Trabalho

Prefeitura de Araçoiaba realiza ação de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes

Na ocasião, funcionários da Prefeitura foram às ruas entregando panfletos, colando cartazes nas fachadas de estabelecimentos comerciais e conversando com moradores para falar sobre a importância da campanha.

Para marcar o dia da Campanha Nacional de Enfrentamento ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, data lembrada no dia 18 de maio, a Secretaria de Assistência Social, da Prefeitura de Araçoiaba, realizou uma ação educativa sobre a violência. Na ocasião, funcionários da Prefeitura foram às ruas entregando panfletos, colando cartazes nas fachadas de estabelecimentos comerciais e conversando com moradores para falar sobre a importância de combate à violência.

Em um dos materiais gráficos, a prefeitura fez questão de enfatizar a importância da luta pedindo para que os moradores denunciem caso perceba algum tipo de violência. Nas redes sociais, a prefeitura pediu para que a população não tenha medo e denuncie os abusos.

Prefeitura, Prefeitura de Araçoiaba realiza ação de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes
Ação na cidade de Araçoiaba. Foto: Divulgação

“Você também pode ajudar: ao menor sinal de abuso, não silencie, denuncie!”

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Dia 18 de maio

Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes é em memória à morte da menina Araceli Cabrera Crespo. No dia 18 de maio de 1973, aos 8 anos, ela foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada, no Espírito Santo. O corpo foi deixado desfigurado e em avançado estado de decomposição, próximo a uma mata, em Vitória, dias depois de desaparecer. Durante as investigações, provas e depoimentos misturaram fatos com boatos.

A Justiça chegou a três principais suspeitos, todos membros de tradicionais e influentes famílias do Espírito Santo:

  • Dante de Barros Michelini (o Dantinho)
  • Dante de Brito Michelini (pai de Dantinho)
  • Paulo Constanteen Helal

 

Em 1980, o juiz responsável pelo caso, Hilton Silly, definiu a sentença: Paulo Helal e Dantinho deveriam cumprir 18 anos de reclusão e o pagamento de uma multa de 18 mil cruzeiros. Dante Michelini foi condenado a 5 anos de reclusão. Na ocasião, o juiz Silly disse em entrevista ao Jornal da Globo que os três foram condenados, porque foi provada a materialidade e a autoria do crime.

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