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Ao vivo: ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo depõe na CPI da Covid

A comissão investiga ações do governo federal no combate a pandemia do novo coronavírus.

Acompanhe ao vivo o depoimento do ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, na manhã nesta terça-feira, 18 de maio, na CPI da Covid, que investiga as ações do governo federal no combate a pandemia do novo coronavírus.

Confira ao vivo:

Ernesto Araújo, não resistiu às pressões de líderes do Congresso, que reclamavam do desempenho da pasta durante a pandemia, e pediu demissão ao presidente Jair Bolsonaro em encontro no dia 29 de março. Ele segue no Palácio do Planalto.

Após ser duramente criticado pelos embates diplomáticos com a China, e pela incapacidade de conseguir desfecho mais rápido nas negociações com países como a Índia, Araújo não conseguiu resistir à cobrança dos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

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Pazuello

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski concedeu habeas corpus para que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello possa ficar em silêncio durante depoimento que deverá prestar à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia na próxima quarta-feira, 19 de maio

Pela decisão, a presença do ex-ministro na CPI será obrigatória, mas ele poderá deixar de responder a perguntas que possam incriminá-lo. Pazuello também poderá ser assistido por um advogado, deverá ser tratado com “dignidade, urbanidade e respeito” e não poderá sofrer ameaça de prisão pelos parlamentares.

A decisão do ministro foi motivada por um habeas corpus preventivo protocolado pela Advocacia-Geral da União (AGU). Segundo a advocacia, a concessão da medida para Pazuello, que é general de Exército, é necessária para evitar a repetição de constrangimentos ocorridos em outros depoimentos tomados na CPI.

“Portanto, a garantia constitucional ao silêncio se coloca como necessária justamente para impedir a aniquilação do direito de defesa nos processos e expedientes acima mencionados, bem como que não haja qualquer possibilidade de constrangimento físico ou moral por parte do impetrante/paciente no exercício de seus direitos”, argumentou o órgão.

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