Averiguação

PF faz operação contra empresários sobre fraude na venda de testes rápidos de Covid-19

A investigação tem como alvo Secretaria Municipal que foi instruida a adquirir R$ 960 mil em equipamentos.

A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram hoje, 2 de fevereiro, a Operação Estoque Zero, para desarticular grupo criminoso especializado em fraudes licitatórias e irregularidades contratuais.

A investigação tem como alvo um processo da Secretaria Municipal de Saúde e Saneamento da cidade de Pinheiro, no Maranhão, instruído para a aquisição de seis mil testes rápidos para o diagnóstico da covid-19, no valor de R$ 960 mil.

“Os elementos colhidos pela equipe policial revelaram que funcionários da Secretaria de Saúde e Saneamento de Pinheiro, em conluio com empresários de Teresina (PI), simularam a compra e venda de testes rápidos, por meio da contratação de empresa de fachada que não forneceu o objeto pactuado”, explicou a Polícia Federal (PF), em nota.

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No total, a PF cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, além de quatro de constrição patrimonial [modo pelo qual o titular da coisa perde a faculdade de dispor livremente dela] e um de suspensão do exercício de função pública. Ao todo, 30 policiais federais cumpriram as determinações judiciais expedidas pela 1ª Vara Federal de São Luís (MA).

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude à licitação, peculato, lavagem de capitais e associação criminosa.

Operação Mais Valia

A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) cumprem hoje, 2 de março, onze mandados de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão contra suspeitos de participação em uma organização criminosa que atua junto ao governo do estado do Rio de Janeiro.

Entre os alvos da operação Mais Valia estão desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT/1ª Região).

Também são investigados o governador afastado do Rio, Wilson Witzel, e advogados ligados a ele.

A operação Mais Valia investiga o pagamento de vantagens indevidas a desembargadores para que integrantes do esquema criminoso fossem beneficiados.

Agência Brasil

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