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STF responde Bolsonaro sobre combate a pandemia e diz que ‘uma mentira contada mil vezes não vira verdade’

Em comunicado oficial em redes sociais, a Corte reforçou que não proibiu o Governo Federal de agir durante a pandemia da Covid-19.

O Supremo Tribunal Federal (STF) lançou novo vídeo da série #VerdadesdoSTF, que busca conscientizar a sociedade sobre a importância da checagem de fatos, a fim de evitar a propagação de fake news.

A peça divulgada nas redes sociais da Corte reforça o esclarecimento sobre decisão na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6341, que reconheceu a competência concorrente de estados, DF, municípios e União no combate à pandemia de Covid-19.

Notícias falsas deturpam a decisão, alegando que o Supremo proibiu o governo federal de agir no enfrentamento da pandemia. No entanto, a Secretaria de Comunicação Social do STF já havia publicado esclarecimento sobre o caso no início do ano, destacando o entendimento do colegiado.

Leia mais:
>>> Vídeo: Bolsonaro mostrará “prova bomba” sobre fraudes nas eleições na live desta quinta-feira (29)

Essa e outras checagens estão publicadas na seção do portal “#VerdadesdoSTF” para alertar sobre a importância da verificação de informações suspeitas.

Na área, é possível conferir a lista com as mais recentes notícias desmentindo boatos e fake news sobre o Supremo.

Confira o vídeo:

Supremo Tribunal Federal

“Prova bomba”

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na quarta-feira (28) que apresentará uma “prova bomba” de que houve fraudes em eleições de 2014 e 2018. O chefe do Executivo fará transmissão ao vivo nesta quinta-feira (29) para mostrar “inconsistências” nos pleitos.

“Amanhã, 19 horas, nós vamos convidar toda a imprensa, vai ser transmitido também pelas nossas mídias sociais, nós mostrando as inconsistências das eleições de 2014 e 2018. E tem uma que vai ser uma bomba não tem como você acreditar que as eleições são limpas no Brasil. Não são limpas“, declarou o presidente para apoiadores.

O presidente repetiu que caso o voto impresso não seja adotado haverá “problemas” e que o “o povo vai reagir em 22 se não tivermos eleições democráticas“ e passou a chamar o voto impresso de “voto democrático”, em mais uma estratégia de defesa da medida.

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