Compromisso

Deputado Clodoaldo Magalhães abraça causa dos enfermeiros em busca de piso salarial digno

A atuação desses profissionais tem sido de fundamental importância na assistência e cuidado aos pacientes vítimas da Covid-19.

A luta dos auxiliares de enfermagem, técnicos de enfermagem e enfermeiros recebeu reforço importante. O deputado Clodoaldo Magalhães vem lutando em favor da pauta da categoria em Brasília e em Pernambuco.

Esta semana, o deputado recebeu a visita da presidente em exercício do Coren – Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco, Thaíse Torres, que foi ao seu gabinete conversar sobre pautas futuras em favor dos profissionais.

“Estamos juntos e vamos continuar lutando pela aprovação do PL 2564/2020, que cria o piso salarial e jornadas fixas de trabalho semanal de 30 horas. Precisamos valorizar e reconhecer essa classe que tem sido essencial neste momento de pandemia”, disse o deputado, ao enfatizar que o grupo vem atuando na linha de frente contra o coronavírus.

A atuação desses profissionais tem sido de fundamental importância na assistência e cuidado aos pacientes vítimas da Covid-19. Exposição, inclusive que já resultou em mortes e também na infecção de mais de 3 mil profissionais em todo o Brasil, de acordo com a federação nacional do setor.

“Para além da aprovação do PL2564, queremos avançar na pauta em favor desses profissionais. Temos algumas agendas pela frente. Entendemos a necessidade de contribuir com causas tão justas como as desse grupo, essencial neste momento e em tantos outros”, reconheceu Clodoaldo.

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A categoria formada por auxiliares de enfermagem, técnicos de enfermagem e enfermeiros está há duas décadas lutando para readequar as horas de trabalho e tenta viabilizar um piso salarial digno.

“Chegou a hora dourada da enfermagem. A pandemia nos mostrou isso”, afirmou Thaíse Torres.

Confiante, a presidente do Coren justificou que pelo menos 76 senadores já declaram apoio ao PL da categoria e que a expectativa para a aprovação é muito positiva.

“Por muitos anos fomos subjugados e explorados. Não somos enxergados. Agora, não há mais submissão da nossa categoria, somos autônomos, temos a nossa lei. Precisamos que a sociedade nos enxergue e nos reconheça”, sublinhou Thaíse.

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