Nota

Fernando Bezerra Coelho faz crítica indireta as falas de Bolsonaro e se diz a favor da democracia no país

Líder do governo no Senado emitiu nota após recentes posicionamentos do presidente da República sobre não acontecer eleições em 2022 no Brasil se o voto não for impresso.

O líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), se posicionou indiretamente, através de nota, sobre as falas do presidente Jair Bolsonaro e afirmou ser a favor da democracia.

De acordo com FBC, “excessos e radicalizações não atendem aos interesses nacionais” e que é preciso “estar à altura dos desafios e responsabilidades que o momento histórico impõe”.

O posicionamento do senador ocorre após declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre supostas fraudes nas eleições de 2014. Bolsonaro disse que, sem voto impresso auditável, o Brasil pode não ter o pleito de 2022.

Ver mais:

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Veja a nota na íntegra:

“É com a defesa da democracia e da Constituição que os homens públicos devem estar comprometidos. A harmonia entre os poderes da República é um dos pilares do equilíbrio democrático e deve ser preservada. Excessos e radicalizações não atendem aos interesses nacionais. Precisamos estar à altura dos desafios e responsabilidades que o momento histórico impõe. É isso que a sociedade brasileira espera das instituições e de seus integrantes. Por isso, é hora de desarmar os espíritos e trabalhar com o único objetivo de superar a crise da pandemia, acelerando a vacinação e gerando emprego para os brasileiros.

Senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)”

Congresso Nacional

O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco reiterou, nessa sexta-feira (9), a independência entre os Poderes e afirmou que o Parlamento “não admitirá qualquer atentado a essa independência”.

“Quero afirmar a independência do Parlamento brasileiro, do Congresso Nacional, que não admitirá qualquer atentado a essa independência e, sobretudo, às prerrogativas dos parlamentares. [Prerrogativas] de palavras, opiniões e votos que, naturalmente, devem ser resguardados numa democracia.”, disse.

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