Posicionamento

Bolsonaro: ‘Lamento cada morte no Brasil, não importa a motivação da mesma. Temos que ser fortes’

Declaração do presidente aconteceu durante ato com motoqueiros no estado do Rio de Janeiro, no último domingo, 23 de maio.

Durante um evento que reuniu milhares de pessoas no estado do Rio de Janeiro, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, disse que lamentava as mortes que aconteceram no Brasil. Na ocasião, o chefe do executivo nacional, defendeu a liberdade e a democracia. O evento aconteceu no último domingo, 23 de maio, contrariando as medidas de combate ao novo coronavírus. Atualmente, o Brasil vive um dos piores momentos da pandemia da Covid-19.

“Lamento cada morte havida no Brasil, cada morte, não importa a motivação da mesma. Mas nós temos que ser fortes, nós temos que enfrentar desafios, viver e sobreviver”, disse o presidente Bolsonaro.

 

“Desde o começo eu disse que tínhamos dois problemas: o vírus e o desemprego, muitos governadores e prefeitos simplesmente ignoraram a grande maioria da população brasileira e sem qualquer comprovação científica decretaram lockdowns, confinamentos e toque de recolher.”

Entidades de saúde brasileiras, como a Fiocruz, defendem o lockdown como forma de conter o avanço do novo coronavírus.

Declaração

“As atitudes do presidente prejudicam o trabalho dos estados e municípios”, disse o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), durante entrevista ao radialista Alberes Xavier nesta semana.

As críticas são direcionadas ao Governo Federal no combate à pandemia. O gestor disse que “vai cobrar” a União para que “não erre mais”. Ele também reclamou do ritmo de vacinação.

“A gente tem que fazer muita cobrança ao Governo Federal, que infelizmente não se preparou para a vacinação, não cuidou da pandemia. Isso realmente prejudicou muito os estados e municípios e agora a gente tem que cobrar para que o Governo Federal não erre mais. Que daqui para a frente busque acertar”, declarou.

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“Infelizmente o presidente insiste em não usar máscara, em não respeitar o isolamento social, em não dizer para a população que o vírus continua a circular e que pode matar, como tem matado tantos brasileiros”, prosseguiu.

Ainda segundo Paulo, a CPI da Covid surgiu “para que erros não sejam repetidos”. Na entrevista, o governador se esquivou sobre a disputa ao Palácio do Campo das Princesas em 2022.

“Vamos deixar essas questões mais para a frente. Assim exige o momento atual”, declarou.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e ex-prefeito do Recife, Geraldo Julio, é o favorito para disputar a sucessão pelo PSB. Já o secretário da Casa Civil, José Neto, teve seu nome defendido por algumas lideranças da Frente Popular. (Do Blog do Magno Martins)

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