Precaução

Governo de Pernambuco orienta população sobre compra de peixes durante a Semana Santa

Estado faz alerta depois de registros recentes de mulheres que contraíram a Síndrome de Haff no Recife.

O Governo de Pernambuco publicou nas redes sociais, nesta quinta-feira, 25 de fevereiro, orientações de cuidados na hora de comprar peixes durante a semana santa. A postagem foi realizada depois que mulheres contraíram a Síndrome de Haff, em Pernambuco.

De acordo com a gestão estadual, a Secretaria de Saúde está realizando a investigação epidemiológica de todos aqueles que consumiram o peixe. Além disso, orientou também a coleta do alimento para análises laboratoriais no Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE). Mas lembre-se sempre de consumir pescados de procedência comprovada. É importante saber de onde vem o alimento que você está adquirindo.

Confira quais os principais sintomas a Síndrome de Haff:

Falta de ar;
Dormência e perda de força corporal
Urina cor de café

O que a pessoa que contraiu a doença pode fazer:

Busque uma unidade de saúde e procure saber se outras pessoas possam ter consumido o mesmo peixe ou crustáceo. É necessário hidratação rigorosa, sendo essa é a forma de eliminar a toxina do corpo.

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Entenda o caso

Duas irmãs foram internadas em um hospital particular no Recife apresentando mal-estar e dores após a ingestão de peixe da espécie arabaiana. Segundo a família delas, os médicos confirmaram o diagnóstico de Síndrome de Haff, conhecida como “doença da urina preta”. O governo de Pernambuco informou que investiga cinco casos dessa doença rara no estado.

A empresária Flávia Andrade, de 36 anos, e a irmã dela, a médica veterinária Pryscila Andrade, de 31 anos, chegaram ao Hospital Português, no bairro do Paissandu, na área central da capital pernambucana, no dia 18 de fevereiro. Uma das irmãs recebeu alta e a outra continua na UTI.

internação ocorreu horas após almoço, que tinha no cardápio o peixe arabaiana, também conhecido como “olho de boi”, de acordo com a mãe das pacientes, a empresária Betânia Andrade. O alimento foi comprado no bairro do Pina, na Zona Sul da capital.

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