Ex-presidente Jair Bolsonaro e o ministro, Alexandre de Moraes Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Em uma live na quinta-feira, 3 de outubro, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que a suspensão da rede social X, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, tem o objetivo de prejudicar a direita no Brasil.
"O bloqueio do X é para nos prejudicar", disse Bolsonaro na live.
De acordo com o ex-presidente, a rede social deverá voltar após as eleições, além de afirmar que a suspensão ajuda a esquerda podre.
O bloqueio do X foi determinado por Alexandre de Moraes em 30 de agosto e, em seguida, confirmado pela Primeira Turma do STF. A rede social não foi retirada do ar imediatamente. A suspensão envolveu uma operação da Anatel em colaboração com provedores de internet.
No domingo, 22 de setembro, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em encontro com apoiadores no município de Valparaíso, em Goiás, disse acreditar que o Brasil voltará a ser comandado por um político de direita.
"Temos certeza que uma pessoa conservadora de direita voltará a comandar este país a partir de 2027", declarou o ex-presidente.
O ex-presidente foi a cidade para participar de uma carreata promovida pela candidata à Prefeitura de Valparaíso de Goiás, Maria Yvelônia (Solidariedade). Em seu discurso para apoiadores, Bolsonaro fez questionamentos sobre as eleições de 2022, na qual Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu eleito presidente da República.
"Tenho certeza que eu sou o ex mais amado do Brasil. Mas esse divórcio não foi feito por vocês. Esse divórcio não foi o povo que fez", afirmou Bolsonaro.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, também esteve presente e fez criticas aos opositores.
“Aqueles que pregam a tolerância, a pacificação, eles são os verdadeiros intolerantes”, disse Michelle Bolsonaro.
Além de Bolsonaro e da ex-primeira-dama, compareceram ao evento a vice-governadora do Distrito Federal Celina Leão, a Senadora Damares Alves (PP), os deputados distratais Thiago Manzoni (PL), Daniel de Castro (PP) e Pepa (PP).
Com informações do PlenoNews
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O governador de Minnesota, Tim Walz, se pronunciou nas redes sociais, pedindo ao governo federal que suspenda imediatamente a ação de fiscalização no estado.
O governador do estado Tim Walz classificou o episódio como "atroz" e afirmou ter cobrado da Casa Branca o fim imediato das ações federais.
Segundo o órgão, a ocorrência não se trata de uma invasão hacker, mas de uso indevido do sistema por meio de credenciais comprometidas.
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