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Vereadora Magda Alves assume a presidência do PP de Garanhuns e oficializa a pré-candidatura a deputada federal

Parlamentar pretende trabalhar e continuar provando que é capaz de ser a primeira representante feminina de sua cidade a ocupar uma das cadeiras do Congresso Nacional.

A vereadora de Garanhuns Magda Alves é oficialmente a nova presidente municipal do Partido Progressistas (PP) de Garanhuns. O anúncio foi feito pelo presidente estadual do PP e deputado federal Eduardo da Fonte. Na ocasião, a pré-candidatura de Magda a deputada federal também foi oficializada.

“A população já me conhece e sabe do trabalho que tenho realizado. Meu objetivo sempre foi mostrar o cenário real do município, buscando apresentar soluções para os problemas da nossa gente. Agradeço o apoio dos deputados Eduardo da Fonte e Claudiano Martins. Sei que ao lado deles irei trabalhar cada vez mais por Garanhuns, essa cidade que tanto amo,” destacou Magda.

Formada em direito pela Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns e com atuação na vida pública já aprovada pela população do município, a vereadora pretende trabalhar e continuar provando que é capaz de ser a primeira representante feminina de sua cidade a ocupar uma das cadeiras do congresso nacional.

Da redação do Portal com informações da assessoria da vereadora Magda Alves 

Conquista

Representantes da causa animal em Pernambuco, o deputado estadual Romero Albuquerque (PP) e a vereadora do Recife Andreza Romero (PP) conseguiram com o  deputado federal Eduardo da Fonte (PP), que a proposta de proibir que animais sejam utilizados em testes de produtos cosméticos, de higiene pessoal e de limpeza em todo o território nacional fosse levada à Câmara Federal. Eduardo da Fonte apresentou o PL 1031/21 e defende a aprovação da matéria para a construção de uma nova política pública de proteção e defesa dos animais no Brasil.

A demanda conjunta dos parlamentares também foi um pleito do presidente do Progressistas no Recife, Lula da Fonte. O texto altera a Lei 11.794/2008, que estabelece os procedimentos para o uso científico de animais. A justificativa destaca que “os animais submetidos a esses testes passam por verdadeiras torturas e normalmente vêm a óbito depois de determinado tempo de práticas danosas e debilitantes à sua saúde”.

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