Investigação

Prefeitura de Alagoinha é alvo de operação da Polícia Civil por crime de lavagem de dinheiro

Foram apreendidos aparelhos celulares dos indivíduos alvo da operação, cheques, notebook, HDs e pendrives, CPU, documentos e dinheiro.

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), através do Gaeco e Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) deflagraram, na manhã desta quinta-feira, 26 de agosto, a operação Smurf, cumprindo cumprindo mandados de busca e apreensão em desfavor da Prefeitura de Alagoinha, empresas e servidores públicos.

A operação teve como alvo além de Alagoinha, Pesqueira e Garanhuns. As equipes do Grupo de Atuação Especializada de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco/MPPE) e do BEPI/PMPE estão nas cidades cumprindo mandados de busca e apreensão em desfavor da Prefeitura de Alagoinha, empresas e servidores públicos.

O nome da operação vem do método conhecido como “smurfing”, que consiste na modalidade de lavagem de dinheiro em que o agente criminoso dissemina o recurso fracionados em diversas contas bancárias realizando em variados dias e locais para difundir os recursos e dificultar o rastreio.

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Segundo o promotor Frederico Magalhães, coordenador do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE), a investigação que foi iniciada em 2019, almeja colher documentos e equipamentos eletrônicos que possam contribuir com a investigação em desfavor de nove alvos distribuídos nos três municípios, sendo a base em Alagoinha.

“A operação está sendo realizada em empresas, residências e prédios públicos visando solidar a investigação e trazer mais subsídios que possam confirmar a para a hipótese que está sendo apurada. A investigação ainda está em curso e não descartamos a possibilidade de novas atividades no momento futuro”, comentou o coordenador do Gaeco.

Prefeitura
Operação Smurf da Polícia Civil. Foto: Ivson Henrique

Foram apreendidos aparelhos celulares dos indivíduos alvo da operação, cheques, notebook, HDs e pendrives, CPU, documentos e dinheiro. Os investigados foram notificados para oitava a ser realizada nesta segunda-feira (30). O não comparecimento dos investigados poderá configurar crime de desobediência.

Na ocasião, duas pessoas foram conduzidas até a delegacia por portar arma de fogo de forma irregular.

Da redação do Portal com informações do Ministério Público de Pernambuco

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