Declaração

Maduro diz que variante brasileira do novo coronavírus deveria se chamar Bolsonaro

Presidente da Venezuela ainda chamou o chefe da nação brasileira de “louco, psicopata”.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse neste domingo (4/4), em seu balanço oficial sobre a situação da Covid-19 no país, que a variante brasileira da doença deveria se chamar “Bolsonaro”. O político ainda chamou o presidente do Brasil de “louco, psicopata”.

“A mutante brasileira deveria se chamar mutante Bolsonaro, porque ele é culpado por abandonar o seu povo, por ser louco, insensível, psicopata”, disparou Maduro.

 

“É um psicopata, não lhe interessa as pessoas do Brasil, só a sua loucura. E veja a situação em que meteu Brasil e a humanidade. Brasil é o epicentro”, completou o presidente da Venezuela.

O Brasil registrou mais de 331 mil mortes pelo coronavírus até este domingo. Com 1.233 óbitos registrados nas últimas 24h, o país apresenta uma média de 2.747 mortes a cada 24 horas nos últimos sete dias.

Fonte: Site Metrópoles 

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Sugestão

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ofereceu neste domingo “petróleo por vacinas” contra a Covid-19, em meio à nova onda da pandemia no país petroleiro e às sanções financeiras aplicadas pelos Estados Unidos.

“A Venezuela tem os navios petroleiros, tem clientes prontos para comprar petróleo de nós. Dedicaria parte da sua produção para garantir as vacinas de que precisa. Petróleo por vacinas!”, proclamou Maduro na TV pública.

A Venezuela enfrenta sanções impostas por Washington contra a estatal petroleira PDVSA com o objetivo de tirar Maduro do poder.

“Estamos preparados, mas não iremos mendigar junto a ninguém”, afirmou o presidente socialista, referindo-se implicitamente a um anúncio feito pelo líder opositor Juan Guaidó de acordos para a liberação de fundos do país bloqueados no exterior para pagar vacinas do sistema Covax.

Em um primeiro momento, Maduro insistiu em pedir à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) que cuidasse de que fundos congelados pudessem ser usados para pagar cerca de 2 milhões de doses reservadas ao país por meio do Covax. Se não fossem desbloqueados, explicou, entraria em jogo a opção “petróleo por vacinas”. Além disso, assinalou o presidente, o mecanismo cobre apenas 20% das vacinas de que o país precisa.

 

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