Em pronunciamento na tarde desta sexta-feira, 15 de setembro, o Secretário de Defesa Social (SDS-PE), Alessandro Carvalho, afirmou que o suspeito de atirar matando dois policiais militares na quinta (14) e ter baleado outros 3 nesta sexta (15), possuia o registro de CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador).

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“Até o momento não constatamos nenhum antecedente criminal dele. Ele era CAC, era atirador. A arma apreendida com ele é registrada como atirador”, destacou.

Alessandro se solidarizou com os familiares dos PMs e descreveu as circunstâncias da morte de ambos.

“Eu quero começar me solidarizando, dando minhas condolências aos familiares dos policiais militares mortos em serviço na noite de ontem. Eles foram atender a um chamado de que haveria uma reunião de pessoas em uma laje e que tinham realizado disparos de arma de fogo. Ao chegarem no local eles foram recebidos a tiros, os dois baleados na cabeça, morreram no local, foram socorridos”, explicou.

Assista:

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Mortes

A violência das últimas horas contabiliza que três pessoas foram mortas nesta sexta-feira, 15 de setembro, no bairro de Tabatinga, em Camaragibe, no Grande Recife, horas depois que policiais militares foram assassinados em tiroteio na mesma região.

As vítimas da violência, segundo testemunhas afirmam são Alex Silva, principal suspeito de matar os PMs, além da mãe, esposa e o outros três irmão de Alex Silva. A Polícia Civil, a Polícia Militar e a Secretaria de Defesa Social do estado não confirmaram a informação até a última atualização desta reportagem.

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Alex Silva foi atingido por disparos na cabeça e no tórax e morreu no local. Os policiais mortos são o soldado Eduardo Roque Barbosa de Santana, de 33 anos, e o cabo Rodolfo José da Silva, de 38 anos. Ambos eram do 20º Batalhão da PM. Os policiais estavam numa ocorrência, em buscas por suspeitos de crimes, quando houve a troca de tiros.

Uma das supostas irmãs de Alex Silva transmitiu ao vivo no Instagram o momento em que os três irmãos são baleados.

Na transmissão online, Agata Ayanne da Silva, de 30 anos, capturou o momento em que dois homens encapuzados e armados se aproximam dela e dos dois irmãos, Amerson Juliano da Silva e Apuyna Lucas da Silva, ambos de 25 anos.

Agata e Amerson morreram no local, e Apuyna foi baleado e levado para o Hospital da Restauração, no Recife, mas não há informações sobre o estado de saúde dele.