Encontro

Vice-presidente Mourão participa de reunião com PCdoB

No compromisso, estiveram presentes a presidente nacional do partido e vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos, o deputado Perpétua de Almeida (Acre) e o líder da legenda da Câmara, Renildo Calheiros (Pernambuco).

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, participou na segunda-feira, 5 de abril, de uma reunião com integrantes do PCdoB. Estiveram no encontro a presidente nacional do partido e vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos, os deputados Perpétua de Almeida (PCdoB-AC) e o líder da legenda da Câmara, Renildo Calheiros (PCdoB-PE).

Na reunião, o deputado Calheiros chamou o Presidente Bolsonaro de “maluco” e afirmou que não é possível ter conversa com o governo.

“Como sabemos, o presidente é maluco e não dá para ninguém conversar com ele, então a gente fica procurando no governo com quem podemos tratar um assunto sério e relevante para a região [Nordeste].”

O deputado comunista também disse que foram conversadas propostas sobre a Zona Franca de Manaus, que segundo Renildo, é um assunto que interessa a todas as regiões do Brasil. O vice-presidente não comentou publicamente sobre as discurssões feitas na reunião.

“Então, outros estados têm projetos importantes que procuram discutir essa questão [da Zona Franca], mas é preciso tratar com os órgãos governamentais também. Escolhemos falar com Mourão não pela condição de vice-presidente, mas porque ele é o cara que Bolsonaro destacou para coordenar as ações relacionadas a Amazônia e desenvolvimento sustentável”  justificou Renildo.

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Comemoração

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), elogiou o movimento militar de 1964, que completa 57 anos no dia 31 de março.

“Neste dia, há 57 anos, a população brasileira, com apoio das Forças Armadas, impediu que o Movimento Comunista Internacional fincasse suas tenazes no Brasil. Força e honra!”, escreveu Mourão nas redes sociais.

“Eventos ocorridos há 57 anos, assim como todo acontecimento histórico, só podem ser compreendidos a partir do contexto da época”, inicia o texto.

Na sequência, a nota assinada por Braga Netto alega que “os brasileiros perceberam a emergência e se movimentaram nas ruas, com amplo apoio da imprensa, de lideranças políticas, das igrejas, do segmento empresarial, de diversos setores da sociedade organizada e das Forças Armadas”.

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