Posicionamento

Petista elogia decisão do presidente Bolsonaro sobre troca de comando na Petrobras

Em entrevista, o ex-ministro do governo Dilma, Aloizio Mercadante, afirmou que Joaquim Luna e Silva é um "militar nacionalista".

O petista Aloizio Mercadante elogiou a indicação de Joaquim Luna e Silva para o comando da Petrobras, que segundo o ex-ministro do governo Dilma, é um “militar nacionalista”.

A afirmação de Mercadante veio em uma entrevista à TV 247, onde também mandou um recado aos militares brasileiros, para que defendam a Petrobras e não se renderem ao mercado financeiro.

“Não se rendam ao mercado financeiro e aos interesses especulativos nesta terça-feira. Parem a privatização das refinarias, defendam uma Petrobras forte e tragam uma política de preços justa para o povo brasileiro, para os caminhoneiros e para os motoristas de aplicativos” disse o petista.

Leia mais:
>>> General Joaquim Silva e Luna, novo presidente da Petrobras, já foi ministro de Temer

Mercadante no entanto, criticou a forma como o governo Bolsonaro anunciou o nome de Luna e Silva sem antes definir uma nova política de preços da estatal.

“Sem uma nova política, de nada adiantará a mudança”, afirma ele

Quando questionado sobre a eventual melhora na imagem de Bolsonaro com a nova política de preços, Mercadante afirmou que assim como o PT defendeu o auxílio emergencial, teria que defender a Petrobras.

“Ao contrário daqueles que nos golpearam, não apostamos no quanto pior, melhor. Assim como defendemos o auxílio-emergencial, temos que defender uma Petrobras para os brasileiros. O povo brasileiro está sofrendo agora”, disse ele.

Transparência na Petrobras

Na última segunda-feira, 22 de fevereiro,  Jair Bolsonaro em conversa com apoiadores disse que exige apenas “transparência e previsibilidade” da Petrobras. o chefe da nação brasileira também fez questão de o prazo do contrato com Roberto Castello Branco à frente da Petrobras e questionou o salário do mandatário para “trabalhar de forma remota”.

Bolsonaro também falou sobre o contrato de Castello Branco como chefe da estatal e fez críticas ao economista.

“É direito meu reconduzi-lo ou não. Ele não será reconduzido, qual o problema?”

Na ocasião, Bolsonaro também declarou que Castello Branco está há 11 meses e, casa, sem trbalhar, trabalha de forma remota.

“O chefe tem que estar na frente, bem como os seus diretores. Então, isso para mim é inadmissível. Descobri isso há poucas semanas. Imagine eu, presidente, no meio da covid-19, ficando em casa. Não justifica isso aí”, pregou, ao reafirmar que ninguém vai interferir na política de preços da Petrobras.

Deixe seu comentário

WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
Enviar Mensagem
Entre no Grupo de WhatsApp do Portal