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		<title>Portal de Prefeitura - Governo Federal</title>
		
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				<title><![CDATA[Lula recebe o ator e ambientalista Leonardo DiCaprio no Planalto para discutir combate às mudanças climáticas]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama Janja Lula da Silva receberam o ator e ambientalista Leonardo DiCaprio para uma reunião no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira, 2 de setembro. O encontro teve como principal tema a agenda ambiental brasileira e contou com a participação de integrantes da Re, organização fundada pelo ator dedicada à proteção e à restauração de ecossistemas.

DiCaprio solicitou informações sobre iniciativas adotadas pelo Brasil para enfrentar as mudanças climáticas. O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, também participou da reunião e apresentou dados relacionados à redução do desmatamento nos diferentes biomas brasileiros e às medidas para fortalecer os órgãos responsáveis pela fiscalização ambiental.

DiCaprio visita comunidades indígenas

A reunião no Palácio do Planalto ocorreu poucos dias depois de uma passagem do ator pelo interior de Mato Grosso. No último sábado, 29 de setembro, DiCaprio esteve na região e se encontrou com o cacique Raoni Metuktire, uma das principais lideranças indígenas do país.

A agenda do ator no Brasil reforça a atuação internacional de DiCaprio em defesa da preservação ambiental. Por meio da Re, ele participa de iniciativas voltadas à proteção de ecossistemas e à conservação da biodiversidade.

Durante a visita ao Brasil, DiCaprio também elogiou medidas adotadas pelo governo Lula para combater o desmatamento. O tema já havia colocado o ator em confronto público com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em 2022, DiCaprio publicou nas redes sociais uma mensagem sobre a preservação da Amazônia e o combate ao desmatamento. Bolsonaro respondeu publicamente às manifestações do ator e criticou sua atuação sobre o tema.

Brasil busca reduzir desmatamento

Durante o encontro com DiCaprio, o governo brasileiro apresentou informações sobre os resultados das políticas ambientais implementadas nos últimos anos. Entre os assuntos abordados estiveram a redução do desmatamento em diferentes biomas e o fortalecimento da estrutura de fiscalização e proteção ambiental.

A reunião também aproximou o governo brasileiro de uma organização internacional dedicada à conservação de ecossistemas. A participação de DiCaprio no debate ocorre em um momento de busca por maior articulação internacional em torno das políticas de preservação ambiental e enfrentamento das mudanças climáticas.

A presença do ator no Brasil ainda chama atenção pela relação que ele mantém com pautas ambientais. Ao longo dos anos, DiCaprio tem utilizado sua projeção internacional para defender ações de combate à crise climática, proteção da biodiversidade e preservação de áreas ameaçadas.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 11:42:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Silvio Costa Filho articula com Alckmin agenda para fortalecer infraestrutura do Brasil]]></title>
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				<description><![CDATA[Vice-presidente da Frente Parlamentar de Portos e Aeroportos, o deputado e ex-ministro Silvio Costa Filho se reuniu, nesta quarta-feira, com o vice-presidente Geraldo Alckmin e representantes do colegiado e do Instituto Brasileiro de Infraestrutura. O encontro teve como objetivo discutir uma agenda estratégica para o fortalecimento da infraestrutura brasileira e os desafios para ampliar a capacidade logística do país.

Na pauta, Silvio e representantes do setor apresentaram ao vice-presidente uma carta programática com os principais desafios e metas da infraestrutura nacional, com propostas voltadas à ampliação dos investimentos, modernização da logística e melhoria da competitividade do Brasil.

A iniciativa reúne a Frente Parlamentar, o Instituto Brasileiro de Infraestrutura, o Congresso Nacional e o Governo Federal em torno de uma agenda comum para o desenvolvimento do setor. Entre os temas discutidos estão a necessidade de novos investimentos, ampliação da capacidade logística, modernização dos equipamentos de infraestrutura e criação de um ambiente cada vez mais favorável à participação da iniciativa privada.

A defesa de uma agenda integrada também está relacionada à experiência de Silvio Costa Filho à frente do Ministério de Portos e Aeroportos. Durante sua gestão, o então ministro trabalhou pelo fortalecimento da malha logística brasileira, com investimentos e articulação para atração de novos investidores para diferentes áreas da infraestrutura.

A atuação incluiu projetos e investimentos em portos, aeroportos, hidrovias, ferrovias e rodovias, com atenção especial também à infraestrutura de Pernambuco. A estratégia buscou ampliar a capacidade de transporte, melhorar a integração entre os diferentes modais e criar condições para que o Brasil pudesse avançar na atração de investimentos e na geração de empregos.

Para Silvio Costa Filho, a construção de uma agenda conjunta entre o setor produtivo, o Congresso e o Governo Federal é fundamental para garantir continuidade aos investimentos e preparar o país para os próximos anos.

“Essa iniciativa da Frente Parlamentar, alinhada com o Instituto, o Congresso Nacional e o Governo, é fundamental porque vai gerar desenvolvimento para o país. Precisamos construir uma agenda de longo prazo para a infraestrutura brasileira, garantindo investimentos, segurança jurídica e condições para o Brasil continuar crescendo”, afirmou Silvio.

O encontro com Alckmin reforça a busca por uma atuação coordenada entre o Legislativo, o Executivo e o setor de infraestrutura, com o objetivo de transformar as demandas apresentadas pelo setor em uma agenda concreta de investimentos e desenvolvimento nacional.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 11:21:00 -0300</pubDate>
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				<title><![CDATA[Prefeito Sérgio Colin comemora edital de mais de R$ 34 milhões para Travessia Urbana da BR-104 em Toritama]]></title>
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				<description><![CDATA[O Governo Federal, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), publicou nesta quarta-feira, 2 de setembro, no Diário Oficial da União, o edital para as obras de pavimentação e melhoria da travessia urbana da BR-104, em Toritama, no Agreste de Pernambuco. O investimento previsto é superior a R$ 34 milhões.

A Concorrência nº 452/2026 contempla o trecho da rodovia entre os quilômetros 27,73 e 30,60. De acordo com o edital, a abertura das propostas está marcada para o dia 9 de outubro.

A obra é resultado de articulações da gestão municipal, do ex-prefeito Edilson Tavares (PP) e do senador Fernando Dueire (PSD) junto ao Ministério dos Transportes e ao ministro Renan Filho.

O prefeito de Toritama, Sérgio Colin (PP), comemorou a publicação do edital e destacou a participação de diferentes atores políticos na viabilização do projeto, que era aguardado há anos pela população.

“Essa é uma das maiores vitórias do nosso mandato. É resultado de muitas idas a Brasília, dando continuidade ao trabalho iniciado por Edilson Tavares e buscando apoio para viabilizar essa demanda. Toritama será sempre grata a Edilson e ao senador Fernando Dueire por essa conquista”, afirmou Colin.

Melhorias na mobilidade

A intervenção na BR-104 deverá promover mudanças na mobilidade urbana de Toritama, com impactos esperados na segurança e no fluxo de veículos que circulam pelo município.

A cidade integra o Polo de Confecções do Agreste e recebe semanalmente mais de 50 mil visitantes e compradores. Com o movimento intenso de pessoas e veículos, a melhoria da infraestrutura da rodovia é considerada estratégica para o deslocamento da população e o acesso ao município.

Além da mobilidade, a obra deve contribuir para o escoamento da produção do Polo de Confecções, melhorar a integração entre diferentes áreas da cidade e favorecer a atividade econômica da região.

Com a publicação do edital, o próximo passo será a abertura das propostas das empresas interessadas na execução dos serviços, prevista para 9 de outubro.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 11:05:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: aprovação do governo Lula cai para 45%, aponta Quaest]]></title>
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				<description><![CDATA[A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu em 48%, enquanto a aprovação oscilou de 46% para 45%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 2. Outros 7% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior, divulgada em 14 de agosto, 48% desaprovavam a gestão petista e 46% a aprovavam. Outros 6% não souberam ou não responderam. As variações ocorreram dentro da margem de erro do levantamento, de 2 pontos porcentuais.

A desaprovação, contudo, avançou seis pontos porcentuais entre os eleitores de 16 a 24 anos, de 47% para 53%. Entre os independentes, o índice oscilou de 48% para 52%.

O levantamento também mostra que 37% dos entrevistados avaliam o governo Lula de forma negativa, enquanto 35% consideram a gestão positiva. Para 25%, a administração é regular, e 3% não souberam ou não responderam.

A nova rodada é a primeira realizada pelo instituto desde o início da campanha eleitoral. No último mês, Lula enfrentou desgaste após a Polícia Federal abrir três inquéritos para investigar suspeitas envolvendo seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A pesquisa Quaest, contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, ouviu 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 12:15:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Lula tem 42% contra 41% de Flávio Bolsonaro em empate técnico no segundo turno, aponta Quaest]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo turno pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 2. Lula registra 42% das intenções de voto, ante 41% de Flávio.

A vantagem do petista caiu de três para um ponto porcentual desde a rodada divulgada em 14 de agosto. Na ocasião, Lula tinha 43%, enquanto Flávio alcançava 40%. Brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar somam 13%, e os indecisos 4%.

Lula também lidera os demais cenários de segundo turno testados. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente tem 42%, ante 37% do governador de Goiás. Diante de Renan Santos (Missão), o placar é de 43% a 36%. Em uma disputa com Augusto Cury (Avante), Lula registra 40%, contra 34% do adversário.

1º turno

No primeiro turno, o presidente aparece à frente com 37% das intenções de voto, seguido por Flávio, com 30%, e Cury, com 10%. Renan Santos registra 3%. Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Pablo Marçal e Samara Braga têm 1% cada.

Outros 7% dos entrevistados pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 11% estão indecisos.
 Em um cenário de primeiro turno sem Marçal, Lula mantém os 37%, Flávio registra 29% e Cury continua com 10%. Flávio Bolsonaro é rejeitado por 55% dos eleitores, enquanto a rejeição a Lula alcança 53%.

A pesquisa Quaest foi realizada entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, com 2.004 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:36:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Quaest: Lula lidera primeiro turno com 37%, seguido por Flávio Bolsonaro com 30%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/quaest-lula-lidera-primeiro-turno-com-37-seguido-por-flavio/631339/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança das intenções de voto para a Presidência da República no primeiro turno das eleições de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira , 2 de setembro. No principal cenário analisado pelo instituto, Lula registra 37%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 30%.

O escritor Augusto Cury (Avante) ocupa a terceira posição, com 10% das intenções de voto. O levantamento testou diferentes composições de candidatos e, no cenário que inclui 12 nomes, o senador Renan Santos (Missão) aparece com 3%. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Pablo Marçal (PRTB) e Samara Martins (UP) registram 1% cada.

Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram na simulação.

Entre os entrevistados, 7% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não votariam, enquanto 10% disseram estar indecisos.

Lula mantém liderança sem Pablo Marçal

Em um segundo cenário apresentado pela Quaest, desta vez sem Pablo Marçal, Lula permanece com 37% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece com 29%, enquanto Augusto Cury mantém os 10%.

Renan Santos novamente registra 3%. Caiado, Zema e Samara Martins aparecem com 1% cada. Os demais candidatos testados não pontuaram.

Nesse cenário, o percentual de eleitores que afirmam votar em branco, nulo ou não votar permanece em 7%. Já os indecisos representam 11% dos entrevistados.

Os números indicam que a retirada de Pablo Marçal da simulação provocou pouca alteração nos três primeiros colocados: Lula permaneceu com o mesmo percentual, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou um ponto para baixo.

Metodologia da pesquisa Quaest

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores de todo o país entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. As entrevistas foram realizadas presencialmente.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:23:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA["Rap do Silva": TSE suspende propaganda de Lula após pedido de Flávio Bolsonaro por ausência de Alckmin como vice ]]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta segunda-feira, 1º, a suspensão de propaganda da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), veiculada na televisão na última sexta-feira, 28. O Estadão procurou a campanha do petista e aguarda posicionamento.

O pedido foi feito pelo senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que alegou a falta do nome do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na peça publicitária apresentada em espaço do horário eleitoral gratuito.

No documento protocolado junto à Corte eleitoral, os advogados de Flávio citam o jingle "Rap do Silva", reproduzido junto à imagem e ao nome do presidente Lula, sem qualquer menção a Alckmin.

Mendonça alegou que a inserção não está em conformidade com a legislação eleitoral brasileira e nem com a Resolução 23.610 de 2019, do TSE. "Verifico a presença dos requisitos necessários à concessão parcial da medida."

Com a decisão, a campanha de Lula não poderá reproduzir a peça até que os ajustes sejam feitos. De acordo com a regra eleitoral, o nome do vice na chapa deve ser legível e o tamanho não pode ser menor do que 30% daquele utilizado para o titular.

A decisão não afeta a utilização do jingle ou das imagens usadas no programa eleitoral. "Não se mostra necessária, neste momento, ordem genérica dirigida a toda e qualquer propaganda futura dos representados, bastando impedir a reiteração da peça cuja irregularidade é objeto destes autos."

André Mendonça ainda sinalizou que a aplicação de multa e demais sanções só será examinada pelo tribunal depois que a campanha de Lula se manifeste.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 08:32:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Empatados: Lula e Flávio Bolsonaro registram 50% de rejeição, aponta pesquisa Real Time Big Data  ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/empatados-lula-e-flavio-bolsonaro-registram-50-de-rejeicao-aponta/631254/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem empatados com 50% de rejeição entre os eleitores, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º de agosto. O levantamento considera uma simulação de rejeição múltipla, na qual os entrevistados podem indicar mais de um candidato em quem não votariam de jeito nenhum.

O resultado coloca Lula e Flávio no topo do índice de resistência eleitoral para a disputa pela Presidência da República em 2026. Na sequência, aparece o ex-candidato à Presidência Pablo Marçal (PRTB), com 46% de rejeição.

Apesar de numericamente abaixo dos dois primeiros colocados, Marçal está tecnicamente empatado com Lula e Flávio, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na sequência da lista, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ativista Renan Santos (Missão) registram 39% de rejeição cada. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece com 36%.

Entre os demais nomes apresentados aos entrevistados, Rui Costa Pimenta (PCO) soma 32% de rejeição, enquanto Samara Martins (UP) aparece com 29%. O escritor Augusto Cury (Avante) tem 28%.

O veterinário Wilson Grassi (Democrata) registra 27% de rejeição. Em seguida, aparecem Hertz Dias (PSTU), com 26%, Edmilson Costa (PCB), com 24%, e Clariana Barão (DC), com 22%, menor índice entre os candidatos avaliados.

Rejeição

A pesquisa também aponta que 2% dos entrevistados afirmam que poderiam votar em todos os candidatos apresentados. O mesmo percentual corresponde aos eleitores que não souberam ou não responderam à pergunta.

A rejeição é um dos indicadores utilizados em pesquisas eleitorais para medir a resistência do eleitorado aos nomes colocados na disputa. Como a pergunta permite múltiplas respostas, um mesmo entrevistado pode declarar que não votaria em mais de um candidato.

O levantamento Real Time Big Data ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre os dias 27 e 31 de agosto. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, e possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03490/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Real Time Big Data: Lula tem 45% de aprovação antes das eleições de 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/real-time-big-data-lula-tem-45-de-aprovacao-antes-das-eleicoes-de/631253/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º, mostra que 51% dos eleitores desaprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 45% aprovam. Outros 4% não souberam ou não responderam.

Na avaliação do desempenho do presidente, 15% consideram o trabalho de Lula ótimo e 12%, bom. Outros 33% classificam como regular, enquanto 16% avaliam como ruim e 23%, péssimo. Não souberam ou não responderam 1%. Assim, as avaliações positivas somam 27%, ante 39% de negativas.

O levantamento também aponta que 52% dos entrevistados consideram que o Brasil está seguindo na direção errada, ante 30% que avaliam que o País caminha na direção certa. Para 15%, a direção não é nem certa nem errada, e 3% não souberam responder

Quando comparam a própria vida com a situação de dois anos atrás, 52% dizem estar na mesma condição. Outros 28% afirmam estar melhor, 9% "muito melhor" e 19% "um pouco melhor", enquanto 19% dizem estar pior, sendo 11% "um pouco pior" e 8% "muito pior".

A pesquisa também mediu o grau de continuidade ou mudança desejado pelos eleitores. Para 32%, o Brasil precisa mudar completamente a maneira como está sendo governado, enquanto 26% defendem mudanças importantes. Outros 25% preferem manter o caminho atual e 15% querem apenas alguns ajustes, preservando a maior parte da atual direção.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o País entre 27 e 31 de agosto. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, tem margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03490/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:11:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Real Time Big Data: Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 44% em cenário de segundo turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/real-time-big-data-lula-e-flavio-bolsonaro-empatam-com-44-em-cenario/631252/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados numericamente em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026. É o que aponta a pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira, 1º de setembro.

De acordo com o levantamento, os dois candidatos registram 44% das intenções de voto. Outros 9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3% não souberam ou não responderam.

Na pesquisa anterior do instituto, realizada em julho, Lula aparecia com 45%, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 42%. Com isso, o petista oscilou um ponto para baixo, enquanto o senador avançou dois pontos percentuais. As duas candidaturas, portanto, passaram de uma diferença de três pontos para um empate numérico.

Outros cenários de segundo turno

O Real Time Big Data também apresentou simulações de Lula contra outros nomes que disputam a eleição presidencial.

Em um eventual confronto entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD), o ex-governador de Goiás aparece numericamente à frente, com 45%, contra 43% do presidente. Brancos e nulos somam 8%, enquanto 4% não souberam ou não responderam.

Já em uma disputa entre Lula e Romeu Zema (Novo), o presidente registra 43%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais aparece com 40%. Nesse cenário, 10% indicaram voto branco ou nulo e 7% não souberam responder.

Contra Renan Santos (Missão), Lula tem 44%, ante 37% do adversário. Brancos e nulos correspondem a 12%, e 7% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

O levantamento também testou um eventual segundo turno entre Lula e Pablo Marçal (PRTB). O presidente aparece com 44%, enquanto Marçal soma 40%. Outros 10% votariam em branco ou nulo e 6% não souberam ou não responderam.

Pesquisa

O levantamento foi realizado pelo Real Time Big Data com 2 mil eleitores de todo o país, entre os dias 27 e 31 de agosto de 2026.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03490/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data: Lula lidera primeiro turno com 38%, seguido por Flávio Bolsonaro com 30%]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 38% das intenções de voto totais no primeiro turno da disputa presidencial. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 30%, enquanto Augusto Cury (Avante) tem 11%.

Na sequência, Renan Santos (Missão) aparece com 7%, Ronaldo Caiado (PSD) pontua 4% e Romeu Zema (Novo) tem 2%. Outros candidatos somam 2%. Votos brancos e nulos são 3% e outros 2% não souberam ou não responderam. Este cenário estimulado considerado não inclui Pablo Marçal (PRTB).

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio, os dois aparecem empatados, com 44% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 9% e 3% não souberam ou não responderam. Na rodada anterior, realizada em julho, Lula tinha 45% e Flávio, 42%.

Nos demais confrontos, Ronaldo Caiado é quem aparece com maior vantagem sobre o atual presidente, com 45%, ante 43% do petista, em empate técnico considerando a margem de erro. Contra Romeu Zema, Lula marca 43% e o candidato do Novo, 40%. O presidente tem 44% ante 37% de Renan Santos e 44% contra 40% de Pablo Marçal. A pesquisa não apresenta simulação de segundo turno entre Lula e Cury.

O levantamento também perguntou, independentemente da preferência eleitoral, quem os entrevistados acreditam que será o próximo presidente do Brasil. Lula foi citado por 49%, ante 36% de Flávio Bolsonaro. Renan Santos aparece com 5%, Augusto Cury, com 4%, e Pablo Marçal, com 1%. Outros 5% disseram não saber.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o País entre 27 e 31 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03490/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula envia Lei Orçamentária com salário mínimo de R$ 1.741 em 2027]]></title>
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				<description><![CDATA[A nova regra de correção fez o governo elevar a previsão para o salário mínimo no próximo ano. O projeto da Lei Orçamentária de 2027, enviado na noite desta segunda-feira, 31 de agosto, ao Congresso, prevê mínimo de R$ 1.741, R$ 24 mais alto que o valor de R$ 1.717 proposto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Adiantado na semana passada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o valor representa aumento nominal de 7,4% em relação ao salário mínimo de R$ 1.621 que está em vigor.

A alta obedece à regra aprovada no fim do ano passado, que limita o crescimento do salário mínimo a 2,5% acima da inflação do ano anterior.

O valor final do salário mínimo em 2027 pode ficar ainda maior, caso o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) suba mais que o esperado até novembro.

O indicador é uma das medidas de inflação calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Com base na inflação acumulada entre dezembro de 2025 e novembro de 2026, o governo enviará uma mensagem modificativa ao Congresso no início de dezembro.

Agência Brasil

Ministro da Fazenda

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta segunda-feira, 24 de agosto, que a peça orçamentária de 2027 será "muito diferente" da que o atual governo recebeu em 2023 e informou que o salário mínimo do próximo ano será de R$ 1.741.

Na fala, ele destacou que o reajuste valerá também para a Previdência e benefícios sociais indexados ao piso e negou qualquer desvinculação.

Durigan e os demais ministros que compõem a Junta de Execução Orçamentária (JEO) estiveram reunidos, no fim da tarde desta segunda-feira, 24, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tratar do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que terá de ser apresentado ao Congresso Nacional até o próximo dia 31 de agosto.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 18:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro tem 52,7% de rejeição contra 52% de Lula]]></title>
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				<description><![CDATA[O levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta segunda-feira, 31, mostra que Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem na liderança da rejeição do eleitorado. Flávio é rejeitado por 52,7% dos eleitores e Lula, por 52,0%. Com isso, em um mês, em relação à pesquisa anterior, a rejeição de Flávio oscilou 0,2 pontos para baixo e rejeição de Lula cresceu 2,6 pontos.

A rejeição a Renan Santos (Missão) é de 43,1%. Romeu Zema (Novo) tem 33,9%, Ronaldo Caiado (PSD), 28,5%, e Augusto Cury (Avante), 18,5%, segundo a pesquisa.

Na comparação entre os dois principais nomes do levantamento, 46,4% disseram temer mais a reeleição de Lula do que a eleição de Flávio Bolsonaro (45,5%). Outros 7,9% afirmaram que ambos os resultados preocupam igualmente, e 0,2% disseram não saber.

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi realizada entre 25 e 30 de agosto de 2026, com 5.014 respondentes. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07972/2026.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: Lula tem 45,4% de aprovação, aponta Atlas/Bloomberg]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-2026-lula-tem-454-de-aprovacao-aponta-atlasbloomberg/631180/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é desaprovado por 52,9% e aprovado por 45,4%, segundo a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira, 31. Outros 1,7% disseram não saber.

Em um mês, a desaprovação de Lula subiu 1,7 ponto porcentual, enquanto a aprovação caiu 2,2 pontos porcentuais, de acordo com a série histórica do levantamento.

Na avaliação do governo, 51,1% consideram a gestão Lula ruim/péssima, 37,0% a classificam como ótima/boa e 11,9% a avaliam como regular.

Nos recortes demográficos da pesquisa, os grupos que mais desaprovam Lula são os mais jovens (16 a 24 anos), com 76,9%, e os evangélicos, com 76,1%. Já os que mais aprovam o presidente são os idosos (60 a 100 anos), com 63,2%, os católicos, com 55,4%, e os moradores do Nordeste, com 54,7%.

Confira abaixo as perguntas feitas e as respostas dos entrevistados:

"Você aprova ou desaprova o desempenho do presidente Lula?"

- 52,9% - Desaprovo

- 45,4% - Aprovo

- 1,7% - Não sei

"Como você avalia o governo do presidente Lula?"

- 51,1% - Ruim/Péssimo

- 37,0% - Ótimo/Bom

- 11,9% - Regular

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi realizada entre 25 e 30 de agosto de 2026, com 5.014 respondentes. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07972/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:39:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Atlas/Bloomberg: Lula tem 47,1% contra 42,6% de Flávio Bolsonaro no segundo turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-atlas-bloomberg-lula-tem-47-1-contra-42-6-de-flavio-bolsonaro/631177/</link>
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				<description><![CDATA[A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) num provável segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu 1,8 ponto porcentual, segundo a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada na manhã desta segunda-feira, 31. Lula, que no levantamento do fim de julho tinha 49,2% das intenções de voto, agora registra 47,1%. Flávio Bolsonaro, por sua vez, ficou quase estável: de 42,9% passou a 42,6%. Com isso, a diferença entre ambos recuou de 6,3 pontos para 4,5, uma oscilação acima da margem de erro de um ponto porcentual para cima ou para baixo.

Na disputa do primeiro turno, o levantamento indica também uma oscilação negativa dos candidatos do PT e do PL e o crescimento de Augusto Cury (Avante) para a terceira posição. O petista tem 43,4% das intenções de voto, seguido de Flávio, com 33,7%, no primeiro turno. Depois, vêm Cury (7,8%); Renan Santos, do Missão, (7,6%); Ronaldo Caiado, do PSD, (3,3%); e Romeu Zema, do Novo (1%).

Em relação à pesquisa anterior, referente ao mês de julho, Lula caiu 1,6 ponto porcentual, e Flávio perdeu 2,3 pontos porcentuais.

Cury, com 7,8%, cresceu 6,2 pontos porcentuais no 1º turno em relação ao último levantamento, quando aparecia com 1,6%. Até então, ele figurava sempre atrás de Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).

Nos últimos dias, o candidato teve um "boom" de seguidores em suas redes sociais.

Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, após o debate presidencial promovido por Band e Estadão, com parceria de TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan (23), as sabatinas promovidas pela TV Globo (25 a 30) e o início do horário gratuito eleitoral (28).

Intenção de voto no 1º turno, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):

- 43,4% - Lula (PT)

- 33,7% - Flávio Bolsonaro (PL)

- 7,8% - Augusto Cury (Avante)

- 7,6% - Renan Santos (Missão)

- 3,3% - Ronaldo Caiado (PSD)

- 1,9% - Pablo Marçal (PRTB)

- 1,0% - Romeu Zema (Novo)

- 0,9% - Samara (UP)

- 0,1% - Rui Costa Pimenta (PCO)

- 0,1% - Wilson Grassi (Democrata)

- 0,1% - Branco/Nulo

- 0,2% - Não sei

Cenários de 2º turno conforme pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):

2º Turno: Lula x Flávio Bolsonaro

- 47,1% - Lula

- 42,6% - Flávio Bolsonaro

- 10,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Caiado

- 46,6% - Lula

- 41,0% - Caiado

- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Zema

- 47% - Lula

- 40,7% - Zema

- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Renan Santos

- 47,5% - Lula

- 26,0% - Renan Santos

- 26,6% - Branco/Nulo/Não sei

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi feita entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, com base numa amostra de 5.014 pessoas respondentes e margem de erro de 1% para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07972/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:29:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula lidera o primeiro turno com 43,4%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 33,7%, aponta Atlas/Bloomberg]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-lidera-primeiro-turno-com-43-4-e-flavio-bolsonaro-33-7/631175/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, com 43,4%, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira, 31 de agosto. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece na segunda colocação, com 33,7%.

A diferença entre os dois candidatos é de 9,7 pontos percentuais no cenário apresentado pelo levantamento. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 30 de agosto e ouviu 5.014 pessoas.

Na sequência dos dois primeiros colocados, aparecem o escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante), com 7,8% das intenções de voto, e o ativista Renan Santos (Missão), que registra 7,6%.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 3,3%. Já o coach Pablo Marçal (PRTB) soma 1,9%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) tem 1%.

A candidata Samara Martins (UP) registra 0,9% das intenções de voto. Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) aparecem com 0,1% cada. Votos brancos e nulos representam 0,1% dos entrevistados, enquanto 0,2% afirmaram não saber em quem votar.

Pesquisa

O levantamento Atlas/Bloomberg ouviu 5.014 pessoas entre 25 e 30 de agosto. A pesquisa tem margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07972/2026.

No cenário de primeiro turno apresentado pela pesquisa, Lula aparece na liderança com 43,4%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33,7%. Os demais candidatos somam percentuais inferiores a 10%.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 09:14:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro tem 50% de rejeição contra 49% de Lula, aponta pesquisa BTG/Nexus]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/flavio-bolsonaro-tem-50-de-rejeicao-contra-49-de-lula-btg-nexus/631172/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 31. Do total de entrevistados, 49% dizem que não votariam no petista, enquanto 50% não votariam no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em comparação com a pesquisa anterior, de 24 de agosto, a rejeição de Flávio oscilou dois pontos para cima, dentro da margem de erro, enquanto a rejeição a Lula permaneceu a mesma. Esta é a primeira pesquisa nacional divulgada após a participação dos dois na sabatina do Jornal Nacional, da TV Globo.

Entre os eleitores de Lula, 35% dizem que o petista é o único candidato em quem votariam, e 14% dizem que poderiam votar em outro.

No caso dos eleitores de Flávio, 27% declaram que não votariam em outro candidato. Outros 20% afirmam que poderiam votar em outro.

Flávio é mais rejeitado entre as mulheres (55%), por pessoas com 60 anos ou mais (56%), por quem não tem religião (66%) e por eleitores do Nordeste (59%). O nome de Lula tem maior rejeição entre homens (56%), eleitores de 16 a 24 anos (54%), evangélicos (62%) e sulistas (63%).

A rejeição ao ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) subiu de 34% para 37%, e 41% dizem que não votariam no ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) de jeito nenhum (na pesquisa anterior eram 36%).

No caso de Renan Santos (Missão), a rejeição também subiu de 35% na pesquisa anterior para 40% no levantamento divulgado nesta segunda-feira.

Santos segue o mais desconhecido, com 35% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 26% dos eleitores e Caiado, por 25%.

A BTG/Nexus não perguntou aos entrevistados sobre a rejeição e potencial de voto no escritor e psiquiatra Augusto Cury. Até a semana passada, Cury registrava 2% das intenções de voto no primeiro turno e, na pesquisa divulgada hoje, saltou para o terceiro lugar, com 11%.

Preferência política

O levantamento mostra ainda que 38% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 33% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família.

De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda-feira, 25% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo. Na pesquisa anterior, eram 20%, portanto um crescimento de 5 p.p..

De acordo com o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 14% votam em Lula; 10%, em Flávio; 64% nos demais candidatos e 5% votariam em branco ou anulariam.

A Nexus ouviu 2.005 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, de 28 a 30 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08900/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 08:57:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 45% em empate técnico no segundo turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-tem-46-e-flavio-bolsonaro-45-em-empate/631171/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de outubro, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 31. O petista registrou 46% das intenções de voto contra 45% do adversário - mesmo resultado da última pesquisa, divulgada em 24 de agosto. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), as projeções também dão empate técnico, com o petista pontuando 44% e o ex-governador de Goiás, 42%. Em relação à pesquisa anterior, Lula oscilou um ponto para baixo, dentro da margem de erro, enquanto Caiado oscilou dois pontos para cima. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%, e eleitores que não sabem são 1%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 46% a 41%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 47% contra 41% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 12%, enquanto os que não sabem são 1%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 38% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 14%. Eleitores que não sabem são 1%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 47% a 36%.

Não foram realizadas projeções com os outros concorrentes, como por exemplo, o escritor Augusto Cury, candidato do Avante.

A Nexus ouviu 2.005 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, de 28 a 30 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08900/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 08:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula lidera com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33% no primeiro turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante) subiu para o terceiro lugar nas intenções de voto para a eleição presidencial, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 31. De 2% na semana passada, Cury saltou para 11% das intenções de voto. As entrevistas foram feitas entre a última sexta-feira, 28, e domingo, 30, após a participação do escritor na sabatina da TV Globo. O crescimento no número de seguidores do escritor nas redes sociais já havia sido notado também após o primeiro debate presidencial Band/Estadão, realizado no dia 23 de agosto.

Ao longo da última semana, Cury registrou um aumento expressivo tanto na busca por seu nome no Google quanto no engajamento em suas redes sociais. Seu perfil no Instagram saltou de cerca de 8,4 milhões para 10,7 milhões de seguidores em uma semana, representando um ganho de cerca de 2 milhões de novos perfis.

Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua liderando as intenções de voto para o primeiro turno, mas caiu de 41% na semana passada para 39% na pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 31. A oscilação está dentro da margem de erro de 2%.

Em seguida aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), que caiu de 37% das intenções de voto na semana passada para 33% no levantamento desta segunda-feira. A vantagem do petista sobre o filho do presidente Jair Bolsonaro voltou a subir para 6 pontos porcentuais.

Veja um cronograma das variações de vantagem do atual mandatário sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro no último mês:

- 29 de junho: Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio

- 13 de julho: vantagem do petista era de 6 p.p;

- 27 de julho: subiu para 9 pontos porcentuais;

- 3 de agosto: vantagem caiu para 4 pontos;

- 10 de agosto: voltou a subir para 5 pontos;

- 17 de agosto: se manteve em 5 pontos;

- 24 de agosto: caiu para 4 pontos.

- 31 de agosto: subiu para 6 pontos.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em quarto lugar, com 5%. Em seguida, com 3%, vem o ativista Renan Santos (Missão). O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) registrou 1%. Brancos e nulos somam 3% e não sabem ou não responderam 3%. Em outra projeção de 1º turno, o coach Pablo Marçal, que está inelegível por decisão da Justiça Eleitoral, pontua 3%.

A Nexus ouviu 2.005 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08900/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 08:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula prevê empréstimo de R$ 6 bilhões aos Correios no Orçamento de 2027]]></title>
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				<description><![CDATA[O governo federal deve enviar ao Congresso Nacional, na próxima segunda-feira, 31 de agosto, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 com a previsão de um empréstimo de R$ 6 bilhões aos Correios.

A operação foi incluída na proposta orçamentária como uma medida para reforçar o caixa da estatal, que atravessa uma grave crise econômico-financeira e passa por um processo de reestruturação.

De acordo com a proposta, os recursos serão obtidos por meio de uma operação de crédito. A medida terá impacto sobre o resultado nominal das contas públicas, mas não produzirá efeito direto sobre o resultado primário.

O dinheiro deverá ser utilizado para manter as atividades dos Correios, incluindo investimentos operacionais e o pagamento de despesas correntes.

A previsão de um novo financiamento ocorre após a estatal já ter recorrido a uma operação de R$ 12 bilhões em 2025, realizada com bancos privados e com aval da União.

A situação financeira dos Correios se deteriorou nos últimos três anos, período em que a empresa acumulou prejuízos, registrou queda nas receitas e viu suas despesas aumentarem. Diante desse cenário, a estatal passou a adotar medidas destinadas a reduzir custos e reorganizar suas operações.

Empréstimo terá garantia da União

A operação de R$ 6 bilhões foi autorizada pelo Tesouro Nacional e integra o plano de reestruturação dos Correios. O financiamento foi estruturado depois que cinco bancos apresentaram propostas de crédito para a empresa.

O acordo terá validade até 2040 e contará com garantia da União. Na prática, o aval significa que o governo federal oferece respaldo à operação e reduz o risco assumido pelas instituições financeiras que concederem o crédito.

Caso os Correios não consigam cumprir as parcelas do financiamento e entrem em inadimplência, a União poderá ser acionada para honrar os pagamentos. A garantia funciona, portanto, como uma proteção adicional para os bancos envolvidos na operação.

A inclusão do empréstimo no PLOA de 2027 ocorre em um momento no qual a empresa busca recuperar sua capacidade financeira e garantir a continuidade de suas atividades. O financiamento deverá contribuir para o caixa necessário à manutenção dos serviços e à execução dos investimentos previstos.

Correios adotam plano de reestruturação

Além da busca por crédito, os Correios anunciaram, no ano passado, um plano de reestruturação com uma série de medidas para reduzir despesas e melhorar a situação financeira da empresa.

Entre as ações previstas estão o corte de custos, a implementação de um Programa de Demissão Voluntária (PDV), a venda de imóveis considerados ociosos e a renegociação de contratos.

O plano também contempla mudanças nas condições de trabalho e na estrutura de benefícios. Entre as medidas anunciadas estão a redução da jornada de trabalho, alterações nos planos de saúde e o retorno dos funcionários ao trabalho presencial.

Outra iniciativa prevista pela estatal é o lançamento de um marketplace próprio, ampliando a atuação dos Correios para além de suas atividades tradicionais.

O novo empréstimo, caso a previsão seja mantida no Orçamento de 2027, será mais uma etapa do esforço para enfrentar a crise financeira da empresa. A operação se soma às medidas de redução de custos e reorganização anunciadas pelos Correios, em uma tentativa de recuperar o equilíbrio das contas e manter o funcionamento da estatal.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 17:16:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE começa a julgar registros de candidatos à Presidência na próxima segunda-feira (31)]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/tse-comeca-a-julgar-registros-de-candidatos-a-presidencia-na-proxima/631087/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para a próxima segunda-feira, 31 de julho, o início do julgamento virtual dos registros dos candidatos à Presidência da República nas eleições de outubro.

O julgamento terá início à meia-noite e ficará aberta até o dia 2 de setembro. Na modalidade virtual, os ministros inserem os votos no sistema eletrônico da Corte e não há deliberação presencial.

O TSE recebeu 13 pedidos de registros de candidaturas: 


	Augusto Cury (Avante);
	Clariana Barão (DC); 
	Edmilson Costa (PCB);
	Flávio Bolsonaro (PL);
	Hertz Dias (PSTU); 
	Luiz Inácio Lula da Silva (PT); 
	Pablo Marçal (PRTB); 
	Renan Santos (Missão); 
	Romeu Zema (Novo); 
	Ronaldo Caiado (PSD); 
	Rui Costa Pimenta (PCO);
	Samara Martins (UP) e 
	Wilson Grassi (Democrata).


Para terem os registros concedidos, os candidatos precisam apresentar documentos para comprovar que estão elegíveis e que não têm pendências com a Justiça Eleitoral.

No caso de Pablo Marçal, o TSE já determinou que o candidato deve ficar proibido temporariamente de fazer campanha eleitoral, comparecer a debates e participar do horário eleitoral no rádio e na TV. Os ministros aceitaram um pedido de liminar protocolado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) para suspender a campanha de Marçal até que o TSE julgue de forma definitiva o registro de candidatura, o que vai ocorrer na próxima segunda-feira. 

No pedido, o MPE afirmou ao tribunal que Pablo Marçal está inelegível até 2032 por ter sido condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo por ofertar gravações de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro. O episódio ocorreu nas eleições municipais de 2024.

Eleições

O primeiro turno será no dia 4 de outubro, quando serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 20:38:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Federal sanciona nova lei que permite reduzir tributos sobre gasolina e outros combustíveis ]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei Complementar nº 235, de 27 de agosto de 2026, que cria medidas extraordinárias relacionadas à tributação de combustíveis. O texto, aprovado anteriormente pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 28 de agosto.

A nova legislação permite que o governo federal adote medidas para reduzir tributos sobre combustíveis durante 2026, com o objetivo de amenizar os impactos econômicos do conflito no Oriente Médio e das mudanças no mercado internacional de energia.

As medidas poderão alcançar tributos federais cobrados sobre a importação, produção e comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação.

A lei, no entanto, não reduz automaticamente o preço dos combustíveis nos postos. Ela estabelece regras para que o Poder Executivo possa diminuir a tributação, caso decida adotar essa medida.

Receitas extras do setor de petróleo 

Caso o governo reduza a cobrança de tributos e, consequentemente, arrecade menos, a perda poderá ser compensada por receitas extraordinárias obtidas pela União com o setor de petróleo e gás.

Poderão ser considerados, por exemplo, valores adicionais provenientes de royalties, participação especial na exploração de petróleo e gás natural, arrecadação tributária do setor e dividendos recebidos pela União de empresas petrolíferas.

Na prática, se o governo arrecadar com petróleo e gás mais do que estava previsto no Orçamento de 2026, parte desse dinheiro poderá ser utilizada para compensar a perda provocada pela redução dos tributos sobre combustíveis.

O Poder Executivo deverá informar o impacto financeiro das medidas e demonstrar como a perda de arrecadação será compensada. Essas informações deverão constar no Relatório de Avaliação Bimestral de Receitas e Despesas.

Lei cria proteção para o etanol

A legislação também estabelece regras para evitar que uma eventual redução dos tributos sobre combustíveis fósseis prejudique os biocombustíveis.

Se a tributação federal da gasolina cair 30% ou mais em comparação com o nível praticado antes do conflito considerado pela lei, os tributos correspondentes cobrados sobre o etanol deverão ser zerados.

Caso outras reduções tributárias sobre combustíveis fósseis prejudiquem a competitividade dos biocombustíveis, o governo também deverá conceder apoio financeiro aos produtores e cooperativas do setor.

Produtores de etanol poderão receber até R$ 1,2 bilhão

A Lei Complementar nº 235 prevê ainda uma subvenção de até R$ 1,2 bilhão para produtores e cooperativas de produtores de etanol hidratado.

O benefício considera o período entre 25 de maio e 11 de agosto de 2026. O valor destinado a cada beneficiário será calculado de acordo com a quantidade de etanol hidratado comercializada nesse intervalo. As regras para habilitação e pagamento ainda serão regulamentadas.

Os produtores também poderão utilizar créditos de PIS/Pasep e Cofins para compensar débitos de tributos administrados pela Receita Federal. Em 2026, o limite total desse mecanismo será de R$ 750 milhões.

Lei também contempla projetos de fertilizantes

Além dos combustíveis, a legislação estabelece medidas relacionadas à Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, ao Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes e à realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA de 2027 no Brasil.

Na área de fertilizantes, a União poderá conceder créditos fiscais para projetos de produção realizados no Brasil até 31 de dezembro de 2031. O benefício abrange fertilizantes e matérias-primas utilizadas na fabricação, além de remineralizadores, bioinsumos e biofertilizantes.

Entre 2027 e 2031, está previsto inicialmente um limite de R$ 1 bilhão por ano para esses créditos. O benefício poderá corresponder a até 20% dos gastos elegíveis dos projetos, conforme as regras que ainda serão regulamentadas. A concessão dos benefícios dependerá da disponibilidade de recursos no Orçamento federal. A Lei Complementar nº 235 entrou em vigor na data de sua publicação.

 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 17:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Congresso deve votar na semana que vem fim da taxa das blusinhas, afirma Hugo Motta]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/congresso-deve-votar-na-semana-que-vem-fim-da-taxa-das-blusinhas/631047/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou que o Congresso deve votar na semana que vem a Medida Provisória 1357/26, que acaba com a taxa de importação para compras de até 50 dólares em plataformas virtuais.

A declaração foi dada na quarta-feira, 26 de agosto, após almoço no Palácio do Alvorada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União).

Hugo Motta lembrou que a comissão mista da MP da Taxa das Blusinhas ainda deve ser instalada. O presidente da comissão será indicado pela Câmara e o relator, pelo Senado.


A MP vence no meio de setembro. É uma vitória não apenas das pessoas que compram nessas plataformas. Muitas indústrias brasileiras fornecem por essas plataformas produtos que são vendidos por empresas brasileiras. É uma medida que será importante para nossa economia", afirmou.


Em postagem em sua rede social, Hugo Motta anunciou que vai indicar o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) para presidir a comissão mista. "O fim da taxa é uma demanda da população e vai aliviar o bolso de milhões de brasileiros que compram pela internet&#39;&#39;.

Votações no Senado

Motta também comemorou o acordo para votação, durante o esforço concentrado no Senado, de outras propostas aprovadas recentemente pela Câmara dos Deputados: a PEC 18/25, da Segurança Pública; a PEC 221/19, do fim da escala 6 x 1; o PL 278/26, que estabelece o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata); e a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PL 2780/24).


"É disso que o Brasil precisa, diálogo cooperação e trabalho conjunto entre o Congresso e o Poder Executivo&#39;&#39;, apontou.


O presidente Lula afirmou que as propostas do Redata e dos minerais críticos são especialmente delicadas. "A possibilidade de investimento no Brasil pode chegar a R$ 500 bilhões", espera.


Já tem muita gente estrangeira comprando aquilo que ainda nem regulamos. Essa riqueza é do Brasil e temos de garantir que se transforme em uma coisa que faça o povo brasileiro sonhar", concluiu.


Fonte: Agência Câmara de Notícias
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 12:40:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula apresentou ao Congresso proposta de revisão da aposentadoria de militares, diz ministro da Fazenda]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-apresentou-congresso-revisao-aposentadoria-militares/630870/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira, 25, que há um problema grave de distorção na aposentadoria de militares e que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, apresentou para o Congresso uma proposta de revisão dessas aposentadorias.

"Eu convido que a gente se debruce sobre isso", emendou o ministro.

As declarações de Durigan foram feitas em participação em evento organizado pela revista Exame e o Movimento Brasil Competitivo (MBC) em São Paulo, com coordenadores de campanha dos candidatos à Presidência da República.

Ao comentar críticas feitas por outros coordenadores ao governo Lula, Durigan reiterou que o governo está fazendo uma revisão de gasto tributário.

"São R$ 200 bilhões, previsão de R$ 20 bilhões de arrecadação adicional, cortando o benefício tributário do País", disse.

Também argumentou que, no agregado, entre 2024 e 2026, o arcabouço fiscal funcionou.

O ministro abordou ainda a questão da dívida de Minas Gerais. Disse que recebeu um calote do Estado, mas que é preciso "rolar e abrir oportunidade".

Detalhou que Minas Gerais agora aderiu ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e, como contrapartida, para não pagar juros ao Governo Federal, o Estado deve investir em ensino médio profissionalizante.

Estadão Conteúdo
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 16:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Zema diz que pretende fatiar Petrobras e BB para viabilizar privatização]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/zema-diz-que-pretende-fatiar-petrobras-e-bb-para-viabilizar/630836/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, voltou a defender nesta terça-feira, 25, a privatização de grandes empresas estatais. Zema afirmou que pretende dividir companhias como a Petrobras e o Banco do Brasil "por áreas" para viabilizar o processo de privatização.

"Eu não vou vender o Banco do Brasil como ele está. Eu quero que o Banco do Brasil se transforme em três, quatro, cinco, para poder aumentar a concorrência", afirmou. O mesmo seria feito com a Petrobras, com "cada refinaria e cada região" tendo um operador.

Na entrevista, Zema incluiu o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na lista de eventuais privatizações, mas disse que a Caixa Econômica Federal ficará de fora. "A Caixa tem papel social, e não seria privatizada", disse.

Os recursos, de acordo com o ex-governador de Minas, seriam usados para melhorar a vida do brasileiro. Zema também citou aportes de fundos de pensão estatais no Banco Master como justifica para desestatizar as companhias. "O setor público é capturado por esses escândalos", declarou.

Ele rebateu, no entanto, acusações de envolvimento da Cemig, empresa estatal mineira, nas investigações sobre o banco.

"Pedi para o atual governador que investigue a fundo. E que a Receita apure e puna a sonegação. Sou totalmente favorável. Não quero que ninguém fique protegido."

Estadão Conteúdo.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Zema diz que dívida de 300% em Minas Gerais "foi toda feita no passado" e destaca melhora na situação fiscal do estado]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/zema-diz-que-divida-de-300-em-minas-gerais/630822/</link>
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				<description><![CDATA[Candidato a presidente, Romeu Zema (Novo) indicou durante sabatina no Jornal Nacional, da TV, Globo nesta segunda-feira, 24, que pode flexibilizar medidas do ajuste fiscal que vinha defendendo para as contas públicas brasileiras. (Confira vídeo abaixo)





 


 

 



 




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Ele admitiu manter a atual política de valorização do salário mínimo, se as contas públicas permitirem, e disse que primeiro quer tentar arrecadar mais recursos para a Previdência Social por meio do aumento da formalização do emprego antes de alterar a idade mínima da aposentadoria.

"Por ora, não", disse ele ao ser questionado se mexeria na idade mínima. "Nós vamos mexer à medida em que a expectativa de vida aumentar e depois de ver se não conseguimos arrecadar mais com a maior formalização", afirmou Zema.

A declaração vai na contramão do plano de governo de Zema. O documento protocolado no TSE fala em criar "mecanismo de reajuste automático da idade mínima", com "base na expectativa de vida da população". O texto não coloca como condicionante o aumento da arrecadação por meio da formalização do emprego.

Antes, o ex-governador de Minas condicionava a medida somente aos cálculos atuariais. Em uma entrevista em maio, por exemplo, ele disse que poderia aumentar a idade mínima em seis meses nos próximos cincos anos. Ele não disse, nesta segunda, se pretende aumentar o tempo de contribuição, como defendeu em entrevistas ao longo dos últimos meses.

Zema foi sabatinado durante 40 minutos pela TV Globo. Os aliados argumentam que ele faltou ao debate de domingo, 23, organizado pela Band e pelo Estadão, para se preparar para a sabatina.

Na entrevista, Zema manteve, inicialmente, a proposta de conceder reajuste do salário mínimo apenas pela inflação. Depois, admitiu manter a regra atual, em que há crescimento real de acordo com a variação do PIB dos dois anos anteriores. "Se a economia estiver indo bem, as contas equilibradas, sim [poderia dar ganho real]", afirmou ele.

Ainda na economia, ele defendeu um piso conjunto de gastos para saúde e educação sob o argumento em que há cidades com necessidades diferentes conforme o perfil demográfico.

Zema também foi questionado sobre o crescimento da dívida pública de Minas Gerais sob sua gestão. Como resposta, ele afirmou que "a dívida hoje representa muito menos para a economia mineira do que representava do que quando eu assumi" e que quitou débitos com fornecedores e o funcionalismo público.

O ex-governador de Minas Gerais também incentivou que as pessoas se vacinem - ele próprio tomou as doses necessárias durante a pandemia da covid-19 -, mas disse ser contra a obrigatoriedade da vacina.

"Eu não posso permitir que uma família seja perseguida porque alguém não tomou a vacino. Essa questão de ser obrigatório, transformar num crime, isso não pode acontecer num país democrático", afirmou.

Zema também se opôs à condenação dos golpistas do 8 de Janeiro. Ele declarou que concederia anistia ou ao menos um novo julgamento em um tribunal que não seja "político".

"O que nós vimos no Brasil foi perseguição", disse. "Na minha opinião, comete crime quem leva o crime adiante. Quem pensou, ou até idealizou, mas não levou [o crime até a consumação], pra mim não cometeu no crime", acrescentou Zema.

No caso do crime de golpe de Estado, a mera tentativa é penalizada. O argumento é que se o crime for consumado, os autores não poderão ser punidos porque terão derrubado o Estado Democrático de Direito, que permite a penalização, e assumido o Poder.

Na segurança pública, Zema declarou que o Brasil pode adaptar medidas implantadas por Nayib Buele em El Salvador - a gestão dele é criticada por violação dos direitos humanos e encarceramento em massa.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:18:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Plano Brasil Soberano: empresas atingidas por tarifaço e guerras terão R$ 13,5 bilhões em crédito ]]></title>
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				<description><![CDATA[O governo federal definiu como serão aplicados os R$ 13,5 bilhões em linhas de crédito do Plano Brasil Soberano destinados a empresas afetadas pelo tarifaço dos Estados Unidos e pelos impactos de conflitos e da instabilidade internacional.

A resolução que detalha a distribuição dos recursos foi publicada nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial da União (DOU) pelo Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano. O pacote havia sido anunciado pelo governo em julho e dependia da regulamentação para avançar.

A maior parte do dinheiro, R$ 5 bilhões, será direcionada a exportadores e fornecedores atingidos pelo aumento das tarifas comerciais aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

Outros R$ 3,5 bilhões serão destinados a empresas que exportam para países do Golfo Pérsico, região afetada pelo conflito no Oriente Médio.

Divisão dos recursos


	Os R$ 5 bilhões restantes serão distribuídos entre três áreas consideradas estratégicas pelo governo:
	R$ 2 bilhões para empresas que atuam na produção de adubos, fertilizantes e intermediários para fertilizantes;
	R$ 2 bilhões para atividades industriais e tecnológicas relacionadas à cadeia de minerais críticos e estratégicos;
	R$ 1 bilhão para empresas de setores industriais considerados relevantes para o comércio exterior brasileiro.
	No caso dos minerais, o crédito poderá financiar atividades de lavra, etapa de extração do minério. As atividades deverão estar associadas ao beneficiamento, refino ou transformação da matéria-prima.


Quem terá acesso

As linhas de financiamento poderão ser contratadas por diferentes tipos de empresas e organizações ligadas à atividade exportadora.

Entre os beneficiários estão:


	empresas, cooperativas e associações exportadoras de bens industriais e seus fornecedores;
	produtores e exportadores dos setores de agricultura, pecuária, florestas plantadas, pesca e aquicultura;
	empresas que exportam recursos minerais e seus fornecedores;
	empresas de setores industriais relevantes para o comércio exterior brasileiro.


A medida, portanto, não se restringe às companhias que vendem diretamente para o mercado externo. Fornecedores das cadeias afetadas também poderão acessar os recursos, desde que se enquadrem nas regras do programa.

Como usar o crédito

O dinheiro poderá ser empregado tanto para despesas de curto prazo quanto para investimentos.

Entre as finalidades previstas estão capital de giro, compra de máquinas e equipamentos e adaptação da atividade produtiva. Também poderão ser financiados projetos para aumentar a capacidade de produção e fortalecer cadeias produtivas.

O programa prevê ainda crédito para inovação tecnológica e para a adaptação de produtos, serviços e processos às novas condições de mercado.

Outras possibilidades de financiamento poderão ser definidas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e pelo Ministério da Fazenda.

Impacto do tarifaço

A parcela de R$ 5 bilhões destinada aos exportadores foi criada em meio ao aumento das tarifas estadunidenses sobre produtos brasileiros.

Segundo as informações apresentadas pelo governo, as sobretaxas aplicadas pelos Estados Unidos elevaram os custos de acesso ao mercado estadunidense e aumentaram a pressão sobre empresas brasileiras que dependem das exportações.

O crédito do Plano Brasil Soberano busca dar fôlego financeiro a essas empresas e às cadeias de fornecedores relacionadas às exportações. 

O programa também direciona recursos para empresas que negociam com países do Golfo Pérsico, diante dos possíveis impactos econômicos provocados pelo conflito no Oriente Médio.

Fiscalização do BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ficará responsável pelo acompanhamento das operações.

O banco deverá enviar mensalmente ao Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano informações sobre as operações aprovadas e contratadas, além dos valores efetivamente desembolsados.

A distribuição dos R$ 13,5 bilhões também poderá ser alterada. A resolução permite que o Conselho Interministerial revise a alocação dos recursos conforme o ritmo de execução do programa e as prioridades da política pública.

Agência Brasil
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				<category>Governo Federal</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 10:55:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Zema diz ser contra obrigatoriedade da vacina e defende liberdade de escolha]]></title>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) afirmou ser contra a obrigatoriedade da vacina durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, realizada nesta segunda-feira, 24 de agosto.

Embora tenha declarado apoio à vacinação e confirmado que recebeu as doses recomendadas durante a pandemia de covid-19, o ex-governador de Minas Gerais disse não concordar com medidas que possam obrigar pessoas a se imunizar.

A declaração foi dada ao responder a uma pergunta sobre a posição que adotaria em relação à vacinação caso chegasse à Presidência. Zema sustentou que a decisão deveria permanecer no âmbito individual e familiar, sem que o Estado transformasse a recusa à imunização em crime.

“Eu não posso permitir que uma família seja perseguida porque alguém não tomou a vacina”, afirmou o candidato. Na sequência, reforçou a posição contrária à obrigatoriedade: “Essa questão de ser obrigatório, transformar num crime, isso não pode acontecer num país democrático”.

Na área da saúde, além de rejeitar a imposição da vacinação, o candidato defendeu uma abordagem baseada na autonomia das famílias. A posição apresentada na entrevista mantém o foco na escolha individual, mesmo diante de situações em que políticas públicas de imunização possam ser utilizadas para ampliar a cobertura vacinal da população.

Outros tópicos debatidos

Em outros temas, Zema afirmou que pretende buscar alternativas antes de promover mudanças mais duras na Previdência. Disse, por exemplo, que inicialmente tentaria ampliar a arrecadação por meio da formalização do mercado de trabalho antes de alterar a idade mínima para aposentadoria.

O candidato também admitiu que poderia manter a atual política de valorização do salário mínimo caso as contas públicas estivessem equilibradas e a economia apresentasse bom desempenho.

Na segurança pública, Zema mencionou a possibilidade de adaptar ao Brasil medidas adotadas pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, cuja política de combate à criminalidade é acompanhada de críticas de organizações de direitos humanos.

Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 09:36:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro cumpre agenda no Nordeste e Lula permanece em Brasília; confira as agendas dos presidenciáveis]]></title>
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				<description><![CDATA[A agenda dos candidatos à Presidência da República nesta terça-feira, 25 de agosto, apresenta diferentes estratégias de campanha, com compromissos concentrados em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas.

Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permanece na capital federal para cumprir compromissos como presidente, Flávio Bolsonaro (PL) faz sua primeira viagem ao Nordeste desde o início oficial da campanha, em 16 de agosto.

Os demais candidatos também mantêm uma rotina marcada por entrevistas, sabatinas, fóruns e encontros com diferentes setores da sociedade.

A programação evidencia a tentativa das campanhas de ocupar espaços distintos e ampliar a exposição dos candidatos durante a corrida eleitoral.

Agenda dos candidatos à Presidência nesta terça-feira (25)

Lula (PT)

Lula não terá agenda eleitoral pública nesta terça. O presidente permanece em Brasília e despacha no quartel-general do Exército. A rotina de chefe do Executivo se sobrepõe, neste momento, à agenda de campanha, que deverá ganhar novos compromissos nos próximos dias.

Na quarta-feira (26), Lula deve se reunir com Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados, e Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado. Entre os assuntos que o governo pretende discutir está a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1.

Flávio Bolsonaro (PL)

Flávio Bolsonaro leva a campanha para Alagoas nesta terça-feira. O senador desembarca em Maceió e terá uma programação voltada à mobilização política e ao contato com representantes do setor produtivo.

Após chegar à capital alagoana, o candidato participa de uma carreata de aproximadamente 8 quilômetros, com saída prevista do aeroporto às 11h. Depois do almoço, Flávio se reúne com empresários para discutir questões relacionadas à atividade econômica e à produção.

No fim da tarde, o senador participa da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus, durante a celebração dos 111 anos da igreja em Alagoas.

A passagem pelo Nordeste marca uma mudança geográfica na estratégia de campanha de Flávio Bolsonaro, que até então vinha concentrando parte importante de suas atividades em outras regiões do país.

Ronaldo Caiado (PSD)

Ronaldo Caiado (PSD) permanece em São Paulo durante a manhã para participar do ABDIB Fórum Eleições 2026, às 10h30. Depois, o candidato segue para o Rio de Janeiro, onde participa de uma sabatina da Rede Globo. A entrevista está prevista para as 21h.

Romeu Zema (Novo)

Romeu Zema (Novo), por sua vez, também começa o dia em São Paulo. Às 8h, o ex-governador de Minas Gerais participa de um encontro com moradores da Favela Tavares Bastos para discutir segurança pública.

Às 10h30, Zema participa de uma sabatina do jornal O Globo. Depois do compromisso, segue para Teófilo Otoni, em Minas Gerais, dando continuidade à agenda de campanha.

Renan Santos (Missão)

Renan Santos (Missão) também concentra suas atividades na capital paulista. O candidato participa de uma sabatina em um canal do YouTube no início da manhã e, no horário do almoço, estará no ABDIB Fórum Eleições 2026.

Durante a tarde, Santos participa de outra entrevista em um canal do YouTube, encerrando a programação prevista para esta terça-feira.

Com agendas que combinam presença regional, entrevistas e encontros com setores específicos, os candidatos buscam ampliar a exposição de suas propostas e fortalecer a comunicação direta com diferentes públicos durante a campanha presidencial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 09:12:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Errou? Zema comete gafe em sabatina da TV Globo ao dizer que tem "programas contra as mulheres"]]></title>
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				<description><![CDATA[O ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), cometeu uma gafe durante entrevista à TV Globo, nesta segunda-feira, 24 de agosto, ao responder sobre medidas de enfrentamento à violência contra as mulheres. Ao ser questionado pela jornalista Renata Vasconcellos sobre o aumento dos casos de feminicídio em Minas Gerais durante sua gestão, o candidato afirmou que possui “uma série de programas contra as mulheres”. (Confira o momento abaixo)





 


 

 



 




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A declaração ocorreu quando Zema apresentava propostas que, segundo ele, foram desenvolvidas para combater a violência doméstica e ampliar a proteção às vítimas. Na sequência, o candidato citou medidas relacionadas ao atendimento especializado, acolhimento e utilização de equipamentos tecnológicos para monitorar agressores.

“Eu tenho uma série de programas contra as mulheres que inclusive levei adiante”, afirmou Zema durante a entrevista.

Na mesma resposta, o ex-governador mencionou a ampliação do número de delegacias especializadas no atendimento às mulheres. Ele também defendeu a presença de profissionais capacitadas para receber as vítimas nesses espaços.

Violência

Zema também citou a criação e ampliação de casas de acolhimento para mulheres vítimas de violência doméstica. Segundo o candidato, essas estruturas são importantes para garantir que vítimas tenham um local seguro para permanecer e não precisem retornar imediatamente ao ambiente onde sofreram a violência.

Outro ponto mencionado durante a entrevista foi o uso de tecnologia para monitorar homens investigados ou responsabilizados por agressões contra mulheres. O candidato defendeu a utilização de tornozeleiras eletrônicas com recursos capazes de emitir sinais sonoros e acionar automaticamente a polícia quando o agressor se aproximar da vítima a uma distância inferior a 200 metros.

Além das medidas de proteção, Zema afirmou que pretende desenvolver ações de conscientização nas escolas. A proposta apresentada pelo candidato envolve trabalhar o tema da violência contra as mulheres com crianças desde o ambiente escolar.

A resposta ocorreu durante uma entrevista em que o ex-governador foi questionado especificamente sobre o cenário de feminicídios em Minas Gerais durante o período em que esteve à frente do governo estadual. A pergunta também abordou quais medidas ele pretende adotar, caso seja eleito presidente, para enfrentar a violência contra as mulheres.

A escolha das palavras feita pelo candidato chamou atenção nas redes sociais logo após a entrevista. Usuários repercutiram o trecho em que Zema utilizou a expressão “programas contra as mulheres” ao apresentar iniciativas que tinham como objetivo declarado combater a violência e ampliar a proteção feminina.

A fala foi interpretada por internautas como uma gafe durante a entrevista. O trecho passou a circular nas redes sociais acompanhado de comentários sobre a formulação utilizada pelo candidato.

Apesar da expressão utilizada na resposta, as medidas apresentadas por Zema durante a entrevista foram direcionadas ao combate à violência doméstica, à proteção das vítimas e ao atendimento especializado de mulheres em situação de violência.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 07:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Simplex/CBN: Raquel Lyra tem 55,4% e João Campos 43,3% dos votos válidos e venceria no primeiro turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/simplexcbn-raquel-lyra-tem-554-dos-votos-validos-contra-433-de/630719/</link>
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				<description><![CDATA[A governadora Raquel Lyra (PSD) aparece na liderança da disputa pelo Governo de Pernambuco com 55,4% dos votos válidos, contra 43,3% de João Campos (PSB), segundo a nova pesquisa Simplex/CBN. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira, 24 de agosto.

A diferença entre os dois principais candidatos é de 12,1 pontos percentuais nesse recorte da pesquisa. Os votos válidos são calculados considerando apenas as escolhas feitas diretamente por um candidato, sem incluir os votos brancos e nulos. Por isso, os percentuais apresentados nesse cenário não correspondem ao total de respostas da pesquisa estimulada.

No cenário estimulado com todos os candidatos, Raquel Lyra registra 46,2% das intenções de voto, enquanto João Campos aparece com 36,1%. Guilherme Fonseca (PSTU) tem 0,6%. Professora Camila (UP), Ivan Moraes (PSOL), Renan (Missão) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) registram 0,1% cada. Victor Assis (PCO) não pontuou.

Nesse cenário, 6,2% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 10,5% não souberam ou não responderam.

Raquel também lidera em cenário apenas com dois candidatos

A vantagem da governadora também aparece quando a pesquisa considera apenas Raquel Lyra e João Campos na disputa. Nesse cenário, Raquel registra 47,4% das intenções de voto, enquanto João Campos soma 38%.

Quando considerados somente os votos válidos, a governadora chega a 55,5%, contra 44,5% do prefeito do Recife. A pesquisa também avaliou a chamada intenção de voto espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados. Raquel aparece com 39,6%, enquanto João Campos tem 26,9%.

Outros nomes citados somam 0,2%. Brancos e nulos representam 4,9%, e 28,4% não souberam ou não responderam.

Aprovação

Além da intenção de voto, o levantamento mediu a avaliação da gestão de Raquel Lyra. Segundo a Simplex/CBN, 63,8% aprovam o governo da governadora, enquanto 28,8% desaprovam. Outros 7,4% não souberam ou não responderam.

A pesquisa ouviu 1.067 eleitores entre os dias 16 e 21 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-06688/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:10:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Datafolha: Raquel Lyra é mais aprovada que Lula em Pernambuco, com 66% contra 62%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/datafolha-raquel-lyra-e-mais-aprovada-que-lula-em-pernambuco/630713/</link>
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				<description><![CDATA[A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, (PSD) aparece com 66% de aprovação entre os pernambucanos, quatro pontos percentuais acima do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registra 62%, segundo a última pesquisa Datafolha realizada no estado.

O levantamento ouviu 1.204 pernambucanos entre os dias 18 e 20 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Além da aprovação, a pesquisa também mostrou diferença na taxa de desaprovação dos dois governantes. Enquanto 33% dos entrevistados desaprovam Lula, o índice é de 29% para Raquel Lyra.

Os números aparecem às vésperas do início da propaganda eleitoral e em um momento de maior aproximação pública entre a governadora e o presidente.

Raquel também supera Lula na avaliação do governo

A vantagem de Raquel Lyra sobre Lula também aparece quando os entrevistados foram questionados sobre como classificam as respectivas administrações.

O governo de Pernambuco foi avaliado como ótimo ou bom por 50% dos entrevistados. Outros 30% consideraram a gestão regular, enquanto 18% classificaram o governo como ruim ou péssimo. 2% não responderam.

Na avaliação do governo Lula, 46% dos pernambucanos disseram considerar a administração ótima ou boa. O percentual dos que classificaram o governo como regular foi de 27%, enquanto 25% avaliaram a gestão como ruim ou péssima. 1% não respondeu.

O resultado ocorre em meio ao movimento de aproximação de Raquel com Lula. Nos últimos dias, a governadora tem destacado, em pronunciamentos pelo estado, o apoio recebido do presidente e ações realizadas em parceria entre os governos estadual e federal.

Nas redes sociais, também foi divulgado um vídeo em que Raquel aparece ao lado de Lula em diferentes momentos, incluindo agendas relacionadas à assinatura de ordens de serviço e visitas a obras.

A aproximação ganha relevância no cenário eleitoral de Pernambuco. Com o início da propaganda eleitoral, Lula deverá aparecer na campanha de João Campos, do PSB. Já a governadora, que é filiada ao PSD, não terá a participação do presidente em sua propaganda, uma vez que o PT está coligado com o PSB, e não com o partido de Raquel.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 11:53:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Deu sono? Vice de Caiado, Kassab cochila durante debate da Band e candidato brinca: "Você vai dormir tranquilo"]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/kassab-cochila-debate-presidencial-video-viraliza-redes-sociais/630706/</link>
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				<description><![CDATA[Deu sono no debate? O vice de chapa do candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD), Gilberto Kassab, virou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais após ser flagrado cochilando durante o primeiro debate presidencial das eleições de 2026. O encontro foi realizado pela Band neste domingo, 23 de agosto, e contou com a participação de três dos seis candidatos convidados.

A cena ocorreu enquanto o candidato Renan Santos (Missão) falava. O momento foi registrado pelas câmeras e rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais. Segundo o material divulgado, o vídeo ultrapassou 1 milhão de visualizações apenas na rede social X.

A situação também foi comentada pelo próprio Ronaldo Caiado. Em uma publicação nas redes sociais nesta segunda-feira, 24 de agosto, o candidato aproveitou o episódio para fazer uma brincadeira com o companheiro de chapa.

“Comigo na presidência, você vai dormir tranquilo igual ao Gilberto Kassab no debate”, escreveu Caiado.

O cochilo acabou chamando a atenção em meio a um debate marcado pela ausência de nomes que aparecem entre os líderes das pesquisas eleitorais.

Debate teve ausência de Lula e Flávio Bolsonaro

O primeiro debate entre os candidatos à Presidência em 2026 teve a participação de Renan Santos, Ronaldo Caiado e Augusto Cury (Avante). Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), que estavam entre os seis candidatos convidados, não compareceram ao encontro.

As ausências foram mencionadas diversas vezes pelos candidatos ao longo do debate. Os púlpitos reservados aos três presidenciáveis que não participaram permaneceram vazios durante o evento.

Antes do início do debate, Renan Santos também levou fraldas com os nomes de Lula e Flávio Bolsonaro, em uma provocação relacionada à ausência dos dois. A Unidade Popular (UP) também realizou um protesto contra a ausência da candidata Samara Martins.

Durante o encontro, os candidatos que participaram discutiram temas relacionados à segurança pública, situação fiscal, educação, violência contra a mulher, relações entre Brasil e Estados Unidos e o fim da escala 6x1.

A participação de apenas três candidatos fez com que a cena envolvendo Kassab ganhasse ainda mais destaque nas redes sociais. O episódio foi registrado durante a fala de Renan Santos e passou a circular amplamente na manhã desta segunda-feira (24).

Além da repercussão do vídeo, o próprio Caiado ajudou a ampliar a divulgação da cena ao publicar uma mensagem bem-humorada sobre o cochilo do vice. A brincadeira associou o momento a uma promessa de tranquilidade caso ele seja eleito presidente.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:46:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA["Ele se acovardou, ele se ajoelhou para o crime", diz Caiado sobre governo Lula em debate da Band]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/caiado-governo-lula-faccoes-criminosas-debate-band/630703/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) criticou o governo federal durante o debate da Band, realizado neste domingo, 23 agosto, ao afirmar que a atual gestão é conivente com a atuação de facções criminosas no território brasileiro. 





 


 

 



 




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Durante sua participação, o ex-governador de Goiás citou o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) ao falar sobre a expansão do crime organizado na Amazônia. Para Caiado, a situação da segurança pública no país compromete a governabilidade.

“Se você não tiver segurança pública, você não tem governabilidade. O Brasil é um país que vive hoje em clima de guerra, essa é a verdade. A maior parte do território brasileiro está totalmente confiscada pelas facções criminosas. A Amazônia está 100% comandada pelo PCC e pelo Comando Vermelho. Venezuelanos, colombianos e também mexicanos”, afirmou.

Na sequência, Caiado responsabilizou o governo federal pelo cenário que descreveu e elevou o tom das críticas contra a atual gestão.

“Essa é a situação a que se chegou pela conivência do atual governo com as facções criminosas no Brasil. Ele se acovardou, ele se ajoelhou para o crime. Quando você se ajoelha para o crime, ele cresce”, declarou o candidato.

Caiado promete endurecer combate ao crime

Durante o debate, Caiado também afirmou que pretende enfrentar a criminalidade caso seja eleito presidente. Segundo o candidato, parte da população deixou de acreditar que seja possível solucionar o problema da segurança pública no país.

“Eu falo hoje que vou resolver o assunto, o cidadão fala: ‘Ah, Caiado, é muito difícil’. As pessoas estão se acovardando, não estão acreditando mais que seja possível. É possível, me dê um mandato de presidente que você vai ver que bandido não vai mandar em um palmo aqui neste país. Não vai ter comando deles”, disse.

O candidato também apresentou pontos que, segundo ele, fariam parte de seu projeto para a área de segurança pública. Caiado afirmou que pretende investir em inteligência artificial, treinamento de batalhões e integração entre as forças de segurança.

“ Nós temos que ter uma estrutura. Primeiro lugar: inteligência artificial; segundo lugar: batalhões bem treinados, integração das nossas forças, e não vou tirar a autoridade de nenhum governador, pelo contrário, eu vou autorizar os governadores a poderem legislar sobre essas áreas em seus estados, porque eu sei da diferença que existe no crime no Brasil”, afirmou.

A proposta, segundo Caiado, também prevê maior autonomia para os governos estaduais na definição de medidas relacionadas à segurança pública. O candidato declarou que considera necessário levar em conta as diferenças existentes entre as regiões brasileiras e as formas de atuação do crime em cada estado.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
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				<title><![CDATA[Lula permanece em Brasília enquanto Flávio cumpre agenda em São Paulo; veja os compromissos de todos os presidenciáveis]]></title>
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				<description><![CDATA[Os candidatos à Presidência da República cumprem diferentes compromissos eleitorais nesta segunda-feira, 24 de agosto. A programação inclui reuniões políticas, participação em eventos, entrevistas e encontros com apoiadores em diferentes pontos do país.

Entre os nomes que divulgaram atividades para o dia estão Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Wilson Grassi (Democrata). Outros candidatos informaram que não têm compromissos previstos ou não divulgaram agenda para esta segunda-feira.

A programação dos presidenciáveis pode sofrer alterações ao longo do dia, tanto nos horários quanto nos locais e nas atividades previstas.

Agenda dos candidatos à Presidência nesta segunda-feira

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva permanece em Brasília (DF) nesta segunda-feira. De acordo com a agenda divulgada, não há compromissos de campanha previstos para o candidato.

Flávio Bolsonaro (PL)

O senador Flávio Bolsonaro terá compromissos em São Paulo. Às 18h, ele participa de uma reunião da Diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista.

Mais tarde, às 19h45, o candidato participa do evento Veja Premiação TOP30 – As Melhores Empresas do Brasil, no Palácio Tangará, no bairro do Panamby.

Romeu Zema (Novo)

Romeu Zema tem compromissos previstos em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Pela manhã, às 9h, participa de um encontro com apostadores anônimos em uma igreja Assembleia de Deus, em Belford Roxo.

À noite, às 21h, o ex-governador de Minas Gerais participa de uma sabatina com os jornalistas César Tralli e Renata Vasconcellos, após o Jornal Nacional, da TV Globo.

Ronaldo Caiado (PSD)

Em São Paulo, Ronaldo Caiado participa, às 9h, do evento Pacto Brasil de Futuro. A atividade será realizada na Casa Jereissati, no Jardim Europa.

Wilson Grassi (Democrata)

Wilson Grassi também tem agenda em São Paulo. Às 10h, participa de uma reunião de alinhamento com a equipe de comunicação da campanha.

Às 14h, o candidato concede entrevista à Gazeta de S. Paulo, na rua Sansão Alves dos Santos.

Candidatos sem agenda divulgada

As campanhas de Renan Santos (Missão), Pablo Marçal (PRTB), Augusto Cury (Avante), Hertz Dias (PSTU), Edmilson Costa (PCB), Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) não informaram compromissos para esta segunda-feira.

As informações sobre a agenda dos presidenciáveis correspondem aos dados disponibilizados pelas respectivas campanhas até o fechamento desta reportagem. Como ocorre durante o período eleitoral, compromissos podem ser incluídos, cancelados ou ter horários e locais modificados ao longo do dia.

Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: 43% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 24, indica que 43% dos eleitores avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo. Na pesquisa anterior, de 17 de agosto, eram 42% - uma variação dentro da margem de erro. Os eleitores que consideram o governo de Lula ótimo ou bom somam 35%, uma oscilação positiva de um ponto porcentual em relação à semana passada.

Aqueles que consideram o governo de Lula regular são 22%. Na pesquisa de 17 de agosto, eram 23%. Não sabem ou não responderam somam 1%.

A avaliação do governo Lula é melhor entre o público feminino, pessoas de 60 anos ou mais e por quem estudou até o ensino fundamental. Quem ganha até um salário mínimo, desocupados e eleitores do Nordeste também avaliam melhor o governo.

A avaliação é pior entre o público masculino, eleitores de 25 a 40 anos, por quem tem ensino superior, ganha mais de 5 salários mínimos e mora no Sul.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do desempenho pessoal de Lula. Segundo a pesquisa, 49% desaprovam o petista, enquanto 48% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 4%.

A desaprovação oscilou um ponto para cima em relação à pesquisa anterior, quando somou 48%, mas dentro da margem de erro. O patamar de aprovação também subiu um ponto.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 21 a 23 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09028/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:43:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro tem 48% de rejeição e Lula 49%]]></title>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 24. Do total de entrevistados, 49% dizem que não votariam no petista, enquanto 48% não votariam no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em comparação com a pesquisa anterior, de 17 de agosto, a rejeição de Flávio oscilou dois pontos para baixo, dentro da margem de erro, enquanto a rejeição a Lula oscilou um ponto para cima.

Entre os eleitores de Lula, 39% dizem que o petista é o único candidato em quem votariam, e 11% dizem que poderiam votar em outro. No caso dos eleitores de Flávio, 27% declaram que não votariam em outro candidato. Outros 20% afirmam que poderiam votar em outro.

Flávio é mais rejeitado entre as mulheres (55%), por pessoas com 60 anos ou mais (49%), por quem não tem religião (70%) e por eleitores do Nordeste (58%). O nome de Lula tem maior rejeição entre homens (57%), eleitores de 25 a 40 anos (55%), evangélicos (60%) e sulistas (60%).

A rejeição ao ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) se manteve em 34%, e 36% dizem que não votariam no ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) de jeito nenhum (um crescimento de 3% em relação à pesquisa anterior).

No caso de Renan Santos (Missão), a rejeição subiu de 32% na pesquisa de 17 de agosto para 35% no levantamento divulgado nesta segunda-feira. Santos segue o mais desconhecido, com 43% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 31% dos eleitores e Caiado, por 30%.

Preferência política

O levantamento mostra ainda que 39% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva, mesma taxa da semana passada. Outros 36% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família. Em 17 de agosto, eram 33%.

De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda, 20% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo. Na pesquisa anterior, eram 24%. Brancos, nulos e indecisos somam 2%. Não sabem ou não responderam são 2%

De acordo com o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 19% votariam em Lula; 15%, em Flávio; 51% nos demais candidatos e 11% votariam em branco ou anulariam.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 21 a 23 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09028/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:31:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG: Lula tem 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro em empate técnico no segundo turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 24. O petista registrou 46% das intenções de voto contra 45% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A vantagem de Lula sobre o filho do ex-presidente caiu numericamente em relação à pesquisa anterior, de 17 de agosto, quando o petista aparecia com 47% contra 44% de Flávio. E a de Flávio subiu numericamente. As oscilações, contudo, de 1 p.p., continuam deixando os dois empatados dentro da margem de erro da mostra, que é de 2 p.p. para mais ou para menos.

Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 42%. Em relação à pesquisa anterior, Lula oscilou um ponto para cima, dentro da margem de erro, enquanto Caiado continuou igual. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, e eleitores que não sabem são 2%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 47% contra 40%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 46% contra os mesmos 41% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 2%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 35% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 14%. Eleitores que não sabem são 3%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 47% a 36%.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 21 a 23 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09028/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Nexus/BTG mostra Lula com 41% e Flávio Bolsonaro com 37% em cenário para primeiro turno ]]></title>
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				<description><![CDATA[A nova rodada da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 24 de agosto, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança de um dos cenários simulados para o primeiro turno das eleições de 2026. O petista aparece com 41% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 37%.

A diferença entre os dois é de quatro pontos percentuais no levantamento. Na sequência da simulação, aparecem o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, e o coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos (Missão), com 3%.

O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) também soma 3% das intenções de voto. O escritor Augusto Cury (Avante) aparece com 2%, enquanto Samara Martins, vice-presidente nacional da UP, registra 1%.

Entre os entrevistados, 5% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos candidatos apresentados. Outros 3% disseram não saber ou preferiram não responder.

Segundo cenário inclui Pablo Marçal

A pesquisa também apresentou aos entrevistados uma segunda possibilidade de primeiro turno, desta vez com a inclusão do empresário Pablo Marçal (PRTB).

Nesse cenário, Lula permanece à frente, com 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 34%. Ronaldo Caiado mantém os 5%, e Marçal registra 4%.

Renan Santos aparece novamente com 3%. Romeu Zema e Augusto Cury somam 2% cada. Já Samara Martins, Rui Costa Pimenta (PCO) e Clariana Barão (DC) registram 1% cada.

A pesquisa destaca que Marçal está inelegível, mas registrou sua candidatura à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 15 de agosto. Segundo as informações do levantamento, o tribunal também impediu que o empresário participe de debates eleitorais, tenha acesso a recursos públicos destinados à campanha, como o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e o Fundo Partidário, além de limitar seu acesso ao horário eleitoral no rádio e na televisão e a atos de propaganda eleitoral.

A situação do registro da candidatura ainda seria analisada posteriormente pela Corte Eleitoral, quando o processo estivesse pronto para julgamento definitivo.

Como foi feita a pesquisa

O levantamento Nexus/BTG ouviu 2.006 eleitores entre os dias 21 e 23 de agosto, por meio de entrevistas realizadas por telefone. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%.

O estudo foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-09028/2026. Os números apresentados representam cenários simulados de intenção de voto e refletem as respostas dos entrevistados no período em que a pesquisa foi realizada.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 07:49:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula sobre tentar reeleição: "ainda não terminamos a nossa missão"]]></title>
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				<description><![CDATA[ O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse na sexta-feira, 21, que se candidatou à reeleição porque ainda não concluiu sua "missão". Ele deu a declaração durante o ato de lançamento da campanha de Patrus Ananias (PT) ao governo de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

"Eu gosto de falar do passado, porque tem gente que não tem passado, não tem presente e fica fingindo de falar do futuro. Quem não tem passado e não tem presente, não tem perspectiva de futuro. Eu falo do passado, penso no presente para reconstruir o futuro que eu quero neste país. E, por isso, eu sou candidato pela quarta vez à presidente da República, porque ainda não terminamos a nossa missão", disse o petista.

Também participam do evento a primeira-dama Janja Lula da Silva; o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB); o candidato do PT ao governo do Estado, deputado federal Patrus Ananias; seu vice na chapa, Jarbas Soares Júnior (PSB); e as candidatas ao Senado, Marília Campos (PT) e Áurea Carolina (PSOL).

Ainda em sua fala, Lula elogiou Jarbas Soares Jr, ex-procurador-geral de Justiça do Estado por quatro mandatos, e destacou a importância do vice em uma chapa ao Palácio Tiradentes.

"Você que é quatro vezes procurador-geral da Justiça, eu já não tenho mais nem dúvida. Se você quiser escolher um governador e você quiser saber se ele está falando sério, se ele gosta de Minas Gerais, olha quem são os vices dos outros candidatos, para vocês saberem que o Jarbas é melhor que todos eles", afirmou o presidente ao público presente na Praça da Estação, tradicional ponto de manifestações na capital mineira.

Estadão Conteúdo. 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 10:33:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Brasil e EUA vão retomar negociação comercial; reunião foi acertada após ligação de Lula para Trump]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/brasil-e-eua-vao-retomar-negociacao-comercial/630596/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE) deverão se reunir na próxima semana com o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) para retomar as negociações comerciais entre os dois países.

A reunião ainda terá a data acertada pelas equipes dos dois governos. O Mdic confirmou ter recebido contato do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, depois da conversa telefônica da sexta-feira, 21 de agosto, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente estadunidense, Donald Trump.

A retomada das tratativas abre um novo canal de diálogo entre Brasília e Washington em meio à disputa comercial provocada pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

Ligação de Lula

Lula telefonou para Trump na manhã desta sexta-feira. A conversa durou uma hora e 20 minutos e, segundo o Palácio do Planalto, ocorreu de forma cordial.

O presidente brasileiro defendeu a retomada das negociações comerciais e afirmou que as justificativas apresentadas pelo governo norte-americano para a adoção das novas tarifas são infundadas.

Entre os argumentos utilizados pelos Estados Unidos para fundamentar as medidas estão questões relacionadas a desmatamento, acordos preferenciais, propriedade intelectual, combate à corrupção, Pix, etanol e importações de produtos associados a trabalho forçado.

Lula afirmou que as tarifas prejudicam tanto o Brasil quanto os Estados Unidos e defendeu o diálogo como caminho para preservar a relação comercial entre os dois países.

Trump concordou com a necessidade de manter os vínculos comerciais e sinalizou a retomada do contato entre as equipes dos dois governos.

A reunião deverá envolver Márcio Elias Rosa, integrantes do MRE e representantes do USTR.  Em nota conjunta, o Mdic e o MRE consideram que a sinalização dos dois presidentes cria uma nova oportunidade para a busca de uma solução negociada para o impasse comercial.

Cooperação contra crime

Além das tarifas, Lula e Trump discutiram segurança e cooperação no combate ao crime organizado.

O presidente brasileiro defendeu uma atuação conjunta dos dois países e afirmou que as organizações criminosas exercem pressão sobre populações vulneráveis, mas não devem ser equiparadas a organizações terroristas.

Lula também apresentou ações adotadas pelo Brasil para combater essas estruturas, incluindo medidas de asfixia financeira, que resultaram na apreensão de aproximadamente R$ 17 bilhões.

Entre as iniciativas citadas estão a Lei Antifacção e a criação do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia, em Manaus.

Trump, segundo o Planalto, manifestou disposição para ampliar a cooperação e afirmou que indicará integrantes de alto escalão para dar continuidade às tratativas.

Conflitos internacionais

Os presidentes também trataram das guerras na Ucrânia e no Oriente Médio.

Sobre o conflito entre Rússia e Ucrânia, os dois defenderam a necessidade de uma solução negociada. Lula também criticou a falta de atuação do Conselho de Segurança das Nações Unidas diante dos conflitos internacionais.

O presidente brasileiro sugeriu a convocação de uma reunião extraordinária do órgão para discutir alternativas diplomáticas.

Durante a conversa, Trump também abordou as perspectivas do governo norte-americano para o conflito com o Irã.

Ao defender a busca por soluções diplomáticas, Lula afirmou: “Os grandes líderes não são aqueles que iniciam guerras, mas aqueles que põem fim aos conflitos”.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 09:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa Datafolha: Flávio tem 46% de rejeição e Lula aparece logo atrás com 45%]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-datafolha-flavio-tem-46-de-rejeicao-e-lula-aparece-logo/630578/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 21, mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) é rejeitado por 46% dos eleitores. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem o índice de 45% dos eleitores afirmando que não votariam nele.

Na última pesquisa, divulgada em 24 de julho, 48% rejeitavam Flávio Bolsonaro, enquanto a rejeição a Lula era de 46%.

O Datafolha ouviu 2.058 entrevistados, com 16 anos ou mais, de 18 a 20 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04496/2026.

Pela primeira vez, o Datafolha inclui o nome do empresário Pablo Marçal (PRTB) entre os presidenciáveis. Ele é rejeitado por 22% dos eleitores. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) é rejeitado por 16% dos eleitores. Já o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ativista Renan Santos (Missão) marcaram 14% de rejeição.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Datafolha: Lula tem 47% contra 43% de Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno, contra 43% do senador Flávio Bolsonaro (PL), de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 21. No levantamento anterior, Lula aparecia com 48% das intenções de voto, contra 43% de Flávio Bolsonaro.

O Datafolha realizou 2.058 entrevistas presenciais em pontos de fluxo, entre os dias 18 e 21 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo jornal Folha de S.Paulo e pelo grupo Globo e foi registrado no TSE sob o protocolo BR-04496/2026.

Foram testados também dois cenários de primeiro turno, um com a presença de Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível até 2032 e proibido de fazer campanha pelo TSE, e outro com a presença do ex-coach, que registrou a candidatura e ainda tenta viabilizá-la

No cenário sem Marçal, segundo a pesquisa estimulada - quando o nome dos candidatos é apresentado ao eleitor -, Lula teria 39% no primeiro turno. Já Flávio Bolsonaro somaria 33%.

Na sequência aparecem:

Ronaldo Caiado (PSD): 5%
Renan Santos (Missão): 4%
Romeu Zema (Novo): 3%
Augusto Cury (Avante): 2%
Samara Martins (UP): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1%
Edmilson Costa (PCB): 1%
Hertz Dias (PSTU) e Clariana Barão (DC) não pontuaram. Brancos e nulos são 7% e indecisos são 4%.

No levantamento anterior de primeiro turno, Lula tinha 40% e Flávio Bolsonaro somava 32%. Contudo, os cenários não são comparáveis, pois havia menos candidatos na lista dos cotados para concorrer.

Já no cenário com Marçal disputando, Lula teria 39% no primeiro turno. Já Flávio Bolsonaro somaria 32%. O ex-coach aparece com 2%.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:56:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Datafolha aponta Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno das eleições de 2026]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança do cenário de primeiro turno para as eleições de 2026, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 21 de agosto. O petista registra 39% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 33%.

Este é o primeiro levantamento realizado pelo instituto após o início oficial do período de campanha eleitoral, que começou no domingo, 16 de agosto.

A diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro é de seis pontos percentuais. Na pesquisa anterior, realizada em julho, a distância era de oito pontos. A variação, porém, está dentro da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Além dos dois primeiros colocados, o levantamento apresenta outros nomes na disputa pelo Palácio do Planalto. Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 5%, seguido por Renan Santos (Missão), com 4%, e Romeu Zema (Novo), com 3%. Pablo Marçal (PRTB) e o escritor Augusto Cury (Avante) registram 2% cada. Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Edmilson Costa (PCB) aparecem com 1% cada.

Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) registram 0%.O percentual de entrevistados que declarou voto em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos é de 7%. Outros 4% disseram estar indecisos.

Cenário de primeiro turno

Veja os resultados da pesquisa Datafolha para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026:


	Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
	Flávio Bolsonaro (PL): 33%
	Ronaldo Caiado (PSD): 5%
	Renan Santos (Missão): 4%
	Romeu Zema (Novo): 3%
	Pablo Marçal (PRTB): 2%
	Escritor Augusto Cury (Avante): 2%
	Samara Martins (UP): 1%
	Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
	Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1%
	Edmilson Costa (PCB): 1%
	Clariana Barão (DC): 0%
	Hertz Dias (PSTU): 0%
	Branco/nulo/nenhum: 7%
	Indecisos: 4%


Rejeição

A pesquisa também perguntou aos eleitores em quais candidatos eles não votariam de jeito nenhum no primeiro turno. Flávio Bolsonaro aparece com 46% de rejeição, enquanto Lula registra 45%. Pablo Marçal tem 22%; Romeu Zema, 16%; Renan Santos e Ronaldo Caiado, 14% cada.

Rui Costa Pimenta aparece com 13% de rejeição. Samara Martins e Edmilson Costa registram 10% cada. Clariana Barão tem 9%, enquanto Veterinário Wilson Grassi, Hertz Dias e o escritor Augusto Cury aparecem com 8% cada. Outros 2% afirmaram rejeitar todos ou que não votariam em nenhum candidato. O mesmo percentual declarou que votaria em qualquer um ou não rejeita nenhum. Outros 2% não souberam responder.

A pesquisa foi encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistadas 2.058 pessoas com 16 anos ou mais, em todo o país, entre os dias 18 e 20 de agosto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-04496/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pablo Marçal diz que vai ao debate da Band "de qualquer jeito" após proibição do TSE]]></title>
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				<description><![CDATA[Pablo Marçal (PRTB), candidato à Presidência da República, afirmou que pretende comparecer “de qualquer jeito” ao debate presidencial que será realizado pela Band no próximo domingo, 23 de agosto. A declaração foi dada após uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que proibiu provisoriamente a participação do candidato em debates.

Em contato com o colunista do portal Metrópoles Igor Gadelha, Marçal disse que pretende estar presente no local do debate mesmo que não possa entrar nos estúdios da emissora. Segundo o candidato, caso seja impedido de acessar o espaço, ele fará uma transmissão ao vivo pelas redes sociais do lado de fora da Band.

“Vou de qualquer jeito, do lado de dentro ou do lado de fora”, afirmou.

Decisão do TSE

Conforme as informações apresentadas no material, o TSE determinou provisoriamente a proibição de Marçal em campanhas na televisão e no rádio, além de impedir sua participação em debates. A decisão também vetou o acesso do candidato aos fundos eleitoral e partidário.

A validade da candidatura de Marçal ainda será analisada pela Justiça Eleitoral. O candidato está inelegível até 2032 em razão de uma condenação mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).

Em 5 de agosto, o tribunal rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados pela defesa e manteve a decisão que estabeleceu a inelegibilidade por oito anos.

A condenação está relacionada ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024. De acordo com a decisão mencionada no material, Marçal teria promovido concursos com oferta de prêmios para incentivar a produção e a disseminação em massa de conteúdo eleitoral na internet por pessoas físicas.

Defesa espera revisão da decisão

Após a decisão do TSE, a assessoria de Marçal afirmou, em nota, que espera uma revisão da medida e que a candidatura possa seguir normalmente. A equipe jurídica também destacou que a determinação não impede a atuação da imprensa nem a participação do candidato em entrevistas.

Segundo a assessoria, a decisão liminar suspendeu o acesso a recursos públicos de campanha e à propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão. Por isso, a equipe informou que reorganizaria a agenda enquanto o corpo jurídico analisava os próximos passos.

A defesa também afirmou que está avaliando os argumentos apresentados na impugnação e na decisão liminar antes de definir as medidas seguintes.

Apesar da restrição aos debates, a assessoria declarou que Marçal continuará disponível para entrevistas, desde que dentro da pauta editorial dos veículos de comunicação. A equipe pediu ainda que não fossem realizadas pautas eleitorais ou debates enquanto a decisão estiver em vigor, diante dos termos estabelecidos pela Justiça Eleitoral.

A declaração de Marçal sobre sua intenção de comparecer ao debate ocorre nesse contexto de restrição determinada pelo TSE.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula lança plano de IA que inclui supercomputadores, nuvem brasileira e parceria com a China]]></title>
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				<description><![CDATA[O governo federal lançou nesta quinta-feira, 20 de agosto, novas medidas do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) que incluem a aquisição de dois supercomputadores, uma parceria com a China para desenvolvimento de modelos de IA e formação de profissionais, e a estruturação de uma nuvem brasileira para armazenamento de dados.

A iniciativa, de acordo com o governo, tem o objetivo de reduzir a dependência tecnológica do Brasil do exterior e viabilizar a capacidade de processamento nacional, viabilizando pesquisas científicas e atendendo o setor produtivo. O pacote reúne medidas que somam pouco mais de R$ 2,3 bilhões.

O governo tem falado em seus discursos sobre a importância de reduzir a dependência de países desenvolvidos em relação à tecnologia.

Supercomputador

O edital para a compra do supercomputador prevê o investimento de R$ 1 bilhão para adquirir o equipamento que fique entre os dez maiores do mundo em capacidade de processamento de IA. A máquina terá capacidade de 7,2 mil petaflops, o que significa que poderá fazer cerca de 7,2 quintilhões de operações matemáticas por segundo.

O supercomputador será instalado no Rio Grande do Norte, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, faz visita nesta quinta-feira, 20. Uma das justificativas para alocar a tecnologia no Estado é a capacidade energética disponível.

O supercomputador poderá ser utilizado pelo governo, por universidades, por empresas. E um comitê de governança definirá critérios de seleção de projetos a serem priorizados.

Nuvem brasileira

Os anúncios incluem a estruturação da "Nuvem Brasileira" para armazenar dados em tecnologia nacional. Segundo o governo, o sistema funcionaria por meio de uma parceria entre o setor público e privado. O projeto ainda é inicial e começará com uma escuta ao mercado para avaliar a capacidade técnica da indústria nacional de oferecer opções.

A ideia é criar um software brasileiro em parceria com empresas nacionais para preservar os dados. A proposta será coordenada pelo Ministério da Gestão e Inovação em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Desde 2023, o Brasil tem a Nuvem de Governo que armazena dados de órgãos federais em território nacional. Essa nuvem, no entanto, funciona a partir de tecnologia de empresas internacionais, mas que estão fisicamente instaladas em locais controlados pelo Estado Brasileiro, com gestão feita por órgãos nacionais. No caso da Nuvem Brasileira, o software desenvolvido também seria nacional.

Parceria com a China

O plano do governo inclui ainda a instalação de outro supercomputador no Rio de Janeiro. Essa infraestrutura será tocada em parceria com as empresas chinesas Huawei e iFlytek a partir de julho de 2027 e custará R$ 1,2 bilhão durante cinco anos.

A proposta é que esse polo seja utilizado para desenvolvimento de linguagem de inteligência artificial em português. A previsão do governo é formar três mil profissionais nesse período. O governo estaria aberto a parcerias com outros países, sobretudo na América Latina.

Outras medidas

O Brasil quer impulsionar a fabricação de chips de arquitetura aberta, chamados "RISC-V". Esse formato permite a criação de chips que não necessitam de pagamento de taxa de licença, sendo gratuitos. A medida será desenvolvida em parceria com a Espanha e prevê investimentos de cerca de R$ 125 milhões em quatro anos

O pacote do governo inclui ainda a criação de um Centro Nacional de Transparência Algorítmica e IA Confiável na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O centro funcionaria para desenvolver pesquisas e insumos acerca de padrões de segurança para uso dessa tecnologia no País. Estão previstos investimentos de cerca de R$ 50 milhões em dois anos.

Conforme o governo, não há previsão de que esse centro faça qualquer tipo de ingerência sobre grandes plataformas. Inicialmente, trata-se de um centro de pesquisas para identificar as melhores práticas relacionadas à inteligência artificial e acompanhar a ampliação do uso de IA no Brasil.

Estadão Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 20:13:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Os Intocáveis": Zema satiriza decisão de Moraes contra fonte de jornalista que publicou denúncias sobre Flávio Dino]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/os-intocaveis-zema-satiriza-decisao-de-moraes-contra-fonte-de/630378/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) publicou, nesta quarta-feira, 19 de agosto, o décimo episódio da série “Os Intocáveis”, produção que utiliza humor e sátira para fazer críticas a figuras da política brasileira. Desta vez, o vídeo aborda uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relacionada a uma investigação sobre a fonte de um jornalista. (Confira vídeo)





 


 

 



 




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A produção utiliza personagens criados com inteligência artificial para representar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro Flávio Dino e Moraes. No roteiro, os personagens fazem referências à investigação envolvendo o jornalista independente Luís Pablo e Raimundo Cutrim, apontado pela Polícia Federal como fonte de reportagens publicadas pelo profissional.

Vídeo satiriza investigação sobre fonte jornalística

Na abertura do episódio, o personagem que representa Lula conversa com Dino, que aparece diante de um suposto problema de vazamento em sua residência. O presidente sugere que o ministro procure ajuda para resolver a situação.

Na sequência, Dino entra em contato com Moraes. O diálogo faz referência à decisão do ministro do STF de autorizar uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança do Maranhão.

Segundo as informações apresentadas na publicação, a medida foi autorizada no dia 11 de agosto, depois de a Polícia Federal apontar Cutrim como a principal fonte de Luís Pablo em reportagens publicadas no fim do ano passado.

As matérias mencionadas no vídeo tratavam do suposto uso, por familiares de Flávio Dino, de veículos do Tribunal de Justiça do Maranhão. As reportagens também apontavam que o combustível utilizado pelos carros teria sido custeado com recursos públicos.

A produção de Zema também faz referência à jornalista Malu Gaspar, representada no vídeo defendendo a preservação do sigilo da fonte. A questão da proteção da fonte jornalística é utilizada como um dos elementos centrais da sátira.

No trecho final, o episódio apresenta um aplicativo fictício chamado “Only STF Fans”. A ferramenta é apresentada, de forma satírica, como um serviço destinado a anular sentenças, conceder habeas corpus e beneficiar familiares de autoridades investigadas.

O vídeo termina com novas críticas, em tom de humor, às decisões judiciais e ao tratamento dado a autoridades e pessoas comuns.

A série “Os Intocáveis” faz parte da estratégia de comunicação política de Zema e utiliza recursos de humor para abordar temas relacionados ao cenário nacional. O episódio publicado nesta quarta-feira é o décimo da produção.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:24:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mais da metade dos trabalhadores chega ao fim do mês sem dinheiro, diz Serasa]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/mais-da-metade-dos-trabalhadores-chega-ao-fim-do-mes-sem-dinheiro-diz/630159/</link>
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				<description><![CDATA[Mais da metade dos trabalhadores brasileiros enfrenta dificuldades para fazer o salário chegar ao fim do mês. Um levantamento da Serasa Experian, divulgado nesta terça-feira (18), mostra que 53% dos profissionais não conseguem encerrar o mês com dinheiro suficiente para pagar todas as despesas. O índice é praticamente estável em relação a 2025, quando 54% dos entrevistados relatavam a mesma dificuldade.

A pesquisa ouviu 1.008 profissionais de empresas públicas e privadas, incluindo trabalhadores contratados pelo regime CLT e pessoas que atuam como prestadores de serviço na modalidade PJ. As entrevistas foram realizadas pela internet entre 12 e 30 de junho, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais.

O resultado revela um cenário em que o salário mensal, para uma parcela expressiva da população ocupada, não consegue acompanhar o conjunto de compromissos financeiros acumulados ao longo do mês.

Alimentação e contas básicas pressionam orçamento

Entre os gastos que mais comprometem a renda dos trabalhadores estão justamente aqueles considerados essenciais.

A alimentação aparece como o principal item, mencionada por 78% dos entrevistados que enfrentam dificuldades para fechar as contas. Na sequência estão as contas de consumo, como água, energia elétrica e gás, citadas por 72%.

Também aparecem entre os principais compromissos os financiamentos de imóveis e veículos, apontados por 44%; roupas, utilidades e outros gastos de consumo, com 43%; empréstimos, citados por 33%; e despesas com educação, mencionadas por 22%.

Os participantes podiam indicar até três tipos de gastos que mais pressionavam o orçamento.

A composição dos resultados ajuda a explicar por que a dificuldade financeira não está necessariamente relacionada a gastos considerados supérfluos. Para muitos trabalhadores, boa parte da renda já está comprometida antes mesmo de outras despesas do cotidiano entrarem na conta.

Quase metade precisa buscar alternativas

O levantamento também mostra que uma parcela significativa dos trabalhadores precisa encontrar alguma alternativa para conseguir atravessar o mês.

Entre os 53% que não conseguem pagar todas as despesas apenas com a renda disponível, 47% recorrem a algum recurso adicional, enquanto outros 6% não encontram uma solução para complementar o orçamento.

Na prática, isso significa que quase metade dos trabalhadores pesquisados precisa buscar alguma saída para equilibrar as contas. O recurso pode envolver renda complementar ou outras formas de financiamento das despesas.

Esse comportamento cria uma situação delicada: quando a renda não é suficiente para cobrir necessidades recorrentes, o trabalhador pode acabar recorrendo ao crédito para despesas que deveriam ser pagas com o salário.

O problema é que o crédito resolve a falta de dinheiro no presente, mas cria uma nova obrigação para os meses seguintes.

Dificuldade financeira também afeta saúde e trabalho

A pesquisa aponta ainda que o impacto das dificuldades financeiras ultrapassa o orçamento doméstico.

Entre os trabalhadores que passaram ou ainda passam por problemas financeiros nos últimos cinco anos, 44% relataram irritabilidade ou insônia como consequências na vida pessoal. Também foram mencionados problemas como alterações de peso, depressão, dores físicas e isolamento social.

No ambiente profissional, os efeitos também aparecem. 51% relataram estresse, enquanto 46% disseram ter enfrentado exaustão extrema ou esgotamento físico. Outros 35% perceberam redução da atenção e 33% relataram queda de produtividade.

Os números mostram que a saúde financeira dos trabalhadores está diretamente relacionada a outras dimensões da vida. Quando o orçamento fica constantemente pressionado, a preocupação com contas, dívidas e falta de dinheiro pode acompanhar o trabalhador para além de sua residência.

Cenário permanece praticamente estável

Apesar das mudanças no mercado de trabalho e na renda de diferentes grupos ao longo dos últimos anos, o percentual registrado pela pesquisa permanece elevado.

Em 2025, 54% dos entrevistados afirmavam não conseguir chegar ao fim do mês com dinheiro suficiente. Agora, o índice está em 53%, uma diferença de apenas um ponto percentual.

A estabilidade do indicador é um dos aspectos que mais chamam atenção. O problema não aparece como uma dificuldade passageira para uma parcela pequena dos trabalhadores, mas como uma realidade que permanece presente de um ano para outro.

Para a Serasa Experian, os dados reforçam a importância da educação financeira e de estratégias capazes de ampliar a margem disponível no orçamento. O diretor de soluções de RH da empresa, Délber Lage, afirmou que a dificuldade de equilibrar as contas não é pontual e que a falta de margem pode levar trabalhadores a buscar alternativas para complementar a renda ou financiar despesas do dia a dia.

O retrato apresentado pela pesquisa deixa uma questão importante: para milhões de brasileiros, o desafio não é apenas aumentar a renda, mas fazer com que ela seja suficiente para cobrir o básico. Quando alimentação, energia, água, gás e moradia consomem grande parte do salário, qualquer imprevisto pode transformar um orçamento apertado em uma nova dívida.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 13:18:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro diz que vai continuar usando imagem do pai na campanha eleitoral dentro dos limites da lei]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/flavio-bolsonaro-diz-que-vai-continuar-usando-imagem-do-pai/630156/</link>
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				<description><![CDATA[A candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República busca manter Jair Bolsonaro como principal referência eleitoral da campanha. O senador afirmou nesta terça-feira, 18, que pretende recorrer à imagem do pai dentro dos limites estabelecidos pela legislação e voltou a fazer críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Flávio também atribuiu a dificuldade para conquistar o apoio de partidos do Centrão a uma suposta pressão exercida por autoridades em Brasília. Segundo o candidato, dirigentes dessas legendas teriam sido orientados a não aderir à sua candidatura. Ele, porém, não apresentou nomes ou relatou quais autoridades estariam envolvidas.

A adesão de siglas do Centrão é considerada estratégica pelas campanhas presidenciais principalmente pelo impacto que pode ter na estrutura eleitoral e no espaço disponível no rádio e na televisão. Flávio reconheceu a importância desses apoios, mas afirmou que o cenário atual tem relação com as supostas pressões sobre os dirigentes partidários.

"Seria importante ter o tempo de TV e rádio, mas hoje todos estão vendo as razões", declarou em entrevista a Rádio Itatiaia.

Estratégia com Bolsonaro

Mesmo impedido de participar fisicamente da campanha, Jair Bolsonaro deve continuar sendo utilizado como uma das principais referências da candidatura do filho. Flávio afirmou que a equipe jurídica definirá até onde será possível levar essa estratégia sem ultrapassar as regras eleitorais.

"O jurídico ainda vai me dar o limite. Vou usar o limite do que a legislação permitir", afirmou.

A questão ganhou destaque depois que o PL apresentou, durante a convenção que oficializou a candidatura de Flávio, uma peça produzida com inteligência artificial que reproduzia a imagem e a voz do ex-presidente para manifestar apoio ao filho.

O episódio colocou a utilização de recursos de inteligência artificial nas campanhas eleitorais no centro do debate do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Corte discute quais serão os limites para esse tipo de conteúdo e como deverão ser tratados eventuais casos de uso irregular da tecnologia.

Críticas a Moraes

Durante a entrevista, Flávio voltou a atacar Alexandre de Moraes ao comentar as restrições impostas ao ex-presidente. O senador afirmou que Bolsonaro estaria enfrentando medidas que, em sua avaliação, limitam até mesmo o contato com familiares.

"Bolsonaro foi julgado pelos seus próprios inimigos", declarou. Em seguida, fez novas acusações contra o ministro do STF, dizendo que Moraes estaria impedindo o ex-presidente de se comunicar por carta e restringindo visitas de seus filhos.

Flávio reforçou nas últimas semanas suas críticas a integrantes da Corte, em especial, os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Flávio Dino. Ele acusa o Judiciário de promover censura a perseguição a nomes da direita, incluindo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Aproximação com Michelle

Flávio também aproveitou a entrevista para destacar a participação de Michelle Bolsonaro na campanha. O gesto ocorre depois de um período de desentendimentos entre os dois, que chegou a público durante a pré-campanha.

A ex-primeira-dama havia afirmado ter se sentido "humilhada" pelo enteado em um vídeo divulgado nas redes sociais. Flávio posteriormente pediu desculpas, e os dois passaram a demonstrar uma reaproximação.

Agora, o senador elogiou a atuação de Michelle e afirmou que ela já começou a pedir votos para sua candidatura.

"Ela está fazendo um grande papel", disse Flávio, ao mencionar também a atuação política da ex-primeira-dama e sua participação na campanha.

*Colaboraram: Naomi Matsui e Gabriel Máximo

Estadão Conteúdo. 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula ficará fora de debate da Band com Zema e Renan Santos no domingo (23)]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-ficara-fora-de-debate-da-band-com-zema-e-renan-santos-no-domingo/630049/</link>
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				<description><![CDATA[A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu que o petista não participará do debate da TV Bandeirantes, marcado para o próximo domingo, 23 de agosto. Entre os principais motivos apontados pela equipe está a presença do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e do ativista Renan Santos (Missão) entre os convidados.

A equipe de Lula argumenta que os dois candidatos não atenderiam aos critérios estabelecidos pela legislação eleitoral para participação nos debates. Pelas regras citadas pela campanha, têm presença garantida os candidatos de partidos que possuem pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional.

A legislação, no entanto, permite que candidatos de partidos sem essa representação participem dos debates caso sejam convidados pela organização.

Outro motivo apresentado pela campanha de Lula está relacionado ao formato do encontro. A equipe avalia que a estrutura do debate não ofereceria condições consideradas adequadas para que o presidente respondesse aos ataques feitos pelos demais candidatos.

Decisão ainda pode ser discutida

Apesar da decisão anunciada pela campanha, uma nova reunião sobre o assunto deverá ocorrer ao longo desta semana. A expectativa, segundo as informações divulgadas, é de que a posição de não participar do debate seja mantida.

A ausência de Lula também pode interferir na estratégia de outros candidatos. É o caso do senador Flávio Bolsonaro (PL), cuja campanha, segundo integrantes da equipe, pretende priorizar debates nos quais o petista esteja presente.

A participação dos candidatos em debates eleitorais é definida a partir das regras previstas na legislação e dos critérios estabelecidos pelas próprias emissoras e organizadores. No caso de candidatos de partidos sem a representação parlamentar exigida, a presença depende de convite.

O debate da TV Bandeirantes está marcado para o próximo domingo (23), em meio ao início da campanha eleitoral para a Presidência da República.

A decisão da campanha de Lula, portanto, ainda pode ser formalmente revisada após a reunião prevista para esta semana. Até o momento, a expectativa é de manutenção da ausência do presidente no encontro.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula critica lei eleitoral como "papagaiada desgraçada" e soma R$ 278,3 bilhões em benefícios  ]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou a legislação eleitoral como uma “papagaiada desgraçada” no último mês. Apesar das restrições previstas pelas regras eleitorais, o governo federal já soma R$ 278,3 bilhões em benefícios concedidos em 2026, segundo levantamento do Gastômetro, ferramenta do jornal O Estado de S. Paulo.

A legislação eleitoral estabelece restrições para determinadas ações do chefe do Executivo durante o período eleitoral. Entre elas, estão a participação em inaugurações de obras, a realização de doações e o pagamento de emendas parlamentares em situações previstas pela legislação.

Apesar das restrições, o levantamento aponta que o governo federal manteve outras formas de concessão de benefícios ao longo do ano.

Crédito, subsídios e programas sociais

De acordo com o monitoramento, a maior parcela dos R$ 278,3 bilhões foi destinada a programas de crédito e subsídios voltados a setores da economia e a grupos específicos, como caminhoneiros e motoristas de aplicativos.

O levantamento também contabiliza recursos relacionados a isenções e financiamentos para aquisição da casa própria. Entre as medidas consideradas pelo Gastômetro estão ainda renúncias de receitas e ações relacionadas à política econômica e social do governo federal.

O monitoramento inclui, por exemplo, a isenção do Imposto de Renda, publicidade institucional e programas como Pé-de-Meia, Gás do Povo, Luz do Povo e Desenrola Brasil. A ferramenta acompanha diferentes despesas e benefícios concedidos pelo poder público e reúne os valores para dimensionar os gastos ao longo do ano.

Segundo o levantamento, o montante ainda pode aumentar até o fim de 2026. Isso ocorre porque parte das despesas contabilizadas ainda depende de autorização para ser efetivamente executada.

O valor de R$ 278,3 bilhões, portanto, não representa necessariamente o total definitivo de gastos em benefícios ao longo do ano. Conforme o monitoramento, novas despesas podem ser incorporadas ao cálculo até dezembro.

A relação entre os gastos públicos e o período eleitoral ocorre em meio às restrições estabelecidas pela legislação para evitar o uso da máquina pública em benefício de candidaturas. As regras, no entanto, não impedem a execução de todas as políticas públicas ou despesas previstas no orçamento federal.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:47:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mensagens de Lulinha com lobista mostram articulação com núcleo do governo Lula, diz PF]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal tem em mãos mensagens trocadas pelo próprio Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeitas de tráfico de influência e por supostamente utilizar a proximidade com o filho do presidente para facilitar negócios e acesso ao governo federal.

Segundo as informações divulgadas, os diálogos mostram que Lulinha e Roberta tratavam de negócios e de articulações junto a integrantes do governo. As mensagens também indicariam que o filho do presidente tinha conhecimento da atuação e dos interesses da lobista e participava de reuniões relacionadas às tratativas.

Um dos diálogos ocorreu em 22 de março de 2024. Na conversa, Roberta afirma que os dois trabalhavam em um nível diferenciado e menciona a possibilidade de o futuro de ambos estar na Suíça. No mesmo diálogo, Lulinha relata participação em reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, então chefe de gabinete de Lula, e Swedenberger Barbosa, que ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Saúde.

Conversas citam negócios e integrantes do governo

As mensagens também fazem referência a Fernando Bittar, ex-sócio de Lulinha e um dos proprietários formais do sítio de Atibaia, frequentado pelo presidente Lula.

Em uma das conversas, Roberta afirma que Bittar estaria utilizando o nome de Lulinha na tentativa de fechar um negócio de grande porte com a Telebras. Na sequência, Lulinha pergunta se ela havia desmentido a informação.

A lobista responde que negou a situação e afirma que, caso Bittar realizasse um negócio com o presidente da Telebras, ele não faria negócios com ela.

As conversas são apresentadas como parte das investigações sobre a atuação de Roberta Luchsinger. Segundo as informações divulgadas, ela recebeu R$ 1,5 milhão em repasses do empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, que também é investigado.

Em uma das transferências, o empresário teria informado a um interlocutor que o dinheiro seria destinado ao “filho do rapaz”. Conforme a investigação da PF, a expressão poderia fazer referência a Lulinha.

A relação entre os envolvidos é investigada pelas autoridades, que apuram possíveis práticas de tráfico de influência e outras irregularidades.

Defesa nega irregularidades

A defesa de Fábio Luís da Silva afirmou que ele se mudou para a Espanha e atua na iniciativa privada, em atividades que, segundo os advogados, não têm relação direta ou indireta com o governo brasileiro.

Em manifestação assinada pelos advogados Marco Aurélio de Carvalho e Guilherme Suguimori, a defesa afirmou que Lulinha vive do resultado do próprio trabalho e sustentou que a quebra de seus sigilos fiscal e bancário não teria revelado provas ou indícios de irregularidades.

Os advogados também questionaram a divulgação das mensagens e alegaram possível uso político e eleitoral de informações obtidas durante a investigação. A defesa afirmou que pretende solicitar apurações sobre possíveis vazamentos de informações e sobre a atuação de servidores, agentes e delegados.

Os advogados disseram ainda que pretendem levar os pedidos de investigação ao STF, ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e à direção-geral da Polícia Federal.

As mensagens e as relações citadas fazem parte das apurações conduzidas pelas autoridades. As suspeitas investigadas ainda não representam, por si só, comprovação de prática criminosa pelos envolvidos.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Governo Lula é avaliado como ruim ou péssimo por 42%  ]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 17, indica que 42% dos eleitores avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo. Na pesquisa anterior, de 10 de agosto, eram 44% - houve uma variação para baixo dentro da margem de erro. Os eleitores que consideram o governo de Lula ótimo ou bom somam 34%, mesma taxa do levantamento da semana passada.

Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 23%. Na pesquisa de 10 de agosto, eram 21%. Não sabem ou não responderam são 1%.

A avaliação do governo Lula é melhor entre o público feminino, pessoas de 60 anos ou mais e por quem estudou até o ensino fundamental. A avaliação é pior entre o público masculino, eleitores de 41 a 59 anos e por quem tem ensino superior.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do desempenho pessoal de Lula. Segundo a pesquisa, 48% desaprovam o petista, enquanto 47% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 5%.

A desaprovação oscilou um ponto para baixo em relação à pesquisa anterior, quando somou 49%, mas dentro da margem de erro. Já o patamar de aprovação subiu um ponto.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 14 a 16 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03317/2026.

Estadão Contéudo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:18:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições: desaprovação de Lula supera aprovação e chega a 48%, aponta BTG/Nexus]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-desaprovacao-de-lula-supera-aprovacao-e-chega-a-48-aponta/630026/</link>
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				<description><![CDATA[O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48% de desaprovação entre os eleitores brasileiros, enquanto 47% aprovam a gestão federal, segundo a nova rodada da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Outros 5% dos entrevistados não souberam responder ou não quiseram responder à pergunta sobre a avaliação do trabalho do presidente à frente do governo federal.

Os números mostram uma diferença de um ponto percentual entre os que desaprovam e os que aprovam a gestão. De acordo com a série histórica apresentada no levantamento, iniciada em março deste ano, o cenário permanece estável.

A pesquisa também avaliou como os entrevistados classificam a administração federal. Nesse quesito, 42% consideram o governo ruim ou péssimo, sendo 8% de avaliações ruins e 34% de avaliações péssimas. Por outro lado, 34% avaliam a gestão como boa ou ótima. Do total, 19% classificaram o governo como bom e 16% como ótimo.

Avaliação do governo

Além dos eleitores que classificaram a administração federal como boa, ótima, ruim ou péssima, 23% consideram o governo regular. Outros 1% não souberam ou não responderam.

Os resultados de aprovação e desaprovação medem a percepção dos entrevistados sobre o trabalho de Lula na Presidência. Já a avaliação entre ótimo, bom, regular, ruim e péssimo apresenta uma classificação mais detalhada sobre a administração federal.

A diferença entre os dois indicadores aparece nos percentuais registrados pelo levantamento. Enquanto 48% afirmam desaprovar o trabalho do presidente e 47% dizem aprová-lo, a avaliação da administração federal reúne 42% de opiniões negativas, 34% positivas e 23% que consideram o governo regular.

Metodologia

A pesquisa Nexus/BTG ouviu 2.003 eleitores entre os dias 14 e 16 de agosto. As entrevistas foram realizadas por telefone. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo BTG Pactual e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03317/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 10:48:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 47% contra 44% de Flávio Bolsonaro em cenário de 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-tem-47-contra-44-de-flavio-bolsonaro-em/630024/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, com 47% das intenções de voto contra 44% do adversário, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 17. Apesar da vantagem numérica, os dois permanecem tecnicamente empatados, dentro da margem de erro.

O resultado é o mesmo da pesquisa anterior, de 10 de agosto. Em 3 de agosto, Lula aparecia com 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 42%. Em relação à pesquisa anterior, Lula oscilou um ponto para baixo, dentro da margem de erro, enquanto Caiado continuou igual. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, e eleitores que não sabem são 2%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 46% contra 41%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 47% contra os mesmos 40% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 2%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 37% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 14%. Eleitores que não sabem são 3%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 46% a 37%.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 14 a 16 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03317/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 10:19:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula lidera disputa presidencial com 41% contra 36% de Flávio Bolsonaro  ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-lidera-disputa-presidencial-com-41-contra/630021/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da disputa presidencial com 41% das intenções de voto contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 17.

A intenção de voto no petista na disputa no primeiro turno oscilou positivamente em 1 ponto porcentual na comparação com a pesquisa divulgada em 10 de agosto, quando Lula havia pontuado 40%. Flávio Bolsonaro também oscilou um ponto para cima, de 35% na mostra anterior para 36% no levantamento de hoje. A vantagem do petista, portanto, se manteve em 5 p.p.

Veja um cronograma das variações de vantagem do atual mandatário sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro no último mês:

- 29 de junho: Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio

- 13 de julho: vantagem do petista era de 6 p.p;

- 27 de julho: subiu para 9 pontos porcentuais.

- 3 de agosto: vantagem caiu para 4 pontos;

- 10 de agosto: voltou a subir para 5 pontos.

- 17 de agosto: se manteve em 5 pontos.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão), que pontuou 4%, e com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), também com 4%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 5%. Eleitores que não sabem são 2%. Na mostra anterior, Caiado também tinha 5%, Renan tinha 4% e Zema 3%.

No primeiro turno, dos beneficiários Bolsa Família, 66% votam em Lula e 20% em Flávio. Dentre os não beneficiários do Bolsa Família no primeiro turno, 39% votam em Lula e 38% em Flávio Bolsonaro.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 14 a 16 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03317/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 10:01:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Eleições 2026: confira a agenda dos candidatos à Presidência e os compromissos de campanha previstos para esta semana]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/eleicoes-2026-confira-a-agenda-dos-candidatos-a-presidencia/630034/</link>
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				<description><![CDATA[A agenda dos candidatos nesta segunda-feira , 17 de agosto, reúne compromissos de campanha em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. A programação inclui reuniões internas, entrevistas, panfletagem, sabatinas e participação em eventos ligados ao setor empresarial e à formação de lideranças.

Entre os candidatos que divulgaram compromissos públicos, a maior parte das atividades está concentrada em São Paulo. O estado recebe eventos de diferentes perfis ao longo do dia, enquanto Belo Horizonte terá um ato político à noite.

Augusto Cury (Avante) começa o dia com atividades internas de campanha. Das 9h às 11h30, ele participa de uma reunião de alinhamento no escritório da campanha, em São Paulo. No fim da tarde, entre 17h e 18h30, o candidato estará em Brasília para uma sabatina promovida pelo portal Metrópoles.

Também em São Paulo, Hertz Dias (PSTU) tem dois compromissos previstos. Às 7h, participa de uma panfletagem na fábrica da Avibras, em Jacareí. Mais tarde, às 11h, concede entrevista ao podcast Red Cast, na capital paulista.

Romeu Zema (Novo) participa de dois eventos na capital. Às 14h20, está prevista sua participação na 27ª Conferência Anual do Santander. Às 18h30, o candidato participa do jantar anual do Centro de Liderança Pública (CLP).

Ronaldo Caiado (PSD) também terá agenda em São Paulo. O primeiro compromisso está marcado para 12h30, no Ciclo Brasil de Ideias – Especial Eleições, promovido pelo Grupo Voto. Às 16h, ele participa da 27ª Conferência Anual do Santander.

Em Belo Horizonte, Flávio Bolsonaro (PL) tem compromisso marcado para as 19h. O candidato participa do lançamento da candidatura de Flávio Roscoe (PL) ao governo de Minas Gerais.

Os atos que estavam previstos para Juiz de Fora, também em Minas Gerais, foram cancelados.

Wilson Grassi (Democrata) mantém uma agenda voltada principalmente à organização da campanha. Às 9h, participa de reunião com o comitê de campanha. Às 15h, tem encontro previsto com a equipe de marketing.

Candidatos sem agenda pública

Os candidatos Edmilson Costa (PCB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não divulgaram agenda pública de campanha para esta segunda-feira.

Já Clariana Barão (DC), Pablo Marçal (PRTB), Renan Santos (Missão), Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara Martins (UP) não informaram compromissos para o dia.

A programação pode sofrer alterações ao longo do dia, especialmente em razão de deslocamentos, mudanças de horário ou cancelamentos. A agenda divulgada pelas campanhas, portanto, representa os compromissos públicos informados até o momento.

Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula critica demora e diz que só acatará indicação de embaixador dos EUA após eleições]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na sexta-feira, 14 de agosto, que o governo brasileiro só concederá o agrément ao indicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a embaixada norte-americana em Brasília, Daniel Perez, após as eleições de outubro.

Durante entrevista aos podcasts Não Inviabilize e As Cunhãs, Lula criticou as tentativas de interferência do governo norte-americano em questões internas do Brasil.

“Ouvi dizer que eles [EUA] queriam mandar duas pessoas para vir para cá para estudar as urnas, e nós não demos o visto. Agora, querem que eu apressadamente aceite o embaixador deles. Mas, agora, só [vamos aceitar] depois das eleições”, disse o presidente.

O presidente Lula criticou a demora na indicação e o momento em que ela foi feita. 

“Se o embaixador dos EUA é importante para o Brasil, por que eles ficaram um ano e seis meses sem mandar embaixador para cá? E por que só agora, faltando 45 dias para as eleições, eles querem mandar?”, questionou.

Apesar das críticas, Lula ressaltou que o Brasil quer manter uma boa relação com os Estados Unidos e que não deseja conflito com o país. 

“Não precisamos brigar. Não quero guerra. Quero discutir [as questões] com seriedade. O Brasil quer ter uma boa relação com os Estados Unidos”, afirmou.

Ao comentar a relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Lula disse acreditar que as medidas adotadas recentemente contra o Brasil não partem diretamente do chefe da Casa Branca, mas de integrantes de sua equipe.

“Acho que não é ele quem não gosta do Brasil”, disse Lula, antes de apontar o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, como um dos responsáveis pelas tensões entre os dois países, e de não gostar nem do Brasil, nem da América Latina.

Lei de Reciprocidade

Ao comentar sobre as tarifas impostas ao Brasil, Lula disse que “lamentavelmente eles estão construindo inverdades contra o Brasil”. 

“Ontem [quinta-feira, 13] entramos com a Lei de Reciprocidade para mostrar que a gente não é pouca coisa, e que nós nos respeitamos”, disse.

O presidente também reafirmou estar preparado para defender os interesses brasileiros diante das divergências com os Estados Unidos. 

“Estou muito tranquilo, sabendo o que pode acontecer, e preparado para debater a defesa do Brasil em qualquer lugar do planeta Terra”, concluiu.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 15:19:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula evita mídia tradicional e escolhe mídias digitais para driblar temas incômodos]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-evita-midia-tradicional-prioriza-podcasts-pre-campanha/629803/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem evitado entrevistas à mídia tradicional e sinalizou que não participará dos debates presidenciais no primeiro turno. Ao mesmo tempo, tem dado entrevistas a comunicadores digitais, que oferecem um ambiente mais informal e com menos perguntas sobre temas desconfortáveis para o petista.

Antes da pré-campanha, a estratégia de comunicação do presidente nos últimos meses vinha sendo conciliar as viagens de Lula aos Estados com entrevistas exclusivas a canais de TV e rádios locais. Entrevistas a veículos de mídia tradicional que estão diariamente na cobertura nacional do Palácio do Planalto rarearam nos últimos tempos. A última entrevista de Lula foi à TV Record, em julho de 2025, logo após o anúncio do tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos.

Com a proximidade da campanha eleitoral, o presidente também deixou de falar com os veículos regionais e passou a apostar em entrevistas informais para a mídia digital - podcasts, videocasts etc. Esse tipo de ambiente permite uma conversa mais descontraída e menos focada nos temas mais tensos. Em geral, o ambiente é menos hostil.

Lula dará uma entrevista nesta sexta-feira, 14, às comunicadoras do Não Inviabilize, Deia Freitas, e do As Cunhãs, Inês Aparecida e Hébely Rebouças. O Não Inviabilize é o podcast brasileiro mais ouvido no Spotify e referência no segmento. O produto não é jornalístico. Os temas são relatos cotidianos, conflitos de relacionamentos, situações familiares incomuns etc.

Nas últimas semanas, Lula concedeu entrevistas ao podcast Inteligência Ltda. e aos canais Meteoro Brasil e Os Três Elementos. Nos dois casos, pouco (ou nada) se falou sobre temas incômodos ao petista: a ligação de aliados seus, como o senador Jaques Wagner (PT-BA), com o escândalo do Banco Master; as investigações contra seu filho Fábio Luís, o Lulinha; e os pagamentos feitos pela empresária Roberta Luchsinger a seu ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola.

Em vez disso, a entrevista ao Inteligência Ltda. foi focada na história de vida do presidente, enquanto as concedidas ao Meteoro Brasil e ao Os Três Elementos tiveram um tom ainda mais simpático - com direito a elogios explícitos ao presidente durante a conversa.

Ao mesmo tempo em que tem privilegiado essas conversas com veículos que não são propriamente jornalísticos (ao menos no conceito mais tradicional), Lula não participou da sabatina feita pela GloboNews com os candidatos à Presidência da República - seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também não foi. Lula também indicou que não deve participar dos debates no primeiro turno. O primeiro, promovido em parceria do Estadão com a Band, seria neste domingo, 16, mas foi alterado para o dia 23. Lula marcou para domingo, 16, o lançamento de sua campanha, em São Bernardo do Campo (SP).

Esse "gelo" a veículos da mídia tradicional ocorre enquanto sua campanha enfrenta desgastes em sequência. Os principais da vez são os casos contra Fábio Luís e Marcola.

Fábio é alvo de três investigações no STF, as três sobre suspeitas de tráfico de influência. Uma delas apura se ele atuou para tentar abrir portas no Ministério da Saúde em favor do lobista Antônio Camilo Antunes, que ficou conhecido como Careca do INSS. Outro é no âmbito do Dataprev. Na terceira, a suspeita é de benefício a uma empresa de tecnologia em contratos com o governo federal.

No caso de Marcola, o Poder360 revelou que ele recebeu dinheiro da empresária Roberta Luchsinger, apontada como lobista ligada ao Careca do INSS. Em nota, Marcola confirmou o recebimento, mas disse que se tratou de um empréstimo pessoal e que pagou Luchsinger de volta. O caso foi revelado no dia 3 de agosto. Até agora, o presidente não falou publicamente sobre o assunto (a entrevista ao Meteoro Brasil e ao Os Três Elementos, por exemplo, foi no dia 5, mas o assunto não foi abordado).

Até aqui, Lula lidera as pesquisas de intenção de voto. Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 10, por exemplo, mostrou o presidente com 40% das intenções de voto no primeiro turno, contra 35% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado (PSD) apareceu com 5%. Renan Santos (Missão), com 4%. Romeu Zema (Novo), com 3%.

Estadão Conteúdo. 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 11:43:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro aparece filiado ao Missão no TSE, e defesa denuncia "fraude" antes do registro da candidatura]]></title>
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				<description><![CDATA[O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar, nesta quinta-feira, 13 de agosto, sua candidatura à Presidência da República após aparecer como filiado ao partido Missão no sistema da Justiça Eleitoral. O caso está sendo analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A alteração foi identificada pela equipe jurídica da campanha enquanto os responsáveis reuniam os documentos necessários para protocolar o pedido de registro. Segundo a advogada Maria Claudia Bucchianeri, responsável pela defesa da campanha, a mudança teria ocorrido de forma fraudulenta.

O prazo para que os candidatos apresentem os pedidos de registro à Justiça Eleitoral termina às 19h deste sábado, 15 de agosto. O PL havia oficializado Flávio como candidato ao Palácio do Planalto durante convenção nacional realizada em 25 de julho.

De acordo com a advogada, o partido já acionou o TSE. Ela afirmou que aguardava o encerramento da sessão do tribunal nesta quinta-feira para tentar despachar com o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.

Bucchianeri afirmou que ainda não é possível determinar como a alteração cadastral ocorreu. Entre as possibilidades levantadas estão uma invasão aos sistemas, o uso indevido de senha ou outra forma de acesso não autorizado.

“Precisamos entender se foi hacker, uma venda de senha, alguém que entrou no sistema dolosamente, a gente não sabe”, afirmou a advogada à GloboNews.

Segundo ela, há indícios de que a mudança na filiação tenha ocorrido entre a noite de quarta-feira, 12 de agosto, e a manhã desta quinta-feira. A equipe jurídica teria emitido uma certidão na noite anterior, às 23h17, na qual Flávio ainda aparecia como filiado ao PL.

A advogada também comparou o episódio com uma situação ocorrida durante a campanha eleitoral de 2022, quando o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apareceu no sistema eleitoral como filiado ao PL. Segundo Bucchianeri, após aquele episódio, foram realizados aprimoramentos nos sistemas da Justiça Eleitoral.

PL fala em falsificação e TSE apura o caso

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou à GloboNews que houve uma “falsificação”, mas não apresentou detalhes sobre como a alteração teria sido realizada.

Nos bastidores do partido, integrantes da legenda levantam a possibilidade de um ataque hacker. O TSE, porém, ainda realiza verificações para identificar o que provocou a mudança no cadastro eleitoral.

Relatos obtidos pela TV Globo indicam que a análise inicial considera outras hipóteses além de uma eventual invasão dos sistemas da Justiça Eleitoral. Até o momento, não há definição sobre a origem da alteração.

A mudança cadastral impede, neste momento, que o PL apresente o pedido de registro da candidatura de Flávio Bolsonaro. Conforme explicou a advogada, será necessário regularizar novamente a filiação partidária antes que o processo de registro possa ser protocolado.

“Ele está sem filiação regular agora. O Missão tem candidato. Tem que restabelecer a filiação original para poder fazer o registro”, declarou Bucchianeri.

Candidatura pelo PL

Flávio Bolsonaro foi oficializado pelo PL como candidato à Presidência da República durante uma convenção realizada em São Paulo, no fim de julho. Durante o discurso, o senador afirmou que representava a continuidade do projeto político do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A candidatura foi lançada sem a definição formal de um nome para ocupar a vaga de vice-presidente e representa a principal aposta do PL para a disputa presidencial de 2026.

A situação envolvendo a filiação partidária ocorre a dois dias do encerramento do prazo para registro das candidaturas. A regularização do cadastro será necessária para que o partido possa formalizar o pedido de Flávio junto à Justiça Eleitoral.

*Nota da redação: Este texto foi elaborado com o auxílio de inteligência artificial a partir de informações apuradas e revisado pela equipe editorial.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 13:57:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Caiado diz que Bolsonaro perdeu reeleição por falta de entregas e critica "populismo desenfreado"]]></title>
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				<description><![CDATA[O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou nesta quarta-feira, 12, que o ex-presidente Jair Bolsonaro perdeu a reeleição em 2022 por falta de entregas e criticou o que chamou de "populismo desenfreado" na América Latina, ao voltar a atacar políticas de transferência de renda associadas ao PT.

Caiado participou de um almoço com empresários promovido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) no Clube Atlético Monte Líbano, na capital paulista. O seu candidato a vice e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, também compareceu ao evento. A cerimônia reuniu cerca de mil convidados.

Ao comentar o desempenho eleitoral do ex-presidente, Caiado afirmou que o resultado de 2022 foi um recado do eleitor. "São cinco mandatos diferentes. Um mandato do PSL, que perdeu na sucessão. Então, a reeleição. Então, mostra que quem não entrega, não tem voto", disse.

Em seguida, o ex-governador de Goiás contrapôs a própria trajetória eleitoral, citando as duas eleições que venceu no primeiro turno como demonstração de que gestores que entregam resultados são reconhecidos pela população.

Na avaliação do presidenciável, o populismo na América Latina cria relações de dependência entre eleitores e políticas de benefícios, dinâmica que atribuiu ao PT e que, segundo ele, retira dos cidadãos a "capacidade de iniciativa própria".

Caiado também elevou o tom sobre as contas públicas e disse ver um quadro mais delicado do que o enfrentado na crise de meados da década passada. "O quadro fiscal hoje é mais grave que aquele que entramos em 2015", afirmou, criticando a condução econômica da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Ele disse ainda que seu plano de governo será entregue nesta sexta-feira, 14. Pela legislação eleitoral, o documento deve ser apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) junto com o pedido de registro da candidatura até o próximo dia 15, sábado.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 14:34:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Instituto Múltipla nega simulação de candidatos com apoios nacionais em Pernambuco]]></title>
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				<description><![CDATA[O diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, esclareceu nesta quarta-feira, 12 de agosto, em entrevista ao Blog do Nill Júnior, que a pesquisa eleitoral divulgada pelo instituto não realizou simulações de candidatos ao Governo de Pernambuco associados a apoios de lideranças nacionais.

O esclarecimento ocorreu após informações sobre o levantamento começarem a circular nas redes sociais com interpretações sobre o possível impacto do apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre os candidatos que disputam o Governo de Pernambuco.

Segundo Falabella, o instituto não realizou qualquer cruzamento entre os nomes que aparecem na disputa estadual e as lideranças políticas nacionais.

Múltipla avaliou peso de lideranças nacionais

De acordo com o diretor, o único levantamento realizado especificamente para medir a influência das lideranças nacionais avaliou a preferência dos eleitores sem relacionar os resultados aos candidatos que disputam o Governo de Pernambuco.

Nesse cenário, 48% dos entrevistados afirmaram preferir que o próximo governador seja aliado do presidente Lula.

Outros 17% disseram preferir um governador aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro.

Já 31% dos entrevistados afirmaram preferir um governador independente, sem alinhamento com nenhuma das duas principais correntes políticas nacionais.

Os percentuais mostram a percepção do eleitorado sobre o perfil político desejado para o próximo governador, mas não representam uma simulação eleitoral com os candidatos associados individualmente a Lula, Bolsonaro ou Flávio Bolsonaro.

Diretor esclarece metodologia da pesquisa

Durante a entrevista ao Blog do Nill Júnior, Ronald Falabella afirmou que o Instituto Múltipla não produziu nenhum cenário combinando os candidatos ao Governo de Pernambuco com os apoios nacionais.


“O Instituto não fez nenhum cruzamento com os postulantes ao Governo do Estado e não tem nenhuma responsabilidade por números eventualmente divulgados que não tenham amparo no que foi divulgado pelo veículo contratante”, esclareceu o diretor.


A declaração busca diferenciar os dados efetivamente coletados pelo instituto de interpretações ou projeções que passaram a circular posteriormente nas redes sociais.

Dessa forma, qualquer cenário que apresente um determinado candidato ganhando ou perdendo pontos a partir da associação direta com Lula ou com os Bolsonaro não corresponde a uma simulação realizada pelo Instituto Múltipla, segundo o próprio diretor.

Pesquisa aponta disputa entre Raquel Lyra e João Campos

No cenário de intenção de voto apresentado pelo levantamento, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece com 45%, enquanto o prefeito do Recife, João Campos (PSB), registra 41%.

A diferença entre os dois candidatos faz parte do cenário geral de intenção de voto divulgado pela pesquisa.

O resultado, entretanto, não deve ser confundido com uma eventual simulação envolvendo o apoio de Lula ou de outras lideranças nacionais, já que, segundo Ronald Falabella, esse cruzamento não foi realizado.

Peso de Lula aparece em pergunta separada

O levantamento também mostra que o presidente Lula mantém influência relevante sobre uma parcela do eleitorado pernambucano.

Os 48% que preferem um governador aliado ao presidente representam o maior percentual entre as opções apresentadas nessa pergunta específica.

O resultado, contudo, não permite afirmar isoladamente qual candidato seria beneficiado por esse apoio.

A própria metodologia esclarecida pelo Instituto Múltipla indica que a pergunta procurou medir o peso das lideranças nacionais sem vinculá-las aos nomes que disputam a eleição estadual.

Redes sociais ampliaram interpretação dos números

A repercussão da pesquisa nas redes sociais gerou interpretações sobre o impacto dos apoios nacionais na disputa pelo Governo de Pernambuco.

O esclarecimento de Ronald Falabella estabelece, porém, um limite para a leitura dos dados: o instituto não fez cenários em que os candidatos fossem associados diretamente a Lula, Jair Bolsonaro ou Flávio Bolsonaro.

Com isso, os números relacionados às lideranças nacionais devem ser analisados separadamente dos percentuais de intenção de voto apresentados para os candidatos.

A pesquisa Múltipla, portanto, apresenta dados distintos: de um lado, o cenário de intenção de voto entre os candidatos; de outro, a preferência dos eleitores em relação ao alinhamento político do próximo governador com as principais lideranças nacionais.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 14:14:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro nega mudança do vice na chapa e afirma que acusações contra o deputado Alfredo Gaspar são "farsa"]]></title>
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				<description><![CDATA[O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, negou nesta terça-feira, 11, que trocará o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) como seu vice de chapa e chamou de farsa as acusações de estupro contra o deputado.

"Essa farsa que foi montada contra o Alfredo foi exatamente no momento em que ele estava defendendo os aposentados, roubados pelo governo do PT, inclusive pedindo a prisão. Foi feito isso contra ele, a pessoa do bem, uma pessoa preparada, da área da segurança pública", declarou a jornalistas, antes de encontro com os candidatos do PL ao Senado, em uma casa em Brasília. Os candidatos, que estavam perto, começaram, então, a gritar o nome de Gaspar, como demonstração de apoio.

Durante a entrevista, Flávio reafirmou que o PL já definiu apoio a 47 candidatos ao Senado em todo o Brasil. Segundo ele, a composição dará "uma capilaridade gigantesca" à candidatura presidencial.

O candidato ressaltou que haverá uma orientação geral para as campanhas, mas que cada Estado terá liberdade para adaptar o discurso à realidade local. "Cada Estado tem a sua realidade, mas tem uma linha geral", afirmou. Para ele, os candidatos apoiados pelo PL terão acesso direto à Presidência para levar demandas de seus Estados.

Ao falar sobre a estratégia para o Senado, Flávio afirmou que pretende contar com uma base ampla para aprovar mudanças constitucionais e na legislação penal. Entre as propostas citadas estão a redução da maioridade penal, o endurecimento das penas para crimes violentos e a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC), do Comando Vermelho e de milícias como organizações terroristas.

O candidato também voltou a atacar o governo Lula pela situação fiscal. Segundo Flávio, o próximo governo herdará um cenário de deterioração das contas públicas e terá de rever despesas nas áreas de saúde e educação. Ele afirmou que pretende trabalhar pela "responsabilidade fiscal".

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 09:24:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula enfrenta rombo de R$ 105,5 bilhões para pagar despesas em 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/governo-lula-enfrenta-rombo-de-r-1055-bilhoes-para-pagar-despesas-em/629508/</link>
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				<description><![CDATA[O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta uma restrição de R$ 105,5 bilhões nos pagamentos de despesas não obrigatórias previstas para 2026, segundo análise da Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado.

O levantamento considera tanto despesas programadas para este ano quanto compromissos de exercícios anteriores que ainda precisam ser pagos. A limitação representa 31,9% do total das despesas consideradas, de acordo com os dados apresentados na análise orçamentária.

Apesar do valor expressivo, o cenário não significa que o governo federal tenha perdido definitivamente esses recursos. O Ministério do Planejamento e Orçamento afirma que os limites de pagamento são parte de um processo de escalonamento e podem ser alterados ao longo do ano.

Governo tem R$ 330,9 bilhões em despesas não obrigatórias

De acordo com a análise, o governo federal possui aproximadamente R$ 330,9 bilhões em despesas não obrigatórias que podem demandar pagamento em 2026.

Desse montante, cerca de R$ 226,3 bilhões correspondem às despesas previstas no Orçamento deste ano. Outros aproximadamente R$ 104 bilhões estão relacionados a compromissos de anos anteriores que ainda não foram quitados.

Considerando os limites de pagamento atualmente estabelecidos, o valor disponível chega a aproximadamente R$ 225,4 bilhões.

A diferença entre os valores ajuda a explicar a restrição de R$ 105,5 bilhões apontada pela Consultoria de Orçamentos do Senado.

Saúde está entre as áreas mais afetadas

O Ministério da Saúde aparece entre as pastas com maior volume de despesas que aguardam pagamento.

Segundo os dados apresentados, existem aproximadamente R$ 15,1 bilhões em despesas de exercícios anteriores vinculadas à pasta.

O volume de compromissos acumulados pode afetar a capacidade de execução de diferentes políticas públicas, especialmente aquelas que dependem de investimentos e transferências para estados e municípios.

Entre os setores que podem sentir os efeitos estão obras e estruturação de unidades de saúde, além de procedimentos de média e alta complexidade e outras ações financiadas com recursos federais.

Educação tem R$ 13,8 bilhões em despesas

O Ministério da Educação aparece logo atrás, com aproximadamente R$ 13,8 bilhões em despesas a pagar de exercícios anteriores.

A concentração de compromissos nessa área aumenta a pressão sobre o orçamento disponível para investimentos e programas educacionais.

Entre as despesas que podem ser afetadas estão iniciativas relacionadas à infraestrutura escolar, aquisição de materiais e outras ações que dependem da liberação de recursos federais.

A situação não significa, porém, que esses programas serão automaticamente interrompidos. O impacto dependerá da forma como o governo distribuirá os limites de pagamento durante o restante do exercício.

Ministério das Cidades também enfrenta pressão

O Ministério das Cidades aparece entre as pastas com maior volume de despesas acumuladas, com aproximadamente R$ 7,1 bilhões em compromissos de exercícios anteriores.

A pasta é responsável por políticas públicas relacionadas a áreas como habitação, saneamento e infraestrutura urbana, muitas delas executadas em parceria com estados e municípios.

Por isso, eventuais atrasos na liberação de recursos podem repercutir diretamente sobre obras e projetos que dependem de transferências da União.

Governo liberou R$ 5,7 bilhões em julho

A restrição ocorre mesmo após uma decisão do governo de ampliar o espaço para gastos dos ministérios.

Em julho, o governo federal anunciou a liberação de aproximadamente R$ 5,7 bilhões do Orçamento de 2026. A medida foi apresentada no relatório de avaliação de receitas e despesas referente ao terceiro bimestre.

Com a liberação, o volume de recursos bloqueados caiu para aproximadamente R$ 17,9 bilhões, ante os R$ 23,7 bilhões que haviam sido anunciados anteriormente.

A mudança ocorreu após o governo revisar para baixo algumas projeções de despesas obrigatórias para 2026, abrindo espaço para a execução de despesas discricionárias.

Planejamento diz que restrição pode ser revista

O Ministério do Planejamento e Orçamento afirma que os limites atualmente estabelecidos não devem ser interpretados como uma falta definitiva de recursos.

A pasta explicou que a diferença entre o volume total de despesas elegíveis e os limites de pagamento definidos para cada bimestre está relacionada ao escalonamento da execução financeira.

Na prática, isso significa que os valores podem ser alterados conforme novas avaliações das receitas, despesas e condições fiscais do governo federal.

A situação, portanto, ainda pode sofrer mudanças ao longo do ano.

Despesas discricionárias ficam no centro da pressão

O principal impacto da restrição está sobre as chamadas despesas discricionárias, que são aquelas cujo pagamento pode ser administrado pelo governo dentro dos limites legais e orçamentários.

Nessa categoria estão gastos como investimentos, manutenção administrativa, funcionamento de universidades federais, fiscalização e diferentes programas públicos.

As despesas obrigatórias, como benefícios previdenciários e assistenciais, possuem dinâmica diferente e representam parcela significativa do orçamento federal.

O governo projeta redução em algumas despesas obrigatórias, como pessoal e encargos sociais e determinados benefícios. Ao mesmo tempo, algumas despesas obrigatórias sujeitas a controle de fluxo, incluindo saúde, abono salarial e seguro-desemprego, apresentam previsão de aumento.

O cenário coloca pressão sobre a execução do Orçamento de 2026 e exige que o governo administre os pagamentos ao longo dos próximos meses.

Assim, embora os R$ 105,5 bilhões apontados pela Consultoria do Senado representem uma diferença relevante entre despesas previstas e os limites de pagamento atualmente disponíveis, o número não significa, isoladamente, que o governo esteja sem condições definitivas de quitar esses compromissos. A execução financeira poderá ser alterada conforme novas avaliações orçamentárias sejam realizadas.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 19:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula resgata frase polêmica sobre o PT: "É uma merda, mas é minha merda"]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-resgata-frase-polemica-sobre-o-pt-e-uma-merda-mas-e-minha/629500/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a mencionar uma declaração atribuída à economista e ex-deputada Maria da Conceição Tavares para defender sua relação com o Partido dos Trabalhadores. A fala ocorreu na sexta-feira (7), durante um discurso no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos, no interior de São Paulo.

Ao relembrar uma conversa com a economista, Lula reproduziu uma frase em que ela teria reconhecido problemas dentro do PT, mas afirmado que, apesar das críticas, continuava identificada com a legenda.


“O PT é uma merda? É. Mas é minha merda, não é a sua. Então, só eu posso falar dela”, teria dito Maria da Conceição Tavares, segundo o presidente.


A declaração foi utilizada por Lula para destacar a relação de pertencimento que mantém com o partido e defender a trajetória da legenda.

Lula relembra origem do PT

Na sequência do discurso, Lula também contou que teria sido questionado pela economista sobre o fato de o PT defender principalmente a população mais pobre.

Ao responder, o presidente associou a origem do partido às organizações de trabalhadores e aos movimentos sociais que participaram de sua formação.


“Conceição, o PT nasceu da merda. Nós não nascemos na academia, nós não nascemos em escritório, nós nascemos na luta do povo trabalhador”, afirmou Lula.


A referência faz parte de uma narrativa recorrente do presidente sobre a origem do PT, fundado em 1980 a partir da articulação de trabalhadores, sindicalistas, movimentos sociais, intelectuais e outros setores da sociedade.

Frase já havia sido citada por Lula

Essa não foi a primeira vez que Lula utilizou a declaração atribuída a Maria da Conceição Tavares para falar sobre o PT.

Segundo o relato apresentado na reportagem, o presidente já havia mencionado a frase em 2014, durante um ato político relacionado à campanha pela reeleição da então presidente Dilma Rousseff (PT).

Na ocasião, Lula também utilizou a referência para reconhecer que o partido possuía problemas, mas destacar sua identificação pessoal com a legenda.

A nova menção ocorre em um cenário de preparação para as Eleições 2026, período em que Lula busca consolidar sua posição política e o PT se movimenta para a disputa presidencial e para as eleições estaduais e legislativas.

A fala no Inpe, portanto, recuperou uma declaração antiga para reforçar o vínculo do presidente com o partido e sua defesa da trajetória política da legenda.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:10:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF investiga suposta fraude de R$ 117 milhões envolvendo Banco Master e previdência de Maceió]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/policia/pf-investiga-fraude-banco-master-previdencia-maceio/629360/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (10), uma operação para investigar um suposto esquema de fraudes relacionado ao Banco Master e ao Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev). A apuração envolve investimentos de aproximadamente R$ 117 milhões realizados pelo instituto em títulos da instituição financeira entre os anos de 2023 e 2024.

A operação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e integra uma investigação mais ampla sobre operações financeiras envolvendo o Banco Master. A Controladoria-Geral da União (CGU) também participa das diligências realizadas na capital alagoana.

Investigação apura possível esquema de corrupção

De acordo com as investigações, os recursos destinados ao Banco Master teriam sido captados junto a fundos de previdência municipais, estaduais e federais. A suspeita é de que agentes políticos tenham atuado para favorecer os investimentos em troca de vantagens indevidas.

Os investigadores também apuram se parte do dinheiro foi posteriormente desviada por meio de operações consideradas fraudulentas, utilizando empresas de fachada e notas fiscais falsas para ocultar a movimentação dos recursos.

Até o momento, a Polícia Federal não informou quantos mandados foram cumpridos nem divulgou a identidade dos investigados ou os detalhes das medidas autorizadas pela Justiça.

Maceió Previdência afirma colaborar com as investigações

Em nota oficial, o Maceió Previdência informou que vem colaborando com as autoridades desde o início das investigações, fornecendo documentos e prestando todos os esclarecimentos solicitados.

O instituto afirmou ainda que os investimentos realizados seguiram os procedimentos legais e administrativos previstos para esse tipo de aplicação financeira.

Segundo a autarquia, o patrimônio administrado pelo órgão passou de cerca de R$ 400 milhões, em 2021, para mais de R$ 1,6 bilhão, resultado que, segundo o instituto, assegura a capacidade de pagamento dos benefícios destinados a aposentados e pensionistas.

Operação segue em andamento

As investigações continuam em andamento e poderão esclarecer a eventual participação de agentes públicos, intermediários e representantes do setor financeiro no suposto esquema.

A Polícia Federal informou que novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das diligências e da análise do material apreendido durante a operação.
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 16:43:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Com desistência de Lula, Flávio Bolsonaro também fica fora de entrevistas da GloboNews nesta segunda-feira (10)]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) não participarão da série de entrevistas com candidatos à Presidência da República promovida pelo g1 e pela GloboNews. A ausência dos dois candidatos ocorre por motivos diferentes relacionados às suas campanhas.

A campanha de Lula informou que o presidente não participaria da entrevista que estava marcada para a última terça-feira, 4 de agosto. Já a campanha de Flávio Bolsonaro não respondeu dentro do prazo estabelecido para confirmar a participação. Com isso, a entrevista que estava prevista para a próxima segunda-feira, 10 de agosto não será realizada.

A série foi organizada pelo g1 e pela GloboNews com os cinco candidatos mais bem colocados na pesquisa Datafolha divulgada em 24 de julho. A proposta é ouvir os principais nomes que disputam a Presidência da República nas eleições de 2026.

Candidatos já entrevistados

Antes do cancelamento das entrevistas de Lula e Flávio Bolsonaro, outros três candidatos participaram da série. Renan Santos (Missão) foi entrevistado na última quarta-feira, 5 de agosto. No dia seguinte, quinta-feira, 6 de agosto, foi a vez de Romeu Zema (Novo).

Nesta sexta-feira, 7 de agosto, Ronaldo Caiado (PSD) participou da entrevista. As conversas foram conduzidas pelas jornalistas Andréia Sadi e Natuza Nery.

Os candidatos foram recebidos nos novos estúdios da GloboNews, no Rio de Janeiro, onde ocorreram as entrevistas.

Com a ausência de Lula e Flávio Bolsonaro, a série não contará com a participação dos cinco nomes inicialmente selecionados a partir do levantamento do Datafolha. A entrevista de Lula já havia sido comunicada como cancelada pela campanha do presidente, enquanto a participação de Flávio Bolsonaro deixou de ocorrer após a falta de resposta dentro do prazo definido pela organização.

A série de entrevistas faz parte da cobertura das eleições presidenciais e colocou os candidatos selecionados pelo levantamento do Datafolha em uma sequência de conversas conduzidas pelas jornalistas da GloboNews.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 11:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[AGU vai pedir à Justiça bloqueio da plataforma Discord no Brasil, diz Messias]]></title>
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				<description><![CDATA[A Advocacia-Geral da União (AGU) entrará com uma ação na Justiça para tirar a rede social Discord do ar. A afirmação foi dada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, na quinta-feira, 6 de agosto.

Em evento de sanção da lei que aumenta a punição a crimes digitais contra crianças e adolescentes, Messias ouviu o relato do secretário nacional de DireitosDigitais do Ministério da Justiça, Victor Fernandes, sobre a negativa da Justiça ao pedido da polícia para tirar a rede social do ar.

Diante disso, Messias informou que pedirá ao ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, todas as informações recentes sobre o Discord.

“Eu vou solicitar ao ministro da Justiça que me encaminhe formalmente todas essas informações à AGU para que nós possamos manejar uma ação civil pública pedindo a imediata responsabilização e a retirada de sua utilização pela sociedade brasileira. Já que ela não tem compromisso com a legislação brasileira e não protege crianças e adolescentes.”

A conversa se deu tem torno do mais recente caso envolvendo o Discord. No dia 22 de julho, uma adolescente cometeu suicídio ao vivo em uma transmissão na rede social.

A live na internet ocorreu por cerca de 45 minutos. Antes de ser induzida a tirar a própria vida na casa onde morava com a família em Naviraí, a 365 quilômetros de Campo Grande (MS), a adolescente foi coagida no ambiente virtual pelos criminosos a torturar e matar um gato, sem êxito.

O episódio desencadeou a Operação Lívia, conduzida pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, com apoio do Ministério da Justiça. A ação resultou na apreensão de cinco menores de idade, entre 13 e 18 anos, em cinco estados do país.

Onde buscar ajuda

Adolescentes e seus responsáveis ou quaisquer pessoas com pensamentos e sentimentos de querer acabar com a própria vida devem buscar acolhimento em sua rede de apoio, como familiares, amigos, educadores e também em serviços de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, é muito importante conversar com alguém de confiança e não hesitar em pedir ajuda, inclusive para buscar serviços na área.

Serviços de saúde que podem ser procurados para atendimento: 


	Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e unidades básicas de saúde;
	UPAs 24h, Samu 192, prontos-socorros e hospitais;
	Centro de Valorização da Vida – 188 (ligação gratuita).


O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (188), e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias.

Agência Brasil
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 16:21:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entenda por que o irmão do presidente do PT de Pernambuco foi indiciado pela Polícia Federal]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/irmao-presidente-pt-pernambuco-indiciado-pf-inss/629100/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Federal concluiu mais uma fase da Operação Sem Desconto e indiciou o ex-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Aristides Veras dos Santos, por suspeita de participação no esquema de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Aristides é irmão do deputado federal Carlos Veras (PT-PE), atual presidente estadual do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco. O parlamentar, entretanto, não é investigado nem foi indiciado pela Polícia Federal neste inquérito.

Por que Aristides Veras foi indiciado?

Segundo o relatório da Polícia Federal, Aristides Veras foi indiciado pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informática e organização criminosa.

A investigação aponta que a Contag, entidade presidida por ele durante parte do período apurado, teria utilizado informações consideradas falsas para autorizar descontos associativos diretamente nos benefícios pagos pelo INSS.

Esses descontos eram realizados nas aposentadorias e pensões de beneficiários e, conforme as investigações, em diversos casos teriam ocorrido sem autorização dos segurados.

O que a PF investiga?

A Operação Sem Desconto apura um suposto esquema de cobranças irregulares em benefícios previdenciários por meio de entidades associativas.

De acordo com a Polícia Federal, a Contag está entre as principais organizações investigadas. As apurações indicam que a entidade arrecadou aproximadamente R$ 3,4 bilhões em descontos associativos entre 2016 e 2025, período que agora é analisado pelos investigadores para verificar a legalidade das cobranças.

Além de Aristides Veras, outros ex-dirigentes da Contag e antigos integrantes da cúpula do INSS também foram indiciados.

Carlos Veras é investigado?

Não. O deputado federal Carlos Veras, presidente do PT em Pernambuco e irmão de Aristides Veras, não figura como investigado nem como indiciado no relatório da Polícia Federal.

A citação ao parlamentar ocorre apenas em razão do vínculo familiar com o ex-presidente da Contag, entidade que está no centro das investigações.

O que acontece agora?

Com a conclusão do inquérito, o relatório será encaminhado ao Ministério Público Federal, que decidirá se apresenta denúncia à Justiça, solicita novas diligências ou arquiva o caso em relação aos investigados.

A defesa de Aristides Veras informou que nega qualquer irregularidade e afirmou que apresentará sua manifestação durante o andamento do processo.

Até que haja eventual condenação definitiva, os investigados presumem-se inocentes, conforme prevê a legislação brasileira.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:04:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PSOL oficializa "Bancada da Macumba" para disputar vagas na Câmara dos Deputados]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/psol-lanca-bancada-da-macumba/629086/</link>
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				<description><![CDATA[O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) anunciou a criação da chamada "Bancada da Macumba", uma articulação formada por seis candidatos à Câmara dos Deputados que defendem maior participação das religiões de matriz africana na política nacional.

O coletivo reúne representantes de cinco estados brasileiros e tem como principal objetivo ampliar a presença de integrantes dos povos de terreiro nos espaços de decisão, defendendo a participação direta na elaboração de leis, definição de orçamentos públicos e formulação de políticas voltadas ao segmento.

Segundo os integrantes, a iniciativa busca fortalecer a representatividade política das comunidades de matriz africana e ampliar o debate sobre liberdade religiosa e combate ao racismo religioso.

Grupo reúne candidatos de cinco estados

A articulação é composta pelos candidatos Adriano Fiúza (Distrito Federal), Mãe Su de Nanã (São Paulo), Renato Fonseca (Pernambuco), Wesley Mendes (Bahia), Mãe Bernadete de Oxóssi (Bahia) e Ariane Magalhães (Rio de Janeiro).

Em nota conjunta, o grupo afirma que pretende garantir que os próprios representantes das religiões de matriz africana participem das discussões legislativas relacionadas aos interesses dessas comunidades.

Os candidatos também defendem que os povos de terreiro deixem de ser tratados apenas como objeto de estudos ou destinatários de políticas públicas elaboradas sem participação direta.

Termo foi ressignificado pelo grupo

Os integrantes afirmam que a expressão "Bancada da Macumba" foi escolhida de forma proposital.

Segundo o coletivo, o termo "macumba", historicamente utilizado de maneira pejorativa para se referir às religiões de matriz africana, foi ressignificado como símbolo de identidade política e resistência ao racismo religioso.

Em manifestação pública, os candidatos sustentam que a auto-representação é fundamental para ampliar a presença dessas comunidades nos espaços institucionais.

PSOL declara apoio à iniciativa

O PSOL informou que apoia a criação da bancada e afirmou que a iniciativa está alinhada às bandeiras defendidas pelo partido em favor da liberdade religiosa e do combate à discriminação contra religiões de matriz africana.

De acordo com a legenda, a proposta também pretende ampliar o diálogo com pesquisadores, educadores, lideranças religiosas e parlamentares que apoiem pautas relacionadas à igualdade religiosa e aos direitos dos povos de terreiro.

Proposta busca ampliar participação política

Além da atuação eleitoral, os integrantes da bancada afirmam que pretendem construir uma articulação permanente em defesa de políticas públicas voltadas às comunidades tradicionais de matriz africana.

Entre os objetivos apresentados estão o fortalecimento da participação política, a defesa da liberdade de culto, o enfrentamento ao racismo religioso e a ampliação do diálogo entre representantes dos terreiros e o Poder Legislativo.

Caso eleitos, os candidatos afirmam que pretendem atuar de forma conjunta na Câmara dos Deputados em pautas relacionadas aos direitos das comunidades de matriz africana e à promoção da igualdade religiosa no país.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:09:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula sanciona lei que aumenta punição a crimes digitais contra crianças e adolescentes]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/lula-sanciona-lei-que-aumenta-punicao-a-crimes-digitais-contra/629036/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quinta-feira, 6 de agosto, a lei que amplia a atuação da polícia em meios digitais e aumenta a punição para crimes de pornografia com uso de inteligência artificial envolvendo crianças e adolescentes. O Congresso Nacional concluiu a aprovação do texto em julho.

A lei endurece a pena do aliciamento quando houver uso de inteligência artificial (IA), deepfake, perfis falsos, promessa de vantagem ou aproveitamento de relação de confiança.

O objetivo é coibir criminosos, sobretudo os sexuais, de usarem a tecnologia para enganar e atrair crianças para explorá-las e abusar delas.


A liberdade de expressão não pode ser confundida com genocídio, violência, assassinato. Esse é o exercício da democracia plena. Por mais liberdade que a gente tenha, a gente tem que ter limite. E o limite é não ferir a liberdade do outro”, disse Lula.


O presidente ainda afirmou que é dever do Estado se responsabilizar e criar condições de punição para qualquer pessoa que use os vários recursos do mundo digital e da tecnologia para cometer crimes.

Aumento de penas


Para os crimes de produção, reprodução, direção, fotografia, filmagem ou registro de conteúdo de violência sexual contra criança ou adolescente, assim como a sua venda ou exposição, a pena passa de 4 a 8 anos de reclusão para 4 a 10 anos de reclusão.

A pena é aumentada em um terço se a venda ou exposição ocorrer por meio da internet e das redes sociais.

Além destas medidas, o PL aumenta a punição para quem oferece, troca, disponibiliza, transmite, distribui, publica ou divulga material de violência sexual contra criança ou adolescente. A pena nestes casos passa de 3 a 6 anos de reclusão para 4 a 10 anos de reclusão.

A pena atual para quem adquire, possui ou armazena esse tipo de material é de 1 a 4 anos de reclusão. O projeto aumenta essa punição para 3 a 6 anos de reclusão.

Em todos esses casos já era prevista multa além da reclusão, e a lei sancionada manteve essa previsão.

Inteligência artificial


O uso de inteligência artificial na prática dos crimes aumenta as penas de um terço a dois terços. Esse aumento de penas também é aplicado no uso de deepfake (quando a tecnologia simula de forma realista o rosto e a voz de uma pessoa), perfis falsos, jogos online e redes sociais para aliciamento de crianças e adolescentes.

Quando uma pessoa se aproveita de uma relação de convivência pessoal, autoridade, cuidado ou convivência familiar para praticar violência contra a criança ou adolescente, a pena também aumenta de um terço a dois terços.

Proteção


Além da repressão penal, o projeto contém medidas de proteção às vítimas. O texto prevê que crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência sexual terão direito a atendimento psicológico e psicossocial individual, especializado, contínuo e integral.

Agência Brasil
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:14:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula defende Marcola, ex-chefe de gabinete investigado pela PF e diz: "Quem aqui nunca pediu empréstimo para um amigo?"]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-defende-marcola-investigado-pf-emprestimo-amigo/628949/</link>
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				<description><![CDATA[Em reunião com dirigentes do PSOL e da Rede, nesta quarta-feira, 5, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que no seu governo a Polícia Federal tem autonomia para investigar quem quer que seja, mas defendeu seu ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Ribeiro Santana, o Marcola.

"Quem aqui nunca pediu empréstimo para um amigo?", perguntou Lula, de acordo com três participantes do encontro, no Palácio da Alvorada. Marcola deixou a coordenação da campanha de Lula depois que a Polícia Federal descobriu repasses feitos a ele pela empresária Roberta Luchsinger, apontada como lobista em negócios de Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS".

O ex-assessor de Lula disse, em nota, que quitou R$ 249 mil de um "empréstimo" contraído com a empresária, mas não explicou quando fez o pagamento e para que pediu o dinheiro.

Diante dos aliados, o presidente afirmou que, ao longo da história, a direita fez uso político de denúncias de corrupção não comprovadas, na tentativa de derrubar governos, fazendo referência às gestões de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Foi nesse momento que citou a explicação dada por Marcola para os pagamentos recebidos.

Apesar da defesa do ex-auxiliar, Lula assegurou não haver privilégio para ninguém no governo, nem mesmo para o seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Amigo de Roberta Luchsinger, Lulinha responde a três inquéritos abertos pela Polícia Federal, acusado de tráfico de influência.

Roberta, por sua vez, chegou a ser alvo de mandado de busca e apreensão, no fim de 2025, na esteira das investigações que apuram desvios de aposentadorias do INSS. A empresária também é suspeita de atuar no Ministério da Saúde, juntamente com Lulinha, com o objetivo de obter autorização para que uma empresa ligada ao "Careca do INSS" comercializasse produtos à base de cannabis medicinal.

Durante uma hora de reunião na qual entraram em cena assuntos de campanha, projetos empacados no Senado, como o fim da escala 6x1, e até as brigas com os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Argentina, Javier Milei, Lula reiterou aos dirigentes dos partidos que quem é alvo de denúncias precisa se explicar. "Quem errou, que pague", insistiu ele.

Mesmo assim, afirmou ter ficado "triste" com a saída de Marcola, que o acompanhava há aproximadamente 11 anos. Disse, porém, que ele terá todo o tempo necessário para se defender.

O encontro também contou com a participação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, que é do PSOL, e do presidente do PT, Edinho Silva, coordenador da campanha de Lula.

Os dirigentes da federação PSOL-Rede apresentaram a Lula um documento com propostas para o programa de governo de um eventual quarto mandato do petista. Um dos parágrafos do texto, intitulado "Carta ao Lula", diz que a vigorosa ação da Polícia Federal contra a "gangsterização da política", sem proteger nem perseguir ninguém, precisa continuar, "doa a quem doer".

Presidente soube antes das mensagens entre Marcola e Roberta

Marcola trabalhava no terceiro andar do Palácio do Planalto, ao lado de Lula. Ele deixou a chefia de gabinete no último dia 21 para integrar a coordenação da campanha do presidente. À época, interlocutores de Lula afirmaram que Marcola faria a "ponte" da campanha com o Planalto.

Na prática, porém, o presidente já havia sido informado da relação de Marcola com Roberta, uma vez que o sigilo do celular da lobista fora quebrado e o aparelho continha troca de mensagens entre os dois sobre pagamentos.

Ao ser confrontado por integrantes da coordenação da campanha de Lula, o ex-chefe de gabinete admitiu ter aceito que a empresária lhe pagasse contas, mas alegou que a quantia era um "empréstimo"
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:30:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Cabo Daciolo tem candidatura à Presidência barrada e fica fora da disputa de 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/mobiliza-barra-candidatura-de-cabo-daciolo-em-2026/628937/</link>
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				<description><![CDATA[O partido Mobiliza anunciou que não terá candidatura própria à Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão da direção nacional da legenda inviabiliza a participação do ex-deputado federal e pastor Cabo Daciolo na corrida pelo Palácio do Planalto.

De acordo com o partido, a sigla optou por manter uma posição de neutralidade durante o primeiro turno e não integrará coligações para a disputa presidencial.

Cabo Daciolo havia se filiado ao Mobiliza em abril deste ano com o objetivo de construir sua pré-candidatura à Presidência. Após a decisão, o ex-parlamentar demonstrou insatisfação e afirmou ter sido surpreendido pela definição da direção partidária.

"Para que parar de fazer campanha agora? Estamos subindo nas pesquisas. Estou muito decepcionado", declarou Daciolo em entrevista.

Daciolo critica decisão do partido

Nas redes sociais, o ex-deputado publicou uma nota criticando a posição adotada pelo Mobiliza. Em sua manifestação, Daciolo afirmou que a decisão interrompeu o projeto político que vinha sendo construído nos últimos meses.

O político também utilizou referências religiosas ao comentar o assunto e afirmou que continuará defendendo suas posições, apesar de não disputar a Presidência da República neste ano.

Segundo levantamento do instituto Ipos-Ipec citado pela imprensa, Cabo Daciolo aparecia com 1% das intenções de voto válidos para a eleição presidencial.

Segunda tentativa frustrada ao Planalto

Caso sua candidatura fosse confirmada, esta seria a segunda vez que Cabo Daciolo disputaria a Presidência da República. Em 2018, quando concorreu pelo Patriota, ele recebeu 1.348.323 votos, o equivalente a 1,26% dos votos válidos, terminando a disputa na sexta colocação.

A decisão do Mobiliza encerra, ao menos neste momento, a possibilidade de o ex-deputado participar da eleição presidencial de 2026.

Estratégia do Mobiliza para 2026

Com a decisão de não lançar candidato ao Palácio do Planalto, o Mobiliza deve concentrar seus esforços nas disputas estaduais e proporcionais, priorizando candidaturas para a Câmara dos Deputados, assembleias legislativas e governos estaduais.

A legenda ainda não anunciou se apoiará algum candidato à Presidência em um eventual segundo turno.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:11:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Campanha 'fofa' é o caralho, vai começar, é guerra", diz Janones ao lado de Lula]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/campanha-fofa-e-o-caralho-vai-comecar-e-guerra-diz-janones-ao/628936/</link>
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				<description><![CDATA[O deputado federal André Janones (Avante-MG) elevou o tom do discurso político ao comentar as eleições de 2026. Em uma publicação nas redes sociais ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o parlamentar afirmou que a disputa eleitoral será uma "guerra" e rejeitou a possibilidade de uma campanha moderada.

"Sem medo, sem pudor e sem remorso. Campanha &#39;fofa&#39; é o caralho. Vai começar. É guerra", escreveu Janones.

Na mesma publicação, o deputado afirmou ter conversado pessoalmente com Lula e declarou estar disposto a fazer "o que precisa ser feito" para impedir o avanço da extrema direita no país.

"Hoje à tarde avisei ao presidente, pessoalmente, que estou disposto a matar ou morrer para livrar nosso país da extrema direita de uma vez por todas. Tirem as crianças da sala porque o jogo agora é de gente grande e eu, assim como há quatro anos, farei o que precisa ser feito", declarou.

Aliado de Lula, Janones ganhou destaque nacional durante a campanha presidencial de 2022, principalmente por sua atuação nas redes sociais em defesa do então candidato petista. Desde então, tornou-se uma das principais vozes do campo governista no ambiente digital.

Declarações sobre estratégias de campanha

Em junho deste ano, durante o evento "Porta-voz do Lula", voltado para a mobilização de militantes nas redes sociais, Janones afirmou que mudou sua visão sobre as estratégias políticas adotadas nas disputas eleitorais.

"Antes eu dizia que valia quase tudo. Hoje, para mim, vale tudo para salvar a democracia deste país", afirmou o parlamentar durante o encontro.

Na ocasião, o deputado também defendeu a estratégia de apresentar diferentes narrativas sobre os fatos políticos, ao comentar episódios da campanha presidencial de 2022.

Histórico de polêmicas

André Janones já esteve no centro de diversas controvérsias políticas nos últimos anos, principalmente por declarações e publicações feitas nas redes sociais durante as eleições presidenciais.

O deputado também enfrentou questionamentos relacionados a investigações sobre supostas irregularidades em seu gabinete, além de críticas da oposição por sua atuação digital e pela forma como conduz a comunicação política.

As declarações recentes ocorrem em meio ao início da campanha eleitoral de 2026, que definirá os próximos ocupantes da Presidência da República, dos governos estaduais, do Senado, da Câmara dos Deputados e das assembleias legislativas.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula veta anistia a caminhoneiros e derruba regras de fiscalização e multas da MP do Frete]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-veta-anistia-a-caminhoneiros-e-derruba-regras-de-fiscalizacao-e/628928/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou na MP do Frete a anistia concedida a caminhoneiros que participaram de manifestações golpistas após a vitória do petista nas eleições de 2022.

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), a medida presidencial busca evitar um tratamento desigual entre aqueles que atentaram contra a democracia.

O presidente também fez outros três vetos. Um dos trechos cortados alterava as regras de fiscalização do excesso de peso dos veículos de carga e, segundo a Secom, contrariava as melhores práticas internacionais.

Outro trecho vetado convertia em advertência as penalidades aplicadas pelo descumprimento da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Para o governo, foi necessário preservar o poder regulador e a atuação regulatória da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O quarto dispositivo cortado por Lula convertia em advertência as multas administrativas aplicadas por infrações relativas ao excesso de peso dos veículos. Para o Planalto, o veto foi preciso para manter a efetividade das fiscalizações por pesagem

"Os vetos preservam a efetividade do sistema sancionador, evitam tratamento desigual entre infratores, mantêm a segurança jurídica e impedem renúncia de receita sem estimativa de impacto orçamentário-financeiro", disse a Secom em nota.

Nesta terça-feira, Lula sancionou com os quatro vetos a MP do Frete, que busca endurecer as regras do transporte de cargas, além de fortalecer o cumprimento do piso da categoria. A proposta foi aprovada pelo Senado, após a categoria ameaçar o início de uma greve nacional, pressionando o presidente Davi Alcolumbre (União-AP).

Estadão Conteúdo.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:27:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Gastos públicos ultrapassam R$ 3,3 trilhões em 2026; Governo Federal concentra o maior valor, diz site]]></title>
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				<description><![CDATA[As despesas dos governos federal, estaduais e municipais já superaram a marca de R$ 3,3 trilhões em 2026, de acordo com os dados da plataforma Ga$to Brasil.

Entre os três níveis de governo, o que concentra o maior volume de despesas é o governo federal a comando de Lula (PT). Segundo o levantamento, o governo federal já desembolsou mais de R$ 1,5 trilhão desde o início do ano até os primeiros dias de agosto.

Os números foram divulgados pela coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder, com base nas informações disponibilizadas pela plataforma.

A ferramenta, desenvolvida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em parceria com a Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), acompanha em tempo real os gastos realizados pelos entes públicos em todo o país.

Despesas com os Poderes

Dentro da estrutura da administração federal, o Poder Executivo registra a maior parte dos gastos. Sob responsabilidade direta do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), as despesas com pessoal e encargos já se aproximam de R$ 200 bilhões em 2026. Esse montante engloba salários, benefícios e demais obrigações relacionadas aos servidores da esfera federal.

Os dados também apontam os gastos dos demais Poderes da União. O Judiciário, que recentemente tem sido alvo de ações no Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo os chamados "penduricalhos" remuneratórios, contabilizou aproximadamente R$ 581 milhões em despesas com pessoal e encargos no mesmo período.

Já o Poder Legislativo federal, que reúne as atividades da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Tribunal de Contas da União (TCU), acumulou despesas superiores a R$ 3,5 bilhões até o início de agosto.

Os números apresentados pela plataforma permitem acompanhar a evolução dos gastos públicos ao longo do ano e oferecem um panorama das despesas realizadas pelos diferentes níveis de governo. O monitoramento é atualizado continuamente e reúne informações referentes aos orçamentos executados pelas administrações municipais, estaduais e federal.
 
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 16:20:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ministro da Defesa: ''se os EUA invadirem o Brasil, teremos que abrir o portão'']]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, afirmou na terça-feira, 4 de agosto, que o Brasil não dispõe de estrutura militar suficiente para reagir a uma eventual invasão dos Estados Unidos.

Ao comentar um cenário hipotético, o ministro declarou que a alternativa mais prudente seria “abrir os portões”, argumentando que o país não teria meios para impedir um ataque nem recursos para reconstruir os prejuízos provocados por um conflito dessa dimensão contra os EUA.

Declaração impactante

A declaração foi feita durante um evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), no qual o ministro abordou a necessidade de ampliar e dar maior previsibilidade aos investimentos destinados às Forças Armadas.

Segundo ele, a limitação orçamentária impede o planejamento de longo prazo e dificulta a modernização de equipamentos, sistemas e tecnologias voltados à defesa nacional.

José Múcio destacou que o Brasil investe aproximadamente 1% do Produto Interno Bruto (PIB) na área de Defesa, percentual que, segundo ele, está abaixo do aplicado por diversos outros países.

Na avaliação do ministro, esse cenário compromete a capacidade de renovação dos meios militares e reduz o potencial de desenvolvimento da indústria nacional ligada ao setor.

Ao defender o fortalecimento do orçamento destinado às Forças Armadas, Múcio comparou os gastos com defesa à contratação de um seguro preventivo. “Investir em defesa é como um plano de saúde. A gente escolhe o melhor, torcendo para não precisar usar”, afirmou.

Ampliação dos investimentos são necessárias, diz ministro

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro ressaltou ainda que a ampliação dos investimentos não deve ser interpretada como preparação para uma guerra, mas como uma medida estratégica para garantir a capacidade de dissuasão do país diante de possíveis ameaças e incentivar avanços tecnológicos.

Segundo ele, uma estrutura de defesa mais robusta também contribui para o desenvolvimento de pesquisas, inovação e fortalecimento da base industrial brasileira, permitindo maior autonomia em áreas consideradas estratégicas para a soberania nacional.
 
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:44:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["O Brasil está preparado", diz Lula sobre tentativa de interferência nas eleições]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira, 5, em entrevista aos podcasts Meteoro Brasil e Os 3 Elementos, que o Brasil está "preparado" para enfrentar tentativas de interferência estrangeira na eleição presidencial. A fala do presidente ocorre um dia após o governo declarar institucionalmente que os Estados Unidos estão tentando fazer ingerências no processo eleitoral.

"O Brasil não só está preparado como vai enfrentar qualquer pessoa, de fora, que queira interferir no nosso processo eleitoral", disse Lula.

Ao falar sobre a nova crise com os Estados Unidos, deflagrada com a revogação do visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti, o presidente chamou a medida da Casa Branca de "irresponsável e impensada". Ele refutou o argumento de reciprocidade dos americanos, ao dizer que eles não se importaram com a embaixada em Brasília desde que o presidente americano, Donald Trump, assumiu o poder.

"Os Estados Unidos não deram importância para a embaixada no Brasil, porque faz um ano e meio que ele está no poder e não mandou para cá. Agora, tentam mandar e acham que a gente tem a obrigação de fazer na data que eles querem? Não é correto e não é possível, nós queremos ser tratados com respeito", disse Lula.

Os EUA indicaram para chefiar a diplomacia no Brasil Daniel Perez, e dizem que o Planalto cria obstáculos para conceder a autorização para que ele exerça a função no Brasil. Lula justificou a demora afirmando que não deseja receber novos embaixadores em Brasília até o término das eleições.

Sobre a revogação de visto dos funcionários do Departamento de Estado Riley Barnes e Samuel Samson, Lula disse que soube da notícia de que eles estavam querendo se "intrometer" no processo eleitoral e elogiou a medida do Itamaraty. "Fiquei sabendo da notícia que vinham dois jovens para cá, para se intrometer, fiscalizar e investigar as urnas brasileiras. O Itamaraty, corretamente, negou o visto para eles", declarou.

O presidente também relembrou o contato que teve com Trump, afirmando que os contatos foram amistosos, mas que o presidente americano não liberou o visto de autoridades brasileiras sancionadas.

Sobre a possibilidade de interferência americana nas eleições, Lula disse que seria bom se o secretário de Estado, Marco Rubio, fizesse comício para o senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).

"Se o Secretário de Estado quiser vir aqui fazer comício para o meu adversário, pode ser até bom. Eu quero, de uma vez só, derrotar todos eles juntos", disse Lula.

Lula também ironizou o sistema eleitoral americano e disse que o Brasil poderia levar conhecimento na área para os Estados Unidos "Ao invés de questionar nossa urna, eles deveriam pedir para a gente levar as urnas para eles fazerem uma eleição eletrônica para saberem que estamos no auge da modernidade eleitoral", declarou.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Sete deputados federais de Pernambuco não disputarão a reeleição em 2026; veja quais serão os próximos passos]]></title>
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				<description><![CDATA[As eleições de 2026 devem provocar mudanças significativas na bancada pernambucana na Câmara dos Deputados. Dos 25 parlamentares que representam o estado em Brasília, pelo menos sete não disputarão a reeleição e seguirão caminhos diferentes na disputa eleitoral deste ano.

Entre as mudanças, há deputados que decidiram concorrer ao Senado Federal, outros que buscarão uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e até quem optou por deixar a corrida eleitoral para se dedicar à saúde.

Confira o destino político de cada um deles:

André Ferreira disputará vaga na Alepe

Deputado federal desde 2019, André Ferreira (PL) decidiu não disputar a reeleição para a Câmara dos Deputados em 2026. O parlamentar será candidato a deputado estadual.

Enquanto isso, seu irmão, Anderson Ferreira (PL), ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes e candidato ao Governo de Pernambuco em 2022, tentará retornar à Câmara dos Deputados nas eleições deste ano. Anderson administrou o segundo maior município do estado por dois mandatos consecutivos e renunciou ao cargo em 2022 para disputar o Palácio do Campo das Princesas.

Túlio Gadêlha será candidato ao Senado

Após dois mandatos consecutivos como deputado federal, Túlio Gadêlha (PSD) disputará uma das duas vagas ao Senado Federal por Pernambuco nas eleições de 2026.

Eleito pela primeira vez para a Câmara dos Deputados em 2018 e reeleito em 2022, o parlamentar ganhou projeção nacional por sua atuação em pautas relacionadas à defesa do consumidor, à transparência pública e à fiscalização de ações do governo federal e da administração pública.

Neste ano, Túlio deixou a Rede Sustentabilidade e se filiou ao PSD, partido da governadora Raquel Lyra, integrando a chapa governista na disputa pelo Senado.

Eduardo da Fonte deixa a Câmara para disputar o Senado

Com quase duas décadas de atuação na Câmara dos Deputados, Eduardo da Fonte (PP) não buscará a reeleição em 2026. Presidente estadual do Progressistas, ele disputará uma vaga no Senado Federal.

O parlamentar é um dos nomes apoiados pela governadora Raquel Lyra (PSD) na corrida pelo Senado e foi escolhido para representar o grupo governista na disputa por uma das duas vagas que estarão em jogo nas eleições deste ano.

Eduardo da Fonte iniciou sua trajetória como deputado federal em 2007 e, desde então, acumula seis mandatos consecutivos em Brasília. Ao longo da carreira, ocupou cargos de destaque no Congresso Nacional, presidindo comissões e atuando em pautas relacionadas à saúde, infraestrutura e ao desenvolvimento econômico.

Além da atuação parlamentar, Eduardo consolidou sua influência política em Pernambuco ao comandar o Progressistas no estado, ampliando a presença da legenda em diversas regiões pernambucanas. Nas eleições municipais de 2024, o partido elegeu prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em diferentes cidades.

A candidatura ao Senado representa a primeira tentativa de Eduardo da Fonte de ocupar um cargo majoritário. Caso seja eleito, ele deixará a Câmara dos Deputados após quase 20 anos de atuação no Legislativo federal e passará a integrar a bancada pernambucana no Senado, composta por três representantes.

Apesar da mudança partidária, o deputado mantém proximidade política com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante o atual mandato, Túlio apoiou pautas defendidas pelo governo federal no Congresso Nacional e integrou a base de apoio do Palácio do Planalto em diversas votações.

A candidatura ao Senado representa a primeira tentativa do parlamentar de ocupar um cargo majoritário. Caso seja eleito, Túlio deixará a Câmara dos Deputados após oito anos de atuação no Legislativo federal.

Maria Arraes concorrerá à Assembleia Legislativa

Eleita deputada federal em 2022, Maria Arraes (PDT) deixará a Câmara dos Deputados para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nas eleições de 2026.

Neta do ex-governador Miguel Arraes, a parlamentar exerce seu primeiro mandato em Brasília e decidiu retornar à política estadual após quatro anos na Câmara Federal.

Durante o mandato, Maria Arraes atuou em pautas ligadas à defesa dos direitos das mulheres, ao fortalecimento das políticas sociais e ao desenvolvimento regional. Em 2022, ela foi eleita com mais de 104 mil votos, tornando-se uma das representantes pernambucanas na Câmara dos Deputados.

A candidatura à Alepe marca uma mudança na trajetória política da parlamentar, que buscará ampliar a atuação no cenário estadual. Maria integra o grupo político liderado pela ex-deputada Marília Arraes, sua prima, que também disputará as eleições de 2026, concorrendo ao Senado Federal pelo PDT.

Eriberto Medeiros anuncia pausa na carreira política e ficará fora das eleições de 2026

O deputado federal Eriberto Medeiros (PSB) anunciou que não disputará a reeleição para a Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em comunicado divulgado recentemente, o parlamentar informou que decidiu se afastar temporariamente da vida política para se dedicar aos cuidados com a saúde.

Eleito deputado federal em 2022, Eriberto chegou ao Congresso Nacional após uma longa trajetória na política pernambucana. Antes de assumir uma cadeira em Brasília, exerceu mandatos como deputado estadual e presidiu a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) entre 2019 e 2021.

No comunicado, o parlamentar destacou que a decisão foi tomada após conversas com familiares e aliados políticos, priorizando a recuperação da saúde e o bem-estar pessoal. Com isso, ele ficará fora das urnas neste pleito, encerrando, ao menos temporariamente, uma trajetória de mais de 30 anos na vida pública pernambucana.

Luciano Bivar será suplente de Humberto Costa (PT)

Ex-presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar (MDB) não buscará um novo mandato como deputado federal nas eleições de 2026. O parlamentar integrará a chapa do senador Humberto Costa (PT) como candidato à suplência do Senado.

Empresário e uma das figuras mais influentes da política pernambucana nas últimas décadas, Bivar acumula passagens pela Câmara dos Deputados e ganhou projeção nacional ao comandar o PSL, partido pelo qual Jair Bolsonaro se elegeu presidente da República em 2018.

Naquele ano, Bivar foi um dos principais articuladores da filiação de Bolsonaro ao PSL e participou diretamente da construção da candidatura presidencial. No entanto, a relação entre os dois se deteriorou no ano seguinte, culminando na saída do então presidente da legenda. O rompimento ocorreu em meio a disputas internas pelo comando partidário e divergências sobre a gestão do fundo partidário.

Após a saída de Bolsonaro do PSL, Luciano Bivar permaneceu à frente da sigla até a fusão com o Democratas (DEM), que deu origem ao União Brasil, em 2022. Mais tarde, o deputado deixou a presidência da legenda e, em 2026, filiou-se ao MDB para compor a chapa encabeçada por Humberto Costa.

A candidatura à suplência marca uma mudança na trajetória política de Bivar, que, após vários mandatos consecutivos como deputado federal, passará a disputar uma vaga indireta no Senado Federal.

Mendonça Filho disputará o Senado

O deputado federal e ex-governador de Pernambuco, Mendonça Filho (PL), disputará uma das vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026. O parlamentar deixará a corrida pela reeleição à Câmara dos Deputados para concorrer ao cargo majoritário, consolidando-se como um dos principais nomes da oposição no estado.

Ex-ministro da Educação e ex-governador de Pernambuco, Mendonça aposta no eleitorado conservador e de direita para fortalecer sua candidatura. A decisão foi oficializada durante a convenção estadual do partido, realizada no Recife.

Com uma trajetória política marcada pela passagem pelo Governo de Pernambuco, pela Câmara Federal e pelo Ministério da Educação, Mendonça Filho entra na disputa ao Senado como um dos protagonistas da eleição pernambucana de 2026.

 

 
]]></description>
				
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:06:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Alfredo Gaspar, nome escolhido para ser vice de Flávio Bolsonaro, se diz "soldado do Nordeste"]]></title>
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				<description><![CDATA[O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado nesta quarta-feira, 5 de agosto, como vice da chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que será um "soldado" leal durante a campanha.

A escolha representa um revés para Flávio, que buscava o nome de uma mulher e em composição com outro partido.

"O Brasil estaria muito melhor servido com as senhoras, mas quis Deus e o destino que este momento trouxesse um soldado do Nordeste. Um soldado que honrou a sua história com trabalho e dignidade. Alguém simples, mas que está pronto para a luta, alguém que tem boa fé, sabe o tamanho da responsabilidade. Terei lealdade e gratidão", declarou Gaspar a Flávio, na sede do PL, onde foi feito o anúncio.

Em seu discurso, Gaspar lembrou do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e agradeceu ao coordenador de campanha de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN), além do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

Gaspar era anunciado como pré-candidato ao Senado por Alagoas, numa disputa em que enfrentaria Arthur Lira (PP) e Renan Calheiros (MDB).

Outros cotados vão a anúncio

Uma série de políticos também esteve na sede do PL para o anúncio. Entre eles, a senadora Tereza Cristina (PP-MS); o senador Rogério Marinho (PL-RN); a deputada Bia Kicis (PL-DF); e a ex-presidente da Caixa Daniela Marques (Republicanos). Todos eles foram cotados em algum momento para o posto.

Em seu discurso, Flávio afirmou que contará com a colaboração deles na campanha e em um eventual governo, apesar de Republicanos e PP não terem selado um apoio formal ao seu nome.

"É óbvio que batalhei muito para que tivéssemos o tempo de televisão, as inserções, com outros partidos aderindo formalmente à nossa chapa nacional, mas isso não foi possível. E vejam como a representatividade de todos esses partidos, seus principais quadros, as pessoas que ajudaram a construir esse partido estão caminhando conosco", disse o filho "Zero Um" de Jair Bolsonaro.

Flávio também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-chefe de gabinete de Lula conhecido como Marcola.

"O próprio Marcola do Lula está sendo acusado de receber dinheiro que provavelmente veio do desvio do INSS. Talvez a coisa mais hedionda que pode ter acontecido nos últimos anos, nas últimas décadas no nosso País, foi um governo corrupto que não respeitou nem os aposentados", disse.

Estadão Conteúdo.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:01:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Alfredo Gaspar: conheça o perfil do deputado escolhido para vice na chapa de Flávio Bolsonaro]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/alfredo-gaspar-conheca-o-perfil-do-deputado-escolhido-para-vice/628844/</link>
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				<description><![CDATA[Anunciado candidato a vice-presidente da República na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), Alfredo Gaspar (PL-AL) está no primeiro mandato como deputado federal e ganhou destaque como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura fraudes ligadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ficou conhecida como a "CPI do INSS".

Formado em Direito e pós-graduado, Gaspar completa 56 anos neste mês. Ele foi promotor de Justiça por 24 anos e procurador-geral de Justiça de Alagoas por duas vezes, de acordo com a biografia em seu site. Além disso, coordenou o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) e presidiu o Grupo Nacional de Combate ao Crime Organizado (GNCOC).

Gaspar também foi secretário de Segurança Pública no governo de Renan Filho (MDB), hoje ministro dos Transportes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O deputado era pré-candidato ao Senado por Alagoas e travaria uma disputa acirrada contra Renan Calheiros (MDB) e Arthur Lira (PP). Como a eleição para o Senado tem duas vagas, a saída de Gaspar pode abrir caminho para a vitória de Calheiros e de Lira.

Durante a CPMI do INSS, Gaspar foi acusado pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) de estupro e tentativa de suborno. O parlamentar negou as acusações. A Comissão terminou sem relatório.

Estadão Conteúdo. 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 12:37:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ex-prefeito de Olinda, Renildo Calheiros (PCdoB) triplicou patrimônio entre 2022 e 2026, revela O Globo]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/ex-prefeito-de-olinda-renildo-calheiros-pcdob-triplica-patrimonio/628838/</link>
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				<description><![CDATA[O deputado federal Renildo Calheiros (PCdoB-PE), ex-prefeito de Olinda e irmão do senador Renan Calheiros (MDB-AL), declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 2,67 milhões para disputar a reeleição em 2026. O valor representa um crescimento de 263% em relação aos R$ 736,6 mil informados nas eleições de 2022.

As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo na ultima sexta-feira (31).

De acordo com a declaração apresentada pelo parlamentar, a maior parte dos bens está concentrada em uma aplicação de renda fixa avaliada em R$ 1,43 milhão. Segundo o documento, os recursos tiveram origem na venda de imóveis e em direitos hereditários recebidos pelo deputado.

Além disso, Renildo Calheiros declarou outros R$ 500 mil na categoria "outros bens e direitos".

Após a divulgação dos dados, o parlamentar explicou ao O Globo que o aumento patrimonial ocorreu em razão da venda de dois imóveis que possuía havia 23 anos, além da incorporação dos direitos hereditários recebidos no período.

Renildo Calheiros tenta renovar o mandato de deputado federal nas eleições deste ano. Antes de chegar à Câmara dos Deputados, ele administrou a Prefeitura de Olinda por dois mandatos e também exerceu cargos no governo federal e na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Evolução do patrimônio declarado


	
		
			Ano
			Patrimônio declarado
		
	
	
		
			2022
			R$ 736,6 mil
		
		
			2026
			R$ 2,67 milhões
		
	


Variação: crescimento de 263% em quatro anos.

PCdoB de Pernambuco define candidaturas a deputada(o) federal e estadual

A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, chega às eleições de 2026 em Pernambuco com representantes em diferentes esferas de poder. Além de integrar a base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o grupo também participa da gestão municipal do Recife, atualmente comandada pelo prefeito em exercício Vitor Marques (PCdoB), após a desincompatibilização de João Campos para disputar o Governo do Estado.

Na disputa proporcional, a federação aposta em nomes que já possuem mandato e em novas lideranças políticas. Entre os candidatos a deputado federal, o destaque é o deputado Renildo Calheiros (PCdoB), que busca a reeleição para a Câmara dos Deputados. Já para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o partido tentará manter as cadeiras atualmente ocupadas por Cida Pedrosa e Vini Castello.
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:52:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula admite ter recebido empréstimo de amiga de Lulinha]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/marcola-ex-chefe-de-gabinete-de-lula-admite-ter-recebido-emprestimo/628744/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Santana Ribeiro admitiu ter recebido pagamento da lobista Roberta Luchsinger.

Ela se tornou investigada pela Polícia Federal (PF) por suspeita de tráfico de influência no governo em conjunto com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente.

Em nota divulgada à imprensa, Marco Aurélio disse que o pagamento foi um "empréstimo pessoal contraído e já quitado". Marcola, como ele é conhecido, deixou o cargo no governo Lula no último dia 21 de julho para integrar a equipe da campanha do presidente.

A transação entre Roberta e Marcola foi citada pela Polícia Federal no pedido de abertura de inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha no Ministério da Saúde e no Palácio do Planalto.

Uma das hipóteses sob investigação é se o pagamento seria propina para abrir portas no governo. A existência da transação foi divulgada pelo site Poder360 e confirmada pelo Estadão.

"Recebi com surpresa a matéria que trata um empréstimo pessoal contraído e já quitado como algo ilegal. Nunca tive nenhuma relação que caracterize qualquer ilegalidade no exercício de minha função", afirmou em nota o ex-assessor presidencial.

Roberta Luchsinger acertou ações com o empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, para "abrir portas" no governo federal e prospectar negócios, como mostram mensagens reveladas nesta terça-feira, 4, pelo Estadão.

A PF investiga se essas ações tinham o apoio de Lulinha, que chegou a ter uma viagem a Portugal paga pelo Careca do INSS para conhecer um projeto de cannabis medicinal.

Conforme revelou o Estadão, Roberta Luchsinger foi mais de 40 vezes a órgãos do governo federal sem que sua presença fosse registrada nas agendas oficiais de autoridades, entre 2023 e 2025.

As visitas tiveram como destino, em 2023, o então ministro da Secretaria das Relações Institucionais Alexandre Padilha. Ela também teve várias entradas registradas no Ministério da Saúde, órgão de interesse do Careca do INSS, inclusive na companhia dele.

A PF já abriu dois inquéritos para apurar as suspeitas de tráfico de influência. O primeiro envolve Ministério da Saúde e Palácio do Planalto, enquanto o segundo tem foco em negócios na Dataprev, empresa de tecnologia do governo federal.

Os dois foram distribuídos ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Um terceiro pedido de inquérito também foi enviado ao STF e distribuído ao ministro Flávio Dino, que trata de negócios em outra frente do governo. Ainda não houve decisão de abertura.

Em vídeo no X, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República e principal adversário de Lula nestas eleições, cobrou explicações sobre os repasses de Roberta Luchsinger a Marcola. "As autoridades agora precisam fazer algumas perguntas.

A mais importante e óbvia: por que ele recebeu esses milhares de reais? De onde vem o dinheiro? É dinheiro do aposentado", disse, em referência à investigação sobre a fraude no INSS.

Estadão Conteúdo. 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:09:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Renan Santos explica slogan "Prendeu, matou" e defende plano ação da polícia contra o crime]]></title>
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				<description><![CDATA[Durante a convenção que oficializou sua candidatura à Presidência da República pelo partido Missão, no sábado, 1º de agosto, Renan Santos explicou o slogan "Prendeu, matou" e defendeu a criação de um plano de ação coordenado para o combate ao crime organizado.

Segundo, o candidato a Presidência da República, a prioridade é que traficantes se entreguem às autoridades, evitando confrontos com os policiais. 

"Eu proponho, como comunicado oficial para todos os traficantes que ocupam o território brasileiro, que eles se entreguem. Aí nossa polícia não precisa matar ninguém. Eu não gostaria de matar alguém por matar", declarou.

Renan Santos afirmou, no entanto, que a polícia deve reagir caso seja recebida a tiros pelos tranficantes. 

"Agora, se alguém quiser combater de maneira armada a polícia, ele encontrará um enfrentamento devido. Não existe guerra unilateral. Nós vamos encontrar um inimigo que quer guerra. Se ele quiser se entregar, nós entregaremos ele para a cadeia, que é o que nós queremos fazer. Nós somos um país republicano", disse.

O candidato também afirmou que as forças de segurança precisam atuar com um plano de ação coordenado para enfrentar a criminalidade. Segundo ele, o Estado não pode permanecer sem uma estratégia organizada diante da violência.

"O que nós não podemos aceitar é ficar numa ficção em que um lado mata as pessoas, nós temos mais de 100 homicídios diários, e o outro não tem um plano de ação coordenado para fazer um enfrentamento", afirmou.

Ao encerrar o discurso, Renan Santos voltou a defender que a rendição dos criminosos é o melhor caminho para evitar mortes durante operações policiais.

Vídeo 





 


 

 



 




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Sobre Renan Santos 

Natural de São Paulo, Renan Santos é empresário, músico e ativista político. Tornou-se conhecido nacionalmente por integrar a fundação do Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que ganhou destaque nas manifestações contra o governo da ex-presidente Dilma Rousseff e passou a defender pautas como liberdade econômica, redução do Estado e combate à corrupção.

Em 2025, participou da criação do partido Missão, legenda da qual se tornou o primeiro presidente após o registro oficial pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nas eleições de 2026, disputa pela primeira vez um cargo eletivo, concorrendo à Presidência da República.

Entre as principais propostas apresentadas durante a campanha estão o fortalecimento do combate ao crime organizado, mudanças na política de segurança pública, redução da máquina estatal e investimentos em infraestrutura urbana. O candidato também defende a chamada política de "desfavelização", que, segundo ele, consiste em urbanizar comunidades por meio da ampliação do saneamento básico, do abastecimento de água e de outros serviços públicos.

 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Renan Santos afirma que pretende "acabar com as favelas" e transformá-las em bairro]]></title>
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				<description><![CDATA[O partido Missão oficializou, no sábado, 1º de agosto, a candidatura de Renan Santos à Presidência da República e durante a convenção, o candidato apresentou propostas para as áreas de segurança pública e urbanização, incluindo uma política que chamou de "desfavelização".

Ao explicar a proposta, o candidato a presidência negou que ela envolva a remoção de moradores das comunidades.

"Eu vejo gente falando que o Renan vai pegar uma retroescavadeira e tirar as casas dali. Mentira!", afirmou Renan Santos. 

Segundo o candidato, a política consiste em transformar favelas em bairros com infraestrutura, por meio da ampliação do acesso ao saneamento básico, abastecimento de água e outros serviços públicos.

"A nossa política de desfavelização é literalmente tornar o que a gente chama de favela em bairro, levar esgoto e fornecimento de água", declarou o canditato.

Renan também defendeu que a melhoria das condições urbanas pode contribuir para reduzir problemas sociais e de saúde pública. Entre os exemplos citados, ele mencionou o alto número de casos de tuberculose, os índices de gravidez na adolescência e a subnotificação de casos de violência contra a mulher em comunidades.

"Quero acabar com a taxa altíssima de tuberculose que temos nas favelas, porque os becos fazem com que a umidade seja muito maior do que em um bairro comum. Também quero fazer com que a gravidez na adolescência despenque, já que existe uma pesquisa realizada na Favela da Maré que mostra que esses casos são muito mais frequentes. Além disso, os casos de violência contra a mulher que não são denunciados também são muito maiores nas favelas", afirmou.

O candidato acrescentou que moradores de áreas dominadas por facções criminosas muitas vezes deixam de denunciar crimes por medo de ameaças. Segundo Renan, o fortalecimento da presença do Estado e a melhoria da infraestrutura são medidas fundamentais para ampliar a segurança e a qualidade de vida da população dessas regiões.

Vídeo 





 


 

 



 




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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:36:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Haddad diz que Brasil não deve "abaixar a cabeça" para outros países ]]></title>
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				<description><![CDATA[O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse neste domingo, 2 de agosto, que o País vai seguir de cabeça erguida frente às incertezas e ameaças internacionais.

"O Brasil está sendo reconstruído e vai continuar seguindo em frente. De cabeça erguida, sem abaixar a cabeça diante do presidente de nenhum outro país, sem colocar boné de presidente de nenhum outro país", salientou Haddad, durante a Convenção Nacional do PT, na Expo Center Norte, em São Paulo.

Haddad ainda frisou que, em um cenário turbulento e permeado de incertezas, "é preciso um marujo confiável e experiente".

"É preciso alguém que saiba conduzir o navio, acionar os instrumentos necessários para proteger o Brasil, preservar a nossa soberania, resguardar a nossa autonomia e afirmar a nossa voz no cenário internacional. Não há ninguém no mundo, hoje, que possa fazer isso melhor do que Lula", reiterou.

A Convenção Nacional do PT oficializou a candidatura da chapa de Lula e Geraldo Alckmin para o Executivo Nacional. O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, disse mais cedo que a sigla homologou a candidatura da chapa do presidente Lula e do vice-presidente, Geraldo Alckmin, à reeleição para o Executivo.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:05:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pernambuco inicia nesta segunda-feira (3) Estratégia de Multivacinação 2026 em todo estado]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/pernambuco/pernambuco-inicia-nesta-segunda-feira-3-estrategia-de-multivacinacao/628643/</link>
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				<description><![CDATA[A Estratégia de Multivacinação 2026, Atualização da Caderneta de Vacinação de Crianças e Adolescentes Menores de 15 Anos, teve início nesta segunda-feira, 3 de agosto, em todo o país.

Em Pernambuco, a mobilização contará com o reforço de 253.600 doses de vacinas já enviadas pelo Ministério da Saúde e distribuídas aos municípios para garantir o abastecimento das salas e postos de vacinação durante toda a campanha.

No estado, o público estimado para participar da ação é de 1.896.084 crianças e adolescentes com menos de 15 anos. A orientação da Secretaria Estadual de Saúde é que pais, mães e responsáveis procurem a unidade de vacinação mais próxima levando a caderneta de vacinação, que será analisada pelos profissionais de saúde para identificar a necessidade de atualização do esquema vacinal.

Campanha

A campanha segue até o dia 1º de setembro, enquanto o Dia D de mobilização nacional está marcado para 22 de agosto, quando os municípios deverão intensificar as ações para ampliar a cobertura vacinal e alcançar quem ainda não recebeu todas as doses previstas no calendário de imunização.

Ao todo, cerca de 20 imunizantes estarão disponíveis para atualização da caderneta, contemplando vacinas que fazem parte do calendário básico de vacinação. Entre elas estão as doses contra Covid-19, Influenza, HPV, Poliomielite, Febre Amarela, meningite, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), BCG, além de outros imunobiológicos indicados conforme a faixa etária e a situação vacinal de cada criança ou adolescente.

A Secretaria Estadual de Saúde reforça que a campanha é uma oportunidade para ampliar a proteção individual e coletiva, prevenindo o retorno de doenças já controladas no Brasil.

“A atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes é fundamental para ofertar a proteção coletiva da população e mitigar o risco da reintrodução de doenças imunopreviníveis como a poliomielite e o sarampo, por exemplo. A Estratégia de Multivacinação 2026 busca resgatar não vacinados ou completar esquemas de vacinação, visando atualizar a caderneta das crianças e dos adolescentes”, reforça a superintendente de Imunizações do estado, Magda Costa.
 
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				<category>Pernambuco</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 13:28:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula é corrigido por Janja após afirmar que gravidez aos 16 'vai jogar o futuro das jovens fora']]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-e-corrigido-por-janja-apos-afirmar-que-gravidez-aos-16-vai-jogar/628633/</link>
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				<description><![CDATA[Durante a Convenção Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), realizada neste domingo, 2 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a gravidez na adolescência e acabou sendo interrompido pela primeira-dama, Janja da Silva, ao abordar o tema.

Ao discursar para o público presente, o presidente argumentou que a gestação precoce interrompe as perspectivas de desenvolvimento das jovens.


"Uma jovem que fica grávida com 16 anos vai jogar o futuro dela fora, e nós temos que proteger", declarou o presidente.


Nesse momento, Janja interveio para ressaltar a autonomia feminina sobre escolher o momento para ter filhos.


"Ela tem que ter filho quando ela quiser", reagiu a primeira-dama.




lula defendendo a ampliação do implanon no sus pra diminuir a gravidez na adolescencia pic.twitter.com/vF32NYGMjH
— ursinho da parmalat (@leonardooosouza) August 2, 2026



Lula prontamente concordou com a primeira-dama, repetindo a frase dita por ela. Em seguida, o presidente direcionou o discurso para a importância de políticas públicas voltadas ao planejamento familiar e ao acesso facilitado a métodos contraceptivos para a proteção e orientação dos jovens.

Na mesma convenção, Lula afirmou que homens que praticam violência contra mulheres não devem apoiar sua candidatura. (Confira o vídeo do momento abaixo)

No discurso, o presidente declarou: “O cara vai ter que escolher: ou ele vota em mim ou ele bate na mulher”, ao defender uma sociedade baseada no respeito às mulheres e no combate à violência de gênero. 

Confira o vídeo





 


 

 



 




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Convenção do PT

A convenção nacional do PT reuniu dirigentes, parlamentares, militantes e representantes de partidos aliados para oficializar a candidatura presidencial.

Durante o encontro, Edinho Silva confirmou a homologação da chapa encabeçada por Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão atende às etapas previstas no calendário eleitoral para o registro das candidaturas.

Com a oficialização, o PT inicia formalmente a campanha presidencial para as eleições deste ano. O evento ocorreu no Expo Center Norte, um dos principais espaços para grandes encontros na capital paulista.

Assim como ocorreu nas eleições de 2022, Lula terá Geraldo Alckmin como companheiro de chapa. Filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), Alckmin volta a ocupar a posição de candidato a vice-presidente.

A manutenção da composição representa a continuidade da aliança construída na eleição anterior, quando ambos venceram a disputa presidencial. A definição da chapa ocorreu durante a convenção nacional e foi homologada juntamente com a candidatura de Lula.

Além de oficializar a candidatura presidencial, a convenção confirmou os partidos que integrarão a coligação. Segundo a definição anunciada pelo PT, a candidatura de Lula contará com o apoio do PSB, PCdoB, PV, PDT, PSol e Rede.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:12:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula e Flávio Bolsonaro têm 49% de rejeição na disputa pela Presidência]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-e-flavio-bolsonaro-tem-49-de-rejeicao-na/628623/</link>
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				<description><![CDATA[A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a disputa à Presidência da República está empatada em 49%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3.

Os dois seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados. No último levantamento, de 27 de julho, Flávio tinha 50% de rejeição. A variação foi dentro da margem de erro. Já Lula havia registrado 49%, mesmo porcentual da pesquisa de hoje.

Ainda no quesito rejeição, Romeu Zema (Novo) registra 31%; Ronaldo Caiado, 29%; e Renan Santos (Missão), 27%.

Santos segue o mais desconhecido, com 47% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 35% dos eleitores e Caiado, por 33%.

Preferência política

O levantamento mostra ainda que 37% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva Na pesquisa de 27 de julho eram 39%.

Outros 35% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio Bolsonaro, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família. Na mostra anterior, eram 36%. Pela pesquisa divulgada hoje, 22% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo, mesmo porcentual registrado na última pesquisa. Brancos, nulos e indecisos somam 1%. Não sabem ou não responderam são 3%.

De acordo com o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 17% votariam em Lula; 17%, em Flávio; e 45% nos demais candidatos.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus revela que 47% aprovam o governo Lula e 43% desaprovam]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-mostra-que-47-dos-eleitores-aprovam-o-governo-lula/628619/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3, indica que 43% dos eleitores consideram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ruim ou péssimo. O porcentual é o mesmo registrado na pesquisa anterior, de 27 de julho. Os eleitores que consideram o governo de Lula como ótimo ou bom somam hoje 37% contra 36% na pesquisa anterior - uma oscilação positiva dentro da margem de erro de 2 p.p.

Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 18%. Na pesquisa de 27 de julho, eram 20%. Não sabem ou não responderam somam 2%.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do governo Lula de maneira geral. Segundo a pesquisa, 48% desaprovam a gestão do petista, enquanto 47% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 5%.

A desaprovação oscilou um ponto para baixo em relação à pesquisa anterior, quando somou 49%, mas dentro da margem de erro. Já o patamar de aprovação permaneceu o mesmo. Os que não sabem eram 4% na pesquisa de 27 de julho.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:03:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula aponta Haddad como sucessor à Presidência e defende projeto de longo prazo na Convenção do PT]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-aponta-haddad-como-sucessor-a-presidencia/628621/</link>
				<guid>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-aponta-haddad-como-sucessor-a-presidencia/628621/</guid>
				<description><![CDATA[No discurso que fez na Convenção Nacional do PT neste domingo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição nas eleições gerais de outubro deste ano, lançou o ex-ministro Fernando Haddad (PT), candidato ao governo der São Paulo neste pleito, como seu sucessor na Presidência da República.

O discurso aposta na sua vitória para mais um mandato consecutivo no Palácio do Planalto e também na conquista do Palácio dos Bandeirantes por Haddad.

"Agora é hora de pensar nesse País. Qual é o país do futuro que eu vou entregar quando você, Haddad, depois de governar São Paulo por oito anos, estiver sendo presidente da República", disse Lula em seu discurso, emendando depois, num afago aos outros correligionários: "Ou você, Rafael Fonteles? Quem sabe sai do Piauí o próximo? Ou quem sabe do Ceará. Ou quem sabe de Pernambuco. De algum lugar vai sair. E da Bahia? Essa eleição de agora é para definir que país a gente vai deixar do ponto de vista das coisas que ainda não fizemos."

Na Convenção Nacional do PT que oficializou a candidatura da chapa de Lula e Geraldo Alckmin para o Executivo Nacional, Haddad discursou.

"O Brasil está sendo reconstruído e vai continuar seguindo em frente. De cabeça erguida, sem abaixar a cabeça diante do presidente de nenhum outro país, sem colocar boné de presidente de nenhum outro país", salientou o ex-ministro.

O presidente Lula, em seu discurso, defendeu a definição de prioridades nacionais em um planejamento de longo prazo e afirmou que o País precisa estabelecer um projeto com horizonte de 10 a 15 anos. "Precisamos decidir o que é prioridade no País", frisou ele.

Estadão Conteúdo.
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 09:58:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisa BTG/Nexus: Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 45%, em empate técnico no 2º turno]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-tem-46-e-flavio-bolsonaro-45-em-empate/628618/</link>
				<guid>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pesquisa-btgnexus-lula-tem-46-e-flavio-bolsonaro-45-em-empate/628618/</guid>
				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seguem tecnicamente empatados, na margem de erro, em um eventual 2º turno das eleições presidenciais de outubro, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3. O petista, contudo, está numericamente à frente.

De acordo com o levantamento, Lula registra 46% das intenções de voto, enquanto Flávio alcança 45%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 2%. Na pesquisa anterior, de 27 de julho, Lula aparecia com 47% contra 43% de Flávio Bolsonaro, também em empate técnico, no limite da margem de erro, que é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 42%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%. Eleitores que não sabem são 3%. Na pesquisa de 27 de julho, na simulação de 2º turno, Lula liderava com 45% e o ex-governador de Goiás registrava 43%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 46% contra 40%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%, enquanto os que não sabem são 3%. Na pesquisa de 27 de julho, o presidente pontuou 46% contra 42% de Zema.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 37%, se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%. Eleitores que não sabem são 3%. Na pesquisa de 27 de julho, na simulação de 2º turno, Lula liderava por 47% a 39%.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.

Estadão de Conteúdo
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 09:50:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[BTG/Nexus: Lula registra 41% e Flávio Bolsonaro chega a 37% no 1º turno da disputa presidencial]]></title>
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				<description><![CDATA[No primeiro turno da disputa presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 41% das intenções de voto contra 37%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 3. De acordo com a margem de erro, os dois estão empatados tecnicamente.

A intenção de voto no petista na disputa do primeiro turno oscilou negativamente 1 ponto porcentual, na comparação com a pesquisa anterior, divulgada no dia 27 de julho, quando Lula havia pontuado 42%. Já Flávio Bolsonaro oscilou positivamente 4 p.p., de 33% na mostra anterior para 37% na de agora.

No levantamento anterior, Lula tinha 9 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio no primeiro turno. Na pesquisa divulgada nesta segunda, essa vantagem caiu para 4 pontos porcentuais.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão) que tem 4% e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que registrou 3%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 4%. Eleitores que não sabem são 3%.

A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.

Estadão Conteúdo 
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 09:22:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Caiado sobre Lula e Flávio Bolsonaro: "Os dois são grandes adversários da população brasileira" ]]></title>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República do PSD, Ronaldo Caiado, disse neste sábado, 1º de agosto, que seus dois principais oponentes na disputa eleitoral - o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) - são adversários da população brasileira.

Caiado falou com a imprensa após participar da convenção estadual do PSD em Santa Catarina, realizada em Florianópolis. O evento oficializou a candidatura do ex-prefeito de Chapecó João Rodrigues ao governo catarinense.

Indagado qual dos dois - Lula e Flávio - considera seu maior adversário, Caiado criticou ambos. "Os dois mais rejeitados do País são exatamente o Lula e o Flávio. Então, você não pode ter um país com eleição de rejeitados", afirmou Caiado em entrevista coletiva.

"Hoje o Brasil não pode ter candidatos que um fica brigando com o outro pela mesma causa, o mesmo interesse pessoal, pela vaidade do poder e o povo brasileiro deixado em segundo patamar", prosseguiu. "Os dois são grandes adversários da população brasileira. Um já governou por cinco mandatos (seu partido), o outro já governou. E por que é que não deram conta de resolver?", completou.

Ele lembrou que tanto Lula quanto Flávio já indicaram a indisposição a participar de debates eleitorais e os chamou de "fujões". "O que eu tenho a apresentar não é contra um nem contra outro, é mostrar um caminho outro para o Brasil. Sair dessa vinculação de um com o outro, que nunca foi um traço da política nacional, isso foi criado nesses últimos anos."

O ex-governador de Goiás ainda sustentou que há uma "desordem institucional" no País, em que o cidadão não acredita no Supremo Tribunal Federal (STF), no Congresso Nacional, nem no presidente da República.

"O que é o programa do PSD? É realmente sair dessa discussão estéril, inútil, em que um se alimenta do outro e não fazem nada", afirmou. Em seguida, disse que há uma "briga burra" no País, que fomenta o ódio e que não discute os problemas práticos da vida do cidadão.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 17:59:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula diz que falta sucessor capaz de derrotar a extrema direita e por isso disputa o quarto mandato]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/lula-diz-que-falta-sucessor-capaz-de-derrotar-a-extrema-direita-e-por/628521/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitiu na quinta-feira, 30 de julho, ter dificuldade para indicar um sucessor. O petista disse que decidiu disputar um quarto mandato porque não há hoje nenhum nome capaz de "derrotar a extrema direita" nas eleições de 2026.

"Acontece que tem momentos na política e no futebol que você não tem a quantidade de craque que você queria", afirmou o presidente em entrevista ao podcast Inteligência Ltda, no YouTube.

Lula disse, porém, que não desistiu de formar sucessores. Ele citou as candidaturas de Dilma Rousseff, pelo partido dos trabalhadores, em 2010, e de Fernando Haddad, em 2018, como exemplos.

Segundo o presidente, novos nomes do partido podem surgir daqui a quatro anos, a partir das eleições estaduais de 2026.

Lula afirma que seu plano era descansar e não disputar eleições

Lula afirmou, ainda, que não queria ser candidato neste ano. "Meu desejo, se eu pudesse, era descansar com a minha namorada, com a minha Janjinha (a primeira-dama). Mas é o seguinte, eu não vou deixar a extrema direita voltar. A verdade é que no momento hoje não tem ninguém para poder derrotar essa gente", disse o presidente.

Idade do presidente será tema de debate

Lula declarou que sua forma física está melhor do que quando tinha 57 anos e venceu sua primeira eleição. O petista tem 80 anos e deve ter como principal adversário na campanha à reeleição o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de 45 anos.

Aliados do presidente preveem que a diferença de idade pode ser um tema da campanha eleitoral. Em março, Flávio se referiu a Lula como um "Opala velho", em referência ao carro da Chevrolet lançado em 1968.

A estratégia petista para enfrentar críticas etaristas vai passar, como mostrou a Coluna do Estadão, por reforçar a ideia de vigor físico de Lula para mais quatro anos de mandato e a "experiência" para encarar situações difíceis.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 10:02:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Flávio Bolsonaro mantém convite de vice a Tereza Cristina apesar de neutralidade do PP]]></title>
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				<description><![CDATA[O senador e pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira, 31 de julho, que mantém conversas sobre alianças com diferentes partidos e citou o Republicanos, ao qual a administradora Daniella Marques é filiada. Flávio confirmou que fez o convite para o posto de vice de chapa à senadora Tereza Cristina (PP-MS).

"Tereza Cristina é um quadro excepcional, foi ministra do presidente Jair Bolsonaro, uma referência em várias áreas, em especial no agro, respeitadíssima dentro da política, dentro do país e fora do País. O convite foi feito, ela aceitou e agora estamos nas conversas para saber se o partido vai avançar ou não", declarou, durante café entre o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB); e parlamentares do Estado.

Quase ao mesmo tempo, o PP divulgou uma nota afirmando que manterá a neutralidade na disputa presidencial e que a decisão será acatada por Tereza Cristina.

Flávio disse que as tratativas não se restringem ao PP e que sua campanha segue dialogando com legendas como o Republicanos.

"Enquanto isso, a gente continua em conversa com outros partidos e está aqui do meu lado a Dani, que é do Republicanos. O importante é que a gente está montando um grande time", afirmou, citando Daniella Marques.

O senador ressaltou que aliados da campanha também participam das articulações políticas.

"O senador Rogério Marinho (PL-RN) está conversando com várias pessoas, eu converso, a Dani conversa. O nosso time, graças a Deus, é grande, multipartidário Tenho a convicção de que, independentemente de formalidades partidárias ou não, está todo mundo engajado em resgatar o País", falou.

Neutralidade do PP

A direção nacional do Progressistas (PP) confirmou que manterá a neutralidade na eleição presidencial de 2026. Isso frustra a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), que ainda tinha esperança de contar com um apoio formal do partido e também contar com a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como vice em sua chapa.

"O Progressistas, após consulta aos seus diretórios estaduais, decidiu, por maioria, permanecer neutro no processo eleitoral. Diante disso, reiteramos a posição de não convocar Convenção Nacional", começa nota divulgada pelo PP. "A decisão já foi comunicada e acatada pela nossa líder no Senado Federal, senadora Tereza Cristina."

É a primeira vez que o PP confirma a neutralidade oficialmente, apesar de há dias circular essa decisão.

Na quinta-feira, 30, foram publicadas notícias de que Tereza Cristina teria mostrado disposição em compor chapa com Flávio. A senador, no entanto, disse não haver decisão tomada e que tudo dependeria do PP.

Tereza Cristina é citada há meses como uma das principais cotadas para o posto, por agregar votos com o eleitorado feminino, o agronegócio e o setor produtivo. Durante as negociações, Flávio passou a chamar Tereza de "Vózinha", como forma de criar uma proximidade com a senadora.

Estadão Conteúdo.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:09:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Mendonça autoriza PF a investigar suposto tráfico de influência de Lulinha no Ministério da Saúde]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/mendonca-autoriza-pf-a-investigar-suposto-trafico-de-influencia-de-lul/628382/</link>
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				<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, autorizou a abertura de um inquérito para investigar suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo Fabio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O pedido de investigação foi encaminhado pela Polícia Federal (PF) na semana passada e busca apurar se Lulinha teria atuado para favorecer o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", em negociações com o Ministério da Saúde.

Investigação envolve negócios com cannabis medicinal

Segundo a Polícia Federal, há suspeitas de que Lulinha e o empresário tenham mantido relações comerciais no setor de cannabis medicinal.

As investigações apontam que Antônio Carlos Camilo Antunes tentou fechar contratos milionários com o Ministério da Saúde, entre 2024 e 2025, para fornecer medicamentos à base de canabidiol ao governo federal.

Os contratos, entretanto, não chegaram a ser concretizados.

De acordo com a PF, a suspeita é de que Lulinha tenha atuado para facilitar reuniões entre representantes do lobista e integrantes da pasta.

Ligação com o "Careca do INSS"

Antônio Carlos Camilo Antunes é apontado pelas autoridades como um dos principais investigados na Operação Sem Desconto, que apura supostos desvios de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O empresário havia contratado a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, para prospectar oportunidades de negócios na área de cannabis medicinal em favor da empresa World Cannabis, ligada ao lobista.

A defesa de Roberta nega qualquer irregularidade e afirma que não houve repasse de recursos ao filho do presidente.

Defesa de Lulinha critica investigação

O advogado Marco Aurélio de Carvalho, responsável pela defesa de Lulinha, afirmou que a Polícia Federal não encontrou indícios de irregularidades envolvendo o filho do presidente no âmbito das investigações sobre o INSS.

Segundo ele, a abertura de uma nova frente de apuração representa uma tentativa de encontrar provas sem elementos concretos.

"Lulinha já demonstrou que não tem relação direta ou indireta com o INSS e não possui ligação com os negócios de Roberta. A Polícia Federal não encontrou nada na investigação sobre o INSS e agora busca informações em outro setor. Isso é pesca probatória", declarou o advogado.

Reunião no Ministério da Saúde

No início de 2025, Antônio Carlos Camilo Antunes participou de uma reunião no Ministério da Saúde com Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger, que ocupava o cargo de secretário-executivo da pasta, segundo posto mais importante do ministério.

Posteriormente, Berger deixou o Ministério da Saúde e assumiu a chefia do Gabinete Adjunto de Gestão Interna do Gabinete Pessoal da Presidência da República.

Em nota enviada ao g1, Berger afirmou que a reunião ocorreu dentro das atribuições do cargo e negou qualquer interferência política.

"A agenda ocorreu em conformidade com as atribuições da função exercida à época, sem qualquer tipo de orientação para sua realização. Como não houve interesse do ministério em adquirir produtos ou serviços da empresa, o encontro não teve qualquer desdobramento", declarou.

STF acompanhará o caso

André Mendonça foi sorteado como relator do caso no Supremo Tribunal Federal e ficará responsável por conduzir os pedidos relacionados ao inquérito.

A investigação da Polícia Federal deverá reunir documentos, depoimentos e informações para verificar se houve tráfico de influência ou corrupção nas tratativas envolvendo o Ministério da Saúde.

Até o momento, não há denúncia formal apresentada contra Lulinha. O caso segue em fase de investigação.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 18:25:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Promessa da picanha fica mais distante: 1 kg já custa mais de um dia de trabalho no Brasil ]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/promessa-da-picanha-fica-mais-distante-1-kg-ja-custa-mais-de-um-dia/628348/</link>
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				<description><![CDATA[A promessa de tornar a picanha novamente acessível à população brasileira, uma das marcas da campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022, enfrenta um obstáculo cada vez maior: o aumento do preço da carne bovina. Dados da consultoria Safras & Mercado mostram que o valor do produto acumula alta de 25,7% desde janeiro de 2023, superando a evolução da renda de milhões de trabalhadores.

Em junho de 2026, o quilo da picanha no atacado chegou a R$ 72,38, valor que já ultrapassa o rendimento diário de quem recebe um salário mínimo. Atualmente, o piso nacional é de R$ 1.630, o equivalente a aproximadamente R$ 54,33 por dia.

Na prática, isso significa que um trabalhador precisa dedicar mais de um dia inteiro de trabalho para comprar apenas um quilo de um dos cortes mais populares do país.

Preço da picanha supera salário diário do trabalhador

No início de 2023, quando Lula assumiu o terceiro mandato presidencial, o quilo da picanha custava R$ 57,56, já considerando a correção pela inflação oficial. Três anos depois, o aumento acumulado tornou o produto ainda mais distante da realidade financeira de boa parte da população.

Para famílias que dependem exclusivamente do salário mínimo, o impacto vai além do preço da carne. O orçamento doméstico também precisa absorver gastos com aluguel, transporte, energia elétrica, medicamentos e alimentação básica.

Nesse cenário, a compra de produtos tradicionalmente associados aos encontros familiares e às comemorações acaba sendo deixada em segundo plano.

A alta reacende um debate que marcou as eleições de 2022, quando a imagem da "picanha e cerveja" foi usada como símbolo da recuperação do poder de compra dos brasileiros.

Entenda por que a carne voltou a subir

Especialistas do setor agropecuário afirmam que o aumento no preço da carne não está diretamente ligado a uma única decisão econômica do governo federal. O principal motivo apontado para a alta é a mudança no chamado ciclo pecuário.

Entre 2023 e 2024, o Brasil registrou um período de forte abate de vacas e novilhas, aumentando a oferta de carne no mercado e contribuindo para a redução dos preços. No entanto, a diminuição do número de matrizes disponíveis para reprodução reduziu a quantidade de animais prontos para o abate nos anos seguintes.

Com menos animais disponíveis, os frigoríficos passaram a pagar mais caro pelo boi gordo, custo que acabou sendo repassado ao consumidor final.

Promessa eleitoral continua no centro do debate

A valorização da picanha volta a colocar em discussão uma das principais promessas associadas à campanha de Lula. Embora economistas ressaltem que a inflação dos alimentos depende de fatores internos e externos, o consumidor tende a perceber apenas o impacto direto no bolso.

Para quem recebe o salário mínimo, a matemática é simples: um quilo de picanha já custa mais do que o rendimento obtido em um dia de trabalho.

Enquanto especialistas discutem as causas econômicas da alta, milhões de brasileiros continuam adaptando o orçamento e substituindo produtos para equilibrar as contas no fim do mês.

Com as eleições de 2026 se aproximando, o preço dos alimentos e o poder de compra da população prometem ocupar novamente um espaço central no debate político nacional.
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 15:23:00 -0300</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula gasta R$ 1 bilhão em despesas de viagens em sete meses de 2026]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/governo-lula-gasta-r-1-bilhao-em-despesas-de-viagens-em-sete-meses-de/628339/</link>
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				<description><![CDATA[As despesas do governo federal com viagens oficiais já ultrapassaram a marca de R$ 1 bilhão em 2026, antes mesmo do encerramento do sétimo mês do ano.

Dados disponíveis no Portal da Transparência apontam que, entre 1º de janeiro e 23 de julho, foram desembolsados R$ 1.037.740.148,15 para custear deslocamentos de ocupantes de cargos de confiança da administração pública.

O volume de recursos destinados às viagens supera a marca registrada no mesmo período do ano passado, fazendo com que o governo alcançasse o patamar de R$ 1 bilhão cerca de um mês antes do que ocorreu em 2025.

Gastos

Do total desembolsado neste ano, aproximadamente R$ 453,4 milhões foram empregados na compra de passagens aéreas para servidores e autoridades em missão oficial.

A maior parcela das despesas corresponde ao pagamento de diárias, que somam cerca de R$ 581,3 milhões e cobrem custos como hospedagem, alimentação e outras despesas relacionadas às viagens realizadas a serviço.

Além desses valores, o Portal da Transparência registra outros R$ 6,3 milhões classificados como "outros gastos". Nessa categoria estão incluídas despesas acessórias, como pagamento de taxas, seguros de viagem e demais encargos administrativos vinculados aos deslocamentos oficiais.

Dados

Os dados também mostram que, até 23 de julho, a administração federal havia contabilizado pouco mais de 361 mil viagens em 2026. Considerando o montante total gasto e o número de deslocamentos registrados, a média de custo por viagem é de aproximadamente R$ 2.874.

Segundo a publicação, o levantamento não contempla as despesas referentes às viagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da primeira-dama Janja da Silva, cujos custos são contabilizados em rubricas específicas.

Os números apresentados têm como base exclusivamente os registros disponibilizados no Portal da Transparência para os deslocamentos de ocupantes de cargos de confiança do governo federal.

As informações foram divulgadas com base nos registros oficiais.
]]></description>
				
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				<category>Brasil</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 14:38:00 -0300</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Governo Lula alcança a marca de 49% de desaprovação, aponta PoderData/Aya]]></title>
				<link>https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/poderdataaya-desaprovacao-de-lula-permanece-em-49/628331/</link>
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				<description><![CDATA[O desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 49% dos eleitores e aprovado por 43%, segundo pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira, 30. Outros 8% não souberam responder.

O levantamento ouviu 2.400 eleitores com 16 anos ou mais em 677 municípios das 27 unidades da Federação entre os dias 26 e 29 de julho. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07845/2026.

Na rodada anterior, realizada entre 12 e 15 de julho, a desaprovação era de 50% e a aprovação, de 42%. No levantamento de 21 a 24 de junho, os índices eram de 50% e 43%, respectivamente. As oscilações ocorreram dentro da margem de erro, indicando estabilidade no cenário.

Na avaliação do governo Lula como um todo, 50% disseram desaprovar a gestão, enquanto 44% afirmaram aprová-la. Os 6% restantes não souberam responder.

Na avaliação qualitativa, 47% dos entrevistados classificaram o governo como ruim ou péssimo, ante 34% que o consideraram ótimo ou bom. A gestão foi avaliada como regular por 16%, enquanto 2% não souberam responder. Aqui o quadro também é de estabilidade.

Estadão Conteúdo 
]]></description>
				
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				<category>Bastidores da Política</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 14:22:00 -0300</pubDate>
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