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Novo ministro da Saúde diz que feriado da Semana Santa é ponto de risco de contágio da Covid-19

Marcelo Queiroga proferiu fala durante audiência no Senado na segunda-feira, 29 de março. O chefe da pasta defendeu o uso da máscara e medidas mais duras para conter o avanço da doença.

Na última segunda-feira, 29 de março, o novo ministro da Saúde, do Governo Bolsonaro, Marcelo Queiroga, disse que o feriado da Semana Santa, programado para esta sexta-feira (2), é um ponto de alto risco de contágio do coronavírus para o país. Em sua fala, o chefe da pasta também defendeu o uso de máscaras e o distanciamento social. Para Queiroga, essas são algumas medidas para conter o avanço da pandemia no Brasil. A declaração do ministro foi feita durante uma audiência pública da comissão da Covid-19 no Senado Federal.

“Eu entendo que essa Semana Santa é um ponto de risco. É um ponto forte de risco. Nós temos que comunicar à sociedade de uma maneira clara que eles têm que colaborar com as autoridades sanitárias para que consigamos reduzir essa contaminação”, disse Queiroga.

Na ocasião, o novo ministro também defendeu medidas mais duras para combater a doença no país. Para o médico, essas medidas devem respeitar as individualidades de cada cidade ou Estado. O novo titular da pasta da Saúde disse que prepara uma campanha forte de comunicação com o intuito de conscientizar as pessoas.

“Do ponto de vista prático, para conseguirmos reduzir essa calamidade pública nós temos que investir nas medidas de redução de circulação do vírus. Evitar aglomerações, [fazer o] distanciamento social, o uso das máscaras e, a critério de cada Estado ou município, de acordo com a situação sanitária, se aplicar medidas restritivas mais fortes”, pontuou.

O Brasil vive um dos piores momentos da pandemia do novo coronavírus. Com a chegada da segunda onda da doença o número de casos e de óbitos em decorrência do vírus vem crescendo diariamente nos estados brasileiros. Até o momento, o Brasil conta, desde o início da pandemia com 12,6 milhões de infectados, desse número 314 mil brasileiros perderam a batalha para a doença e 11 milhões conseguiram se recuperar. Vacinas estão sendo aplicadas em grupos prioritários com o objetivo de frear os impactos da crise sanitária instalada no país desde o ano de 2020.

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