registro de sua entrada no País é de 2010. Na história criada pelo russo, ele teria ido para a Europa por alguns anos e voltado ao Brasil naquele ano para resolver uma situação com o pai, que morava na capital federal.

Enquanto esteve no Brasil, Sergey conseguiu usar as identidades falsas para estudar na Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, de onde tentou conseguir estágios em agências governamentais e organismos internacionais.

Contudo, ele acabou sendo descoberto por autoridades americanas e holandesas quando chegou à Europa para realizar um estágio no Tribunal Penal Internacional, em Haia.

Os investigadores descobriram que o russo tinha um esconderijo para deixar equipamentos e mensagens em Cotia, na Grande São Paulo.

O objetivo era que o local pudesse ser um ponto de apoio do esquema de espionagem, para que informações e dados pudessem ser recuperados por outros integrantes da organização.

O local foi descoberto a partir de dados encontrados no celular que ele usava no momento da prisão, em Guarulhos. A PF encontrou dispositivos no esconderijo e os repassou ao FBI, o Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula paga quase R$ 34 bilhões em emendas parlamentares; valor recorde em pleno ano eleitoral]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-lula-paga-quase-r-34-bilhoes-em-emendas-parlamentares-e-bate/626370/</link>
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				<description><![CDATA[O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembolsou R$ 33,89 bilhões em emendas parlamentares até o início de julho, estabelecendo o maior volume de pagamentos já registrado em um período que antecede eleições federais.

O montante supera, inclusive, todo o valor pago ao longo de 2022, quando o Executivo liberou R$ 28,04 bilhões durante os 12 meses.

Os números reforçam que a atual gestão acelerou a liberação de recursos destinados ao Congresso em um período que antecede a disputa eleitoral, alcançando o maior patamar de pagamentos já registrado na série histórica.

Os dados são do painel Siga Brasil, do Senado Federal, que reúne informações sobre a autorização e a execução das emendas parlamentares apresentadas por deputados e senadores desde 2015. O levantamento considera tanto os pagamentos realizados no exercício atual quanto os valores classificados como restos a pagar.

A antecipação dos repasses chama atenção pela dimensão dos recursos liberados antes do período eleitoral. Na comparação com os primeiros seis meses de outros anos em que ocorreram eleições gerais, o crescimento é expressivo. Até o fim de junho de 2022, haviam sido pagos R$ 20,43 bilhões em emendas, enquanto, no mesmo intervalo de 2018, o total alcançou R$ 6,41 bilhões.

Mesmo considerando a correção pela inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o volume desembolsado em 2026 permanece como o maior da série histórica. Atualizado pela inflação, o valor correspondente a 2022 seria de R$ 21,63 bilhões, enquanto o de 2018 chegaria a R$ 9,6 bilhões.

O cenário também representa um recorde quando comparado a anos de eleições municipais, como 2016 e 2020. Em relação a 2024, o sistema Siga Brasil não permite detalhar os pagamentos por mês, mas registra que, ao longo de todo o exercício, foram pagos R$ 31,4 bilhões em emendas parlamentares.

valores totais do quanto foi pago por emendas em cada ano:


	2026 (até julho) - R$ 33,89 bilhões;
	2025 (ano completo) - R$ 44,97 bilhões;
	2024 (ano completo) - R$ 40,02 bilhões;
	2023 (ano completo) - R$ 34,42 bilhões;
	2022 (ano completo) - R$ 28,04 bilhões;
	2021 (ano completo) - R$ 25,10 bilhões;
	2020 (ano completo) - R$ 21,54 bilhões;
	2019 (ano completo) - R$ 9,98 bilhões;
	2018 (ano completo) - R$ 9,84 bilhões;
	2017 (ano completo) - R$ 4,96 bilhões;
	2016 (ano completo) - R$ 3,65 bilhões;
	2015 (ano completo) - R$ 44,90 milhões.


Setores comtemplados

Em relação aos R$ 33,89 bilhões pagos até 5 de julho deste ano, cerca de R$ 25,31 bilhões são referentes a emendas de 2026 e os outros R$ 8,58 bilhões referentes a emendas de anos anteriores. No primeiro semestre, o Executivo executou as despesas de 23.752 de senadores e deputados federais.

No recorte por subfunção, os pagamentos aparecem fortemente concentrados na área da saúde. Atenção Básica lidera o ranking, com R$ 10,93 bilhões, seguida muito de perto por Assistência Hospitalar e Ambulatorial, com R$ 10,73 bilhões.

Pagamentos descritos como "Outras Transferências" somam R$ 4,55 bilhões, enquanto os demais setores ficam abaixo: Assistência Comunitária (R$ 1,29 bilhão), Promoção da Produção Agropecuária (R$ 1,21 bilhão), Serviços Socioassistenciais (R$ 965,23 milhões), Desporto Comunitário (R$ 752,5 milhões) e Infraestrutura Urbana (R$ 720,84 milhões).

Na sequência, surgem Transferências a Estados, Distrito Federal e Municípios, com R$ 4,54 bilhões, e o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, com R$ 1,71 bilhão.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Advogado alerta que projeto pode levar à prisão de pastores e padres por pregações]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/advogado-alerta-que-projeto-pode-levar-a-prisao-de-pastores-e-padres/626325/</link>
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				<description><![CDATA[
O advogado Jeffrey Chiquini afirmou que o projeto de lei conhecido por seus críticos como "PL da Misoginia" poderá trazer impactos para a atuação de líderes religiosos caso seja aprovado pelo Congresso Nacional. Segundo ele, a proposta poderia abrir espaço para investigações e processos contra padres e pastores em razão de interpretações feitas sobre sermões baseados em passagens bíblicas.

As declarações foram feitas durante uma entrevista em que Chiquini comentou o avanço da matéria na Câmara dos Deputados.

Advogado faz alerta sobre possíveis consequências

Na avaliação do advogado, a proposta amplia dispositivos relacionados à punição de práticas discriminatórias e poderia alcançar manifestações religiosas caso determinadas interpretações fossem consideradas ofensivas às mulheres.

Durante a entrevista, Chiquini afirmou que líderes religiosos poderiam responder criminalmente por sermões que contenham referências a passagens bíblicas sobre o papel do homem e da mulher.


"O padre e o pastor que tiver seu sermão interpretado como machismo será preso como racista", declarou.


Segundo ele, expressões presentes em textos religiosos, como a submissão da mulher ao marido, poderiam motivar denúncias e investigações caso a proposta entre em vigor.

Debate sobre liberdade religiosa

O advogado também afirmou que existe preocupação entre setores religiosos quanto aos possíveis impactos da proposta sobre a liberdade de culto e a liberdade de expressão religiosa.

Em sua avaliação, igrejas evangélicas e católicas poderão enfrentar questionamentos judiciais relacionados ao conteúdo de pregações e interpretações da Bíblia.

As declarações refletem a posição do advogado e fazem parte do debate público em torno do projeto, que ainda tramita no Congresso Nacional.

Caso de Frei Gilson voltou ao debate

Ao comentar o tema, Chiquini citou episódios envolvendo o frei Frei Gilson, que neste ano foi alvo de críticas nas redes sociais após divulgar vídeos comentando passagens bíblicas sobre o papel da mulher no casamento.

Na ocasião, o religioso afirmou que a submissão mencionada na Bíblia deveria ser compreendida como auxílio e parceria dentro da família, e não como forma de inferioridade feminina.

As declarações geraram repercussão nas redes sociais e motivaram críticas de parlamentares e de usuários da internet. Posteriormente, também foram apresentadas representações ao Ministério Público relacionadas às falas do religioso.

Projeto segue em tramitação

O projeto recebeu regime de urgência na Câmara dos Deputados, o que permite que a proposta seja analisada diretamente pelo plenário, sem necessidade de passar por todas as comissões temáticas.

Caso seja aprovado pelos deputados sem alterações, o texto seguirá para sanção presidencial. Se houver mudanças, retornará ao Senado para nova análise.

Até o momento, o projeto continua sendo discutido entre parlamentares, enquanto representantes de diferentes setores da sociedade defendem posições divergentes sobre seus possíveis impactos na proteção às mulheres, na liberdade de expressão e na liberdade religiosa.

Fonte: Brasil Paralelo

]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Meio/Ideia: 39% veem Lula como mais ligado ao caso Banco Master e 37,4% citam Flávio Bolsonaro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/meioideia-39-veem-lula-como-mais-ligado-ao-caso-banco-master/626309/</link>
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				<description><![CDATA[A pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho, aponta que 39% dos entrevistados consideram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o político mais envolvido com o caso do Banco Master. Já 37,4% associam o episódio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Outros 22,5% disseram não saber responder ao questionamento, enquanto 1,1% afirmaram que nenhum dos dois políticos está ligado ao caso.

A pergunta feita aos entrevistados faz referência ao áudio divulgado recentemente em que aparece uma negociação entre Flávio Bolsonaro e o proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro, sobre um repasse de R$ 134 milhões para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Impacto na intenção de voto

A pesquisa também avaliou se a divulgação dessas informações influencia a intenção de voto em Flávio Bolsonaro.

Segundo o levantamento, 36,5% dos entrevistados afirmaram que o episódio não aumenta nem diminui a possibilidade de votar no senador. Outros 29,5% disseram que o caso reduz a intenção de voto, enquanto 6,6% responderam que a divulgação aumenta a disposição de votar em Flávio Bolsonaro. Além disso, 8% afirmaram que não pretendem votar nas eleições, e 19,5% disseram não saber responder.

Relação entre Jaques Wagner e o caso

O instituto também questionou os entrevistados sobre a relação do ex-líder do PT no Senado, Jaques Wagner, com o caso envolvendo o Banco Master, após a Polícia Federal apontar suspeitas de que ele seja beneficiário de vantagens econômicas indevidas relacionadas ao banco.

Para 42% dos entrevistados, a proximidade entre Jaques Wagner e o presidente Lula não altera a chance de votar pela reeleição do petista. Já 17,3% afirmaram que o episódio reduz essa possibilidade, enquanto 7% disseram que aumenta.

Outros 24,7% não souberam responder à pergunta, e 9% declararam que não pretendem votar nas próximas eleições.

Metodologia

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas em todo o país entre os dias 3 e 6 de julho. O levantamento possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Segundo o instituto, a pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:17:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Meio/Ideia aponta Lula, Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro como os mais rejeitados ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/meioideia-aponta-lula-flavio-e-michelle-como-os-mais-rejeitados/626306/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o índice de rejeição entre os nomes testados para a disputa pela Presidência da República, segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho. No levantamento, 46,4% dos entrevistados afirmaram que não votariam no petista "de jeito nenhum". Na sequência aparecem Flávio Bolsonaro (PL), com 43,4%, e Michelle Bolsonaro (PL), com 28%.

A pesquisa perguntou aos entrevistados em qual dos possíveis candidatos eles não votariam de forma alguma caso a eleição fosse realizada hoje.

Depois de Lula, Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro, aparecem Aécio Neves (PSDB), com 18,6% de rejeição; Cabo Daciolo (Mobiliza), com 14,1%; Romeu Zema (Novo), com 13,3%; Ronaldo Caiado (PSD), com 12,1%; Renan Santos (Missão), com 10,1%; Samara Martins (UP), com 8,9%; Rui Costa Pimenta (PCO), com 8,8%; Hertz Dias (PSTU), com 8,5%; Edmilson Costa (PCB), com 8,2%; Augusto Cury (Avante), com 7,2%; e Joaquim Barbosa (DC), com 7%.

Ainda de acordo com o levantamento, 0,5% dos entrevistados disseram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados, enquanto 5,7% afirmaram não saber responder.

Rejeição individual

Além da pergunta geral sobre em quem o eleitor não votaria, a pesquisa avaliou individualmente cada um dos pré-candidatos. Nesse cenário, os entrevistados responderam sobre a possibilidade de votar em cada nome.

Entre os quatro principais nomes analisados, Lula registrou o maior índice de rejeição individual. Segundo o levantamento, 51,4% afirmaram que não votariam "de jeito nenhum" no presidente. Outros 42,5% disseram que poderiam votar no petista, enquanto 5,1% ainda não sabem e 1% declarou não conhecer o candidato.

Flávio Bolsonaro aparece com 49% de rejeição individual. Ao mesmo tempo, 39% afirmaram que poderiam votar nele, 9,3% disseram não saber e 2,7% responderam que não o conhecem. Aécio Neves também registra 49% de rejeição. Entre os entrevistados, 16,3% afirmaram que poderiam votar no ex-governador, 14,7% disseram ainda não saber e 20% informaram que não o conhecem.

Já Michelle Bolsonaro tem índice de rejeição individual de 41,5%. Segundo a pesquisa, 35% disseram que poderiam votar na ex-primeira-dama, enquanto 12,6% permanecem indecisos e 10,9% afirmaram não conhecê-la.

Metodologia

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 6 de julho. O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

Segundo o instituto, a pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Aprovação do governo Lula chega a 46,5%, mas segue abaixo da desaprovação, aponta Meio/Ideia]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/aprovacao-do-governo-lula-chega-a-465-mas-segue-abaixo/626303/</link>
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				<description><![CDATA[A administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é aprovada por 46,5% dos brasileiros, enquanto 48,5% afirmam desaprovar o governo. Os dados são da pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho. Outros 4,9% dos entrevistados não souberam responder ou preferiram não opinar.

Em relação ao levantamento anterior, realizado em maio, os números permaneceram estáveis dentro da margem de erro, que é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Na pesquisa anterior, 46,6% aprovavam a gestão federal e 51,4% a desaprovavam. Na ocasião, 2% dos participantes disseram não saber responder.

Avaliação da gestão

O levantamento também mediu a percepção dos entrevistados sobre o desempenho do governo federal. Para 41% dos participantes, a administração de Lula é classificada como "ruim" ou "péssima".

Já 32,5% consideram o governo "ótimo" ou "bom", enquanto 24,5% avaliam a gestão como "regular". Outros 2% não responderam ou afirmaram não ter opinião sobre o tema.

Como foi realizada a pesquisa

A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas em diferentes regiões do país entre os dias 3 e 6 de julho. O estudo tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

Segundo o instituto responsável pelo levantamento, a pesquisa foi custeada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.

Petista lidera 1º turno 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais, segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho. No principal cenário apresentado pelo levantamento, Lula aparece com 40,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 32%.

Na sequência, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), soma 4% das intenções de voto. Romeu Zema (Novo) aparece com 2,5%; Aécio Neves (PSDB), 2%; Renan Santos (Missão), 2%; Augusto Cury (Avante), 1,5%; Joaquim Barbosa (DC), 0,5%; e Cabo Daciolo (Mobiliza), também com 0,5%.

Ainda de acordo com a pesquisa, Rui Costa Pimenta (PCO) registra 0,4%; Samara Martins (UP), 0,4%; Hertz Dias (PSTU), 0,1%; e Edmilson Costa (PCB), 0,1%.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Meio/Ideia aponta Lula com 45% e Flávio Bolsonaro com 40% no segundo turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno das eleições presidenciais contra Flávio Bolsonaro (PL), que registra 40%, segundo pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho.

Apesar da vantagem numérica do petista, os dois estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro do levantamento, que é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em comparação com a pesquisa anterior, divulgada em maio, Lula oscilou de 46,5% para 45%, enquanto Flávio Bolsonaro passou de 41,4% para 40%. Além da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o instituto testou outros cinco cenários de segundo turno. Em todos eles, o presidente aparece na liderança.

Contra Joaquim Barbosa, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto o adversário soma 23%. Nesse cenário, 18,6% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 13,4% disseram não saber em quem votariam.

Na simulação contra Renan Santos, Lula mantém 45% das intenções de voto, enquanto o adversário aparece com 33%. Os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato representam 13,4%, e os indecisos somam 8,6%.

Outros cenários 

Em um eventual segundo turno contra Romeu Zema, o presidente registra 45%, enquanto o governador alcança 37%. Nesse cenário, 11,9% declararam voto em branco, nulo ou em nenhum candidato, e 6,1% afirmaram estar indecisos.

A pesquisa também simulou uma disputa entre Lula e Ronaldo Caiado. O presidente aparece com 45% das intenções de voto, contra 37,6% do adversário. Os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato somam 11%, enquanto 6,4% dos entrevistados disseram não saber em quem votariam.

Já em um cenário de segundo turno contra Michelle Bolsonaro, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto a ex-primeira-dama aparece com 36%. Nesse caso, os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato representam 11%, e os indecisos totalizam 8%.

Metodologia 

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 6 de julho. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:51:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Meio/Ideia: Lula lidera cenário de 1º turno com 40,4% e Flávio Bolsonaro soma 32%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-meioideia-lula-lidera-cenario-de-1eordm-turno-com-404/626297/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais, segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho. No principal cenário apresentado pelo levantamento, Lula aparece com 40,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 32%.

Na sequência, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), soma 4% das intenções de voto. Romeu Zema (Novo) aparece com 2,5%; Aécio Neves (PSDB), 2%; Renan Santos (Missão), 2%; Augusto Cury (Avante), 1,5%; Joaquim Barbosa (DC), 0,5%; e Cabo Daciolo (Mobiliza), também com 0,5%.

Ainda de acordo com a pesquisa, Rui Costa Pimenta (PCO) registra 0,4%; Samara Martins (UP), 0,4%; Hertz Dias (PSTU), 0,1%; e Edmilson Costa (PCB), 0,1%.

Os entrevistados que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos representam 4,1% do total. Já os indecisos somam 9,5%.

Cenário com Michelle Bolsonaro

O instituto também simulou um cenário sem a candidatura de Flávio Bolsonaro e com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) na disputa.

Nesse caso, Lula mantém os mesmos 40,4% das intenções de voto, enquanto Michelle aparece com 29,4%. Na sequência estão Ronaldo Caiado, com 7%; Romeu Zema, com 4,4%; Renan Santos, com 3,5%; Aécio Neves, com 3,2%; Augusto Cury, com 2,5%; Joaquim Barbosa, com 0,6%; Cabo Daciolo, com 0,4%; Hertz Dias, Rui Costa Pimenta, Edmilson Costa e Samara Martins, todos com 0,1%.

Nesse cenário, os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato representam 2,6%, enquanto 5,7% dos entrevistados disseram estar indecisos.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas entre os dias 3 e 6 de julho de 2026. O levantamento possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

Segundo o instituto, a pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[População em situação de rua inscrita no CadÚnico chega 392,4 mil no terceiro mandato de Lula]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/populacao-em-situacao-de-rua-inscrita-no-cadunico-chega-3924-mil-no/626258/</link>
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				<description><![CDATA[O número de pessoas em situação de rua registradas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) apresentou forte crescimento desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Dados atualizados mostram que a quantidade de pessoas cadastradas nessa condição passou de 198,7 mil, em dezembro de 2022, para 392,4 mil em junho de 2026.

O aumento representa uma alta de 97,4% no período, indicando que o contingente de pessoas vivendo nas ruas praticamente dobrou em pouco mais de três anos. O CadÚnico é o principal instrumento do governo federal para identificar famílias de baixa renda e garantir o acesso a programas sociais, sendo também utilizado como base para o acompanhamento da população em situação de vulnerabilidade.

O avanço expressivo do número de pessoas em situação de rua durante o atual governo deve ampliar a pressão sobre a gestão federal, que tem sido cobrada por resultados mais efetivos no enfrentamento da vulnerabilidade social. Apesar da ampliação de programas sociais e de anúncios de medidas voltadas à população de baixa renda, os indicadores do CadÚnico mostram que o problema continua crescendo, levantando questionamentos sobre a eficácia das políticas públicas implementadas até o momento.

Crescimento acende alerta para políticas públicas

O aumento do número de pessoas cadastradas reforça o desafio enfrentado pelo poder público na formulação de políticas voltadas ao atendimento dessa parcela da população. Além da falta de moradia, muitos enfrentam dificuldades de acesso ao mercado de trabalho, serviços de saúde, assistência social e documentação civil.

O Cadastro Único desempenha papel estratégico nesse processo, pois reúne informações socioeconômicas utilizadas para direcionar benefícios e programas governamentais. 

Nos últimos anos, o tema ganhou maior visibilidade diante do crescimento da população vivendo nas ruas em diversas cidades brasileiras. Fatores como desemprego, perda de renda, déficit habitacional, dependência química, rompimento de vínculos familiares e problemas de saúde mental são apontados entre as principais causas que levam pessoas à situação de vulnerabilidade extrema.

O cenário também tende a alimentar críticas da oposição, que atribui ao governo federal a falta de ações suficientes para conter o aumento da população em situação de rua. Parlamentares e especialistas defendem que, além da assistência social, é necessário ampliar políticas de geração de emprego, habitação e tratamento para dependência química e saúde mental, sob o argumento de que as medidas adotadas até agora não foram capazes de reverter o crescimento observado nos últimos anos.

Os números atualizados do CadÚnico reforçam a necessidade de ampliar políticas públicas voltadas à inclusão social, à oferta de moradia, ao atendimento especializado e à reinserção dessas pessoas no mercado de trabalho, buscando reduzir o avanço da população em situação de rua no país.
 
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 17:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Federal autoriza concursos da Receita Federal e Banco Central com 316 vagas; veja detalhes]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/oportunidades/governo-autoriza-concursos-da-receita-federal-e-banco-central-com-316/626198/</link>
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				<description><![CDATA[O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou a realização de dois novos concursos públicos federais para a Receita Federal e o Banco Central do Brasil. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na última sexta-feira, 3 de julho, e prevê a oferta de 316 vagas para cargos de níveis médio e superior.

As autorizações representam mais uma oportunidade para candidatos que desejam ingressar no serviço público federal. Agora, os órgãos têm prazo de até seis meses para publicar os editais. Caso esse período não seja cumprido, a autorização perderá a validade.

Na Receita Federal, foram autorizadas 146 vagas, distribuídas entre dois cargos. Serão ofertadas 116 oportunidades para Analista Tributário e outras 30 para Auditor-Fiscal.

Já o Banco Central do Brasil recebeu autorização para preencher 170 vagas. Desse total, 100 serão destinadas ao cargo de Auditor do Banco Central, 50 para Técnico do Banco Central e 20 para Procurador do Banco Central.

Editais têm prazo 

De acordo com as portarias publicadas pelo Ministério da Gestão e da Inovação, os editais deverão ser divulgados em até seis meses.

Após a publicação dos editais, a legislação determina que a primeira prova objetiva só poderá ser aplicada após um intervalo mínimo de dois meses, garantindo tempo para que os candidatos possam se preparar para o processo seletivo.

A nomeação dos aprovados dependerá da homologação do resultado final dos concursos e da autorização do governo federal para o preenchimento das vagas.

Certames recentes

O concurso mais recente da Receita Federal ocorreu em 2022. Na ocasião, o edital foi publicado em dezembro e as provas foram realizadas em março de 2023, sob organização da Fundação Getulio Vargas (FGV).

A seleção ofereceu 699 vagas de nível superior para os cargos de Auditor-Fiscal e Analista Tributário, com remuneração inicial que chegava a R$ 21 mil. O concurso permaneceu válido até dezembro de 2025.

No caso do Banco Central, o último certame foi realizado em 2024. O edital foi divulgado em janeiro daquele ano e as provas objetiva e discursiva aconteceram em agosto, sob responsabilidade do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

Na época, foram oferecidas 100 vagas imediatas para o cargo de Analista do Banco Central, distribuídas entre as áreas de Economia e Finanças e Tecnologia da Informação, além da formação de cadastro de reserva. A remuneração inicial era de R$ 20.924,80.

Com a nova autorização, candidatos interessados em atuar na Receita Federal ou no Banco Central devem acompanhar a publicação dos editais, que trarão informações sobre cronograma, conteúdo programático, requisitos dos cargos, etapas da seleção e remunerações atualizadas.
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				<category>Oportunidades</category>
				<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Itamaraty vê risco de ação militar dos EUA no Brasil após equiparação de PCC e CV como terroristas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/itamaraty-risco-acao-militar-dos-eua-pcc-cv-como-terroristas/626157/</link>
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				<description><![CDATA[O Ministério das Relações Exteriores do governo Lula disse, em ofício enviado à Câmara dos Deputados, que a classificação de organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como terroristas, feita pelo governo dos Estados Unidos, pode implicar em risco de uso da força militar americana contra o Brasil.

A pasta também adicionou que a medida americana pode ter "impactos relevantes tanto no plano econômico como no da soberania nacional" e não "trará benefícios concretos para a cooperação internacional" entre os dois países no enfrentamento ao crime organizado.

"A referida classificação unilateral poderia ser invocada como justificativa para ações extraterritoriais sobre instituições brasileiras, em particular no âmbito financeiro, migratório e penal. Há, ademais, o risco de uso da força militar dos EUA contra o território nacional", disse a pasta, em resposta a requerimento de informação pedido pelo deputado federal Evair Vieira de Melo (PP-ES).

Nesse ofício, assinado pelo ministro das Relações Mauro Vieira, o Itamaraty explica outros receios com a decisão americana.

"A designação pode ser para que autoridades estadunidenses apliquem medidas administrativas e judiciais de caráter unilateral e extraterritorial contra pessoas ou organizações brasileiras, inclusive contra aquelas sem vínculos diretos com os EUA ou cuja ligação com os grupos designados seja indireta ou meramente involuntária", afirmou. 

Essa resposta chegou à Câmara na última quinta-feira, 2.

No começo de junho, os EUA classificaram CV e PCC como terroristas. A medida foi divulgada à revelia do governo Luiz Inácio Lula da Silva, e após pedido expresso e apoio político do pré-candidato de oposição ao Palácio do Planalto e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O governo brasileiro já havia avaliado que a designação permitiria, no limite, que os EUA promovessem uma operação militar em território nacional.

Na decisão publicada no Diário Oficial Americano, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, escreve que PCC e CV "são estrangeiros que cometeram ou tentaram cometer, representam um risco significativo de cometer, ou participaram de treinamento para cometer atos de terrorismo que ameaçam a segurança de cidadãos norte-americanos ou a segurança nacional, a política externa ou a economia dos Estados Unidos".

O secretário autoriza, sem aviso prévio, o bloqueio de bens e de fundos pertencentes a essas organizações nos EUA.

O documento afirma que a designação foi adotada em concordância com a Procuradoria-Geral e o Secretaria do Tesouro dos EUA.

À Câmara, o Itamaraty afirmou que a posição brasileira tem base no entendimento de "órgãos de segurança pública, inteligência e justiça" e informou que os Estados Unidos não comunicou formalmente o Brasil sobre a decisão.

A pasta também disse que não houve notas diplomáticas ou comunicações ao governo brasileiro sobre o tema em razão do entendimento do Itamaraty que a classificação feita pelo país americano é "auto unilateral que, portanto, não requer manifestação formal do governo brasileiro".

"O governo brasileiro tem reiterado sua posição de que tal classificação não traz benefícios concretos ao combate ao crime organizado, e vem buscando reforçar o diálogo bilateral para incrementar a cooperação na matéria, com base no respeito ao Estado de Direito e à soberania nacional", disse.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dívida pública federal atingi R$ 9 trilhões no mês de maio em 2026 e registra 2,66% de crescimento]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/divida-publica-federal-atingi-r-9-trilhoes-no-mes-de-maio-em-2026-e/626151/</link>
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				<description><![CDATA[A dívida pública federal brasileira chegou à marca de R$ 9 trilhões em maio, registrando crescimento de 2,66% na comparação com abril. Os dados constam no Relatório Mensal da Dívida (RMD), divulgado pelo Tesouro Nacional, e refletem o avanço do endividamento do governo em meio às necessidades de financiamento e à incorporação de juros sobre os títulos públicos.

Segundo o relatório, a alta foi impulsionada principalmente pela emissão líquida de títulos, que somou R$ 134,46 bilhões no período, além da apropriação positiva de juros, equivalente a R$ 99,94 bilhões. Esses fatores contribuíram para elevar o estoque da dívida ao maior patamar já registrado.

Com o resultado de maio, o volume da dívida ficou abaixo da faixa projetada pelo Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2026, que prevê um estoque entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões ao longo do ano. Apesar disso, outros indicadores monitorados pelo Tesouro permaneceram dentro das metas estabelecidas.

Perfil da dívida e participação dos investidores

O prazo médio da dívida pública federal passou de 4,12 anos em abril para 4,07 anos em maio. O indicador representa o tempo médio necessário para que o governo refinancie seus compromissos e segue dentro do intervalo considerado adequado pelo PAF 2026, entre 3,8 e 4,2 anos.

Durante a apresentação do relatório, o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Helano Borges Dias, afirmou que houve redução da aversão ao risco por parte dos investidores ao longo de maio. Segundo ele, a melhora na percepção do mercado esteve relacionada às perspectivas de redução das tensões envolvendo Estados Unidos e Irã.

O levantamento também mostra que quase metade da dívida permanece vinculada à taxa básica de juros (Selic), atualmente em 14,25% ao ano. A composição da carteira ficou distribuída entre títulos atrelados à Selic (48,99%), aos índices de preços, como o IPCA (26,26%), títulos prefixados (21%) e papéis indexados ao câmbio (3,75%).

Entre os principais detentores da dívida pública, as instituições financeiras seguem na liderança, ampliando ligeiramente sua participação de 31,46% para 31,54% no período. Já a fatia pertencente à Previdência Social apresentou recuo, passando de 23,32% em abril para 22,92% em maio.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:04:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Presidente Lula exonera fotógrafo Ricardo Stuckert; entenda o motivo da mudança]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/presidente-lula-exonera-fotografo-ricardo-stuckert-entenda-o-motivo/626105/</link>
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				<description><![CDATA[A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de exonerar o fotógrafo Ricardo Stuckert da estrutura da Presidência da República marca mais um movimento de reorganização da comunicação governamental em meio ao calendário eleitoral. A mudança foi oficializada nesta segunda-feira (6) e integra uma série de alterações voltadas ao fortalecimento da estratégia de comunicação da campanha de reeleição do petista.

Figura de confiança de Lula há mais de duas décadas, Stuckert deixa o cargo de secretário de Produção e Divulgação de Conteúdo Audiovisual da Presidência para assumir uma nova função na equipe eleitoral. A expectativa é que ele passe a coordenar a produção de conteúdo e a estratégia para as redes sociais da campanha, trabalhando em conjunto com Nicole Briones, responsável pela área digital do Partido dos Trabalhadores (PT).

A mudança reforça o papel que a comunicação digital terá na disputa eleitoral deste ano, considerada estratégica para aproximar o presidente do eleitorado e ampliar o alcance das ações da campanha nas plataformas digitais.

Ricardo Stuckert passa a integrar comunicação da campanha

Conhecido por registrar os principais momentos da trajetória política de Lula, Ricardo Stuckert construiu uma relação de longa data com o presidente. Ao longo dos anos, acompanhou viagens oficiais, eventos institucionais e campanhas eleitorais, tornando-se um dos principais responsáveis pela imagem pública do petista.

Agora, sua atuação deixa de fazer parte da estrutura administrativa da Presidência para se concentrar exclusivamente nas ações da campanha eleitoral.

A alteração atende à necessidade de separar as atividades institucionais das ações político-eleitorais, conforme determina a legislação vigente durante o período de campanha.

Governo promove outras mudanças na área de comunicação

A saída de Stuckert não será a única alteração na equipe de comunicação do governo federal. Também está prevista a exoneração de três integrantes da Secretaria de Imprensa, vinculada à Secretaria de Comunicação Social (Secom).

Os assessores Raquel Sepúlveda, Gustavo Couto e Gilberto Santos deverão deixar seus cargos para atuar diretamente no atendimento à imprensa durante a campanha presidencial.

A expectativa é de que outras mudanças ocorram nas próximas semanas, acompanhando a intensificação das atividades eleitorais.

Comunicação digital ganha protagonismo na eleição

Nos últimos anos, as redes sociais passaram a ocupar posição central nas campanhas eleitorais brasileiras. A produção de vídeos, fotografias, transmissões ao vivo e conteúdos exclusivos tornou-se uma das principais ferramentas de comunicação entre candidatos e eleitores.

Nesse cenário, a escolha de Ricardo Stuckert para coordenar parte dessa estratégia evidencia a confiança do presidente em um profissional que conhece de perto sua trajetória política e sua forma de comunicação com o público.

Além da produção de imagens, a missão da equipe será ampliar o alcance das mensagens da campanha e fortalecer a presença digital de Lula durante o período eleitoral.

Reestruturação ocorre em meio ao calendário eleitoral

A reorganização da equipe acontece em um momento de maior movimentação política no país. Nas últimas semanas, Lula intensificou agendas oficiais em diversos estados brasileiros antes do início das restrições previstas pela legislação eleitoral para agentes públicos.

Com a aproximação das eleições, a tendência é que as equipes ligadas à comunicação da campanha passem a assumir papel cada vez mais relevante na divulgação de propostas, na interação com os eleitores e na resposta aos debates que deverão marcar a disputa presidencial.

A exoneração de Ricardo Stuckert, portanto, representa uma mudança administrativa, mas também simboliza o início de uma nova fase da estratégia eleitoral do presidente, que busca fortalecer sua presença digital e preparar a estrutura de comunicação para os desafios da campanha de reeleição.

Com as alterações já anunciadas e outras ainda previstas, o Palácio do Planalto inicia uma reorganização que separa as atividades institucionais das ações eleitorais, seguindo as exigências legais e preparando a equipe que atuará diretamente na disputa pelo Palácio do Planalto.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:58:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Anderson Ferreira anuncia agenda de Flávio Bolsonaro em Pernambuco no dia 9 de julho]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente estadual do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira, anunciou por meio de suas redes sociais a agenda oficial da visita do Flávio Bolsonaro ao estado, marcada para a próxima quarta-feira, 9 de julho.

A programação terá início às 17h, com um Encontro de Pastores com Flávio Bolsonaro, no Mar Hotel Conventions, localizado na Rua Barão de Souza Leão, 451, em Boa Viagem, no Recife.

Na sequência, às 19h, será realizado um evento do PL Pernambuco com Flávio Bolsonaro, onde será lançada a pré-candidatura de Silvio Nascimento ao Senado Federal. O ato acontecerá no Recife Expo Center, situado no Cais Santa Rita, 446, no bairro de São José, área central da capital pernambucana.

Flávio apoia Anderson no senado 

O presidente estadual do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira, está em Brasília participando de uma série de reuniões estratégicas com lideranças nacionais do partido (assista vídeo abaixo).

Entre os compromissos, Anderson participou de um encontro, nesta quarta-feira, 18 de março, com presidentes estaduais do PL ao lado do presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, e do senador e pré-candidato a presidência, Flávio Bolsonaro.

Durante a agenda, Flávio Bolsonaro divulgou um vídeo nas redes sociais, reforçando o nome de Anderson para disputar uma vaga no Senado Federal por Pernambuco.

“Estou em uma missão e quero lhe convocar para a missão de disputar o Senado”. Flávio destacou ainda que a liderança de Anderson é fundamental para que Pernambuco siga um caminho diferente, com enfrentamento firme à violência, combate aos altos impostos e reconstrução da esperança da população.

Em resposta, Anderson Ferreira reafirmou alinhamento ao projeto: “Flávio, estamos juntos. Já cumpri essa missão com o seu pai, agora não vai ser diferente. O mesmo empenho. A tropa está unida, simbora trabalhar!”, afirmou.

Em sequência ao ciclo de encontros iniciado pelo Partido Liberal (PL) em Pernambuco, a legenda reuniu, os diretórios municipais de todo o estado para aprofundar o debate sobre o cenário político e dar continuidade às articulações para as eleições de 2026.

O encontro foi coordenado pelo presidente estadual do partido, Anderson Ferreira, e contou com a presença do deputado federal Coronel Meira, do deputado estadual Abimael Santos, da presidente do PL Mulher Izabel Urquiza, do vice-prefeito de Cupira, Golbery Lopes, do vereador do Recife Fred Ferreira e do vereador de Vitória de Santo Antão Marcos da Prestação.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 18:42:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Descontos indevidos no INSS cresceram quase cinco vezes e maioria ocorreu no governo Lula]]></title>
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				<description><![CDATA[Os descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aumentaram de forma expressiva nos últimos anos. Dados da Controladoria-Geral da União (CGU) mostram que o valor das cobranças investigadas passou de R$ 706 milhões em 2022 para R$ 3,3 bilhões em 2024, representando um crescimento de quase cinco vezes no período.

O levantamento permite comparar os números registrados nas diferentes gestões federais. Segundo a CGU, dos valores apurados entre 2019 e 2024, cerca de 62,5% do montante foi contabilizado durante o atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Crescimento dos descontos investigados

Os dados da CGU indicam que o aumento das cobranças ocorreu principalmente entre 2023 e 2024, período em que as investigações identificaram a expansão dos descontos associativos realizados diretamente nos benefícios previdenciários.

Entre 2022 e 2024, o valor sob investigação passou de R$ 706 milhões para R$ 3,3 bilhões. O crescimento também foi acompanhado pelo aumento do número de aposentados e pensionistas que relataram descontos não autorizados.

Segundo auditoria realizada pelo órgão, 97,6% dos 1.273 beneficiários entrevistados afirmaram não ter autorizado as cobranças, enquanto 96% disseram não fazer parte das associações responsáveis pelos descontos.

Governo foi alertado durante avanço das irregularidades

Documentos da investigação mostram que o então ministro da Previdência, Carlos Lupi, foi informado sobre o crescimento das reclamações em junho de 2023, durante reunião do Conselho Nacional de Previdência Social.

Apesar do alerta, o tema passou a integrar oficialmente a pauta do conselho apenas em abril de 2024. Nesse intervalo, conforme os dados da CGU, os valores descontados continuaram crescendo.

As investigações deram origem à Operação Sem Desconto, que apura a atuação de entidades suspeitas de realizar cobranças sem autorização dos beneficiários.

CPMI terminou sem aprovação do relatório

O caso também foi investigado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. O relatório final propunha o indiciamento de 216 pessoas, entre elas o ex-ministro Carlos Lupi, o empresário conhecido como "Careca do INSS" e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Entretanto, o documento foi rejeitado pela maioria da base governista e não chegou a ser aprovado pela comissão.

Ressarcimento será feito com recursos da União

O governo federal anunciou o ressarcimento dos aposentados e pensionistas que sofreram descontos considerados indevidos. A devolução dos valores será realizada com recursos da União por meio de crédito extraordinário.

Embora as investigações incluam fatos iniciados antes de 2023, os dados da Controladoria-Geral da União mostram que a maior parte do volume financeiro apurado no período de 2019 a 2024 foi registrada durante a atual gestão federal, tornando o caso um dos principais temas de debate político envolvendo a administração do INSS e o sistema previdenciário brasileiro.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pela primeira vez desde 2014, a direita bate a esquerda e lidera a preferência ideológica no país]]></title>
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				<description><![CDATA[A identificação dos brasileiros com a direita superou a da esquerda pela primeira vez desde 2014, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 3 de julho. O levantamento, feito sob a gestão Lula, aponta 44% dos brasileiros classificados à direita ou centro-direita, ante 39% à esquerda ou centro-esquerda - diferença de cinco pontos porcentuais, fora da margem de erro de dois pontos.

A classificação resulta de questionário com questões sobre valores sociais, culturais e econômicos - dez de comportamento, envolvendo temas como armas, pobreza, criminalidade, homossexualidade e religião, e seis de economia, sobre impostos, leis trabalhistas e atuação do Estado.

Em 2014, quando sob a Presidência de Dilma Rousseff (PT), a direita reunia 45% de identificação, contra 35% da esquerda - uma diferença ainda maior do que a registrada agora. De lá para cá, houve um empate técnico, em 2017, com 40% à direita e 41% à esquerda.

Já em 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro, a esquerda somava 49%, e a direita, 34%.

Naquele ano, direita e esquerda estavam tecnicamente empatadas no eixo comportamental, com 39% e 42%, respectivamente. A mudança em relação à 2022 se concentra justamente nesse eixo: agora a direita soma 52%, ante 29% da esquerda e 20% do centro.

Parcela que aponta preguiça como causa da pobreza quase dobrou

A maior alteração entre as perguntas comportamentais ocorreu na visão sobre pobreza. Em 2022, 76% atribuíam a pobreza à falta de oportunidades iguais, ante 22% que a associavam à preguiça de quem não quer trabalhar. Hoje, a parcela que aponta a preguiça como causa quase dobrou, para 40%, enquanto a que credita a pobreza à falta de oportunidades caiu para 58%.

Houve também deslocamentos em temas de segurança e costumes. Em 2022, 63% defendiam a proibição da posse de armas e 35% apoiavam o direito de possuir arma legalizada. Hoje, esses porcentuais são de 55% e 41%, respectivamente.

Na divisão em cinco grupos, 15% dos entrevistados foram classificados à direita, 29% na centro-direita, 17% no centro, 26% na centro-esquerda e 13% à esquerda. Em 2022, os porcentuais eram, na mesma ordem, 9%, 24%, 17%, 32% e 17%. Ou seja, houve crescimento tanto na direita (de 9% para 15%) quanto na centro-direita (de 24% para 29%), enquanto a centro-esquerda recuou de 32% para 26% e a esquerda, de 17% para 13%. O centro permaneceu estável, em 17%.

A pesquisa foi realizada de forma presencial nos dias 17 e 18 de junho, com 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios. A margem de erro máxima para o total da amostra é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95% - as margens são maiores nos recortes da população. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09956/2026.

Estadão Conteúdo.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 09:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Raquel reúne força política e anuncia R$ 2,6 bilhões antes de início da restrição eleitoral]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/raquel-lyra-anuncia-bilhoes-antes-de-restricao-eleitoral/625982/</link>
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				<description><![CDATA[A governadora Raquel Lyra anunciou, na noite da sexta-feira, 3 de julho, um pacote no valor global de R$ 2,6 bilhões em benefício dos municípios de todas as macrorregiões de Pernambuco.

Foram 254 anúncios, entre autorizações de início de obras e publicações de editais que incluem um conjunto de 19 intervenções em estradas - um investimento que ultrapassa R$ 500 milhões - além da construção de creches, delegacias, adutoras e sistemas de abastecimento, instalação de pontos de iluminação pública, equipamentos esportivos (areninhas) e outras entregas voltadas à melhoria da infraestrutura urbana.

As iniciativas foram autorizadas com recursos garantidos em solenidade no Palácio do Campo das Princesas com a presença de mais de 100 prefeitos.

“São 131 prefeituras que estão sendo diretamente beneficiadas pelas ações que nós anunciamos hoje, fora tudo aquilo que a gente vem construindo ao longo do nosso mandato. Lançamos R$ 2,6 bilhões em obras que vão se dividir em todo o Estado, entre intervenções em estradas, obras hídricas estruturadoras como adutoras, construção de creches e outras ações sonhadas pelo nosso povo há muito tempo. O trabalho segue e continua em ritmo acelerado, com o nosso time. É extraordinário poder transformar a vida do povo pernambucano onde eles vivem ”, pontuou a governadora.

Por meio do programa PE na Estrada, coordenado pela Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi), foram autorizados R$ 500 milhões para a melhoria da infraestrutura rodoviária de Pernambuco.

As obras irão abranger mais de 347 km. Entre os destaques, está a duplicação da PE-095, em Caruaru, bastante esperada pela população. Já a implantação da VPE-700 vai criar ligação direta com a divisa do Ceará e a PE-120, ligar o Agreste à Mata Sul.

Outra demanda antiga da população, a PE-020, no trecho entre a BR-408 e São Lourenço da Mata, também teve a publicação do edital assinada, com orçamento previsto de R$ 22,6 milhões. No total, os investimentos do PE na Estrada já ultrapassaram os R$ 5 bilhões e resultaram, até agora, na recuperação de 1.650 quilômetros da malha viária estadual.

Anúncios por região

Somente para a Região Metropolitana, os anúncios, entre autorizações de ordens de serviço e licitações, contemplam as cidades do Recife, Olinda, Abreu e Lima, Ilha de Itamaracá, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Araçoiaba, Camaragibe, Ipojuca Paulista e São Lourenço da Mata.

As intervenções incluem a construção de quatro creches; 13 Areninhas Esportivas; a requalificação da fachada do Hospital Barão de Lucena; pavimentação, esgotamento sanitário e drenagem de mais de 50 ruas; construção de um Centro de Atendimento Multidisciplinar Especializado na Perspectiva Inclusiva (Ceame) e investimentos do Programa Morar Bem PE, na modalidade Reforma no Lar, que vão contemplar 1.175 casas populares.

Ainda no Grande Recife, estão previstas a requalificação da delegacia da Macaxeira; a execução da 2ª etapa das obras de construção da escola técnica no terreno do antigo colégio Americano Batista e a requalificação do Arquivo Público de Pernambuco.

Na área de infraestrutura hídrica, a governadora Raquel Lyra também anunciou a abertura de consulta pública para a execução das obras de construção da barragem do Engenho Maranhão, no Cabo de Santo Agostinho, orçada em R$ 1 bilhão, além da requalificação das rodovias PE-060, PE-020 e BR-408, na Ponte Tiúma.

Para a Zona da Mata, estão previstas a construção de nove areninhas, a instalação de 2.888 pontos de iluminação LED pelo Ilumina PE e o recapeamento de diversas vias. Juntas, as obras somam mais de R$ 186 milhões.

Já para a região do Agreste, a chefe do Executivo Estadual autorizou ordens de serviço para a ampliação de 3,6 km da Adutora de Jucazinho; a construção de 14 areninhas, a construção de três Centros de Educação Infantil (CEI) e de uma Escola Técnica Estadual (ETE), além da construção de praças e a urbanização de dezenas de ruas. Juntos, os projetos somam investimentos da ordem de R$ 272,6 milhões. 

No Sertão, o pacote de obras envolve a construção de 15 equipamentos esportivos, instalação de 5.447 pontos de iluminação LED pelo Ilumina PE, quatro grandes projetos voltados à infraestrutura hídrica, entre eles, a implantação de mais uma etapa do Sistema Adutor do Oeste, em Ouricuri e a pavimentação e recapeamento asfáltico de dezenas de ruas. No total, os empreendimentos estão orçados em R$ 710,5 milhões.

Ações por áreas

Mobilidade: Total de R$ 512,1 milhões de investimentos autorizados em 18 municípios, sendo 5 autorizações de obras; 1 autorização de projetos; e 10 licitações. pla a PE-050; PE-108; PE-158; PE-060; BR-408; PE-020; VPE-700; PE-090; PE-197; PE-120; BR-232; PE-074; PE-066; PE-095; e PE-022.

Recursos Hídricos: Total de R$ 44,4 milhões de investimentos autorizados em 29 municípios, sendo 32 autorizações de início de obras. pla a requalificação da captação do Sistema Integrado Cajueiro; requalificação da ETA e a ampliação da produção para a SAA Afogados da Ingazeira; ampliação da Adutora de Jucazinho; implantação de dessalinizadores em 29 municípios.

Desenvolvimento Urbano e Habitação: R$ 37,2 milhões autorizados para ampliação do programa Reforma no Lar para contemplar 28 obras, incluindo 2.069 residências nos municípios de Bezerros, Camaragibe, Camocim de São Félix, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paudalho, Recife, São Joaquim do Monte e São Lourenço da Mata.

Pelo Ilumina PE, foram assinadas 23 autorizações de início de obra, totalizando R$ 7,7 milhões. Serão trocados 10,3 mil pontos a serem instalados em 23 municípios, incluindo a 11° etapa da Ilha de Itamaracá, com os serviços de pavimentação e capeamento asfáltico de ruas, foram autorizadas 57 obras, totalizando R$ 229 milhões, destinados a 42 municípios.

Também foram destinados R$ 24,5 milhões para seis ordens de serviço e uma autorização de licitação para reforma e construção de praças em 4 municípios, a cobertura de canal em Belém do São Francisco, macrodrenagem urbana em Frei Miguelinho e contenção de encostas em Paulista.

Educação e Esportes: R$ 48 milhões investidos em 6 autorizações de início de obras, contemplando os municípios de Abreu e Lima, Agrestina, Bom Conselho, Jaboatão dos Guararapes, Palmeirina e Recife.

Autorização de licitação para a segunda etapa do Americano Batista, totalizando R$ 118,8 milhões e a construção de nova ETE em Águas Belas, no valor de R$ 25,1 milhões.

Autorizadas 55 obras de construção de Areninhas em 46 municípios.

Saúde: Autorização de 2 licitações, totalizando R$ 16,4 milhões para a construção de Centro de Atendimento Multidisciplinar Especializado na Perspectiva Inclusiva, em Petrolina e Recife.

Também foi garantido o investimento de R$ 21,5 milhões para a reforma do Hospital Barão de Lucena e a reforma da emergência do Hospital Fernando Bezerra, em Ouricuri.

Segurança: Foi autorizada a construção da Delegacia da Macaxeira, no Recife, além de duas licitações para reforma no Quartel do Comando Geral da PMPE e do Batalhão de Choque Mathias de Albuquerque, totalizando R$ 9,5 milhões. 

Desenvolvimento Econômico: Total de R$ 14,7 milhões para duas autorizações de início de obras e autorização de licitações.

SERVIDORES – Fortalecendo os serviços públicos do Estado de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra comandou, nesta sexta-feira (3), a solenidade de ingresso dos 420 aprovados no Concurso Público Unificado de Pernambuco (CPU/PE), no Centro de Convenções, em Olinda. Desde 2023, já foram realizadas 26.320 nomeações para os mais diversos órgãos e entidades estaduais, entre os quais estão 7,9 mil servidores da segurança e 2,9 mil profissionais da saúde. A vice-governadora Priscila Krause acompanhou a solenidade.

Da redação do Portal de Prefeitura com informações da Secom.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 09:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ministra do STM nomeada por Lula teria recebido R$ 700 mil de empresa fantasma, diz Site]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/ministra-do-stm-nomeada-por-lula-teria-recebido-r-700-mil-de-empresa/625931/</link>
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				<description><![CDATA[A ministra do Superior Tribunal Militar (STM), Verônica Abdalla Sterman, indicada ao cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2025, foi citada em uma reportagem publicada pelo Diário do Poder, que aponta o recebimento de cerca de R$ 700 mil por um escritório de advocacia ligado à magistrada, ainda no período em que atuava como advogada.

Segundo o veículo, os valores teriam sido pagos por uma empresa que é alvo de investigações e apontada como parte de uma estrutura suspeita de movimentação financeira irregular e possível uso de “laranjas” em operações de lavagem de dinheiro.

A reportagem afirma que os repasses teriam ocorrido entre o fim de 2024 e o início de 2025, antes da nomeação de Sterman para o STM. Os pagamentos, de acordo com o levantamento citado, teriam sido feitos em parcela única ao escritório da então advogada.

Empresa é citada em investigações financeiras

De acordo com o conteúdo publicado pelo Diário do Poder, a empresa mencionada nas transações integra um conjunto de companhias investigadas por órgãos de controle financeiro e policiais, incluindo relatórios de inteligência financeira que apontariam movimentações consideradas atípicas.

Ainda segundo a reportagem, investigações em curso citariam suspeitas de uso de terceiros na constituição formal da empresa, além de movimentações financeiras expressivas que chamaram a atenção de autoridades.

O material também menciona que a empresa teria sido associada a outras companhias sob investigação em operações relacionadas a fraudes e lavagem de dinheiro, sem que haja, até o momento, condenação judicial definitiva.

Escritório teria prestado serviços jurídicos

A ministra, segundo a reportagem, afirmou que os valores recebidos estariam relacionados à prestação de serviços jurídicos e elaboração de pareceres. No entanto, o levantamento citado pelo Diário do Poder afirma não ter localizado processos judiciais diretamente vinculados à atuação do escritório no caso específico da empresa mencionada.

O texto também aponta que situações semelhantes teriam ocorrido com outros profissionais do meio jurídico que prestaram serviços a empresas posteriormente investigadas, sem que isso implique, por si só, irregularidade comprovada.

Caso envolve investigação em andamento

O episódio ganha repercussão por envolver uma integrante de tribunal superior e uma empresa citada em investigações financeiras mais amplas. Até o momento, não há decisão judicial que comprove irregularidades relacionadas diretamente à ministra.

As informações são baseadas na reportagem publicada pelo Diário do Poder, que cita documentos, depoimentos e relatórios de investigação em andamento.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 16:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Bahia, governada pelo PT desde 2007, é o único estado com mais de 1 milhão de analfabetos]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/bahia-governada-pelo-pt-desde-2007-e-o-unico-estado-com-mais-de-1/625898/</link>
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				<description><![CDATA[A Bahia permanece como o estado brasileiro com o maior número absoluto de pessoas analfabetas. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Educação 2025, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mostram que aproximadamente 1,1 milhão de baianos com 15 anos ou mais não sabem ler nem escrever. É a única unidade da federação que supera a marca de um milhão de analfabetos.

O levantamento coloca a Bahia na primeira posição do ranking nacional em números absolutos. O estado concentra 13,7% dos 8,4 milhões de brasileiros analfabetos, mantendo um desafio histórico na área da educação, apesar da redução gradual dos índices registrada em nível nacional.

Bahia lidera ranking nacional

De acordo com a PNAD Contínua Educação, a taxa de analfabetismo na Bahia é de 9,5%, praticamente o dobro da média brasileira, que caiu para 4,9% em 2025. Foi a primeira vez, desde o início da série histórica da pesquisa, que o índice nacional ficou abaixo de 5%.

Depois da Bahia, os estados com maior número absoluto de analfabetos são Ceará, com cerca de 823 mil pessoas, e Pernambuco, com aproximadamente 763 mil.

Embora o país tenha avançado na redução do analfabetismo, o levantamento evidencia que o problema continua concentrado principalmente na Região Nordeste, onde estão os maiores contingentes de pessoas que não tiveram acesso à alfabetização.

Educação permanece como desafio histórico

Especialistas em educação apontam que o analfabetismo está diretamente relacionado a fatores como desigualdade social, pobreza, evasão escolar, dificuldades de acesso ao ensino e limitações das políticas públicas ao longo de diferentes governos.

Na Bahia, o cenário ganha maior repercussão por envolver o estado mais populoso do Nordeste e por manter indicadores acima da média nacional há vários anos.

Além do impacto na educação, o analfabetismo influencia diretamente indicadores de renda, empregabilidade, inclusão social e acesso a serviços públicos, tornando-se um dos principais desafios para o desenvolvimento econômico e humano.

Gestão do PT completa 19 anos no estado

Os números também repercutem no cenário político. A Bahia é governada pelo PT desde 2007, quando Jaques Wagner venceu as eleições estaduais. Desde então, o partido permaneceu no comando do governo com as gestões de Rui Costa e do atual governador Jerônimo Rodrigues.

A divulgação dos dados do IBGE reacende o debate sobre os resultados das políticas públicas voltadas à alfabetização e à permanência escolar ao longo desse período. Ao mesmo tempo, especialistas observam que o enfrentamento do analfabetismo envolve fatores estruturais acumulados ao longo de décadas, exigindo políticas continuadas e investimentos de longo prazo.

Brasil registra menor taxa da série histórica

Apesar da situação da Bahia, o cenário nacional apresentou evolução em 2025. Segundo o IBGE, o Brasil alcançou a menor taxa de analfabetismo desde o início da série da PNAD Contínua, refletindo a ampliação do acesso à educação e a redução gradual desse indicador nos últimos anos.

Ainda assim, mais de 8,4 milhões de brasileiros permanecem sem saber ler e escrever, demonstrando que o analfabetismo continua sendo um dos principais desafios educacionais do país. Nesse contexto, a Bahia permanece como o estado com maior número absoluto de pessoas nessa condição, concentrando sozinha mais de um em cada oito analfabetos brasileiros.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 13:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[EUA sancionam dois brasileiros e empresas acusados de lavar dinheiro para o PCC]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eua-sancionam-dois-brasileiros-e-empresas-acusados-de-lavar-dinheiro/625756/</link>
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				<description><![CDATA[O Departamento de Tesouro dos Estados Unidos (EUA) sancionou, nesta quarta-feira, 1° de julho, dois brasileiros e três empresas do Brasil acusando-as de supostos vínculos com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Uma empresa portuguesa também foi bloqueada, acusada de suposta relação com lavagem de dinheiro do PCC na Flórida (EUA). Esta é a primeira sanção de Washington contra brasileiros ou empresas do Brasil após o governo Donald Trump classificar facções do país como organizações terroristas. 

“Essa designação é mais um passo do governo dos EUA para abordar e reconhecer a crescente presença da geração de receita ilícita do Primeiro Comando da Capital dentro de nossas fronteiras”, disse Gene Lange, subsecretário para Terrorismo e Inteligência Financeira.

O Departamento de Tesouro dos EUA argumenta que a decisão foi resultado de uma investigação da Força-Tarefa de Segurança Interna (HSTF), em parceria com o Escritório de Campo do FBI em Miami e a Seção de Lavagem de Dinheiro, Narcóticos e Confisco do Departamento de Justiça norte-americano.

“Essa abordagem unificada e abrangente do governo garante a coordenação operacional para maximizar o impacto contra as redes criminosas transnacionais”, diz comunicado do Escritório de Controle de Ativos de Estrangeiros (Ofac).

Alvos

Os alvos das sanções são dois brasileiros Victor Henrique de Oliveira Shimada (Shimada) e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira (Stella).

Os EUA acusam Shimada de ser o “elo fundamental” do PCC com membros da facção na Flórida, que teria lavado mais de US$ 30 milhões em “diversas cidades” dos EUA. Ele seria o dono da empresa Victory Trading, também sancionada pelo Ofac.

Stella é acusada pelos EUA de ter trabalhado como “secretária” de Shimada, sendo ainda sua parente.

A Ofac aplicou sanções ainda a quatro empresas supostamente ligadas a Shimada - a Victory Trading Intermediação de Negócios Cobranças e Tecnologia Ltda; a Pixwave Soluções de Pagamentos Ltda; a Wave Construções Inteligentes Ltda; e a Avenidas Flutuantes Unipessoal Ltda.

A Victory Trading e a Pixwave são empresas de serviços financeiros; a Wave é uma construtora; e a Avenidas Flutuantes é uma empresa de transporte e armazenagem com sede perto de Lisboa, Portugal.

Como resultado das sanções, estão bloqueados todos os bens das pessoas e empresas alvos, que estejam nos EUA ou sob controle de pessoas do país.

“Além disso, instituições financeiras e outras pessoas podem estar sujeitas a sanções por se envolverem em certas transações ou atividades envolvendo pessoas designadas ou bloqueadas”, diz comunicado da Ofac. 

Agciêna Brasil. 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 08:55:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas: Renan Santos cresce, supera Caiado e Zema e aparece em 3º lugar]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma nova pesquisa divulgada nesta quarta-feira (1º) pela Atlas/Bloomberg aponta mudanças no cenário da disputa pela Presidência da República. O levantamento mostra que Renan Santos registrou o maior crescimento entre os candidatos da chamada "terceira via", alcançando a terceira colocação no cenário estimulado e ultrapassando nomes que já governam estados importantes do país.

Os dados indicam que Renan Santos aparece com 7,8% das intenções de voto, à frente do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que soma 2,9%, e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que registra 2,0%. O resultado coloca o pré-candidato do partido Missão como o principal nome fora da polarização entre governo e oposição.

Lula segue na liderança

Apesar do avanço de Renan Santos, a liderança da corrida presidencial permanece com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que aparece com 46,3% das intenções de voto no cenário testado pela pesquisa.

Na segunda posição está o senador Flávio Bolsonaro, com 36,6%.

A distância entre os dois principais candidatos mantém o cenário eleitoral concentrado na disputa entre governo e oposição, enquanto Renan Santos desponta como o nome com maior crescimento entre os demais concorrentes.

Crescimento chama atenção

O desempenho de Renan Santos é considerado um dos principais destaques do levantamento por colocá-lo à frente de lideranças nacionais que já administram importantes estados brasileiros.

Enquanto Caiado e Zema são frequentemente citados como possíveis alternativas para o eleitorado de centro e centro-direita, a pesquisa mostra que, neste momento, Renan Santos aparece numericamente à frente dos dois governadores.

O resultado também reforça uma tendência de pulverização dos votos fora dos dois principais polos da disputa, embora a diferença para os líderes ainda seja significativa.

Levantamento ouviu quase 5 mil eleitores

A pesquisa Atlas/Bloomberg entrevistou 4.999 eleitores em todo o país entre os dias 26 e 30 de junho.

Segundo o instituto, o levantamento possui margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O estudo está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Cenário ainda pode mudar

Embora a pesquisa ofereça um retrato do momento, especialistas lembram que o processo eleitoral ainda está em fase de pré-campanha, período em que alianças partidárias, definições de candidaturas e o início oficial da campanha podem alterar o comportamento do eleitorado.

Os números mostram, no entanto, que Renan Santos amplia sua presença no debate nacional ao superar dois governadores frequentemente mencionados como presidenciáveis, consolidando-se, neste levantamento, como o principal nome fora da disputa direta entre Lula e Flávio Bolsonaro.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ministério da Cultura lança segunda edição do programa Rouanet nas Favelas]]></title>
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				<description><![CDATA[O Ministério da Cultura (MinC) lançou nesta terça-feira, 30 de junho, no Rio de Janeiro, a segunda edição do programa Rouanet nas Favelas. A iniciativa é voltada à ampliação do acesso de artistas, coletivos e produtores culturais das periferias aos mecanismos de incentivo fiscal da Lei Rouanet.

O lançamento ocorreu durante o I Seminário de Avaliação dos Resultados da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab), evento que também apresentou estudos inéditos sobre o primeiro ciclo da política. Segundo o levantamento, a Pnab alcançou 99,9% dos municípios brasileiros e beneficiou 167.817 agentes culturais entre 2023 e 2025.

O presidente da Central Única das Favelas (Cufa), Preto Zezé, afirmou que a iniciativa representa uma mudança na forma como as favelas passam a ser vistas pelas políticas públicas e pelo setor privado:

"A primeira coisa é um entendimento novo sobre a favela: não mais como um ambiente de problema e de carência, mas de potência", afirmou. "O Ministério da Cultura vai conhecer iniciativas, projetos e ações que não tinham janela para botar a cara no sol das oportunidades."

Mobilização

O secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do MinC, Thiago Rocha, explicou que a segunda edição do programa terá um período de mobilização antes da abertura das inscrições, prevista para 15 de agosto.

Segundo ele, equipes do ministério realizarão oficinas e atividades de orientação em comunidades, para ensinar artistas e produtores culturais a elaborar projetos e acessar os mecanismos da Lei Rouanet:

"A ideia é mostrar que a Rouanet não é só de alguns, é de todo mundo. Se você faz cultura e tem uma iniciativa cultural, pode participar".

O secretário afirmou que a estratégia busca ampliar o número de proponentes das periferias aptos a captar recursos:

"A cultura tem que ser de todo mundo, em todo lugar. A PNAB está em todos os municípios, a Rouanet está em todos os estados e agora estará cada vez mais presente nas favelas e nos territórios brasileiros".

O secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do MinC, Thiago Rocha, explicou que a segunda edição do programa terá um período de mobilização antes da abertura das inscrições, prevista para 15 de agosto.

Segundo ele, equipes do ministério realizarão oficinas e atividades de orientação em comunidades, para ensinar artistas e produtores culturais a elaborar projetos e acessar os mecanismos da Lei Rouanet:

"A ideia é mostrar que a Rouanet não é só de alguns, é de todo mundo. Se você faz cultura e tem uma iniciativa cultural, pode participar".

O secretário afirmou que a estratégia busca ampliar o número de proponentes das periferias aptos a captar recursos:

"A cultura tem que ser de todo mundo, em todo lugar. A PNAB está em todos os municípios, a Rouanet está em todos os estados e agora estará cada vez mais presente nas favelas e nos territórios brasileiros".

Agência Brasil. 
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				<category>Governo Federal</category>
				<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 13:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pastor Eurico acusa governo Lula e cita Tereza Leitão (PT) após adiamento da PEC 14 no Senado]]></title>
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				<description><![CDATA[O adiamento da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/2021, que trata da aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE), provocou reação do deputado federal Pastor Eurico (PL-PE). Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar responsabilizou o governo federal pelo atraso na tramitação da matéria e citou nominalmente a senadora Tereza Leitão (PT-PE) ao comentar o cenário político em torno da proposta.

Dirigindo-se aos agentes de saúde de Pernambuco e de todo o Brasil, Pastor Eurico classificou como um "absurdo" o adiamento da votação da PEC e afirmou que a categoria continua sem o reconhecimento que, segundo ele, merece pelo trabalho realizado diariamente nas comunidades.

Deputado cita Tereza Leitão ao comentar a tramitação da PEC

Durante a gravação, o parlamentar afirmou que a líder do PT no Senado estaria envolvida nas articulações que resultaram no adiamento da proposta.

"A nova líder do PT, senadora Tereza Leitão, de Pernambuco, está na briga", declarou o deputado ao comentar a situação da PEC 14.

Na manifestação, Pastor Eurico não apresentou provas nem detalhou quais ações atribuía à senadora em relação ao adiamento da matéria. Até o momento, não há informação oficial de que Tereza Leitão tenha solicitado ou provocado o adiamento da votação da proposta.

Críticas ao governo federal

Grande parte da fala do deputado é direcionada ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Pastor Eurico, os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias esperavam maior valorização da atual gestão.

"Onde está a consideração com os nossos agentes? Onde está o reconhecimento do trabalho desses guerreiros?", questionou.

Em outro trecho, o parlamentar afirmou que os profissionais "estão na ponta, se sacrificando e produzindo saúde para a população", destacando que a categoria desempenha um papel essencial na atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS).

Pastor Eurico também criticou promessas feitas durante o período eleitoral e declarou que, na avaliação dele, o governo não estaria correspondendo às expectativas da categoria.

"É a prova de que esse governo trabalha contra o cidadão", afirmou.

As declarações representam o posicionamento político do deputado sobre a condução da proposta no Congresso Nacional.

PEC 14 segue em tramitação

A PEC 14/2021 prevê mudanças nas regras previdenciárias dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias. Entre os principais pontos estão a criação da aposentadoria especial, regras para regularização dos vínculos funcionais e garantias previdenciárias específicas para a categoria.

O presidente do Senado informou que a votação foi adiada para o cumprimento das etapas regimentais exigidas para propostas de emenda à Constituição. A expectativa é que a matéria seja apreciada após o encerramento das sessões obrigatórias de discussão.

O adiamento ocorre em meio a um debate entre parlamentares, entidades representativas dos agentes e integrantes do governo, que divergem principalmente sobre o impacto financeiro da medida.

Parlamentar promete continuar apoiando a categoria

Ao encerrar sua manifestação, Pastor Eurico reafirmou apoio aos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias e disse que continuará acompanhando a tramitação da PEC 14.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 12:51:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Federal autoriza isenção de imposto para empresas ligadas à organização da Copa Feminina]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-federal/governo-federal-autoriza-isencao-de-imposto-copa-do-mundo-feminina/625490/</link>
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				<description><![CDATA[O governo federal publica nesta segunda-feira, 29 de junho, lei complementar que isenta do Imposto sobre Serviços (ISS) atividades relacionadas à organização da Copa do Mundo Feminina de Futebol. O torneio ocorrerá no Brasil em 2027.

A norma cria uma base legal para que municípios e o Distrito Federal possam adotar a desoneração, mas não determina a concessão automática do benefício. A isenção dependerá de legislação própria de cada ente federativo.

De acordo com o texto, somente poderão ser beneficiadas as pessoas jurídicas que já tenham direito à isenção de tributos federais prevista em legislação específica sobre a organização e a realização do evento.

Outro ponto definido na lei é que o prazo de vigência da isenção do ISS, caso adotada, deverá ser equivalente ao período dos incentivos fiscais concedidos pela União para a Copa do Mundo Feminina.

A medida integra o conjunto de compromissos assumidos pelo Brasil para sediar a competição internacional, considerada a primeira edição do Mundial feminino na América do Sul.

Lei do reconhecimento 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei com as regras para a Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil. O texto trata das obrigações do país com a Federação Internacional de Futebol (Fifa), incluindo vistos, direitos de transmissão, segurança e marketing.

A lei ainda prevê uma premiação histórica de R$ 500 mil para cada jogadora que representou o Brasil nas competições de 1988 e 1991. Elas foram pioneiras no futebol feminino no país.

Aprovada em maio no Congresso Nacional, a Lei nº 15.421/2026 foi publicada nesta terça-feira (2) no Diário Oficial da União.

O evento esportivo está marcado para ocorrer entre 24 de junho e 25 de julho do ano que vem e será disputado em oito cidades: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. A expectativa é receber mais de 3 milhões de torcedores.

O marco legal consolida as garantias apresentadas pelo Brasil no processo de candidatura e dá segurança jurídica ao evento. Entre os temas tratados estão venda e revenda de ingressos, procedimentos simplificados para concessão de vistos a estrangeiros, regras de trabalho e voluntariado, ações de segurança pública, proteção dos direitos comerciais e coordenação entre os diferentes níveis de governo.

Agência Brasil.
]]></description>
				
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				<category>Governo Federal</category>
				<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:35:00 -0300</pubDate>
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			</channel>
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