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Vídeo: Bolsonaro surpreende jornalistas ao rezar ‘Pai Nosso’ durante coletiva para evitar perder a calma com profissionais da comunicação

"Parem de falar de arrependimento, que coisa feia. Vai acabar a entrevista. Vai acabar. Depois vocês me chamam de grosso", disse o presidente antes de iniciar a oração.

Na última segunda-feira, 12 de julho, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) interrompeu uma entrevista coletiva com jornalistas para fazer a oração do “Pai Nosso”. O presidente não teria gostado de uma das perguntas e com o objetivo de manter a calma convidou os jornalistas para rezarem com ele.

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No momento, um dos profissionais da imprensa  questionou sobre as tentativas de Bolsonaro de provar supostas fraudes na urna eletrônica, confira: 

 

“Parem de falar de arrependimento, que coisa feia. Vai acabar a entrevista. Vai acabar. Depois vocês me chamam de grosso”, disse Bolsonaro, indicando que poderia terminar de atender a imprensa naquela hora. “Queria falar para você, bom, vamos rezar um Pai Nosso aqui, vamos? Vamos rezar? Vamos lá, ajuda aí, pessoal”, continuou.

As Declarações ocorreram depois do encontro de Bolsonaro com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux. No final da entrevista,  o presidente  foi questionado se o encontro com Fux  representa um momento de “paz”.

“Eu sou Jairzinho paz e amor, rapaz”, disse.

Ao terminar a entrevista, o chefe do Executivo pediu um “beijo hétero” ao jornalista, que respondeu: “melhor não”.

Indicação ao STF

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou na segunda-feira, 12 de julho que deve indicar o advogado-geral da União, André Mendonça, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro falou com a imprensa após uma reunião com o presidente da Corte, ministro Luiz Fux.

“Hoje, devemos apresentar à noite o nome do André Mendonça”, disse o presidente.

Para tomar posse, Mendonça ainda precisará ter o nome aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e pelo plenário da Casa. O ministro deverá ocupar a vaga deixada pelo ministro Marco Aurélio, que se aposentou compulsoriamente nesta segunda feira ao completar 75 anos.

A indicação de Mendonça é a segunda feita por Bolsonaro para uma vaga no Supremo. No ano passado, o presidente indicou o ministro Nunes Marques para a cadeira de Celso de Mello, que também se aposentou.

André Mendonça tem 47 anos e nasceu em Santos (SP). É advogado da União desde 2000 e tem os títulos de doutor e mestre em direito pela Universidade de Salamanca, na Espanha.

 

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