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		<title>Portal de Prefeitura - Governo Federal</title>
		
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				<title><![CDATA[Governo inicia notificação a apostadores sobre fim das bets e informa prazo para retirada de valores]]></title>
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				<description><![CDATA[Poucas horas após o anúncio do fim das bets pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sexta-feira, 25 de setembro, apostadores já começaram a receber notificações do governo federal informando sobre a medida e os prazos para realizar os saques nas plataformas de apostas.

A medida integra um pacote de bondades lançado por Lula, que segundo o governo, irá reduzir o endividamento das famílias. Na mesma noite, o governo federal também lançou o Desenrola 3.0, programa de renegociação de dívidas.




Informamos que foi publicada a Medida Provisória que proíbe bets no Brasil. Se você tem dinheiro em sites ou aplicativos de apostas, retire o valor até segunda-feira, 05/10. Se você não puder fazer a retirada até essa data, as bets devolverão o seu dinheiro, por meio dos bancos, até 14/10", diz a mensagem enviada por WhatsApp pelo perfil do Gov.br.




Em seguida, o destinatário pode responder se deseja ou não receber mais mensagens sobre o tema.
 

Decisão pelo fim das bets

O governo federal decidiu encerrar a operação de bets no País a partir desta sexta-feira, 25, com a edição de uma medida provisória assinada pelo presidente Lula. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Ele afirmou que a decisão ocorre após o Executivo reunir informações do setor, escrutinar a atuação das plataformas e constatar impactos relevantes sobre a renda das famílias e a saúde pública.

Como mostrou o Estadão, a proibição às bets surge após o seu próprio governo regulamentar o funcionamento das casas de apostas e tratar a medida como solução ao "caos" deixado na área pela gestão de Jair Bolsonaro (PL).


Confira o cronograma das medidas:


	25 de setembro: publicação da MP, início da proibição de novos aportes nas plataformas
	Até 5 de outubro (segunda-feira), 23h59: prazo para retirada voluntária dos valores pelos apostadores
	A partir de 6 de outubro (terça-feira): os sites e aplicativos de apostas saem do ar
	Entre os dias 7 e 8 de outubro: as bets devem informar às instituições financeiras os saldos remanescentes, discriminados por CPF
	De 9 a 14 de outubro: prazo para devolução dos saldos aos apostadores pelos bancos
	A partir de 14 de outubro: havendo obstáculo que impeçam os bancos de devolver os valores, a Caixa Econômica Federal recebe os recursos e providencia a devolução aos apostadores.


Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 11:08:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[MP que proíbe bets já está em vigor, mas Congresso terá até 120 dias para decidir sobre medida; saiba próximas etapas]]></title>
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				<description><![CDATA[A Medida Provisória (MP) que determina o fim das chamadas bets no Brasil, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sexta-feira, 25 de setembro, entrou em vigor imediatamente após ser publicada no Diário Oficial da União.

A medida, no entanto, tem caráter inicialmente temporário e precisará ser analisada pelo Congresso Nacional para continuar valendo de forma permanente.

Pelas regras constitucionais, uma MP tem validade inicial de 60 dias e pode ser prorrogada por mais 60, totalizando até 120 dias.

Para que a proibição permaneça em vigor, o texto deverá passar por uma comissão mista, formada por deputados e senadores, e posteriormente ser votado nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Congresso ainda não definiu tramitação

Até o momento, a cúpula do Congresso não estabeleceu um calendário para a análise da medida nem definiu os parlamentares que ocuparão a presidência e a relatoria da comissão mista.

O cenário também é influenciado pelo período eleitoral. Com parte dos parlamentares envolvida nas campanhas, o Congresso está com atividades reduzidas. Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ainda não reuniram os líderes partidários para estabelecer os próximos passos da MP.

A expectativa é que um acordo sobre a tramitação seja construído depois do primeiro turno das eleições, quando os parlamentares estarão menos envolvidos com as atividades de campanha.

O prazo de validade da medida provisória fica suspenso durante o recesso parlamentar. Esse período, porém, só começa oficialmente depois que o Congresso aprova o projeto de orçamento encaminhado pelo governo.

Caso a proposta orçamentária seja aprovada e o Legislativo entre em recesso, a votação da MP poderá ficar para fevereiro de 2027. Se não houver recesso nas condições previstas, o prazo para análise será janeiro do próximo ano.

Bets terão prazo para encerrar operações

A medida assinada por Lula estabelece regras imediatas para o encerramento das atividades das plataformas de apostas. Desde a publicação da MP, novos depósitos nas contas das empresas estão proibidos.

Os apostadores terão até as 23h59 do dia 5 de outubro para retirar voluntariamente os valores disponíveis nas plataformas. A partir de 6 de outubro, sites e aplicativos de apostas deverão ser bloqueados no país.

Caso o usuário não faça o saque dentro do prazo, as instituições financeiras que operam para as empresas de apostas deverão devolver os valores entre os dias 9 e 14 de outubro. Antes disso, as bets terão de informar aos bancos os saldos individuais vinculados aos CPFs dos apostadores.

A medida também impede a contratação de novas campanhas publicitárias, patrocínios e promoções comerciais relacionados às apostas. Materiais publicitários já contratados poderão continuar sendo veiculados até 5 de outubro, conforme as regras estabelecidas pelo governo.

Proibição ocorre menos de três anos após regulamentação

A decisão de Lula foi anunciada menos de três anos depois de o governo federal regulamentar o mercado de apostas, em dezembro de 2023, por meio da chamada Lei das Bets.

A nova medida tem como uma de suas justificativas o combate ao endividamento das famílias e aos impactos associados ao jogo. O governo também anunciou, junto com a MP, outras ações relacionadas ao setor.

Projeto prevê crimes e penas de prisão

Além da medida provisória, o governo encaminhou ao Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) que propõe criminalizar diferentes práticas relacionadas às apostas de quota fixa.

Diferentemente da MP, o projeto não produz efeitos imediatamente e dependerá da tramitação e aprovação dos parlamentares.

O texto prevê penas de prisão para pessoas envolvidas na exploração e em outras atividades relacionadas às apostas. Entre as condutas previstas estão a exploração de apostas, a divulgação e publicidade, o uso de dados pessoais para captar apostadores, a facilitação de operações financeiras e o fornecimento de aplicações de internet destinadas às apostas.

As penas previstas variam conforme o crime e podem chegar a seis anos de reclusão, além de multa.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 09:50:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Governo Federal lança Desenrola 3.0 com previsão de renegociar R$ 150 bilhões em dívidas]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou na sexta-feira, 25 de setembro, durante uma cerimônia em São Paulo, uma nova etapa do programa de renegociação de dívidas do governo federal, batizada de Desenrola 3.0. A iniciativa prevê a renegociação de até R$ 150 bilhões em débitos, com descontos mínimos de 90%.

A proposta tem como principal mecanismo a compra, pelo Tesouro Nacional, de dívidas antigas de consumidores junto a instituições financeiras. Como esses créditos são considerados de difícil recuperação, a expectativa do governo é que os bancos ofereçam descontos elevados para facilitar a quitação dos débitos.

Nesta fase, serão atendidas famílias com dívidas em atraso há períodos entre dois e quatro anos e meio.

Programa mira milhões de brasileiros endividados

Dados apresentados pelo governo apontam que, em agosto de 2026, o estoque de dívidas inadimplidas registradas nos birôs de crédito, com até cinco anos de atraso, alcançava R$ 592 bilhões.

O levantamento do Tesouro Nacional indica ainda a existência de 83,9 milhões de pessoas negativadas. Desse total, 56% são mulheres. A média é de quatro dívidas por pessoa, com valor médio de R$ 7 mil por devedor e aproximadamente R$ 1,7 mil por dívida.

Cerca de 55% do estoque corresponde a débitos não bancários, envolvendo serviços e empresas de setores como água, energia elétrica, telefonia e varejo. Apenas as dívidas relacionadas a água, luz e energia representam aproximadamente 20% do total.

Leilão vai incluir dívidas de até R$ 10 mil

O Desenrola 3.0 prevê a realização de um leilão para a compra de carteiras de dívidas bancárias e não bancárias. Poderão participar débitos cujo valor original seja de até R$ 10 mil e que tenham como referência a data de 25 de setembro de 2026.

O Ministério da Fazenda ainda poderá estabelecer critérios adicionais relacionados à renda dos beneficiários e à prioridade para determinados grupos de devedores.

A previsão é de que o impacto fiscal da medida fique limitado a R$ 15 bilhões caso o percentual de desconto projetado seja alcançado. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que haverá impacto primário e ressaltou que as despesas estarão submetidas às regras fiscais.

Segundo Moretti, o processo de leilão começa ainda em 2026, mas a execução demanda etapas administrativas. Por isso, o desembolso efetivo dos recursos deverá ocorrer somente em 2027. As despesas, conforme explicou o ministro, serão consideradas nas previsões orçamentárias de 2027 e 2028.

Até 15 milhões podem ser beneficiados

A estimativa do Ministério da Fazenda é que, diante da adesão parcial de credores e devedores, cerca de R$ 75 bilhões em dívidas sejam efetivamente renegociados. A expectativa é de que até 15 milhões de pessoas possam ser alcançadas pela nova fase do programa.

O cronograma divulgado pelo governo estabelece as seguintes etapas:


	
	Setembro de 2026: publicação da Medida Provisória, com o texto final que altera a Lei nº 14.690/2023;
	
	
	Novembro de 2026: publicação do chamamento para apresentação das propostas;
	
	
	Dezembro de 2026: entrega das propostas pelos credores;
	
	
	Janeiro de 2027: homologação das propostas selecionadas;
	
	
	Fevereiro de 2027: assinatura dos contratos e início do repasse do desconto aos devedores, com possibilidade de quitação à vista ou parcelamento.
	


Desenrola já teve outras duas versões

A primeira edição do Desenrola foi criada em 2023, no primeiro ano do atual governo Lula. Na ocasião, o programa contemplou pessoas com renda mensal de até dois salários mínimos ou inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), desde que tivessem dívidas de até R$ 5 mil negativadas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022.

Também foram incluídos devedores com renda mensal de até R$ 20 mil, cujas negociações eram realizadas diretamente com os bancos participantes.

Em maio de 2026, o governo lançou o Desenrola 2.0, novamente com o objetivo de reduzir o nível de endividamento das famílias. Nessa segunda etapa, foi autorizado o uso do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o pagamento de débitos.

A medida contemplou famílias com renda de até cinco salários mínimos, equivalente a R$ 8.105, que possuíam dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e com atraso entre 90 dias e dois anos. Foram incluídos débitos de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).

Uma das regras do Desenrola 2.0 determinou ainda o bloqueio do CPF dos participantes em casas de apostas pelo período de 12 meses. Segundo a avaliação apresentada pelo governo, o setor de apostas contribuiu para o aumento do endividamento das famílias.

Governo anuncia novas medidas contra apostas

Também nesta sexta-feira (25), o governo anunciou mudanças no mercado de apostas. Entre as medidas divulgadas está a proibição de cassinos online, incluindo plataformas associadas a jogos como o chamado “jogo do tigrinho”, além das casas de apostas esportivas, conhecidas como bets.

Para implementar a medida, o governo deverá editar uma Medida Provisória (MP) com as novas regras.

Além disso, Lula encaminhou ao Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) destinado a endurecer as regras aplicadas ao mercado ilegal de apostas. A proposta estabelece conceitos e prevê a tipificação de crimes relacionados às apostas de quota fixa.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 09:07:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Ministério da Saúde formaliza pedido para incorporar canetas emagrecedoras ao SUS]]></title>
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				<description><![CDATA[O Ministério da Saúde solicitou na quinta-feira, 24 de setembro, a inclusão de canetas emagrecedoras no Sistema Único de Saúde (SUS) através de um ofício enviado à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) no SUS. Os medicamentos serão destinados a pacientes com obesidade.

De acordo com o texto do ministro Alexandre Padilha, serão avaliados medicamentos com os princípios ativos semaglutida e liraglutida, que já não tem mais registro de patente ativo e conta com versões genéricas e produzidas no Brasil.

Os medicamentos atuam de forma análoga ao hormônio natural GLP-1, que ajuda a controlar o açúcar no sangue e a sensação de saciedade. Por isso, os remédios são indicados para tratamento de obesidade e de diabetes tipo 2.

A avaliação da Conitec é o primeiro passo para a incorporação. Após a publicação do parecer, uma consulta pública será realizada, e somente depois o Ministério da Saúde pode determinar a inclusão das canetas no SUS.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a prevalência da obesidade no Brasil passou de 11,8%, em 2006, para 25,7%, em 2024, aumentando a necessidade de acompanhamento e tratamento por longos períodos, com impactos na mortalidade, na qualidade de vida, na produtividade e nos gastos do sistema de saúde.

Na última quinta-feira, 17, durante agenda da campanha para reeleição em Montes Claros (MG), o presidente Lula afirmou que canetas emagrecedoras serão distribuídas gratuitamente para pacientes com obesidade. Lula, porém, não indicou na ocasião quando a iniciativa passará a valer.

O Ministério da Saúde destaca que a iniciativa tem respaldo na primeira diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o uso, em escala populacional, de terapias baseadas em GLP-1 para o tratamento da obesidade a longo prazo, publicada no final de 2025.

Até o momento, 25 canetas emagrecedoras já foram registradas no País, sendo 14 delas em 2026, e novos registros ainda são esperados, de acordo com o Ministério.

Em nota oficial publicada no site, a pasta celebra o número de opções e afirma que a concorrência permitiu uma redução de 70% nos preços desses produtos no Brasil em menos de um ano.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 08:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula participa de caminhada com João Campos no Recife nesta sexta-feira (25); veja percurso]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, participa de uma caminhada pelo Centro do Recife nesta sexta-feira, 25 de setembro. O ato de campanha terá concentração no Cais de Santa Rita, nas proximidades da Ponte 12 de Setembro, antiga Ponte Giratória, e seguirá até o Marco Zero, no Bairro do Recife.

A concentração dos participantes está marcada para as 8h, enquanto o início da caminhada está previsto para as 10h. A agenda foi confirmada por integrantes da campanha e também divulgada por lideranças do PT em Pernambuco.

Batizada de “Brasil Pronto pra Mais”, a mobilização ocorre na reta final da campanha para o primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro.

Lula estará ao lado de candidatos em Pernambuco

Durante a caminhada, Lula estará acompanhado do candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB). Também devem participar do ato os candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT).

A senadora Teresa Leitão (PT), candidatos às eleições proporcionais, dirigentes partidários e outras lideranças políticas também estão previstos na mobilização. A presença dos nomes que integram a aliança eleitoral em Pernambuco foi confirmada por diferentes divulgações sobre a agenda.

A passagem de Lula pelo Recife foi anunciada anteriormente por João Campos. O candidato ao Governo de Pernambuco afirmou que havia conversado com o presidente sobre a realização da caminhada conjunta na capital pernambucana.

O ato faz parte de uma sequência de compromissos de campanha de Lula em diferentes estados durante os últimos dias antes do primeiro turno. Na agenda divulgada para esta semana, o presidente também tem compromissos no Rio de Janeiro e em Alagoas.

Raquel Lyra comenta possível encontro com Lula

A visita de Lula ao Recife também ocorre em meio à campanha para o Governo de Pernambuco. A governadora Raquel Lyra (PSD), que disputa a reeleição, foi questionada sobre a possibilidade de encontrar o presidente durante a passagem dele pelo estado.

Segundo declaração dada por Raquel em uma agenda em Jaboatão dos Guararapes, ela afirmou que “ainda não sabe” se haverá um encontro com Lula. Na ocasião, a governadora também mencionou parcerias entre o Governo de Pernambuco e o Governo Federal em áreas como habitação e obras de infraestrutura.

A caminhada desta sexta-feira terá como ponto de concentração o Cais de Santa Rita, às 8h, com saída prevista para as 10h e chegada no Marco Zero.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 11:34:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data: governo Lula tem 45% de aprovação e 52% de desaprovação]]></title>
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				<description><![CDATA[O  governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 52% dos eleitores, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira, 24 de setembro. O levantamento também mostra que 45% aprovam a atual gestão, enquanto 3% não souberam ou não responderam.

Os números fazem parte de uma avaliação sobre a aprovação do governo e foram coletados durante a pesquisa realizada pelo instituto entre os dias 19 e 23 de setembro de 2026. O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o país. Além da aprovação e desaprovação, a pesquisa perguntou aos entrevistados como eles avaliam o atual mandato presidencial.

Como os eleitores avaliam o governo Lula

Na avaliação geral do mandato, 32% dos entrevistados classificam o governo como ótimo ou bom. Outros 22% consideram a gestão regular.

Já 45% avaliam o atual governo como ruim ou péssimo. Nesse quesito, 1% dos entrevistados não soube ou não respondeu.

Os resultados mostram, portanto, duas medições distintas feitas pelo levantamento. Na pergunta sobre aprovação, 52% afirmaram desaprovar o governo e 45% disseram aprová-lo. Já na avaliação do trabalho realizado pela gestão, 45% classificaram o mandato como ruim ou péssimo, 32% como ótimo ou bom e 22% como regular.

A diferença ocorre porque aprovação e avaliação do desempenho são perguntas diferentes dentro da pesquisa, com categorias próprias de resposta.

Metodologia da pesquisa

O Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores entre os dias 19 e 23 de setembro de 2026, por meio de entrevistas por telefone e recrutamento digital.

A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04202/2026.

Os dados representam as respostas dos entrevistados no período em que a pesquisa foi realizada e estão sujeitos à margem de erro informada pelo instituto.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 08:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Real Time Big Data: Lula tem 41% e Flávio Bolsonaro aparece com 37% no 1º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/real-time-big-data-lula-tem-41-e-flavio-bolsonaro-aparece-com-37-no/632761/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 41% das intenções de voto no principal cenário estimulado para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira, 24 de setembro. O senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 37%.

A diferença entre os dois candidatos é de quatro pontos percentuais. O levantamento considera a intenção de voto dos entrevistados diante de uma lista com os nomes dos candidatos apresentados. Na sequência, o escritor Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) aparecem empatados numericamente, com 6% cada.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) registra 2%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece com 1%.

Outros sete candidatos testados no levantamento, Clariana Barão (DC), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Wilson Grassi (Democrata) e Leonardo Avalanche (PRTB) somam 1% das intenções de voto.

Branco, nulo e indecisos

Segundo a pesquisa, 3% dos entrevistados declararam que pretendem votar em branco ou nulo. O mesmo percentual, de 3%, corresponde aos eleitores que disseram não saber ou não responderam à pergunta.

Considerando os percentuais apresentados, Lula registra 41%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. Augusto Cury e Renan Santos têm 6% cada; Ronaldo Caiado, 2%; Romeu Zema, 1%; e os demais candidatos, juntos, somam 1%.

Os números correspondem ao cenário estimulado principal divulgado pelo instituto e representam as respostas dos eleitores no período em que a pesquisa foi realizada.

Pesquisa ouviu 2 mil eleitores

O levantamento do Real Time Big Data ouviu 2.000 eleitores entre os dias 19 e 23 de setembro de 2026. As entrevistas foram realizadas por telefone e por meio de recrutamento digital.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04202/2026.

Os percentuais apresentados representam um retrato das intenções de voto no período da coleta. Como toda pesquisa eleitoral, os resultados estão sujeitos à margem de erro e não constituem previsão do resultado da eleição.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 07:39:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Lula tem 53% de desaprovação e 45,4% de aprovação]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, 23, aponta que o desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no cargo é desaprovado por 53% dos entrevistados. O petista é aprovado por 45,4%, enquanto 1,6% não soube responder.

A desaprovação de Lula oscilou para baixo: era de 54% na rodada anterior da pesquisa, divulgada no último dia 16 de setembro. A aprovação se manteve estável, em 45%.

A Atlas também questionou os entrevistados sobre como eles avaliam o governo petista. Para 50,9%, a gestão é ruim ou péssima, 40,4% avaliam a administração como ótima ou boa e 8,7% como regular. Na semana anterior, o placar era 52%, 41% e 8%, respectivamente.

A Atlas/Bloomberg entrevistou 5.015 pessoas pela internet por meio do método de recrutamento digital aleatório entre os dias 17 e 22 de setembro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-04739/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 10:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula com 47,7% e Flávio Bolsonaro com 47,4% em cenário de 2º turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 47,7% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 47,4% em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, 23 de setembro.

A diferença entre os dois é de 0,3 ponto percentual, resultado que está dentro da margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos. Dessa forma, o levantamento aponta empate técnico entre os dois candidatos. Na pesquisa anterior, divulgada em 17 de setembro, Flávio Bolsonaro registrava 47,2%, enquanto Lula tinha 46,8%. No novo levantamento, o presidente oscilou 0,9 ponto percentual para cima, e o senador avançou 0,2 ponto.

Com isso, a vantagem numérica passou de 0,4 ponto percentual para Flávio Bolsonaro para 0,3 ponto para Lula. As variações, porém, permanecem dentro da margem de erro da pesquisa. Os votos brancos e nulos, somados aos entrevistados que não souberam responder, representam 4,9%. Na rodada anterior, esse percentual era de 6%.

Votos válidos

Considerando apenas os votos válidos, Lula aparece com 50,2%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 49,8%. Na pesquisa anterior, os percentuais eram os mesmos, mas com as posições invertidas: Flávio Bolsonaro tinha 50,2% dos votos válidos, e Lula registrava 49,8%.

Além do confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento AtlasIntel/Bloomberg testou outros quatro cenários de segundo turno envolvendo o presidente. Contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), Lula registra 47,6%, enquanto Zema aparece com 42,2%. Os votos brancos, nulos e os que não sabem em quem votar somam 10,2%.

No cenário com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), Lula tem 46,6%, contra 44% de Caiado. O percentual de brancos, nulos e indecisos é de 9,4%. Diante do escritor Augusto Cury (Avante), o presidente registra 46,2%, enquanto Cury tem 39,4%. Brancos, nulos e os que não sabem em quem votar somam 14,4%.

Já no cenário com Renan Santos (Missão), Lula aparece com 46,5%, contra 31,2% do adversário. Nesse confronto, os votos brancos, nulos e os entrevistados que não souberam responder representam 22,3%.

Pesquisa ouviu 5.015 pessoas

O levantamento foi realizado pelo instituto AtlasIntel entre os dias 17 e 22 de setembro e ouviu 5.015 pessoas da população adulta brasileira por meio de recrutamento digital aleatório pela internet. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos. O levantamento foi realizado após a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 15 de setembro mencionada no material da pesquisa. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04739/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 10:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula durante discurso na ONU: "O Brasil não cabe no quintal de ninguém", declarou o presidente]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a soberania dos países, citando especificamente os cenários da América Latina e do Brasil, onde, segundo o presidente, há tentativas de influência estrangeira sobre processos políticos nacionais.

Lula disse que a região da América Latina e do Caribe convive com pressões decorrentes da proximidade com grandes potências.


Na América Latina e Caribe, a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável, sobretudo no contexto do recrudescimento de tentações hegemônicas. O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, afirmou durante discurso na cerimônia de abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira, 22 de setembro, em Nova York.



Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais, a divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais com recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos”, destacou, ao citar contextos recentes registrados na Venezuela, na Nicarágua, no Haiti e em Cuba.


Segundo o presidente, a região percorreu um longo caminho para consolidar regimes democráticos após períodos de ditadura e autoritarismo. Nesse contexto, ele defendeu maior integração regional e o respeito à autodeterminação dos povos.


Precisamos de parceiros com uma agenda positiva que fomente o desenvolvimento. Diferenças ideológicas não devem ser obstáculo para uma maior integração entre vizinhos. Os países da região reconheceram os horrores dos regimes de exceção. Percorremos um longo caminho para restaurar a vontade popular", disse.


Democracia em xeque

Lula também alertou para o que classificou como retorno de práticas incompatíveis com a ordem internacional contemporânea.

"A democracia está novamente em xeque", afirmou. Em seguida, acrescentou que o mundo voltou a assistir à "ingerência externa em processos eleitorais", à divisão de países em zonas de influência e a "investidas neocoloniais" em busca de recursos estratégicos.

Ao citar países da região, o presidente afirmou que cada povo deve definir seu próprio caminho. Segundo ele, o povo venezuelano deve decidir seu destino sem interferências externas, enquanto a Nicarágua não solucionará seus problemas impedindo a participação da oposição nas eleições.

Lula também mencionou a crise humanitária no Haiti e voltou a criticar o embargo econômico imposto a Cuba.

Redes de desinformação

Lula também citou a atuação de redes de desinformação durante campanhas eleitorais e afirmou que o Estado brasileiro estará atento a possíveis tentativas de interferência.


Não subestimamos o desafio das redes de desinformação que pretendem contaminar o debate público durante a campanha", afirmou.


Em seguida, ressaltou a confiança nas instituições e no sistema eleitoral do país.


Não permitiremos que os inimigos da democracia, internos ou externos, atentem contra a vontade popular. O Brasil continuará sendo um país soberano. Ninguém nos afastará desse caminho", declarou.


Negacionismo

Lula destacou ainda os perigos das chamadas fake news, sobretudo no que diz respeito aos achados científicos em temas como saúde e meio ambiente. “Na era da desinformação, os obscurantistas resistem às evidências da ciência”, disse, ao defender o combate ao negacionismo.


Nunca esqueceremos das milhões de vidas perdidas pelo descaso no enfrentamento à covid-19. Campanhas contra vacinas estão trazendo de volta doenças que julgávamos estar erradicadas. Enfraquecer a Organização Mundial da Saúde (OMS) torna todos mais vulneráveis.”



Até pouco tempo, a reposta à mudança do clima estava consolidada no centro da agenda internacional. Este ano, o tema desapareceu dos debates do G7 e do G20, fóruns que reúnem os maiores emissores de carbono do mundo. É hora de retomar a ofensiva e impor uma derrota ao negacionismo.”


Segurança pública

Ao tratar da segurança pública, Lula rejeitou a participação de forças estrangeiras no combate ao crime organizado em território nacional e defendeu a cooperação internacional em áreas específicas, como o combate ao tráfico de armas e à lavagem de dinheiro.


Não vamos transferir a responsabilidade de defender nossas fronteiras e de garantir à população o direito de viver sem medo", afirmou.


O presidente acrescentou que o enfrentamento ao crime deve ocorrer por meio da cooperação entre governos, e não por ações militares externas.


Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas; precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastece o crime organizado", disse.


Segundo Lula, o Brasil apresentou aos Estados Unidos proposta de cooperação para combater a lavagem de dinheiro realizada por criminosos brasileiros no exterior.

O presidente também afirmou que o país vem fortalecendo a coordenação entre os estados e ampliando as ações de combate às organizações criminosas.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 15:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[AGU rejeita proposta do Discord e pede medidas para proteção de menores no Brasil]]></title>
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				<description><![CDATA[A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou nesta segunda-feira, 21 de setembro, novo pedido à Justiça Federal, em Brasília, para que a plataforma Discord seja obrigada a efetivar medidas para proteger mulheres, crianças e adolescentes na internet.

Na petição, a AGU diz que a empresa apresentou uma proposta de conciliação genérica e insuficiente para resolver as falhas apontadas pelo governo federal.

"Dotada de caráter genérico, com exceções e condicionantes dos mais diversos, [a proposta] não é apta a debelar a gravidade dos problemas associados, com a urgência e extensão que a demanda exige", afirmou a AGU no novo pedido.

No início deste mês, o juízo da 14ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Distrito Federal deu prazo de dez dias para o Discord apresentar a proposta.

A decisão foi proferida após o governo federal entrar com a ação judicial para obrigar a adoção das medidas. Na ação civil pública, a AGU também pede a condenação da empresa por dano moral coletivo no valor de R$ 500 milhões. 

O Discord passou a ser cobrado pelo governo após a repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma. O episódio ocorreu em julho.

Agência Brasil

Discord suspende lives

A empresa Discord informou no dia 17 de agosto, que interrompeu, por tempo indeterminado, a possibilidade dos usuários transmitirem vídeos usando o aplicativo de mesmo nome.

A suspensão preventiva da funcionalidade foi determinada pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), no último dia 12.

A medida foi imposta para frear episódios de violência e de coação de menores de 18 anos de idade, como o que culminou com o suicídio de uma adolescente de 13 anos, moradora de Naviraí (MS), em 22 de julho.

“Em cumprimento à determinação da ANPD, suspendemos os recursos de vídeo do Discord no Brasil”, assegurou a companhia em nota divulgada na tarde desta segunda-feira (17).
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG: Lula registra 50% de desaprovação a 46% de aprovação]]></title>
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				<description><![CDATA[A pesquisa Nexus, contratada pelo BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira, 21 de setembro, aponta que 50% dos eleitores desaprovam a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento mostra ainda que 46% afirmam aprovar o governo federal.

Outros 4% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder à pergunta sobre a aprovação da administração.

Em comparação com a rodada anterior, divulgada na semana passada, a desaprovação oscilou de 49% para 50%, enquanto a aprovação passou de 47% para 46%. Segundo os dados apresentados, as duas variações estão dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Avaliação do governo Lula

Além de medir a aprovação ou desaprovação da gestão, a pesquisa Nexus/BTG também questionou os eleitores sobre como classificam o governo Lula.

Entre os entrevistados, 45% avaliaram a administração como ruim ou péssima. Já 35% consideraram o governo ótimo ou bom.

Outros 18% classificaram a gestão como regular. A parcela que não soube ou não respondeu correspondeu a 1% dos entrevistados.

Os resultados apresentam, portanto, a percepção dos eleitores sobre a administração federal a partir de diferentes categorias de avaliação, além do índice de aprovação geral.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa Nexus ouviu 2.006 eleitores entre os dias 18 e 20 de setembro de 2026. As entrevistas foram realizadas por telefone.

O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Banco BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00485/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 08:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG: Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 45%, em empate técnico no 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-nexusbtg-lula-tem-46-e-flavio-bolsonaro-45-em-empate/632512/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) permanecem tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 21. O petista tem 46% das intenções de voto, e Flávio, 45%.

Brancos, nulos ou eleitores que não escolheram nenhum dos dois somam 7%, enquanto 1% não soube ou não respondeu. Na rodada anterior, de 14 de setembro, Lula tinha 47%, e Flávio, 46%, também em empate técnico.

Lula também aparece tecnicamente empatado com o escritor Augusto Cury (Avante). O presidente registra 44%, e Cury, 43%. Outros 11% votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 2% não souberam responder.

Na pesquisa anterior, Lula tinha 45%, e Cury, 42%. Em uma semana, portanto, a vantagem numérica do petista sobre o escritor passou de três para um ponto porcentual.

A Nexus entrevistou 2.006 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 18 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00485/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 07:51:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG aponta Lula com 40% e Flávio Bolsonaro com 37% no 1º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-nexusbtg-aponta-lula-com-40-e-flavio-bolsonaro-com-37-no/632511/</link>
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				<description><![CDATA[A pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 21 de setembro, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, com 40% das intenções de voto em uma simulação do primeiro turno das eleições de 2026. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 37%.

Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos estão em empate técnico no levantamento.

Na sequência, o escritor Augusto Cury (Avante) registra 6% das intenções de voto. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece com 5%, enquanto Renan Santos (Missão) soma 3%.

Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) têm 1% cada. Os candidatos Rui Costa Pimenta (PCO), Hertz Dias (PSTU), Edmilson Costa (PCB), Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Clariana Barão (DC) não pontuaram na simulação.

Entre os entrevistados, 4% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados. Outros 2% disseram não saber ou não responderam.

Intenções de voto

Os números mostram uma diferença de três pontos percentuais entre Lula e Flávio Bolsonaro. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos, a distância registrada está dentro do intervalo de incerteza da pesquisa.

Na rodada anterior do Nexus/BTG, divulgada em 14 de setembro, Lula aparecia com 40% e Flávio Bolsonaro com 36% em cenário sem Pablo Marçal. Na mesma simulação, Augusto Cury tinha 6%, Caiado 5%, Renan Santos 2%, enquanto Zema e Samara registravam 1% cada.

Metodologia

A pesquisa Nexus entrevistou 2.006 eleitores entre os dias 18 e 20 de setembro. As entrevistas foram realizadas por telefone.

O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelo Banco BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00485/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 07:41:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Gilmar Mendes valida reajuste do Bolsa Família feito por Lula e diz que medida não viola legislação eleitoral]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/gilmar-mendes-valida-reajuste-do-bolsa-familia-feito-por-lula/632455/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na sexta-feira, 18 de setembro, reconhecer a validade do decreto que permite o reajuste para os benefícios do programa Bolsa Família.

Mendes atendeu ao pedido da Advocacia-Geral da União (AGU). 

Para o ministro, o reajuste não afronta as regras eleitorais e representa medida legal para atualizar o piso familiar do programa.


A medida não importa criação de novo benefício, alteração dos critérios de elegibilidade ou ampliação do universo de beneficiários. Trata-se apenas de atualização dos valores das prestações integrantes de programa social já existente, mediante critério objetivo de correção monetária”, afirmou Mendes.


A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o reconhecimento da legalidade do decreto. O reajuste foi anunciado nesta quinta-feira (17) pelo governo federal.

O benefício pago pelo programa Bolsa Família será reajustado em 15%, a partir de 1° de outubro.

O valor mínimo do benefício ficará em R$ 691. Já o valor médio pago chegará a R$ 777.

Na petição enviada ao Supremo, a AGU sustenta que o reajuste também está de acordo com a legislação eleitoral e não representa benefício novo.

* Em atualização
Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 09:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: 49,5% dizem que crise no STF prejudica mais Lula]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlasbloomberg-495-dizem-que-crise-no-stf-prejudica-mais/632291/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 17, mostra que para 49,5% dos eleitores entrevistados, a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) prejudica mais a candidatura do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 20,9% têm a mesma percepção em relação à campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL). Outros 14,4% dizem que a situação prejudica igualmente os dois candidatos e 6,7% consideram que não afeta ninguém. Eleitores que não sabem são 8,6%.

A AtlasIntel ouviu 5.018 entrevistados, com 16 anos ou mais, pela internet, de 11 a 16 de setembro.

A margem de erro é de 1 ponto porcentual (p.p.), para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06221/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:54:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: desaprovação do governo Lula é superior à aprovação, 53,6% contra 45,4%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlasbloomberg-desaprovacao-do-governo-lula-e-superior-a/632285/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 17, mostra que o governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é desaprovado por 53,6% dos eleitores ouvidos no levantamento, enquanto 45,4% aprovam. Outros 0,9% não souberam responder.

Avaliação

Para 51,6%, o governo Lula é "ruim" ou "péssimo", ante 40,9% que classificam como "ótimo" ou "bom" e 7,6% que enxergam como "regular".

A AtlasIntel ouviu 5.018 entrevistados, com 16 anos ou mais, pela internet, de 11 a 16 de setembro.

A margem de erro é de 1 ponto percentual (p.p.), para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06221/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 09:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro tem 47,2% e Lula, 46,8%, em cenário de segundo turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlasbloomberg-flavio-bolsonaro-tem-472-e-lula-468-em/632284/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 17, mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seguem tecnicamente empatados em um eventual 2º turno da eleição presidencial, mas o parlamentar manteve a pequena vantagem numérica em relação ao petista.

Segundo o levantamento, Flávio registra 47,2% das intenções de voto, enquanto Lula alcança 46,8%. Brancos, nulos ou não sabem somam 6%. Na pesquisa divulgada em 10 de setembro, o candidato do PL aparecia com 46,4% e o petista, com 46,2%.

Quando são considerados apenas os votos válidos, Flávio venceria Lula no 2º turno por 50,2% a 49,8%.

Nos outros cenários testados, o atual presidente venceria todos os demais candidatos da oposição.

Contra Romeu Zema (Novo), Lula registra 46,3% ante 43,7% do ex-governador de Minas Gerais. Brancos, nulos ou não sabem somam 10,1%.

Na disputa com Ronaldo Caiado, o presidente venceria o ex-governador de Goiás por 46% contra 41,7%. Brancos, nulos ou não sabem somam 12,3%.

Quando o candidato da oposição é Augusto Cury (Avante), Lula seria reeleito por 45,6% a 37,8%. Brancos, nulos ou não sabem somam 16,6%.

Em uma disputa contra Renan Santos (Missão), Lula tem 46,1%, contra 29,7% do ativista. Brancos, nulos ou não sabem somam 24,2%.

A AtlasIntel ouviu 5.018 entrevistados, com 16 anos ou mais, pela internet, de 11 a 16 de setembro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual (p.p.), para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06221/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 09:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Lula tem 44,1% e Flávio Bolsonaro 41,7% no 1º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlasbloomberg-lula-tem-441-e-flavio-bolsonaro-417-no/632282/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando as intenções de voto no 1º turno para a Presidência da República, mas o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reduziu a vantagem do petista. É o que aponta pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 17.

Segundo o levantamento, em votos totais, Lula registra 44,1%, à frente Flávio, com 41,7%. Na pesquisa anterior, divulgada em 10 de setembro, o petista tinha 43%, ante 37,4% do parlamentar.

Na sequência aparecem Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) com 5,1% e 3,5%, respectivamente. Ronaldo Caiado (PSD) tem 1,7% e Romeu Zema (Novo), 1,1%. Samara Martins (UP) pontua 0,7%. Brancos e nulos somam 1,6%, enquanto eleitores que não sabem são 0,5%.

Votos válidos

A pesquisa também aponta os percentuais dos candidatos considerando apenas os votos válidos. Neste cenário, Lula atinge 45%, à frente de Flávio com 42,6%. Renan Santos (Missão) tem 5,2%, seguido por Augusto Cury (Avante), com 3,5%. Ronaldo Caiado (PSD) tem 1,7% e Romeu Zema (Novo), 1,1%. Samara Martins (UP) pontua 0,7%.

A AtlasIntel ouviu 5.018 entrevistados, com 16 anos ou mais, pela internet, de 11 a 16 de setembro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06221/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 08:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Eu não era presidente": Lula contesta Flávio Bolsonaro sobre indicação de Moraes ao STF]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou nesta quarta-feira, 16, que não foi responsável pela indicação do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF), ao rebater críticas de seu adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o petista, os ataques de Flávio ao magistrado são motivados pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e não pelo caso Banco Master.

"Eu não era presidente quando o Alexandre de Moraes foi indicado para ministro da Suprema Corte", enfatizou, durante participação no podcast Desce a Letra. Lula afirmou que Flávio divulgou um vídeo na terça-feira, 15, atribuindo a ele responsabilidade por Moraes.

Ao responder ao adversário, porém, Lula errou ao afirmar que Flávio já era senador quando Moraes foi indicado e sugerir que ele teria votado na indicação. O ministro foi escolhido pelo então presidente Michel Temer em 2017, enquanto Flávio tomou posse no Senado em 2019.

"Ele era senador, ele deve ter votado no Alexandre de Moraes", disse Lula. O presidente também ressaltou que não foi responsável pelas indicações de Nunes Marques e André Mendonça, escolhidos por Bolsonaro.

Na avaliação do petista, a ofensiva de Flávio contra Moraes está ligada às decisões do ministro contra seu pai e os envolvidos nos atos golpistas. "A bronca dele do Alexandre de Moraes é que o Alexandre de Moraes prendeu o pai dele e os golpistas que tentaram fazer o 8 de janeiro", afirmou. "Eles não querem brigar com o Alexandre de Moraes por causa do Banco Master."

Apesar de defender a atuação do magistrado, Lula afirmou que qualquer pessoa que tenha cometido um delito deve responder por seus atos. "O que eu defendo é um julgamento justo, com direito de defesa, mas, se a pessoa cometeu um delito, a pessoa tem que pagar o preço. Isso vale para mim, vale para o Alexandre de Moraes, vale para o Fachin", declarou.

O presidente disse que Moraes prestou "dois grandes serviços à democracia brasileira" e destacou sua atuação à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na eleição de 2022. Segundo Lula, Bolsonaro tentou destruir a credibilidade das urnas eletrônicas.

O ex-presidente cumpre pena após ser condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por sua participação na tentativa de golpe de Estado relacionada aos ataques de 8 de janeiro de 2023. Ele também foi tornado inelegível por conta de uma reunião com embaixadores em 2022, quando proferiu ataques infundados e espalhou desinformação sobre a segurança das urnas.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula defende reforma profunda no Judiciário e propõe discutir mandato de ministros do STF]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-defende-reforma-profunda-no-judiciario-e-propoe-discutir-mandato/632207/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira, 15, em entrevista à Record, que é preciso ter uma reforma profunda no Poder Judiciário. Segundo Lula, é preciso discutir tempo de mandato de ministros e redefinir os critérios de escolha dos magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF).

"Acho que temos que ter uma reforma profunda no Poder Judiciário, em que a gente discuta o tempo de mandato, o critério de escolher o candidato e como a pessoa pode ser escolhida", declarou o presidente.

Lula também defendeu o estabelecimento de "critérios de moralização", declarando que membros do Judiciário não podem querer enriquecer e nem ter parentes advogando em processos relacionados ao STF.

"Tem que ter uma coisa clara: quem for ministro ou estiver no Poder Judiciário, não pode querer ficar rico. As pessoas não podem estar no Poder Judiciário e um filho advogando, uma mulher advogando e um pai advogando na própria Suprema Corte. É preciso criar critérios de moralização", disse Lula.

Lula passou a defender, com mais ênfase, uma reforma no Judiciário como forma de mitigar os impactos da crise no Supremo Tribunal Federal (STF) em sua campanha. Seu partido, o PT, já tem defendido ao menos desde o início deste ano esta posição.

O presidente não tem sido explícito sobre quais medidas estariam presentes em uma eventual reforma do Judiciário em seu quarto mandato. O estabelecimento de mandatos para ministros dos tribunais superiores, por exemplo, é um dos pontos citados de forma lateral. Limites às decisões monocráticas também estão entre os pontos citados para uma reforma. O PT tem defendido maior representatividade da sociedade civil no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

O STF vive uma crise institucional que se intensificou nas últimas duas semanas. O último capítulo, responsável por mergulhar o STF em uma crise de vez, foi a divulgação de mensagens entre Vorcaro e Moraes. A investigação também mostrou que o ministro do Supremo editou o contrato firmado entre o escritório de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, e o Master.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 08:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula sanciona lei com até R$ 30 bilhões em crédito para motoristas de aplicativo e taxistas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-sanciona-lei-30-bilhoes-credito-motoristas-aplicativo-taxistas/632111/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira, 14 de setembro, o projeto de lei de conversão que amplia as opções de financiamento para motoristas de aplicativo, trabalhadores do transporte escolar, taxistas e cooperativas de taxistas.

A medida prevê a disponibilização de até R$ 30 bilhões em linhas de crédito para a aquisição de veículos novos que atendam a critérios de sustentabilidade.

A iniciativa dá continuidade ao programa de renovação de frota lançado pelo governo. A origem da medida está em uma Medida Provisória (MP) editada por Lula em junho deste ano, como continuidade do programa Move Brasil, que não havia utilizado todos os recursos destinados às linhas de crédito.

A MP precisava ser aprovada pelo Congresso Nacional para continuar válida. O prazo para sua aprovação terminava em 15 de setembro. No fim de agosto, a Câmara dos Deputados aprovou a medida, mas promoveu alterações no texto.

Por causa das modificações feitas pelos deputados, a proposta passou a tramitar como projeto de lei de conversão. No dia seguinte à aprovação na Câmara, o Senado Federal aprovou o texto, que foi então encaminhado para a sanção presidencial.

Com a assinatura de Lula, a medida passa a estabelecer novas regras para o financiamento e a renovação da frota utilizada por profissionais que atuam no transporte de passageiros e entregas.

Quais são as novas regras para o financiamento

Entre as mudanças previstas na nova lei está a continuidade e ampliação do programa de renovação de frota, com condições especiais de financiamento para motoristas e entregadores.

O texto também autoriza a utilização do chamado sistema de amortização variável, conhecido como prestação balão. Outra alteração reduz de 12 para seis meses o período mínimo de cadastro ativo na plataforma exigido para motoristas e entregadores.

Para a compra de automóveis, poderão ser financiados veículos de até R$ 200 mil movidos a etanol, flex, elétricos ou híbridos. O prazo de pagamento poderá chegar a 84 parcelas.

A nova regra também amplia o alcance dos financiamentos com a inclusão de veículos utilitários. Além disso, será possível financiar adaptações veiculares destinadas a pessoas com deficiência.

As taxas de juros estabelecidas para carros e motos serão de 12,6% ao ano para homens e de 11,5% ao ano para mulheres. Os percentuais já incluem spread e taxas bancárias. As demais condições dependem da modalidade de financiamento escolhida.

Quem poderá acessar as linhas de crédito

No caso dos motoristas de aplicativo, será necessário ter cadastro ativo na plataforma há pelo menos seis meses, período contado a partir da data do pedido de habilitação. Também será exigida a realização de pelo menos 100 corridas durante esse intervalo e na mesma plataforma.

Para os taxistas, será necessário possuir licença e registro ativos junto aos órgãos de trânsito, além de estar em situação regular do ponto de vista fiscal. As regras também contemplam motoristas vinculados a cooperativas de taxistas.

Os recursos das novas linhas de financiamento serão disponibilizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal. Também poderão participar instituições financeiras habilitadas pelos bancos.

A lei ainda permite o uso de recursos do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para oferecer cobertura às operações realizadas dentro das linhas de financiamento.

Pelas regras aprovadas, as instituições financeiras poderão contar com garantia do FGO de até 100% do valor de cada operação garantida. No entanto, a cobertura ficará limitada a, no máximo, 50% da carteira garantida de cada instituição financeira.

A sanção presidencial ocorre após a aprovação do texto pelo Congresso Nacional e garante a continuidade do programa que busca ampliar o acesso ao crédito para profissionais que utilizam veículos em suas atividades de transporte e entrega.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 17:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula e Flávio Bolsonaro lideram rejeição com 55% cada, aponta Quaest]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-e-flavio-bolsonaro-lideram-rejeicao-com-55-cada-aponta-quaest/632075/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) são os candidatos à Presidência com maior rejeição, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. Para cada um deles, 55% dos eleitores afirmam que não votariam de jeito nenhum.

A rejeição de Lula oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Flávio manteve os 55% registrados nas duas rodadas anteriores.

O porcentual dos que dizem que poderiam votar no presidente passou de 44% para 45%. No caso de Flávio, o potencial de voto foi de 40% para 43%, enquanto o desconhecimento recuou de 5% para 2%. Lula é conhecido por todos os entrevistados.

Ronaldo Caiado (PSD) tem rejeição de 42%, seguido por Romeu Zema (Novo), com 40%; Renan Santos (Missão), com 30%; e Augusto Cury (Avante), com 26%.

Entre os eleitores que se identificam como independentes, Lula e Flávio também empatam em rejeição, com 63% cada. Nesse grupo, 37% dizem que poderiam votar no petista e 33%, no senador.

No recorte religioso, a rejeição de Lula é de 69% entre os evangélicos e de 47% entre os católicos. Flávio é rejeitado por 44% dos evangélicos e 59% dos católicos.

Regionalmente, 63% dos eleitores do Sul e 60% dos do Sudeste afirmam que não votariam em Lula. No Nordeste, o índice é de 40% A rejeição de Flávio é de 60% no Nordeste, 54% no Centro-Oeste e no Norte, analisados conjuntamente, 53% no Sudeste e 49% no Sul.

Contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: governo Lula tem aprovação de 43%, aponta pesquisa Quaest]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-2026-governo-lula-tem-aprovacao-de-43-aponta-pesquisa/632074/</link>
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				<description><![CDATA[A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu em 43%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. A desaprovação é de 50%, uma diferença de sete pontos porcentuais em relação à aprovação.

O porcentual dos que aprovam o governo é o mesmo do levantamento divulgado em 7 de setembro. Nas rodadas de 2 de setembro e 14 de agosto, o índice era de 45% e 46%, respectivamente.

Em outra pergunta, sobre a avaliação do governo, 38% dos entrevistados classificam a gestão negativamente, enquanto 32% a avaliam positivamente. Outros 27% consideram o governo regular e 3% não souberam ou não responderam.

Contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:32:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 42% e Lula 40% em cenário de 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-quaest-flavio-bolsonaro-tem-42-e-lula-40-em-cenario-de-2o/632073/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno pela primeira vez durante a campanha, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. Flávio tem 42% das intenções de voto, enquanto Lula registra 40%. Os dois permanecem tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

Em relação ao levantamento da semana passada, quando ambos tinham 41%, Flávio oscilou um ponto porcentual para cima e Lula, um ponto para baixo. As duas variações estão dentro da margem de erro.

A sequência de pesquisas do instituto mostra uma redução da vantagem que o petista mantinha sobre o adversário. Em 26 de julho, Lula tinha 45%, ante 37% de Flávio, uma diferença de oito pontos porcentuais. No levantamento que antecedeu o empate numérico da semana passada, o presidente aparecia com 42%, contra 41% do senador.

Contratada pelo jornal O Globo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:19:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Quaest: Lula tem 36% e Flávio Bolsonaro 31% em eventual primeiro turno das eleições de 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-quaest-lula-tem-36-e-flavio-bolsonaro-31-em-eventual/632072/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 36% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 31%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. O petista manteve o porcentual da semana passada, e Flávio oscilou dois pontos porcentuais para cima, dentro da margem de erro. A distância entre os dois passou de sete para cinco pontos

O psiquiatra Augusto Cury (Avante) oscilou de 8% para 7% e permanece na terceira posição. Ele acumula duas quedas numéricas consecutivas desde que atingiu 10% no início de setembro.

O influenciador Renan Santos (Missão) e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado passaram de 3% para 4% cada. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) oscilou de 2% para 1%. Todas essas variações em relação ao levantamento anterior estão dentro da margem de erro.

Na simulação de segundo turno, Flávio aparece com 42%, ante 40% de Lula, mantendo o empate técnico. Na semana passada, ambos tinham 41%.

Contratada pelo jornal O Globo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:08:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Eu vou me apoiar": Renan Santos diz que estará no 2º turno e não apoiará Lula nem Flávio Bolsonaro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/renan-santos-diz-que-estara-no-2o-turno-e-nao-apoiara-lula-nem-flavio/632066/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) não se comprometeu a apoiar nem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno entre os dois. "Eu vou me apoiar, porque eu estarei no segundo turno", declarou, ao ser perguntado sobre o tema durante o programa Domingo Espetacular, da Record.

Santos disse que, se eleito, terá a vereadora de São Paulo Amanda Vettorazzo (União) como secretária-geral da Presidência e o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) à frente de um "super ministério" encarregado de fazer reformas do Estado.

Bolsa Família

Na entrevista, Santos disse que vai tirar o benefício social do Bolsa Família das pessoas que estão aptas a trabalhar. A medida será implementada em partes, segundo o candidato. No primeiro estágio, haverá a manutenção e a ampliação do benefício para mães sem condições de trabalhar ou residentes em regiões sem atividade econômica.

Na segunda fase, Santos promoverá a criação de frentes de trabalho comunitário (como infraestrutura e manutenção urbana) voltadas a beneficiários jovens sem filhos, aptos ao trabalho, para garantir salário, alimentação e transporte. "Ao chamar essas pessoas, elas voltam a trabalhar e recuperar a dignidade "

Na terceira parte do plano, o governo fará um cadastro obrigatório em banco de dados de empregos, com perda do benefício em caso de recusa de três ofertas de trabalho consecutivas.

Trabalho por hora

Santos sugeriu ainda a adoção do pagamento aos empregados por hora trabalhada, com horários flexíveis, limites máximos de jornada semanal e períodos mínimos de descanso. "Assim, você tem flexibilidade para montar a escala de trabalho. Quem quer trabalhar mais, trabalha mais. Quem quer trabalhar menos, trabalha menos", exemplificou.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 09:45:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: aprovação do governo Lula chega a 47% entre eleitores brasileiros]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-aprovacao-do-governo-lula-chega-a-47-entre/632061/</link>
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				<description><![CDATA[Uma nova rodada da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, aponta que 47% dos eleitores brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do governo federal.

O levantamento também mostra que 49% dos entrevistados desaprovam a gestão do presidente. Outros 4% disseram não saber ou preferiram não responder à pergunta.

Segundo os dados da pesquisa, os índices apresentam estabilidade quando comparados à série histórica do levantamento. As variações registradas desde março, período em que foi realizada a primeira rodada, permanecem dentro da margem de erro.

Na comparação com a rodada divulgada na última semana, a desaprovação do governo oscilou um ponto percentual para baixo. Já o índice de aprovação apresentou variação de dois pontos percentuais para cima. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Maioria avalia governo Lula como ruim ou péssimo

Além de questionar os entrevistados sobre a aprovação ou desaprovação do governo, a pesquisa Nexus também perguntou como os eleitores avaliam a gestão de Lula.

De acordo com o levantamento, 44% consideram o governo ruim ou péssimo. Outros 37% avaliam a administração como boa ou ótima.

Já 18% dos entrevistados classificam o governo como regular, enquanto 1% não soube responder ou preferiu não se posicionar.

Os dados mostram diferenças entre os dois indicadores analisados pela pesquisa. Enquanto a pergunta sobre aprovação aponta 47% de aprovação à gestão do presidente, a avaliação do governo registra 37% de respostas entre as classificações boa e ótima.

Da mesma forma, 49% afirmaram desaprovar o trabalho de Lula à frente do governo federal, enquanto 44% classificaram a administração como ruim ou péssima.

A pesquisa faz parte de uma nova rodada do levantamento Nexus/BTG sobre o cenário político brasileiro e também reúne dados sobre a disputa eleitoral de 2026.

Da pesquisa

A pesquisa Nexus entrevistou 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas realizadas por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Banco BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 08:34:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus mostra empate técnico entre Lula e Flávio, 47% a 46%, e Cury, 45% a 42%, no 2º turno]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, aponta empate técnico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em eventuais cenários de segundo turno das eleições presidenciais de 2026 contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o escritor Augusto Cury (Avante).

A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas realizadas por telefone.

No cenário contra Flávio Bolsonaro, Lula aparece numericamente à frente, com 47% das intenções de voto, enquanto o senador soma 46%. A diferença de um ponto percentual, no entanto, está dentro da margem de erro.

Entre os entrevistados, 6% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois candidatos. Outros 1% disseram não saber ou não responderam.

Já em uma eventual disputa entre Lula e Augusto Cury, o presidente registra 45%, enquanto o escritor aparece com 42%. A diferença de três pontos também configura empate técnico, considerando a margem de erro da pesquisa.

Nesse cenário, 11% dos entrevistados disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes. Outros 2% não souberam responder ou preferiram não responder.

Lula tem vantagem sobre Caiado, Renan Santos e Zema

Além dos cenários em que há empate técnico, a pesquisa Nexus/BTG também simulou disputas de segundo turno entre Lula e outros possíveis candidatos à Presidência.

Contra Ronaldo Caiado, Lula aparece com 47%, enquanto o ex-governador registra 41% das intenções de voto. Neste cenário, 11% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 1% não soube responder ou não respondeu.

Em uma eventual disputa contra Renan Santos, coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), Lula soma 48%, ante 37% do candidato. Os que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois representam 14% dos entrevistados. Outros 1% não sabem ou não responderam.

O presidente também aparece à frente de Romeu Zema (Novo). Na simulação, Lula tem 49%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais soma 38% das intenções de voto.

Nesse cenário, 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes. Outros 1% não souberam responder ou não responderam.

Os números indicam que, entre os cenários apresentados pela pesquisa, as disputas mais acirradas para Lula são contra Flávio Bolsonaro e Augusto Cury, ambas dentro da margem de erro do levantamento.

Pesquisa ouviu 2.003 eleitores

A pesquisa Nexus entrevistou 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 08:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 40% e Flávio Bolsonaro 36% em cenário para Presidência no 1º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-tem-40-e-flavio-bolsonaro-36-em-cenario/632058/</link>
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				<description><![CDATA[Uma pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, aponta o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em um cenário simulado para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. Lula aparece com 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) soma 36%.

De acordo com o levantamento, a diferença entre os dois candidatos coloca o presidente à frente de Flávio Bolsonaro fora da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O cenário apresentado pela pesquisa inclui o ex-candidato Pablo Marçal (PRTB). Nele, o Escritor Augusto Cury (Avante) aparece com 7% das intenções de voto.

Na sequência, Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) registram 4% cada. Pablo Marçal soma 2%, enquanto Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) aparecem com 1% cada.

Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Rui Costa Pimenta (PCO), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU) e Edmilson Costa (PCB) não pontuaram nesta rodada. Entre os entrevistados, 3% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 2% não souberam responder ou não responderam.

Lula amplia vantagem em cenário sem Pablo Marçal

A Nexus/BTG também apresentou um segundo cenário para o primeiro turno das eleições de 2026, desta vez sem a presença de Pablo Marçal na disputa. Nesta simulação, Lula registra 42% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. Assim como no primeiro cenário, a liderança do presidente também fica fora da margem de erro da pesquisa.

Augusto Cury aparece com 6%, seguido por Ronaldo Caiado, que soma 5%. Renan Santos registra 2% das intenções de voto. Romeu Zema e Samara Martins aparecem com 1% cada. Rui Costa Pimenta, Hertz Dias, Edmilson Costa, Wilson Grassi e Clariana Barão não pontuaram no cenário sem Pablo Marçal.

Neste segundo levantamento, 4% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 2% disseram não saber ou preferiram não responder.

Os dois cenários indicam uma disputa concentrada entre Lula e Flávio Bolsonaro. A diferença entre os candidatos, segundo os dados divulgados, aumenta de quatro para cinco pontos percentuais quando Pablo Marçal não é incluído na simulação.

Pesquisa ouviu mais de 2 mil eleitores

A pesquisa Nexus entrevistou 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro, por meio de entrevistas realizadas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 07:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Na época deles, o bandido virou banqueiro", diz Lula sobre Vorcaro e afirma que ele "virou prisioneiro" em sua gestão]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/na-epoca-deles-o-bandido-virou-banqueiro-diz-lula-sobre/631983/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira, 11, que o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, se tornou um presidiário no governo dele, enquanto que na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ele havia sido transformado em banqueiro. A fala do presidente faz parte da estratégia de Lula de se descolar do escândalo, que agora contamina uma crise no Supremo Tribunal Federal (STF). (Confira vídeo)





 


 

 



 




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"Eles criaram um banqueiro chamado Vorcaro, em 2019. Na época deles, o bandido virou banqueiro. No meu mandato, ele virou prisioneiro porque foi o maior golpe da história desse País", disse o presidente em um comício em Porto Alegre (RS).

Lula também falou sobre o escândalo das fraudes em descontos associativos do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). De acordo com ele, os criminosos foram criados e ficaram ricos durante a gestão de Bolsonaro, com a trama sendo desmontada e os envolvidos presos durante a gestão petista.

"A direita tentou jogar nas nossas costas a responsabilidade da corrupção na Previdência Social", disse o candidato à reeleição

Lula participou de um comício no Centro Histórico de Porto Alegre. Ele esteve acompanhado da candidata apoiada por ele ao Palácio Piratini, Juliana Brizola (PDT), e os dois candidatos governistas ao Senado: Paulo Pimenta (PT) e Manuela dÁvila (PSOL).

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 09:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[CNH do Brasil registra aumento superior a 200% nos pedidos de habilitação]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/cnh-do-brasil-tem-aumento-superior-a-200-nos-pedidos-de-habilitacao/631922/</link>
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				<description><![CDATA[Nos primeiros nove meses de vigência do programa CNH do Brasil, mais de 2 milhões de novos condutores foram habilitados.

Além disso, houve um aumento de 216% nos requerimentos de nova habilitação em comparação com 2025. Se no ano passado foram 2,3 milhões de pedidos, este ano foram 7,3 milhões.

O aumento no número de solicitações e de novos condutores ocorreu a partir da implantação das novas regras para obtenção da carteira de motorista.

A plataforma da CNH do Brasil reúne várias etapas da jornada da primeira habilitação em apenas um ambiente.

Entre as mulheres, o número de entradas no processo de habilitação cresceu 18%. Passou de 1,06 milhão em 2025 para 1,25 milhão em 2026, acréscimo de pouco mais de 190 mil.

A Região Nordeste registrou o maior indicador processos iniciados, com 54,7%. A segunda região com maior aumento foi o Norte, com 31,9%.

Segundo o Ministério dos Transportes, houve economia de quase R$ 10 bilhões para os condutores. Entra nesse cálculo a redução dos valores do curso teórico, da formação prática, da renovação do documento, dos exames médicos e dos deslocamentos evitados, já que algumas etapas podem ser feitas remotamente.

Mudanças

O programa reduziu os custos de emissão ao diminuir as exigências de aulas teóricas e práticas em autoescolas. O curso teórico passou a ser oferecido de maneira digital e gratuita.

A quantidade mínima de aulas práticas reduziu de 20 horas para duas horas.

A possibilidade de contratação de instrutores autônomos passou a integrar a formação prática. Em 2026, cerca de 553 mil dos 4,2 milhões de cursos foram conduzidos por esses profissionais, o equivalente a 13,2% do total, enquanto os centros de formação responderam por 86,8%.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 12:58:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ronaldo Caiado, candidato à Presidência, é internado após diagnóstico de faringite aguda]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/ronaldo-caiado-candidato-a-presidencia-internado/631875/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) foi internado na manhã desta quinta-feira, 10 de setembro, no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, para tratamento de uma faringite aguda. Por causa do quadro, os compromissos de campanha previstos para o dia foram cancelados.

Segundo nota divulgada pela assessoria do candidato, Caiado precisou receber medicação intravenosa. O comunicado, assinado pela médica Ludhmila Abrahão Hajjar, informa que a internação busca acelerar a recuperação para permitir a retomada da agenda eleitoral.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a previsão de alta ou uma data para o retorno às atividades.

Compromissos foram cancelados

A internação provocou mudanças na programação de Caiado em São Paulo. Pela manhã, o candidato tinha uma visita prevista ao Centro de Inteligência, Comunicação e Monitoramento da Guarda Civil, em Vinhedo, no interior paulista.

À noite, ele participaria de uma sabatina na capital. Os dois compromissos foram cancelados, e a assessoria não informou se haverá remarcação.

O que é faringite

A faringite é uma inflamação da faringe, região localizada na parte posterior da garganta. Entre os sintomas mais comuns estão dor ou irritação na garganta e desconforto para engolir.

O quadro pode ter diferentes causas, incluindo infecções virais e bacterianas. A identificação da origem depende de avaliação médica e, em alguns casos, de exames específicos.

A nota sobre o estado de saúde de Caiado informa apenas o diagnóstico de faringite aguda, sem detalhar a causa do quadro ou o medicamento administrado.

Tratamento varia conforme o diagnóstico

O tratamento da faringite depende da causa e da intensidade dos sintomas. Casos de origem viral geralmente recebem cuidados voltados ao controle dos sintomas, enquanto infecções bacterianas podem exigir antibióticos, mediante avaliação médica.

No caso de Caiado, a equipe informou apenas que foi necessária a administração de medicamento por via intravenosa. A retomada da agenda de campanha dependerá da recuperação do candidato e das orientações da equipe médica.

        
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Goiana vai receber R$ 242 mil do Governo Federal para recuperação de serviços essenciais atingidos pelas chuvas]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/goiana-receber-governo-federal-recuperacao-servicos-chuvas/631868/</link>
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				<description><![CDATA[Afetada por desastres, a cidade pernambucana de Goiana vai receber R$ 242 mil para ações de resposta do Governo Federal. A portaria com a liberação do valor foi publicada na edição da quarta-feira, 9 de setembro, do Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil.

A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). 

Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional

Enchentes em Goiana

As fortes chuvas que atingiram a Mata Norte de Pernambuco continuam causando impactos em diversos municípios no final de junho deste ano.

Segundo a Prefeitura de Goiana, cerca de 500 pessoas precisaram ser retiradas de áreas afetadas pelas inundações. As famílias foram encaminhadas para cinco escolas municipais, que passaram a funcionar como abrigos temporários.

O município foi um dos mais atingidos pelas chuvas registradas nas últimas horas. De acordo com a administração municipal, o volume de precipitação ultrapassou os 110 milímetros em um período de 24 horas, agravando a situação em diversas comunidades.

Diante do cenário, a prefeitura decidiu prorrogar por mais 30 dias o decreto de situação de emergência que já havia sido publicado em maio, quando outro temporal provocou transtornos na cidade.

As enchentes deixaram um rebanho de gado isolado em uma área cercada pela água do Rio Goiana. Imagens gravadas no local mostram dezenas de bovinos reunidos em um pequeno trecho de terra que resistiu ao avanço da inundação. Sem rota de fuga, o grupo ficou cercado pela água após o rio transbordar durante o fim de semana.
]]></description>
				
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 17:10:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula sanciona fim da 'taxa das blusinhas' para compras internacionais de até US$ 50]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-sanciona-fim-taxa-das-blusinhas-compras-internacionais/631863/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira, 10 de setembro, o projeto de lei de conversão (PLV) 13 de 2026 que zera a tarifa de importação de 20% para compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 257) feitas pela internet por remessas postais.

A nova legislação trata da tributação simplificada de compras on-line de plataformas do exterior, extinguindo a chamada “taxa das blusinhas”. O texto ainda reduz de 60% para 30% a tarifa para mercadorias que somam até R$ 3 mil por remessa.  

“Qual é o ganho que o Estado tem cobrando imposto de quem compra US$ 50? O que nós estamos fazendo aqui é uma reparação, dando às pessoas que não viajam de avião, que não podem comprar vinho, que não podem comprar uísque, que não podem comprar blusa de couro chique, que compram uma coisinha menor”, comentou o presidente Lula.

A medida ainda permite que o ministro da Fazenda altere as alíquotas do imposto de importação tratados na nova lei.

“A norma autoriza tratamento tributário diferenciado conforme o meio de importação e a adesão da plataforma ao programa de conformidade da Receita Federal”, diz nota da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR).

A Secom acrescentou que o governo poderá estabelecer limites quantitativos e de frequência de compras, “além de mecanismos para evitar fracionamento artificial de remessas e controles destinados a impedir utilização do regime simplificado para fins comerciais ou de revenda”.

Aprovada no Congresso

Editada pelo governo em maio deste ano, a Medida Provisória (MP) 1.357 foi aprovada na Câmara e no Senado na semana passada, com alterações em relação ao texto original.

Entre as mudanças, foi incluída a isenção que zera o imposto de importação de medicamentos que não tem versão similar no Brasil.

O relatório da senadora Leila Barros (PDT-DF) ainda incluiu a previsão de uma avaliação periódica, a ser feita pelo Ministério da Fazenda, para analisar os efeitos econômicos da isenção proposta.

A avaliação periódica deve ainda ser acompanhada por setores empresariais de têxteis e vestuário; calçados; acessórios; brinquedos e cosméticos. O regime de tributação diferenciado terá também que passar por avaliação anual do Congresso Nacional.

Empresários nacionais

A proposta da “taxa das blusinhas” sofreu oposição de setores empresariais nacionais que alegam “concorrência desleal” por parte de empresas estrangeiras, em especial, da China.

Para esses empresários, a medida coloca em risco empregos no Brasil ao reduzir o preço de produtos importados.

Na cerimônia de sanção da nova lei, o presidente Lula argumentou que o governo avalia que a isenção não deve causar prejuízos para as empresas nacionais.

“É uma coisinha tão insignificante que não vale a pena alguém dizer que causa prejuízo, que causa desemprego, que vai causar problema no comércio”, comentou.

Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:40:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PT mobiliza militância contra André Mendonça após Lula pedir transparência no caso Master]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pt-mobiliza-militancia-contra-andre-mendonca-apos-lula-pedir/631818/</link>
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				<description><![CDATA[A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou, nesta quarta-feira, 9, uma campanha nas redes sociais contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso Banco Master. Depois de Lula dar uma declaração pública pedindo a quebra integral do sigilo da investigação, petistas vieram a público criticar o juiz e iniciaram uma campanha de mobilização da militância em oposição a Mendonça.

"Na minha opinião, ou o STF abre o sigilo e mostra ao Brasil os segredos ocultos sobre Flávio Bolsonaro ou a integridade da eleição está comprometida. É preciso revelar toda a verdade sobre o candidato suspeito", disse Éden Valadares, secretário nacional de Comunicação do PT.

Poucos minutos antes, Lula pediu "explicações e medidas imediatas" para enfrentar a "crise institucional que tomou conta do Poder Judiciário" em seu perfil nas redes sociais. "Se faz necessário mais transparência e não vazamentos seletivos que impactam a disputa eleitoral", afirmou o presidente e candidato à reeleição. "Por isso é urgente a quebra completa do sigilo das investigações de todos os envolvidos no caso Master, seja a quem for, doa a quem doer."

Nos bastidores, alguns dos principais conselheiros de Lula veem André Mendonça como o responsável pelo momento ruim do presidente nas pesquisas de intenção de voto. Eles apontavam o entorno do ministro do STF como responsável pelos vazamentos da investigação da Polícia Federal contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha - a situação piorou após a queda do sigilo de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. A gota d’água ocorreu após a divulgação de pesquisas que apontam empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, o que mergulhou a campanha de vez numa crise.

Para alguns desses conselheiros, a situação envolvendo Moraes complicou ainda mais a situação de Lula. Para esse grupo, é inevitável que parte do eleitorado brasileiro não associe Moraes a Lula. Além disso, dizem eles, ainda existe gratidão do Planalto ao que ministro fez no julgamento da tentativa de golpe de Estado, que levou, entre outros, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à prisão.

A campanha pediu apoio da militância nos grupos de WhatsApp. "Faltam só 25 dias para as eleições, gente! Não tem para onde correr: a missão de hoje é para agora, hein? Precisamos falar sobre as atitudes do ministro André Mendonça no caso envolvendo a blindagem de Flávio Bolsonaro e defender que as instituições cumpram o seu papel com independência", disse um dos textos divulgados no grupo de WhatsApp "Lulaverso", criado pela campanha de Lula em 2022 e ativo até hoje. Essa publicação foi feita antes da declaração pública de Lula. "Bora botar a boca no trombone! Cada compartilhamento, postagem e conversa importam muito. Está proibido deixar a tarefa para depois."

Éden Valadares defendeu em publicação nas redes que o momento pede reação imediata. "A situação política no Brasil é muito grave. O que eram suspeitas se confirmam em evidências, e precisamos denunciar e reagir agora. A crise institucional que se instalou no Supremo Tribunal Federal está sendo transformada em instrumento eleitoral pelo ministro relator do caso do Banco Master ao barrar as investigações sobre Flávio Bolsonaro, ao ser parcial nas apurações do banqueiro Daniel Vorcaro, ao negar ao Brasil a verdade sobre o escândalo Dark Horse", afirmou. "A condução do processo claramente tenta influenciar as eleições brasileiras ao proteger o candidato bolsonarista à Presidência da República."

Na semana passada, o Estadão revelou que Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro trocaram 51 mensagens ao longo de 21 dias. A investigação mostrou que Vorcaro pedia auxílio e orientações ao ministro do Supremo sobre as investigações do Master. Também aparecem conversas com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, intermediadas por um advogado.

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 7, aponta Lula e Flávio Bolsonaro empatados em 41% no segundo turno. O cenário não era registrado desde março, quando ambos também apareciam no mesmo patamar numérico.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 08:16:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula assina decreto que reduz PIS/Cofins da gasolina em R$ 0,63 por litro e R$ 0,19 do etanol]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), assinou nesta quarta-feira, 9, um decreto que reduziu o PIS/Cofins sobre a gasolina em R$ 0,63 por litro de gasolina. A medida também corta R$ 0,19 por litro do etanol, zerando toda a tributação do produto.

Lula também assinou uma Medida Provisória que prevê mais R$ 1 de subvenção por litro de diesel para que os preços continuem estáveis nas bombas.

Em vídeo divulgado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Lula afirmou que o governo não vai permitir que os custos da guerra no Oriente Médio afetem a economia brasileira.

"A gente vai aumentar um pouco o subsídio, com imposto cobrado mesmo da Petrobras, para evitar que o preço da guerra, tanto na gasolina quanto no óleo diesel, chegue no bolso do povo brasileiro. (...) Nós não vamos permitir que essa guerra irresponsável chegue no seu bolso e muito menos no prato de comida do povo brasileiro", disse Lula.

Durante a assinatura do decreto e da Medida Provisória, Lula esteve acompanhado do ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

Moretti declarou que o subsídio e as reduções nos impostos fazem parte de uma filosofia da gestão petista frente ao cenário geopolítico.

"É uma filosofia que o senhor tem colocado desde o início desta guerra. O povo não pode pagar por uma guerra que não é dele e, portanto, o senhor faz um esforço para reduzir o preço na bomba e o preço final para o consumidor", declarou Moretti.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 18:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Federal adota novas medidas para combustíveis após novos aumentos do petróleo]]></title>
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				<description><![CDATA[Diante da persistência da volatilidade dos preços internacionais do petróleo e das restrições à oferta de combustíveis decorrentes de conflitos geopolíticos, o Governo Federal adotou nesta quarta-feira, 9 de setembro, duas novas medidas voltadas a conter a alta dos preços no Brasil.

Uma delas foi a assinatura de decreto que reduz em R$ 0,63 as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre o litro de gasolina e zera as contribuições sobre o etanol hidratado.

A redução das alíquotas substitui e amplia os efeitos da subvenção da gasolina prevista na MP nº 1.358/2026, com valor de R$ 0,44 por litro, cuja vigência termina nesta quarta-feira. A outra foi a assinatura de medida provisória que autoriza subvenção econômica ao óleo diesel.

Desde o início da guerra no Oriente Médio, o Governo Federal vem acompanhando as oscilações do mercado e tomando medidas proporcionais ao cenário do momento.

O mercado internacional segue marcado por elevada incerteza. O preço do petróleo Brent voltou à faixa de US$ 100 por barril, em nível bastante superior ao observado antes do acirramento dos conflitos, e permanecem as restrições que justificam a manutenção da política de suavização de preço dos derivados.

No caso do diesel, o aumento dos custos internacionais de refino agrava os efeitos do choque externo. Mais de 25% do diesel consumido no Brasil é proveniente de importações.

As medidas buscam amortecer, de forma temporária, os efeitos dessa conjuntura internacional sobre o mercado doméstico de combustíveis.

GASOLINA E ETANOL 

O decreto reduz, entre 10 de setembro e 5 de outubro, as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins incidentes sobre a importação e a comercialização de gasolina e suas correntes, com exceção da gasolina de aviação, e de etanol hidratado.

No caso da gasolina, a redução da carga tributária é de R$ 0,63 por litro, incluindo PIS/Pasep e Cofins. Com a redução, os tributos totais serão de R$ 0,16 por litro, de modo que os consumidores pagarão menos tributos em comparação ao cenário atual.

Para o etanol hidratado, utilizado diretamente como combustível, as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins serão zeradas, o que corresponde a uma redução tributária de R$ 0,19 por litro.

DIESEL

A medida provisória autoriza a União a conceder subvenção econômica a produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário enquanto persistir a instabilidade na oferta de combustíveis decorrente de conflitos geopolíticos.

O valor da subvenção por litro será definido por ato do Ministério da Fazenda e poderá ser alterado, interrompido ou prorrogado conforme as condições do mercado. No primeiro período, o valor da subvenção será de R$1,00 por litro.

Os agentes que aderirem ao mecanismo deverão deduzir do preço de venda o montante correspondente à subvenção e registrar o desconto na nota fiscal.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) fará a habilitação dos participantes, o acompanhamento dos preços e o pagamento da subvenção.

A MP estabelece um mecanismo de caráter temporário e ajustável, justamente para permitir adequação à evolução das condições internacionais de oferta e preços. A duração e o valor da subvenção poderão ser modificados de acordo com a conjuntura e com a disponibilidade orçamentária e financeira.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 17:37:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula é orientado por aliados a convocar Conselho da República e defender mandato de ministros do STF]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser pressionado por auxiliares a adotar uma postura mais firme diante da crise institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF).

A avaliação de interlocutores próximos ao presidente é de que o governo precisa apresentar uma resposta capaz de reduzir a tensão e, ao mesmo tempo, enfrentar o desgaste político provocado pelo tema.

Entre as medidas discutidas estão a convocação do Conselho da República, a abertura de investigações contra o ministro Alexandre de Moraes e uma proposta de mudança constitucional para estabelecer mandato para futuros integrantes do STF.

A movimentação ocorre em um momento de preocupação dentro do Palácio do Planalto com o desempenho de Lula nas pesquisas de opinião e com a disputa pela Presidência da República.

Uma pesquisa da Nexus, divulgada nesta terça-feira (8), apontou Flávio Bolsonaro, candidato do PL, numericamente à frente de Lula em uma simulação de segundo turno.

Para auxiliares do presidente, a crise no STF deverá ocupar espaço central na reta final da campanha eleitoral. A percepção dentro do governo é de que nenhum outro assunto, incluindo economia, segurança pública ou soberania nacional, terá peso semelhante na disputa.

Aliados defendem nova conversa entre Lula e Fachin

Interlocutores diretos de Lula na Esplanada dos Ministérios consideram necessária uma nova conversa urgente entre o presidente e o ministro Edson Fachin, presidente do STF. A intenção seria avaliar os próximos passos e buscar uma saída considerada "pacificadora" para a crise.

Na avaliação de integrantes do entorno presidencial, uma eventual solução passaria pela abertura de investigações contra Alexandre de Moraes.

A ideia, segundo esses auxiliares, poderia ser transmitida a Fachin como parte de uma tentativa de encaminhar institucionalmente o impasse, ainda que a medida não seja defendida publicamente pelo governo.

Outro ponto de preocupação é a permanência do ministro André Mendonça como relator dos casos Master e INSS. O Planalto considera inaceitável a continuidade de Mendonça à frente dos processos e sustenta que ele teria perdido a imparcialidade necessária para conduzir os casos.

Os mesmos interlocutores também defendem o encerramento do inquérito das fake news como parte de uma possível saída para a crise.

A discussão ocorre paralelamente à estratégia eleitoral de Flávio Bolsonaro. A campanha do candidato do PL tem explorado a possibilidade de Lula indicar mais quatro ministros do STF até 2030, caso seja reeleito em outubro.

Como contraponto, integrantes do entorno do presidente avaliam que Lula deveria defender imediatamente uma alteração constitucional para estabelecer mandato para futuros ministros da Suprema Corte. A proposta em discussão prevê períodos de dez ou 15 anos para os integrantes do tribunal.

Conselho da República divide opiniões no governo

Outra alternativa apresentada ao presidente é a convocação extraordinária do Conselho da República. O órgão tem a função de assessorar a Presidência em momentos de crise e reúne representantes dos Poderes Executivo e Legislativo, além de integrantes da sociedade civil.

Fazem parte do colegiado representantes do Executivo, os presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, líderes da maioria e da minoria das duas Casas e representantes da sociedade civil.

Apesar de ser considerada uma possibilidade de resposta institucional, a convocação ainda provoca divergências dentro do governo. Parte dos integrantes do entorno de Lula avalia que uma reunião extraordinária poderia ampliar a exposição pública da crise e acabar produzindo efeitos negativos para a campanha de reeleição.

Diante desse cenário, o comitê petista defende que Lula adote uma postura compatível com o cargo de presidente da República diante da decisão que afastou Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal.

A orientação entre aliados é para que o chefe do Executivo reaja de maneira mais incisiva, enquanto o governo tenta encontrar uma saída para uma crise que, na avaliação de seus próprios integrantes, poderá ter forte influência sobre o ambiente político e eleitoral nos próximos meses.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 17:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro tem 50% de rejeição e Lula, 49% na disputa presidencial, aponta BTG/Nexus]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/flavio-bolsonaro-tem-50-de-rejeicao-e-lula-49-na-disputa/631670/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lideram os índices de rejeição entre os nomes testados na disputa pela Presidência da República, segundo nova rodada da pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta terça-feira, 8 de setembro.

De acordo com o levantamento, 50% dos eleitores afirmaram que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum. Outros 26% disseram que o senador é o único candidato em quem votariam, enquanto 21% afirmaram que poderiam votar nele, mas também considerariam outros nomes.

Entre os entrevistados, 2% disseram não conhecer Flávio Bolsonaro e 1% não soube responder ou não respondeu. O presidente Lula aparece logo em seguida, com 49% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Outros 35% disseram que o petista é o único candidato em quem votariam, enquanto 12% afirmaram que poderiam escolher Lula, mas também votariam em outro nome.

Ainda segundo a pesquisa, 2% dos entrevistados disseram não conhecer o presidente e 1% não soube ou não respondeu.

Flávio e Lula lideram rejeição

O levantamento também mediu o potencial de voto e a rejeição de outros nomes que aparecem na disputa presidencial, como o escritor Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

Entre os candidatos avaliados, Flávio Bolsonaro e Lula foram os que registraram os maiores percentuais de eleitores que afirmaram não votar neles em nenhuma hipótese.

Os dados de rejeição são divulgados no mesmo levantamento que mostrou Flávio Bolsonaro com 46% das intenções de voto contra 45% de Lula em uma eventual disputa de segundo turno. Apesar da vantagem numérica do senador, os dois aparecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa Nexus entrevistou 2.002 eleitores, por telefone, entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06790/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:41:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro tem 46% contra 45% de Lula em eventual 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-flavio-bolsonaro-tem-46-contra-45-de-lula-em/631668/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ultrapassou numericamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas intenções de voto para o segundo turno das eleições presidenciais, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira, 8. Os dois, porém, continuam empatados tecnicamente dentro da margem de erro da mostra, que é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro registrou 46% contra 45% do petista.

Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%. Na última pesquisa, divulgada em 31 de agosto, o cenário era inverso: Lula aparecia com 46% das intenções de voto contra 45% de Flávio.

O levantamento mostra ainda que o escritor Augusto Cury (Avante) também ultrapassa numericamente Lula em um eventual segundo turno por 45% a 43%. É a primeira vez que a BTG/Nexus incluiu o candidato nas simulações de segundo turno. Cury subiu para o terceiro lugar nessa pesquisa de intenções de voto na mostra da semana passada.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com o petista pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 43%. Na pesquisa anterior, Lula liderava por 45% a 44%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%, e eleitores que não sabem são 1%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 47% a 40%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 46% contra 41% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 1%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 39% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%. Eleitores que não sabem são 2%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 47% a 38%.

A Nexus ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, por telefone, de 4 a 7 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06790/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 39% contra 35% de Flávio Bolsonaro, no 1° turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-tem-39-contra-35-de-flavio-bolsonaro-no/631667/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua liderando as intenções de voto para o primeiro turno com 39%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira, 8. É o mesmo porcentual registrado na semana passada, na pesquisa do dia 31 de agosto.

Em seguida aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), que oscilou positivamente de 33% das intenções de voto na semana passada para 35% no levantamento desta terça. A vantagem do petista sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro está em 4 pontos porcentuais.

Veja um cronograma das variações de vantagem do atual mandatário sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro:

- 29 de junho: Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio;

- 13 de julho: vantagem do petista era de 6 p.p;

- 27 de julho: subiu para 9 pontos porcentuais;

- 03 de agosto: vantagem caiu para 4 pontos;

- 10 de agosto: voltou a subir para 5 pontos;

- 17 de agosto: se manteve em 5 pontos;

- 24 de agosto: caiu para 4 pontos;

- 31 de agosto: subiu para 6 pontos;

- 08 de setembro: caiu para 4 pontos.

O escritor Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro lugar, com 9% das intenções de voto. Na semana passada, eram 11%, uma oscilação negativa de 2 p.p..

Em seguida vem o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, empatado com o ativista Renan Santos (Missão), que também pontuou 4%. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) registrou 1%. Brancos e nulos somam 3% e não sabem ou não responderam 2%.

Evangélicos e católicos

Flávio lidera entre os evangélicos, com 45%, enquanto Lula supera o adversário entre os católicos, com 43%. O petista também tem desempenho melhor entre as mulheres, com 43% contra 31% de Flávio, e entre os eleitores que recebem até um salário mínimo, com 46%. Já Flávio pontua mais entre os homens, com 39% contra 35% de Lula, e entre quem ganha mais de cinco salários mínimos, com 39% a 33%.

Potencial de alteração de voto

A pesquisa ainda mostra que 81% dos eleitores dizem ter certeza do seu voto no primeiro turno, enquanto 17% podem mudar. As maiores taxas de certeza são do eleitorado de Lula (91%) e Flávio (84%). Zema está em último, com apenas 42% de certeza e 57% dos seus eleitores que dizem que podem mudar o voto.

Entre os 17% que declaram a possibilidade de alterar o voto no primeiro turno, 20% tem Cury como segunda opção. Em seguida estão Flávio (17%), Caiado (12%) e Lula (10%).

A Nexus ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, por telefone, de 4 a 7 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06790/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula estima que 70 mil pessoas foram ao Desfile de 7 de Setembro na Esplanada]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-lula-estima-pessoa-foram-desfile-setembro-esplanada/631646/</link>
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				<description><![CDATA[A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) disse que 70 mil pessoas estiveram no desfile de 7 de Setembro que ocorreu na Esplanada dos Ministérios na manhã desta segunda-feira, 7, em Brasília.

O evento foi marcado pelo clima de campanha a partir de gritos de apoiadores que ocuparam as arquibancadas montadas pela Esplanada dos Ministérios.

Como mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a plateia se animou mais pelo mascote do Sistema Único de Saúde (SUS), o Zé Gotinha, e os servidores da saúde, e também por lembranças à Copa do Mundo Feminina, que será sediada no Brasil no ano que vem.

Antes da chegada de Lula, apoiadores presentes na Esplanada entoaram o canto "fim da 6x1", em referência à proposta de emenda à Constituição que tramita no Senado Federal.

O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que já indicou que não votará o texto antes das eleições, já estava no local

Em meio à crise instalada no Supremo Tribunal Federal (STF), após o ministro André Mendonça derrubar o sigilo das investigações do envolvimento do ministro Alexandre de Moraes com a investigação das fraudes bilionárias do Master, o presidente da Corte, Edson Fachin, esteve presente na cerimônia

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que também está envolto nas novas revelações do Master por suposta proteção ao banqueiro dono do Master, Daniel Vorcaro, foi outra presença no desfile cívico.

Quem também esteve na tribuna de autoridades foi o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). O vice-presidente Geraldo Alckmin ficou ao lado do presidente, representando a cúpula do governo.

O presidente Lula estava acompanhado pelos seguintes ministros e integrantes do governo:


	Alexandre Padilha (Saúde)
	Alexandre Silveira (Minas e Energia)
	Celso Amorim (Assessoria Especial da Presidência)
	Dario Durigan (Fazenda)
	Eloy Terena (Povos Indígenas)
	Esther Dweck (Gestão e Inovação)
	Fernanda Machiaveli (Desenvolvimento Agrário)
	Frederico Siqueira Filho (Comunicações)
	George Santoro (Transportes)
	Gustavo Feliciano (Turismo)
	João Paulo Capobianco (Meio Ambiente)
	Jorge Messias (AGU)
	José Múcio (Defesa)
	Leonardo Barchini (Educação)
	Luciana Santos (Ciência e Tecnologia)
	Luiz Marinho (Trabalho e Emprego)
	Márcia Lopes (Mulheres)
	Márcio Elias (Desenvolvimento, Indústria e Comércio)
	Marcos Amaro (GSI)
	Maria Laura da Rocha (Relações Exteriores)
	Miriam Belchior (Casa Civil)
	Paulo Henrique Cordeiro (Esportes)
	Paulo Pereira (Empreendedorismo)
	Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social)
	Tomé França (Portos e Aeroportos)
	Vladimir Lima (Cidades)
	Wellington César Lima e Silva (Justiça e Segurança Pública)
	Wellington Dias (Desenvolvimento Social)
	Wolney Queiroz (Previdência Social)


Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 16:07:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula, Fachin, Alcolumbre e ministros marcam presença no Desfile de 7 de Setembro em Brasília]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-fachin-alcolumbre-ministros-marcam-presenca-desfile/631643/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), participou do tradicional desfile de 7 de Setembro, em Brasília, na manhã desta segunda-feira (7).

O evento foi marcado pelo clima de campanha a partir de gritos de apoiadores que ocuparam as arquibancadas montadas pela Esplanada dos Ministérios.

Como mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a plateia se animou mais pelo mascote do Sistema Único de Saúde (SUS), o Zé Gotinha, e os servidores da saúde, e também por lembranças à Copa do Mundo Feminina, que será sediada no Brasil no ano que vem.

Antes da chegada de Lula, apoiadores presentes na Esplanada entoaram o canto "fim da 6x1", em referência à proposta de emenda à Constituição que tramita no Senado Federal.

O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que já indicou que não votará o texto antes das eleições, já estava no local

Diante da crise instalada no Supremo Tribunal Federal (STF), após o ministro André Mendonça derrubar o sigilo das investigações do envolvimento do ministro Alexandre de Moraes com a investigação das fraudes bilionárias do Master, o presidente da Corte, Edson Fachin, esteve presente na cerimônia

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que também está envolto nas novas revelações do Master por suposta proteção ao banqueiro dono do Master, Daniel Vorcaro, foi outra presença no desfile cívico.

Quem também esteve na tribuna de autoridades foi o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, ficou ao lado do presidente, representando a cúpula do governo.

O presidente Lula estava acompanhado pelos seguintes ministros e integrantes do governo:


	Alexandre Padilha (Saúde)
	Alexandre Silveira (Minas e Energia)
	Celso Amorim (Assessoria Especial da Presidência)
	Dario Durigan (Fazenda)
	Eloy Terena (Povos Indígenas)
	Esther Dweck (Gestão e Inovação)
	Fernanda Machiaveli (Desenvolvimento Agrário)
	Frederico Siqueira Filho (Comunicações)
	George Santoro (Transportes)
	Gustavo Feliciano (Turismo)
	João Paulo Capobianco (Meio Ambiente)
	Jorge Messias (AGU)
	José Múcio (Defesa)
	Leonardo Barchini (Educação)
	Luciana Santos (Ciência e Tecnologia)
	Luiz Marinho (Trabalho e Emprego)
	Márcia Lopes (Mulheres)
	Márcio Elias (Desenvolvimento, Indústria e Comércio)
	Marcos Amaro (GSI)
	Maria Laura da Rocha (Relações Exteriores)
	Miriam Belchior (Casa Civil)
	Paulo Henrique Cordeiro (Esportes)
	Paulo Pereira (Empreendedorismo)
	Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social)
	Tomé França (Portos e Aeroportos)
	Vladimir Lima (Cidades)
	Wellington César Lima e Silva (Justiça e Segurança Pública)
	Wellington Dias (Desenvolvimento Social)
	Wolney Queiroz (Previdência Social)


Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 15:45:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Lula recebe o ator e ambientalista Leonardo DiCaprio no Planalto para discutir combate às mudanças climáticas]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama Janja Lula da Silva receberam o ator e ambientalista Leonardo DiCaprio para uma reunião no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira, 2 de setembro. O encontro teve como principal tema a agenda ambiental brasileira e contou com a participação de integrantes da Re, organização fundada pelo ator dedicada à proteção e à restauração de ecossistemas.

DiCaprio solicitou informações sobre iniciativas adotadas pelo Brasil para enfrentar as mudanças climáticas. O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, também participou da reunião e apresentou dados relacionados à redução do desmatamento nos diferentes biomas brasileiros e às medidas para fortalecer os órgãos responsáveis pela fiscalização ambiental.

DiCaprio visita comunidades indígenas

A reunião no Palácio do Planalto ocorreu poucos dias depois de uma passagem do ator pelo interior de Mato Grosso. No último sábado, 29 de setembro, DiCaprio esteve na região e se encontrou com o cacique Raoni Metuktire, uma das principais lideranças indígenas do país.

A agenda do ator no Brasil reforça a atuação internacional de DiCaprio em defesa da preservação ambiental. Por meio da Re, ele participa de iniciativas voltadas à proteção de ecossistemas e à conservação da biodiversidade.

Durante a visita ao Brasil, DiCaprio também elogiou medidas adotadas pelo governo Lula para combater o desmatamento. O tema já havia colocado o ator em confronto público com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em 2022, DiCaprio publicou nas redes sociais uma mensagem sobre a preservação da Amazônia e o combate ao desmatamento. Bolsonaro respondeu publicamente às manifestações do ator e criticou sua atuação sobre o tema.

Brasil busca reduzir desmatamento

Durante o encontro com DiCaprio, o governo brasileiro apresentou informações sobre os resultados das políticas ambientais implementadas nos últimos anos. Entre os assuntos abordados estiveram a redução do desmatamento em diferentes biomas e o fortalecimento da estrutura de fiscalização e proteção ambiental.

A reunião também aproximou o governo brasileiro de uma organização internacional dedicada à conservação de ecossistemas. A participação de DiCaprio no debate ocorre em um momento de busca por maior articulação internacional em torno das políticas de preservação ambiental e enfrentamento das mudanças climáticas.

A presença do ator no Brasil ainda chama atenção pela relação que ele mantém com pautas ambientais. Ao longo dos anos, DiCaprio tem utilizado sua projeção internacional para defender ações de combate à crise climática, proteção da biodiversidade e preservação de áreas ameaçadas.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 11:42:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Silvio Costa Filho articula com Alckmin agenda para fortalecer infraestrutura do Brasil]]></title>
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				<description><![CDATA[Vice-presidente da Frente Parlamentar de Portos e Aeroportos, o deputado e ex-ministro Silvio Costa Filho se reuniu, nesta quarta-feira, com o vice-presidente Geraldo Alckmin e representantes do colegiado e do Instituto Brasileiro de Infraestrutura. O encontro teve como objetivo discutir uma agenda estratégica para o fortalecimento da infraestrutura brasileira e os desafios para ampliar a capacidade logística do país.

Na pauta, Silvio e representantes do setor apresentaram ao vice-presidente uma carta programática com os principais desafios e metas da infraestrutura nacional, com propostas voltadas à ampliação dos investimentos, modernização da logística e melhoria da competitividade do Brasil.

A iniciativa reúne a Frente Parlamentar, o Instituto Brasileiro de Infraestrutura, o Congresso Nacional e o Governo Federal em torno de uma agenda comum para o desenvolvimento do setor. Entre os temas discutidos estão a necessidade de novos investimentos, ampliação da capacidade logística, modernização dos equipamentos de infraestrutura e criação de um ambiente cada vez mais favorável à participação da iniciativa privada.

A defesa de uma agenda integrada também está relacionada à experiência de Silvio Costa Filho à frente do Ministério de Portos e Aeroportos. Durante sua gestão, o então ministro trabalhou pelo fortalecimento da malha logística brasileira, com investimentos e articulação para atração de novos investidores para diferentes áreas da infraestrutura.

A atuação incluiu projetos e investimentos em portos, aeroportos, hidrovias, ferrovias e rodovias, com atenção especial também à infraestrutura de Pernambuco. A estratégia buscou ampliar a capacidade de transporte, melhorar a integração entre os diferentes modais e criar condições para que o Brasil pudesse avançar na atração de investimentos e na geração de empregos.

Para Silvio Costa Filho, a construção de uma agenda conjunta entre o setor produtivo, o Congresso e o Governo Federal é fundamental para garantir continuidade aos investimentos e preparar o país para os próximos anos.

“Essa iniciativa da Frente Parlamentar, alinhada com o Instituto, o Congresso Nacional e o Governo, é fundamental porque vai gerar desenvolvimento para o país. Precisamos construir uma agenda de longo prazo para a infraestrutura brasileira, garantindo investimentos, segurança jurídica e condições para o Brasil continuar crescendo”, afirmou Silvio.

O encontro com Alckmin reforça a busca por uma atuação coordenada entre o Legislativo, o Executivo e o setor de infraestrutura, com o objetivo de transformar as demandas apresentadas pelo setor em uma agenda concreta de investimentos e desenvolvimento nacional.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 11:21:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Prefeito Sérgio Colin comemora edital de mais de R$ 34 milhões para Travessia Urbana da BR-104 em Toritama]]></title>
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				<description><![CDATA[O Governo Federal, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), publicou nesta quarta-feira, 2 de setembro, no Diário Oficial da União, o edital para as obras de pavimentação e melhoria da travessia urbana da BR-104, em Toritama, no Agreste de Pernambuco. O investimento previsto é superior a R$ 34 milhões.

A Concorrência nº 452/2026 contempla o trecho da rodovia entre os quilômetros 27,73 e 30,60. De acordo com o edital, a abertura das propostas está marcada para o dia 9 de outubro.

A obra é resultado de articulações da gestão municipal, do ex-prefeito Edilson Tavares (PP) e do senador Fernando Dueire (PSD) junto ao Ministério dos Transportes e ao ministro Renan Filho.

O prefeito de Toritama, Sérgio Colin (PP), comemorou a publicação do edital e destacou a participação de diferentes atores políticos na viabilização do projeto, que era aguardado há anos pela população.

“Essa é uma das maiores vitórias do nosso mandato. É resultado de muitas idas a Brasília, dando continuidade ao trabalho iniciado por Edilson Tavares e buscando apoio para viabilizar essa demanda. Toritama será sempre grata a Edilson e ao senador Fernando Dueire por essa conquista”, afirmou Colin.

Melhorias na mobilidade

A intervenção na BR-104 deverá promover mudanças na mobilidade urbana de Toritama, com impactos esperados na segurança e no fluxo de veículos que circulam pelo município.

A cidade integra o Polo de Confecções do Agreste e recebe semanalmente mais de 50 mil visitantes e compradores. Com o movimento intenso de pessoas e veículos, a melhoria da infraestrutura da rodovia é considerada estratégica para o deslocamento da população e o acesso ao município.

Além da mobilidade, a obra deve contribuir para o escoamento da produção do Polo de Confecções, melhorar a integração entre diferentes áreas da cidade e favorecer a atividade econômica da região.

Com a publicação do edital, o próximo passo será a abertura das propostas das empresas interessadas na execução dos serviços, prevista para 9 de outubro.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 11:05:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: aprovação do governo Lula cai para 45%, aponta Quaest]]></title>
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				<description><![CDATA[A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu em 48%, enquanto a aprovação oscilou de 46% para 45%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 2. Outros 7% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior, divulgada em 14 de agosto, 48% desaprovavam a gestão petista e 46% a aprovavam. Outros 6% não souberam ou não responderam. As variações ocorreram dentro da margem de erro do levantamento, de 2 pontos porcentuais.

A desaprovação, contudo, avançou seis pontos porcentuais entre os eleitores de 16 a 24 anos, de 47% para 53%. Entre os independentes, o índice oscilou de 48% para 52%.

O levantamento também mostra que 37% dos entrevistados avaliam o governo Lula de forma negativa, enquanto 35% consideram a gestão positiva. Para 25%, a administração é regular, e 3% não souberam ou não responderam.

A nova rodada é a primeira realizada pelo instituto desde o início da campanha eleitoral. No último mês, Lula enfrentou desgaste após a Polícia Federal abrir três inquéritos para investigar suspeitas envolvendo seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A pesquisa Quaest, contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, ouviu 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 12:15:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula tem 42% contra 41% de Flávio Bolsonaro em empate técnico no segundo turno, aponta Quaest]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-tem-42-contra-41-de-flavio-bolsonaro-em-empate-tecnico-no/631340/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo turno pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 2. Lula registra 42% das intenções de voto, ante 41% de Flávio.

A vantagem do petista caiu de três para um ponto porcentual desde a rodada divulgada em 14 de agosto. Na ocasião, Lula tinha 43%, enquanto Flávio alcançava 40%. Brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar somam 13%, e os indecisos 4%.

Lula também lidera os demais cenários de segundo turno testados. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente tem 42%, ante 37% do governador de Goiás. Diante de Renan Santos (Missão), o placar é de 43% a 36%. Em uma disputa com Augusto Cury (Avante), Lula registra 40%, contra 34% do adversário.

1º turno

No primeiro turno, o presidente aparece à frente com 37% das intenções de voto, seguido por Flávio, com 30%, e Cury, com 10%. Renan Santos registra 3%. Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Pablo Marçal e Samara Braga têm 1% cada.

Outros 7% dos entrevistados pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 11% estão indecisos.
 Em um cenário de primeiro turno sem Marçal, Lula mantém os 37%, Flávio registra 29% e Cury continua com 10%. Flávio Bolsonaro é rejeitado por 55% dos eleitores, enquanto a rejeição a Lula alcança 53%.

A pesquisa Quaest foi realizada entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, com 2.004 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Quaest: Lula lidera primeiro turno com 37%, seguido por Flávio Bolsonaro com 30%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/quaest-lula-lidera-primeiro-turno-com-37-seguido-por-flavio/631339/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança das intenções de voto para a Presidência da República no primeiro turno das eleições de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira , 2 de setembro. No principal cenário analisado pelo instituto, Lula registra 37%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 30%.

O escritor Augusto Cury (Avante) ocupa a terceira posição, com 10% das intenções de voto. O levantamento testou diferentes composições de candidatos e, no cenário que inclui 12 nomes, o senador Renan Santos (Missão) aparece com 3%. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Pablo Marçal (PRTB) e Samara Martins (UP) registram 1% cada.

Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram na simulação.

Entre os entrevistados, 7% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não votariam, enquanto 10% disseram estar indecisos.

Lula mantém liderança sem Pablo Marçal

Em um segundo cenário apresentado pela Quaest, desta vez sem Pablo Marçal, Lula permanece com 37% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece com 29%, enquanto Augusto Cury mantém os 10%.

Renan Santos novamente registra 3%. Caiado, Zema e Samara Martins aparecem com 1% cada. Os demais candidatos testados não pontuaram.

Nesse cenário, o percentual de eleitores que afirmam votar em branco, nulo ou não votar permanece em 7%. Já os indecisos representam 11% dos entrevistados.

Os números indicam que a retirada de Pablo Marçal da simulação provocou pouca alteração nos três primeiros colocados: Lula permaneceu com o mesmo percentual, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou um ponto para baixo.

Metodologia da pesquisa Quaest

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores de todo o país entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. As entrevistas foram realizadas presencialmente.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Rap do Silva": TSE suspende propaganda de Lula após pedido de Flávio Bolsonaro por ausência de Alckmin como vice ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/rap-do-silva-tse-suspende-propaganda-de-lula-apos-pedido-de/631328/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta segunda-feira, 1º, a suspensão de propaganda da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), veiculada na televisão na última sexta-feira, 28. O Estadão procurou a campanha do petista e aguarda posicionamento.

O pedido foi feito pelo senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que alegou a falta do nome do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na peça publicitária apresentada em espaço do horário eleitoral gratuito.

No documento protocolado junto à Corte eleitoral, os advogados de Flávio citam o jingle "Rap do Silva", reproduzido junto à imagem e ao nome do presidente Lula, sem qualquer menção a Alckmin.

Mendonça alegou que a inserção não está em conformidade com a legislação eleitoral brasileira e nem com a Resolução 23.610 de 2019, do TSE. "Verifico a presença dos requisitos necessários à concessão parcial da medida."

Com a decisão, a campanha de Lula não poderá reproduzir a peça até que os ajustes sejam feitos. De acordo com a regra eleitoral, o nome do vice na chapa deve ser legível e o tamanho não pode ser menor do que 30% daquele utilizado para o titular.

A decisão não afeta a utilização do jingle ou das imagens usadas no programa eleitoral. "Não se mostra necessária, neste momento, ordem genérica dirigida a toda e qualquer propaganda futura dos representados, bastando impedir a reiteração da peça cuja irregularidade é objeto destes autos."

André Mendonça ainda sinalizou que a aplicação de multa e demais sanções só será examinada pelo tribunal depois que a campanha de Lula se manifeste.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 08:32:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Empatados: Lula e Flávio Bolsonaro registram 50% de rejeição, aponta pesquisa Real Time Big Data  ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/empatados-lula-e-flavio-bolsonaro-registram-50-de-rejeicao-aponta/631254/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem empatados com 50% de rejeição entre os eleitores, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º de agosto. O levantamento considera uma simulação de rejeição múltipla, na qual os entrevistados podem indicar mais de um candidato em quem não votariam de jeito nenhum.

O resultado coloca Lula e Flávio no topo do índice de resistência eleitoral para a disputa pela Presidência da República em 2026. Na sequência, aparece o ex-candidato à Presidência Pablo Marçal (PRTB), com 46% de rejeição.

Apesar de numericamente abaixo dos dois primeiros colocados, Marçal está tecnicamente empatado com Lula e Flávio, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na sequência da lista, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ativista Renan Santos (Missão) registram 39% de rejeição cada. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece com 36%.

Entre os demais nomes apresentados aos entrevistados, Rui Costa Pimenta (PCO) soma 32% de rejeição, enquanto Samara Martins (UP) aparece com 29%. O escritor Augusto Cury (Avante) tem 28%.

O veterinário Wilson Grassi (Democrata) registra 27% de rejeição. Em seguida, aparecem Hertz Dias (PSTU), com 26%, Edmilson Costa (PCB), com 24%, e Clariana Barão (DC), com 22%, menor índice entre os candidatos avaliados.

Rejeição

A pesquisa também aponta que 2% dos entrevistados afirmam que poderiam votar em todos os candidatos apresentados. O mesmo percentual corresponde aos eleitores que não souberam ou não responderam à pergunta.

A rejeição é um dos indicadores utilizados em pesquisas eleitorais para medir a resistência do eleitorado aos nomes colocados na disputa. Como a pergunta permite múltiplas respostas, um mesmo entrevistado pode declarar que não votaria em mais de um candidato.

O levantamento Real Time Big Data ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre os dias 27 e 31 de agosto. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, e possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03490/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Real Time Big Data: Lula tem 45% de aprovação antes das eleições de 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/real-time-big-data-lula-tem-45-de-aprovacao-antes-das-eleicoes-de/631253/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º, mostra que 51% dos eleitores desaprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 45% aprovam. Outros 4% não souberam ou não responderam.

Na avaliação do desempenho do presidente, 15% consideram o trabalho de Lula ótimo e 12%, bom. Outros 33% classificam como regular, enquanto 16% avaliam como ruim e 23%, péssimo. Não souberam ou não responderam 1%. Assim, as avaliações positivas somam 27%, ante 39% de negativas.

O levantamento também aponta que 52% dos entrevistados consideram que o Brasil está seguindo na direção errada, ante 30% que avaliam que o País caminha na direção certa. Para 15%, a direção não é nem certa nem errada, e 3% não souberam responder

Quando comparam a própria vida com a situação de dois anos atrás, 52% dizem estar na mesma condição. Outros 28% afirmam estar melhor, 9% "muito melhor" e 19% "um pouco melhor", enquanto 19% dizem estar pior, sendo 11% "um pouco pior" e 8% "muito pior".

A pesquisa também mediu o grau de continuidade ou mudança desejado pelos eleitores. Para 32%, o Brasil precisa mudar completamente a maneira como está sendo governado, enquanto 26% defendem mudanças importantes. Outros 25% preferem manter o caminho atual e 15% querem apenas alguns ajustes, preservando a maior parte da atual direção.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o País entre 27 e 31 de agosto. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, tem margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03490/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:11:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Real Time Big Data: Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 44% em cenário de segundo turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados numericamente em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026. É o que aponta a pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira, 1º de setembro.

De acordo com o levantamento, os dois candidatos registram 44% das intenções de voto. Outros 9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3% não souberam ou não responderam.

Na pesquisa anterior do instituto, realizada em julho, Lula aparecia com 45%, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 42%. Com isso, o petista oscilou um ponto para baixo, enquanto o senador avançou dois pontos percentuais. As duas candidaturas, portanto, passaram de uma diferença de três pontos para um empate numérico.

Outros cenários de segundo turno

O Real Time Big Data também apresentou simulações de Lula contra outros nomes que disputam a eleição presidencial.

Em um eventual confronto entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD), o ex-governador de Goiás aparece numericamente à frente, com 45%, contra 43% do presidente. Brancos e nulos somam 8%, enquanto 4% não souberam ou não responderam.

Já em uma disputa entre Lula e Romeu Zema (Novo), o presidente registra 43%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais aparece com 40%. Nesse cenário, 10% indicaram voto branco ou nulo e 7% não souberam responder.

Contra Renan Santos (Missão), Lula tem 44%, ante 37% do adversário. Brancos e nulos correspondem a 12%, e 7% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

O levantamento também testou um eventual segundo turno entre Lula e Pablo Marçal (PRTB). O presidente aparece com 44%, enquanto Marçal soma 40%. Outros 10% votariam em branco ou nulo e 6% não souberam ou não responderam.

Pesquisa

O levantamento foi realizado pelo Real Time Big Data com 2 mil eleitores de todo o país, entre os dias 27 e 31 de agosto de 2026.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03490/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data: Lula lidera primeiro turno com 38%, seguido por Flávio Bolsonaro com 30%]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 38% das intenções de voto totais no primeiro turno da disputa presidencial. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 30%, enquanto Augusto Cury (Avante) tem 11%.

Na sequência, Renan Santos (Missão) aparece com 7%, Ronaldo Caiado (PSD) pontua 4% e Romeu Zema (Novo) tem 2%. Outros candidatos somam 2%. Votos brancos e nulos são 3% e outros 2% não souberam ou não responderam. Este cenário estimulado considerado não inclui Pablo Marçal (PRTB).

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio, os dois aparecem empatados, com 44% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 9% e 3% não souberam ou não responderam. Na rodada anterior, realizada em julho, Lula tinha 45% e Flávio, 42%.

Nos demais confrontos, Ronaldo Caiado é quem aparece com maior vantagem sobre o atual presidente, com 45%, ante 43% do petista, em empate técnico considerando a margem de erro. Contra Romeu Zema, Lula marca 43% e o candidato do Novo, 40%. O presidente tem 44% ante 37% de Renan Santos e 44% contra 40% de Pablo Marçal. A pesquisa não apresenta simulação de segundo turno entre Lula e Cury.

O levantamento também perguntou, independentemente da preferência eleitoral, quem os entrevistados acreditam que será o próximo presidente do Brasil. Lula foi citado por 49%, ante 36% de Flávio Bolsonaro. Renan Santos aparece com 5%, Augusto Cury, com 4%, e Pablo Marçal, com 1%. Outros 5% disseram não saber.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o País entre 27 e 31 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03490/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula envia Lei Orçamentária com salário mínimo de R$ 1.741 em 2027]]></title>
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				<description><![CDATA[A nova regra de correção fez o governo elevar a previsão para o salário mínimo no próximo ano. O projeto da Lei Orçamentária de 2027, enviado na noite desta segunda-feira, 31 de agosto, ao Congresso, prevê mínimo de R$ 1.741, R$ 24 mais alto que o valor de R$ 1.717 proposto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Adiantado na semana passada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o valor representa aumento nominal de 7,4% em relação ao salário mínimo de R$ 1.621 que está em vigor.

A alta obedece à regra aprovada no fim do ano passado, que limita o crescimento do salário mínimo a 2,5% acima da inflação do ano anterior.

O valor final do salário mínimo em 2027 pode ficar ainda maior, caso o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) suba mais que o esperado até novembro.

O indicador é uma das medidas de inflação calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Com base na inflação acumulada entre dezembro de 2025 e novembro de 2026, o governo enviará uma mensagem modificativa ao Congresso no início de dezembro.

Agência Brasil

Ministro da Fazenda

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta segunda-feira, 24 de agosto, que a peça orçamentária de 2027 será "muito diferente" da que o atual governo recebeu em 2023 e informou que o salário mínimo do próximo ano será de R$ 1.741.

Na fala, ele destacou que o reajuste valerá também para a Previdência e benefícios sociais indexados ao piso e negou qualquer desvinculação.

Durigan e os demais ministros que compõem a Junta de Execução Orçamentária (JEO) estiveram reunidos, no fim da tarde desta segunda-feira, 24, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tratar do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que terá de ser apresentado ao Congresso Nacional até o próximo dia 31 de agosto.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 18:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro tem 52,7% de rejeição contra 52% de Lula]]></title>
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				<description><![CDATA[O levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta segunda-feira, 31, mostra que Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem na liderança da rejeição do eleitorado. Flávio é rejeitado por 52,7% dos eleitores e Lula, por 52,0%. Com isso, em um mês, em relação à pesquisa anterior, a rejeição de Flávio oscilou 0,2 pontos para baixo e rejeição de Lula cresceu 2,6 pontos.

A rejeição a Renan Santos (Missão) é de 43,1%. Romeu Zema (Novo) tem 33,9%, Ronaldo Caiado (PSD), 28,5%, e Augusto Cury (Avante), 18,5%, segundo a pesquisa.

Na comparação entre os dois principais nomes do levantamento, 46,4% disseram temer mais a reeleição de Lula do que a eleição de Flávio Bolsonaro (45,5%). Outros 7,9% afirmaram que ambos os resultados preocupam igualmente, e 0,2% disseram não saber.

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi realizada entre 25 e 30 de agosto de 2026, com 5.014 respondentes. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07972/2026.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: Lula tem 45,4% de aprovação, aponta Atlas/Bloomberg]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é desaprovado por 52,9% e aprovado por 45,4%, segundo a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira, 31. Outros 1,7% disseram não saber.

Em um mês, a desaprovação de Lula subiu 1,7 ponto porcentual, enquanto a aprovação caiu 2,2 pontos porcentuais, de acordo com a série histórica do levantamento.

Na avaliação do governo, 51,1% consideram a gestão Lula ruim/péssima, 37,0% a classificam como ótima/boa e 11,9% a avaliam como regular.

Nos recortes demográficos da pesquisa, os grupos que mais desaprovam Lula são os mais jovens (16 a 24 anos), com 76,9%, e os evangélicos, com 76,1%. Já os que mais aprovam o presidente são os idosos (60 a 100 anos), com 63,2%, os católicos, com 55,4%, e os moradores do Nordeste, com 54,7%.

Confira abaixo as perguntas feitas e as respostas dos entrevistados:

"Você aprova ou desaprova o desempenho do presidente Lula?"

- 52,9% - Desaprovo

- 45,4% - Aprovo

- 1,7% - Não sei

"Como você avalia o governo do presidente Lula?"

- 51,1% - Ruim/Péssimo

- 37,0% - Ótimo/Bom

- 11,9% - Regular

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi realizada entre 25 e 30 de agosto de 2026, com 5.014 respondentes. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07972/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:39:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Lula tem 47,1% contra 42,6% de Flávio Bolsonaro no segundo turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlas-bloomberg-lula-tem-47-1-contra-42-6-de-flavio-bolsonaro/631177/</link>
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				<description><![CDATA[A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) num provável segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu 1,8 ponto porcentual, segundo a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada na manhã desta segunda-feira, 31. Lula, que no levantamento do fim de julho tinha 49,2% das intenções de voto, agora registra 47,1%. Flávio Bolsonaro, por sua vez, ficou quase estável: de 42,9% passou a 42,6%. Com isso, a diferença entre ambos recuou de 6,3 pontos para 4,5, uma oscilação acima da margem de erro de um ponto porcentual para cima ou para baixo.

Na disputa do primeiro turno, o levantamento indica também uma oscilação negativa dos candidatos do PT e do PL e o crescimento de Augusto Cury (Avante) para a terceira posição. O petista tem 43,4% das intenções de voto, seguido de Flávio, com 33,7%, no primeiro turno. Depois, vêm Cury (7,8%); Renan Santos, do Missão, (7,6%); Ronaldo Caiado, do PSD, (3,3%); e Romeu Zema, do Novo (1%).

Em relação à pesquisa anterior, referente ao mês de julho, Lula caiu 1,6 ponto porcentual, e Flávio perdeu 2,3 pontos porcentuais.

Cury, com 7,8%, cresceu 6,2 pontos porcentuais no 1º turno em relação ao último levantamento, quando aparecia com 1,6%. Até então, ele figurava sempre atrás de Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).

Nos últimos dias, o candidato teve um "boom" de seguidores em suas redes sociais.

Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, após o debate presidencial promovido por Band e Estadão, com parceria de TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan (23), as sabatinas promovidas pela TV Globo (25 a 30) e o início do horário gratuito eleitoral (28).

Intenção de voto no 1º turno, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):

- 43,4% - Lula (PT)

- 33,7% - Flávio Bolsonaro (PL)

- 7,8% - Augusto Cury (Avante)

- 7,6% - Renan Santos (Missão)

- 3,3% - Ronaldo Caiado (PSD)

- 1,9% - Pablo Marçal (PRTB)

- 1,0% - Romeu Zema (Novo)

- 0,9% - Samara (UP)

- 0,1% - Rui Costa Pimenta (PCO)

- 0,1% - Wilson Grassi (Democrata)

- 0,1% - Branco/Nulo

- 0,2% - Não sei

Cenários de 2º turno conforme pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):

2º Turno: Lula x Flávio Bolsonaro

- 47,1% - Lula

- 42,6% - Flávio Bolsonaro

- 10,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Caiado

- 46,6% - Lula

- 41,0% - Caiado

- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Zema

- 47% - Lula

- 40,7% - Zema

- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Renan Santos

- 47,5% - Lula

- 26,0% - Renan Santos

- 26,6% - Branco/Nulo/Não sei

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi feita entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, com base numa amostra de 5.014 pessoas respondentes e margem de erro de 1% para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07972/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula lidera o primeiro turno com 43,4%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 33,7%, aponta Atlas/Bloomberg]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-lidera-primeiro-turno-com-43-4-e-flavio-bolsonaro-33-7/631175/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, com 43,4%, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira, 31 de agosto. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece na segunda colocação, com 33,7%.

A diferença entre os dois candidatos é de 9,7 pontos percentuais no cenário apresentado pelo levantamento. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 30 de agosto e ouviu 5.014 pessoas.

Na sequência dos dois primeiros colocados, aparecem o escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante), com 7,8% das intenções de voto, e o ativista Renan Santos (Missão), que registra 7,6%.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 3,3%. Já o coach Pablo Marçal (PRTB) soma 1,9%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) tem 1%.

A candidata Samara Martins (UP) registra 0,9% das intenções de voto. Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) aparecem com 0,1% cada. Votos brancos e nulos representam 0,1% dos entrevistados, enquanto 0,2% afirmaram não saber em quem votar.

Pesquisa

O levantamento Atlas/Bloomberg ouviu 5.014 pessoas entre 25 e 30 de agosto. A pesquisa tem margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07972/2026.

No cenário de primeiro turno apresentado pela pesquisa, Lula aparece na liderança com 43,4%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33,7%. Os demais candidatos somam percentuais inferiores a 10%.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:14:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro tem 50% de rejeição contra 49% de Lula, aponta pesquisa BTG/Nexus]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/flavio-bolsonaro-tem-50-de-rejeicao-contra-49-de-lula-btg-nexus/631172/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 31. Do total de entrevistados, 49% dizem que não votariam no petista, enquanto 50% não votariam no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em comparação com a pesquisa anterior, de 24 de agosto, a rejeição de Flávio oscilou dois pontos para cima, dentro da margem de erro, enquanto a rejeição a Lula permaneceu a mesma. Esta é a primeira pesquisa nacional divulgada após a participação dos dois na sabatina do Jornal Nacional, da TV Globo.

Entre os eleitores de Lula, 35% dizem que o petista é o único candidato em quem votariam, e 14% dizem que poderiam votar em outro.

No caso dos eleitores de Flávio, 27% declaram que não votariam em outro candidato. Outros 20% afirmam que poderiam votar em outro.

Flávio é mais rejeitado entre as mulheres (55%), por pessoas com 60 anos ou mais (56%), por quem não tem religião (66%) e por eleitores do Nordeste (59%). O nome de Lula tem maior rejeição entre homens (56%), eleitores de 16 a 24 anos (54%), evangélicos (62%) e sulistas (63%).

A rejeição ao ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) subiu de 34% para 37%, e 41% dizem que não votariam no ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) de jeito nenhum (na pesquisa anterior eram 36%).

No caso de Renan Santos (Missão), a rejeição também subiu de 35% na pesquisa anterior para 40% no levantamento divulgado nesta segunda-feira.

Santos segue o mais desconhecido, com 35% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 26% dos eleitores e Caiado, por 25%.

A BTG/Nexus não perguntou aos entrevistados sobre a rejeição e potencial de voto no escritor e psiquiatra Augusto Cury. Até a semana passada, Cury registrava 2% das intenções de voto no primeiro turno e, na pesquisa divulgada hoje, saltou para o terceiro lugar, com 11%.

Preferência política

O levantamento mostra ainda que 38% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 33% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família.

De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda-feira, 25% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo. Na pesquisa anterior, eram 20%, portanto um crescimento de 5 p.p..

De acordo com o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 14% votam em Lula; 10%, em Flávio; 64% nos demais candidatos e 5% votariam em branco ou anulariam.

A Nexus ouviu 2.005 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, de 28 a 30 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08900/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 08:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 45% em empate técnico no segundo turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-tem-46-e-flavio-bolsonaro-45-em-empate/631171/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de outubro, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 31. O petista registrou 46% das intenções de voto contra 45% do adversário - mesmo resultado da última pesquisa, divulgada em 24 de agosto. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), as projeções também dão empate técnico, com o petista pontuando 44% e o ex-governador de Goiás, 42%. Em relação à pesquisa anterior, Lula oscilou um ponto para baixo, dentro da margem de erro, enquanto Caiado oscilou dois pontos para cima. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%, e eleitores que não sabem são 1%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 46% a 41%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 47% contra 41% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 12%, enquanto os que não sabem são 1%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 38% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 14%. Eleitores que não sabem são 1%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 47% a 36%.

Não foram realizadas projeções com os outros concorrentes, como por exemplo, o escritor Augusto Cury, candidato do Avante.

A Nexus ouviu 2.005 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, de 28 a 30 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08900/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 08:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula lidera com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33% no primeiro turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante) subiu para o terceiro lugar nas intenções de voto para a eleição presidencial, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 31. De 2% na semana passada, Cury saltou para 11% das intenções de voto. As entrevistas foram feitas entre a última sexta-feira, 28, e domingo, 30, após a participação do escritor na sabatina da TV Globo. O crescimento no número de seguidores do escritor nas redes sociais já havia sido notado também após o primeiro debate presidencial Band/Estadão, realizado no dia 23 de agosto.

Ao longo da última semana, Cury registrou um aumento expressivo tanto na busca por seu nome no Google quanto no engajamento em suas redes sociais. Seu perfil no Instagram saltou de cerca de 8,4 milhões para 10,7 milhões de seguidores em uma semana, representando um ganho de cerca de 2 milhões de novos perfis.

Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua liderando as intenções de voto para o primeiro turno, mas caiu de 41% na semana passada para 39% na pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 31. A oscilação está dentro da margem de erro de 2%.

Em seguida aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), que caiu de 37% das intenções de voto na semana passada para 33% no levantamento desta segunda-feira. A vantagem do petista sobre o filho do presidente Jair Bolsonaro voltou a subir para 6 pontos porcentuais.

Veja um cronograma das variações de vantagem do atual mandatário sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro no último mês:

- 29 de junho: Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio

- 13 de julho: vantagem do petista era de 6 p.p;

- 27 de julho: subiu para 9 pontos porcentuais;

- 3 de agosto: vantagem caiu para 4 pontos;

- 10 de agosto: voltou a subir para 5 pontos;

- 17 de agosto: se manteve em 5 pontos;

- 24 de agosto: caiu para 4 pontos.

- 31 de agosto: subiu para 6 pontos.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em quarto lugar, com 5%. Em seguida, com 3%, vem o ativista Renan Santos (Missão). O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) registrou 1%. Brancos e nulos somam 3% e não sabem ou não responderam 3%. Em outra projeção de 1º turno, o coach Pablo Marçal, que está inelegível por decisão da Justiça Eleitoral, pontua 3%.

A Nexus ouviu 2.005 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08900/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 08:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula prevê empréstimo de R$ 6 bilhões aos Correios no Orçamento de 2027]]></title>
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				<description><![CDATA[O governo federal deve enviar ao Congresso Nacional, na próxima segunda-feira, 31 de agosto, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 com a previsão de um empréstimo de R$ 6 bilhões aos Correios.

A operação foi incluída na proposta orçamentária como uma medida para reforçar o caixa da estatal, que atravessa uma grave crise econômico-financeira e passa por um processo de reestruturação.

De acordo com a proposta, os recursos serão obtidos por meio de uma operação de crédito. A medida terá impacto sobre o resultado nominal das contas públicas, mas não produzirá efeito direto sobre o resultado primário.

O dinheiro deverá ser utilizado para manter as atividades dos Correios, incluindo investimentos operacionais e o pagamento de despesas correntes.

A previsão de um novo financiamento ocorre após a estatal já ter recorrido a uma operação de R$ 12 bilhões em 2025, realizada com bancos privados e com aval da União.

A situação financeira dos Correios se deteriorou nos últimos três anos, período em que a empresa acumulou prejuízos, registrou queda nas receitas e viu suas despesas aumentarem. Diante desse cenário, a estatal passou a adotar medidas destinadas a reduzir custos e reorganizar suas operações.

Empréstimo terá garantia da União

A operação de R$ 6 bilhões foi autorizada pelo Tesouro Nacional e integra o plano de reestruturação dos Correios. O financiamento foi estruturado depois que cinco bancos apresentaram propostas de crédito para a empresa.

O acordo terá validade até 2040 e contará com garantia da União. Na prática, o aval significa que o governo federal oferece respaldo à operação e reduz o risco assumido pelas instituições financeiras que concederem o crédito.

Caso os Correios não consigam cumprir as parcelas do financiamento e entrem em inadimplência, a União poderá ser acionada para honrar os pagamentos. A garantia funciona, portanto, como uma proteção adicional para os bancos envolvidos na operação.

A inclusão do empréstimo no PLOA de 2027 ocorre em um momento no qual a empresa busca recuperar sua capacidade financeira e garantir a continuidade de suas atividades. O financiamento deverá contribuir para o caixa necessário à manutenção dos serviços e à execução dos investimentos previstos.

Correios adotam plano de reestruturação

Além da busca por crédito, os Correios anunciaram, no ano passado, um plano de reestruturação com uma série de medidas para reduzir despesas e melhorar a situação financeira da empresa.

Entre as ações previstas estão o corte de custos, a implementação de um Programa de Demissão Voluntária (PDV), a venda de imóveis considerados ociosos e a renegociação de contratos.

O plano também contempla mudanças nas condições de trabalho e na estrutura de benefícios. Entre as medidas anunciadas estão a redução da jornada de trabalho, alterações nos planos de saúde e o retorno dos funcionários ao trabalho presencial.

Outra iniciativa prevista pela estatal é o lançamento de um marketplace próprio, ampliando a atuação dos Correios para além de suas atividades tradicionais.

O novo empréstimo, caso a previsão seja mantida no Orçamento de 2027, será mais uma etapa do esforço para enfrentar a crise financeira da empresa. A operação se soma às medidas de redução de custos e reorganização anunciadas pelos Correios, em uma tentativa de recuperar o equilíbrio das contas e manter o funcionamento da estatal.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 17:16:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE começa a julgar registros de candidatos à Presidência na próxima segunda-feira (31)]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse-comeca-a-julgar-registros-de-candidatos-a-presidencia-na-proxima/631087/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para a próxima segunda-feira, 31 de julho, o início do julgamento virtual dos registros dos candidatos à Presidência da República nas eleições de outubro.

O julgamento terá início à meia-noite e ficará aberta até o dia 2 de setembro. Na modalidade virtual, os ministros inserem os votos no sistema eletrônico da Corte e não há deliberação presencial.

O TSE recebeu 13 pedidos de registros de candidaturas: 


	Augusto Cury (Avante);
	Clariana Barão (DC); 
	Edmilson Costa (PCB);
	Flávio Bolsonaro (PL);
	Hertz Dias (PSTU); 
	Luiz Inácio Lula da Silva (PT); 
	Pablo Marçal (PRTB); 
	Renan Santos (Missão); 
	Romeu Zema (Novo); 
	Ronaldo Caiado (PSD); 
	Rui Costa Pimenta (PCO);
	Samara Martins (UP) e 
	Wilson Grassi (Democrata).


Para terem os registros concedidos, os candidatos precisam apresentar documentos para comprovar que estão elegíveis e que não têm pendências com a Justiça Eleitoral.

No caso de Pablo Marçal, o TSE já determinou que o candidato deve ficar proibido temporariamente de fazer campanha eleitoral, comparecer a debates e participar do horário eleitoral no rádio e na TV. Os ministros aceitaram um pedido de liminar protocolado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) para suspender a campanha de Marçal até que o TSE julgue de forma definitiva o registro de candidatura, o que vai ocorrer na próxima segunda-feira. 

No pedido, o MPE afirmou ao tribunal que Pablo Marçal está inelegível até 2032 por ter sido condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo por ofertar gravações de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro. O episódio ocorreu nas eleições municipais de 2024.

Eleições

O primeiro turno será no dia 4 de outubro, quando serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 20:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Federal sanciona nova lei que permite reduzir tributos sobre gasolina e outros combustíveis ]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei Complementar nº 235, de 27 de agosto de 2026, que cria medidas extraordinárias relacionadas à tributação de combustíveis. O texto, aprovado anteriormente pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 28 de agosto.

A nova legislação permite que o governo federal adote medidas para reduzir tributos sobre combustíveis durante 2026, com o objetivo de amenizar os impactos econômicos do conflito no Oriente Médio e das mudanças no mercado internacional de energia.

As medidas poderão alcançar tributos federais cobrados sobre a importação, produção e comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação.

A lei, no entanto, não reduz automaticamente o preço dos combustíveis nos postos. Ela estabelece regras para que o Poder Executivo possa diminuir a tributação, caso decida adotar essa medida.

Receitas extras do setor de petróleo 

Caso o governo reduza a cobrança de tributos e, consequentemente, arrecade menos, a perda poderá ser compensada por receitas extraordinárias obtidas pela União com o setor de petróleo e gás.

Poderão ser considerados, por exemplo, valores adicionais provenientes de royalties, participação especial na exploração de petróleo e gás natural, arrecadação tributária do setor e dividendos recebidos pela União de empresas petrolíferas.

Na prática, se o governo arrecadar com petróleo e gás mais do que estava previsto no Orçamento de 2026, parte desse dinheiro poderá ser utilizada para compensar a perda provocada pela redução dos tributos sobre combustíveis.

O Poder Executivo deverá informar o impacto financeiro das medidas e demonstrar como a perda de arrecadação será compensada. Essas informações deverão constar no Relatório de Avaliação Bimestral de Receitas e Despesas.

Lei cria proteção para o etanol

A legislação também estabelece regras para evitar que uma eventual redução dos tributos sobre combustíveis fósseis prejudique os biocombustíveis.

Se a tributação federal da gasolina cair 30% ou mais em comparação com o nível praticado antes do conflito considerado pela lei, os tributos correspondentes cobrados sobre o etanol deverão ser zerados.

Caso outras reduções tributárias sobre combustíveis fósseis prejudiquem a competitividade dos biocombustíveis, o governo também deverá conceder apoio financeiro aos produtores e cooperativas do setor.

Produtores de etanol poderão receber até R$ 1,2 bilhão

A Lei Complementar nº 235 prevê ainda uma subvenção de até R$ 1,2 bilhão para produtores e cooperativas de produtores de etanol hidratado.

O benefício considera o período entre 25 de maio e 11 de agosto de 2026. O valor destinado a cada beneficiário será calculado de acordo com a quantidade de etanol hidratado comercializada nesse intervalo. As regras para habilitação e pagamento ainda serão regulamentadas.

Os produtores também poderão utilizar créditos de PIS/Pasep e Cofins para compensar débitos de tributos administrados pela Receita Federal. Em 2026, o limite total desse mecanismo será de R$ 750 milhões.

Lei também contempla projetos de fertilizantes

Além dos combustíveis, a legislação estabelece medidas relacionadas à Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, ao Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes e à realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA de 2027 no Brasil.

Na área de fertilizantes, a União poderá conceder créditos fiscais para projetos de produção realizados no Brasil até 31 de dezembro de 2031. O benefício abrange fertilizantes e matérias-primas utilizadas na fabricação, além de remineralizadores, bioinsumos e biofertilizantes.

Entre 2027 e 2031, está previsto inicialmente um limite de R$ 1 bilhão por ano para esses créditos. O benefício poderá corresponder a até 20% dos gastos elegíveis dos projetos, conforme as regras que ainda serão regulamentadas. A concessão dos benefícios dependerá da disponibilidade de recursos no Orçamento federal. A Lei Complementar nº 235 entrou em vigor na data de sua publicação.

 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 17:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Congresso deve votar na semana que vem fim da taxa das blusinhas, afirma Hugo Motta]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/congresso-deve-votar-na-semana-que-vem-fim-da-taxa-das-blusinhas/631047/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou que o Congresso deve votar na semana que vem a Medida Provisória 1357/26, que acaba com a taxa de importação para compras de até 50 dólares em plataformas virtuais.

A declaração foi dada na quarta-feira, 26 de agosto, após almoço no Palácio do Alvorada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União).

Hugo Motta lembrou que a comissão mista da MP da Taxa das Blusinhas ainda deve ser instalada. O presidente da comissão será indicado pela Câmara e o relator, pelo Senado.


A MP vence no meio de setembro. É uma vitória não apenas das pessoas que compram nessas plataformas. Muitas indústrias brasileiras fornecem por essas plataformas produtos que são vendidos por empresas brasileiras. É uma medida que será importante para nossa economia", afirmou.


Em postagem em sua rede social, Hugo Motta anunciou que vai indicar o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) para presidir a comissão mista. "O fim da taxa é uma demanda da população e vai aliviar o bolso de milhões de brasileiros que compram pela internet&#39;&#39;.

Votações no Senado

Motta também comemorou o acordo para votação, durante o esforço concentrado no Senado, de outras propostas aprovadas recentemente pela Câmara dos Deputados: a PEC 18/25, da Segurança Pública; a PEC 221/19, do fim da escala 6 x 1; o PL 278/26, que estabelece o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata); e a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PL 2780/24).


"É disso que o Brasil precisa, diálogo cooperação e trabalho conjunto entre o Congresso e o Poder Executivo&#39;&#39;, apontou.


O presidente Lula afirmou que as propostas do Redata e dos minerais críticos são especialmente delicadas. "A possibilidade de investimento no Brasil pode chegar a R$ 500 bilhões", espera.


Já tem muita gente estrangeira comprando aquilo que ainda nem regulamos. Essa riqueza é do Brasil e temos de garantir que se transforme em uma coisa que faça o povo brasileiro sonhar", concluiu.


Fonte: Agência Câmara de Notícias
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 12:40:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula apresentou ao Congresso proposta de revisão da aposentadoria de militares, diz ministro da Fazenda]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-apresentou-congresso-revisao-aposentadoria-militares/630870/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira, 25, que há um problema grave de distorção na aposentadoria de militares e que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, apresentou para o Congresso uma proposta de revisão dessas aposentadorias.

"Eu convido que a gente se debruce sobre isso", emendou o ministro.

As declarações de Durigan foram feitas em participação em evento organizado pela revista Exame e o Movimento Brasil Competitivo (MBC) em São Paulo, com coordenadores de campanha dos candidatos à Presidência da República.

Ao comentar críticas feitas por outros coordenadores ao governo Lula, Durigan reiterou que o governo está fazendo uma revisão de gasto tributário.

"São R$ 200 bilhões, previsão de R$ 20 bilhões de arrecadação adicional, cortando o benefício tributário do País", disse.

Também argumentou que, no agregado, entre 2024 e 2026, o arcabouço fiscal funcionou.

O ministro abordou ainda a questão da dívida de Minas Gerais. Disse que recebeu um calote do Estado, mas que é preciso "rolar e abrir oportunidade".

Detalhou que Minas Gerais agora aderiu ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e, como contrapartida, para não pagar juros ao Governo Federal, o Estado deve investir em ensino médio profissionalizante.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 16:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Zema diz que pretende fatiar Petrobras e BB para viabilizar privatização]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/zema-diz-que-pretende-fatiar-petrobras-e-bb-para-viabilizar/630836/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, voltou a defender nesta terça-feira, 25, a privatização de grandes empresas estatais. Zema afirmou que pretende dividir companhias como a Petrobras e o Banco do Brasil "por áreas" para viabilizar o processo de privatização.

"Eu não vou vender o Banco do Brasil como ele está. Eu quero que o Banco do Brasil se transforme em três, quatro, cinco, para poder aumentar a concorrência", afirmou. O mesmo seria feito com a Petrobras, com "cada refinaria e cada região" tendo um operador.

Na entrevista, Zema incluiu o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na lista de eventuais privatizações, mas disse que a Caixa Econômica Federal ficará de fora. "A Caixa tem papel social, e não seria privatizada", disse.

Os recursos, de acordo com o ex-governador de Minas, seriam usados para melhorar a vida do brasileiro. Zema também citou aportes de fundos de pensão estatais no Banco Master como justifica para desestatizar as companhias. "O setor público é capturado por esses escândalos", declarou.

Ele rebateu, no entanto, acusações de envolvimento da Cemig, empresa estatal mineira, nas investigações sobre o banco.

"Pedi para o atual governador que investigue a fundo. E que a Receita apure e puna a sonegação. Sou totalmente favorável. Não quero que ninguém fique protegido."

Estadão Conteúdo.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Zema diz que dívida de 300% em Minas Gerais "foi toda feita no passado" e destaca melhora na situação fiscal do estado]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/zema-diz-que-divida-de-300-em-minas-gerais/630822/</link>
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				<description><![CDATA[Candidato a presidente, Romeu Zema (Novo) indicou durante sabatina no Jornal Nacional, da TV, Globo nesta segunda-feira, 24, que pode flexibilizar medidas do ajuste fiscal que vinha defendendo para as contas públicas brasileiras. (Confira vídeo abaixo)





 


 

 



 




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Ele admitiu manter a atual política de valorização do salário mínimo, se as contas públicas permitirem, e disse que primeiro quer tentar arrecadar mais recursos para a Previdência Social por meio do aumento da formalização do emprego antes de alterar a idade mínima da aposentadoria.

"Por ora, não", disse ele ao ser questionado se mexeria na idade mínima. "Nós vamos mexer à medida em que a expectativa de vida aumentar e depois de ver se não conseguimos arrecadar mais com a maior formalização", afirmou Zema.

A declaração vai na contramão do plano de governo de Zema. O documento protocolado no TSE fala em criar "mecanismo de reajuste automático da idade mínima", com "base na expectativa de vida da população". O texto não coloca como condicionante o aumento da arrecadação por meio da formalização do emprego.

Antes, o ex-governador de Minas condicionava a medida somente aos cálculos atuariais. Em uma entrevista em maio, por exemplo, ele disse que poderia aumentar a idade mínima em seis meses nos próximos cincos anos. Ele não disse, nesta segunda, se pretende aumentar o tempo de contribuição, como defendeu em entrevistas ao longo dos últimos meses.

Zema foi sabatinado durante 40 minutos pela TV Globo. Os aliados argumentam que ele faltou ao debate de domingo, 23, organizado pela Band e pelo Estadão, para se preparar para a sabatina.

Na entrevista, Zema manteve, inicialmente, a proposta de conceder reajuste do salário mínimo apenas pela inflação. Depois, admitiu manter a regra atual, em que há crescimento real de acordo com a variação do PIB dos dois anos anteriores. "Se a economia estiver indo bem, as contas equilibradas, sim [poderia dar ganho real]", afirmou ele.

Ainda na economia, ele defendeu um piso conjunto de gastos para saúde e educação sob o argumento em que há cidades com necessidades diferentes conforme o perfil demográfico.

Zema também foi questionado sobre o crescimento da dívida pública de Minas Gerais sob sua gestão. Como resposta, ele afirmou que "a dívida hoje representa muito menos para a economia mineira do que representava do que quando eu assumi" e que quitou débitos com fornecedores e o funcionalismo público.

O ex-governador de Minas Gerais também incentivou que as pessoas se vacinem - ele próprio tomou as doses necessárias durante a pandemia da covid-19 -, mas disse ser contra a obrigatoriedade da vacina.

"Eu não posso permitir que uma família seja perseguida porque alguém não tomou a vacino. Essa questão de ser obrigatório, transformar num crime, isso não pode acontecer num país democrático", afirmou.

Zema também se opôs à condenação dos golpistas do 8 de Janeiro. Ele declarou que concederia anistia ou ao menos um novo julgamento em um tribunal que não seja "político".

"O que nós vimos no Brasil foi perseguição", disse. "Na minha opinião, comete crime quem leva o crime adiante. Quem pensou, ou até idealizou, mas não levou [o crime até a consumação], pra mim não cometeu no crime", acrescentou Zema.

No caso do crime de golpe de Estado, a mera tentativa é penalizada. O argumento é que se o crime for consumado, os autores não poderão ser punidos porque terão derrubado o Estado Democrático de Direito, que permite a penalização, e assumido o Poder.

Na segurança pública, Zema declarou que o Brasil pode adaptar medidas implantadas por Nayib Buele em El Salvador - a gestão dele é criticada por violação dos direitos humanos e encarceramento em massa.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:18:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Plano Brasil Soberano: empresas atingidas por tarifaço e guerras terão R$ 13,5 bilhões em crédito ]]></title>
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				<description><![CDATA[O governo federal definiu como serão aplicados os R$ 13,5 bilhões em linhas de crédito do Plano Brasil Soberano destinados a empresas afetadas pelo tarifaço dos Estados Unidos e pelos impactos de conflitos e da instabilidade internacional.

A resolução que detalha a distribuição dos recursos foi publicada nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial da União (DOU) pelo Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano. O pacote havia sido anunciado pelo governo em julho e dependia da regulamentação para avançar.

A maior parte do dinheiro, R$ 5 bilhões, será direcionada a exportadores e fornecedores atingidos pelo aumento das tarifas comerciais aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

Outros R$ 3,5 bilhões serão destinados a empresas que exportam para países do Golfo Pérsico, região afetada pelo conflito no Oriente Médio.

Divisão dos recursos


	Os R$ 5 bilhões restantes serão distribuídos entre três áreas consideradas estratégicas pelo governo:
	R$ 2 bilhões para empresas que atuam na produção de adubos, fertilizantes e intermediários para fertilizantes;
	R$ 2 bilhões para atividades industriais e tecnológicas relacionadas à cadeia de minerais críticos e estratégicos;
	R$ 1 bilhão para empresas de setores industriais considerados relevantes para o comércio exterior brasileiro.
	No caso dos minerais, o crédito poderá financiar atividades de lavra, etapa de extração do minério. As atividades deverão estar associadas ao beneficiamento, refino ou transformação da matéria-prima.


Quem terá acesso

As linhas de financiamento poderão ser contratadas por diferentes tipos de empresas e organizações ligadas à atividade exportadora.

Entre os beneficiários estão:


	empresas, cooperativas e associações exportadoras de bens industriais e seus fornecedores;
	produtores e exportadores dos setores de agricultura, pecuária, florestas plantadas, pesca e aquicultura;
	empresas que exportam recursos minerais e seus fornecedores;
	empresas de setores industriais relevantes para o comércio exterior brasileiro.


A medida, portanto, não se restringe às companhias que vendem diretamente para o mercado externo. Fornecedores das cadeias afetadas também poderão acessar os recursos, desde que se enquadrem nas regras do programa.

Como usar o crédito

O dinheiro poderá ser empregado tanto para despesas de curto prazo quanto para investimentos.

Entre as finalidades previstas estão capital de giro, compra de máquinas e equipamentos e adaptação da atividade produtiva. Também poderão ser financiados projetos para aumentar a capacidade de produção e fortalecer cadeias produtivas.

O programa prevê ainda crédito para inovação tecnológica e para a adaptação de produtos, serviços e processos às novas condições de mercado.

Outras possibilidades de financiamento poderão ser definidas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e pelo Ministério da Fazenda.

Impacto do tarifaço

A parcela de R$ 5 bilhões destinada aos exportadores foi criada em meio ao aumento das tarifas estadunidenses sobre produtos brasileiros.

Segundo as informações apresentadas pelo governo, as sobretaxas aplicadas pelos Estados Unidos elevaram os custos de acesso ao mercado estadunidense e aumentaram a pressão sobre empresas brasileiras que dependem das exportações.

O crédito do Plano Brasil Soberano busca dar fôlego financeiro a essas empresas e às cadeias de fornecedores relacionadas às exportações. 

O programa também direciona recursos para empresas que negociam com países do Golfo Pérsico, diante dos possíveis impactos econômicos provocados pelo conflito no Oriente Médio.

Fiscalização do BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ficará responsável pelo acompanhamento das operações.

O banco deverá enviar mensalmente ao Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano informações sobre as operações aprovadas e contratadas, além dos valores efetivamente desembolsados.

A distribuição dos R$ 13,5 bilhões também poderá ser alterada. A resolução permite que o Conselho Interministerial revise a alocação dos recursos conforme o ritmo de execução do programa e as prioridades da política pública.

Agência Brasil
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				<category>Governo Federal</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 10:55:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Zema diz ser contra obrigatoriedade da vacina e defende liberdade de escolha]]></title>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) afirmou ser contra a obrigatoriedade da vacina durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, realizada nesta segunda-feira, 24 de agosto.

Embora tenha declarado apoio à vacinação e confirmado que recebeu as doses recomendadas durante a pandemia de covid-19, o ex-governador de Minas Gerais disse não concordar com medidas que possam obrigar pessoas a se imunizar.

A declaração foi dada ao responder a uma pergunta sobre a posição que adotaria em relação à vacinação caso chegasse à Presidência. Zema sustentou que a decisão deveria permanecer no âmbito individual e familiar, sem que o Estado transformasse a recusa à imunização em crime.

“Eu não posso permitir que uma família seja perseguida porque alguém não tomou a vacina”, afirmou o candidato. Na sequência, reforçou a posição contrária à obrigatoriedade: “Essa questão de ser obrigatório, transformar num crime, isso não pode acontecer num país democrático”.

Na área da saúde, além de rejeitar a imposição da vacinação, o candidato defendeu uma abordagem baseada na autonomia das famílias. A posição apresentada na entrevista mantém o foco na escolha individual, mesmo diante de situações em que políticas públicas de imunização possam ser utilizadas para ampliar a cobertura vacinal da população.

Outros tópicos debatidos

Em outros temas, Zema afirmou que pretende buscar alternativas antes de promover mudanças mais duras na Previdência. Disse, por exemplo, que inicialmente tentaria ampliar a arrecadação por meio da formalização do mercado de trabalho antes de alterar a idade mínima para aposentadoria.

O candidato também admitiu que poderia manter a atual política de valorização do salário mínimo caso as contas públicas estivessem equilibradas e a economia apresentasse bom desempenho.

Na segurança pública, Zema mencionou a possibilidade de adaptar ao Brasil medidas adotadas pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, cuja política de combate à criminalidade é acompanhada de críticas de organizações de direitos humanos.

Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 09:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro cumpre agenda no Nordeste e Lula permanece em Brasília; confira as agendas dos presidenciáveis]]></title>
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				<description><![CDATA[A agenda dos candidatos à Presidência da República nesta terça-feira, 25 de agosto, apresenta diferentes estratégias de campanha, com compromissos concentrados em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas.

Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permanece na capital federal para cumprir compromissos como presidente, Flávio Bolsonaro (PL) faz sua primeira viagem ao Nordeste desde o início oficial da campanha, em 16 de agosto.

Os demais candidatos também mantêm uma rotina marcada por entrevistas, sabatinas, fóruns e encontros com diferentes setores da sociedade.

A programação evidencia a tentativa das campanhas de ocupar espaços distintos e ampliar a exposição dos candidatos durante a corrida eleitoral.

Agenda dos candidatos à Presidência nesta terça-feira (25)

Lula (PT)

Lula não terá agenda eleitoral pública nesta terça. O presidente permanece em Brasília e despacha no quartel-general do Exército. A rotina de chefe do Executivo se sobrepõe, neste momento, à agenda de campanha, que deverá ganhar novos compromissos nos próximos dias.

Na quarta-feira (26), Lula deve se reunir com Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados, e Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado. Entre os assuntos que o governo pretende discutir está a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1.

Flávio Bolsonaro (PL)

Flávio Bolsonaro leva a campanha para Alagoas nesta terça-feira. O senador desembarca em Maceió e terá uma programação voltada à mobilização política e ao contato com representantes do setor produtivo.

Após chegar à capital alagoana, o candidato participa de uma carreata de aproximadamente 8 quilômetros, com saída prevista do aeroporto às 11h. Depois do almoço, Flávio se reúne com empresários para discutir questões relacionadas à atividade econômica e à produção.

No fim da tarde, o senador participa da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus, durante a celebração dos 111 anos da igreja em Alagoas.

A passagem pelo Nordeste marca uma mudança geográfica na estratégia de campanha de Flávio Bolsonaro, que até então vinha concentrando parte importante de suas atividades em outras regiões do país.

Ronaldo Caiado (PSD)

Ronaldo Caiado (PSD) permanece em São Paulo durante a manhã para participar do ABDIB Fórum Eleições 2026, às 10h30. Depois, o candidato segue para o Rio de Janeiro, onde participa de uma sabatina da Rede Globo. A entrevista está prevista para as 21h.

Romeu Zema (Novo)

Romeu Zema (Novo), por sua vez, também começa o dia em São Paulo. Às 8h, o ex-governador de Minas Gerais participa de um encontro com moradores da Favela Tavares Bastos para discutir segurança pública.

Às 10h30, Zema participa de uma sabatina do jornal O Globo. Depois do compromisso, segue para Teófilo Otoni, em Minas Gerais, dando continuidade à agenda de campanha.

Renan Santos (Missão)

Renan Santos (Missão) também concentra suas atividades na capital paulista. O candidato participa de uma sabatina em um canal do YouTube no início da manhã e, no horário do almoço, estará no ABDIB Fórum Eleições 2026.

Durante a tarde, Santos participa de outra entrevista em um canal do YouTube, encerrando a programação prevista para esta terça-feira.

Com agendas que combinam presença regional, entrevistas e encontros com setores específicos, os candidatos buscam ampliar a exposição de suas propostas e fortalecer a comunicação direta com diferentes públicos durante a campanha presidencial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 09:12:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Errou? Zema comete gafe em sabatina da TV Globo ao dizer que tem "programas contra as mulheres"]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/zema-comete-gafe-ao-falar-sobre-programas-contra-mulheres/630802/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), cometeu uma gafe durante entrevista à TV Globo, nesta segunda-feira, 24 de agosto, ao responder sobre medidas de enfrentamento à violência contra as mulheres. Ao ser questionado pela jornalista Renata Vasconcellos sobre o aumento dos casos de feminicídio em Minas Gerais durante sua gestão, o candidato afirmou que possui “uma série de programas contra as mulheres”. (Confira o momento abaixo)





 


 

 



 




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A declaração ocorreu quando Zema apresentava propostas que, segundo ele, foram desenvolvidas para combater a violência doméstica e ampliar a proteção às vítimas. Na sequência, o candidato citou medidas relacionadas ao atendimento especializado, acolhimento e utilização de equipamentos tecnológicos para monitorar agressores.

“Eu tenho uma série de programas contra as mulheres que inclusive levei adiante”, afirmou Zema durante a entrevista.

Na mesma resposta, o ex-governador mencionou a ampliação do número de delegacias especializadas no atendimento às mulheres. Ele também defendeu a presença de profissionais capacitadas para receber as vítimas nesses espaços.

Violência

Zema também citou a criação e ampliação de casas de acolhimento para mulheres vítimas de violência doméstica. Segundo o candidato, essas estruturas são importantes para garantir que vítimas tenham um local seguro para permanecer e não precisem retornar imediatamente ao ambiente onde sofreram a violência.

Outro ponto mencionado durante a entrevista foi o uso de tecnologia para monitorar homens investigados ou responsabilizados por agressões contra mulheres. O candidato defendeu a utilização de tornozeleiras eletrônicas com recursos capazes de emitir sinais sonoros e acionar automaticamente a polícia quando o agressor se aproximar da vítima a uma distância inferior a 200 metros.

Além das medidas de proteção, Zema afirmou que pretende desenvolver ações de conscientização nas escolas. A proposta apresentada pelo candidato envolve trabalhar o tema da violência contra as mulheres com crianças desde o ambiente escolar.

A resposta ocorreu durante uma entrevista em que o ex-governador foi questionado especificamente sobre o cenário de feminicídios em Minas Gerais durante o período em que esteve à frente do governo estadual. A pergunta também abordou quais medidas ele pretende adotar, caso seja eleito presidente, para enfrentar a violência contra as mulheres.

A escolha das palavras feita pelo candidato chamou atenção nas redes sociais logo após a entrevista. Usuários repercutiram o trecho em que Zema utilizou a expressão “programas contra as mulheres” ao apresentar iniciativas que tinham como objetivo declarado combater a violência e ampliar a proteção feminina.

A fala foi interpretada por internautas como uma gafe durante a entrevista. O trecho passou a circular nas redes sociais acompanhado de comentários sobre a formulação utilizada pelo candidato.

Apesar da expressão utilizada na resposta, as medidas apresentadas por Zema durante a entrevista foram direcionadas ao combate à violência doméstica, à proteção das vítimas e ao atendimento especializado de mulheres em situação de violência.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 07:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Simplex/CBN: Raquel Lyra tem 55,4% e João Campos 43,3% dos votos válidos e venceria no primeiro turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/simplexcbn-raquel-lyra-tem-554-dos-votos-validos-contra-433-de/630719/</link>
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				<description><![CDATA[A governadora Raquel Lyra (PSD) aparece na liderança da disputa pelo Governo de Pernambuco com 55,4% dos votos válidos, contra 43,3% de João Campos (PSB), segundo a nova pesquisa Simplex/CBN. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira, 24 de agosto.

A diferença entre os dois principais candidatos é de 12,1 pontos percentuais nesse recorte da pesquisa. Os votos válidos são calculados considerando apenas as escolhas feitas diretamente por um candidato, sem incluir os votos brancos e nulos. Por isso, os percentuais apresentados nesse cenário não correspondem ao total de respostas da pesquisa estimulada.

No cenário estimulado com todos os candidatos, Raquel Lyra registra 46,2% das intenções de voto, enquanto João Campos aparece com 36,1%. Guilherme Fonseca (PSTU) tem 0,6%. Professora Camila (UP), Ivan Moraes (PSOL), Renan (Missão) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) registram 0,1% cada. Victor Assis (PCO) não pontuou.

Nesse cenário, 6,2% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 10,5% não souberam ou não responderam.

Raquel também lidera em cenário apenas com dois candidatos

A vantagem da governadora também aparece quando a pesquisa considera apenas Raquel Lyra e João Campos na disputa. Nesse cenário, Raquel registra 47,4% das intenções de voto, enquanto João Campos soma 38%.

Quando considerados somente os votos válidos, a governadora chega a 55,5%, contra 44,5% do prefeito do Recife. A pesquisa também avaliou a chamada intenção de voto espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados. Raquel aparece com 39,6%, enquanto João Campos tem 26,9%.

Outros nomes citados somam 0,2%. Brancos e nulos representam 4,9%, e 28,4% não souberam ou não responderam.

Aprovação

Além da intenção de voto, o levantamento mediu a avaliação da gestão de Raquel Lyra. Segundo a Simplex/CBN, 63,8% aprovam o governo da governadora, enquanto 28,8% desaprovam. Outros 7,4% não souberam ou não responderam.

A pesquisa ouviu 1.067 eleitores entre os dias 16 e 21 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-06688/2026.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:10:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Datafolha: Raquel Lyra é mais aprovada que Lula em Pernambuco, com 66% contra 62%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/datafolha-raquel-lyra-e-mais-aprovada-que-lula-em-pernambuco/630713/</link>
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				<description><![CDATA[A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, (PSD) aparece com 66% de aprovação entre os pernambucanos, quatro pontos percentuais acima do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registra 62%, segundo a última pesquisa Datafolha realizada no estado.

O levantamento ouviu 1.204 pernambucanos entre os dias 18 e 20 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Além da aprovação, a pesquisa também mostrou diferença na taxa de desaprovação dos dois governantes. Enquanto 33% dos entrevistados desaprovam Lula, o índice é de 29% para Raquel Lyra.

Os números aparecem às vésperas do início da propaganda eleitoral e em um momento de maior aproximação pública entre a governadora e o presidente.

Raquel também supera Lula na avaliação do governo

A vantagem de Raquel Lyra sobre Lula também aparece quando os entrevistados foram questionados sobre como classificam as respectivas administrações.

O governo de Pernambuco foi avaliado como ótimo ou bom por 50% dos entrevistados. Outros 30% consideraram a gestão regular, enquanto 18% classificaram o governo como ruim ou péssimo. 2% não responderam.

Na avaliação do governo Lula, 46% dos pernambucanos disseram considerar a administração ótima ou boa. O percentual dos que classificaram o governo como regular foi de 27%, enquanto 25% avaliaram a gestão como ruim ou péssima. 1% não respondeu.

O resultado ocorre em meio ao movimento de aproximação de Raquel com Lula. Nos últimos dias, a governadora tem destacado, em pronunciamentos pelo estado, o apoio recebido do presidente e ações realizadas em parceria entre os governos estadual e federal.

Nas redes sociais, também foi divulgado um vídeo em que Raquel aparece ao lado de Lula em diferentes momentos, incluindo agendas relacionadas à assinatura de ordens de serviço e visitas a obras.

A aproximação ganha relevância no cenário eleitoral de Pernambuco. Com o início da propaganda eleitoral, Lula deverá aparecer na campanha de João Campos, do PSB. Já a governadora, que é filiada ao PSD, não terá a participação do presidente em sua propaganda, uma vez que o PT está coligado com o PSB, e não com o partido de Raquel.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 11:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Deu sono? Vice de Caiado, Kassab cochila durante debate da Band e candidato brinca: "Você vai dormir tranquilo"]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/kassab-cochila-debate-presidencial-video-viraliza-redes-sociais/630706/</link>
				<guid>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/kassab-cochila-debate-presidencial-video-viraliza-redes-sociais/630706/</guid>
				<description><![CDATA[Deu sono no debate? O vice de chapa do candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD), Gilberto Kassab, virou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais após ser flagrado cochilando durante o primeiro debate presidencial das eleições de 2026. O encontro foi realizado pela Band neste domingo, 23 de agosto, e contou com a participação de três dos seis candidatos convidados.

A cena ocorreu enquanto o candidato Renan Santos (Missão) falava. O momento foi registrado pelas câmeras e rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais. Segundo o material divulgado, o vídeo ultrapassou 1 milhão de visualizações apenas na rede social X.

A situação também foi comentada pelo próprio Ronaldo Caiado. Em uma publicação nas redes sociais nesta segunda-feira, 24 de agosto, o candidato aproveitou o episódio para fazer uma brincadeira com o companheiro de chapa.

“Comigo na presidência, você vai dormir tranquilo igual ao Gilberto Kassab no debate”, escreveu Caiado.

O cochilo acabou chamando a atenção em meio a um debate marcado pela ausência de nomes que aparecem entre os líderes das pesquisas eleitorais.

Debate teve ausência de Lula e Flávio Bolsonaro

O primeiro debate entre os candidatos à Presidência em 2026 teve a participação de Renan Santos, Ronaldo Caiado e Augusto Cury (Avante). Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), que estavam entre os seis candidatos convidados, não compareceram ao encontro.

As ausências foram mencionadas diversas vezes pelos candidatos ao longo do debate. Os púlpitos reservados aos três presidenciáveis que não participaram permaneceram vazios durante o evento.

Antes do início do debate, Renan Santos também levou fraldas com os nomes de Lula e Flávio Bolsonaro, em uma provocação relacionada à ausência dos dois. A Unidade Popular (UP) também realizou um protesto contra a ausência da candidata Samara Martins.

Durante o encontro, os candidatos que participaram discutiram temas relacionados à segurança pública, situação fiscal, educação, violência contra a mulher, relações entre Brasil e Estados Unidos e o fim da escala 6x1.

A participação de apenas três candidatos fez com que a cena envolvendo Kassab ganhasse ainda mais destaque nas redes sociais. O episódio foi registrado durante a fala de Renan Santos e passou a circular amplamente na manhã desta segunda-feira (24).

Além da repercussão do vídeo, o próprio Caiado ajudou a ampliar a divulgação da cena ao publicar uma mensagem bem-humorada sobre o cochilo do vice. A brincadeira associou o momento a uma promessa de tranquilidade caso ele seja eleito presidente.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:46:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Ele se acovardou, ele se ajoelhou para o crime", diz Caiado sobre governo Lula em debate da Band]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/caiado-governo-lula-faccoes-criminosas-debate-band/630703/</link>
				<guid>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/caiado-governo-lula-faccoes-criminosas-debate-band/630703/</guid>
				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) criticou o governo federal durante o debate da Band, realizado neste domingo, 23 agosto, ao afirmar que a atual gestão é conivente com a atuação de facções criminosas no território brasileiro. 





 


 

 



 




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Durante sua participação, o ex-governador de Goiás citou o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) ao falar sobre a expansão do crime organizado na Amazônia. Para Caiado, a situação da segurança pública no país compromete a governabilidade.

“Se você não tiver segurança pública, você não tem governabilidade. O Brasil é um país que vive hoje em clima de guerra, essa é a verdade. A maior parte do território brasileiro está totalmente confiscada pelas facções criminosas. A Amazônia está 100% comandada pelo PCC e pelo Comando Vermelho. Venezuelanos, colombianos e também mexicanos”, afirmou.

Na sequência, Caiado responsabilizou o governo federal pelo cenário que descreveu e elevou o tom das críticas contra a atual gestão.

“Essa é a situação a que se chegou pela conivência do atual governo com as facções criminosas no Brasil. Ele se acovardou, ele se ajoelhou para o crime. Quando você se ajoelha para o crime, ele cresce”, declarou o candidato.

Caiado promete endurecer combate ao crime

Durante o debate, Caiado também afirmou que pretende enfrentar a criminalidade caso seja eleito presidente. Segundo o candidato, parte da população deixou de acreditar que seja possível solucionar o problema da segurança pública no país.

“Eu falo hoje que vou resolver o assunto, o cidadão fala: ‘Ah, Caiado, é muito difícil’. As pessoas estão se acovardando, não estão acreditando mais que seja possível. É possível, me dê um mandato de presidente que você vai ver que bandido não vai mandar em um palmo aqui neste país. Não vai ter comando deles”, disse.

O candidato também apresentou pontos que, segundo ele, fariam parte de seu projeto para a área de segurança pública. Caiado afirmou que pretende investir em inteligência artificial, treinamento de batalhões e integração entre as forças de segurança.

“ Nós temos que ter uma estrutura. Primeiro lugar: inteligência artificial; segundo lugar: batalhões bem treinados, integração das nossas forças, e não vou tirar a autoridade de nenhum governador, pelo contrário, eu vou autorizar os governadores a poderem legislar sobre essas áreas em seus estados, porque eu sei da diferença que existe no crime no Brasil”, afirmou.

A proposta, segundo Caiado, também prevê maior autonomia para os governos estaduais na definição de medidas relacionadas à segurança pública. O candidato declarou que considera necessário levar em conta as diferenças existentes entre as regiões brasileiras e as formas de atuação do crime em cada estado.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula permanece em Brasília enquanto Flávio cumpre agenda em São Paulo; veja os compromissos de todos os presidenciáveis]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/agenda-presidenciaveis-segunda-feira-24-8-compromissos/630693/</link>
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				<description><![CDATA[Os candidatos à Presidência da República cumprem diferentes compromissos eleitorais nesta segunda-feira, 24 de agosto. A programação inclui reuniões políticas, participação em eventos, entrevistas e encontros com apoiadores em diferentes pontos do país.

Entre os nomes que divulgaram atividades para o dia estão Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Wilson Grassi (Democrata). Outros candidatos informaram que não têm compromissos previstos ou não divulgaram agenda para esta segunda-feira.

A programação dos presidenciáveis pode sofrer alterações ao longo do dia, tanto nos horários quanto nos locais e nas atividades previstas.

Agenda dos candidatos à Presidência nesta segunda-feira

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva permanece em Brasília (DF) nesta segunda-feira. De acordo com a agenda divulgada, não há compromissos de campanha previstos para o candidato.

Flávio Bolsonaro (PL)

O senador Flávio Bolsonaro terá compromissos em São Paulo. Às 18h, ele participa de uma reunião da Diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista.

Mais tarde, às 19h45, o candidato participa do evento Veja Premiação TOP30 – As Melhores Empresas do Brasil, no Palácio Tangará, no bairro do Panamby.

Romeu Zema (Novo)

Romeu Zema tem compromissos previstos em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Pela manhã, às 9h, participa de um encontro com apostadores anônimos em uma igreja Assembleia de Deus, em Belford Roxo.

À noite, às 21h, o ex-governador de Minas Gerais participa de uma sabatina com os jornalistas César Tralli e Renata Vasconcellos, após o Jornal Nacional, da TV Globo.

Ronaldo Caiado (PSD)

Em São Paulo, Ronaldo Caiado participa, às 9h, do evento Pacto Brasil de Futuro. A atividade será realizada na Casa Jereissati, no Jardim Europa.

Wilson Grassi (Democrata)

Wilson Grassi também tem agenda em São Paulo. Às 10h, participa de uma reunião de alinhamento com a equipe de comunicação da campanha.

Às 14h, o candidato concede entrevista à Gazeta de S. Paulo, na rua Sansão Alves dos Santos.

Candidatos sem agenda divulgada

As campanhas de Renan Santos (Missão), Pablo Marçal (PRTB), Augusto Cury (Avante), Hertz Dias (PSTU), Edmilson Costa (PCB), Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) não informaram compromissos para esta segunda-feira.

As informações sobre a agenda dos presidenciáveis correspondem aos dados disponibilizados pelas respectivas campanhas até o fechamento desta reportagem. Como ocorre durante o período eleitoral, compromissos podem ser incluídos, cancelados ou ter horários e locais modificados ao longo do dia.

Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: 43% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 24, indica que 43% dos eleitores avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo. Na pesquisa anterior, de 17 de agosto, eram 42% - uma variação dentro da margem de erro. Os eleitores que consideram o governo de Lula ótimo ou bom somam 35%, uma oscilação positiva de um ponto porcentual em relação à semana passada.

Aqueles que consideram o governo de Lula regular são 22%. Na pesquisa de 17 de agosto, eram 23%. Não sabem ou não responderam somam 1%.

A avaliação do governo Lula é melhor entre o público feminino, pessoas de 60 anos ou mais e por quem estudou até o ensino fundamental. Quem ganha até um salário mínimo, desocupados e eleitores do Nordeste também avaliam melhor o governo.

A avaliação é pior entre o público masculino, eleitores de 25 a 40 anos, por quem tem ensino superior, ganha mais de 5 salários mínimos e mora no Sul.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do desempenho pessoal de Lula. Segundo a pesquisa, 49% desaprovam o petista, enquanto 48% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 4%.

A desaprovação oscilou um ponto para cima em relação à pesquisa anterior, quando somou 48%, mas dentro da margem de erro. O patamar de aprovação também subiu um ponto.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 21 a 23 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09028/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:43:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro tem 48% de rejeição e Lula 49%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-flavio-bolsonaro-tem-48-de-rejeicao-e-lula-49/630690/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 24. Do total de entrevistados, 49% dizem que não votariam no petista, enquanto 48% não votariam no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em comparação com a pesquisa anterior, de 17 de agosto, a rejeição de Flávio oscilou dois pontos para baixo, dentro da margem de erro, enquanto a rejeição a Lula oscilou um ponto para cima.

Entre os eleitores de Lula, 39% dizem que o petista é o único candidato em quem votariam, e 11% dizem que poderiam votar em outro. No caso dos eleitores de Flávio, 27% declaram que não votariam em outro candidato. Outros 20% afirmam que poderiam votar em outro.

Flávio é mais rejeitado entre as mulheres (55%), por pessoas com 60 anos ou mais (49%), por quem não tem religião (70%) e por eleitores do Nordeste (58%). O nome de Lula tem maior rejeição entre homens (57%), eleitores de 25 a 40 anos (55%), evangélicos (60%) e sulistas (60%).

A rejeição ao ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) se manteve em 34%, e 36% dizem que não votariam no ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) de jeito nenhum (um crescimento de 3% em relação à pesquisa anterior).

No caso de Renan Santos (Missão), a rejeição subiu de 32% na pesquisa de 17 de agosto para 35% no levantamento divulgado nesta segunda-feira. Santos segue o mais desconhecido, com 43% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 31% dos eleitores e Caiado, por 30%.

Preferência política

O levantamento mostra ainda que 39% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva, mesma taxa da semana passada. Outros 36% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família. Em 17 de agosto, eram 33%.

De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda, 20% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo. Na pesquisa anterior, eram 24%. Brancos, nulos e indecisos somam 2%. Não sabem ou não responderam são 2%

De acordo com o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 19% votariam em Lula; 15%, em Flávio; 51% nos demais candidatos e 11% votariam em branco ou anulariam.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 21 a 23 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09028/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG: Lula tem 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro em empate técnico no segundo turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-flavio-bolsonaro-empate-tecnico-segundo-turno-pesquisa-btg-nexus/630688/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 24. O petista registrou 46% das intenções de voto contra 45% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A vantagem de Lula sobre o filho do ex-presidente caiu numericamente em relação à pesquisa anterior, de 17 de agosto, quando o petista aparecia com 47% contra 44% de Flávio. E a de Flávio subiu numericamente. As oscilações, contudo, de 1 p.p., continuam deixando os dois empatados dentro da margem de erro da mostra, que é de 2 p.p. para mais ou para menos.

Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 42%. Em relação à pesquisa anterior, Lula oscilou um ponto para cima, dentro da margem de erro, enquanto Caiado continuou igual. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, e eleitores que não sabem são 2%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 47% contra 40%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 46% contra os mesmos 41% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 2%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 35% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 14%. Eleitores que não sabem são 3%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 47% a 36%.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 21 a 23 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09028/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG mostra Lula com 41% e Flávio Bolsonaro com 37% em cenário para primeiro turno ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-nexus-btg-lula-flavio-bolsonaro-eleicoes-2026/630687/</link>
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				<description><![CDATA[A nova rodada da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 24 de agosto, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança de um dos cenários simulados para o primeiro turno das eleições de 2026. O petista aparece com 41% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 37%.

A diferença entre os dois é de quatro pontos percentuais no levantamento. Na sequência da simulação, aparecem o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, e o coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos (Missão), com 3%.

O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) também soma 3% das intenções de voto. O escritor Augusto Cury (Avante) aparece com 2%, enquanto Samara Martins, vice-presidente nacional da UP, registra 1%.

Entre os entrevistados, 5% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos candidatos apresentados. Outros 3% disseram não saber ou preferiram não responder.

Segundo cenário inclui Pablo Marçal

A pesquisa também apresentou aos entrevistados uma segunda possibilidade de primeiro turno, desta vez com a inclusão do empresário Pablo Marçal (PRTB).

Nesse cenário, Lula permanece à frente, com 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 34%. Ronaldo Caiado mantém os 5%, e Marçal registra 4%.

Renan Santos aparece novamente com 3%. Romeu Zema e Augusto Cury somam 2% cada. Já Samara Martins, Rui Costa Pimenta (PCO) e Clariana Barão (DC) registram 1% cada.

A pesquisa destaca que Marçal está inelegível, mas registrou sua candidatura à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 15 de agosto. Segundo as informações do levantamento, o tribunal também impediu que o empresário participe de debates eleitorais, tenha acesso a recursos públicos destinados à campanha, como o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e o Fundo Partidário, além de limitar seu acesso ao horário eleitoral no rádio e na televisão e a atos de propaganda eleitoral.

A situação do registro da candidatura ainda seria analisada posteriormente pela Corte Eleitoral, quando o processo estivesse pronto para julgamento definitivo.

Como foi feita a pesquisa

O levantamento Nexus/BTG ouviu 2.006 eleitores entre os dias 21 e 23 de agosto, por meio de entrevistas realizadas por telefone. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%.

O estudo foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-09028/2026. Os números apresentados representam cenários simulados de intenção de voto e refletem as respostas dos entrevistados no período em que a pesquisa foi realizada.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 07:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula sobre tentar reeleição: "ainda não terminamos a nossa missão"]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-sobre-tentar-reeleicao-ainda-nao-terminamos-a-nossa-missao/630606/</link>
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				<description><![CDATA[ O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse na sexta-feira, 21, que se candidatou à reeleição porque ainda não concluiu sua "missão". Ele deu a declaração durante o ato de lançamento da campanha de Patrus Ananias (PT) ao governo de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

"Eu gosto de falar do passado, porque tem gente que não tem passado, não tem presente e fica fingindo de falar do futuro. Quem não tem passado e não tem presente, não tem perspectiva de futuro. Eu falo do passado, penso no presente para reconstruir o futuro que eu quero neste país. E, por isso, eu sou candidato pela quarta vez à presidente da República, porque ainda não terminamos a nossa missão", disse o petista.

Também participam do evento a primeira-dama Janja Lula da Silva; o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB); o candidato do PT ao governo do Estado, deputado federal Patrus Ananias; seu vice na chapa, Jarbas Soares Júnior (PSB); e as candidatas ao Senado, Marília Campos (PT) e Áurea Carolina (PSOL).

Ainda em sua fala, Lula elogiou Jarbas Soares Jr, ex-procurador-geral de Justiça do Estado por quatro mandatos, e destacou a importância do vice em uma chapa ao Palácio Tiradentes.

"Você que é quatro vezes procurador-geral da Justiça, eu já não tenho mais nem dúvida. Se você quiser escolher um governador e você quiser saber se ele está falando sério, se ele gosta de Minas Gerais, olha quem são os vices dos outros candidatos, para vocês saberem que o Jarbas é melhor que todos eles", afirmou o presidente ao público presente na Praça da Estação, tradicional ponto de manifestações na capital mineira.

Estadão Conteúdo. 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 10:33:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Brasil e EUA vão retomar negociação comercial; reunião foi acertada após ligação de Lula para Trump]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/brasil-e-eua-vao-retomar-negociacao-comercial/630596/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE) deverão se reunir na próxima semana com o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) para retomar as negociações comerciais entre os dois países.

A reunião ainda terá a data acertada pelas equipes dos dois governos. O Mdic confirmou ter recebido contato do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, depois da conversa telefônica da sexta-feira, 21 de agosto, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente estadunidense, Donald Trump.

A retomada das tratativas abre um novo canal de diálogo entre Brasília e Washington em meio à disputa comercial provocada pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

Ligação de Lula

Lula telefonou para Trump na manhã desta sexta-feira. A conversa durou uma hora e 20 minutos e, segundo o Palácio do Planalto, ocorreu de forma cordial.

O presidente brasileiro defendeu a retomada das negociações comerciais e afirmou que as justificativas apresentadas pelo governo norte-americano para a adoção das novas tarifas são infundadas.

Entre os argumentos utilizados pelos Estados Unidos para fundamentar as medidas estão questões relacionadas a desmatamento, acordos preferenciais, propriedade intelectual, combate à corrupção, Pix, etanol e importações de produtos associados a trabalho forçado.

Lula afirmou que as tarifas prejudicam tanto o Brasil quanto os Estados Unidos e defendeu o diálogo como caminho para preservar a relação comercial entre os dois países.

Trump concordou com a necessidade de manter os vínculos comerciais e sinalizou a retomada do contato entre as equipes dos dois governos.

A reunião deverá envolver Márcio Elias Rosa, integrantes do MRE e representantes do USTR.  Em nota conjunta, o Mdic e o MRE consideram que a sinalização dos dois presidentes cria uma nova oportunidade para a busca de uma solução negociada para o impasse comercial.

Cooperação contra crime

Além das tarifas, Lula e Trump discutiram segurança e cooperação no combate ao crime organizado.

O presidente brasileiro defendeu uma atuação conjunta dos dois países e afirmou que as organizações criminosas exercem pressão sobre populações vulneráveis, mas não devem ser equiparadas a organizações terroristas.

Lula também apresentou ações adotadas pelo Brasil para combater essas estruturas, incluindo medidas de asfixia financeira, que resultaram na apreensão de aproximadamente R$ 17 bilhões.

Entre as iniciativas citadas estão a Lei Antifacção e a criação do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia, em Manaus.

Trump, segundo o Planalto, manifestou disposição para ampliar a cooperação e afirmou que indicará integrantes de alto escalão para dar continuidade às tratativas.

Conflitos internacionais

Os presidentes também trataram das guerras na Ucrânia e no Oriente Médio.

Sobre o conflito entre Rússia e Ucrânia, os dois defenderam a necessidade de uma solução negociada. Lula também criticou a falta de atuação do Conselho de Segurança das Nações Unidas diante dos conflitos internacionais.

O presidente brasileiro sugeriu a convocação de uma reunião extraordinária do órgão para discutir alternativas diplomáticas.

Durante a conversa, Trump também abordou as perspectivas do governo norte-americano para o conflito com o Irã.

Ao defender a busca por soluções diplomáticas, Lula afirmou: “Os grandes líderes não são aqueles que iniciam guerras, mas aqueles que põem fim aos conflitos”.

Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 09:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Datafolha: Flávio tem 46% de rejeição e Lula aparece logo atrás com 45%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-datafolha-flavio-tem-46-de-rejeicao-e-lula-aparece-logo/630578/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 21, mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) é rejeitado por 46% dos eleitores. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem o índice de 45% dos eleitores afirmando que não votariam nele.

Na última pesquisa, divulgada em 24 de julho, 48% rejeitavam Flávio Bolsonaro, enquanto a rejeição a Lula era de 46%.

O Datafolha ouviu 2.058 entrevistados, com 16 anos ou mais, de 18 a 20 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04496/2026.

Pela primeira vez, o Datafolha inclui o nome do empresário Pablo Marçal (PRTB) entre os presidenciáveis. Ele é rejeitado por 22% dos eleitores. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) é rejeitado por 16% dos eleitores. Já o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ativista Renan Santos (Missão) marcaram 14% de rejeição.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Datafolha: Lula tem 47% contra 43% de Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno, contra 43% do senador Flávio Bolsonaro (PL), de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 21. No levantamento anterior, Lula aparecia com 48% das intenções de voto, contra 43% de Flávio Bolsonaro.

O Datafolha realizou 2.058 entrevistas presenciais em pontos de fluxo, entre os dias 18 e 21 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo jornal Folha de S.Paulo e pelo grupo Globo e foi registrado no TSE sob o protocolo BR-04496/2026.

Foram testados também dois cenários de primeiro turno, um com a presença de Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível até 2032 e proibido de fazer campanha pelo TSE, e outro com a presença do ex-coach, que registrou a candidatura e ainda tenta viabilizá-la

No cenário sem Marçal, segundo a pesquisa estimulada - quando o nome dos candidatos é apresentado ao eleitor -, Lula teria 39% no primeiro turno. Já Flávio Bolsonaro somaria 33%.

Na sequência aparecem:

Ronaldo Caiado (PSD): 5%
Renan Santos (Missão): 4%
Romeu Zema (Novo): 3%
Augusto Cury (Avante): 2%
Samara Martins (UP): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1%
Edmilson Costa (PCB): 1%
Hertz Dias (PSTU) e Clariana Barão (DC) não pontuaram. Brancos e nulos são 7% e indecisos são 4%.

No levantamento anterior de primeiro turno, Lula tinha 40% e Flávio Bolsonaro somava 32%. Contudo, os cenários não são comparáveis, pois havia menos candidatos na lista dos cotados para concorrer.

Já no cenário com Marçal disputando, Lula teria 39% no primeiro turno. Já Flávio Bolsonaro somaria 32%. O ex-coach aparece com 2%.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Datafolha aponta Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno das eleições de 2026]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança do cenário de primeiro turno para as eleições de 2026, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 21 de agosto. O petista registra 39% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 33%.

Este é o primeiro levantamento realizado pelo instituto após o início oficial do período de campanha eleitoral, que começou no domingo, 16 de agosto.

A diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro é de seis pontos percentuais. Na pesquisa anterior, realizada em julho, a distância era de oito pontos. A variação, porém, está dentro da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Além dos dois primeiros colocados, o levantamento apresenta outros nomes na disputa pelo Palácio do Planalto. Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 5%, seguido por Renan Santos (Missão), com 4%, e Romeu Zema (Novo), com 3%. Pablo Marçal (PRTB) e o escritor Augusto Cury (Avante) registram 2% cada. Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Edmilson Costa (PCB) aparecem com 1% cada.

Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) registram 0%.O percentual de entrevistados que declarou voto em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos é de 7%. Outros 4% disseram estar indecisos.

Cenário de primeiro turno

Veja os resultados da pesquisa Datafolha para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026:


	Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
	Flávio Bolsonaro (PL): 33%
	Ronaldo Caiado (PSD): 5%
	Renan Santos (Missão): 4%
	Romeu Zema (Novo): 3%
	Pablo Marçal (PRTB): 2%
	Escritor Augusto Cury (Avante): 2%
	Samara Martins (UP): 1%
	Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
	Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1%
	Edmilson Costa (PCB): 1%
	Clariana Barão (DC): 0%
	Hertz Dias (PSTU): 0%
	Branco/nulo/nenhum: 7%
	Indecisos: 4%


Rejeição

A pesquisa também perguntou aos eleitores em quais candidatos eles não votariam de jeito nenhum no primeiro turno. Flávio Bolsonaro aparece com 46% de rejeição, enquanto Lula registra 45%. Pablo Marçal tem 22%; Romeu Zema, 16%; Renan Santos e Ronaldo Caiado, 14% cada.

Rui Costa Pimenta aparece com 13% de rejeição. Samara Martins e Edmilson Costa registram 10% cada. Clariana Barão tem 9%, enquanto Veterinário Wilson Grassi, Hertz Dias e o escritor Augusto Cury aparecem com 8% cada. Outros 2% afirmaram rejeitar todos ou que não votariam em nenhum candidato. O mesmo percentual declarou que votaria em qualquer um ou não rejeita nenhum. Outros 2% não souberam responder.

A pesquisa foi encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistadas 2.058 pessoas com 16 anos ou mais, em todo o país, entre os dias 18 e 20 de agosto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-04496/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pablo Marçal diz que vai ao debate da Band "de qualquer jeito" após proibição do TSE]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pablo-marcal-diz-que-vai-ao-debate-da-band-de-qualquer-jeito/630555/</link>
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				<description><![CDATA[Pablo Marçal (PRTB), candidato à Presidência da República, afirmou que pretende comparecer “de qualquer jeito” ao debate presidencial que será realizado pela Band no próximo domingo, 23 de agosto. A declaração foi dada após uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que proibiu provisoriamente a participação do candidato em debates.

Em contato com o colunista do portal Metrópoles Igor Gadelha, Marçal disse que pretende estar presente no local do debate mesmo que não possa entrar nos estúdios da emissora. Segundo o candidato, caso seja impedido de acessar o espaço, ele fará uma transmissão ao vivo pelas redes sociais do lado de fora da Band.

“Vou de qualquer jeito, do lado de dentro ou do lado de fora”, afirmou.

Decisão do TSE

Conforme as informações apresentadas no material, o TSE determinou provisoriamente a proibição de Marçal em campanhas na televisão e no rádio, além de impedir sua participação em debates. A decisão também vetou o acesso do candidato aos fundos eleitoral e partidário.

A validade da candidatura de Marçal ainda será analisada pela Justiça Eleitoral. O candidato está inelegível até 2032 em razão de uma condenação mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).

Em 5 de agosto, o tribunal rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados pela defesa e manteve a decisão que estabeleceu a inelegibilidade por oito anos.

A condenação está relacionada ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024. De acordo com a decisão mencionada no material, Marçal teria promovido concursos com oferta de prêmios para incentivar a produção e a disseminação em massa de conteúdo eleitoral na internet por pessoas físicas.

Defesa espera revisão da decisão

Após a decisão do TSE, a assessoria de Marçal afirmou, em nota, que espera uma revisão da medida e que a candidatura possa seguir normalmente. A equipe jurídica também destacou que a determinação não impede a atuação da imprensa nem a participação do candidato em entrevistas.

Segundo a assessoria, a decisão liminar suspendeu o acesso a recursos públicos de campanha e à propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão. Por isso, a equipe informou que reorganizaria a agenda enquanto o corpo jurídico analisava os próximos passos.

A defesa também afirmou que está avaliando os argumentos apresentados na impugnação e na decisão liminar antes de definir as medidas seguintes.

Apesar da restrição aos debates, a assessoria declarou que Marçal continuará disponível para entrevistas, desde que dentro da pauta editorial dos veículos de comunicação. A equipe pediu ainda que não fossem realizadas pautas eleitorais ou debates enquanto a decisão estiver em vigor, diante dos termos estabelecidos pela Justiça Eleitoral.

A declaração de Marçal sobre sua intenção de comparecer ao debate ocorre nesse contexto de restrição determinada pelo TSE.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula lança plano de IA que inclui supercomputadores, nuvem brasileira e parceria com a China]]></title>
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				<description><![CDATA[O governo federal lançou nesta quinta-feira, 20 de agosto, novas medidas do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) que incluem a aquisição de dois supercomputadores, uma parceria com a China para desenvolvimento de modelos de IA e formação de profissionais, e a estruturação de uma nuvem brasileira para armazenamento de dados.

A iniciativa, de acordo com o governo, tem o objetivo de reduzir a dependência tecnológica do Brasil do exterior e viabilizar a capacidade de processamento nacional, viabilizando pesquisas científicas e atendendo o setor produtivo. O pacote reúne medidas que somam pouco mais de R$ 2,3 bilhões.

O governo tem falado em seus discursos sobre a importância de reduzir a dependência de países desenvolvidos em relação à tecnologia.

Supercomputador

O edital para a compra do supercomputador prevê o investimento de R$ 1 bilhão para adquirir o equipamento que fique entre os dez maiores do mundo em capacidade de processamento de IA. A máquina terá capacidade de 7,2 mil petaflops, o que significa que poderá fazer cerca de 7,2 quintilhões de operações matemáticas por segundo.

O supercomputador será instalado no Rio Grande do Norte, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, faz visita nesta quinta-feira, 20. Uma das justificativas para alocar a tecnologia no Estado é a capacidade energética disponível.

O supercomputador poderá ser utilizado pelo governo, por universidades, por empresas. E um comitê de governança definirá critérios de seleção de projetos a serem priorizados.

Nuvem brasileira

Os anúncios incluem a estruturação da "Nuvem Brasileira" para armazenar dados em tecnologia nacional. Segundo o governo, o sistema funcionaria por meio de uma parceria entre o setor público e privado. O projeto ainda é inicial e começará com uma escuta ao mercado para avaliar a capacidade técnica da indústria nacional de oferecer opções.

A ideia é criar um software brasileiro em parceria com empresas nacionais para preservar os dados. A proposta será coordenada pelo Ministério da Gestão e Inovação em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Desde 2023, o Brasil tem a Nuvem de Governo que armazena dados de órgãos federais em território nacional. Essa nuvem, no entanto, funciona a partir de tecnologia de empresas internacionais, mas que estão fisicamente instaladas em locais controlados pelo Estado Brasileiro, com gestão feita por órgãos nacionais. No caso da Nuvem Brasileira, o software desenvolvido também seria nacional.

Parceria com a China

O plano do governo inclui ainda a instalação de outro supercomputador no Rio de Janeiro. Essa infraestrutura será tocada em parceria com as empresas chinesas Huawei e iFlytek a partir de julho de 2027 e custará R$ 1,2 bilhão durante cinco anos.

A proposta é que esse polo seja utilizado para desenvolvimento de linguagem de inteligência artificial em português. A previsão do governo é formar três mil profissionais nesse período. O governo estaria aberto a parcerias com outros países, sobretudo na América Latina.

Outras medidas

O Brasil quer impulsionar a fabricação de chips de arquitetura aberta, chamados "RISC-V". Esse formato permite a criação de chips que não necessitam de pagamento de taxa de licença, sendo gratuitos. A medida será desenvolvida em parceria com a Espanha e prevê investimentos de cerca de R$ 125 milhões em quatro anos

O pacote do governo inclui ainda a criação de um Centro Nacional de Transparência Algorítmica e IA Confiável na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O centro funcionaria para desenvolver pesquisas e insumos acerca de padrões de segurança para uso dessa tecnologia no País. Estão previstos investimentos de cerca de R$ 50 milhões em dois anos.

Conforme o governo, não há previsão de que esse centro faça qualquer tipo de ingerência sobre grandes plataformas. Inicialmente, trata-se de um centro de pesquisas para identificar as melhores práticas relacionadas à inteligência artificial e acompanhar a ampliação do uso de IA no Brasil.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 20:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Os Intocáveis": Zema satiriza decisão de Moraes contra fonte de jornalista que publicou denúncias sobre Flávio Dino]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/os-intocaveis-zema-satiriza-decisao-de-moraes-contra-fonte-de/630378/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) publicou, nesta quarta-feira, 19 de agosto, o décimo episódio da série “Os Intocáveis”, produção que utiliza humor e sátira para fazer críticas a figuras da política brasileira. Desta vez, o vídeo aborda uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relacionada a uma investigação sobre a fonte de um jornalista. (Confira vídeo)





 


 

 



 




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A produção utiliza personagens criados com inteligência artificial para representar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro Flávio Dino e Moraes. No roteiro, os personagens fazem referências à investigação envolvendo o jornalista independente Luís Pablo e Raimundo Cutrim, apontado pela Polícia Federal como fonte de reportagens publicadas pelo profissional.

Vídeo satiriza investigação sobre fonte jornalística

Na abertura do episódio, o personagem que representa Lula conversa com Dino, que aparece diante de um suposto problema de vazamento em sua residência. O presidente sugere que o ministro procure ajuda para resolver a situação.

Na sequência, Dino entra em contato com Moraes. O diálogo faz referência à decisão do ministro do STF de autorizar uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança do Maranhão.

Segundo as informações apresentadas na publicação, a medida foi autorizada no dia 11 de agosto, depois de a Polícia Federal apontar Cutrim como a principal fonte de Luís Pablo em reportagens publicadas no fim do ano passado.

As matérias mencionadas no vídeo tratavam do suposto uso, por familiares de Flávio Dino, de veículos do Tribunal de Justiça do Maranhão. As reportagens também apontavam que o combustível utilizado pelos carros teria sido custeado com recursos públicos.

A produção de Zema também faz referência à jornalista Malu Gaspar, representada no vídeo defendendo a preservação do sigilo da fonte. A questão da proteção da fonte jornalística é utilizada como um dos elementos centrais da sátira.

No trecho final, o episódio apresenta um aplicativo fictício chamado “Only STF Fans”. A ferramenta é apresentada, de forma satírica, como um serviço destinado a anular sentenças, conceder habeas corpus e beneficiar familiares de autoridades investigadas.

O vídeo termina com novas críticas, em tom de humor, às decisões judiciais e ao tratamento dado a autoridades e pessoas comuns.

A série “Os Intocáveis” faz parte da estratégia de comunicação política de Zema e utiliza recursos de humor para abordar temas relacionados ao cenário nacional. O episódio publicado nesta quarta-feira é o décimo da produção.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:24:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mais da metade dos trabalhadores chega ao fim do mês sem dinheiro, diz Serasa]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/mais-da-metade-dos-trabalhadores-chega-ao-fim-do-mes-sem-dinheiro-diz/630159/</link>
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				<description><![CDATA[Mais da metade dos trabalhadores brasileiros enfrenta dificuldades para fazer o salário chegar ao fim do mês. Um levantamento da Serasa Experian, divulgado nesta terça-feira (18), mostra que 53% dos profissionais não conseguem encerrar o mês com dinheiro suficiente para pagar todas as despesas. O índice é praticamente estável em relação a 2025, quando 54% dos entrevistados relatavam a mesma dificuldade.

A pesquisa ouviu 1.008 profissionais de empresas públicas e privadas, incluindo trabalhadores contratados pelo regime CLT e pessoas que atuam como prestadores de serviço na modalidade PJ. As entrevistas foram realizadas pela internet entre 12 e 30 de junho, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais.

O resultado revela um cenário em que o salário mensal, para uma parcela expressiva da população ocupada, não consegue acompanhar o conjunto de compromissos financeiros acumulados ao longo do mês.

Alimentação e contas básicas pressionam orçamento

Entre os gastos que mais comprometem a renda dos trabalhadores estão justamente aqueles considerados essenciais.

A alimentação aparece como o principal item, mencionada por 78% dos entrevistados que enfrentam dificuldades para fechar as contas. Na sequência estão as contas de consumo, como água, energia elétrica e gás, citadas por 72%.

Também aparecem entre os principais compromissos os financiamentos de imóveis e veículos, apontados por 44%; roupas, utilidades e outros gastos de consumo, com 43%; empréstimos, citados por 33%; e despesas com educação, mencionadas por 22%.

Os participantes podiam indicar até três tipos de gastos que mais pressionavam o orçamento.

A composição dos resultados ajuda a explicar por que a dificuldade financeira não está necessariamente relacionada a gastos considerados supérfluos. Para muitos trabalhadores, boa parte da renda já está comprometida antes mesmo de outras despesas do cotidiano entrarem na conta.

Quase metade precisa buscar alternativas

O levantamento também mostra que uma parcela significativa dos trabalhadores precisa encontrar alguma alternativa para conseguir atravessar o mês.

Entre os 53% que não conseguem pagar todas as despesas apenas com a renda disponível, 47% recorrem a algum recurso adicional, enquanto outros 6% não encontram uma solução para complementar o orçamento.

Na prática, isso significa que quase metade dos trabalhadores pesquisados precisa buscar alguma saída para equilibrar as contas. O recurso pode envolver renda complementar ou outras formas de financiamento das despesas.

Esse comportamento cria uma situação delicada: quando a renda não é suficiente para cobrir necessidades recorrentes, o trabalhador pode acabar recorrendo ao crédito para despesas que deveriam ser pagas com o salário.

O problema é que o crédito resolve a falta de dinheiro no presente, mas cria uma nova obrigação para os meses seguintes.

Dificuldade financeira também afeta saúde e trabalho

A pesquisa aponta ainda que o impacto das dificuldades financeiras ultrapassa o orçamento doméstico.

Entre os trabalhadores que passaram ou ainda passam por problemas financeiros nos últimos cinco anos, 44% relataram irritabilidade ou insônia como consequências na vida pessoal. Também foram mencionados problemas como alterações de peso, depressão, dores físicas e isolamento social.

No ambiente profissional, os efeitos também aparecem. 51% relataram estresse, enquanto 46% disseram ter enfrentado exaustão extrema ou esgotamento físico. Outros 35% perceberam redução da atenção e 33% relataram queda de produtividade.

Os números mostram que a saúde financeira dos trabalhadores está diretamente relacionada a outras dimensões da vida. Quando o orçamento fica constantemente pressionado, a preocupação com contas, dívidas e falta de dinheiro pode acompanhar o trabalhador para além de sua residência.

Cenário permanece praticamente estável

Apesar das mudanças no mercado de trabalho e na renda de diferentes grupos ao longo dos últimos anos, o percentual registrado pela pesquisa permanece elevado.

Em 2025, 54% dos entrevistados afirmavam não conseguir chegar ao fim do mês com dinheiro suficiente. Agora, o índice está em 53%, uma diferença de apenas um ponto percentual.

A estabilidade do indicador é um dos aspectos que mais chamam atenção. O problema não aparece como uma dificuldade passageira para uma parcela pequena dos trabalhadores, mas como uma realidade que permanece presente de um ano para outro.

Para a Serasa Experian, os dados reforçam a importância da educação financeira e de estratégias capazes de ampliar a margem disponível no orçamento. O diretor de soluções de RH da empresa, Délber Lage, afirmou que a dificuldade de equilibrar as contas não é pontual e que a falta de margem pode levar trabalhadores a buscar alternativas para complementar a renda ou financiar despesas do dia a dia.

O retrato apresentado pela pesquisa deixa uma questão importante: para milhões de brasileiros, o desafio não é apenas aumentar a renda, mas fazer com que ela seja suficiente para cobrir o básico. Quando alimentação, energia, água, gás e moradia consomem grande parte do salário, qualquer imprevisto pode transformar um orçamento apertado em uma nova dívida.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 13:18:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro diz que vai continuar usando imagem do pai na campanha eleitoral dentro dos limites da lei]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/flavio-bolsonaro-diz-que-vai-continuar-usando-imagem-do-pai/630156/</link>
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				<description><![CDATA[A candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República busca manter Jair Bolsonaro como principal referência eleitoral da campanha. O senador afirmou nesta terça-feira, 18, que pretende recorrer à imagem do pai dentro dos limites estabelecidos pela legislação e voltou a fazer críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Flávio também atribuiu a dificuldade para conquistar o apoio de partidos do Centrão a uma suposta pressão exercida por autoridades em Brasília. Segundo o candidato, dirigentes dessas legendas teriam sido orientados a não aderir à sua candidatura. Ele, porém, não apresentou nomes ou relatou quais autoridades estariam envolvidas.

A adesão de siglas do Centrão é considerada estratégica pelas campanhas presidenciais principalmente pelo impacto que pode ter na estrutura eleitoral e no espaço disponível no rádio e na televisão. Flávio reconheceu a importância desses apoios, mas afirmou que o cenário atual tem relação com as supostas pressões sobre os dirigentes partidários.

"Seria importante ter o tempo de TV e rádio, mas hoje todos estão vendo as razões", declarou em entrevista a Rádio Itatiaia.

Estratégia com Bolsonaro

Mesmo impedido de participar fisicamente da campanha, Jair Bolsonaro deve continuar sendo utilizado como uma das principais referências da candidatura do filho. Flávio afirmou que a equipe jurídica definirá até onde será possível levar essa estratégia sem ultrapassar as regras eleitorais.

"O jurídico ainda vai me dar o limite. Vou usar o limite do que a legislação permitir", afirmou.

A questão ganhou destaque depois que o PL apresentou, durante a convenção que oficializou a candidatura de Flávio, uma peça produzida com inteligência artificial que reproduzia a imagem e a voz do ex-presidente para manifestar apoio ao filho.

O episódio colocou a utilização de recursos de inteligência artificial nas campanhas eleitorais no centro do debate do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Corte discute quais serão os limites para esse tipo de conteúdo e como deverão ser tratados eventuais casos de uso irregular da tecnologia.

Críticas a Moraes

Durante a entrevista, Flávio voltou a atacar Alexandre de Moraes ao comentar as restrições impostas ao ex-presidente. O senador afirmou que Bolsonaro estaria enfrentando medidas que, em sua avaliação, limitam até mesmo o contato com familiares.

"Bolsonaro foi julgado pelos seus próprios inimigos", declarou. Em seguida, fez novas acusações contra o ministro do STF, dizendo que Moraes estaria impedindo o ex-presidente de se comunicar por carta e restringindo visitas de seus filhos.

Flávio reforçou nas últimas semanas suas críticas a integrantes da Corte, em especial, os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Flávio Dino. Ele acusa o Judiciário de promover censura a perseguição a nomes da direita, incluindo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Aproximação com Michelle

Flávio também aproveitou a entrevista para destacar a participação de Michelle Bolsonaro na campanha. O gesto ocorre depois de um período de desentendimentos entre os dois, que chegou a público durante a pré-campanha.

A ex-primeira-dama havia afirmado ter se sentido "humilhada" pelo enteado em um vídeo divulgado nas redes sociais. Flávio posteriormente pediu desculpas, e os dois passaram a demonstrar uma reaproximação.

Agora, o senador elogiou a atuação de Michelle e afirmou que ela já começou a pedir votos para sua candidatura.

"Ela está fazendo um grande papel", disse Flávio, ao mencionar também a atuação política da ex-primeira-dama e sua participação na campanha.

*Colaboraram: Naomi Matsui e Gabriel Máximo

Estadão Conteúdo. 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula ficará fora de debate da Band com Zema e Renan Santos no domingo (23)]]></title>
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				<description><![CDATA[A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu que o petista não participará do debate da TV Bandeirantes, marcado para o próximo domingo, 23 de agosto. Entre os principais motivos apontados pela equipe está a presença do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e do ativista Renan Santos (Missão) entre os convidados.

A equipe de Lula argumenta que os dois candidatos não atenderiam aos critérios estabelecidos pela legislação eleitoral para participação nos debates. Pelas regras citadas pela campanha, têm presença garantida os candidatos de partidos que possuem pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional.

A legislação, no entanto, permite que candidatos de partidos sem essa representação participem dos debates caso sejam convidados pela organização.

Outro motivo apresentado pela campanha de Lula está relacionado ao formato do encontro. A equipe avalia que a estrutura do debate não ofereceria condições consideradas adequadas para que o presidente respondesse aos ataques feitos pelos demais candidatos.

Decisão ainda pode ser discutida

Apesar da decisão anunciada pela campanha, uma nova reunião sobre o assunto deverá ocorrer ao longo desta semana. A expectativa, segundo as informações divulgadas, é de que a posição de não participar do debate seja mantida.

A ausência de Lula também pode interferir na estratégia de outros candidatos. É o caso do senador Flávio Bolsonaro (PL), cuja campanha, segundo integrantes da equipe, pretende priorizar debates nos quais o petista esteja presente.

A participação dos candidatos em debates eleitorais é definida a partir das regras previstas na legislação e dos critérios estabelecidos pelas próprias emissoras e organizadores. No caso de candidatos de partidos sem a representação parlamentar exigida, a presença depende de convite.

O debate da TV Bandeirantes está marcado para o próximo domingo (23), em meio ao início da campanha eleitoral para a Presidência da República.

A decisão da campanha de Lula, portanto, ainda pode ser formalmente revisada após a reunião prevista para esta semana. Até o momento, a expectativa é de manutenção da ausência do presidente no encontro.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:30:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Lula critica lei eleitoral como "papagaiada desgraçada" e soma R$ 278,3 bilhões em benefícios  ]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou a legislação eleitoral como uma “papagaiada desgraçada” no último mês. Apesar das restrições previstas pelas regras eleitorais, o governo federal já soma R$ 278,3 bilhões em benefícios concedidos em 2026, segundo levantamento do Gastômetro, ferramenta do jornal O Estado de S. Paulo.

A legislação eleitoral estabelece restrições para determinadas ações do chefe do Executivo durante o período eleitoral. Entre elas, estão a participação em inaugurações de obras, a realização de doações e o pagamento de emendas parlamentares em situações previstas pela legislação.

Apesar das restrições, o levantamento aponta que o governo federal manteve outras formas de concessão de benefícios ao longo do ano.

Crédito, subsídios e programas sociais

De acordo com o monitoramento, a maior parcela dos R$ 278,3 bilhões foi destinada a programas de crédito e subsídios voltados a setores da economia e a grupos específicos, como caminhoneiros e motoristas de aplicativos.

O levantamento também contabiliza recursos relacionados a isenções e financiamentos para aquisição da casa própria. Entre as medidas consideradas pelo Gastômetro estão ainda renúncias de receitas e ações relacionadas à política econômica e social do governo federal.

O monitoramento inclui, por exemplo, a isenção do Imposto de Renda, publicidade institucional e programas como Pé-de-Meia, Gás do Povo, Luz do Povo e Desenrola Brasil. A ferramenta acompanha diferentes despesas e benefícios concedidos pelo poder público e reúne os valores para dimensionar os gastos ao longo do ano.

Segundo o levantamento, o montante ainda pode aumentar até o fim de 2026. Isso ocorre porque parte das despesas contabilizadas ainda depende de autorização para ser efetivamente executada.

O valor de R$ 278,3 bilhões, portanto, não representa necessariamente o total definitivo de gastos em benefícios ao longo do ano. Conforme o monitoramento, novas despesas podem ser incorporadas ao cálculo até dezembro.

A relação entre os gastos públicos e o período eleitoral ocorre em meio às restrições estabelecidas pela legislação para evitar o uso da máquina pública em benefício de candidaturas. As regras, no entanto, não impedem a execução de todas as políticas públicas ou despesas previstas no orçamento federal.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:47:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Mensagens de Lulinha com lobista mostram articulação com núcleo do governo Lula, diz PF]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/mensagens-de-lulinha-com-lobista-mostram-articulacao-com-nucleo-do/630032/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal tem em mãos mensagens trocadas pelo próprio Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeitas de tráfico de influência e por supostamente utilizar a proximidade com o filho do presidente para facilitar negócios e acesso ao governo federal.

Segundo as informações divulgadas, os diálogos mostram que Lulinha e Roberta tratavam de negócios e de articulações junto a integrantes do governo. As mensagens também indicariam que o filho do presidente tinha conhecimento da atuação e dos interesses da lobista e participava de reuniões relacionadas às tratativas.

Um dos diálogos ocorreu em 22 de março de 2024. Na conversa, Roberta afirma que os dois trabalhavam em um nível diferenciado e menciona a possibilidade de o futuro de ambos estar na Suíça. No mesmo diálogo, Lulinha relata participação em reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, então chefe de gabinete de Lula, e Swedenberger Barbosa, que ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Saúde.

Conversas citam negócios e integrantes do governo

As mensagens também fazem referência a Fernando Bittar, ex-sócio de Lulinha e um dos proprietários formais do sítio de Atibaia, frequentado pelo presidente Lula.

Em uma das conversas, Roberta afirma que Bittar estaria utilizando o nome de Lulinha na tentativa de fechar um negócio de grande porte com a Telebras. Na sequência, Lulinha pergunta se ela havia desmentido a informação.

A lobista responde que negou a situação e afirma que, caso Bittar realizasse um negócio com o presidente da Telebras, ele não faria negócios com ela.

As conversas são apresentadas como parte das investigações sobre a atuação de Roberta Luchsinger. Segundo as informações divulgadas, ela recebeu R$ 1,5 milhão em repasses do empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, que também é investigado.

Em uma das transferências, o empresário teria informado a um interlocutor que o dinheiro seria destinado ao “filho do rapaz”. Conforme a investigação da PF, a expressão poderia fazer referência a Lulinha.

A relação entre os envolvidos é investigada pelas autoridades, que apuram possíveis práticas de tráfico de influência e outras irregularidades.

Defesa nega irregularidades

A defesa de Fábio Luís da Silva afirmou que ele se mudou para a Espanha e atua na iniciativa privada, em atividades que, segundo os advogados, não têm relação direta ou indireta com o governo brasileiro.

Em manifestação assinada pelos advogados Marco Aurélio de Carvalho e Guilherme Suguimori, a defesa afirmou que Lulinha vive do resultado do próprio trabalho e sustentou que a quebra de seus sigilos fiscal e bancário não teria revelado provas ou indícios de irregularidades.

Os advogados também questionaram a divulgação das mensagens e alegaram possível uso político e eleitoral de informações obtidas durante a investigação. A defesa afirmou que pretende solicitar apurações sobre possíveis vazamentos de informações e sobre a atuação de servidores, agentes e delegados.

Os advogados disseram ainda que pretendem levar os pedidos de investigação ao STF, ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e à direção-geral da Polícia Federal.

As mensagens e as relações citadas fazem parte das apurações conduzidas pelas autoridades. As suspeitas investigadas ainda não representam, por si só, comprovação de prática criminosa pelos envolvidos.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:59:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Governo Lula é avaliado como ruim ou péssimo por 42%  ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-governo-lula-e-avaliado-como-ruim-ou-pessimo-por/630029/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 17, indica que 42% dos eleitores avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo. Na pesquisa anterior, de 10 de agosto, eram 44% - houve uma variação para baixo dentro da margem de erro. Os eleitores que consideram o governo de Lula ótimo ou bom somam 34%, mesma taxa do levantamento da semana passada.

Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 23%. Na pesquisa de 10 de agosto, eram 21%. Não sabem ou não responderam são 1%.

A avaliação do governo Lula é melhor entre o público feminino, pessoas de 60 anos ou mais e por quem estudou até o ensino fundamental. A avaliação é pior entre o público masculino, eleitores de 41 a 59 anos e por quem tem ensino superior.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do desempenho pessoal de Lula. Segundo a pesquisa, 48% desaprovam o petista, enquanto 47% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 5%.

A desaprovação oscilou um ponto para baixo em relação à pesquisa anterior, quando somou 49%, mas dentro da margem de erro. Já o patamar de aprovação subiu um ponto.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 14 a 16 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03317/2026.

Estadão Contéudo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:18:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições: desaprovação de Lula supera aprovação e chega a 48%, aponta BTG/Nexus]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-desaprovacao-de-lula-supera-aprovacao-e-chega-a-48-aponta/630026/</link>
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				<description><![CDATA[O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48% de desaprovação entre os eleitores brasileiros, enquanto 47% aprovam a gestão federal, segundo a nova rodada da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Outros 5% dos entrevistados não souberam responder ou não quiseram responder à pergunta sobre a avaliação do trabalho do presidente à frente do governo federal.

Os números mostram uma diferença de um ponto percentual entre os que desaprovam e os que aprovam a gestão. De acordo com a série histórica apresentada no levantamento, iniciada em março deste ano, o cenário permanece estável.

A pesquisa também avaliou como os entrevistados classificam a administração federal. Nesse quesito, 42% consideram o governo ruim ou péssimo, sendo 8% de avaliações ruins e 34% de avaliações péssimas. Por outro lado, 34% avaliam a gestão como boa ou ótima. Do total, 19% classificaram o governo como bom e 16% como ótimo.

Avaliação do governo

Além dos eleitores que classificaram a administração federal como boa, ótima, ruim ou péssima, 23% consideram o governo regular. Outros 1% não souberam ou não responderam.

Os resultados de aprovação e desaprovação medem a percepção dos entrevistados sobre o trabalho de Lula na Presidência. Já a avaliação entre ótimo, bom, regular, ruim e péssimo apresenta uma classificação mais detalhada sobre a administração federal.

A diferença entre os dois indicadores aparece nos percentuais registrados pelo levantamento. Enquanto 48% afirmam desaprovar o trabalho do presidente e 47% dizem aprová-lo, a avaliação da administração federal reúne 42% de opiniões negativas, 34% positivas e 23% que consideram o governo regular.

Metodologia

A pesquisa Nexus/BTG ouviu 2.003 eleitores entre os dias 14 e 16 de agosto. As entrevistas foram realizadas por telefone. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03317/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 10:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 47% contra 44% de Flávio Bolsonaro em cenário de 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-tem-47-contra-44-de-flavio-bolsonaro-em/630024/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, com 47% das intenções de voto contra 44% do adversário, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 17. Apesar da vantagem numérica, os dois permanecem tecnicamente empatados, dentro da margem de erro.

O resultado é o mesmo da pesquisa anterior, de 10 de agosto. Em 3 de agosto, Lula aparecia com 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 42%. Em relação à pesquisa anterior, Lula oscilou um ponto para baixo, dentro da margem de erro, enquanto Caiado continuou igual. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, e eleitores que não sabem são 2%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 46% contra 41%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 47% contra os mesmos 40% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 2%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 37% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 14%. Eleitores que não sabem são 3%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 46% a 37%.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 14 a 16 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03317/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 10:19:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula lidera disputa presidencial com 41% contra 36% de Flávio Bolsonaro  ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-lidera-disputa-presidencial-com-41-contra/630021/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da disputa presidencial com 41% das intenções de voto contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 17.

A intenção de voto no petista na disputa no primeiro turno oscilou positivamente em 1 ponto porcentual na comparação com a pesquisa divulgada em 10 de agosto, quando Lula havia pontuado 40%. Flávio Bolsonaro também oscilou um ponto para cima, de 35% na mostra anterior para 36% no levantamento de hoje. A vantagem do petista, portanto, se manteve em 5 p.p.

Veja um cronograma das variações de vantagem do atual mandatário sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro no último mês:

- 29 de junho: Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio

- 13 de julho: vantagem do petista era de 6 p.p;

- 27 de julho: subiu para 9 pontos porcentuais.

- 3 de agosto: vantagem caiu para 4 pontos;

- 10 de agosto: voltou a subir para 5 pontos.

- 17 de agosto: se manteve em 5 pontos.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão), que pontuou 4%, e com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), também com 4%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 5%. Eleitores que não sabem são 2%. Na mostra anterior, Caiado também tinha 5%, Renan tinha 4% e Zema 3%.

No primeiro turno, dos beneficiários Bolsa Família, 66% votam em Lula e 20% em Flávio. Dentre os não beneficiários do Bolsa Família no primeiro turno, 39% votam em Lula e 38% em Flávio Bolsonaro.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 14 a 16 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03317/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 10:01:00 -0300</pubDate>
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