Compromisso

Fernando Bezerra Coelho garante manutenção dos recursos do Banco do Nordeste

Durante a sessão remota do plenário do Senado, o senador articulou a retirada de pauta da emenda apresentada pelo senador Carlos Fávaro (PSD-MT) ao relatório da Medida Provisória 1.016, que trata da renegociação de dívidas no âmbito dos fundos constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) garantiu a manutenção dos recursos do Banco do Nordeste ao impedir o repasse de 40% dos valores dos fundos constitucionais para outras instituições financeiras.

Durante a sessão remota do plenário do Senado na terça-feira, 18 de maio, Fernando Bezerra articulou a retirada de pauta da emenda apresentada pelo senador Carlos Fávaro (PSD-MT) ao relatório da Medida Provisória 1.016, que trata da renegociação de dívidas no âmbito dos fundos constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Segundo Fernando Bezerra Coelho, embora a iniciativa de Fávaro tenha como objetivo estender a operacionalização dos recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) à Caixa Econômica, ela terminaria inviabilizando a atuação do Banco do Nordeste.

“Eu compreendo que essa possa ser uma realidade do Centro-Oeste, porque o FCO é administrado pelo Banco do Brasil e se queira colocar a Caixa também como agente financeiro. Mas, no caso específico do Nordeste, o Banco do Nordeste não sobrevive sem os recursos do Fundo Constitucional. Não podemos admitir, e creio que a bancada do Nordeste não irá admitir a retirada de recursos do Banco do Nordeste para outras instituições”, afirmou Fernando Bezerra.

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“Querem criminalizar o presidente”

Um dos defensores mais atuantes do governo na CPI da Pandemia, o senador Fernando Bezerra Coelho, espera que o colegiado se mantenha técnico, imune à disputa política. Ele criticou o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL) por ter uma atitude “arbitrária” e “excessiva” na condução das oitivas. E disse que, além de busca falhas do governo federal, é preciso investigar possíveis equívocos e malfeitos de governadores e prefeitos.

“A missão da oposição é uma missão quase impossível. O que eles querem é criminalizar as ações de governo. Mais: querem criminalizar as ações do presidente. Vai ser difícil, por tudo que o presidente da República fez no sentido de enfrentar a pandemia”, disse o líder do governo no Senado. 

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