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Novo Auxílio Emergencial: Saiba quanto e quem pode receber R$ 150, R$ 250 e R$ 375

O valor do benefício, segundo informações, muda de acordo com a composição familiar.

Trabalhadores que se encontram em situação vulnerável devem receber quatro parcelas de R$ 150 a R$ 375 no novo Auxílio Emergencial. A informação foi divulgada pelo jornal o Estado de S. Paulo. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, cidadãos vêm sofrendo com desemprego e falta de trabalho. Para driblar a crise, o Governo Federal lançou um projeto em 2020 para ajudar milhares de brasileiros com um valor mensal. O Auxílio foi prorrogado e teve parcelas pagas até o mês de dezembro do ano passado.

O valor do novo benefício, segundo informações, muda de acordo com a composição familiar e, apenas uma pessoa da mesma família poderá receber os valores disponíveis. A expectativa do governo é beneficiar 45 milhões de brasileiros.

De acordo com o jornal Estadão, a cota de R$ 250 será paga à maior parte dos beneficiários. Dois grupos terão valores diferentes. O primeiro é famílias formadas por uma pessoa receberão R$ 150 e, o outro grupo, são mulheres que são as únicas provedoras do lar, vão receber R$ 375.

Ver mais: 

>> Senado aprova PEC do auxílio emergencial com liberação de R$ 44 bilhões

Aprovação no Senado

O Plenário do Senado concluiu nesta quinta-feira (4) a votação da PEC Emergencial (PEC 186/2019), que permite ao governo federal pagar o auxílio emergencial em 2021 por fora do teto de gastos do Orçamento e do limite de endividamento do governo federal. Aprovada em segundo turno, a proposta segue para a Câmara dos Deputados.

Foram 62 votos a favor do texto-base no segundo turno, mesmo número de votos da primeira etapa de votação. O texto passou pelo primeiro turno nesta quarta-feira (3). A aprovação da PEC foi possível após acordo entre governo e oposição para a quebra de interstício (prazo). Sem o acordo, o segundo turno ficaria para a próxima semana.

A PEC permite que o auxílio emergencial seja financiado com créditos extraordinários, que não são limitados pelo teto de gastos. As despesas com o programa não serão contabilizadas para a meta de resultado fiscal primário e também não serão afetadas pela chamada regra de ouro — mecanismo que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes, de custeio da máquina pública.

O programa ficará limitado a um custo total de R$ 44 bilhões. Durante a votação, senadores rejeitaram destaque do PT que pedia a supressão do limite. Foram 55 votos contra o destaque. Eram necessários 49 votos.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou que a supressão seria “dar um cheque em branco” para o governo no extra-teto. Líder da minoria, Jean Paul Prates (PT-RN) disse que a intenção era garantir espaço para um benefício de R$ 600 reais. Pelos cálculos do senador, o limite de R$ 44 bilhões só permitirá um auxílio de R$ 150.

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