Incômodo

Investigações miram em FBC e filho; aliados pedem mudança no comando da Superintendência da PF em PE

Prefeitura de Petrolina, comandada por Miguel Coelho é alvo de Operação que apura desvios em contratos da área de educação. Já o senador é investigado por repasses para construtoras quando era ministro da Integração Nacional.

Duas investigações da Polícia Federal em Pernambuco têm como alvo o líder do governo Jair Bolsonaro no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e seus familiares. De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, as operações poderão resultar em um foco de tensão política resultante da pressão de partidos aliados do governo federal que desejam mudanças no comando da instituição no Estado.

Investigações, Investigações miram em FBC e filho; aliados pedem mudança no comando da Superintendência da PF em PE
Família de FBC. Foto: Reprodução/Internet

Um das ações da PF, a  Operação Contrassenso, foi deflagrada no dia 13 de abril e mira desvios em contratos da área de educação firmados pela Prefeitura de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O município é comandado por Miguel Coelho, filho de Fernando Bezerra. Um dos alvos da investigação é Felipe Costa, assessor especial na cidade e que foi chefe de gabinete de Miguel quando ele foi deputado estadual.

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Em uma outra investigação, os agentes apuram a delação de agiotas apontando repasses que teriam sido feitos por construtoras para Fernando Bezerra quando ele ocupou o cargo de ministro da Integração Nacional.

Investigação em Petrolina

A Polícia Federal deflagrou na terça, 13 de abril, a Operação Contrassenso, com o objetivo de investigar possível prática dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, fraude em licitação, falsidade ideológica e organização criminosa através de contratações realizadas pela Secretaria de Educação da Prefeitura de Petrolina, sertão pernambucano. As penas dos crimes investigados alcançam até 31 anos de reclusão.

As investigações apontam irregularidades no fornecimento de kit escolar, entre o final do ano de 2015 até o ano de 2020, na gestão do prefeito Miguel Coelho (MDB), com emprego de recursos federais oriundos do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), verba sob fiscalização da União.

A investigação é uma decorrência da análise do material apreendido na denominada Operação Casa de Papel, deflagrada pela Polícia Federal no ano passado.

Cerca de 150 policiais federais e auditores da Controladoria Geral da União – CGU participam do cumprimento de 33 (trinta e três) mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça Federal em Petrolina. As buscas foram realizadas em sedes de órgãos da Prefeitura de Petrolina, bem como na região metropolitana do Recife e no Estado de Minas Gerais.

Da redação do Portal com informações do site Brasil 247

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