Opinião

PT diz que na época que comandava o Brasil havia motivo para celebrar o Dia do Meio Ambiente

A legenda alega que com a chegada de Jair Bolsonaro ao poder as queimadas passaram a ser incentivadas e que o país passou a ter um ministro suspeito de participar da extração de madeira ilegal.

No último sábado, 5 de maio, data em que foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Partido dos Trabalhadores fez uma crítica ao governo Bolsonaro (sem partido), afirmando que nos governos do PT, a data era realmente motivo de celebração. 

Ao citar uma matéria da revista National Geographic com o título “Brasil lidera o mundo na redução das emissões de carbono ao atacar o desmatamento”, o PT afirmou que o país se destacava ao conter a derrubada de árvores. 

“Pouquíssimos países faziam tanto para conter a derrubada de florestas e frear o aquecimento global quanto o Brasil. Com uma fonte de energia majoritariamente limpa — as usinas hidrelétricas —, o país cortava suas emissões de carbono reduzindo o desmatamento como nunca havia sido feito”, diz parte da matéria publicada pelo partido. 

O PT lembra ainda que o processo de preservação começou nos governos Lula, que fizeram o total da área desmatada por ano na Amazônia Legal cair de 27,7 mil quilômetros quadrados, em 2004, para 7 mil quilômetros quadrados, em 2010, ano em que Lula deixou o Planalto.

Crítica ao presidente 

Para o PT com a chegada de Jair Bolsonaro ao poder as queimadas, que segundo o partido antes eram combatidas, passaram a ser incentivadas.

“O uso da informação foi reprimido, com a demissão do presidente do Inpe por simplesmente divulgar números; e em vez de uma fiscalização rigorosa, o país passou a ter um ministro suspeito de participar da extração de madeira ilegal”, diz texto divulgado pelo PT. 

De acordo com a matéria publicada pela legenda, em 2019, o total desmatado passou dos 10 mil quilômetros quadrados. E, em 2020, a previsão é que fique acima dos 11 mil. 

“A imagem do Brasil internacionalmente também foi manchada. No painel climático promovido pelo presidente dos Estados Joe Biden, quando as nações deveriam atualizar seus compromissos, Bolsonaro fez um papelão”, diz outro trecho da publicação. 

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