Apreciação

Comandante da Aeronáutica curte post que diz que STF persegue Bolsonaro

No post, a usuária acusa “inimigos internos” de conspiração contra o presidente.

O comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Carlos de Almeida Baptista, curtiu um tuíte que diz que o STF persegue o presidente. No post, a usuária acusa “inimigos internos” de conspiração contra o Brasil.

“Desculpe se de vez em quando venho lhe pedir atenção sobre as ininterruptas interferências e perseguições dos ministros do STF contra o Executivo e o PR. Acontece que sabemos que os inimigos internos não pararão de conspirar contra o BR e estamos fartos”, dizia o tuíte curtido.

Comandante, Comandante da Aeronáutica curte post que diz que STF persegue Bolsonaro
Foto: Divulgação

O comandante também curtiu outro post dizendo que a maioria dos políticos só transmite “decepção ou herança corrupta”. Não é a primeira vez que Baptista Junior simpatiza com tuítes políticos e em apoio a Bolsonaro.

Em junho deste ano, a coluna noticiou que o tenente-brigadeiro curtiu um post de Jair Bolsonaro exaltando um protesto a seu favor, outro em que medidas sanitárias contra a Covid foram comparadas ao comunismo e que a esquerda foi acusada de permitir incestos.

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Em entrevista à coluna nesta segunda-feira, o cientista político Francis Fukuyama, professor da Universidade Stanford, analisou quais devem ser os limites de militares nas redes sociais. Disse Fukuyama:

“Qualquer militar profissional estaria melhor não permitindo que seus oficiais expressassem nenhum tipo de opinião pessoal em redes sociais. Nos Estados Unidos, nossas Forças Armadas, os diferentes Comandos, têm contas no Twitter e eles publicam no Instagram. É uma atividade oficial. Haverá uma grande operação, e eles querem avisar as pessoas. Então eles falam sobre essas coisas. Pelo que conheço, as Forças Armadas dos Estados Unidos não permitem que nenhum dos oficiais, particularmente os com patentes altas, tenham contas pessoais no Twitter onde podem expressar opiniões, especialmente sobre política. Essa é uma norma reforçada pelas regras internas das Forças Armadas. Eu sei que muitos generais brasileiros participam nas redes sociais, e acho que isso é realmente algo que não deveria ser permitido”.

Da redação do Portal com informações da Metrópoles

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