Crítica

Paulo Coelho alfineta Bolsonaro e sugere uso de maconha ao Planalto: “Acalma”

Escritor ainda postou foto de embalagens da loja suíça DrgGreen.ch, que vende produtos feitos com cannabis legalmente.

O escritor Paulo Coelho alfinetou o presidente Jair Bolsonaro, na manhã de domingo (8) e sugeriu o uso de maconha ao Palácio do Planalto, pois, segundo ele, o uso da planta “acalma”.

“Eu não uso desde 1982, mas acho que acalma –o Planalto e seu rei nu se beneficiariam muito”, disse o escritor no Twitter.

Paulo Coelho ainda postou foto de embalagens da loja suíça DrgGreen.ch, que vende produtos feitos com cannabis legalmente, como flores secas de maconha, também conhecida como “buds”.

“À venda em qualquer supermercado suíço”, afirmou.

Paulo Coelho, Paulo Coelho alfineta Bolsonaro e sugere uso de maconha ao Planalto: “Acalma”
Foto: Divulgação

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Bolsonaro enfrenta tensão com o Poder Judiciário e vem sendo alvo de críticas. Em defesa do voto impresso, o presidente da República intensificou as críticas aos ministros Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), na última semana. Também disse que poderia sair das 4 linhas da Constituição, caso o outro lado fizesse o mesmo.

O presidente voltou a defender a utilização do voto impresso nas eleições durante a realização de live semanal. Durante transmissão realizada pelas redes sociais, e que teve, entre outros, a participação do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, foram apresentados vídeos de eleitores que foram às urnas em eleições anteriores apontando supostos indícios de fraudes na utilização da urna eletrônica.

“Voto impresso auditável e contagem pública dos votos é um instrumento de cidadania e paz social, garantia de paz e prosperidade, de harmonia entre os Poderes. Nenhum Poder é absoluto, todos nós temos limites. O que o povo quer, e nós devemos atendê-lo, é exatamente um sistema de votação onde se possa ter a garantia de quem se votou, o voto vai para aquela pessoa. Assim, nós conseguiremos, com toda certeza, uma paz no Brasil, conseguiremos antecipar possíveis problemas e nós partiremos para a normalidade”, afirmou.

 

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