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		<title>Portal de Prefeitura - Governo Federal</title>
		
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		<lastBuildDate>Sat, 17 Oct 2026 11:52:00 -0300</lastBuildDate>
		
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				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro tem 51,2% e Lula 48,8% dos votos válidos para o segundo turno, aponta Ipespe/Abrapel ]]></title>
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				<description><![CDATA[A vantagem do senador Flávio Bolsonaro contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva diminuiu três pontos porcentuais em uma semana, aponta pesquisa Ipespe/Abrapel divulgada neste sábado, 17. Em votos válidos, as intenções de voto do candidato do PL passaram de 52,7% para 51,2%, enquanto as do postulante do PT foram de 47,3% para 48,8%. A diferença foi de 5,4 pontos porcentuais para 2,4 pp. Os dois seguem tecnicamente empatados.

Em votos totais, Flávio oscilou de 49% para 48%, enquanto Lula foi de 44% para 46%. Na pesquisa espontânea, quando não são apresentadas as opções ao entrevistado, o senador passou de 48% para 47% e o presidente, de 43% para 44%.

Flávio tem vantagem entre homens (53% dos votos totais), pessoas de 35 a 59 anos (51%), eleitores com ensino médio (53%) e superior (52%), além dos que recebem de dois a cinco salários mínimos (54%) e acima de cinco salários mínimos (também 54%).

Lula sai na frente entre as mulheres (51%), pessoas acima dos 60 anos (50%), eleitores com ensino fundamental (51%), aqueles que recebem até dois salários mínimos (54%) e os independentes (50%)

Flávio tem 46% das intenções de voto entre os católicos, 62% entre evangélicos e 37% entre os que professam outra religião ou não têm. Nestes mesmos recortes, Lula marca, respectivamente, 49%, 30% e 56%.

Os que disseram não votar de jeito nenhum em Flávio foram de 46% para 47%. No caso de Lula, a rejeição oscilou de 49% para 47%.

Entre os eleitores de Augusto Cury (Avante), 50% escolhem Flávio no segundo turno e 31%, Lula. Entre os de Ronaldo Caiado (PSD), 59% migram para o senador e 18%, Lula. Já entre os de Renan Santos (Missão), 40% optam pelo filho de Jair Bolsonaro e 20%, o candidato à reeleição.

Os eleitores de Renan também são os que mais estão dispostos a votar em branco ou nulo, um total de 32%. Fazem esta opção 3% dos eleitores de Lula no primeiro turno, 3% dos apoiadores de Cury e 6% dos de Caiado.

Entre os eleitores de Flávio no primeiro turno, 2% escolhem Lula agora. Já entre os que votaram no petista, 1% admitem apoiar Flávio no dia 25.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00223/2026. A coleta ocorreu entre 13 e 15 de outubro. Foram ouvidas 1.500 pessoas. A margem de erro do levantamento é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,45%.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 11:52:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[BRs-101, 232 e 116 terão ampliação de sinal de celular e internet em Pernambuco]]></title>
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				<description><![CDATA[As rodovias federais BR-101, BR-232 e BR-116, em Pernambuco, serão contempladas por um programa de ampliação da cobertura de telefonia móvel e internet.

Ao todo, 828,9 quilômetros dessas estradas que cortam o estado estão incluídos na Política Nacional de Conectividade em Rodovias, lançada pelo governo federal na quinta-feira (15).

A iniciativa é conduzida pelos Ministérios das Comunicações e dos Transportes e tem como objetivo expandir o acesso ao sinal de celular nas rodovias federais brasileiras.

A meta nacional é aumentar a extensão das estradas com cobertura móvel dos atuais 27,2 mil para 57,1 mil quilômetros.

Segundo o governo federal, aproximadamente 150 mil veículos circulam diariamente pelas três rodovias em Pernambuco.

Os trechos são considerados importantes corredores logísticos para o transporte de passageiros e mercadorias no estado e no restante do país.

Ampliação do sinal deve reforçar a segurança nas estradas

A expectativa é que a melhoria da conectividade facilite a comunicação de motoristas e passageiros durante as viagens, além de ampliar as possibilidades de acesso à internet ao longo dos trajetos.

De acordo com o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a proposta reúne instrumentos regulatórios, tecnológicos e financeiros para expandir a cobertura móvel nas estradas brasileiras.


Estamos reorganizando todos os instrumentos disponíveis; regulatórios, tecnológicos e financeiros; para garantir internet ao longo de praticamente toda a malha rodoviária. Conectar as estradas significa mais segurança, desenvolvimento e melhores condições para quem depende delas todos os dias”, afirmou.


BR-101 está entre as prioridades para 2027

O cronograma do governo prevê que, somente em 2027, outros 16 mil quilômetros de rodovias federais recebam conectividade. Entre os trechos contemplados está toda a BR-101, que possui aproximadamente 4,8 mil quilômetros de extensão.

A implementação completa da política, abrangendo rodovias federais e estaduais em todo o país, tem previsão de conclusão até 2030.

Veja como será feita a expansão da cobertura

Para ampliar o sinal de telefonia e internet móvel, o governo federal pretende combinar diferentes mecanismos para estimular a instalação e o compartilhamento de infraestrutura de telecomunicações.

Entre as medidas previstas estão:


	
	Leilão da faixa de 700 MHz: utilização do espectro de radiofrequência para ampliar a cobertura móvel;
	
	
	Compartilhamento obrigatório de sinal: possibilidade de utilização da rede de outra operadora em trechos sem cobertura da prestadora contratada;
	
	
	Contratos de concessão rodoviária: inclusão de obrigações de conectividade nos contratos novos e nos já existentes.
	


Compartilhamento entre operadoras deve ampliar o alcance do sinal

Uma das principais medidas é o compartilhamento obrigatório de sinal, também conhecido como roaming ou itinerância. Com esse mecanismo, os usuários poderão acessar redes 4G ou 5G de outras operadoras nos trechos em que a empresa contratada não oferecer cobertura, conforme as regras estabelecidas.

A medida também deverá alcançar rodovias estaduais, ampliando o alcance da política para além das estradas federais.

De acordo com estimativas do Ministério das Comunicações, a estratégia de compartilhamento poderá elevar de 36,6% para 58,9% a cobertura disponível aos consumidores nas rodovias federais. Em extensão, isso representa um aumento de 27,2 mil para 44,1 mil quilômetros de estradas com sinal.

A iniciativa busca reduzir as áreas sem cobertura móvel nas rodovias brasileiras, facilitando a comunicação durante os deslocamentos e contribuindo para melhores condições de segurança e conectividade para quem utiliza essas vias.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 17:19:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Fim da escala 6x1: Congresso promulga emenda e prevê escala 5x2 em 60 dias]]></title>
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				<description><![CDATA[O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira, 16 de outubro, a Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6x1) e prevê a escala 5x2, com duas folgas por semana, para todos os trabalhadores do Brasil dentro de dois meses.

A nova Emenda foi promulgada em sessão solene com participação dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB); e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. 

Ministros de estado, senadores e deputados da base aliada lotaram o plenário do Senado. Lideranças da oposição não compareceram à sessão. O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, destacou que os impactos da medida “são incalculáveis”. 


“Quanto vale mais tempo para cuidar de si e de quem se ama? Para milhões de pessoas que precisam trabalhar seis, às vezes sete dias por semana, A resposta é simples, essas coisas não tem preço, tem valor.”


Alcolumbre acrescentou que foi preciso “muita coragem” para enfrentar um assunto que “tanta gente preferia deixar para depois”. 

“Um assunto que divide opiniões, que afeta as relações de trabalho e mexe com a vida de milhões de famílias. Quando o tema é complexo, o mais cômodo é deixar para lá e não enfrentar. Mas o Legislativo brasileiro escolheu o caminho certo, não o caminho fácil”, completou o presidente do Senado. 

O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o fim da 6x1 alcança milhões de brasileiros que “acordam antes do amanhecer, atravessam cidades inteiras e dedicam grande parte de seus dias ao trabalho”. 

Motta acrescentou que os impactos da mudança para os micro e pequenos negócios serão mitigados pela aprovação do aumento do limite anual de faturamento dos MEIs dos atuais R$ 80 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. 

“O texto também permite a contratação de até dois funcionários por microempreendedor, garantindo assim que o MEI possa ter um funcionário a mais do que aquele que é permitido atualmente. Afinal, fortalecer o MEI é fortalecer milhões de famílias brasileiras”, completou Motta. 

Após a promulgação, o presidente Lula comemorou a medida e criticou os grupos que atacaram a PEC alegando que ela iria quebrar o Brasil. 

“Eu lembro da campanha do 13º salário, no começo dos anos 1960, foi a mesma coisa: vai quebrar as empresas! Vai afundar as empresas! No mundo inteiro não tem isso. Não quebrou as empresas. O dado concreto é que toda vez que os trabalhadores conseguem um benefício, ele vive um pouco mais, ele tem um pouco mais de prazer na vida”, destacou.

Entenda a nova emenda 

A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.

Nascida a partir de pressão das ruas e atendendo a uma demanda história dos trabalhadores e sindicatos, a proposta teve a tramitação concluída na última quarta-feira (14) no Senado, com 75 votos favoráveis contra 1, do ex-vice-presidente e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Apoiada pelo governo, a votação contou com apoio também da oposição, que era contra a PEC e tentava impedir a votação nesta semana. Após a sessão ter sido marcada, no entanto, a oposição liberou a bancada, que votou majoritariamente pelo fim da 6x1.

A nova regra institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Tudo isso sem redução salarial.

O texto permite, por outro lado, compensar o sábado ou domingo trabalhados no caso de categorias com jornadas especiais. O número de folgas remuneradas, no entanto, deve ser mantido em duas por semana, em média, gozadas obrigatoriamente no mesmo mês.

A PEC ainda permite jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebem, atualmente, igual ou acima de R$ 21.188,87, desde que mantida a escala 5x2. Nesses casos, a negociação direta entre patrão e trabalhador deve definir a duração do trabalho.

A proposta prevê que lei complementar posterior poderá estabelecer medidas transitórias de mitigação dos impactos da redução da jornada para os microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.

Transição

A implementação da redução da jornada de 44 para 40 horas terá uma transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada.

Para todos os demais trabalhadores, as empresas terão que garantir a escala 5x2 em até 60 dias, contados a partir de hoje, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais.

Doze meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas.

No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço.

Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana.

Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em cinco dias na semana. Para trabalhar mais horas, é necessário pagamento de hora-extra.

Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6x1:


	escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias);
	redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias)
	jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5x2 (em 14 meses).


Acordos coletivos

A Emenda Constitucional permite ainda, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5x2.

Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.

Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6x1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês. Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana.

Em outro parágrafo, a Emenda permite que uma lei posterior pode prever regimes diferentes para duração do trabalho e dias de repouso, desde que respeitados os limites de 40 horas semanais e dois dias de repouso remunerado por semana.

Terceirizados do Estado

As empresas que prestam serviços para o Estado terão prazo de 12 meses após promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6x1 dos empregados.

A nova jornada passará a valer no momento da formalização do aditamento do contrato das empresas com o Poder Público. Porém, os contratos aditados após 60 dias da promulgação da emenda já terão que observar a nova jornada de trabalho instituída pela PEC.

Agência Brasil 
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				<category>Senado Federal</category>
				<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 11:34:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fim da escala 6x1: veja o que muda para os trabalhadores e quais categorias podem ter regras diferentes]]></title>
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				<description><![CDATA[A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, com dois dias de descanso remunerado por semana, foi aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (14).

Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apontam que 14,8 milhões de trabalhadores contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) atuam nesse modelo no Brasil.

A proposta estabelece a redução gradual da jornada máxima semanal, sem diminuição salarial, e permite que determinadas atividades tenham regras específicas de organização do trabalho e dos períodos de descanso.

O texto recebeu 75 votos favoráveis e um contrário nos dois turnos de votação. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a votar contra. Com a aprovação nas duas Casas do Congresso Nacional, a emenda constitucional segue para promulgação, sem necessidade de sanção presidencial.

Como será a redução da jornada de trabalho?

A mudança prevê dois dias de repouso remunerado por semana e uma redução progressiva do limite máximo de horas trabalhadas.

De acordo com o cronograma apresentado, dois meses após a publicação da emenda, a jornada máxima semanal cairá de 44 para 42 horas. Depois de mais um ano, o limite será reduzido para 40 horas.

A implementação gradual busca permitir a adaptação às novas regras, mantendo os salários dos trabalhadores abrangidos pela mudança.

A proposta também prevê a possibilidade de regimes diferenciados de jornada e descanso, que poderão ser regulamentados por legislação específica e normas coletivas, respeitando os limites constitucionais.

Quais setores podem manter escalas diferenciadas?

Atividades que exigem funcionamento contínuo, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana, poderão ter formas específicas de organização das jornadas e dos períodos de descanso.

Segundo o advogado trabalhista Hugo Luiz Schiavo, a proposta não apresenta uma lista de profissões que ficarão excluídas das novas regras.


Não há uma lista de profissões que ficariam fora das novas regras, nem seria recomendável que ela existisse”, afirma.


Isso significa que a aplicação da mudança poderá considerar as particularidades de cada atividade, sem que os trabalhadores desses setores fiquem automaticamente dispensados dos novos limites.

A manutenção de escalas especiais, como a 12x36 — na qual o profissional trabalha por 12 horas e descansa pelas 36 horas seguintes — dependerá das condições previstas na regulamentação e das regras aplicáveis a cada regime. O respeito aos intervalos para alimentação e descanso também deverá ser garantido.

A PEC prevê ainda tratamento diferenciado para trabalhadores com diploma de nível superior e remuneração igual ou superior a 2,5 vezes o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Quem pode ter menos impactos com a mudança?

A redução do limite geral de 44 para 40 horas semanais não deverá produzir o mesmo efeito para todas as categorias. Alguns profissionais já possuem jornadas menores estabelecidas em lei, enquanto outros não têm vínculo empregatício regido pela CLT.

Confira os principais casos:


	1. Bancários: Algumas funções bancárias têm jornada de seis horas diárias, de segunda a sexta-feira, totalizando 30 horas semanais. Para esses profissionais, a redução do limite geral poderá não representar alteração na carga horária já prevista.
	 
	2. Teleatendimento e telemarketing: Esses trabalhadores já contam com jornada de até seis horas diárias e 36 horas semanais. A mudança poderá ter efeitos principalmente na organização dos dias de trabalho e descanso, conforme as regras aplicáveis.
	 
	3. Trabalhadores de minas subterrâneas: A categoria possui limites específicos de jornada, inferiores ao limite geral de 44 horas semanais. Por isso, os impactos dependerão das condições previstas para esses profissionais.
	 
	4. Autônomos, MEIs e profissionais PJ: Trabalhadores por conta própria e prestadores de serviços como pessoa jurídica, quando não possuem vínculo de emprego, não são diretamente submetidos às regras da CLT. Dessa forma, a mudança não se aplica automaticamente a esses profissionais.
	 
	5. Trabalhadores informais: Profissionais sem carteira assinada, como ambulantes, entregadores e motoristas de aplicativo, também não estão diretamente submetidos às regras da CLT. A situação de cada trabalhador depende, porém, das características da relação de trabalho.


Quais atividades poderão adotar escalas especiais?

O fim da escala 6x1 não significa necessariamente que todos os trabalhadores passarão a cumprir cinco dias de trabalho seguidos por dois dias consecutivos de folga.

A distribuição dos dias trabalhados e dos períodos de descanso poderá variar de acordo com a atividade, a regulamentação e as normas coletivas aplicáveis.

Entre os setores que poderão precisar de escalas diferenciadas estão:


	
	Saúde: hospitais e serviços de emergência poderão organizar plantões e jornadas especiais conforme as necessidades de atendimento.
	
	
	Segurança: atividades que exigem funcionamento contínuo poderão contar com escalas específicas.
	
	
	Transporte: os horários de trabalho poderão ser organizados de acordo com as necessidades de funcionamento dos serviços.
	
	
	Limpeza urbana: a jornada poderá considerar a prestação contínua ou em diferentes horários dos serviços de limpeza.
	
	
	Portaria e vigilância: esses profissionais poderão ter escalas especiais, desde que respeitadas as regras aplicáveis.
	


A aplicação das novas regras dependerá da promulgação da emenda constitucional e das normas que disciplinarem os regimes diferenciados.

A adoção de escalas específicas não significa, por si só, que uma categoria estará dispensada dos limites de jornada e descanso previstos na nova legislação.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 15:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ministério da Saúde aprova tratamento menos invasivo para crianças com hemofilia A; veja como funciona]]></title>
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				<description><![CDATA[O Ministério da Saúde aprovou um novo protocolo para o uso do medicamento emicizumabe no tratamento de crianças de até 6 anos com hemofilia A que não apresentam inibidores do fator VIII da coagulação sanguínea.

A medida foi oficializada por meio de uma portaria publicada nesta quinta-feira, 15 de outubro, no Diário Oficial da União, e estabelece critérios de diagnóstico, inclusão e exclusão de pacientes, além das condições necessárias para o tratamento.

O documento tem abrangência nacional e deverá orientar as secretarias de Saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios na organização do acesso ao medicamento.

Entre os benefícios apontados pelo Ministério da Saúde estão a possibilidade de uma terapia menos invasiva e a redução da frequência dos episódios de sangramento.

Tratamento com emicizumabe

O emicizumabe é utilizado na prevenção de sangramentos em pessoas com hemofilia A. Uma das principais diferenças em relação à terapia tradicional com fatomeidr VIII está na forma de administração.

Enquanto a reposição do fator VIII exige infusões intravenosas, o emicizumabe é aplicado por via subcutânea, ou seja, por meio de uma injeção sob a pele.

Essa característica facilita a administração, especialmente em crianças pequenas que necessitam de acompanhamento contínuo.

O protocolo contempla pacientes que não apresentam inibidores do fator VIII, anticorpos que podem interferir na ação do fator de coagulação utilizado no tratamento da doença.

Sobre hemofilia A

A hemofilia A é uma doença hemorrágica hereditária caracterizada pela deficiência ou redução da atividade do fator VIII, proteína essencial para a coagulação do sangue.

Essa alteração prejudica a capacidade do organismo de interromper sangramentos, que podem ocorrer após pequenos traumas ou espontaneamente, dependendo da gravidade da condição.

Os episódios hemorrágicos podem atingir diferentes partes do corpo, incluindo músculos e articulações. Quando recorrentes, podem provocar dor, inchaço e comprometimento da mobilidade.

A doença está geralmente associada a alterações genéticas ligadas ao cromossomo X, motivo pelo qual afeta predominantemente pessoas do sexo masculino, embora mulheres também possam apresentar manifestações.

A gravidade varia conforme o nível de atividade do fator VIII no organismo.

Principais sintomas

As manifestações da hemofilia A dependem da intensidade da deficiência de coagulação.

Entre os principais sinais estão:


	Sangramentos prolongados após ferimentos;
	Hematomas frequentes ou extensos;
	Sangramentos em músculos e articulações;
	Dor e inchaço nas articulações afetadas;
	Sangramento excessivo após procedimentos médicos ou odontológicos.


Nos casos mais graves, podem ocorrer hemorragias internas, que exigem avaliação médica imediata. O diagnóstico envolve análise clínica, histórico pessoal e familiar e exames laboratoriais para identificar alterações na coagulação e na atividade do fator VIII.

Embora seja uma condição genética e crônica, a hemofilia A pode ser controlada com acompanhamento especializado e terapias destinadas à prevenção e ao controle dos sangramentos.

Pacientes deverão receber informações sobre riscos

A portaria determina que o paciente ou seu responsável legal receba orientações sobre os potenciais riscos do emicizumabe, incluindo possíveis efeitos colaterais e eventos adversos.

O objetivo é garantir que as famílias conheçam as condições da terapia antes de sua utilização. O documento também estabelece mecanismos de regulação, controle e avaliação que deverão ser observados pelos serviços de saúde.

O protocolo completo ficará disponível no site do Ministério da Saúde, na área de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT).

Como será organizado o atendimento pelo SUS?

A implementação das novas diretrizes dependerá da organização da rede assistencial do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a portaria, os gestores estaduais, distrital e municipais deverão definir os serviços de referência e estabelecer os fluxos necessários para o atendimento.

A estrutura deverá contemplar as diferentes etapas previstas no protocolo, desde a avaliação dos critérios clínicos até o acompanhamento dos pacientes.

As condições de acesso e os procedimentos assistenciais deverão seguir as regras estabelecidas pelo Ministério da Saúde.

Com informações da Agência Brasil 
]]></description>
				
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				<category>Saúde</category>
				<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 14:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Quem trabalha tanto para construir o Brasil também merece tempo para viver", diz Lula sobre o fim da escala 6x1]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/quem-trabalha-tanto-para-construir-o-brasil-tambem-merece-tempo/634106/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), comemorou nas redes sociais a aprovação, no período da noite da quarta-feira, 14, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1. "É oficial", escreveu ele, na noite da quarta, em publicação no X. "Hoje é dia de comemorar uma conquista histórica de milhões de trabalhadores e trabalhadoras."

Lula afirmou que o projeto é "mais do que uma mudança na jornada" e que permitirá aos brasileiros "ter mais tempo para viver, descansar, estar com a família, acompanhar os filhos crescerem, cuidar de si e aproveitar a vida".

"Quem trabalha tanto para construir o Brasil também merece tempo para viver. É uma vitória dos trabalhadores e trabalhadoras", concluiu o presidente da República.

O fim da escala 6x1 foi aprovado na quarta-feira em votação no Senado, em primeiro e segundo turnos, com apoio de 75 senadores.

A PEC é uma das principais bandeiras eleitorais do presidente Lula.

Pelo texto, a jornada será reduzida de 44 para 40 horas semanais, com limite de oito horas diárias. Ficam assegurados dois dias de repouso semanal remunerado, um dos quais preferencialmente aos domingos. Não poderá haver redução salarial.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 09:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo federal regulamenta Marco Legal dos Jogos Eletrônicos no Brasil]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/governo-federal-regulamenta-marco-legal-dos-jogos-eletronicos-brasil/634061/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira, 14 de outubro, o decreto que regulamenta o Marco Legal da Indústria de Jogos Eletrônicos, sancionado em 2024.

A medida estabelece diretrizes para fortalecer o setor por meio de ações voltadas à produção nacional, inovação tecnológica, qualificação profissional, internacionalização e proteção da propriedade intelectual.

Segundo o governo, a regulamentação busca dar segurança jurídica ao segmento e estimular o desenvolvimento da indústria brasileira de jogos eletrônicos.

O decreto também amplia a integração dos jogos eletrônicos com políticas públicas de cultura, educação, saúde e acessibilidade.

Durante a cerimônia, Lula afirmou que o objetivo é transformar o Brasil em um produtor de tecnologia e conteúdo digital.


O Brasil não pode se limitar a ser um grande mercado consumidor de jogos criados em outros países. Temos condições de criar, desenvolver, financiar e exportar nossos produtos, gerando empregos qualificados, renda e inovação”, disse.


Trabalho e empreendedorismo

O presidente destacou ainda o potencial dos games para abrir novas oportunidades de trabalho e empreendedorismo, especialmente entre os jovens.


O papel do Estado é criar oportunidades. A gente está dizendo para vocês: façam que nós damos a cobertura, porque o Brasil precisa de vocês”, afirmou.


Produto cultural

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, disse que o decreto consolida o reconhecimento dos games como produtos culturais e obras audiovisuais interativas, permitindo ao setor acessar mecanismos de fomento já existentes.


Game é cultura, game é audiovisual”, ressaltou.


Segundo ela, a regulamentação fortalece a produção nacional, a formação de profissionais e a proteção da propriedade intelectual, além de ampliar o uso dos jogos eletrônicos em iniciativas de educação e saúde, estimular a geração de empregos e impulsionar o desenvolvimento tecnológico.

A ministra também ressaltou o peso econômico da indústria de jogos eletrônicos no país. Segundo ela, o Brasil reúne cerca de 115 milhões de jogadores, está entre os maiores mercados de games do mundo e movimenta entre R$ 12 bilhões e R$ 13 bilhões por ano.

Agência Brasil
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 16:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula prepara carta aos evangélicos e cita família, bets e escala 6x1]]></title>
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				<description><![CDATA[Diretórios estaduais do PT passaram a divulgar nos grupos da campanha do presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta terça-feira, 13, o texto de uma carta voltada aos evangélicos escrito pelo presidente. O conteúdo foi divulgado pelo jornal O Globo e confirmado pelo Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) junto a integrantes do PT.

A elaboração da carta aos evangélicos, assim como uma outra carta separada aos católicos, foi confirmada na noite da terça pelo presidente do PT, Edinho Silva, em conversa com jornalistas após reunião com líderes partidários aliados à campanha de Lula. Edinho, porém, não confirmou o conteúdo do texto.

Segundo o presidente do PT, "o texto estava sendo elaborado e o presidente tinha pedido para revisar várias coisas da proposta, então, estava em formulação".

O texto ainda não foi oficialmente divulgado pela campanha de Lula, seja nas redes sociais, seja em grupos oficiais da campanha com jornalistas. Será publicado, segundo Edinho, ainda nesta semana.

Respeito

No texto que tem circulado entre petistas, Lula diz que "os cristãos com quem tenho dialogado estão me ensinando que a Bíblia nos orienta a &#39;seguir a verdade em amor&#39;".

"Não sou evangélico, mas tenho total respeito por quem é, assim como tenho por todas as religiões e profissões de fé. Temos uma coisa em comum: o compromisso de cuidar das famílias brasileiras, pois somente lares fortes podem produzir uma nação forte", afirma.

Lula diz, ainda, que pretende "escutar e atender aos anseios de vocês [evangélicos]". "Sei que, nas famílias evangélicas, tudo se decide em oração. Por isso, conclamo vocês a pedirem discernimento a Deus para fazer a escolha nesta eleição. Vá às urnas com a consciência livre e com a aliança renovada com o nosso amado Brasil", afirma.

Defesa das famílias

O presidente diz, também, que tem feito "a defesa das famílias brasileiras com ações concretas, como tenho feito ao longo de toda a minha jornada política, e não com discursos vazios, como muitos outros fazem".

Bets e fim da escala 6x1

Lula cita a proibição das bets que assinou recentemente por meio de uma medida provisória e a proposta de acabar com a escala de trabalho 6x1. Diz que "as famílias são base do País que queremos".

"As pessoas precisam de mais tempo para descansar, ter lazer e estar em casa com os seus, fortalecendo os vínculos familiares. Para o povo evangélico, isso garante, inclusive, mais tempo para estar na igreja em comunhão com os irmãos e em adoração", declara.

O petista diz que "jamais poderão nos acusar de estarmos comprometido (sic) com políticas que destroem vidas, que fecham templos, ou que não demonstrem respeito, como Jesus nos ensinou, que devemos amar a todas as pessoas".

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE determina remoção de conteúdos que associam Lula ao crime organizado]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/tse-determina-remocao-de-conteudos-que-associam-lula-ao-crime/634031/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou na terça-feira, 13, a exclusão de conteúdos que associam o presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao crime organizado. Em dois casos julgados na noite da terça, o relator, André Mendonça, ajustou os próprios votos. Inicialmente, ele havia tomado decisões contrárias à campanha de Lula. Após o ajuste, ele foi acompanhado por unanimidade pelo plenário. Ao todo, a Corte concluiu o julgamento de quatro casos que tiveram a análise suspensa no plenário virtual.

Uma das publicações compilava falas recortadas do petista que, para a campanha de Lula, foram retiradas de contexto para associar o presidente a facções criminosas e à tolerância com o roubo de celulares e a violência contra a mulher. Ao apreciar pedido de liminar, Mendonça havia determinado a manutenção do conteúdo. Nesta terça-feira, porém, ele mudou seu voto para remover a postagem.

"Falas públicas dos candidatos estão sujeitas à exposição e a críticas. Pode ser uma fala infeliz, mas é uma fala sujeita a crítica. Da minha parte, não haveria motivação para retirar a publicidade. O ponto, para mim, é que ela pega essas falas e usa imagens e referências a Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) sem um contexto fático", disse Mendonça ao reajustar seu voto.

A advogada da campanha de Flávio, Maria Cláudia Bucchianeri, disse que as falas foram "mal postas" e que cabe ao petista explicá-las. "Falas públicas e mal postas dos candidatos tem para todos os lados. Cabe a mim explicar a fala mal posta dele? Ele é que tem que se explicar", disse a advogada. Para ela, cabe ao candidato adversário submeter ao crivo do eleitorado as falas públicas do candidato.

O presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, afirmou que não seria "crível" proibir que falas originais dos candidatos sejam replicadas, mas destacou que a associação feita com o conteúdo é inadequada. "O problema é a descontextualização delas, isso ocorre em ambos os lados".

Em outro caso, Mendonça mudou de posição para determinar a remoção de vídeo que atribuía a Lula a condição de "protetor" e "amigo" de organizações criminosas. "A fala diz que ele é amigo do PCC e do CVV, sem uma especificação de fato que identifique essa amizade", apontou.

"Dizer que uma política A beneficia o crime organizado, que uma política B prejudica o crime organizado, são opiniões justas ou injustas mas dentro de um contexto de debate político", disse Mendonça, acrescentando que a afirmação específica &#39;ele é amigo&#39; dessas organizações extrapola os limites da crítica.

Nunes Marques ainda afirmou que o momento é um "divisor de águas" para firmar jurisprudências que deverão ser seguidas por todos a Justiça Eleitoral. Mas ele alertou que, ao chancelar determinado conteúdo, o TSE pode dar um "cheque em branco" para que outros candidatos façam o mesmo no futuro.

"De um lado cria-se um padrão decisório, uma vinculação com a magistratura nacional que começa a replicar essa jurisprudência. Por outro lado, concede um cheque em branco (para que outras candidaturas) façam o mesmo, pois o tribunal está assegurando o direito a todos", disse.

Estadão Conteúdo
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:40:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula promete criar Pé-de-Meia para universitários se for reeleito]]></title>
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				<description><![CDATA[Candidato à reeleição, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira, 13 de outubro, a criação de uma versão do programa Pé de Meia para estudantes universitários em um eventual próximo governo. Lula fez um vídeo no formato selfie, com vários jovens ao fundo.

Lula afirmou que serão depositados R$ 700 todo mês, por dez meses. Além disso, serão depositados R$ 2,5 mil ao final de cada ano de curso.

“Como o curso é de quatro anos, quando ele se formar, ele terá R$ 10 mil para começar sua iniciação profissional. Esse é o Brasil do futuro dos nossos estudantes”, disse o candidato do PT. O vídeo foi postado em suas redes sociais.

A versão escolar do programa Pé-de-Meia foi criada em 2024. Trata-se de um incentivo financeiro-educacional pago pelo governo federal para promover a permanência e a conclusão escolar de pessoas matriculadas no ensino médio público.

Agenda

Pela manhã, Lula participou de um evento no Palácio do Planalto, onde foi anunciado pelo governo um pacote de cinco medidas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs), com foco na redução do endividamento, ampliação do acesso a recursos para investimento, aumento do teto de faturamento e simplificação de regras para pequenos negócios.

O candidato do PT passou parte da tarde e da noite com sua equipe de campanha, em Brasília, gravando programas para o horário eleitoral.

Manifestações

Várias cidades do Brasil tiveram atos em apoio à reeleição de Lula.

Em São Paulo, apoiadores se reuniram no Largo da Batata, na capital paulista, com a participação de várias lideranças do PT, do PSOL, do PV e da Rede. “Essa é uma eleição histórica. Estão em risco em nosso país as conquistas do povo brasileiro, as políticas de combate às desigualdades e as nossas liberdades democráticas conquistadas por aqueles que enfrentaram a ditadura”, disse a deputada federal Sâmia Bonfim (PSOL-SP).

Em Teresina, estudantes e movimentos sociais foram às ruas. Em Brasília, estudantes e apoiadores se reuniram em frente ao Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios. 

Agência Brasil 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 10:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Perdão das dívidas de MEIs custará mais de R$ 12 bilhões, afirma ministro Paulo Pereira]]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), Paulo Pereira, anunciou um pacote de medidas para os microempreendedores individuais (MEIs) que incluem o perdão total de dívidas federais, um edital do Desenrola específico para esse grupo, o aumento do teto de faturamento anual do MEI para R$ 140 mil, um "PIX MEI" de até R$ 5 mil e o fim da exigência de emissão de notas fiscais para certos tipos de transação.

Segundo Paulo Pereira, o custo do perdão das dívidas federais será de mais de R$ 12,6 bilhões, afetando 3,6 milhões de pessoas

"O projeto de lei será enviado ao Congresso Nacional requerendo o perdão, a remissão de todas as dívidas que os MEIs acumularam no Estado brasileiro ao longo dos últimos anos. Nós estamos falando aqui de uma dívida de R$ 12,6 bilhões, que vai atingir algo como R$ 3,6 milhões", afirmou.

A segunda frente, voltada ao passivo bancário de pessoas jurídicas, ocorrerá por meio de edital do Desenrola 3.0, que comprará carteiras de dívidas dos MEIs junto a instituições financeiras, com descontos mínimos de 90% nos leilões.

O governo também reiterou à Câmara dos Deputados a tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 186/2026, com proposta de elevação gradual do limite da categoria para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. O limite vigente permanece fixado em R$ 81 mil para o exercício fiscal atual.

Por fim, decreto presidencial irá cancelar a obrigatoriedade de emissão de nota fiscal pelo MEI, na venda de produtos e serviços para consumidores finais (pessoas físicas). Também serão dispensados de emitir nota fiscal e criar CNPJ os nanoempreendedores - categoria criada com a implementação da Reforma Tributária.

"O presidente Lula vai assinar um decreto determinando expressamente, o Lula vai especificar isso, a não obrigatoriedade de nota fiscal para as vendas de pessoas físicas", completou.

Os ministérios também estão estudando, para o período 2027-2030, o fomento produtivo aos MEIs no valor de R$ 5 bilhões. O benefício funcionaria como um capital semente, voltado ao aumento da produtividade de MEIs - com prioridade para mulheres de menor faturamento.

Sobre o chamado "PIX MEI", o ministro disse que será um recurso direto na mão dos microempresários.

 "É o dinheiro direto na mão do empreendedor, de até 5 mil reais, para permitir que o empreendedor faça uma mudança que gere capital produtivo, que gere mais renda e mais faturamento", declarou.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 20:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[José Sarney, ex-presidente, apresenta melhora no estado de saúde após cirurgia no intestino aos 96 anos]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/jose-sarney-apresenta-melhora-estado-de-saude-apos-cirurgia/633982/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-presidente da República José Sarney (MDB), de 96 anos, apresentou evolução positiva após passar por uma cirurgia para desobstrução intestinal na última sexta-feira, 9 de outubro, em São Luís, no Maranhão. Em publicação nas redes sociais na segunda-feira, 12 de outubro, ele informou que está se recuperando bem, já foi transferido para um quarto do UDI Hospital - Rede D&#39;Or e espera receber alta em breve.

Em mensagem publicada no Instagram, Sarney demonstrou otimismo em relação à recuperação e agradeceu aos profissionais que o acompanham durante a internação.

"A cada dia, me sinto melhor! Já estou no quarto, me recuperando muito bem e, se Deus quiser, logo, logo estarei em casa", escreveu.

O ex-presidente também destacou o apoio da sobrinha, a quem se referiu carinhosamente como Dra. Julinha.

"Nesta etapa, tenho contado com muito carinho e cuidado, especialmente da minha querida Dra. Julinha, como gosto de chamá-la. Minha sobrinha, que além de uma médica dedicada, tem sido uma presença essencial ao meu lado", publicou.

Na mesma mensagem, Sarney agradeceu à equipe responsável pelo atendimento hospitalar e pela realização do procedimento cirúrgico, destacando a dedicação dos profissionais envolvidos.

"Através dela, quero expressar minha gratidão a toda a equipe médica e aos profissionais do Hospital UDI, que têm cuidado de mim com tanta dedicação, atenção e competência. Meu agradecimento especial ao Dr. Roberto Cunha e a toda a equipe responsável pela minha cirurgia, realizada sob a supervisão do Dr. Carlos Gama, com a participação do Dr. Márcio Gonçalves, do anestesiologista Dr. Letácio Garcia, do intensivista Dr. Hiago Sousa, além do fisioterapeuta Adriano Araújo e de toda a equipe de enfermagem", afirmou.

Ao final da publicação, o ex-presidente também agradeceu às pessoas que enviaram mensagens de apoio e orações durante a internação.

"A todos que têm enviado mensagens de carinho e orações, minha gratidão!", concluiu.

Boletim médico aponta evolução favorável

O boletim médico divulgado nesta segunda-feira informa que Sarney apresenta boa evolução clínica. Apesar da melhora, ainda não há previsão oficial de alta hospitalar.

O ex-presidente deu entrada na unidade de saúde na sexta-feira, 9, após sentir dores abdominais. Depois de passar por exames, foi submetido à cirurgia para reverter a obstrução intestinal. Segundo as informações divulgadas, o procedimento transcorreu normalmente.

Ex-presidente teve outras internações recentes

A atual internação ocorre poucas semanas depois de Sarney enfrentar problemas respiratórios. Em setembro, ele precisou ser hospitalizado duas vezes para tratar uma pneumonia bacteriana. A primeira internação ocorreu no Maranhão e durou três dias. Posteriormente, ele foi levado a São Paulo, onde permaneceu por seis dias.

Na segunda ocasião, Sarney recebeu alta em 1º de outubro, poucos dias antes do primeiro turno das eleições. Naquele pleito, sua filha, Roseana Sarney (MDB-MA), disputou uma vaga no Senado Federal, mas terminou a eleição na terceira colocação.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 16:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Federal anuncia perdão de dívidas e medidas de apoio a MEIs]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-federal-anuncia-perdao-de-dividas-e-medidas-de-apoio-a-meis/633958/</link>
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				<description><![CDATA[O governo federal anunciou nesta terça-feira, 13 de outubro, um pacote de cinco medidas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs), com foco na redução do endividamento, ampliação do acesso a recursos para investimento, aumento do teto de faturamento e simplificação de regras para pequenos negócios.

A principal iniciativa é o envio ao Congresso Nacional de um projeto de lei complementar que prevê o perdão das dívidas acumuladas pelos MEIs com o governo federal.

A proposta poderá beneficiar cerca de 3,6 milhões de microempreendedores e alcançar aproximadamente
R$ 12,6 bilhões em débitos acumulados.

Ao anunciar a medida, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que a manutenção dessas dívidas dificulta o acesso ao crédito e o crescimento dos negócios. Segundo o presidente, a iniciativa busca permitir que os empreendedores retomem suas atividades em melhores condições.


Nós vamos ajudar vocês a saírem do sufoco. Vamos dar oxigênio para vocês não morrerem asfixiados”, disse Lula durante a cerimônia de anúncio das medidas no Palácio do Planalto.


De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a proposta também permitirá extinguir cobranças e ações judiciais relacionadas a esses débitos, além de retirar restrições decorrentes da inadimplência, possibilitando a regularização dos empreendedores perante o Poder Público.

Desenrola 3.0

Outra medida anunciada é a negociação das dívidas privadas dos MEIs.

O governo pretende utilizar os instrumentos do Desenrola 3.0 para comprar débitos junto a bancos e instituições financeiras. Segundo Durigan, o estoque dessas dívidas soma cerca de R$ 6 bilhões.

A operação será realizada por meio de edital e exigirá descontos mínimos de 90% por parte dos credores. A expectativa é que a retirada simultânea das pendências públicas e privadas facilite o acesso dos empreendedores a novas linhas de crédito.

Pix MEI

O pacote também prevê a criação do Pix MEI, programa de transferência direta de recursos para investimento produtivo.

A proposta é repassar até R$ 5 mil para aquisição de equipamentos e melhorias capazes de ampliar a produção, a renda e o faturamento dos negócios.

Segundo o ministro do Empreendedorismo, Paulo Henrique Rodrigues Pereira, o recurso não terá caráter de empréstimo e será acompanhado por ações de orientação e apoio aos beneficiários para a estruturação de projetos.

Teto de faturamento

Outra iniciativa é a ampliação do teto de faturamento anual do MEI, sem reajuste há oito anos. A proposta enviada ao Congresso prevê elevação para R$ 110 mil no próximo ano e para R$ 140 mil em 2028.

O governo argumenta que a atualização permitirá a expansão dos negócios sem que empreendedores precisem limitar atividades para permanecer enquadrados na categoria. Durante o anúncio, também foi mencionada a possibilidade de uma segunda contratação por parte dos MEIs.

Dispensa de nota fiscal para pessoa física

A quinta medida é um decreto para dar segurança jurídica à não obrigatoriedade de emissão de nota fiscal em operações com pessoas físicas.

A norma busca esclarecer dúvidas surgidas durante o debate das mudanças tributárias e também alcançará os chamados nanoMEIs, grupo com faturamento de até metade do teto da categoria.

Prosperidade

Ao encerrar o evento, Lula afirmou que as iniciativas resultaram de demandas apresentadas pelos próprios empreendedores e serão formalizadas por meio de projetos de lei e decretos.


Essas soluções a gente vai encaminhando, vai transformando em projeto de lei, vai transformando em decreto.”


Segundo o presidente, o objetivo é criar condições para que mais brasileiros possam ampliar seus negócios, gerar renda e melhorar de vida.


A palavra prosperidade não é privilégio, é direito de todo mundo prosperar.”


Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 14:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula cria programa para bloquear celulares dentro de presídios]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-lula-cria-programa-para-bloquear-celulares-dentro-de-presidios/633957/</link>
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				<description><![CDATA[A partir desta terça-feira, 13 de outubro, o Brasil passa a contar com um programa nacional destinado a identificar e bloquear o uso irregular de celulares e outros equipamentos de telecomunicações dentro de presídios. A iniciativa foi estabelecida pelo governo federal e prevê ações conjuntas entre a União, os estados e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Denominada Programa Nacional de Neutralização de Comunicações Ilícitas em Estabelecimentos Penais, a medida foi instituída pelo Decreto nº 13.136, de 9 de outubro de 2026.

Entre as ações previstas estão a regulamentação do uso de bloqueadores de sinais, a criação de um cadastro nacional de áreas penitenciárias e o desenvolvimento de uma plataforma digital para identificação de aparelhos utilizados irregularmente.

Como funcionará o bloqueio de celulares nos presídios?

O programa prevê a utilização de bloqueadores de sinais de radiocomunicação, equipamentos destinados a impedir transmissões não autorizadas nas áreas abrangidas pelas medidas.

O decreto estabelece regras para o uso desses dispositivos pelos entes federativos participantes, com atuação da Anatel nas questões relacionadas às telecomunicações.

A iniciativa também busca facilitar a identificação de aparelhos utilizados clandestinamente dentro das unidades prisionais.

Cadastro nacional reunirá informações sobre presídios

O decreto determina a criação do Cadastro Nacional de Perímetros de Segurança Penitenciária, que reunirá informações georreferenciadas das unidades prisionais e das áreas localizadas em seu entorno.

A manutenção do cadastro ficará sob responsabilidade do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com integração dos dados ao Sistema Nacional de Informações Penais (Sisdepen).

As informações servirão de apoio à implementação das medidas de controle das comunicações nos estabelecimentos penais.

Plataforma digital será disponibilizada em até 180 dias

O Ministério da Justiça e Segurança Pública deverá disponibilizar, em até 180 dias, uma plataforma digital para o encaminhamento de informações técnicas sobre equipamentos utilizados irregularmente nos presídios.

Por meio do sistema, as autoridades penitenciárias poderão enviar dados necessários à identificação dos aparelhos, incluindo o Imei, código de identificação dos celulares. As informações serão utilizadas nos procedimentos previstos para viabilizar o bloqueio dos equipamentos.

Embora o programa entre em vigor nesta terça-feira, 13 de outubro, a plataforma ainda dependerá de implementação dentro do prazo estabelecido. O texto completo do Decreto nº 13.136, de 9 de outubro de 2026, pode ser consultado no Diário Oficial da União.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 13:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Futura/Apex: Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 46,6%, no segundo turno]]></title>
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				<description><![CDATA[ O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na primeira pesquisa da Futura Inteligência após o primeiro turno das eleições. No levantamento estimulado, Flávio registra 50% das intenções de voto, contra 46,6% de Lula, uma diferença de 3,4 pontos porcentuais. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa, realizada pela Futura Inteligência em parceria com a 100% Cidades, aponta Flávio com 51,8% dos votos válidos, contra 48,2% de Lula. No cenário estimulado, 1,7% dos entrevistados declararam voto branco ou nulo e outros 1,7% não souberam ou não responderam.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Flávio registra 47,7%, ante 46,1% de Lula. Outros 3,6% não souberam ou não responderam, 1,7% declararam voto branco ou nulo e 0,9% citaram outros nomes.

Para o diretor técnico da Futura Inteligência, José Orrico, a primeira pesquisa após o primeiro turno mostra uma disputa equilibrada, apesar da vantagem numérica do candidato do PL. "Embora Flávio esteja numericamente à frente, a proximidade dos resultados indica uma eleição competitiva, na qual pequenas movimentações do eleitorado poderão ser decisivas", afirmou, em análise apresentada no relatório.

A rejeição também revela resistências aos dois candidatos. Lula é rejeitado por 48,6% dos entrevistados, enquanto Flávio registra 45,4%. Outros 1,2% rejeitam ambos, e 3% afirmaram não rejeitar nenhum dos dois.

O levantamento mostra diferenças no perfil do eleitorado. Entre as mulheres, Lula registra 52,1% das intenções de voto, contra 43,5% de Flávio. Já entre os homens, o candidato do PL aparece com 57,3%, ante 40,3% do petista.

Regionalmente, Lula apresenta seu melhor desempenho no Nordeste, com 60,1% das intenções de voto, contra 38,1% de Flávio. O candidato do PL, por sua vez, registra 65,6% no Sul, ante 32% de Lula, e 59,6% no Centro-Oeste, contra 35,6% do presidente. No Sudeste, Flávio tem 51,9%, enquanto Lula aparece com 43,3%. No Norte, a disputa aponta 50,2% para o senador contra 46,6% do atual presidente.

Na faixa etária de 16 a 24 anos, os candidatos aparecem praticamente empatados numericamente, com 47,8% para Flávio e 47,3% para Lula. Orrico destacou o desempenho do presidente entre os eleitores mais jovens e apontou a possibilidade de recuperação de espaço nesse segmento.

"Esse resultado chama atenção para uma possível recuperação de espaço de Lula em um segmento importante do eleitorado", afirmou o diretor técnico. Ele ressaltou, porém, que será necessário acompanhar as próximas pesquisas para verificar se o movimento se consolida como tendência.

O instituto também mediu a percepção dos eleitores sobre a divisão política no País. Segundo o levantamento, 30,9% se identificam com o lado de Lula e 24,6% com o lado de Bolsonaro. Outros 24,6% se declaram divididos ou cansados, enquanto 13,1% afirmam não estar divididos e 6,8% não souberam ou não responderam.

Na avaliação de Orrico, o porcentual de eleitores que se dizem divididos ou cansados indica espaço para discursos que ultrapassem a polarização. "Esse contingente sugere espaço para discursos que ultrapassem o confronto político tradicional", afirmou.

O diretor técnico também chamou atenção para o baixo porcentual de indecisos na pesquisa estimulada, de 1,7%. Segundo ele, esse resultado indica que a disputa tende a depender menos da conquista de eleitores sem preferência e mais da capacidade dos candidatos de alterar escolhas já manifestadas.

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 7 e 10 de outubro, por meio de entrevistas telefônicas assistidas por computador. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos porcentuais e nível de confiança de 95%. Os resultados por segmentos possuem margens de erro superiores à da amostra total. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00650/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:26:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro afirma que "não tem clima de já ganhou" e diz que apoiadores seguem nas ruas]]></title>
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				<description><![CDATA[A menos de duas semanas do 2º turno, o candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, negou nesta terça-feira, 13, que sua campanha esteja de &#39;salto alto&#39; ou em clima de &#39;já ganhou&#39; e voltou a pedir que seus apoiadores mantenham sua mobilização para derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

"Apesar de as pesquisas estarem favoráveis, e ao contrário de alguns veículos de comunicação falarem que a gente está de salto alto, em clima de já ganhou, é mentira. Não tem clima de já ganhou na nossa campanha, está todo mundo na rua", declarou, após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Como mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), porém, aliados do presidenciável já consideram a eleição ganha e já chamam Flávio de "presidente".

Flávio pediu que parlamentares do PL usem suas redes sociais e atos de rua para sua campanha e disse que até o 2º turno deve viajar a Estados do Sudeste, do Norte, do Nordeste e do Sul.

Ele comentou ainda a visita ao pai. "Estou muito feliz com meu pai e poder voltar visitá-lo. Mais uma vez me dá muito mais força, muito mais entusiasmo, ainda mais vontade de estar na rua para defender o nosso País", falou.

Segundo o senador, Jair Bolsonaro "está bem, fazendo aquelas piadinhas sem graça que ele faz sempre", além de ter demonstrado otimismo com a eleição para o Congresso.

"A maioria do povo brasileiro deu um Senado forte para a legislatura a partir de 2027. Deu uma Câmara ainda mais forte também, mais à direita. A expectativa dele é a melhor possível com relação ao futuro do nosso Brasil", disse.

Flávio afirmou ainda que "o principal pilar da campanha do PT" e que espera que o adversário se comprometa "a parar de mentir".

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:01:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula, 49% dos votos válidos no segundo turno, aponta pesquisa PoderData/AYA]]></title>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 51% das intenções de votos válidos no segundo turno da eleição presidencial e o presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem 49%, segundo pesquisa PoderData/AYA divulgada nesta terça-feira, 13. Os candidatos estão tecnicamente empatados, considerada a margem de erro de 1,8 ponto porcentual, para mais ou para menos.

Na rodada anterior, publicada em 8 de outubro, Flávio tinha 53% e Lula, 47%. A diferença numérica entre os candidatos caiu de 6 para 2 pontos porcentuais. O cálculo dos votos válidos exclui brancos, nulos e indecisos.

Considerado o total de entrevistados, Flávio registra 48% e Lula, 46%, ante 49% e 44%, respectivamente. Brancos e nulos permanecem em 5%, e 2% não sabem em quem votar. Os percentuais estão sujeitos a arredondamento.

Esta é a segunda pesquisa nacional do instituto realizada após o primeiro turno, em 4 de outubro. Na votação, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O PoderData, em parceria com a AYA Bancah, realizou 3.000 entrevistas por telefone, entre 10 e 12 de outubro, em 686 municípios das 27 unidades da Federação. O nível de confiança é de 95%, e o registro no TSE é BR-01209/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 09:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro com 48% e Lula 45%]]></title>
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				<description><![CDATA[ O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, tem 48% das intenções de voto e o presidente e candidato à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, tem 45%, segundo a primeira pesquisa BTG/Nexus deste segundo turno, divulgada nesta terça-feira, 13. Os candidatos estão tecnicamente empatados, considerada a margem de erro de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

No resultado oficial do primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na BTG/Nexus divulgada nesta terça, os que dizem que não irão votar em nenhum dos dois candidatos, ou votarão branco/nulo somam 5%. Os que não sabem ou não responderam são 2%.

Votos válidos

Considerados apenas os votos válidos, com exclusão dessas respostas, Flávio registra 52% e Lula, 48%.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, Flávio tem 46% e Lula, 44%, também em empate técnico.

Nenhum, branco e nulo somam 5%, e 4% não sabem ou não responderam.

Metodologia

A Nexus entrevistou 2.002 eleitores por telefone, entre 10 e 12 de outubro, a pedido do banco BTG Pactual. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-07997/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 08:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa PoderData/Aya mostra Flávio Bolsonaro com 53% contra 47% de Lula no segundo turno]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira, 8 de outubro, mostra que o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, ampliou a vantagem que teve ao final do primeiro turno sobre o presidente e candidato à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com a pesquisa, que é a primeira divulgada neste segundo turno, Flávio aparece com 53% dos votos válidos e Lula com 47%. No primeiro turno da disputa presidencial, com 100% das urnas apuradas, Flávio pontuou 47,03% e Lula 45,16%, uma vantagem para o senador de 1,87 p.p. Pela pesquisa divulgada hoje, a vantagem do candidato do PL é de 6 p.p.

De acordo com o PoderData/Aya, Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado, como as mulheres, onde registra 50% das intenções de voto, contra 42% do senador do PL. Flávio vai melhor no Centro-Oeste (54%), no Sudeste (51%) e no Sul (58%) e entre os que cursaram o ensino médio (55%).

Expectativa de vitória

Os eleitores também foram questionados sobre quem tem mais chances de vencer a disputa pelo Palácio do Planalto neste segundo turno, medindo a expectativa de vitória, não de voto: 54% avaliam que Flávio tem mais chances de vencer a eleição, enquanto 37% consideram Lula o candidato com maior probabilidade de vitória. Outros 9% não souberam responder.

Em uma semana, a expectativa de vitória de Flávio Bolsonaro cresceu 9 pontos porcentuais, enquanto a de Lula recuou 11 pontos porcentuais. Na pesquisa anterior, 45% apostavam na vitória do senador, ante 48% que esperavam a reeleição de Lula.

Rejeição

O avanço de Flávio na pesquisa vem acompanhado da queda na sua taxa de rejeição. Nesta nova rodada do PoderData/Aya, 43% dos entrevistados dizem que não votariam "de jeito nenhum" no senador, um recuo de 3 pontos porcentuais em 7 dias. Entre os que rejeitam Lula, a taxa oscilou de 47% para 46%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 5 a 7 de outubro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos, com 3 mil eleitores de todo o País. A margem de erro é der 1,8 ponto porcentual para mais ou para menos, o nível de confiança é de 95% e a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo BR-08134/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 11:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Bets: aproximadamente 13,2 mil sites de apostas ilegais são bloqueados]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/bets-aproximadamente-132-mil-sites-de-apostas-ilegais-sao-bloqueados/633680/</link>
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				<description><![CDATA[O governo federal informou na terça-feira, 6 de outubro, que já pediu o bloqueio de 13.241 sites ilegais de apostas desde 25 de setembro, quando as bets foram proibidas no país. No mesmo período, também foram solicitadas remoções de milhares de páginas e perfis em redes sociais.

No primeiro dia após o encerramento oficial do ar dos sites das bets, R$ 1,325 bilhão ainda aguardam devolução a cerca de 26,5 milhões de apostadores.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a ofensiva contra as apostas ilegais representa uma mudança no fluxo de dinheiro das famílias.


Já tínhamos identificado entre R$ 600 milhões e R$ 650 milhões por dia que saía da poupança popular e ia para as bets. Dinheiro da poupança popular, que passa a ficar com as famílias. Essa é uma mudança importante”, declarou o ministro no início da noite.


Sites bloqueados

Dos 188 sites de apostas com autorização para operar no Brasil até segunda-feira (5), apenas um continuava em funcionamento nesta terça. O Ministério da Fazenda informou que o bloqueio dessa plataforma também foi solicitado.

O número de pedidos de bloqueio de sites ilegais representa uma média de aproximadamente 1.103 páginas por dia desde o início da proibição.

Além dos sites, o governo pediu a retirada de conteúdos relacionados às apostas ilegais em diferentes plataformas digitais:


	974 páginas no Facebook;
	560 perfis no Instagram;
	900 canais e grupos no Telegram;
	103 perfis no TikTok;
	14 grupos no WhatsApp;
	1 servidor no Discord.


De acordo com Durigan, o conjunto de páginas, perfis, canais, grupos e servidores atingia mais de 17 milhões de usuários.

Devolução dos valores

Esta terça-feira marcou o primeiro dia sem operação das plataformas de apostas autorizadas no país. O encerramento segue o cronograma estabelecido pela medida provisória editada pelo governo.

O prazo para que os apostadores retirassem voluntariamente os recursos terminou às 23h59 de segunda-feira (5).

Agora, as empresas têm até quarta-feira (7) para informar às instituições financeiras os saldos remanescentes de cada usuário, identificados pelo CPF, além da conta bancária utilizada para os depósitos.

Segundo o governo, os valores ainda pendentes de devolução são:


	R$ 1,325 bilhão em saldos remanescentes;
	26,5 milhões de apostadores com algum valor nas plataformas;
	86,2 milhões de contas com saldo entre R$ 0,01 e R$ 0,99;
	R$ 15,5 milhões somados nas contas com menos de R$ 1.


O número de contas é superior ao de apostadores porque uma mesma pessoa pode manter cadastro em diferentes plataformas.

Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 15:18:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Santa Cruz do Capibaribe contraria cenário de PE e dá maioria a Flávio Bolsonaro no primeiro turno]]></title>
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				<description><![CDATA[Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco, apresentou um resultado diferente do registrado na maior parte do estado no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, realizado neste domingo, 4 de outubro. Enquanto Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram para o segundo turno no cenário nacional, o candidato do PL conseguiu se destacar no município pernambucano.

Flávio Bolsonaro recebeu 52,71% dos votos válidos em Santa Cruz do Capibaribe, o equivalente a 28.844 votos. Lula, por sua vez, teve 40,11%, com 21.949 votos. O município registrou pouco mais de 57 mil eleitores no pleito.

O desempenho de Flávio na cidade chama atenção porque, no cenário estadual, o candidato foi derrotado em praticamente todos os municípios pernambucanos, com Santa Cruz do Capibaribe como exceção.

O resultado também representa uma vantagem maior do que a registrada pelo pai do candidato, Jair Bolsonaro (PL), nas eleições de 2022. Naquele ano, no primeiro turno, Jair obteve 48,31% dos votos na cidade, correspondentes a 24.637 votos, enquanto Lula alcançou 46,11%, com 23.517 votos.

No segundo turno de 2022, Jair Bolsonaro novamente ficou à frente em Santa Cruz do Capibaribe, com 52,12% dos votos, ou 26.632 votos. Lula teve 47,88%, com 24.462 votos. Apesar da derrota no município, o petista venceu a eleição nacional e conquistou o terceiro mandato como presidente da República.

Histórico eleitoral do município

A preferência do eleitorado de Santa Cruz do Capibaribe por Jair Bolsonaro também havia aparecido na eleição presidencial de 2018. Naquele ano, quando Bolsonaro ainda era filiado ao então Partido Social Liberal (PSL), ele recebeu 45,64% dos votos no primeiro turno, totalizando 19.420 votos.

Fernando Haddad (PT) ficou em segundo lugar, com 26,24%, equivalente a 11.165 votos. Ciro Gomes (PDT) teve 21,74%, com 9.248 votos.

No segundo turno daquele pleito, Bolsonaro ampliou a vantagem no município e chegou a 53,83%, com 23.044 votos, contra 46,17% de Haddad, que recebeu 19.765 votos.

Com população estimada em cerca de 100 mil habitantes pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Santa Cruz do Capibaribe é conhecida como a Capital da Moda. O município integra, ao lado de Caruaru e Toritama, o chamado Triângulo das Confecções, considerado o principal polo têxtil de Pernambuco e um dos mais importantes do país.

Atualmente, a cidade é administrada pelo prefeito Helinho Aragão (PSD), integrante da base política da governadora Raquel Lyra (PSD). Na Câmara Municipal, o PL possui duas das 17 cadeiras do Legislativo, ocupadas pelos vereadores Adilson e Caetano Motos.

Carnaubeira da Penha teve maior votação para Lula

Na direção oposta ao resultado de Santa Cruz do Capibaribe, Carnaubeira da Penha, no Sertão de Pernambuco, registrou a maior votação proporcional para Lula entre os municípios do estado.

O petista recebeu 88,33% dos votos válidos na cidade, com 8.527 votos, enquanto Flávio Bolsonaro teve 8,69%, correspondente a 839 votos.

A margem obtida por Lula em Carnaubeira da Penha foi a segunda maior registrada para o candidato em um município brasileiro. O resultado ficou atrás apenas de Bonfim do Piauí (PI), onde o petista alcançou 88,73% dos votos, com 3.549 votos, contra 8,60% de Flávio, que recebeu 344 votos.

Apesar da ampla vantagem, o percentual de Lula em Carnaubeira da Penha ficou abaixo do registrado em 2022. No primeiro turno daquele ano, o presidente havia conquistado 91,26% dos votos, com 7.994 votos, enquanto Jair Bolsonaro teve 7,02%, com 615 votos.

No segundo turno de 2022, a vantagem de Lula foi ainda maior: 92,30%, equivalente a 7.945 votos, contra 7,70% de Jair Bolsonaro, que recebeu 663 votos.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 11:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Toda eleição eu fico decepcionado", diz Lula diz com resultado do primeiro turno das Eleições 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/toda-eleicao-eu-fico-decepcionado-diz-lula-diz-com-resultado-do/633567/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta segunda-feira, 5, em reunião com aliados políticos no Hotel San Marco, no centro de Brasília, que ficou decepcionado com o resultado do primeiro turno das eleições neste domingo.

"Vocês pensam que eu não fiquei decepcionado? Toda eleição eu fico decepcionado, porque todas eu quero vencer no primeiro turno", declarou o presidente.

Com 100% das urnas apuradas, Flávio teve 56.104.503 votos (47,03% dos votos válidos), enquanto Lula terminou com 53.879 538 votos (45,16% dos votos válidos). O petista teve 3.379.966 votos a menos do que no primeiro turno de 2022.

O presidente também reclamou da alta abstenção dos eleitores no voto para escolher o presidente da República. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 33 milhões deixaram de ir às urnas, ou seja, 21,08% do eleitorado. "Será que não gostam dos candidatos?", questionou o presidente.

O presidente questionou as propostas de corte fiscal apresentadas pela campanha de Flávio. "Toda vez nesse País que se fala em dureza fiscal, o que está em jogo é a política de inclusão social", declarou.

Ao falar sobre a segurança pública, tema em que Flávio se aproveitou mais durante a campanha, Lula sugeriu uma mudança de tom nos discursos sobre o tema.

"Nós vamos ter que dizer em alto e bom som, agora e depois que a gente aprovar a PEC. A segurança pública tem que proteger o cidadão porque o bandido tem que ir para a cadeia e o território tem que ficar livre para a sociedade se manifestar", declarou.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 08:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: com 100% das seções totalizadas, Flávio tem 47,03% e Lula, 45,16%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-2026-com-100-das-secoes-totalizadas-flavio-tem-4703-e/633498/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu às 2h58 desta segunda-feira, 5, a apuração de votos pelo Brasil. Com 100% das seções totalizadas, o senador Flávio Bolsonaro (PL) somou 56.104.503 votos (47,03% dos votos válidos) e o presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve 53.879.538 votos (45,16%), uma diferença entre eles de 2.224.965 votos (1,87 pontos porcentuais). Os dois disputarão o segundo turno em 25 de outubro.

Juntos, os demais candidatos ficaram com 9.316.747 votos (7,81% dos votos), distribuídos assim:

- Augusto Cury (Avante): 3.448.569 votos (2,89% dos votos válidos);

- Renan Santos (Missão): 2.675.887 votos (2,24%);

- Ronaldo Caiado (PSD): 2.605.148 votos (2,18%);

- Romeu Zema (Novo): 326.488 votos (0,27%);

- Samara Martins (UP): 122.911 votos (0,10%);

- Hertz Dias (PSTU): 43.103 votos (0,04%);

- Clariana Barão (DC): 40.043 votos (0,03%);

- Edmilson Costa (PCB): 22.693 votos (0,02%);

- Wilson Grassi (Democrata): 16.881 votos (0,01%);

- Rui Costa Pimenta (PCO): 15.024 votos (0,01%).

Ao todo, foram 119.300.788 votos válidos.

O comparecimento foi de 125.275.835 eleitores, sendo, portanto, 2.300.798 votos em branco e 3.674.249 nulos.

Considerando o eleitorado apto de 158.745.502, a abstenção de 33 469.244 representa 21,08%, o maior porcentual desde a eleição de 1998 (21,49%).

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 08:16:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE explica atraso na divulgação dos resultados do 1º turno por congestionamento de dados]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, confirmou neste domingo, 4 de outubro, que houve um atraso na totalização dos votos do primeiro turno das eleições. 

Segundo o ministro, o atraso de uma hora na divulgação dos dados ocorreu por causa de um congestionamento do sistema de dados da Corte. 

Por volta das 19h, a totalização nacional dos votos para presidente da República ficou travada no patamar de 64%. A totalização foi retomada por volta das 20h, quando a contagem passou para 84%.  

“O que ocorreu foi um congestionamento de dados. A cada eleição, nós somos surpreendidos com alguma intercorrência, o que é natural para quem lida com sistemas complexos e tão variados˜, afirmou. 

De acordo com o presidente, quando o problema foi detectado pela equipe de tecnologia da informação do tribunal, um protocolo foi acionado para garantir a segurança do sistema. 

“A princípio, não se sabe se isso foi derivado de outro problema. O que a nossa TI constatou foi um fluxo [de dados] superior ao normal, e esse congestionamento gerou um atraso”, completou. 

2020

Nas eleições municipais de 2020, o sistema de apuração do TSE também registrou atraso na apuração de votos. O problema ocorreu após uma falha do processador que realiza a totalização dos votos. 

Agência Brasil 
]]></description>
				
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 07:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Quando será o segundo turno das Eleições 2026? Veja a data da nova votação]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse/quando-sera-o-segundo-turno-das-eleicoes-2026-veja-a-data-da-nova/633496/</link>
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				<description><![CDATA[Os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irão disputar o segundo turno da eleição para presidente da República. Com isso, os eleitores voltam às urnas para o segundo turno no dia 25 de outubro de 2026 (domingo).

Flávio terminou a apuração em primeiro lugar, com 47,03% dos votos válidos, o equivalente a 56.103.033 votos. Lula ficou em segundo, com 45,16%, ou 53.870.724 votos.

A eleição presidencial é decidida em segundo turno quando nenhum candidato obtém mais da metade dos votos válidos no primeiro turno. 

Em seis estados e no DF, a eleição para governador foi para o segundo turno, e também será decidida no dia 25 de outubro. 

Veja onde haverá 2º turno para governador e quem são os candidatos:

Acre 
Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos) 

Amazonas
Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL) 

Distrito Federal 
Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) 

Espírito Santo
Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB) vão disputar o segundo turno no Espírito Santo. Pazolini obteve 49,65% dos votos válidos e Ferraço ficou com 34,06%. 

Rio de Janeiro
Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD)

Rio Grande do Norte
Allyson (União) e Cadu de Lula (PT) 

Tocantins
Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB)

Agência Brasil 
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				<category>TSE</category>
				<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 07:35:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ronaldo Caiado vota em Nova Crixás, Goiás, e diz ter cumprido missão na campanha presidencial]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/ronaldo-caiado-vota-em-nova-crixas-goias-e-diz-ter-cumprido-missao/633445/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-governador do Goiás (GO) e candidato do Partido Social Democrático (PSD) à disputa presidencial, Ronaldo Caiado, registrou seu voto numa escola em Nova Crixás (GO). Ele votou ao lado de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e seu vice na chapa.

Caiado, depois, acompanhará as votações do governador Daniel Vilela e de Gracinha Caiado, em Goiânia, antes de seguir para o Palácio das Esmeraldas, onde acompanhará a apuração do primeiro turno a partir das 17h. Após a apuração, Caiado concederá coletiva.

Caiado, após votar em Goiás, disse que pretende "livrar" a população da violência e dos juros elevados e defendeu que as riquezas do País sejam convertidas em melhorias concretas para a população.

"Vamos livrá-los da violência, livrá-los da taxa de juros exorbitantes. Fazer com que o país possa sonhar em suas riquezas, transformando-as em melhorias de vidas para as pessoas que aqui estão. E é isso que nós propusemos, é isso que nós fizemos. E agora é aguardar o resultado das urnas ... Jamais desonrei o voto que recebi", afirmou há pouco.

Sem citar ações específicas, o candidato afirmou que sua trajetória política e a experiência acumulada ao longo de quatro décadas de vida pública o credenciam para comandar o País. Ele voltou a classificar Goiás como "o melhor Estado para se viver no Brasil" e disse que encerra sua administração com aprovação de 88% da população goiana.

As intenções de votos para Caiado estavam em 4%, segundo a pesquisa DataFolha divulgada no sábado, 3. As 4.006 entrevistas que resultaram no levantamento foram encomendadas pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo. Foram feitas em 122 municípios na sexta (2) e sábado (3). O registro do trabalho na Justiça Eleitoral tem o código BR-01708/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 13:37:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula vota em São Bernardo do Campo ao lado de aliados no 1º turno das eleições]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-vota-em-sao-bernardo-do-campo-ao-lado-de-aliados-no-1o-turno-das/633441/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, acabou de votar em São Bernardo do Campo, São Paulo. Ele chegou às 9h ao local de votação, uma escola estadual em São Bernardo do Campo, em São Paulo.

O presidente está acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, do vice-presidente, Geraldo Alckmin, e do candidato ao governo de SP Fernando Haddad (PT) e seu vice na chapa, Márcio França (PSB). As candidatas ao senado Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) também o acompanham também.

Os ministros Luiz Marinho e Alexandre Padilha também estão presentes.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 13:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro vota em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, no 1º turno das eleições]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/flavio-bolsonaro-vota-em-vila-isabel-na-zona-norte-do-rio-no-1o/633436/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) acaba de votar, na zona norte do Rio de Janeiro. Flávio chegou ao local de votação, uma escola municipal em Vila Isabel, na zona Norte do Rio, às 8h07.

Ele estava acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, e foi cumprimentado por eleitores. O candidato não falou com a imprensa ao chegar. Antes dele, chegaram os candidato ao governo do Estado do Rio, Douglas Ruas (PL), e ao Senado Carlos Portinho (PL), e a mãe dele, a candidata a deputada federal Rogéria Bolsonaro (PL), que se disse confiante com a vitória.

A chegada de Flávio foi acompanhada por curiosos e jornalistas da imprensa nacional e internacional.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 12:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula assina medida que garante renda a mulheres afastadas do trabalho por violência doméstica]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-medida-renda-mulheres-violencia-domestica/633320/</link>
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				<description><![CDATA[Mulheres vítimas de violência doméstica e familiar que precisarem deixar o trabalho por determinação judicial poderão ter a renda mantida durante o período de afastamento, por até seis meses. A aplicação da medida na esfera federal foi consolidada por parecer vinculante da Advocacia-Geral da União (AGU), aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quinta-feira, 1º de outurbo.

A orientação incorpora à Administração Pública federal o entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no Tema 1.370 da Repercussão Geral. Com isso, órgãos federais, incluindo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), deverão seguir a decisão nos casos abrangidos pela Lei Maria da Penha.

O afastamento do local de trabalho já é previsto pela legislação como forma de proteção à vítima. A discussão judicial envolvia, entre outros pontos, a responsabilidade pela manutenção da renda nesse período.

Empregador e INSS dividem pagamento

Para mulheres seguradas pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) com vínculo de emprego, o empregador ficará responsável pelos primeiros 15 dias. Após esse período, o pagamento caberá ao INSS pelo tempo restante estabelecido pela Justiça.

A proteção também alcança outras categorias de seguradas, como contribuintes individuais, facultativas e seguradas especiais. Quando não houver empregador, a prestação previdenciária será custeada integralmente pelo instituto.

Não será exigido período de carência para acesso ao benefício. O entendimento do STF busca assegurar a fonte de renda da mulher que precisa interromper suas atividades em razão da violência sofrida.

Decisão judicial permitirá concessão do benefício

Com o parecer vinculante, o INSS não fará uma nova avaliação do mérito da medida protetiva para conceder o pagamento.

A autarquia deverá verificar a condição de segurada e encaminhar o benefício, sem exigir perícia médica para reconhecer a situação que motivou o afastamento.

O Ministério da Previdência Social e o INSS ainda deverão regulamentar os procedimentos administrativos. A orientação prevê atendimento prioritário e sigiloso às mulheres beneficiadas pela medida.

Proteção para não seguradas

O entendimento do STF também contempla vítimas que não possuem cobertura da Previdência Social. Nesses casos, a prestação terá natureza assistencial, em vez de previdenciária.

A medida busca evitar que a ausência de vínculo com o RGPS deixe a mulher sem recursos durante o período necessário para preservar sua segurança.

O Supremo estabeleceu que a expressão “vínculo trabalhista”, prevista na Lei Maria da Penha, deve ser interpretada de forma a proteger a fonte de renda da vítima, independentemente da maneira como ela obtenha seus rendimentos.

INSS poderá cobrar valores do agressor

O STF também definiu que a Previdência poderá buscar o ressarcimento das despesas decorrentes da violência.

As ações regressivas contra os responsáveis deverão ser julgadas pela Justiça Federal. Dessa forma, os valores utilizados para assegurar a proteção econômica da vítima poderão ser cobrados judicialmente do agressor, conforme as regras da legislação previdenciária.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 14:11:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data: Lula e Flávio Bolsonaro têm 49% de rejeição]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-real-time-big-data-lula-e-flavio-bolsonaro-tem-49-de/633211/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) registraram 49% de rejeição cada na nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta quinta-feira, 1º de setembro. Os dados fazem parte de um levantamento sobre a disputa presidencial de 2026 e indicam os candidatos que os entrevistados afirmaram que não votariam.

Na sequência dos resultados apresentados pelo instituto, Renan Santos (Missão) aparece com 43% de rejeição. Os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registraram 39% e 34%, respectivamente.

Rui Costa Pimenta (PCO) e Augusto Cury (Avante) marcaram 33% cada. Leonardo Avalanche (PRTB) teve 29%, enquanto Samara Martins (UP) registrou 28%. Já Wilson Grassi (Democrata) e Hertz Dias (PSTU) aparecem com 26% cada.

Completam os resultados Edmilson Costa (PCB), com 24%, e Clariana Barão (DC), com 23%. Ao todo, 1% dos entrevistados afirmou que poderia votar em qualquer um dos candidatos, enquanto outros 1% não souberam ou não responderam.

Pesquisa permitiu múltiplas respostas

A pergunta sobre rejeição permitiu que cada entrevistado indicasse mais de um candidato em quem não votaria. Por isso, os percentuais não representam uma distribuição que necessariamente some 100%.

O levantamento ouviu 2.000 eleitores entre os dias 26 e 30 de setembro de 2026, por meio de entrevistas por telefone e recrutamento digital. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09503/2026. Os resultados refletem as respostas dos entrevistados durante o período em que a pesquisa foi realizada.

A rodada atual apresenta mudança em relação ao levantamento nacional anterior do mesmo instituto, divulgado em 24 de setembro, quando Lula tinha 50% de rejeição e Flávio Bolsonaro aparecia com 49%. Naquela pesquisa, a metodologia também permitia respostas múltiplas.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 08:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data: 52% desaprovam o governo de Lula e 46% aprovam]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-real-time-big-data-52-desaprovam-o-governo-de-lula-e-46/633210/</link>
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				<description><![CDATA[O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 52% dos eleitores, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira, 1º de outubro. O levantamento aponta ainda que 46% aprovam a atuação do presidente, enquanto 2% não souberam ou não responderam.

Os dados foram coletados entre os dias 26 e 30 de setembro, em uma pesquisa realizada em todo o país. A diferença entre os índices de desaprovação e aprovação é de seis pontos percentuais.

O levantamento também perguntou aos entrevistados como eles avaliam a atual gestão federal. Para 33%, o governo é considerado “ótimo” ou “bom”. Outros 21% classificam a administração como “regular”.

Já 45% dos entrevistados avaliam o governo como “ruim” ou “péssimo”. A parcela que não soube ou não respondeu corresponde a 1%.

Os resultados medem, de um lado, a aprovação ou desaprovação do trabalho do presidente e, de outro, a avaliação dos entrevistados sobre a administração federal, perguntas que utilizam critérios diferentes dentro do mesmo levantamento.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa Real Time Big Data ouviu 2.000 eleitores em todo o país entre 26 e 30 de setembro de 2026. As entrevistas foram realizadas por telefone, com entrevistadores humanos.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09503/2026.

Os números representam as respostas dos eleitores entrevistados durante o período de coleta e não constituem uma previsão de resultados eleitorais.

Na pesquisa anterior do mesmo instituto, divulgada em 24 de setembro, 52% desaprovavam o trabalho de Lula, enquanto 45% aprovavam e 3% não souberam ou não responderam. Naquele levantamento, a gestão era classificada como ótima ou boa por 32%, regular por 22% e ruim ou péssima por 45%.

Na rodada divulgada nesta quinta-feira, portanto, o índice de desaprovação permaneceu em 52%, enquanto a aprovação passou de 45% para 46%. A classificação da gestão como ótima ou boa subiu de 32% para 33%, e a avaliação como regular caiu de 22% para 21%, enquanto o percentual de ruim ou péssimo permaneceu em 45%.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 08:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data: Flávio Bolsonaro tem 46% e Lula 45% em simulação de 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-real-time-big-data-flavio-bolsonaro-tem-46-e-lula-45-em/633209/</link>
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				<description><![CDATA[Em uma simulação de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 46% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45%, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira, 1º de setembro. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os resultados configuram empate técnico.

Os votos em branco e nulos somam 5%, enquanto 4% dos entrevistados não souberam responder ou preferiram não informar a opção de voto.

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 24 de setembro, Lula manteve os 45% registrados anteriormente. Flávio Bolsonaro oscilou de 45% para 46%. No estudo divulgado na semana passada, os dois também apareciam dentro da margem de erro.

O levantamento atual foi realizado com 2 mil eleitores de todo o país, entre os dias 26 e 30 de setembro, por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Pesquisa testa outros cenários de segundo turno

Além do confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento apresentou outras simulações para uma eventual segunda etapa da eleição.

No cenário em que o adversário é Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 45%, enquanto o ex-governador de Goiás registra 43%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os números também ficam dentro de uma situação de empate técnico.

Contra Romeu Zema (Novo), Lula marca 45% e o ex-governador de Minas Gerais aparece com 40%. Nesse cenário, brancos e nulos somam 9% e outros 6% não souberam responder ou não responderam.

Na simulação com Renan Santos (Missão), Lula registra 45%, enquanto o candidato do Missão soma 38%. Brancos e nulos representam 9% e outros 8% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Já no confronto com Augusto Cury (Avante), Lula tem 45% e o escritor aparece com 44%. Os votos brancos e nulos correspondem a 6%, enquanto 5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09503/2026. Os percentuais refletem as respostas dos eleitores entrevistados durante o período de coleta e não constituem previsão do resultado da eleição.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 07:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data: Lula aparece com 43% e Flávio Bolsonaro com 39% no cenário do 1º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-real-time-big-data-lula-aparece-com-43-e-flavio-bolsonaro/633208/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 43% das intenções de voto no principal cenário estimulado para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira, 1º de outubro. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 39%.

A diferença entre os dois candidatos é de quatro pontos percentuais. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos, os resultados estão dentro de uma faixa de empate técnico, de acordo com a metodologia da pesquisa e com a forma como levantamentos eleitorais são interpretados.

Na sequência, Renan Santos (Missão) aparece com 4% das intenções de voto. O escritor Augusto Cury (Avante) e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) registram 3% cada.

O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) tem 1%. O mesmo percentual é registrado pelo grupo que reúne Clariana Barão (DC), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Wilson Grassi (Democrata) e Leonardo Avalanche (PRTB).

Brancos e nulos correspondem a 3% das respostas, enquanto outros 3% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.

Os percentuais correspondem ao cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa Real Time Big Data ouviu 2.000 eleitores entre os dias 26 e 30 de setembro de 2026, por meio de entrevistas por telefone. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09503/2026. Segundo as informações divulgadas sobre o levantamento, os dados representam a intenção de voto dos entrevistados no período em que as entrevistas foram realizadas e não constituem uma previsão do resultado da eleição.

O levantamento foi divulgado três dias antes do primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro. Portanto, os números refletem o cenário medido pelo instituto entre 26 e 30 de setembro, antes da votação.

Além do primeiro turno, a pesquisa também avaliou cenários de eventual segundo turno entre os candidatos. No principal cenário, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem dentro da margem de erro, segundo os dados divulgados sobre o levantamento.

A pesquisa faz parte de uma sequência de levantamentos divulgados nas últimas semanas para medir as intenções de voto na eleição presidencial. Os resultados variam de acordo com o período de coleta, a metodologia, a amostra e a margem de erro de cada instituto.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 07:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Brasil registra déficit nas contas públicas de R$ 10 bilhões, em agosto, informa Banco Central]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/brasil-registra-deficit-nas-contas-publicas-de-r-10-bilhoes/633162/</link>
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				<description><![CDATA[O setor público consolidado composto por União, estados, municípios e empresas estatais registrou déficit primário de R$ 10 bilhões em agosto. O resultado representa melhora em relação ao mesmo mês de 2025, quando o débito foi de R$ 17,3 bilhões.

Os valores foram divulgados pelo Banco Central (BC) nesta quarta-feira, 30 de setembro. O déficit primário corresponde ao resultado das contas públicas sem considerar o pagamento dos juros da dívida.

Em agosto, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) respondeu por déficit de R$ 14,7 bilhões, enquanto os governos regionais registraram superávit de R$ 2,7 bilhões e as empresas estatais tiveram resultado positivo de R$ 2 bilhões.

No acumulado de 12 meses encerrados em agosto, o setor público consolidado registra déficit primário de R$ 82,1 bilhões, equivalente a 0,62% do Produto Interno Bruto (PIB). O resultado é 0,06 ponto percentual inferior ao déficit do primeiro semestre.

Juros e resultado nominal

Os gastos com juros nominais somaram R$ 105,9 bilhões em agosto, acima dos R$ 74,3 bilhões registrados no mesmo mês do ano passado.

Segundo o BC, contribuiu para esse aumento a piora no resultado das operações de swap cambial, que passaram de ganho de R$ 19,9 bilhões em agosto de 2025 para perda de R$ 9,3 bilhões em agosto deste ano.

Em 12 meses, as despesas com juros alcançaram R$ 1,182 trilhão, o equivalente a 8,86% do PIB.

Ao incluir o pagamento de juros, o resultado nominal do setor público foi deficitário em R$ 115,9 bilhões em agosto. No acumulado de 12 meses, o déficit nominal chegou a R$ 1,264 trilhão, ou 9,48% do PIB – alta de 0,12 ponto percentual em relação ao mês anterior.

Dívida pública

A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) atingiu R$ 9,2 trilhões em agosto, o equivalente a 69,3% do PIB. O indicador subiu 0,1 ponto percentual no mês, influenciado principalmente pelos juros nominais e pelo déficit primário.

Já a Dívida Bruta do Governo Geral como INSS, governos estaduais e municipais alcançou R$ 11,1 trilhões, correspondentes a 82,9% do PIB. O percentual ficou 0,3 ponto acima do registrado em julho.

De acordo com o Banco Central, o avanço da dívida bruta no mês refletiu principalmente a incorporação dos juros nominais, além dos efeitos da variação cambial. No acumulado do ano, a DBGG teve aumento de 4,2 pontos percentuais do PIB.

Agência Brasil
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 14:17:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Meio/Ideia: Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente com 48,5% e 48% no 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/meioideia-lula-e-flavio-bolsonaro-empatam-tecnicamente-com-485-e/633135/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 30 de setembro. Lula registra 48,5% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 48%.

A diferença entre os dois é de 0,5 ponto percentual. Como a margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, os resultados estão dentro da margem e configuram empate técnico.

Nesse cenário, 2,1% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 1,5% disseram não saber em quem votariam.

Lula aparece com 48% contra Augusto Cury

A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre Lula e Augusto Cury (Avante). Nesse cenário, o presidente registra 48% das intenções de voto, enquanto Cury aparece com 44%.

Os votos em branco ou nulos correspondem a 5% e os entrevistados que não sabem somam 3,1%.

Contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 48,5%, enquanto o governador de Goiás registra 44,6%. Nesse cenário, 3,1% afirmam que votariam em branco ou nulo e 3,9% não sabem.

Já na simulação entre Lula e Renan Santos (Missão), o presidente tem 48% das intenções de voto, contra 41,3% do adversário. Os votos em branco ou nulos somam 8%, enquanto 2,8% não sabem.

No cenário contra Romeu Zema (Novo), Lula registra 48,5% e o ex-governador de Minas Gerais aparece com 44%. Outros 5% afirmam que votariam em branco ou nulo e 2,6% não sabem.

Metodologia

A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 2 mil eleitores por telefone entre os dias 25 e 28 de setembro. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Canal Meio e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08706/2026.

Os números correspondem a simulações de segundo turno entre Lula e os candidatos testados pelo levantamento. No cenário com Flávio Bolsonaro, a diferença de 0,5 ponto percentual está dentro da margem de erro, caracterizando empate técnico.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Meio/Ideia: Lula tem 39,4% e Flávio Bolsonaro 38,4% no 1º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-meioideia-lula-tem-394-e-flavio-bolsonaro-384-no-1o/633133/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem tecnicamente empatados no primeiro turno da disputa pela Presidência da República, segundo pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 30 de setembro. O levantamento aponta 39,4% das intenções de voto para Lula e 38,4% para Flávio Bolsonaro.

A diferença entre os dois candidatos é de 1 ponto percentual, enquanto a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Por isso, os resultados configuram empate técnico entre os dois primeiros colocados.

O levantamento também apresenta os percentuais dos demais candidatos. Augusto Cury (Avante) aparece na terceira posição, com 6,7% das intenções de voto.

Na sequência, Renan Santos (Missão) registra 4,5%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 4,4%. Romeu Zema (Novo) aparece com 3,5%, enquanto Samara Martins (UP) tem 0,4%.

Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) registram 0,3% cada. Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Leonardo Avalanche (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB) aparecem com 0,1% cada. Entre os entrevistados, 0,7% afirmaram que pretendem votar em ninguém, branco ou nulo. Outros 1,5% disseram não saber em quem votar.

Margem de erro e metodologia

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 2 mil eleitores por telefone entre os dias 25 e 28 de setembro. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelo Canal Meio e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08706/2026.

O resultado corresponde ao cenário estimulado, no qual os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos candidatos e indicam sua preferência. Os percentuais representam as intenções de voto registradas no período em que as entrevistas foram realizadas.

Com a margem de erro considerada, a diferença de 1 ponto percentual entre Lula e Flávio Bolsonaro não permite apontar uma vantagem estatisticamente definida entre os dois candidatos no primeiro turno.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 07:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo faz balanço de ações para frear alta nos combustíveis, incluindo multa de até R$ 500 milhões]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-balanco-acoes-para-frear-alta-nos-combustiveis-multa/633080/</link>
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				<description><![CDATA[O governo federal apresentou na segunda-feira, 28 de setembro, um balanço das medidas para conter a alta dos preços dos combustíveis em decorrência do aumento da cotação internacional do barril de petróleo.

Em caso de caracterização de "abusos" praticados por agentes, a multa administrativa poderá variar de R$ 20 mil a R$ 500 milhões, conforme dispõe a Medida Provisória (MP) publicada na última sexta-feira.

O valor punitivo será aplicado quando agentes da cadeia de combustíveis praticarem determinadas condutas vedadas pelo Código de Defesa do Consumidor, entre elas, a elevação "sem justa causa" no preço de produtos. Foram alegados alguns casos em que a margem de lucro bruta das distribuidoras aumentou mais de 1.350%.

Em coletiva de imprensa realizada nesta segunda, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, disse que a severidade da multa de até R$ 500 milhões somente pretende ter incidência para os casos "absolutamente" caracterizados como prática abusiva.

"Chamamos a atenção para a distinção entre o uso ou a liberdade de preço e o abuso de preço. O uso dessa faculdade não se confunde com esse abuso", declarou.

Na última sexta-feira, o governo também confirmou a manutenção da subvenção de R$ 2,12 por litro de óleo diesel. Além disso, na semana passada, houve a chamada Operação Carga Pesada - com ações de fiscalização em agentes do mercado de combustíveis para apurar possíveis aumentos injustificados das margens de lucro.

A operação foi desencadeada após 330 denúncias recebidas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As multas somam mais de R$ 700 milhões a distribuidoras de combustíveis por elevação abusiva de preços, até agora, segundo o balanço apresentado. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) instaurou 70 processos administrativos sancionadores contra postos e distribuidoras de combustíveis.

O governo federal também repetiu nesta segunda que o abastecimento de diesel no Brasil "está garantido".

Para outubro, diante de demanda estimada em 3.950 mil m³, há oferta confirmada de 3.978 mil m³. Os dados apontam que o País conta com estoques de 1.970 mil m³ de diesel.

Desde março, o Ministério de Minas e Energia (MME) tem coordenado, com participação de órgãos públicos e do setor privado, uma mesa de acompanhamento semanal do cenário internacional e os fluxos de importação e distribuição, com horizonte de dois meses.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 12:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo federal derruba 506 sites de apostas irregulares e monitora rede com 212 mil usuários no Telegram]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/governo-derruba-506-sites-de-apostas-irregulares-e-monitora-usuarios/633006/</link>
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				<description><![CDATA[Uma força-tarefa do governo federal derrubou 506 sites com indícios de oferta irregular de apostas online depois da edição da medida provisória (MP) que proibiu as bets no Brasil.

Uma outra rede para divulgação de apostas online com 212 mil usuários no Telegram também é monitorada.  

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) informou que ampliou o monitoramento do mercado de apostas online no ambiente digital depois da publicação da MP do fim das bets por meio de força-tarefa entre a pasta e o Ministério da Fazenda (MF).


O trabalho busca interromper o acesso a plataformas que operem sem autorização e impedir que novos endereços sejam usados para oferecer apostas ao público brasileiro”, informou, em nota, o MJSP.


Um relatório do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) do MJSP identificou que a publicidade de bets continuava circulando em plataformas da Meta, do Google e no TikTok. Os anúncios chamavam para novos cadastros com oferta de bônus e incentivos como "convide amigos e ganhe R$ 888,00" e "Ganhe R$ 50,00 grátis".

A MP editada na sexta-feira (25) prevê dez dias de prazo para retirada de publicidade que já estava em circulação, proibindo qualquer novo anúncio. 

No Google, foram identificados 1,9 mil anúncios de bets. 


Não foi possível separar, nesse conjunto, quais anúncios eram novos e quais já estavam ativos antes da proibição”, diz o informe do ministério.


O Ciberlab anunciou que vai continuar monitorando as plataformas para verificar o cumprimento da legislação e pediu medidas das bigtechs para detectar páginas com identidade dissimulada e links mascarados.

Meta

Na Meta, o Ciberlab identificou sete anúncios, sendo que dois deles começaram a ser veiculados durante a vigência da medida provisória. O documento do órgão do MJSP pede a notificação da Meta para derrubada dos anúncios que começaram após edição da MP.  


Alguns anúncios utilizavam nomes de páginas diferentes das marcas exibidas e links cujo domínio também não correspondia à marca anunciada. O relatório aponta que esses elementos podem indicar ocultação do anunciante real e do destino do tráfego”, informou o Ciberlab.


Ainda segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, as ações contra os 506 sites suspeitos e o monitoramento da publicidade das bets fazem parte da “estratégia de impedir que a oferta de apostas continue por novos domínios, anúncios, aplicativos e outros caminhos no ambiente digital”.

Telegram

A força-tarefa do governo ainda identificou 43 canais e grupos ativos no Telegram com propaganda e divulgação de apostas e jogos de cassino online que somam 212,6 mil membros.

A relação dessas contas foi encaminhada neste domingo (27) aos órgãos competentes da Fazenda e da Justiça “para verificação técnica e administrativa da situação dos operadores e adoção das providências cabíveis”.

O governo identificou promessas de “260% de lucro mensal”, oferta de “robôs” para apostas e alegações de taxas de acerto de até 99,8%.


A atuação integrada busca impedir que a retirada formal das bets seja contornada pela migração das atividades para redes sociais, aplicativos, grupos fechados, canais clandestinos ou plataformas hospedadas fora do país”, diz nota do MJSP.


Bets ilegais

Após a publicação da MP proibindo as bets, teriam surgido 440 novos sites de apostas online sem registro no Brasil. Os dados são do site Bet Legal, mantido pela empresa de cibersegurança Iron Security, que presta serviços a casas de apostas online no Brasil. 

Essa plataforma começou a medir o número de bets irregulares em 1º de setembro deste ano, com os primeiros sites irregulares detectados a partir do dia 21 de setembro, quatro dias antes da publicação da MP pelo governo federal. 

Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 13:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Quaest: aprovação do governo Lula sobe para 46% e desaprovação fica em 49%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-quaest-aprovacao-do-governo-lula-sobe-para-46-e/632996/</link>
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				<description><![CDATA[A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou de 44% para 46% em uma semana, enquanto a desaprovação passou de 50% para 49%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 28. Apesar das oscilações, a desaprovação permanece numericamente acima da aprovação. O porcentual dos que não sabem ou não responderam passou de 6% para 5%.

Na avaliação do governo, a parcela que considera a gestão negativa oscilou de 42% para 41%, enquanto a avaliação positiva passou de 33% para 34%. Os que classificam o governo como regular permaneceram em 23%, e os que não sabem ou não responderam ficaram estáveis em 2%.

A pesquisa é a primeira da Quaest após a proibição das bets no País, anunciada por Lula na tarde de sexta-feira (25). O levantamento foi realizado entre os dias 24 e 27 de setembro e medirá, em parte, os efeitos da medida.

Contratada pela Globo e pelo jornal O Globo, a Quaest ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 24 e 27 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06520/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 11:19:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro aparecem com 42% cada em simulação de 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-quaest-lula-e-flavio-bolsonaro-aparecem-com-42-cada-em/632994/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem com 42% das intenções de voto cada em uma simulação de segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 28 de setembro. O resultado representa um empate numérico entre os dois candidatos.

Na pesquisa anterior, divulgada em 21 de setembro, Flávio Bolsonaro tinha 42%, enquanto Lula registrava 41%. Com a nova rodada, o senador manteve o percentual, enquanto o presidente oscilou um ponto percentual para cima.

No cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, 13% dos entrevistados declararam que votariam em branco, anulariam o voto ou não votariam. O percentual era de 14% na rodada anterior. Os indecisos permaneceram em 3%.

Outros cenários de segundo turno

A Quaest também apresentou outras quatro simulações de segundo turno. Contra o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 43%, enquanto o adversário registra 40%. Na rodada anterior, os percentuais eram de 41% e 39%, respectivamente.

No cenário entre Lula e o escritor Augusto Cury (Avante), o presidente tem 42%, contra 33% de Cury. Uma semana antes, os números eram de 39% para Lula e 35% para o escritor.

Já na simulação entre Lula e Renan Santos (Missão), o presidente aparece com 42%, enquanto o adversário registra 39%. Na pesquisa anterior, os dois tinham 41% e 38%, respectivamente. Contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), Lula registra 46%, mesmo percentual da rodada anterior. Zema passou de 32% para 30%.

A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal O Globo. A Quaest entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 27 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06520/2026.

Os percentuais apresentados correspondem às intenções de voto nas simulações realizadas pela pesquisa e não constituem previsão do resultado da eleição.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 10:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Quaest: Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro, 34% no 1º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-quaest-lula-tem-39-e-flavio-bolsonaro-34-no-1o-turno/632993/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 28 de setembro, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 39% das intenções de voto no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 34%. O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo.

Na rodada anterior, Lula tinha 37% e Flávio Bolsonaro, 33%. As duas variações ocorreram dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O resultado atual coloca os dois candidatos fora da situação de empate técnico registrada no levantamento anterior.

Na sequência aparecem o escritor Augusto Cury (Avante), com 4%, e Ronaldo Caiado (PSD), também com 4%. Renan Santos (Missão) tem 3%, enquanto Romeu Zema (Novo) registra 1%.

Samara Martins (UP) aparece com 0%. Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Leonardo Avalanche (PRTB) também registraram 0%.

Pesquisa estimulada

O levantamento foi realizado na modalidade estimulada, na qual os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos candidatos. Além das intenções de voto, 5% dos entrevistados se declararam indecisos, enquanto 10% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não votariam.

A Quaest entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 27 de setembro, em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06520/2026.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula aparece com 31% e Flávio Bolsonaro com 27%. Outros candidatos somam 8%, enquanto 31% se declararam indecisos. Branco, nulo ou intenção de não votar corresponde a 3%.

Em eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois aparecem com 42% das intenções de voto cada, segundo a mesma pesquisa. Esse cenário está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 10:39:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula tem 46% de aprovação e 49% de desaprovação, aponta pesquisa Nexus/BTG ]]></title>
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				<description><![CDATA[A pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 28 de setembro, aponta que 49% dos eleitores desaprovam a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento mostra ainda que 46% afirmam aprovar o governo, enquanto 5% não souberam responder ou não responderam à pergunta.

Na comparação com a rodada anterior, divulgada na semana passada, o índice de desaprovação apresentou oscilação de 50% para 49%. Já o percentual de aprovação permaneceu em 46%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, a variação registrada na desaprovação está dentro da margem do levantamento.

Os dados fazem parte da mesma pesquisa que também avaliou cenários de intenção de voto para as eleições presidenciais de 2026. O levantamento foi realizado pela Nexus e contratado pelo Banco BTG Pactual.

Avaliação da administração

Além de perguntar aos entrevistados se aprovam ou desaprovam a administração de Lula, a pesquisa mediu como os eleitores classificam o governo do presidente. Nesse indicador, 45% consideram a gestão ruim ou péssima.

Outros 36% avaliam a administração como ótima ou boa. Já 19% classificam o governo como regular. O levantamento registra ainda que 1% dos entrevistados não soube responder ou não respondeu à questão.

Os resultados mostram, portanto, uma distribuição diferente entre os dois indicadores analisados pela pesquisa. Enquanto a pergunta sobre aprovação ou desaprovação registra 49% de desaprovação e 46% de aprovação, a avaliação da gestão reúne os entrevistados entre as categorias ótima, boa, regular, ruim e péssima.

A pesquisa também apresentou, na mesma rodada, cenários de segundo turno para a eleição presidencial. Entre as simulações, Lula aparece com 46% das intenções de voto contra 44% de Flávio Bolsonaro (PL), resultado considerado empate técnico diante da margem de erro do levantamento.

Metodologia

A pesquisa Nexus ouviu 2 mil eleitores por telefone entre os dias 25 e 27 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07557/2026.

Os percentuais apresentados correspondem às respostas dos entrevistados durante o período de coleta e devem ser interpretados considerando a margem de erro informada pela pesquisa.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 09:04:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG: Lula tem 46% contra 44% de Flávio Bolsonaro em simulação de segundo turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46% das intenções de voto em uma eventual disputa de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 44%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 28. Os dois permanecem tecnicamente empatados, considerada a margem de erro de dois pontos porcentuais. Na rodada anterior, Lula também tinha 46%, e Flávio, 45%.

O presidente aparece ainda em empate técnico com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 46% a 42%. Na pesquisa da semana passada, os dois estavam numericamente empatados, com 45% cada.

Contra o escritor Augusto Cury (Avante), Lula marca 46%, ante 41%. A distância numérica entre eles passou de um para cinco pontos porcentuais: na rodada anterior, o presidente tinha 44%, e Cury, 43%.

Lula registra 48% em uma simulação contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que tem 39%. Na semana passada, o placar era de 47% a 41%.

Diante de Renan Santos (Missão), o presidente também marca 48%, contra 37% do adversário; os porcentuais anteriores eram de 47% e 39%. Brancos e nulos variam de 8% a 13% nos cinco confrontos testados.

A Nexus entrevistou por telefone 2.000 eleitores de 25 a 27 de setembro. A margem de erro geral é de dois pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07557/2026.

Estadão Conteúdo 

 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 07:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG mostra Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 37% no 1º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-nexusbtg-mostra-lula-com-42-e-flavio-bolsonaro-com-37-no/632982/</link>
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				<description><![CDATA[A nova pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 28 de setembro, apresenta Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 42% das intenções de voto no cenário estimulado para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 37% entre os entrevistados.

A diferença entre os dois candidatos é de cinco pontos percentuais. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os resultados de ambos não se sobrepõem quando aplicada a margem de erro ao intervalo de cada percentual.

Na sequência aparecem Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD), com 5% cada. Renan Santos (Missão) registra 4%, enquanto Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) têm 1% cada.

Os candidatos Rui Costa Pimenta (PCO), Hertz Dias (PSTU), Edmilson Costa (PCB), Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Leonardo Avalanche (PRTB) não pontuaram nesta rodada da pesquisa.

Entre os entrevistados, 3% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados. Outros 2% disseram não saber ou preferiram não responder à pergunta.

Pesquisa ouviu 2 mil eleitores

O levantamento foi realizado pela Nexus entre os dias 25 e 27 de setembro e ouviu 2 mil eleitores por telefone. A pesquisa tem margem de erro estimada em dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%.

O estudo foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07557/2026. As entrevistas foram realizadas por meio de ligações telefônicas, seguindo a metodologia definida pelo instituto.

A rodada divulgada nesta segunda-feira ocorre seis dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais. Na pesquisa anterior, divulgada em 21 de setembro, Lula aparecia com 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 37%. Na nova rodada, o percentual atribuído a Lula passou para 42%, enquanto o de Flávio permaneceu em 37%.

Além do cenário de primeiro turno, a pesquisa também avaliou uma eventual disputa direta entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno. Nesse cenário, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 44%. A diferença de dois pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento, de modo que os números configuram empate técnico nessa simulação.

O levantamento ainda apresentou outros cenários de segundo turno. Contra Ronaldo Caiado, Lula registra 46%, ante 42% do adversário. Em uma eventual disputa com Augusto Cury, o presidente aparece com 46%, enquanto o escritor tem 41%. Já diante de Romeu Zema, os percentuais são de 48% para Lula e 39% para o candidato do Novo.

Os números correspondem às respostas dos entrevistados no período em que as entrevistas foram realizadas e representam as intenções de voto captadas pela pesquisa. Como ocorre com levantamentos de intenção de voto, os percentuais estão sujeitos à margem de erro informada pelo instituto e refletem o cenário apresentado aos participantes no momento da coleta.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 07:37:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo inicia notificação a apostadores sobre fim das bets e informa prazo para retirada de valores]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-inicia-notificacao-a-apostadores-sobre-fim-das-bets-no-brasil/632935/</link>
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				<description><![CDATA[Poucas horas após o anúncio do fim das bets pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sexta-feira, 25 de setembro, apostadores já começaram a receber notificações do governo federal informando sobre a medida e os prazos para realizar os saques nas plataformas de apostas.

A medida integra um pacote de bondades lançado por Lula, que segundo o governo, irá reduzir o endividamento das famílias. Na mesma noite, o governo federal também lançou o Desenrola 3.0, programa de renegociação de dívidas.




Informamos que foi publicada a Medida Provisória que proíbe bets no Brasil. Se você tem dinheiro em sites ou aplicativos de apostas, retire o valor até segunda-feira, 05/10. Se você não puder fazer a retirada até essa data, as bets devolverão o seu dinheiro, por meio dos bancos, até 14/10", diz a mensagem enviada por WhatsApp pelo perfil do Gov.br.




Em seguida, o destinatário pode responder se deseja ou não receber mais mensagens sobre o tema.
 

Decisão pelo fim das bets

O governo federal decidiu encerrar a operação de bets no País a partir desta sexta-feira, 25, com a edição de uma medida provisória assinada pelo presidente Lula. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Ele afirmou que a decisão ocorre após o Executivo reunir informações do setor, escrutinar a atuação das plataformas e constatar impactos relevantes sobre a renda das famílias e a saúde pública.

Como mostrou o Estadão, a proibição às bets surge após o seu próprio governo regulamentar o funcionamento das casas de apostas e tratar a medida como solução ao "caos" deixado na área pela gestão de Jair Bolsonaro (PL).


Confira o cronograma das medidas:


	25 de setembro: publicação da MP, início da proibição de novos aportes nas plataformas
	Até 5 de outubro (segunda-feira), 23h59: prazo para retirada voluntária dos valores pelos apostadores
	A partir de 6 de outubro (terça-feira): os sites e aplicativos de apostas saem do ar
	Entre os dias 7 e 8 de outubro: as bets devem informar às instituições financeiras os saldos remanescentes, discriminados por CPF
	De 9 a 14 de outubro: prazo para devolução dos saldos aos apostadores pelos bancos
	A partir de 14 de outubro: havendo obstáculo que impeçam os bancos de devolver os valores, a Caixa Econômica Federal recebe os recursos e providencia a devolução aos apostadores.


Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 11:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[MP que proíbe bets já está em vigor, mas Congresso terá até 120 dias para decidir sobre medida; saiba próximas etapas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/mp-proibe-bets-no-brasil-e-congresso-decide-validade/632930/</link>
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				<description><![CDATA[A Medida Provisória (MP) que determina o fim das chamadas bets no Brasil, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sexta-feira, 25 de setembro, entrou em vigor imediatamente após ser publicada no Diário Oficial da União.

A medida, no entanto, tem caráter inicialmente temporário e precisará ser analisada pelo Congresso Nacional para continuar valendo de forma permanente.

Pelas regras constitucionais, uma MP tem validade inicial de 60 dias e pode ser prorrogada por mais 60, totalizando até 120 dias.

Para que a proibição permaneça em vigor, o texto deverá passar por uma comissão mista, formada por deputados e senadores, e posteriormente ser votado nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Congresso ainda não definiu tramitação

Até o momento, a cúpula do Congresso não estabeleceu um calendário para a análise da medida nem definiu os parlamentares que ocuparão a presidência e a relatoria da comissão mista.

O cenário também é influenciado pelo período eleitoral. Com parte dos parlamentares envolvida nas campanhas, o Congresso está com atividades reduzidas. Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ainda não reuniram os líderes partidários para estabelecer os próximos passos da MP.

A expectativa é que um acordo sobre a tramitação seja construído depois do primeiro turno das eleições, quando os parlamentares estarão menos envolvidos com as atividades de campanha.

O prazo de validade da medida provisória fica suspenso durante o recesso parlamentar. Esse período, porém, só começa oficialmente depois que o Congresso aprova o projeto de orçamento encaminhado pelo governo.

Caso a proposta orçamentária seja aprovada e o Legislativo entre em recesso, a votação da MP poderá ficar para fevereiro de 2027. Se não houver recesso nas condições previstas, o prazo para análise será janeiro do próximo ano.

Bets terão prazo para encerrar operações

A medida assinada por Lula estabelece regras imediatas para o encerramento das atividades das plataformas de apostas. Desde a publicação da MP, novos depósitos nas contas das empresas estão proibidos.

Os apostadores terão até as 23h59 do dia 5 de outubro para retirar voluntariamente os valores disponíveis nas plataformas. A partir de 6 de outubro, sites e aplicativos de apostas deverão ser bloqueados no país.

Caso o usuário não faça o saque dentro do prazo, as instituições financeiras que operam para as empresas de apostas deverão devolver os valores entre os dias 9 e 14 de outubro. Antes disso, as bets terão de informar aos bancos os saldos individuais vinculados aos CPFs dos apostadores.

A medida também impede a contratação de novas campanhas publicitárias, patrocínios e promoções comerciais relacionados às apostas. Materiais publicitários já contratados poderão continuar sendo veiculados até 5 de outubro, conforme as regras estabelecidas pelo governo.

Proibição ocorre menos de três anos após regulamentação

A decisão de Lula foi anunciada menos de três anos depois de o governo federal regulamentar o mercado de apostas, em dezembro de 2023, por meio da chamada Lei das Bets.

A nova medida tem como uma de suas justificativas o combate ao endividamento das famílias e aos impactos associados ao jogo. O governo também anunciou, junto com a MP, outras ações relacionadas ao setor.

Projeto prevê crimes e penas de prisão

Além da medida provisória, o governo encaminhou ao Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) que propõe criminalizar diferentes práticas relacionadas às apostas de quota fixa.

Diferentemente da MP, o projeto não produz efeitos imediatamente e dependerá da tramitação e aprovação dos parlamentares.

O texto prevê penas de prisão para pessoas envolvidas na exploração e em outras atividades relacionadas às apostas. Entre as condutas previstas estão a exploração de apostas, a divulgação e publicidade, o uso de dados pessoais para captar apostadores, a facilitação de operações financeiras e o fornecimento de aplicações de internet destinadas às apostas.

As penas previstas variam conforme o crime e podem chegar a seis anos de reclusão, além de multa.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 09:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Federal lança Desenrola 3.0 com previsão de renegociar R$ 150 bilhões em dívidas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-federal-lanca-desenrola-30-com-previsao-de-renegociar-dividas/632927/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou na sexta-feira, 25 de setembro, durante uma cerimônia em São Paulo, uma nova etapa do programa de renegociação de dívidas do governo federal, batizada de Desenrola 3.0. A iniciativa prevê a renegociação de até R$ 150 bilhões em débitos, com descontos mínimos de 90%.

A proposta tem como principal mecanismo a compra, pelo Tesouro Nacional, de dívidas antigas de consumidores junto a instituições financeiras. Como esses créditos são considerados de difícil recuperação, a expectativa do governo é que os bancos ofereçam descontos elevados para facilitar a quitação dos débitos.

Nesta fase, serão atendidas famílias com dívidas em atraso há períodos entre dois e quatro anos e meio.

Programa mira milhões de brasileiros endividados

Dados apresentados pelo governo apontam que, em agosto de 2026, o estoque de dívidas inadimplidas registradas nos birôs de crédito, com até cinco anos de atraso, alcançava R$ 592 bilhões.

O levantamento do Tesouro Nacional indica ainda a existência de 83,9 milhões de pessoas negativadas. Desse total, 56% são mulheres. A média é de quatro dívidas por pessoa, com valor médio de R$ 7 mil por devedor e aproximadamente R$ 1,7 mil por dívida.

Cerca de 55% do estoque corresponde a débitos não bancários, envolvendo serviços e empresas de setores como água, energia elétrica, telefonia e varejo. Apenas as dívidas relacionadas a água, luz e energia representam aproximadamente 20% do total.

Leilão vai incluir dívidas de até R$ 10 mil

O Desenrola 3.0 prevê a realização de um leilão para a compra de carteiras de dívidas bancárias e não bancárias. Poderão participar débitos cujo valor original seja de até R$ 10 mil e que tenham como referência a data de 25 de setembro de 2026.

O Ministério da Fazenda ainda poderá estabelecer critérios adicionais relacionados à renda dos beneficiários e à prioridade para determinados grupos de devedores.

A previsão é de que o impacto fiscal da medida fique limitado a R$ 15 bilhões caso o percentual de desconto projetado seja alcançado. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que haverá impacto primário e ressaltou que as despesas estarão submetidas às regras fiscais.

Segundo Moretti, o processo de leilão começa ainda em 2026, mas a execução demanda etapas administrativas. Por isso, o desembolso efetivo dos recursos deverá ocorrer somente em 2027. As despesas, conforme explicou o ministro, serão consideradas nas previsões orçamentárias de 2027 e 2028.

Até 15 milhões podem ser beneficiados

A estimativa do Ministério da Fazenda é que, diante da adesão parcial de credores e devedores, cerca de R$ 75 bilhões em dívidas sejam efetivamente renegociados. A expectativa é de que até 15 milhões de pessoas possam ser alcançadas pela nova fase do programa.

O cronograma divulgado pelo governo estabelece as seguintes etapas:


	
	Setembro de 2026: publicação da Medida Provisória, com o texto final que altera a Lei nº 14.690/2023;
	
	
	Novembro de 2026: publicação do chamamento para apresentação das propostas;
	
	
	Dezembro de 2026: entrega das propostas pelos credores;
	
	
	Janeiro de 2027: homologação das propostas selecionadas;
	
	
	Fevereiro de 2027: assinatura dos contratos e início do repasse do desconto aos devedores, com possibilidade de quitação à vista ou parcelamento.
	


Desenrola já teve outras duas versões

A primeira edição do Desenrola foi criada em 2023, no primeiro ano do atual governo Lula. Na ocasião, o programa contemplou pessoas com renda mensal de até dois salários mínimos ou inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), desde que tivessem dívidas de até R$ 5 mil negativadas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022.

Também foram incluídos devedores com renda mensal de até R$ 20 mil, cujas negociações eram realizadas diretamente com os bancos participantes.

Em maio de 2026, o governo lançou o Desenrola 2.0, novamente com o objetivo de reduzir o nível de endividamento das famílias. Nessa segunda etapa, foi autorizado o uso do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o pagamento de débitos.

A medida contemplou famílias com renda de até cinco salários mínimos, equivalente a R$ 8.105, que possuíam dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e com atraso entre 90 dias e dois anos. Foram incluídos débitos de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).

Uma das regras do Desenrola 2.0 determinou ainda o bloqueio do CPF dos participantes em casas de apostas pelo período de 12 meses. Segundo a avaliação apresentada pelo governo, o setor de apostas contribuiu para o aumento do endividamento das famílias.

Governo anuncia novas medidas contra apostas

Também nesta sexta-feira (25), o governo anunciou mudanças no mercado de apostas. Entre as medidas divulgadas está a proibição de cassinos online, incluindo plataformas associadas a jogos como o chamado “jogo do tigrinho”, além das casas de apostas esportivas, conhecidas como bets.

Para implementar a medida, o governo deverá editar uma Medida Provisória (MP) com as novas regras.

Além disso, Lula encaminhou ao Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) destinado a endurecer as regras aplicadas ao mercado ilegal de apostas. A proposta estabelece conceitos e prevê a tipificação de crimes relacionados às apostas de quota fixa.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 09:07:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ministério da Saúde formaliza pedido para incorporar canetas emagrecedoras ao SUS]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/ministerio-da-saude-pede-incorporar-caneta-emagrecedoras-sus/632841/</link>
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				<description><![CDATA[O Ministério da Saúde solicitou na quinta-feira, 24 de setembro, a inclusão de canetas emagrecedoras no Sistema Único de Saúde (SUS) através de um ofício enviado à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) no SUS. Os medicamentos serão destinados a pacientes com obesidade.

De acordo com o texto do ministro Alexandre Padilha, serão avaliados medicamentos com os princípios ativos semaglutida e liraglutida, que já não tem mais registro de patente ativo e conta com versões genéricas e produzidas no Brasil.

Os medicamentos atuam de forma análoga ao hormônio natural GLP-1, que ajuda a controlar o açúcar no sangue e a sensação de saciedade. Por isso, os remédios são indicados para tratamento de obesidade e de diabetes tipo 2.

A avaliação da Conitec é o primeiro passo para a incorporação. Após a publicação do parecer, uma consulta pública será realizada, e somente depois o Ministério da Saúde pode determinar a inclusão das canetas no SUS.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a prevalência da obesidade no Brasil passou de 11,8%, em 2006, para 25,7%, em 2024, aumentando a necessidade de acompanhamento e tratamento por longos períodos, com impactos na mortalidade, na qualidade de vida, na produtividade e nos gastos do sistema de saúde.

Na última quinta-feira, 17, durante agenda da campanha para reeleição em Montes Claros (MG), o presidente Lula afirmou que canetas emagrecedoras serão distribuídas gratuitamente para pacientes com obesidade. Lula, porém, não indicou na ocasião quando a iniciativa passará a valer.

O Ministério da Saúde destaca que a iniciativa tem respaldo na primeira diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o uso, em escala populacional, de terapias baseadas em GLP-1 para o tratamento da obesidade a longo prazo, publicada no final de 2025.

Até o momento, 25 canetas emagrecedoras já foram registradas no País, sendo 14 delas em 2026, e novos registros ainda são esperados, de acordo com o Ministério.

Em nota oficial publicada no site, a pasta celebra o número de opções e afirma que a concorrência permitiu uma redução de 70% nos preços desses produtos no Brasil em menos de um ano.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 08:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula participa de caminhada com João Campos no Recife nesta sexta-feira (25); veja percurso]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-participa-de-caminhada-com-joao-campos-no-recife-nesta/632775/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, participa de uma caminhada pelo Centro do Recife nesta sexta-feira, 25 de setembro. O ato de campanha terá concentração no Cais de Santa Rita, nas proximidades da Ponte 12 de Setembro, antiga Ponte Giratória, e seguirá até o Marco Zero, no Bairro do Recife.

A concentração dos participantes está marcada para as 8h, enquanto o início da caminhada está previsto para as 10h. A agenda foi confirmada por integrantes da campanha e também divulgada por lideranças do PT em Pernambuco.

Batizada de “Brasil Pronto pra Mais”, a mobilização ocorre na reta final da campanha para o primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro.

Lula estará ao lado de candidatos em Pernambuco

Durante a caminhada, Lula estará acompanhado do candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB). Também devem participar do ato os candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT).

A senadora Teresa Leitão (PT), candidatos às eleições proporcionais, dirigentes partidários e outras lideranças políticas também estão previstos na mobilização. A presença dos nomes que integram a aliança eleitoral em Pernambuco foi confirmada por diferentes divulgações sobre a agenda.

A passagem de Lula pelo Recife foi anunciada anteriormente por João Campos. O candidato ao Governo de Pernambuco afirmou que havia conversado com o presidente sobre a realização da caminhada conjunta na capital pernambucana.

O ato faz parte de uma sequência de compromissos de campanha de Lula em diferentes estados durante os últimos dias antes do primeiro turno. Na agenda divulgada para esta semana, o presidente também tem compromissos no Rio de Janeiro e em Alagoas.

Raquel Lyra comenta possível encontro com Lula

A visita de Lula ao Recife também ocorre em meio à campanha para o Governo de Pernambuco. A governadora Raquel Lyra (PSD), que disputa a reeleição, foi questionada sobre a possibilidade de encontrar o presidente durante a passagem dele pelo estado.

Segundo declaração dada por Raquel em uma agenda em Jaboatão dos Guararapes, ela afirmou que “ainda não sabe” se haverá um encontro com Lula. Na ocasião, a governadora também mencionou parcerias entre o Governo de Pernambuco e o Governo Federal em áreas como habitação e obras de infraestrutura.

A caminhada desta sexta-feira terá como ponto de concentração o Cais de Santa Rita, às 8h, com saída prevista para as 10h e chegada no Marco Zero.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 11:34:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data: governo Lula tem 45% de aprovação e 52% de desaprovação]]></title>
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				<description><![CDATA[O  governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 52% dos eleitores, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira, 24 de setembro. O levantamento também mostra que 45% aprovam a atual gestão, enquanto 3% não souberam ou não responderam.

Os números fazem parte de uma avaliação sobre a aprovação do governo e foram coletados durante a pesquisa realizada pelo instituto entre os dias 19 e 23 de setembro de 2026. O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o país. Além da aprovação e desaprovação, a pesquisa perguntou aos entrevistados como eles avaliam o atual mandato presidencial.

Como os eleitores avaliam o governo Lula

Na avaliação geral do mandato, 32% dos entrevistados classificam o governo como ótimo ou bom. Outros 22% consideram a gestão regular.

Já 45% avaliam o atual governo como ruim ou péssimo. Nesse quesito, 1% dos entrevistados não soube ou não respondeu.

Os resultados mostram, portanto, duas medições distintas feitas pelo levantamento. Na pergunta sobre aprovação, 52% afirmaram desaprovar o governo e 45% disseram aprová-lo. Já na avaliação do trabalho realizado pela gestão, 45% classificaram o mandato como ruim ou péssimo, 32% como ótimo ou bom e 22% como regular.

A diferença ocorre porque aprovação e avaliação do desempenho são perguntas diferentes dentro da pesquisa, com categorias próprias de resposta.

Metodologia da pesquisa

O Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores entre os dias 19 e 23 de setembro de 2026, por meio de entrevistas por telefone e recrutamento digital.

A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04202/2026.

Os dados representam as respostas dos entrevistados no período em que a pesquisa foi realizada e estão sujeitos à margem de erro informada pelo instituto.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 08:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Real Time Big Data: Lula tem 41% e Flávio Bolsonaro aparece com 37% no 1º turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 41% das intenções de voto no principal cenário estimulado para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira, 24 de setembro. O senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 37%.

A diferença entre os dois candidatos é de quatro pontos percentuais. O levantamento considera a intenção de voto dos entrevistados diante de uma lista com os nomes dos candidatos apresentados. Na sequência, o escritor Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) aparecem empatados numericamente, com 6% cada.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) registra 2%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece com 1%.

Outros sete candidatos testados no levantamento, Clariana Barão (DC), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Wilson Grassi (Democrata) e Leonardo Avalanche (PRTB) somam 1% das intenções de voto.

Branco, nulo e indecisos

Segundo a pesquisa, 3% dos entrevistados declararam que pretendem votar em branco ou nulo. O mesmo percentual, de 3%, corresponde aos eleitores que disseram não saber ou não responderam à pergunta.

Considerando os percentuais apresentados, Lula registra 41%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. Augusto Cury e Renan Santos têm 6% cada; Ronaldo Caiado, 2%; Romeu Zema, 1%; e os demais candidatos, juntos, somam 1%.

Os números correspondem ao cenário estimulado principal divulgado pelo instituto e representam as respostas dos eleitores no período em que a pesquisa foi realizada.

Pesquisa ouviu 2 mil eleitores

O levantamento do Real Time Big Data ouviu 2.000 eleitores entre os dias 19 e 23 de setembro de 2026. As entrevistas foram realizadas por telefone e por meio de recrutamento digital.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04202/2026.

Os percentuais apresentados representam um retrato das intenções de voto no período da coleta. Como toda pesquisa eleitoral, os resultados estão sujeitos à margem de erro e não constituem previsão do resultado da eleição.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 07:39:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Lula tem 53% de desaprovação e 45,4% de aprovação]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlasbloomberg-lula-tem-53-de-desaprovacao-e-454-de/632690/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, 23, aponta que o desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no cargo é desaprovado por 53% dos entrevistados. O petista é aprovado por 45,4%, enquanto 1,6% não soube responder.

A desaprovação de Lula oscilou para baixo: era de 54% na rodada anterior da pesquisa, divulgada no último dia 16 de setembro. A aprovação se manteve estável, em 45%.

A Atlas também questionou os entrevistados sobre como eles avaliam o governo petista. Para 50,9%, a gestão é ruim ou péssima, 40,4% avaliam a administração como ótima ou boa e 8,7% como regular. Na semana anterior, o placar era 52%, 41% e 8%, respectivamente.

A Atlas/Bloomberg entrevistou 5.015 pessoas pela internet por meio do método de recrutamento digital aleatório entre os dias 17 e 22 de setembro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-04739/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 10:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula com 47,7% e Flávio Bolsonaro com 47,4% em cenário de 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlasbloomberg-mostra-lula-com-477-e-flavio-bolsonaro-com/632686/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 47,7% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 47,4% em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, 23 de setembro.

A diferença entre os dois é de 0,3 ponto percentual, resultado que está dentro da margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos. Dessa forma, o levantamento aponta empate técnico entre os dois candidatos. Na pesquisa anterior, divulgada em 17 de setembro, Flávio Bolsonaro registrava 47,2%, enquanto Lula tinha 46,8%. No novo levantamento, o presidente oscilou 0,9 ponto percentual para cima, e o senador avançou 0,2 ponto.

Com isso, a vantagem numérica passou de 0,4 ponto percentual para Flávio Bolsonaro para 0,3 ponto para Lula. As variações, porém, permanecem dentro da margem de erro da pesquisa. Os votos brancos e nulos, somados aos entrevistados que não souberam responder, representam 4,9%. Na rodada anterior, esse percentual era de 6%.

Votos válidos

Considerando apenas os votos válidos, Lula aparece com 50,2%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 49,8%. Na pesquisa anterior, os percentuais eram os mesmos, mas com as posições invertidas: Flávio Bolsonaro tinha 50,2% dos votos válidos, e Lula registrava 49,8%.

Além do confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento AtlasIntel/Bloomberg testou outros quatro cenários de segundo turno envolvendo o presidente. Contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), Lula registra 47,6%, enquanto Zema aparece com 42,2%. Os votos brancos, nulos e os que não sabem em quem votar somam 10,2%.

No cenário com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), Lula tem 46,6%, contra 44% de Caiado. O percentual de brancos, nulos e indecisos é de 9,4%. Diante do escritor Augusto Cury (Avante), o presidente registra 46,2%, enquanto Cury tem 39,4%. Brancos, nulos e os que não sabem em quem votar somam 14,4%.

Já no cenário com Renan Santos (Missão), Lula aparece com 46,5%, contra 31,2% do adversário. Nesse confronto, os votos brancos, nulos e os entrevistados que não souberam responder representam 22,3%.

Pesquisa ouviu 5.015 pessoas

O levantamento foi realizado pelo instituto AtlasIntel entre os dias 17 e 22 de setembro e ouviu 5.015 pessoas da população adulta brasileira por meio de recrutamento digital aleatório pela internet. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos. O levantamento foi realizado após a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 15 de setembro mencionada no material da pesquisa. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04739/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 10:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula durante discurso na ONU: "O Brasil não cabe no quintal de ninguém", declarou o presidente]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a soberania dos países, citando especificamente os cenários da América Latina e do Brasil, onde, segundo o presidente, há tentativas de influência estrangeira sobre processos políticos nacionais.

Lula disse que a região da América Latina e do Caribe convive com pressões decorrentes da proximidade com grandes potências.


Na América Latina e Caribe, a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável, sobretudo no contexto do recrudescimento de tentações hegemônicas. O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, afirmou durante discurso na cerimônia de abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira, 22 de setembro, em Nova York.



Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais, a divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais com recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos”, destacou, ao citar contextos recentes registrados na Venezuela, na Nicarágua, no Haiti e em Cuba.


Segundo o presidente, a região percorreu um longo caminho para consolidar regimes democráticos após períodos de ditadura e autoritarismo. Nesse contexto, ele defendeu maior integração regional e o respeito à autodeterminação dos povos.


Precisamos de parceiros com uma agenda positiva que fomente o desenvolvimento. Diferenças ideológicas não devem ser obstáculo para uma maior integração entre vizinhos. Os países da região reconheceram os horrores dos regimes de exceção. Percorremos um longo caminho para restaurar a vontade popular", disse.


Democracia em xeque

Lula também alertou para o que classificou como retorno de práticas incompatíveis com a ordem internacional contemporânea.

"A democracia está novamente em xeque", afirmou. Em seguida, acrescentou que o mundo voltou a assistir à "ingerência externa em processos eleitorais", à divisão de países em zonas de influência e a "investidas neocoloniais" em busca de recursos estratégicos.

Ao citar países da região, o presidente afirmou que cada povo deve definir seu próprio caminho. Segundo ele, o povo venezuelano deve decidir seu destino sem interferências externas, enquanto a Nicarágua não solucionará seus problemas impedindo a participação da oposição nas eleições.

Lula também mencionou a crise humanitária no Haiti e voltou a criticar o embargo econômico imposto a Cuba.

Redes de desinformação

Lula também citou a atuação de redes de desinformação durante campanhas eleitorais e afirmou que o Estado brasileiro estará atento a possíveis tentativas de interferência.


Não subestimamos o desafio das redes de desinformação que pretendem contaminar o debate público durante a campanha", afirmou.


Em seguida, ressaltou a confiança nas instituições e no sistema eleitoral do país.


Não permitiremos que os inimigos da democracia, internos ou externos, atentem contra a vontade popular. O Brasil continuará sendo um país soberano. Ninguém nos afastará desse caminho", declarou.


Negacionismo

Lula destacou ainda os perigos das chamadas fake news, sobretudo no que diz respeito aos achados científicos em temas como saúde e meio ambiente. “Na era da desinformação, os obscurantistas resistem às evidências da ciência”, disse, ao defender o combate ao negacionismo.


Nunca esqueceremos das milhões de vidas perdidas pelo descaso no enfrentamento à covid-19. Campanhas contra vacinas estão trazendo de volta doenças que julgávamos estar erradicadas. Enfraquecer a Organização Mundial da Saúde (OMS) torna todos mais vulneráveis.”



Até pouco tempo, a reposta à mudança do clima estava consolidada no centro da agenda internacional. Este ano, o tema desapareceu dos debates do G7 e do G20, fóruns que reúnem os maiores emissores de carbono do mundo. É hora de retomar a ofensiva e impor uma derrota ao negacionismo.”


Segurança pública

Ao tratar da segurança pública, Lula rejeitou a participação de forças estrangeiras no combate ao crime organizado em território nacional e defendeu a cooperação internacional em áreas específicas, como o combate ao tráfico de armas e à lavagem de dinheiro.


Não vamos transferir a responsabilidade de defender nossas fronteiras e de garantir à população o direito de viver sem medo", afirmou.


O presidente acrescentou que o enfrentamento ao crime deve ocorrer por meio da cooperação entre governos, e não por ações militares externas.


Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas; precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastece o crime organizado", disse.


Segundo Lula, o Brasil apresentou aos Estados Unidos proposta de cooperação para combater a lavagem de dinheiro realizada por criminosos brasileiros no exterior.

O presidente também afirmou que o país vem fortalecendo a coordenação entre os estados e ampliando as ações de combate às organizações criminosas.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 15:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[AGU rejeita proposta do Discord e pede medidas para proteção de menores no Brasil]]></title>
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				<description><![CDATA[A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou nesta segunda-feira, 21 de setembro, novo pedido à Justiça Federal, em Brasília, para que a plataforma Discord seja obrigada a efetivar medidas para proteger mulheres, crianças e adolescentes na internet.

Na petição, a AGU diz que a empresa apresentou uma proposta de conciliação genérica e insuficiente para resolver as falhas apontadas pelo governo federal.

"Dotada de caráter genérico, com exceções e condicionantes dos mais diversos, [a proposta] não é apta a debelar a gravidade dos problemas associados, com a urgência e extensão que a demanda exige", afirmou a AGU no novo pedido.

No início deste mês, o juízo da 14ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Distrito Federal deu prazo de dez dias para o Discord apresentar a proposta.

A decisão foi proferida após o governo federal entrar com a ação judicial para obrigar a adoção das medidas. Na ação civil pública, a AGU também pede a condenação da empresa por dano moral coletivo no valor de R$ 500 milhões. 

O Discord passou a ser cobrado pelo governo após a repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma. O episódio ocorreu em julho.

Agência Brasil

Discord suspende lives

A empresa Discord informou no dia 17 de agosto, que interrompeu, por tempo indeterminado, a possibilidade dos usuários transmitirem vídeos usando o aplicativo de mesmo nome.

A suspensão preventiva da funcionalidade foi determinada pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), no último dia 12.

A medida foi imposta para frear episódios de violência e de coação de menores de 18 anos de idade, como o que culminou com o suicídio de uma adolescente de 13 anos, moradora de Naviraí (MS), em 22 de julho.

“Em cumprimento à determinação da ANPD, suspendemos os recursos de vídeo do Discord no Brasil”, assegurou a companhia em nota divulgada na tarde desta segunda-feira (17).
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG: Lula registra 50% de desaprovação a 46% de aprovação]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-nexusbtg-mais-uma-rodada-mostra-desaprovacao-de-lula-acima/632515/</link>
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				<description><![CDATA[A pesquisa Nexus, contratada pelo BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira, 21 de setembro, aponta que 50% dos eleitores desaprovam a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento mostra ainda que 46% afirmam aprovar o governo federal.

Outros 4% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder à pergunta sobre a aprovação da administração.

Em comparação com a rodada anterior, divulgada na semana passada, a desaprovação oscilou de 49% para 50%, enquanto a aprovação passou de 47% para 46%. Segundo os dados apresentados, as duas variações estão dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Avaliação do governo Lula

Além de medir a aprovação ou desaprovação da gestão, a pesquisa Nexus/BTG também questionou os eleitores sobre como classificam o governo Lula.

Entre os entrevistados, 45% avaliaram a administração como ruim ou péssima. Já 35% consideraram o governo ótimo ou bom.

Outros 18% classificaram a gestão como regular. A parcela que não soube ou não respondeu correspondeu a 1% dos entrevistados.

Os resultados apresentam, portanto, a percepção dos eleitores sobre a administração federal a partir de diferentes categorias de avaliação, além do índice de aprovação geral.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa Nexus ouviu 2.006 eleitores entre os dias 18 e 20 de setembro de 2026. As entrevistas foram realizadas por telefone.

O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Banco BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00485/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 08:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG: Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 45%, em empate técnico no 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-nexusbtg-lula-tem-46-e-flavio-bolsonaro-45-em-empate/632512/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) permanecem tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 21. O petista tem 46% das intenções de voto, e Flávio, 45%.

Brancos, nulos ou eleitores que não escolheram nenhum dos dois somam 7%, enquanto 1% não soube ou não respondeu. Na rodada anterior, de 14 de setembro, Lula tinha 47%, e Flávio, 46%, também em empate técnico.

Lula também aparece tecnicamente empatado com o escritor Augusto Cury (Avante). O presidente registra 44%, e Cury, 43%. Outros 11% votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 2% não souberam responder.

Na pesquisa anterior, Lula tinha 45%, e Cury, 42%. Em uma semana, portanto, a vantagem numérica do petista sobre o escritor passou de três para um ponto porcentual.

A Nexus entrevistou 2.006 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 18 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00485/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 07:51:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG aponta Lula com 40% e Flávio Bolsonaro com 37% no 1º turno]]></title>
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				<description><![CDATA[A pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 21 de setembro, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, com 40% das intenções de voto em uma simulação do primeiro turno das eleições de 2026. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 37%.

Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos estão em empate técnico no levantamento.

Na sequência, o escritor Augusto Cury (Avante) registra 6% das intenções de voto. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece com 5%, enquanto Renan Santos (Missão) soma 3%.

Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) têm 1% cada. Os candidatos Rui Costa Pimenta (PCO), Hertz Dias (PSTU), Edmilson Costa (PCB), Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Clariana Barão (DC) não pontuaram na simulação.

Entre os entrevistados, 4% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados. Outros 2% disseram não saber ou não responderam.

Intenções de voto

Os números mostram uma diferença de três pontos percentuais entre Lula e Flávio Bolsonaro. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos, a distância registrada está dentro do intervalo de incerteza da pesquisa.

Na rodada anterior do Nexus/BTG, divulgada em 14 de setembro, Lula aparecia com 40% e Flávio Bolsonaro com 36% em cenário sem Pablo Marçal. Na mesma simulação, Augusto Cury tinha 6%, Caiado 5%, Renan Santos 2%, enquanto Zema e Samara registravam 1% cada.

Metodologia

A pesquisa Nexus entrevistou 2.006 eleitores entre os dias 18 e 20 de setembro. As entrevistas foram realizadas por telefone.

O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelo Banco BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00485/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 07:41:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Gilmar Mendes valida reajuste do Bolsa Família feito por Lula e diz que medida não viola legislação eleitoral]]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na sexta-feira, 18 de setembro, reconhecer a validade do decreto que permite o reajuste para os benefícios do programa Bolsa Família.

Mendes atendeu ao pedido da Advocacia-Geral da União (AGU). 

Para o ministro, o reajuste não afronta as regras eleitorais e representa medida legal para atualizar o piso familiar do programa.


A medida não importa criação de novo benefício, alteração dos critérios de elegibilidade ou ampliação do universo de beneficiários. Trata-se apenas de atualização dos valores das prestações integrantes de programa social já existente, mediante critério objetivo de correção monetária”, afirmou Mendes.


A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o reconhecimento da legalidade do decreto. O reajuste foi anunciado nesta quinta-feira (17) pelo governo federal.

O benefício pago pelo programa Bolsa Família será reajustado em 15%, a partir de 1° de outubro.

O valor mínimo do benefício ficará em R$ 691. Já o valor médio pago chegará a R$ 777.

Na petição enviada ao Supremo, a AGU sustenta que o reajuste também está de acordo com a legislação eleitoral e não representa benefício novo.

* Em atualização
Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 09:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: 49,5% dizem que crise no STF prejudica mais Lula]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 17, mostra que para 49,5% dos eleitores entrevistados, a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) prejudica mais a candidatura do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 20,9% têm a mesma percepção em relação à campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL). Outros 14,4% dizem que a situação prejudica igualmente os dois candidatos e 6,7% consideram que não afeta ninguém. Eleitores que não sabem são 8,6%.

A AtlasIntel ouviu 5.018 entrevistados, com 16 anos ou mais, pela internet, de 11 a 16 de setembro.

A margem de erro é de 1 ponto porcentual (p.p.), para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06221/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:54:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: desaprovação do governo Lula é superior à aprovação, 53,6% contra 45,4%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlasbloomberg-desaprovacao-do-governo-lula-e-superior-a/632285/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 17, mostra que o governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é desaprovado por 53,6% dos eleitores ouvidos no levantamento, enquanto 45,4% aprovam. Outros 0,9% não souberam responder.

Avaliação

Para 51,6%, o governo Lula é "ruim" ou "péssimo", ante 40,9% que classificam como "ótimo" ou "bom" e 7,6% que enxergam como "regular".

A AtlasIntel ouviu 5.018 entrevistados, com 16 anos ou mais, pela internet, de 11 a 16 de setembro.

A margem de erro é de 1 ponto percentual (p.p.), para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06221/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 09:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro tem 47,2% e Lula, 46,8%, em cenário de segundo turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlasbloomberg-flavio-bolsonaro-tem-472-e-lula-468-em/632284/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 17, mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seguem tecnicamente empatados em um eventual 2º turno da eleição presidencial, mas o parlamentar manteve a pequena vantagem numérica em relação ao petista.

Segundo o levantamento, Flávio registra 47,2% das intenções de voto, enquanto Lula alcança 46,8%. Brancos, nulos ou não sabem somam 6%. Na pesquisa divulgada em 10 de setembro, o candidato do PL aparecia com 46,4% e o petista, com 46,2%.

Quando são considerados apenas os votos válidos, Flávio venceria Lula no 2º turno por 50,2% a 49,8%.

Nos outros cenários testados, o atual presidente venceria todos os demais candidatos da oposição.

Contra Romeu Zema (Novo), Lula registra 46,3% ante 43,7% do ex-governador de Minas Gerais. Brancos, nulos ou não sabem somam 10,1%.

Na disputa com Ronaldo Caiado, o presidente venceria o ex-governador de Goiás por 46% contra 41,7%. Brancos, nulos ou não sabem somam 12,3%.

Quando o candidato da oposição é Augusto Cury (Avante), Lula seria reeleito por 45,6% a 37,8%. Brancos, nulos ou não sabem somam 16,6%.

Em uma disputa contra Renan Santos (Missão), Lula tem 46,1%, contra 29,7% do ativista. Brancos, nulos ou não sabem somam 24,2%.

A AtlasIntel ouviu 5.018 entrevistados, com 16 anos ou mais, pela internet, de 11 a 16 de setembro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual (p.p.), para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06221/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 09:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Lula tem 44,1% e Flávio Bolsonaro 41,7% no 1º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlasbloomberg-lula-tem-441-e-flavio-bolsonaro-417-no/632282/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando as intenções de voto no 1º turno para a Presidência da República, mas o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reduziu a vantagem do petista. É o que aponta pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 17.

Segundo o levantamento, em votos totais, Lula registra 44,1%, à frente Flávio, com 41,7%. Na pesquisa anterior, divulgada em 10 de setembro, o petista tinha 43%, ante 37,4% do parlamentar.

Na sequência aparecem Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) com 5,1% e 3,5%, respectivamente. Ronaldo Caiado (PSD) tem 1,7% e Romeu Zema (Novo), 1,1%. Samara Martins (UP) pontua 0,7%. Brancos e nulos somam 1,6%, enquanto eleitores que não sabem são 0,5%.

Votos válidos

A pesquisa também aponta os percentuais dos candidatos considerando apenas os votos válidos. Neste cenário, Lula atinge 45%, à frente de Flávio com 42,6%. Renan Santos (Missão) tem 5,2%, seguido por Augusto Cury (Avante), com 3,5%. Ronaldo Caiado (PSD) tem 1,7% e Romeu Zema (Novo), 1,1%. Samara Martins (UP) pontua 0,7%.

A AtlasIntel ouviu 5.018 entrevistados, com 16 anos ou mais, pela internet, de 11 a 16 de setembro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06221/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 08:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Eu não era presidente": Lula contesta Flávio Bolsonaro sobre indicação de Moraes ao STF]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eu-nao-era-presidente-lula-contesta-flavio-bolsonaro-sobre/632218/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou nesta quarta-feira, 16, que não foi responsável pela indicação do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF), ao rebater críticas de seu adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o petista, os ataques de Flávio ao magistrado são motivados pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e não pelo caso Banco Master.

"Eu não era presidente quando o Alexandre de Moraes foi indicado para ministro da Suprema Corte", enfatizou, durante participação no podcast Desce a Letra. Lula afirmou que Flávio divulgou um vídeo na terça-feira, 15, atribuindo a ele responsabilidade por Moraes.

Ao responder ao adversário, porém, Lula errou ao afirmar que Flávio já era senador quando Moraes foi indicado e sugerir que ele teria votado na indicação. O ministro foi escolhido pelo então presidente Michel Temer em 2017, enquanto Flávio tomou posse no Senado em 2019.

"Ele era senador, ele deve ter votado no Alexandre de Moraes", disse Lula. O presidente também ressaltou que não foi responsável pelas indicações de Nunes Marques e André Mendonça, escolhidos por Bolsonaro.

Na avaliação do petista, a ofensiva de Flávio contra Moraes está ligada às decisões do ministro contra seu pai e os envolvidos nos atos golpistas. "A bronca dele do Alexandre de Moraes é que o Alexandre de Moraes prendeu o pai dele e os golpistas que tentaram fazer o 8 de janeiro", afirmou. "Eles não querem brigar com o Alexandre de Moraes por causa do Banco Master."

Apesar de defender a atuação do magistrado, Lula afirmou que qualquer pessoa que tenha cometido um delito deve responder por seus atos. "O que eu defendo é um julgamento justo, com direito de defesa, mas, se a pessoa cometeu um delito, a pessoa tem que pagar o preço. Isso vale para mim, vale para o Alexandre de Moraes, vale para o Fachin", declarou.

O presidente disse que Moraes prestou "dois grandes serviços à democracia brasileira" e destacou sua atuação à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na eleição de 2022. Segundo Lula, Bolsonaro tentou destruir a credibilidade das urnas eletrônicas.

O ex-presidente cumpre pena após ser condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por sua participação na tentativa de golpe de Estado relacionada aos ataques de 8 de janeiro de 2023. Ele também foi tornado inelegível por conta de uma reunião com embaixadores em 2022, quando proferiu ataques infundados e espalhou desinformação sobre a segurança das urnas.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula defende reforma profunda no Judiciário e propõe discutir mandato de ministros do STF]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira, 15, em entrevista à Record, que é preciso ter uma reforma profunda no Poder Judiciário. Segundo Lula, é preciso discutir tempo de mandato de ministros e redefinir os critérios de escolha dos magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF).

"Acho que temos que ter uma reforma profunda no Poder Judiciário, em que a gente discuta o tempo de mandato, o critério de escolher o candidato e como a pessoa pode ser escolhida", declarou o presidente.

Lula também defendeu o estabelecimento de "critérios de moralização", declarando que membros do Judiciário não podem querer enriquecer e nem ter parentes advogando em processos relacionados ao STF.

"Tem que ter uma coisa clara: quem for ministro ou estiver no Poder Judiciário, não pode querer ficar rico. As pessoas não podem estar no Poder Judiciário e um filho advogando, uma mulher advogando e um pai advogando na própria Suprema Corte. É preciso criar critérios de moralização", disse Lula.

Lula passou a defender, com mais ênfase, uma reforma no Judiciário como forma de mitigar os impactos da crise no Supremo Tribunal Federal (STF) em sua campanha. Seu partido, o PT, já tem defendido ao menos desde o início deste ano esta posição.

O presidente não tem sido explícito sobre quais medidas estariam presentes em uma eventual reforma do Judiciário em seu quarto mandato. O estabelecimento de mandatos para ministros dos tribunais superiores, por exemplo, é um dos pontos citados de forma lateral. Limites às decisões monocráticas também estão entre os pontos citados para uma reforma. O PT tem defendido maior representatividade da sociedade civil no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

O STF vive uma crise institucional que se intensificou nas últimas duas semanas. O último capítulo, responsável por mergulhar o STF em uma crise de vez, foi a divulgação de mensagens entre Vorcaro e Moraes. A investigação também mostrou que o ministro do Supremo editou o contrato firmado entre o escritório de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, e o Master.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 08:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula sanciona lei com até R$ 30 bilhões em crédito para motoristas de aplicativo e taxistas]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira, 14 de setembro, o projeto de lei de conversão que amplia as opções de financiamento para motoristas de aplicativo, trabalhadores do transporte escolar, taxistas e cooperativas de taxistas.

A medida prevê a disponibilização de até R$ 30 bilhões em linhas de crédito para a aquisição de veículos novos que atendam a critérios de sustentabilidade.

A iniciativa dá continuidade ao programa de renovação de frota lançado pelo governo. A origem da medida está em uma Medida Provisória (MP) editada por Lula em junho deste ano, como continuidade do programa Move Brasil, que não havia utilizado todos os recursos destinados às linhas de crédito.

A MP precisava ser aprovada pelo Congresso Nacional para continuar válida. O prazo para sua aprovação terminava em 15 de setembro. No fim de agosto, a Câmara dos Deputados aprovou a medida, mas promoveu alterações no texto.

Por causa das modificações feitas pelos deputados, a proposta passou a tramitar como projeto de lei de conversão. No dia seguinte à aprovação na Câmara, o Senado Federal aprovou o texto, que foi então encaminhado para a sanção presidencial.

Com a assinatura de Lula, a medida passa a estabelecer novas regras para o financiamento e a renovação da frota utilizada por profissionais que atuam no transporte de passageiros e entregas.

Quais são as novas regras para o financiamento

Entre as mudanças previstas na nova lei está a continuidade e ampliação do programa de renovação de frota, com condições especiais de financiamento para motoristas e entregadores.

O texto também autoriza a utilização do chamado sistema de amortização variável, conhecido como prestação balão. Outra alteração reduz de 12 para seis meses o período mínimo de cadastro ativo na plataforma exigido para motoristas e entregadores.

Para a compra de automóveis, poderão ser financiados veículos de até R$ 200 mil movidos a etanol, flex, elétricos ou híbridos. O prazo de pagamento poderá chegar a 84 parcelas.

A nova regra também amplia o alcance dos financiamentos com a inclusão de veículos utilitários. Além disso, será possível financiar adaptações veiculares destinadas a pessoas com deficiência.

As taxas de juros estabelecidas para carros e motos serão de 12,6% ao ano para homens e de 11,5% ao ano para mulheres. Os percentuais já incluem spread e taxas bancárias. As demais condições dependem da modalidade de financiamento escolhida.

Quem poderá acessar as linhas de crédito

No caso dos motoristas de aplicativo, será necessário ter cadastro ativo na plataforma há pelo menos seis meses, período contado a partir da data do pedido de habilitação. Também será exigida a realização de pelo menos 100 corridas durante esse intervalo e na mesma plataforma.

Para os taxistas, será necessário possuir licença e registro ativos junto aos órgãos de trânsito, além de estar em situação regular do ponto de vista fiscal. As regras também contemplam motoristas vinculados a cooperativas de taxistas.

Os recursos das novas linhas de financiamento serão disponibilizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal. Também poderão participar instituições financeiras habilitadas pelos bancos.

A lei ainda permite o uso de recursos do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para oferecer cobertura às operações realizadas dentro das linhas de financiamento.

Pelas regras aprovadas, as instituições financeiras poderão contar com garantia do FGO de até 100% do valor de cada operação garantida. No entanto, a cobertura ficará limitada a, no máximo, 50% da carteira garantida de cada instituição financeira.

A sanção presidencial ocorre após a aprovação do texto pelo Congresso Nacional e garante a continuidade do programa que busca ampliar o acesso ao crédito para profissionais que utilizam veículos em suas atividades de transporte e entrega.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 17:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula e Flávio Bolsonaro lideram rejeição com 55% cada, aponta Quaest]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-e-flavio-bolsonaro-lideram-rejeicao-com-55-cada-aponta-quaest/632075/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) são os candidatos à Presidência com maior rejeição, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. Para cada um deles, 55% dos eleitores afirmam que não votariam de jeito nenhum.

A rejeição de Lula oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Flávio manteve os 55% registrados nas duas rodadas anteriores.

O porcentual dos que dizem que poderiam votar no presidente passou de 44% para 45%. No caso de Flávio, o potencial de voto foi de 40% para 43%, enquanto o desconhecimento recuou de 5% para 2%. Lula é conhecido por todos os entrevistados.

Ronaldo Caiado (PSD) tem rejeição de 42%, seguido por Romeu Zema (Novo), com 40%; Renan Santos (Missão), com 30%; e Augusto Cury (Avante), com 26%.

Entre os eleitores que se identificam como independentes, Lula e Flávio também empatam em rejeição, com 63% cada. Nesse grupo, 37% dizem que poderiam votar no petista e 33%, no senador.

No recorte religioso, a rejeição de Lula é de 69% entre os evangélicos e de 47% entre os católicos. Flávio é rejeitado por 44% dos evangélicos e 59% dos católicos.

Regionalmente, 63% dos eleitores do Sul e 60% dos do Sudeste afirmam que não votariam em Lula. No Nordeste, o índice é de 40% A rejeição de Flávio é de 60% no Nordeste, 54% no Centro-Oeste e no Norte, analisados conjuntamente, 53% no Sudeste e 49% no Sul.

Contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: governo Lula tem aprovação de 43%, aponta pesquisa Quaest]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-2026-governo-lula-tem-aprovacao-de-43-aponta-pesquisa/632074/</link>
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				<description><![CDATA[A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu em 43%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. A desaprovação é de 50%, uma diferença de sete pontos porcentuais em relação à aprovação.

O porcentual dos que aprovam o governo é o mesmo do levantamento divulgado em 7 de setembro. Nas rodadas de 2 de setembro e 14 de agosto, o índice era de 45% e 46%, respectivamente.

Em outra pergunta, sobre a avaliação do governo, 38% dos entrevistados classificam a gestão negativamente, enquanto 32% a avaliam positivamente. Outros 27% consideram o governo regular e 3% não souberam ou não responderam.

Contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 42% e Lula 40% em cenário de 2º turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno pela primeira vez durante a campanha, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. Flávio tem 42% das intenções de voto, enquanto Lula registra 40%. Os dois permanecem tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

Em relação ao levantamento da semana passada, quando ambos tinham 41%, Flávio oscilou um ponto porcentual para cima e Lula, um ponto para baixo. As duas variações estão dentro da margem de erro.

A sequência de pesquisas do instituto mostra uma redução da vantagem que o petista mantinha sobre o adversário. Em 26 de julho, Lula tinha 45%, ante 37% de Flávio, uma diferença de oito pontos porcentuais. No levantamento que antecedeu o empate numérico da semana passada, o presidente aparecia com 42%, contra 41% do senador.

Contratada pelo jornal O Globo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:19:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Quaest: Lula tem 36% e Flávio Bolsonaro 31% em eventual primeiro turno das eleições de 2026]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 36% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 31%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. O petista manteve o porcentual da semana passada, e Flávio oscilou dois pontos porcentuais para cima, dentro da margem de erro. A distância entre os dois passou de sete para cinco pontos

O psiquiatra Augusto Cury (Avante) oscilou de 8% para 7% e permanece na terceira posição. Ele acumula duas quedas numéricas consecutivas desde que atingiu 10% no início de setembro.

O influenciador Renan Santos (Missão) e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado passaram de 3% para 4% cada. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) oscilou de 2% para 1%. Todas essas variações em relação ao levantamento anterior estão dentro da margem de erro.

Na simulação de segundo turno, Flávio aparece com 42%, ante 40% de Lula, mantendo o empate técnico. Na semana passada, ambos tinham 41%.

Contratada pelo jornal O Globo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Eu vou me apoiar": Renan Santos diz que estará no 2º turno e não apoiará Lula nem Flávio Bolsonaro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/renan-santos-diz-que-estara-no-2o-turno-e-nao-apoiara-lula-nem-flavio/632066/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) não se comprometeu a apoiar nem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno entre os dois. "Eu vou me apoiar, porque eu estarei no segundo turno", declarou, ao ser perguntado sobre o tema durante o programa Domingo Espetacular, da Record.

Santos disse que, se eleito, terá a vereadora de São Paulo Amanda Vettorazzo (União) como secretária-geral da Presidência e o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) à frente de um "super ministério" encarregado de fazer reformas do Estado.

Bolsa Família

Na entrevista, Santos disse que vai tirar o benefício social do Bolsa Família das pessoas que estão aptas a trabalhar. A medida será implementada em partes, segundo o candidato. No primeiro estágio, haverá a manutenção e a ampliação do benefício para mães sem condições de trabalhar ou residentes em regiões sem atividade econômica.

Na segunda fase, Santos promoverá a criação de frentes de trabalho comunitário (como infraestrutura e manutenção urbana) voltadas a beneficiários jovens sem filhos, aptos ao trabalho, para garantir salário, alimentação e transporte. "Ao chamar essas pessoas, elas voltam a trabalhar e recuperar a dignidade "

Na terceira parte do plano, o governo fará um cadastro obrigatório em banco de dados de empregos, com perda do benefício em caso de recusa de três ofertas de trabalho consecutivas.

Trabalho por hora

Santos sugeriu ainda a adoção do pagamento aos empregados por hora trabalhada, com horários flexíveis, limites máximos de jornada semanal e períodos mínimos de descanso. "Assim, você tem flexibilidade para montar a escala de trabalho. Quem quer trabalhar mais, trabalha mais. Quem quer trabalhar menos, trabalha menos", exemplificou.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 09:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: aprovação do governo Lula chega a 47% entre eleitores brasileiros]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-aprovacao-do-governo-lula-chega-a-47-entre/632061/</link>
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				<description><![CDATA[Uma nova rodada da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, aponta que 47% dos eleitores brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do governo federal.

O levantamento também mostra que 49% dos entrevistados desaprovam a gestão do presidente. Outros 4% disseram não saber ou preferiram não responder à pergunta.

Segundo os dados da pesquisa, os índices apresentam estabilidade quando comparados à série histórica do levantamento. As variações registradas desde março, período em que foi realizada a primeira rodada, permanecem dentro da margem de erro.

Na comparação com a rodada divulgada na última semana, a desaprovação do governo oscilou um ponto percentual para baixo. Já o índice de aprovação apresentou variação de dois pontos percentuais para cima. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Maioria avalia governo Lula como ruim ou péssimo

Além de questionar os entrevistados sobre a aprovação ou desaprovação do governo, a pesquisa Nexus também perguntou como os eleitores avaliam a gestão de Lula.

De acordo com o levantamento, 44% consideram o governo ruim ou péssimo. Outros 37% avaliam a administração como boa ou ótima.

Já 18% dos entrevistados classificam o governo como regular, enquanto 1% não soube responder ou preferiu não se posicionar.

Os dados mostram diferenças entre os dois indicadores analisados pela pesquisa. Enquanto a pergunta sobre aprovação aponta 47% de aprovação à gestão do presidente, a avaliação do governo registra 37% de respostas entre as classificações boa e ótima.

Da mesma forma, 49% afirmaram desaprovar o trabalho de Lula à frente do governo federal, enquanto 44% classificaram a administração como ruim ou péssima.

A pesquisa faz parte de uma nova rodada do levantamento Nexus/BTG sobre o cenário político brasileiro e também reúne dados sobre a disputa eleitoral de 2026.

Da pesquisa

A pesquisa Nexus entrevistou 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas realizadas por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Banco BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 08:34:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus mostra empate técnico entre Lula e Flávio, 47% a 46%, e Cury, 45% a 42%, no 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-mostra-empate-tecnico-entre-lula-e-flavio-47-a/632060/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, aponta empate técnico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em eventuais cenários de segundo turno das eleições presidenciais de 2026 contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o escritor Augusto Cury (Avante).

A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas realizadas por telefone.

No cenário contra Flávio Bolsonaro, Lula aparece numericamente à frente, com 47% das intenções de voto, enquanto o senador soma 46%. A diferença de um ponto percentual, no entanto, está dentro da margem de erro.

Entre os entrevistados, 6% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois candidatos. Outros 1% disseram não saber ou não responderam.

Já em uma eventual disputa entre Lula e Augusto Cury, o presidente registra 45%, enquanto o escritor aparece com 42%. A diferença de três pontos também configura empate técnico, considerando a margem de erro da pesquisa.

Nesse cenário, 11% dos entrevistados disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes. Outros 2% não souberam responder ou preferiram não responder.

Lula tem vantagem sobre Caiado, Renan Santos e Zema

Além dos cenários em que há empate técnico, a pesquisa Nexus/BTG também simulou disputas de segundo turno entre Lula e outros possíveis candidatos à Presidência.

Contra Ronaldo Caiado, Lula aparece com 47%, enquanto o ex-governador registra 41% das intenções de voto. Neste cenário, 11% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 1% não soube responder ou não respondeu.

Em uma eventual disputa contra Renan Santos, coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), Lula soma 48%, ante 37% do candidato. Os que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois representam 14% dos entrevistados. Outros 1% não sabem ou não responderam.

O presidente também aparece à frente de Romeu Zema (Novo). Na simulação, Lula tem 49%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais soma 38% das intenções de voto.

Nesse cenário, 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes. Outros 1% não souberam responder ou não responderam.

Os números indicam que, entre os cenários apresentados pela pesquisa, as disputas mais acirradas para Lula são contra Flávio Bolsonaro e Augusto Cury, ambas dentro da margem de erro do levantamento.

Pesquisa ouviu 2.003 eleitores

A pesquisa Nexus entrevistou 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 08:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 40% e Flávio Bolsonaro 36% em cenário para Presidência no 1º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-tem-40-e-flavio-bolsonaro-36-em-cenario/632058/</link>
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				<description><![CDATA[Uma pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, aponta o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em um cenário simulado para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. Lula aparece com 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) soma 36%.

De acordo com o levantamento, a diferença entre os dois candidatos coloca o presidente à frente de Flávio Bolsonaro fora da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O cenário apresentado pela pesquisa inclui o ex-candidato Pablo Marçal (PRTB). Nele, o Escritor Augusto Cury (Avante) aparece com 7% das intenções de voto.

Na sequência, Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) registram 4% cada. Pablo Marçal soma 2%, enquanto Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) aparecem com 1% cada.

Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Rui Costa Pimenta (PCO), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU) e Edmilson Costa (PCB) não pontuaram nesta rodada. Entre os entrevistados, 3% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 2% não souberam responder ou não responderam.

Lula amplia vantagem em cenário sem Pablo Marçal

A Nexus/BTG também apresentou um segundo cenário para o primeiro turno das eleições de 2026, desta vez sem a presença de Pablo Marçal na disputa. Nesta simulação, Lula registra 42% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. Assim como no primeiro cenário, a liderança do presidente também fica fora da margem de erro da pesquisa.

Augusto Cury aparece com 6%, seguido por Ronaldo Caiado, que soma 5%. Renan Santos registra 2% das intenções de voto. Romeu Zema e Samara Martins aparecem com 1% cada. Rui Costa Pimenta, Hertz Dias, Edmilson Costa, Wilson Grassi e Clariana Barão não pontuaram no cenário sem Pablo Marçal.

Neste segundo levantamento, 4% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 2% disseram não saber ou preferiram não responder.

Os dois cenários indicam uma disputa concentrada entre Lula e Flávio Bolsonaro. A diferença entre os candidatos, segundo os dados divulgados, aumenta de quatro para cinco pontos percentuais quando Pablo Marçal não é incluído na simulação.

Pesquisa ouviu mais de 2 mil eleitores

A pesquisa Nexus entrevistou 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas realizadas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 07:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Na época deles, o bandido virou banqueiro", diz Lula sobre Vorcaro e afirma que ele "virou prisioneiro" em sua gestão]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/na-epoca-deles-o-bandido-virou-banqueiro-diz-lula-sobre/631983/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira, 11, que o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, se tornou um presidiário no governo dele, enquanto que na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ele havia sido transformado em banqueiro. A fala do presidente faz parte da estratégia de Lula de se descolar do escândalo, que agora contamina uma crise no Supremo Tribunal Federal (STF). (Confira vídeo)





 


 

 



 




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"Eles criaram um banqueiro chamado Vorcaro, em 2019. Na época deles, o bandido virou banqueiro. No meu mandato, ele virou prisioneiro porque foi o maior golpe da história desse País", disse o presidente em um comício em Porto Alegre (RS).

Lula também falou sobre o escândalo das fraudes em descontos associativos do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). De acordo com ele, os criminosos foram criados e ficaram ricos durante a gestão de Bolsonaro, com a trama sendo desmontada e os envolvidos presos durante a gestão petista.

"A direita tentou jogar nas nossas costas a responsabilidade da corrupção na Previdência Social", disse o candidato à reeleição

Lula participou de um comício no Centro Histórico de Porto Alegre. Ele esteve acompanhado da candidata apoiada por ele ao Palácio Piratini, Juliana Brizola (PDT), e os dois candidatos governistas ao Senado: Paulo Pimenta (PT) e Manuela dÁvila (PSOL).

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 09:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[CNH do Brasil registra aumento superior a 200% nos pedidos de habilitação]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/cnh-do-brasil-tem-aumento-superior-a-200-nos-pedidos-de-habilitacao/631922/</link>
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				<description><![CDATA[Nos primeiros nove meses de vigência do programa CNH do Brasil, mais de 2 milhões de novos condutores foram habilitados.

Além disso, houve um aumento de 216% nos requerimentos de nova habilitação em comparação com 2025. Se no ano passado foram 2,3 milhões de pedidos, este ano foram 7,3 milhões.

O aumento no número de solicitações e de novos condutores ocorreu a partir da implantação das novas regras para obtenção da carteira de motorista.

A plataforma da CNH do Brasil reúne várias etapas da jornada da primeira habilitação em apenas um ambiente.

Entre as mulheres, o número de entradas no processo de habilitação cresceu 18%. Passou de 1,06 milhão em 2025 para 1,25 milhão em 2026, acréscimo de pouco mais de 190 mil.

A Região Nordeste registrou o maior indicador processos iniciados, com 54,7%. A segunda região com maior aumento foi o Norte, com 31,9%.

Segundo o Ministério dos Transportes, houve economia de quase R$ 10 bilhões para os condutores. Entra nesse cálculo a redução dos valores do curso teórico, da formação prática, da renovação do documento, dos exames médicos e dos deslocamentos evitados, já que algumas etapas podem ser feitas remotamente.

Mudanças

O programa reduziu os custos de emissão ao diminuir as exigências de aulas teóricas e práticas em autoescolas. O curso teórico passou a ser oferecido de maneira digital e gratuita.

A quantidade mínima de aulas práticas reduziu de 20 horas para duas horas.

A possibilidade de contratação de instrutores autônomos passou a integrar a formação prática. Em 2026, cerca de 553 mil dos 4,2 milhões de cursos foram conduzidos por esses profissionais, o equivalente a 13,2% do total, enquanto os centros de formação responderam por 86,8%.
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 12:58:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ronaldo Caiado, candidato à Presidência, é internado após diagnóstico de faringite aguda]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/ronaldo-caiado-candidato-a-presidencia-internado/631875/</link>
				<guid>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/ronaldo-caiado-candidato-a-presidencia-internado/631875/</guid>
				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) foi internado na manhã desta quinta-feira, 10 de setembro, no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, para tratamento de uma faringite aguda. Por causa do quadro, os compromissos de campanha previstos para o dia foram cancelados.

Segundo nota divulgada pela assessoria do candidato, Caiado precisou receber medicação intravenosa. O comunicado, assinado pela médica Ludhmila Abrahão Hajjar, informa que a internação busca acelerar a recuperação para permitir a retomada da agenda eleitoral.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a previsão de alta ou uma data para o retorno às atividades.

Compromissos foram cancelados

A internação provocou mudanças na programação de Caiado em São Paulo. Pela manhã, o candidato tinha uma visita prevista ao Centro de Inteligência, Comunicação e Monitoramento da Guarda Civil, em Vinhedo, no interior paulista.

À noite, ele participaria de uma sabatina na capital. Os dois compromissos foram cancelados, e a assessoria não informou se haverá remarcação.

O que é faringite

A faringite é uma inflamação da faringe, região localizada na parte posterior da garganta. Entre os sintomas mais comuns estão dor ou irritação na garganta e desconforto para engolir.

O quadro pode ter diferentes causas, incluindo infecções virais e bacterianas. A identificação da origem depende de avaliação médica e, em alguns casos, de exames específicos.

A nota sobre o estado de saúde de Caiado informa apenas o diagnóstico de faringite aguda, sem detalhar a causa do quadro ou o medicamento administrado.

Tratamento varia conforme o diagnóstico

O tratamento da faringite depende da causa e da intensidade dos sintomas. Casos de origem viral geralmente recebem cuidados voltados ao controle dos sintomas, enquanto infecções bacterianas podem exigir antibióticos, mediante avaliação médica.

No caso de Caiado, a equipe informou apenas que foi necessária a administração de medicamento por via intravenosa. A retomada da agenda de campanha dependerá da recuperação do candidato e das orientações da equipe médica.

        
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Goiana vai receber R$ 242 mil do Governo Federal para recuperação de serviços essenciais atingidos pelas chuvas]]></title>
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				<description><![CDATA[Afetada por desastres, a cidade pernambucana de Goiana vai receber R$ 242 mil para ações de resposta do Governo Federal. A portaria com a liberação do valor foi publicada na edição da quarta-feira, 9 de setembro, do Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil.

A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). 

Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional

Enchentes em Goiana

As fortes chuvas que atingiram a Mata Norte de Pernambuco continuam causando impactos em diversos municípios no final de junho deste ano.

Segundo a Prefeitura de Goiana, cerca de 500 pessoas precisaram ser retiradas de áreas afetadas pelas inundações. As famílias foram encaminhadas para cinco escolas municipais, que passaram a funcionar como abrigos temporários.

O município foi um dos mais atingidos pelas chuvas registradas nas últimas horas. De acordo com a administração municipal, o volume de precipitação ultrapassou os 110 milímetros em um período de 24 horas, agravando a situação em diversas comunidades.

Diante do cenário, a prefeitura decidiu prorrogar por mais 30 dias o decreto de situação de emergência que já havia sido publicado em maio, quando outro temporal provocou transtornos na cidade.

As enchentes deixaram um rebanho de gado isolado em uma área cercada pela água do Rio Goiana. Imagens gravadas no local mostram dezenas de bovinos reunidos em um pequeno trecho de terra que resistiu ao avanço da inundação. Sem rota de fuga, o grupo ficou cercado pela água após o rio transbordar durante o fim de semana.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 17:10:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Lula sanciona fim da 'taxa das blusinhas' para compras internacionais de até US$ 50]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira, 10 de setembro, o projeto de lei de conversão (PLV) 13 de 2026 que zera a tarifa de importação de 20% para compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 257) feitas pela internet por remessas postais.

A nova legislação trata da tributação simplificada de compras on-line de plataformas do exterior, extinguindo a chamada “taxa das blusinhas”. O texto ainda reduz de 60% para 30% a tarifa para mercadorias que somam até R$ 3 mil por remessa.  

“Qual é o ganho que o Estado tem cobrando imposto de quem compra US$ 50? O que nós estamos fazendo aqui é uma reparação, dando às pessoas que não viajam de avião, que não podem comprar vinho, que não podem comprar uísque, que não podem comprar blusa de couro chique, que compram uma coisinha menor”, comentou o presidente Lula.

A medida ainda permite que o ministro da Fazenda altere as alíquotas do imposto de importação tratados na nova lei.

“A norma autoriza tratamento tributário diferenciado conforme o meio de importação e a adesão da plataforma ao programa de conformidade da Receita Federal”, diz nota da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR).

A Secom acrescentou que o governo poderá estabelecer limites quantitativos e de frequência de compras, “além de mecanismos para evitar fracionamento artificial de remessas e controles destinados a impedir utilização do regime simplificado para fins comerciais ou de revenda”.

Aprovada no Congresso

Editada pelo governo em maio deste ano, a Medida Provisória (MP) 1.357 foi aprovada na Câmara e no Senado na semana passada, com alterações em relação ao texto original.

Entre as mudanças, foi incluída a isenção que zera o imposto de importação de medicamentos que não tem versão similar no Brasil.

O relatório da senadora Leila Barros (PDT-DF) ainda incluiu a previsão de uma avaliação periódica, a ser feita pelo Ministério da Fazenda, para analisar os efeitos econômicos da isenção proposta.

A avaliação periódica deve ainda ser acompanhada por setores empresariais de têxteis e vestuário; calçados; acessórios; brinquedos e cosméticos. O regime de tributação diferenciado terá também que passar por avaliação anual do Congresso Nacional.

Empresários nacionais

A proposta da “taxa das blusinhas” sofreu oposição de setores empresariais nacionais que alegam “concorrência desleal” por parte de empresas estrangeiras, em especial, da China.

Para esses empresários, a medida coloca em risco empregos no Brasil ao reduzir o preço de produtos importados.

Na cerimônia de sanção da nova lei, o presidente Lula argumentou que o governo avalia que a isenção não deve causar prejuízos para as empresas nacionais.

“É uma coisinha tão insignificante que não vale a pena alguém dizer que causa prejuízo, que causa desemprego, que vai causar problema no comércio”, comentou.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:40:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PT mobiliza militância contra André Mendonça após Lula pedir transparência no caso Master]]></title>
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				<description><![CDATA[A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou, nesta quarta-feira, 9, uma campanha nas redes sociais contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso Banco Master. Depois de Lula dar uma declaração pública pedindo a quebra integral do sigilo da investigação, petistas vieram a público criticar o juiz e iniciaram uma campanha de mobilização da militância em oposição a Mendonça.

"Na minha opinião, ou o STF abre o sigilo e mostra ao Brasil os segredos ocultos sobre Flávio Bolsonaro ou a integridade da eleição está comprometida. É preciso revelar toda a verdade sobre o candidato suspeito", disse Éden Valadares, secretário nacional de Comunicação do PT.

Poucos minutos antes, Lula pediu "explicações e medidas imediatas" para enfrentar a "crise institucional que tomou conta do Poder Judiciário" em seu perfil nas redes sociais. "Se faz necessário mais transparência e não vazamentos seletivos que impactam a disputa eleitoral", afirmou o presidente e candidato à reeleição. "Por isso é urgente a quebra completa do sigilo das investigações de todos os envolvidos no caso Master, seja a quem for, doa a quem doer."

Nos bastidores, alguns dos principais conselheiros de Lula veem André Mendonça como o responsável pelo momento ruim do presidente nas pesquisas de intenção de voto. Eles apontavam o entorno do ministro do STF como responsável pelos vazamentos da investigação da Polícia Federal contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha - a situação piorou após a queda do sigilo de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. A gota d’água ocorreu após a divulgação de pesquisas que apontam empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, o que mergulhou a campanha de vez numa crise.

Para alguns desses conselheiros, a situação envolvendo Moraes complicou ainda mais a situação de Lula. Para esse grupo, é inevitável que parte do eleitorado brasileiro não associe Moraes a Lula. Além disso, dizem eles, ainda existe gratidão do Planalto ao que ministro fez no julgamento da tentativa de golpe de Estado, que levou, entre outros, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à prisão.

A campanha pediu apoio da militância nos grupos de WhatsApp. "Faltam só 25 dias para as eleições, gente! Não tem para onde correr: a missão de hoje é para agora, hein? Precisamos falar sobre as atitudes do ministro André Mendonça no caso envolvendo a blindagem de Flávio Bolsonaro e defender que as instituições cumpram o seu papel com independência", disse um dos textos divulgados no grupo de WhatsApp "Lulaverso", criado pela campanha de Lula em 2022 e ativo até hoje. Essa publicação foi feita antes da declaração pública de Lula. "Bora botar a boca no trombone! Cada compartilhamento, postagem e conversa importam muito. Está proibido deixar a tarefa para depois."

Éden Valadares defendeu em publicação nas redes que o momento pede reação imediata. "A situação política no Brasil é muito grave. O que eram suspeitas se confirmam em evidências, e precisamos denunciar e reagir agora. A crise institucional que se instalou no Supremo Tribunal Federal está sendo transformada em instrumento eleitoral pelo ministro relator do caso do Banco Master ao barrar as investigações sobre Flávio Bolsonaro, ao ser parcial nas apurações do banqueiro Daniel Vorcaro, ao negar ao Brasil a verdade sobre o escândalo Dark Horse", afirmou. "A condução do processo claramente tenta influenciar as eleições brasileiras ao proteger o candidato bolsonarista à Presidência da República."

Na semana passada, o Estadão revelou que Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro trocaram 51 mensagens ao longo de 21 dias. A investigação mostrou que Vorcaro pedia auxílio e orientações ao ministro do Supremo sobre as investigações do Master. Também aparecem conversas com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, intermediadas por um advogado.

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 7, aponta Lula e Flávio Bolsonaro empatados em 41% no segundo turno. O cenário não era registrado desde março, quando ambos também apareciam no mesmo patamar numérico.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 08:16:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula assina decreto que reduz PIS/Cofins da gasolina em R$ 0,63 por litro e R$ 0,19 do etanol]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), assinou nesta quarta-feira, 9, um decreto que reduziu o PIS/Cofins sobre a gasolina em R$ 0,63 por litro de gasolina. A medida também corta R$ 0,19 por litro do etanol, zerando toda a tributação do produto.

Lula também assinou uma Medida Provisória que prevê mais R$ 1 de subvenção por litro de diesel para que os preços continuem estáveis nas bombas.

Em vídeo divulgado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Lula afirmou que o governo não vai permitir que os custos da guerra no Oriente Médio afetem a economia brasileira.

"A gente vai aumentar um pouco o subsídio, com imposto cobrado mesmo da Petrobras, para evitar que o preço da guerra, tanto na gasolina quanto no óleo diesel, chegue no bolso do povo brasileiro. (...) Nós não vamos permitir que essa guerra irresponsável chegue no seu bolso e muito menos no prato de comida do povo brasileiro", disse Lula.

Durante a assinatura do decreto e da Medida Provisória, Lula esteve acompanhado do ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

Moretti declarou que o subsídio e as reduções nos impostos fazem parte de uma filosofia da gestão petista frente ao cenário geopolítico.

"É uma filosofia que o senhor tem colocado desde o início desta guerra. O povo não pode pagar por uma guerra que não é dele e, portanto, o senhor faz um esforço para reduzir o preço na bomba e o preço final para o consumidor", declarou Moretti.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 18:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Federal adota novas medidas para combustíveis após novos aumentos do petróleo]]></title>
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				<description><![CDATA[Diante da persistência da volatilidade dos preços internacionais do petróleo e das restrições à oferta de combustíveis decorrentes de conflitos geopolíticos, o Governo Federal adotou nesta quarta-feira, 9 de setembro, duas novas medidas voltadas a conter a alta dos preços no Brasil.

Uma delas foi a assinatura de decreto que reduz em R$ 0,63 as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre o litro de gasolina e zera as contribuições sobre o etanol hidratado.

A redução das alíquotas substitui e amplia os efeitos da subvenção da gasolina prevista na MP nº 1.358/2026, com valor de R$ 0,44 por litro, cuja vigência termina nesta quarta-feira. A outra foi a assinatura de medida provisória que autoriza subvenção econômica ao óleo diesel.

Desde o início da guerra no Oriente Médio, o Governo Federal vem acompanhando as oscilações do mercado e tomando medidas proporcionais ao cenário do momento.

O mercado internacional segue marcado por elevada incerteza. O preço do petróleo Brent voltou à faixa de US$ 100 por barril, em nível bastante superior ao observado antes do acirramento dos conflitos, e permanecem as restrições que justificam a manutenção da política de suavização de preço dos derivados.

No caso do diesel, o aumento dos custos internacionais de refino agrava os efeitos do choque externo. Mais de 25% do diesel consumido no Brasil é proveniente de importações.

As medidas buscam amortecer, de forma temporária, os efeitos dessa conjuntura internacional sobre o mercado doméstico de combustíveis.

GASOLINA E ETANOL 

O decreto reduz, entre 10 de setembro e 5 de outubro, as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins incidentes sobre a importação e a comercialização de gasolina e suas correntes, com exceção da gasolina de aviação, e de etanol hidratado.

No caso da gasolina, a redução da carga tributária é de R$ 0,63 por litro, incluindo PIS/Pasep e Cofins. Com a redução, os tributos totais serão de R$ 0,16 por litro, de modo que os consumidores pagarão menos tributos em comparação ao cenário atual.

Para o etanol hidratado, utilizado diretamente como combustível, as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins serão zeradas, o que corresponde a uma redução tributária de R$ 0,19 por litro.

DIESEL

A medida provisória autoriza a União a conceder subvenção econômica a produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário enquanto persistir a instabilidade na oferta de combustíveis decorrente de conflitos geopolíticos.

O valor da subvenção por litro será definido por ato do Ministério da Fazenda e poderá ser alterado, interrompido ou prorrogado conforme as condições do mercado. No primeiro período, o valor da subvenção será de R$1,00 por litro.

Os agentes que aderirem ao mecanismo deverão deduzir do preço de venda o montante correspondente à subvenção e registrar o desconto na nota fiscal.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) fará a habilitação dos participantes, o acompanhamento dos preços e o pagamento da subvenção.

A MP estabelece um mecanismo de caráter temporário e ajustável, justamente para permitir adequação à evolução das condições internacionais de oferta e preços. A duração e o valor da subvenção poderão ser modificados de acordo com a conjuntura e com a disponibilidade orçamentária e financeira.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 17:37:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula é orientado por aliados a convocar Conselho da República e defender mandato de ministros do STF]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser pressionado por auxiliares a adotar uma postura mais firme diante da crise institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF).

A avaliação de interlocutores próximos ao presidente é de que o governo precisa apresentar uma resposta capaz de reduzir a tensão e, ao mesmo tempo, enfrentar o desgaste político provocado pelo tema.

Entre as medidas discutidas estão a convocação do Conselho da República, a abertura de investigações contra o ministro Alexandre de Moraes e uma proposta de mudança constitucional para estabelecer mandato para futuros integrantes do STF.

A movimentação ocorre em um momento de preocupação dentro do Palácio do Planalto com o desempenho de Lula nas pesquisas de opinião e com a disputa pela Presidência da República.

Uma pesquisa da Nexus, divulgada nesta terça-feira (8), apontou Flávio Bolsonaro, candidato do PL, numericamente à frente de Lula em uma simulação de segundo turno.

Para auxiliares do presidente, a crise no STF deverá ocupar espaço central na reta final da campanha eleitoral. A percepção dentro do governo é de que nenhum outro assunto, incluindo economia, segurança pública ou soberania nacional, terá peso semelhante na disputa.

Aliados defendem nova conversa entre Lula e Fachin

Interlocutores diretos de Lula na Esplanada dos Ministérios consideram necessária uma nova conversa urgente entre o presidente e o ministro Edson Fachin, presidente do STF. A intenção seria avaliar os próximos passos e buscar uma saída considerada "pacificadora" para a crise.

Na avaliação de integrantes do entorno presidencial, uma eventual solução passaria pela abertura de investigações contra Alexandre de Moraes.

A ideia, segundo esses auxiliares, poderia ser transmitida a Fachin como parte de uma tentativa de encaminhar institucionalmente o impasse, ainda que a medida não seja defendida publicamente pelo governo.

Outro ponto de preocupação é a permanência do ministro André Mendonça como relator dos casos Master e INSS. O Planalto considera inaceitável a continuidade de Mendonça à frente dos processos e sustenta que ele teria perdido a imparcialidade necessária para conduzir os casos.

Os mesmos interlocutores também defendem o encerramento do inquérito das fake news como parte de uma possível saída para a crise.

A discussão ocorre paralelamente à estratégia eleitoral de Flávio Bolsonaro. A campanha do candidato do PL tem explorado a possibilidade de Lula indicar mais quatro ministros do STF até 2030, caso seja reeleito em outubro.

Como contraponto, integrantes do entorno do presidente avaliam que Lula deveria defender imediatamente uma alteração constitucional para estabelecer mandato para futuros ministros da Suprema Corte. A proposta em discussão prevê períodos de dez ou 15 anos para os integrantes do tribunal.

Conselho da República divide opiniões no governo

Outra alternativa apresentada ao presidente é a convocação extraordinária do Conselho da República. O órgão tem a função de assessorar a Presidência em momentos de crise e reúne representantes dos Poderes Executivo e Legislativo, além de integrantes da sociedade civil.

Fazem parte do colegiado representantes do Executivo, os presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, líderes da maioria e da minoria das duas Casas e representantes da sociedade civil.

Apesar de ser considerada uma possibilidade de resposta institucional, a convocação ainda provoca divergências dentro do governo. Parte dos integrantes do entorno de Lula avalia que uma reunião extraordinária poderia ampliar a exposição pública da crise e acabar produzindo efeitos negativos para a campanha de reeleição.

Diante desse cenário, o comitê petista defende que Lula adote uma postura compatível com o cargo de presidente da República diante da decisão que afastou Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal.

A orientação entre aliados é para que o chefe do Executivo reaja de maneira mais incisiva, enquanto o governo tenta encontrar uma saída para uma crise que, na avaliação de seus próprios integrantes, poderá ter forte influência sobre o ambiente político e eleitoral nos próximos meses.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro tem 50% de rejeição e Lula, 49% na disputa presidencial, aponta BTG/Nexus]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/flavio-bolsonaro-tem-50-de-rejeicao-e-lula-49-na-disputa/631670/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lideram os índices de rejeição entre os nomes testados na disputa pela Presidência da República, segundo nova rodada da pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta terça-feira, 8 de setembro.

De acordo com o levantamento, 50% dos eleitores afirmaram que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum. Outros 26% disseram que o senador é o único candidato em quem votariam, enquanto 21% afirmaram que poderiam votar nele, mas também considerariam outros nomes.

Entre os entrevistados, 2% disseram não conhecer Flávio Bolsonaro e 1% não soube responder ou não respondeu. O presidente Lula aparece logo em seguida, com 49% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Outros 35% disseram que o petista é o único candidato em quem votariam, enquanto 12% afirmaram que poderiam escolher Lula, mas também votariam em outro nome.

Ainda segundo a pesquisa, 2% dos entrevistados disseram não conhecer o presidente e 1% não soube ou não respondeu.

Flávio e Lula lideram rejeição

O levantamento também mediu o potencial de voto e a rejeição de outros nomes que aparecem na disputa presidencial, como o escritor Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

Entre os candidatos avaliados, Flávio Bolsonaro e Lula foram os que registraram os maiores percentuais de eleitores que afirmaram não votar neles em nenhuma hipótese.

Os dados de rejeição são divulgados no mesmo levantamento que mostrou Flávio Bolsonaro com 46% das intenções de voto contra 45% de Lula em uma eventual disputa de segundo turno. Apesar da vantagem numérica do senador, os dois aparecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa Nexus entrevistou 2.002 eleitores, por telefone, entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06790/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:41:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro tem 46% contra 45% de Lula em eventual 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-flavio-bolsonaro-tem-46-contra-45-de-lula-em/631668/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ultrapassou numericamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas intenções de voto para o segundo turno das eleições presidenciais, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira, 8. Os dois, porém, continuam empatados tecnicamente dentro da margem de erro da mostra, que é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro registrou 46% contra 45% do petista.

Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%. Na última pesquisa, divulgada em 31 de agosto, o cenário era inverso: Lula aparecia com 46% das intenções de voto contra 45% de Flávio.

O levantamento mostra ainda que o escritor Augusto Cury (Avante) também ultrapassa numericamente Lula em um eventual segundo turno por 45% a 43%. É a primeira vez que a BTG/Nexus incluiu o candidato nas simulações de segundo turno. Cury subiu para o terceiro lugar nessa pesquisa de intenções de voto na mostra da semana passada.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com o petista pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 43%. Na pesquisa anterior, Lula liderava por 45% a 44%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%, e eleitores que não sabem são 1%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 47% a 40%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 46% contra 41% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 1%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 39% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%. Eleitores que não sabem são 2%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 47% a 38%.

A Nexus ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, por telefone, de 4 a 7 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06790/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 39% contra 35% de Flávio Bolsonaro, no 1° turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-tem-39-contra-35-de-flavio-bolsonaro-no/631667/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua liderando as intenções de voto para o primeiro turno com 39%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira, 8. É o mesmo porcentual registrado na semana passada, na pesquisa do dia 31 de agosto.

Em seguida aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), que oscilou positivamente de 33% das intenções de voto na semana passada para 35% no levantamento desta terça. A vantagem do petista sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro está em 4 pontos porcentuais.

Veja um cronograma das variações de vantagem do atual mandatário sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro:

- 29 de junho: Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio;

- 13 de julho: vantagem do petista era de 6 p.p;

- 27 de julho: subiu para 9 pontos porcentuais;

- 03 de agosto: vantagem caiu para 4 pontos;

- 10 de agosto: voltou a subir para 5 pontos;

- 17 de agosto: se manteve em 5 pontos;

- 24 de agosto: caiu para 4 pontos;

- 31 de agosto: subiu para 6 pontos;

- 08 de setembro: caiu para 4 pontos.

O escritor Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro lugar, com 9% das intenções de voto. Na semana passada, eram 11%, uma oscilação negativa de 2 p.p..

Em seguida vem o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, empatado com o ativista Renan Santos (Missão), que também pontuou 4%. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) registrou 1%. Brancos e nulos somam 3% e não sabem ou não responderam 2%.

Evangélicos e católicos

Flávio lidera entre os evangélicos, com 45%, enquanto Lula supera o adversário entre os católicos, com 43%. O petista também tem desempenho melhor entre as mulheres, com 43% contra 31% de Flávio, e entre os eleitores que recebem até um salário mínimo, com 46%. Já Flávio pontua mais entre os homens, com 39% contra 35% de Lula, e entre quem ganha mais de cinco salários mínimos, com 39% a 33%.

Potencial de alteração de voto

A pesquisa ainda mostra que 81% dos eleitores dizem ter certeza do seu voto no primeiro turno, enquanto 17% podem mudar. As maiores taxas de certeza são do eleitorado de Lula (91%) e Flávio (84%). Zema está em último, com apenas 42% de certeza e 57% dos seus eleitores que dizem que podem mudar o voto.

Entre os 17% que declaram a possibilidade de alterar o voto no primeiro turno, 20% tem Cury como segunda opção. Em seguida estão Flávio (17%), Caiado (12%) e Lula (10%).

A Nexus ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, por telefone, de 4 a 7 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06790/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula estima que 70 mil pessoas foram ao Desfile de 7 de Setembro na Esplanada]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-lula-estima-pessoa-foram-desfile-setembro-esplanada/631646/</link>
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				<description><![CDATA[A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) disse que 70 mil pessoas estiveram no desfile de 7 de Setembro que ocorreu na Esplanada dos Ministérios na manhã desta segunda-feira, 7, em Brasília.

O evento foi marcado pelo clima de campanha a partir de gritos de apoiadores que ocuparam as arquibancadas montadas pela Esplanada dos Ministérios.

Como mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a plateia se animou mais pelo mascote do Sistema Único de Saúde (SUS), o Zé Gotinha, e os servidores da saúde, e também por lembranças à Copa do Mundo Feminina, que será sediada no Brasil no ano que vem.

Antes da chegada de Lula, apoiadores presentes na Esplanada entoaram o canto "fim da 6x1", em referência à proposta de emenda à Constituição que tramita no Senado Federal.

O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que já indicou que não votará o texto antes das eleições, já estava no local

Em meio à crise instalada no Supremo Tribunal Federal (STF), após o ministro André Mendonça derrubar o sigilo das investigações do envolvimento do ministro Alexandre de Moraes com a investigação das fraudes bilionárias do Master, o presidente da Corte, Edson Fachin, esteve presente na cerimônia

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que também está envolto nas novas revelações do Master por suposta proteção ao banqueiro dono do Master, Daniel Vorcaro, foi outra presença no desfile cívico.

Quem também esteve na tribuna de autoridades foi o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). O vice-presidente Geraldo Alckmin ficou ao lado do presidente, representando a cúpula do governo.

O presidente Lula estava acompanhado pelos seguintes ministros e integrantes do governo:


	Alexandre Padilha (Saúde)
	Alexandre Silveira (Minas e Energia)
	Celso Amorim (Assessoria Especial da Presidência)
	Dario Durigan (Fazenda)
	Eloy Terena (Povos Indígenas)
	Esther Dweck (Gestão e Inovação)
	Fernanda Machiaveli (Desenvolvimento Agrário)
	Frederico Siqueira Filho (Comunicações)
	George Santoro (Transportes)
	Gustavo Feliciano (Turismo)
	João Paulo Capobianco (Meio Ambiente)
	Jorge Messias (AGU)
	José Múcio (Defesa)
	Leonardo Barchini (Educação)
	Luciana Santos (Ciência e Tecnologia)
	Luiz Marinho (Trabalho e Emprego)
	Márcia Lopes (Mulheres)
	Márcio Elias (Desenvolvimento, Indústria e Comércio)
	Marcos Amaro (GSI)
	Maria Laura da Rocha (Relações Exteriores)
	Miriam Belchior (Casa Civil)
	Paulo Henrique Cordeiro (Esportes)
	Paulo Pereira (Empreendedorismo)
	Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social)
	Tomé França (Portos e Aeroportos)
	Vladimir Lima (Cidades)
	Wellington César Lima e Silva (Justiça e Segurança Pública)
	Wellington Dias (Desenvolvimento Social)
	Wolney Queiroz (Previdência Social)


Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 16:07:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula, Fachin, Alcolumbre e ministros marcam presença no Desfile de 7 de Setembro em Brasília]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-fachin-alcolumbre-ministros-marcam-presenca-desfile/631643/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), participou do tradicional desfile de 7 de Setembro, em Brasília, na manhã desta segunda-feira (7).

O evento foi marcado pelo clima de campanha a partir de gritos de apoiadores que ocuparam as arquibancadas montadas pela Esplanada dos Ministérios.

Como mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a plateia se animou mais pelo mascote do Sistema Único de Saúde (SUS), o Zé Gotinha, e os servidores da saúde, e também por lembranças à Copa do Mundo Feminina, que será sediada no Brasil no ano que vem.

Antes da chegada de Lula, apoiadores presentes na Esplanada entoaram o canto "fim da 6x1", em referência à proposta de emenda à Constituição que tramita no Senado Federal.

O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que já indicou que não votará o texto antes das eleições, já estava no local

Diante da crise instalada no Supremo Tribunal Federal (STF), após o ministro André Mendonça derrubar o sigilo das investigações do envolvimento do ministro Alexandre de Moraes com a investigação das fraudes bilionárias do Master, o presidente da Corte, Edson Fachin, esteve presente na cerimônia

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que também está envolto nas novas revelações do Master por suposta proteção ao banqueiro dono do Master, Daniel Vorcaro, foi outra presença no desfile cívico.

Quem também esteve na tribuna de autoridades foi o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, ficou ao lado do presidente, representando a cúpula do governo.

O presidente Lula estava acompanhado pelos seguintes ministros e integrantes do governo:


	Alexandre Padilha (Saúde)
	Alexandre Silveira (Minas e Energia)
	Celso Amorim (Assessoria Especial da Presidência)
	Dario Durigan (Fazenda)
	Eloy Terena (Povos Indígenas)
	Esther Dweck (Gestão e Inovação)
	Fernanda Machiaveli (Desenvolvimento Agrário)
	Frederico Siqueira Filho (Comunicações)
	George Santoro (Transportes)
	Gustavo Feliciano (Turismo)
	João Paulo Capobianco (Meio Ambiente)
	Jorge Messias (AGU)
	José Múcio (Defesa)
	Leonardo Barchini (Educação)
	Luciana Santos (Ciência e Tecnologia)
	Luiz Marinho (Trabalho e Emprego)
	Márcia Lopes (Mulheres)
	Márcio Elias (Desenvolvimento, Indústria e Comércio)
	Marcos Amaro (GSI)
	Maria Laura da Rocha (Relações Exteriores)
	Miriam Belchior (Casa Civil)
	Paulo Henrique Cordeiro (Esportes)
	Paulo Pereira (Empreendedorismo)
	Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social)
	Tomé França (Portos e Aeroportos)
	Vladimir Lima (Cidades)
	Wellington César Lima e Silva (Justiça e Segurança Pública)
	Wellington Dias (Desenvolvimento Social)
	Wolney Queiroz (Previdência Social)


Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 15:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula recebe o ator e ambientalista Leonardo DiCaprio no Planalto para discutir combate às mudanças climáticas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-recebe-o-ator-e-ambientalista-leonardo-dicaprio-no-planalto-para/631421/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama Janja Lula da Silva receberam o ator e ambientalista Leonardo DiCaprio para uma reunião no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira, 2 de setembro. O encontro teve como principal tema a agenda ambiental brasileira e contou com a participação de integrantes da Re, organização fundada pelo ator dedicada à proteção e à restauração de ecossistemas.

DiCaprio solicitou informações sobre iniciativas adotadas pelo Brasil para enfrentar as mudanças climáticas. O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, também participou da reunião e apresentou dados relacionados à redução do desmatamento nos diferentes biomas brasileiros e às medidas para fortalecer os órgãos responsáveis pela fiscalização ambiental.

DiCaprio visita comunidades indígenas

A reunião no Palácio do Planalto ocorreu poucos dias depois de uma passagem do ator pelo interior de Mato Grosso. No último sábado, 29 de setembro, DiCaprio esteve na região e se encontrou com o cacique Raoni Metuktire, uma das principais lideranças indígenas do país.

A agenda do ator no Brasil reforça a atuação internacional de DiCaprio em defesa da preservação ambiental. Por meio da Re, ele participa de iniciativas voltadas à proteção de ecossistemas e à conservação da biodiversidade.

Durante a visita ao Brasil, DiCaprio também elogiou medidas adotadas pelo governo Lula para combater o desmatamento. O tema já havia colocado o ator em confronto público com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em 2022, DiCaprio publicou nas redes sociais uma mensagem sobre a preservação da Amazônia e o combate ao desmatamento. Bolsonaro respondeu publicamente às manifestações do ator e criticou sua atuação sobre o tema.

Brasil busca reduzir desmatamento

Durante o encontro com DiCaprio, o governo brasileiro apresentou informações sobre os resultados das políticas ambientais implementadas nos últimos anos. Entre os assuntos abordados estiveram a redução do desmatamento em diferentes biomas e o fortalecimento da estrutura de fiscalização e proteção ambiental.

A reunião também aproximou o governo brasileiro de uma organização internacional dedicada à conservação de ecossistemas. A participação de DiCaprio no debate ocorre em um momento de busca por maior articulação internacional em torno das políticas de preservação ambiental e enfrentamento das mudanças climáticas.

A presença do ator no Brasil ainda chama atenção pela relação que ele mantém com pautas ambientais. Ao longo dos anos, DiCaprio tem utilizado sua projeção internacional para defender ações de combate à crise climática, proteção da biodiversidade e preservação de áreas ameaçadas.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 11:42:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Silvio Costa Filho articula com Alckmin agenda para fortalecer infraestrutura do Brasil]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/silvio-costa-filho-articula-com-alckmin-agenda-para-fortalecer/631418/</link>
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				<description><![CDATA[Vice-presidente da Frente Parlamentar de Portos e Aeroportos, o deputado e ex-ministro Silvio Costa Filho se reuniu, nesta quarta-feira, com o vice-presidente Geraldo Alckmin e representantes do colegiado e do Instituto Brasileiro de Infraestrutura. O encontro teve como objetivo discutir uma agenda estratégica para o fortalecimento da infraestrutura brasileira e os desafios para ampliar a capacidade logística do país.

Na pauta, Silvio e representantes do setor apresentaram ao vice-presidente uma carta programática com os principais desafios e metas da infraestrutura nacional, com propostas voltadas à ampliação dos investimentos, modernização da logística e melhoria da competitividade do Brasil.

A iniciativa reúne a Frente Parlamentar, o Instituto Brasileiro de Infraestrutura, o Congresso Nacional e o Governo Federal em torno de uma agenda comum para o desenvolvimento do setor. Entre os temas discutidos estão a necessidade de novos investimentos, ampliação da capacidade logística, modernização dos equipamentos de infraestrutura e criação de um ambiente cada vez mais favorável à participação da iniciativa privada.

A defesa de uma agenda integrada também está relacionada à experiência de Silvio Costa Filho à frente do Ministério de Portos e Aeroportos. Durante sua gestão, o então ministro trabalhou pelo fortalecimento da malha logística brasileira, com investimentos e articulação para atração de novos investidores para diferentes áreas da infraestrutura.

A atuação incluiu projetos e investimentos em portos, aeroportos, hidrovias, ferrovias e rodovias, com atenção especial também à infraestrutura de Pernambuco. A estratégia buscou ampliar a capacidade de transporte, melhorar a integração entre os diferentes modais e criar condições para que o Brasil pudesse avançar na atração de investimentos e na geração de empregos.

Para Silvio Costa Filho, a construção de uma agenda conjunta entre o setor produtivo, o Congresso e o Governo Federal é fundamental para garantir continuidade aos investimentos e preparar o país para os próximos anos.

“Essa iniciativa da Frente Parlamentar, alinhada com o Instituto, o Congresso Nacional e o Governo, é fundamental porque vai gerar desenvolvimento para o país. Precisamos construir uma agenda de longo prazo para a infraestrutura brasileira, garantindo investimentos, segurança jurídica e condições para o Brasil continuar crescendo”, afirmou Silvio.

O encontro com Alckmin reforça a busca por uma atuação coordenada entre o Legislativo, o Executivo e o setor de infraestrutura, com o objetivo de transformar as demandas apresentadas pelo setor em uma agenda concreta de investimentos e desenvolvimento nacional.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 11:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Prefeito Sérgio Colin comemora edital de mais de R$ 34 milhões para Travessia Urbana da BR-104 em Toritama]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/prefeito-sergio-colin-comemora-edital-de-mais-de-r-34-milhoes-para/631417/</link>
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				<description><![CDATA[O Governo Federal, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), publicou nesta quarta-feira, 2 de setembro, no Diário Oficial da União, o edital para as obras de pavimentação e melhoria da travessia urbana da BR-104, em Toritama, no Agreste de Pernambuco. O investimento previsto é superior a R$ 34 milhões.

A Concorrência nº 452/2026 contempla o trecho da rodovia entre os quilômetros 27,73 e 30,60. De acordo com o edital, a abertura das propostas está marcada para o dia 9 de outubro.

A obra é resultado de articulações da gestão municipal, do ex-prefeito Edilson Tavares (PP) e do senador Fernando Dueire (PSD) junto ao Ministério dos Transportes e ao ministro Renan Filho.

O prefeito de Toritama, Sérgio Colin (PP), comemorou a publicação do edital e destacou a participação de diferentes atores políticos na viabilização do projeto, que era aguardado há anos pela população.

“Essa é uma das maiores vitórias do nosso mandato. É resultado de muitas idas a Brasília, dando continuidade ao trabalho iniciado por Edilson Tavares e buscando apoio para viabilizar essa demanda. Toritama será sempre grata a Edilson e ao senador Fernando Dueire por essa conquista”, afirmou Colin.

Melhorias na mobilidade

A intervenção na BR-104 deverá promover mudanças na mobilidade urbana de Toritama, com impactos esperados na segurança e no fluxo de veículos que circulam pelo município.

A cidade integra o Polo de Confecções do Agreste e recebe semanalmente mais de 50 mil visitantes e compradores. Com o movimento intenso de pessoas e veículos, a melhoria da infraestrutura da rodovia é considerada estratégica para o deslocamento da população e o acesso ao município.

Além da mobilidade, a obra deve contribuir para o escoamento da produção do Polo de Confecções, melhorar a integração entre diferentes áreas da cidade e favorecer a atividade econômica da região.

Com a publicação do edital, o próximo passo será a abertura das propostas das empresas interessadas na execução dos serviços, prevista para 9 de outubro.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 11:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: aprovação do governo Lula cai para 45%, aponta Quaest]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/aprovacao-do-governo-lula-cai-para-45-aponta-quaest/631343/</link>
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				<description><![CDATA[A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu em 48%, enquanto a aprovação oscilou de 46% para 45%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 2. Outros 7% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior, divulgada em 14 de agosto, 48% desaprovavam a gestão petista e 46% a aprovavam. Outros 6% não souberam ou não responderam. As variações ocorreram dentro da margem de erro do levantamento, de 2 pontos porcentuais.

A desaprovação, contudo, avançou seis pontos porcentuais entre os eleitores de 16 a 24 anos, de 47% para 53%. Entre os independentes, o índice oscilou de 48% para 52%.

O levantamento também mostra que 37% dos entrevistados avaliam o governo Lula de forma negativa, enquanto 35% consideram a gestão positiva. Para 25%, a administração é regular, e 3% não souberam ou não responderam.

A nova rodada é a primeira realizada pelo instituto desde o início da campanha eleitoral. No último mês, Lula enfrentou desgaste após a Polícia Federal abrir três inquéritos para investigar suspeitas envolvendo seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A pesquisa Quaest, contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, ouviu 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 12:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula tem 42% contra 41% de Flávio Bolsonaro em empate técnico no segundo turno, aponta Quaest]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-tem-42-contra-41-de-flavio-bolsonaro-em-empate-tecnico-no/631340/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo turno pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 2. Lula registra 42% das intenções de voto, ante 41% de Flávio.

A vantagem do petista caiu de três para um ponto porcentual desde a rodada divulgada em 14 de agosto. Na ocasião, Lula tinha 43%, enquanto Flávio alcançava 40%. Brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar somam 13%, e os indecisos 4%.

Lula também lidera os demais cenários de segundo turno testados. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente tem 42%, ante 37% do governador de Goiás. Diante de Renan Santos (Missão), o placar é de 43% a 36%. Em uma disputa com Augusto Cury (Avante), Lula registra 40%, contra 34% do adversário.

1º turno

No primeiro turno, o presidente aparece à frente com 37% das intenções de voto, seguido por Flávio, com 30%, e Cury, com 10%. Renan Santos registra 3%. Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Pablo Marçal e Samara Braga têm 1% cada.

Outros 7% dos entrevistados pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 11% estão indecisos.
 Em um cenário de primeiro turno sem Marçal, Lula mantém os 37%, Flávio registra 29% e Cury continua com 10%. Flávio Bolsonaro é rejeitado por 55% dos eleitores, enquanto a rejeição a Lula alcança 53%.

A pesquisa Quaest foi realizada entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, com 2.004 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Quaest: Lula lidera primeiro turno com 37%, seguido por Flávio Bolsonaro com 30%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/quaest-lula-lidera-primeiro-turno-com-37-seguido-por-flavio/631339/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança das intenções de voto para a Presidência da República no primeiro turno das eleições de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira , 2 de setembro. No principal cenário analisado pelo instituto, Lula registra 37%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 30%.

O escritor Augusto Cury (Avante) ocupa a terceira posição, com 10% das intenções de voto. O levantamento testou diferentes composições de candidatos e, no cenário que inclui 12 nomes, o senador Renan Santos (Missão) aparece com 3%. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Pablo Marçal (PRTB) e Samara Martins (UP) registram 1% cada.

Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram na simulação.

Entre os entrevistados, 7% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não votariam, enquanto 10% disseram estar indecisos.

Lula mantém liderança sem Pablo Marçal

Em um segundo cenário apresentado pela Quaest, desta vez sem Pablo Marçal, Lula permanece com 37% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece com 29%, enquanto Augusto Cury mantém os 10%.

Renan Santos novamente registra 3%. Caiado, Zema e Samara Martins aparecem com 1% cada. Os demais candidatos testados não pontuaram.

Nesse cenário, o percentual de eleitores que afirmam votar em branco, nulo ou não votar permanece em 7%. Já os indecisos representam 11% dos entrevistados.

Os números indicam que a retirada de Pablo Marçal da simulação provocou pouca alteração nos três primeiros colocados: Lula permaneceu com o mesmo percentual, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou um ponto para baixo.

Metodologia da pesquisa Quaest

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores de todo o país entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. As entrevistas foram realizadas presencialmente.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:23:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA["Rap do Silva": TSE suspende propaganda de Lula após pedido de Flávio Bolsonaro por ausência de Alckmin como vice ]]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta segunda-feira, 1º, a suspensão de propaganda da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), veiculada na televisão na última sexta-feira, 28. O Estadão procurou a campanha do petista e aguarda posicionamento.

O pedido foi feito pelo senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que alegou a falta do nome do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na peça publicitária apresentada em espaço do horário eleitoral gratuito.

No documento protocolado junto à Corte eleitoral, os advogados de Flávio citam o jingle "Rap do Silva", reproduzido junto à imagem e ao nome do presidente Lula, sem qualquer menção a Alckmin.

Mendonça alegou que a inserção não está em conformidade com a legislação eleitoral brasileira e nem com a Resolução 23.610 de 2019, do TSE. "Verifico a presença dos requisitos necessários à concessão parcial da medida."

Com a decisão, a campanha de Lula não poderá reproduzir a peça até que os ajustes sejam feitos. De acordo com a regra eleitoral, o nome do vice na chapa deve ser legível e o tamanho não pode ser menor do que 30% daquele utilizado para o titular.

A decisão não afeta a utilização do jingle ou das imagens usadas no programa eleitoral. "Não se mostra necessária, neste momento, ordem genérica dirigida a toda e qualquer propaganda futura dos representados, bastando impedir a reiteração da peça cuja irregularidade é objeto destes autos."

André Mendonça ainda sinalizou que a aplicação de multa e demais sanções só será examinada pelo tribunal depois que a campanha de Lula se manifeste.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 08:32:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Empatados: Lula e Flávio Bolsonaro registram 50% de rejeição, aponta pesquisa Real Time Big Data  ]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem empatados com 50% de rejeição entre os eleitores, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º de agosto. O levantamento considera uma simulação de rejeição múltipla, na qual os entrevistados podem indicar mais de um candidato em quem não votariam de jeito nenhum.

O resultado coloca Lula e Flávio no topo do índice de resistência eleitoral para a disputa pela Presidência da República em 2026. Na sequência, aparece o ex-candidato à Presidência Pablo Marçal (PRTB), com 46% de rejeição.

Apesar de numericamente abaixo dos dois primeiros colocados, Marçal está tecnicamente empatado com Lula e Flávio, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na sequência da lista, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ativista Renan Santos (Missão) registram 39% de rejeição cada. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece com 36%.

Entre os demais nomes apresentados aos entrevistados, Rui Costa Pimenta (PCO) soma 32% de rejeição, enquanto Samara Martins (UP) aparece com 29%. O escritor Augusto Cury (Avante) tem 28%.

O veterinário Wilson Grassi (Democrata) registra 27% de rejeição. Em seguida, aparecem Hertz Dias (PSTU), com 26%, Edmilson Costa (PCB), com 24%, e Clariana Barão (DC), com 22%, menor índice entre os candidatos avaliados.

Rejeição

A pesquisa também aponta que 2% dos entrevistados afirmam que poderiam votar em todos os candidatos apresentados. O mesmo percentual corresponde aos eleitores que não souberam ou não responderam à pergunta.

A rejeição é um dos indicadores utilizados em pesquisas eleitorais para medir a resistência do eleitorado aos nomes colocados na disputa. Como a pergunta permite múltiplas respostas, um mesmo entrevistado pode declarar que não votaria em mais de um candidato.

O levantamento Real Time Big Data ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre os dias 27 e 31 de agosto. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, e possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03490/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:23:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Real Time Big Data: Lula tem 45% de aprovação antes das eleições de 2026]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º, mostra que 51% dos eleitores desaprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 45% aprovam. Outros 4% não souberam ou não responderam.

Na avaliação do desempenho do presidente, 15% consideram o trabalho de Lula ótimo e 12%, bom. Outros 33% classificam como regular, enquanto 16% avaliam como ruim e 23%, péssimo. Não souberam ou não responderam 1%. Assim, as avaliações positivas somam 27%, ante 39% de negativas.

O levantamento também aponta que 52% dos entrevistados consideram que o Brasil está seguindo na direção errada, ante 30% que avaliam que o País caminha na direção certa. Para 15%, a direção não é nem certa nem errada, e 3% não souberam responder

Quando comparam a própria vida com a situação de dois anos atrás, 52% dizem estar na mesma condição. Outros 28% afirmam estar melhor, 9% "muito melhor" e 19% "um pouco melhor", enquanto 19% dizem estar pior, sendo 11% "um pouco pior" e 8% "muito pior".

A pesquisa também mediu o grau de continuidade ou mudança desejado pelos eleitores. Para 32%, o Brasil precisa mudar completamente a maneira como está sendo governado, enquanto 26% defendem mudanças importantes. Outros 25% preferem manter o caminho atual e 15% querem apenas alguns ajustes, preservando a maior parte da atual direção.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o País entre 27 e 31 de agosto. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, tem margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03490/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:11:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Real Time Big Data: Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 44% em cenário de segundo turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados numericamente em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026. É o que aponta a pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira, 1º de setembro.

De acordo com o levantamento, os dois candidatos registram 44% das intenções de voto. Outros 9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3% não souberam ou não responderam.

Na pesquisa anterior do instituto, realizada em julho, Lula aparecia com 45%, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 42%. Com isso, o petista oscilou um ponto para baixo, enquanto o senador avançou dois pontos percentuais. As duas candidaturas, portanto, passaram de uma diferença de três pontos para um empate numérico.

Outros cenários de segundo turno

O Real Time Big Data também apresentou simulações de Lula contra outros nomes que disputam a eleição presidencial.

Em um eventual confronto entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD), o ex-governador de Goiás aparece numericamente à frente, com 45%, contra 43% do presidente. Brancos e nulos somam 8%, enquanto 4% não souberam ou não responderam.

Já em uma disputa entre Lula e Romeu Zema (Novo), o presidente registra 43%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais aparece com 40%. Nesse cenário, 10% indicaram voto branco ou nulo e 7% não souberam responder.

Contra Renan Santos (Missão), Lula tem 44%, ante 37% do adversário. Brancos e nulos correspondem a 12%, e 7% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

O levantamento também testou um eventual segundo turno entre Lula e Pablo Marçal (PRTB). O presidente aparece com 44%, enquanto Marçal soma 40%. Outros 10% votariam em branco ou nulo e 6% não souberam ou não responderam.

Pesquisa

O levantamento foi realizado pelo Real Time Big Data com 2 mil eleitores de todo o país, entre os dias 27 e 31 de agosto de 2026.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03490/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:56:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data: Lula lidera primeiro turno com 38%, seguido por Flávio Bolsonaro com 30%]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 38% das intenções de voto totais no primeiro turno da disputa presidencial. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 30%, enquanto Augusto Cury (Avante) tem 11%.

Na sequência, Renan Santos (Missão) aparece com 7%, Ronaldo Caiado (PSD) pontua 4% e Romeu Zema (Novo) tem 2%. Outros candidatos somam 2%. Votos brancos e nulos são 3% e outros 2% não souberam ou não responderam. Este cenário estimulado considerado não inclui Pablo Marçal (PRTB).

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio, os dois aparecem empatados, com 44% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 9% e 3% não souberam ou não responderam. Na rodada anterior, realizada em julho, Lula tinha 45% e Flávio, 42%.

Nos demais confrontos, Ronaldo Caiado é quem aparece com maior vantagem sobre o atual presidente, com 45%, ante 43% do petista, em empate técnico considerando a margem de erro. Contra Romeu Zema, Lula marca 43% e o candidato do Novo, 40%. O presidente tem 44% ante 37% de Renan Santos e 44% contra 40% de Pablo Marçal. A pesquisa não apresenta simulação de segundo turno entre Lula e Cury.

O levantamento também perguntou, independentemente da preferência eleitoral, quem os entrevistados acreditam que será o próximo presidente do Brasil. Lula foi citado por 49%, ante 36% de Flávio Bolsonaro. Renan Santos aparece com 5%, Augusto Cury, com 4%, e Pablo Marçal, com 1%. Outros 5% disseram não saber.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o País entre 27 e 31 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03490/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:49:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Governo Lula envia Lei Orçamentária com salário mínimo de R$ 1.741 em 2027]]></title>
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				<description><![CDATA[A nova regra de correção fez o governo elevar a previsão para o salário mínimo no próximo ano. O projeto da Lei Orçamentária de 2027, enviado na noite desta segunda-feira, 31 de agosto, ao Congresso, prevê mínimo de R$ 1.741, R$ 24 mais alto que o valor de R$ 1.717 proposto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Adiantado na semana passada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o valor representa aumento nominal de 7,4% em relação ao salário mínimo de R$ 1.621 que está em vigor.

A alta obedece à regra aprovada no fim do ano passado, que limita o crescimento do salário mínimo a 2,5% acima da inflação do ano anterior.

O valor final do salário mínimo em 2027 pode ficar ainda maior, caso o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) suba mais que o esperado até novembro.

O indicador é uma das medidas de inflação calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Com base na inflação acumulada entre dezembro de 2025 e novembro de 2026, o governo enviará uma mensagem modificativa ao Congresso no início de dezembro.

Agência Brasil

Ministro da Fazenda

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta segunda-feira, 24 de agosto, que a peça orçamentária de 2027 será "muito diferente" da que o atual governo recebeu em 2023 e informou que o salário mínimo do próximo ano será de R$ 1.741.

Na fala, ele destacou que o reajuste valerá também para a Previdência e benefícios sociais indexados ao piso e negou qualquer desvinculação.

Durigan e os demais ministros que compõem a Junta de Execução Orçamentária (JEO) estiveram reunidos, no fim da tarde desta segunda-feira, 24, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tratar do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que terá de ser apresentado ao Congresso Nacional até o próximo dia 31 de agosto.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 18:36:00 -0300</pubDate>
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