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Polícia Federal faz operação e desarticula associação criminosa composta por hackers que invadiram sistema do TSE

Foram apreendidos na casa de um dos investigados presos R$ 22 mil em espécie, além de uma arma de fogo ilegal e uma mídia eletrônica de interesse da investigação.

A Polícia Federal (PF) foi às ruas na manhã de hoje (24) para cumprir um mandado de prisão preventiva e dois de prisão temporária na Operação Script Kiddie. Os alvos são suspeitos de participação em um ataque hacker contra o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).Polícia, Polícia Federal faz operação e desarticula associação criminosa composta por hackers que invadiram sistema do TSEPolícia, Polícia Federal faz operação e desarticula associação criminosa composta por hackers que invadiram sistema do TSE

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São cumpridos também cinco mandados de busca e apreensão. As diligências foram deflagradas nas cidades de São Paulo e Araçatuba (SP). Todas as medidas foram autorizadas pela 10ª Vara Federal de Brasília, a pedido da PF.

Os envolvidos podem responder pelos crimes de invasão de dispositivo eletrônico e associação criminosa. Segundo a PF, foram apreendidos na casa de um dos investigados presos R$ 22 mil em espécie, além de uma arma de fogo ilegal e uma mídia eletrônica de interesse da investigação.

A operação é fruto de um inquérito instaurado a pedido do presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, após o portal do tribunal ter sido invadido, e a página inicial ter sido alterada, em 1º de junho. “Não foram identificados quaisquer elementos que possam ter prejudicado a segurança do sistema eleitoral”, afirmou a PF em nota.

Com o termo Script Kiddie, a PF faz referência a hackers menos experientes e habilidosos, que se utilizam de ferramentas e esquemas já utilizados por outros hackers para realizar ataques cibernéticos.

Campanha publicitária

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a veincular no dia 16 de agosto, uma nova campanha com o objetivo de destacar a segurança do processo eleitoral do país. Com o slogan “Urna Eletrônica: é segura, é fácil de checar, é do Brasil”, a iniciativa mostra em vídeos, spots e peças digitais porque o voto eletrônico é seguro, transparente e plenamente auditável.

Nessa nova campanha, a professora, filósofa e escritora Djamila Ribeiro mostra, de maneira simples e didática, diversos fatores que comprovam a segurança e a transparência do voto eletrônico, desfazendo lendas e mostrando verdades e fatos sobre a confiabilidade da urna.

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