Reunião

Lula e Paulo Câmara se reúnem para discutir eleições de 2022

O encontro foi realizado na terça-feira, 6 de abril, de forma virtual e teria durado mais de duas horas.

Na terça-feira, 6 de abril, o ex-presidente Lula e o governador Paulo Câmara se reuniram por meio de videoconferência. A conversa durou mais de duas horas, e teve como tema central as eleições de 2022. As informações são do Blog do Jamildo.

Estavam presentes também no encontro, pelo lado do PT, a presidente do partido, Gleici Hoffmann, Guimarães, Paulo Teixeira e Luiz e Ducci. Pelo PSB, além de Paulo Câmara, também estavam o presidente do partido, Carlos Siqueira, o ex-governador de São Paulo Márcio França e o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande.

No encontro Lula teria dito que em 2022, “a prioridade é tirar Bolsonaro” do poder, e a junção dos partidos de esquerda. Com isso, sinalizando uma reaproximação do PT com o PSB.

Segundo Jamildo, o convite para a reunião virtual foi feita pelo diretório nacinal do PT, mesmo após as eleições municipais de 2020, onde concorreram os primos Marília Arraes (PT) e João Campos PSB).

“As eleições foram duras? Foram. Teve gente melindrada? Tem, mas a cúpula do PT está mostrando que  não tem melindre. O caminho de volta (para alianças) está aberto”, afirmou uma fonte.

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Convite para vice

O ex-ministro e ex-candidato a presidência Ciro Gomes (PDT), sugeriu na segunda-feira, 5 de abril,  durante evento organizado pela Central dos Sindicatos Brasileiros, que o ex-presidente Lula tivesse “generosidade” e concorresse a vice-presidente em 2022.

O político afirmou que o petista seguisse o exemplo da argentina Cristina Kirchner, que depois de comandar o país vizinho de 2007 a 2015, foi vice na chapa vencedora em 2019, liderada por Alberto Fernández.

Em sua fala, Ciro comparou a provável candidatura de Lula aos presidentes da Venezuela e Bolívia, Nícolas Maduro e Evo Morales respectvamente, que foram chamados pelo pededista de “exemplos desastrosos”.

“A gente devia pedir generosidade a quem já teve oportunidade, como o Lula, que é um grande líder da história brasileira. A gente devia pedir a ele que se compenetrasse e que não imitasse o exemplo desastrado do Maduro na Venezuela ou o exemplo desastrado do Evo Morales na Bolívia. E que olhasse o que a Cristina Kirchner fez na Argentina, em que, tendo uma força grande, deu um passo atrás e ajudou a Argentina a se reconciliar”, disse

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