Resposta

“Não me vão fazer desistir porque, afinal de contas, eu sou imbrochável”, afirma Bolsonaro

Declaração foi feita pelo presidente durante um discurso na inauguração do trecho da BR-222, no Ceará.

Na última sexta-feira, 26 de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro disse que não vai desistir diante das dificuldades e dos ataques sofridos. De acordo com o chefe do executivo nacional, ele sofre ataques 24 horas por dia. A declaração foi feita durante um discurso na inauguração do trecho da BR-222, no Ceará.

“Não reclamo das dificuldades. Sofro ataques 24 horas por dia. Mas entre esses que atacam e vocês, vocês estão muito na frente. Não me vão fazer desistir porque, afinal de contas, eu sou imbrochável”, disse Bolsonaro.

Na ocasião, o presidente também fez críticas as medidas restritivas adotadas por governadores.

“Tenho prazer grande de ficar no meio de vocês. Queria dizer a esses políticos do Executivo que o que eu mais escuto é: ‘Presidente, quero trabalhar”, expressou. Depois que os apoiadores chamaram o presidente de “mito”, Bolsonaro disparou que a população não consegue ficar em casa.

“O povo quer trabalhar. Esses que fecham tudo e destroem empregos estão na contramão daquilo que seu povo quer. Não me critiquem. Vão para ao meio do povo, mesmo depois da eleições”, discursou. Ele deixou o local sem falar com a imprensa.

Posicionamento

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, disse na última sexta-feira, 26 de fevereiro, que “vários diálogos” entre o procurador Deltan Dallagnol, ex-coordenador da operação “Lava Jato”, e membros do Ministério Público demonstram “perseguição à sua família”. A declaração foi feita por meio de publicação na sua conta pessoal do Twitter.

“A perseguição à família Bolsonaro se mostra em vários diálogos entre Dellagnol e membros do MP. Além de quebra criminosa de sigilos, a tentativa de cooptar o entorno do Presidente da República para a escolha do PGR em 2019”, escreveu o presidente.

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“Dallagnol querer dizer ser brincadeira tais diálogos demonstra querer fugir de sua responsabilidade. Os diálogos do vazamento da família ocorreram em 2019, onde Bolsonaro já era Presidente da República. ISSO É CRIME!”, completou o presidente.

 

Declaração

Em meio ao aumento dos números da pandemia da COVID-19no país, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta (26/2), que o governador que adotar medidas de restrição por conta da crise sanitária deverá bancar novas rodadas do auxílio emergencial.

A fala ocorre no momento em que governantes locais estudam e adotam medidas de fechamento para combater a disseminação do vírus, que matou mais de 251 mil brasileiros desde o início da pandemia.

“O auxílio emergencial vem por mais alguns meses e daqui para frente o governador que fechar seu Estado, o governador que destrói emprego, ele é que deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do presidente da República essa responsabilidade”, declarou Bolsonaro durante visita às obras de duplicação da BR-222, em Caucaia (CE).

Durante live semanal nessa quinta-feira (25/2), Bolsonaro disse que a proposta estudada pelo governo é pagar o auxílio a partir de março, por quatro meses e no valor de R$ 250.

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