Declaração

Bolsonaro diz que, se pandemia persistir, auxílio emergencial pode continuar em 2022

O Presidente destacou, contudo, que o governo vai intensificar o planejamento para turbinar o Bolsa Família, com o plano de aumentar o valor médio do benefício de R$ 192 para R$ 300.

O presidente Jair Bolsonaro não descarta a possibilidade de que o governo federal estenda o pagamento do auxílio emergencial para 2022. De acordo com o chefe do Executivo, se a pandemia da covid-19 não arrefecer, o benefício será estendido novamente, assim como aconteceu neste ano.

“Somente no ano passado, nós gastamos em torno de R$ 300 bilhões com o auxílio emergencial. Isso equivale a mais de 10 anos de Bolsa Família. Neste ano, demos mais quatro meses de auxílio. A gente espera que, com o término da vacina, com a questão da pandemia sendo dissipada, não seja mais preciso isso. Mas, se porventura continuar, nós manteremos o auxílio emergencial”, disse o presidente na sexta-feira, 30 de julho, em entrevista à Rádio Rock, de São Paulo.

Bolsonaro destacou, contudo, que o governo vai intensificar o planejamento para turbinar o Bolsa Família. O plano é aumentar o valor médio do benefício de R$ 192 para R$ 300 e ampliar a quantidade de pessoas atendidas para 17 milhões.

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Ritmo de vacinação

Na entrevista, Bolsonaro disse que o Brasil “está indo muito bem” na imunização contra o novo coronavírus. Ele ainda corroborou a estimativa do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de que todos os brasileiros que quiserem ser vacinados estarão totalmente imunizados até novembro.

“Tirando os países que produzem as vacinas, o Brasil é o melhor de todos. A nossa programação foi bem feita e está sendo executada, e grande parte das empresas tem honrado esse contrato de entregá-las na época acertada”, observou.

Questionado sobre a possibilidade de uma nova campanha de vacinação contra a Covid-19 ser necessária para o ano que vem, o presidente comentou que isso deve acontecer.

“Não se tem certeza de qual é a validade da vacina. Em média, é um ano. Nós achamos que esse vírus não vai nos deixar”, reconheceu Bolsonaro.

Ele destacou que o governo trabalha para disponibilizar mais imunizantes à população, dentre eles a vacina que está em desenvolvimento pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, a partir de dezembro.

“Assinamos também um contrato de transferência de tecnologia com a AstraZeneca, e nas próximas semanas, além do IFA, nós poderemos fabricar a vacina da AstraZeneca no Brasil. Isso diminui bastante o custo para nós, que é um custo altíssimo”, completou.

Da redação do Portal com informações do Correio Braziliense

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