Susto

Equipe da Globo é ameaçada ao vivo por bandidos armados

Os bandidos chegaram em uma moto e mandaram os profissionais apagarem as imagens e deixarem o local.

Um equipe da TV Gazeta, afiliada da Globo no Espírito Santo, foi ameaçada durante um link ao vivo na manhã desta terça-feira (2), no Bom Dia ES. O repórter Diony Silva e o cinegrafista da emissora estavam no bairro de Planalto Serrano, na cidade de Serra, informando sobre um tiroteio que tinha acontecido há poucas horas no local, quando foram abordados por dois criminosos.

Os bandidos chegaram em uma moto e mandaram os profissionais apagarem as imagens e deixarem o local. Uma jornalista e um cinegrafista da TV Tribuna, afiliada do SBT na região, também estavam no local e foram obrigados a fazer o mesmo.

As equipes interromperam a transmissão ao vivo no mesmo momento. Já de volta ao estúdio, os âncoras demonstraram bastante preocupação com os colegas e afirmaram não saber o que estava acontecendo.

 

Já ao fim da edição, Diony retornou ao ar em outra localidade e revelou que ele e o cinegrafista estavam bem, assim como a equipe da TV Tribuna.

Fonte: Pleno News

Consequência

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PP), demitiu o jornalista que fez uma pergunta que incomodou o presidente Jair Bolsonaro na última quarta-feira, 24 de fevereiro, durante uma coletiva feita em sua passagem pelo Acre.

Na última quarta-feira, João Renato Jácome questionou Bolsonaro qual era sua posição em relação à decisão tomada na véspera pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) de anular a quebra dos sigilos bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), seu filho mais velho, no caso da “rachadinha”. O presidente não gostou da pergunta e encerrou a entrevista abruptamente, sem responder. “Acabou a entrevista”, anunciou.

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No mesmo dia, o prefeito, que é aliado de Bolsonaro, exonerou João Renato do cargo de chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O jornalista afirma que estava de folga no dia, em função de decreto que estabeleceu rodízio na prefeitura por causa da pandemia e por ter trabalhado, mesmo assim, dez dias consecutivos, e atuava como freelancer (sem vínculo empregatício) do jornal O Estado de S. Paulo e do site local Notícias da Hora.

Em entrevista ao site Congresso em Foco, o repórter conta que, desde ter feito a pergunta que contrariou o presidente, tem recebido ameaças. A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) divulgou nota nesta sexta-feira condenando a decisão do prefeito e pedindo sua reintegração ao cargo.

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