Opinião

Delegada Patrícia comemora a retirada do novo código eleitoral do veto às candidaturas de Delegados, Policiais, Magistrados e Promotores

Patrícia já havia se posicionado anteriormente e falou sobre o projeto, no qual, nomeou como uma "apologia ao crime" e que foi uma "cuspida na cara".

A Delegada Patrícia Domingos comemorou em suas redes sociais a decisão de retirada do texto do novo código eleitoral que impedia à candidatura de delegados, policiais, magistrados e promotores.

“Finalmente foi retirado do texto do novo código eleitoral o impedimento à candidatura de delegados, policiais, magistrados e promotores. Parabéns à ADEPOL pela sua incansável luta por nossa categoria”, escreveu.

Patrícia já havia se posicionado anteriormente e falou sobre o projeto, no qual, nomeou como uma “apologia ao crime” e que foi uma “cuspida na nossa cara”.

“O projeto de reforma do Código Eleitoral é uma apologia ao crime, à imoralidade, é uma cuspida na nossa cara. Querem aprovar isso na surdina. É o preço que todos nós pagaremos em razão da população ter elegido essa gente que hoje está no Congresso. Que NOJO de tudo isso!”, completou a delegada.

Ver mais:

>> ‘Talvez achem desagradável ver sentado na cadeira ao lado alguém que lhe prendeu’, diz Patrícia Domingos sobre proposta que proíbe membros da segurança pública disputarem eleições

A ex-candidata, que já foi titular da extinta Delegacia de Polícia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos (DECASP), disse ainda que talvez alguns não se sintam ‘bem’ com a presença dos membros da segurança pública ocupando espaços na política.

“Talvez alguns ali achem desagradável um dia ver sentado na cadeira ao lado alguém que já lhe prendeu ou processou, mas certamente a população iria aplaudir de pé”, argumentou.

A pressão para que esse ponto fosse incluído no texto veio de vários partidos de centro. O parecer foi protocolado na quarta-feira (25) pela relatora, deputada Margarete Coelho (PP-PI).

O projeto de lei complementar, que reúne 371 páginas e traz 905 artigos que atingem a legislação eleitoral, já havia provocado controvérsia por conta de outros pontos, ao esvaziar as competências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), permitir a contratação de auditorias privadas para analisar a prestação de contas de candidatos — e impedir que plataformas digitais excluam as contas de candidatos durante o período de campanha.

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