Declaração

Presidente Bolsonaro diz que “Não vai ter lockdown nacional”

A afirmação ocorreu durante pronunciamento em Chapecó nesta quarta-feira, 7 de abril.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar decretos de isolamento social, medida restritiva adotada para controle da pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Nesta quarta-feira, 7 de abril, em viagem a Chapecó, em Santa Catarina, o chefe do Palácio do Planalto descartou um “lockdown nacional”.

“Não vai ter lockdown nacional, como alguns ousam dizer por aí, que as Forças Armadas deveriam ajudar governadores em medidas restritivas. O nosso Exército Brasileiro não vai à rua para manter o povo dentro de casa”, afirmou.

O Brasil tem mais de 13,1 milhões de casos confirmados do novo coronavírus e 337 mil óbitos em decorrência da doença. O Ministério da Saúde aplicou 23 milhões de doses da vacina (entre primeira e segunda doses). Atualmente, o país é o epicentro da doença no mundo.

Desde o início da pandemia, o presidente manifestou-se contrariamente a medidas como isolamento social, fechamento de setores da economia e uso de máscara. Ele chegou a recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar decretos de governador.

Metrópoles

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Posse de ministros

O presidente Jair Bolsonaro participou da terça-feira, 6 de abril, da solenidade de transmissão de cargo de seis novos ministros, em cerimônias reservadas no Palácio do Planalto. Na semana passada, Bolsonaro fez uma reforma ministerial que incluiu trocas nos comandos da Casa Civil e na Secretaria de Governo, ambas ligadas à Presidência da República, dos ministérios da Justiça e Segurança Pública (MJSP), das Relações Exteriores e da Defesa e também da Advocacia-Geral da União (AGU).

Em rápidos discursos, os novos titulares agradeceram ao presidente pela escolha para o cargo.

A Casa Civil passou a ser comandada pelo general Luiz Eduardo Ramos, em substituição ao também general Walter Braga Netto. Ramos, que até então ocupava a Secretaria de Governo, foi substituído pela deputada federal Flávia Arruda (PL-DF), que faz parte da base de apoio do governo no Congresso.

Já Braga Netto foi deslocado para o comando do Ministério da Defesa no lugar do general Fernando Azevedo e Silva, que deixou o cargo.

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