Temor

Com medo de ser “hostilizado”, William Bonner diz que parou de praticar atividade física ao ar livre

Apresentador explicou que decidiu deixar de correr por não saber se vai ser agredido.

O apresentador William Bonner, da TV Globo, revelou durante participação no programa Altas Horas exibido no último sábado, 26 de junho, que parou de correr por ter medo “dessa polarização política que tomou conta do país”. A declaração foi dada ao falar sobre o que costuma fazer quando não estava trabalhando.

“Me abasteço de arte. Filmes, séries, leitura (…) Quando meu filhos eram pequenos, eu acordava cedo para levá-los à escola e praticar corrida. Eles cresceram e eu mantive esse hábito, continuei acordando cedo para correr” apontou.

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Foi quando o apresentado então explicou que decidiu largar a corrida por não saber se vai ser agredido.

“Preciso dizer que, na pandemia (…) mais por causa do recrudescimento do clima de hostilidades, por causa dessa polarização política maluca, eu fui obrigado a frear um pouquinho minha atividade física e me recolher, porque sair para a rua para minha corrida matinal passou a ser uma tarefa de risco. Você não sabe se vai encontrar alguém que vai te hostilizar ou não”, revelou.

Médicos processam TV Globo

Associação Médicos Pela Vida pede um pagamento de R$ 10 mil e direito de resposta a TV Globo, após Fantástico publicar reportagens contra o tratamento precoce para a Covid-19. A informação foi dada pelo site Notícias da TV. Na ação, os médicos da associação pela vida pedem direito de falar sobre o uso de remédios contra a doença.

O processo em questão trata de uma reportagem exibida pela emissora no Fantástico no dia 28 de março. Na matéria, o tratamento precoce da Covid-19 é criticado. Além disso, a emissora também afirmou que remédios como a hidroxicloroquina não fazem efeito no combate à doença.

A Associação Médicos Pela Vida aponta que a Globo usou sua visibilidade para criticar um manifesto publicado pela entidade em fevereiro. A emissora, no entanto, não citou o nome da associação na reportagem.

O documento contou com a assinatura de cerca de 2 mil médicos e saiu em defesa do tratamento precoce para a Covid-19, assim como a autonomia dos profissionais de saúde em ministrar medicamentos. Na mensagem, os médicos apontaram a necessidade de minimizar os efeitos provocados pela demora em tratar pacientes infectados com o novo Coronavírus.

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