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Ao vivo: CPI da Pandemia ouve o Reverendo Amilton de Paula, apontado como “intermediador” entre o governo federal e empresas que ofertavam vacinas.

O depoimento do religioso estava marcado anteriormente para o dia 14 de julho, mas foi adiado por questões de saúde do Reverendo.

Confira ao vivo o depoimento do reverendo Amilton Gomes de Paula à CPI da Pandemia na manhã desta terça-feira, 3 de julho. Amilton é apontado por representantes da Davati Medical Supply como um “intermediador” entre o governo federal e empresas que ofertavam vacinas.

Veja ao vivo:

A convocação de Amilton atende pedido do vice-presidente do colegiado, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O senador lembra que o caso veio à tona no início de julho, quando o Jornal Nacional, da Rede Globo, mostrou e-mails em que o diretor de Imunização do Ministério da Saúde, Laurício Cruz, autorizava o reverendo a comprar, por meio da ONG Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), 400 milhões de doses de vacinas contra a covid-19.

O depoimento do religioso estava marcado anteriormente para o dia 14 de julho, mas foi adiado por questões de saúde de Amilton de Paula. Ele apresentou um atestado médico alegando problemas renais, o que foi confirmado por perícia médica do Senado.

Leia mais:
>>> CPI da Pandemia provocou fim de contrato de laboratório indiano com a Precisa, dizem senadores

Recuperado, o reverendo comparecerá ao Senado munido de um habeas corpus concedido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, que autorizou o silêncio parcial de Amilton Gomes de Paula.

O depoente não precisará responder questionamentos que possam incriminá-lo. Fux negou o pedido apresentado pela defesa de Amilton de não comparecer ou se retirar da sessão.

Agência Senado

Fim de contrato

O encerramento de contrato entre o laboratório indiano Bharat Biotech, fabricante da vacina Covaxin, e a empresa Precisa Medicamentos, que atuou como intermediária junto ao governo brasileiro, repercutiu entre os senadores que compôem a CPI da Pandemia na sexta-feira, 23 de julho.

Eles viram a decisão como resultado da Comissão, que investiga denúncias de corrupção na venda da vacina. O laboratório indiano apontou como falsos documentos apresentados pela intermediária.

 

A Precisa, cuja diretora Emanuela Medrades já depôs à CPI, voltou a negar irregularidades.

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