Crítica

“Essas perdas têm um culpado, e por isso ele é chamado de genocida”, diz Queiroz sobre Bolsonaro

“Essas perdas têm um culpado, e por isso ele é chamado de genocida”, disse José Queiroz (PDT).

Citando análises de especialistas, o deputado José Queiroz (PDT) acusou o Governo Bolsonaro por, ao menos, 200 mil mortes por Covid-19 que poderiam ter sido evitadas. Em discurso na Reunião Plenária desta quinta (17), o parlamentar responsabilizou o presidente por “deixar de liderar o enfrentamento ao novo coronavírus, não priorizar a vacinação e promover aglomerações”.

“Essas perdas têm um culpado, e por isso ele é chamado de genocida”, prosseguiu. O pedetista também lamentou que o Brasil tenha registrado 2.673 óbitos pela doença ontem, totalizando 493.837 mortos desde o início da pandemia.

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Por outro lado, Queiroz enfatizou que, nas últimas 24 horas, mais de 1,7 milhão de pessoas foram vacinadas – 1,4 milhão com a primeira dose e 293.627 com a segunda. “O SUS (Sistema Único de Saúde) está pronto para promover uma ampla imunização. Lamentavelmente, a descoordenação do presidente Jair Bolsonaro não permitiu que estivéssemos nesse estágio há mais tempo”, disse.

 

O deputado comparou, ainda, as situações atuais do Brasil e dos países que sediam o Campeonato Europeu de Futebol, cuja torcida nos estádios começa a ser liberada.

“Em Budapeste, na Hungria, havia 60 mil pessoas sem máscara. A única condição para entrarem no ginásio era o atestado de vacinação. Nós também poderíamos estar celebrando, fazendo o São João. Mas, infelizmente, ainda teremos que amargar, até atingirmos os 70% de vacinados”, expressou.

 

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