Imunizante

Fiocruz recebe IFA para produção de 4,7 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca

Desde o início do ano, a fundação já entregou 91,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu na manhã de segunda-feira (30) mais um carregamento do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) usado para a a fabricação da vacina Oxford/AstraZeneca contra a covid-19.Fiocruz, Fiocruz recebe IFA para produção de 4,7 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZenecaFiocruz, Fiocruz recebe IFA para produção de 4,7 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca

A remessa chegou às 5h50 da manhã ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro e foi levada para a fábrica do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz).

A Fiocruz calcula que o IFA recebido hoje poderá ser usado para produzir 4,7 milhões de doses da vacina. Apesar disso, as instalações de Bio-Manguinhos devem continuar operando abaixo de sua capacidade total, já que a disponibilidade do insumo é menor que a capacidade produtiva do instituto.

Desde o início do ano, a fundação já entregou 91,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Foram entregues 4 milhões de doses importadas da Índia e 87,9 milhões produzidas em Bio-Manguinhos.

Ver mais:

>> Fiocruz entrega 2,2 milhões de doses de vacinas contra Covid ao PNI

Brasil registra queda no número de óbitos

O número de óbitos por covid-19 no país vem caindo desde o dia 19 de junho e atingiu na quinta-feira (1º) o mesmo nível de 9 de março, quando o gráfico subia de forma acelerada para o pico da segunda onda da doença no Brasil. A incidência de casos cai de forma consistente desde o dia 23 de junho.Brasil, Brasil registra queda no número de óbitos por covid-19, diz FiocruzBrasil, Brasil registra queda no número de óbitos por covid-19, diz Fiocruz

De acordo com os gráficos do Monitora Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a média móvel de sete dias ficou ontem em 1.564,86. Em abril, a curva de mortes atingiu dois picos, de 3.117 no dia 1º e 3.123 no dia 12. Depois apresentou redução até uma mínima de 1.639,14 no dia 5 de junho, seguido de nova alta até o dia 19, quando a média móvel ficou em 2.071,43.

O estado de São Paulo não mostra a mesma tendência de queda acentuada nos óbitos, mantendo variações por volta de 550 mortes diárias na média móvel desde o dia 11 de junho. O estado registrou ontem 530,86 óbitos. O pico no estado ocorreu no dia 1º de abril, com 890,14 mortes e atingiu um mínimo em 4 de junho, com 417,29 mortes.

Da redação do Portal com informações da Agência Brasil

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