Reunião

Luciana Santos se encontra com o ex-presidente Lula e fala sobre agenda “pós-Bolsonaro” e reforma política

A vice-governadora de Pernambuco declarou que no encontro houve “uma troca de ideias importante sobre o momento que atravessamos no Brasil”.

Na quarta-feira, 7 de julho, a presidente nacional do PCdoB e vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos reuniu-se com o ex-presidente Lula para debater sobre a atual conjuntura política, a luta contra Bolsonaro e a instituição da federação partidária. Também participaram da reunião a presidenta do PT, deputada Gleisi Hoffmann e o vice-presidente do PCdoB, Walter Sorrentino.

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/Luciana Santos declarou que no encontro houve “uma troca de ideias importante sobre o momento que atravessamos no Brasil”.

“Lula, muito animado e com muito discernimento e lucidez sobre o que é preciso fazer na agenda brasileira pós-Bolsonaro e com o espírito elevado de sempre, de acreditar no potencial do país, de discutir soluções de uma maneira muito positiva, do jeito de quem, assim como nós, acredita que vamos ter um momento de virada no Brasil”.

Confira: 

Em suas redes sociais, o ex-presidente prestou solidariedade ao PCdoB e defendeu a Federação Partidária, ou seja, união de dois ou mais partidos no plano nacional, com os mesmos direitos e obrigações de um partido político, durante, pelo menos uma legislatura (4 anos).

“Hoje eu e a Gleisi estivemos com os companheiros do PCdoB Luciana Santos e Walter Sorrentino discutindo o enfrentamento a Bolsonaro”. Lula declarou ainda: “Reiterei meu apoio à ideia da Federação Partidária. O PCdoB sempre terá minha solidariedade por sua luta na defesa do povo brasileiro”.

Veja a publicação: 

Pelo dispositivo constitucional, os partidos terão que atingir, em 2022, o percentual de 2% dos votos válidos nacionais, 2,5% em 2026 e 3% em 2030, na eleição a deputados federais. Caso não atinjam este desempenho, os partidos perdem o direito à representação parlamentar pelos deputados que elegeu, tempo de TV, Fundo Partidário e Fundo de Financiamento de Campanha.

Com base nesses dados, o Diap diz que 15 agremiações não atingiriam a cláusula desempenho eleitoral mínima. São eles: PROS, PV, PSOL, PCdoB, PRTB, PTC, PMN, DC, Rede, Novo, PMB, UP, PSTU, PCB e PCO.

 

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