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Ao vivo: CPI da Pandemia ouve o deputado Ricardo Barros sobre possíveis irregularidades no contrato da compra da vacina Covaxin

O nome do parlamentar teria sido mencionado pelo presidente Jair Bolsonaro, segundo apontou o deputado Luis Miranda (DEM-DF) em depoimento à Comissão no final de junho.

Acompanhe ao vivo o depoimento do íder do Governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), suspeito de ser o mentor por trás das supostas irregularidades na compra da vacina Covaxin na manhã desta quinta-feira, 12 de agosto.

Veja ao vivo:

O nome dele teria sido mencionado pelo presidente Jair Bolsonaro, segundo apontou o deputado Luis Miranda (DEM-DF) em depoimento à CPI no final de junho. Aos senadores, Miranda disse que o presidente Bolsonaro tinha a desconfiança da atuação do deputado em torno das pressões no Ministério da Saúde em favor da vacina da empresa indiana Bharat Biotech.

Senadores também buscarão esclarecer a relação de Barros com Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, que teria intermediado a venda de vacinas da Covaxin para o Ministério da Saúde. Maximiano é sócio de outra empresa, a Global Gestão em Saúde, que intermediou contrato suspeito com o Ministério da Saúde, quando Barros chefiava a pasta. Barros foi ministro entre 2016 e 2018, durante o governo Michel Temer.

Leia mais:
>>> CPI aprova acareação entre ministro Onyx Lorenzoni e deputado Luis Miranda

Sugerida pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), a oitiva estava prevista para ocorrer antes do recesso parlamentar, mas foi adiada, o que levou Ricardo Barros a ingressar no Supremo Tribunal Federal (STF) com um pedido para determinar que a CPI tomasse seu depoimento ainda em julho. O ministro Ricardo Lewandowski indeferiu o pedido, mas garantiu ao deputado acesso aos documentos reunidos pela CPI que o envolvam.

Parte desses documentos foi obtida por meio da transferência dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático do deputado Ricardo Barros (PP-PR), aprovada pela CPI.

Agência Senado

Acareação aprovada

CPI da Pandemia aprovou na quarta-feira, 11 de agosto, o requerimento de acareação entre Onyx Lorenzoni, Ministro do Trabalho e Previdência, e o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF). O deputado denunciou um suposto caso de corrupção, envolvendo o governo federal, na tentativa de compra da vacina Covaxin.

A acareação está prevista para 18 de agosto — mas essa data ainda precisa ser confirmada.O vice-presidente da CPI da Pandemia, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que informações obtidas com quebras de sigilos motivaram o pedido.

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