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Bombas de combustíveis terão certificação eletrônica, segundo o Inmetro

Dessa forma, o motorista poderá verificar, por meio de um aplicativo de celular, se o estabelecimento fraudou a compra. A checagem ocorrerá por assinatura eletrônica. 

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) informou na última segunda-feira, 22 de fevereiro, que está em fase final de implantação do regulamento que prevê a certificação digital das bombas de combustíveis. Com a medida, será possível dificultar fraudes durante o abastecimento de veículos nos postos de combustíveis do país. bombas, Bombas de combustíveis terão certificação eletrônica, segundo o Inmetrobombas, Bombas de combustíveis terão certificação eletrônica, segundo o Inmetro

Segundo o Inmetro, o controle será feito por meio de certificação digital. Um componente instalado na bomba do posto vai checar se a quantidade de energia gerada pela bomba é compatível com o volume de combustível colocado no tanque do veículo. Dessa forma, o motorista poderá verificar, por meio de um aplicativo de celular, se o estabelecimento fraudou a compra. A checagem ocorrerá por assinatura eletrônica.

A data para início da instalação do novo equipamento ainda não foi definida. A troca das bombas será feita de forma gradual pelos postos, sendo imediatamente obrigatória somente em caso de fraudes encontradas e na substituição de equipamentos obsoletos.

Agência Brasil

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Aumento na gasolina

A Petrobras anunciou na quinta-feira (18), mais um reajuste dos preços de combustíveis nas refinarias. A gasolina terá um aumentou de 10,2%, equivalente a R$ 0,23 por litro, e o diesel, de 15,1%, o equivalente a R$ 0,34 por litro. Os novos valores valem a partir de sexta-feira (19).

O reajuste da gasolina é o quarto em 2021, com o combustível acumulando alta de 34,7% apenas este ano. Já o diesel, em seu terceiro reajuste, tem alta acumulada de 27,7% em 2021.

Os aumentos sucessivos estão relacionados à valorização do barril de petróleo, uma vez que desde a nova política de preços da Petrobras, que passou a valer em 2017, a estatal acompanha as oscilações do preço internacional.

Segundo o economista Marco Rocha, da Unicamp, as commodities (produtos básicos com cotação internacional), incluindo o petróleo passam por um momento de recuperação de demanda.

“Para além disso, acredito que há algum movimento especulativo com o preço das commodities, que é causado pelo excesso de liquidez internacional”, afirma.

O excesso de liquidez, ou seja, mais dinheiro circulando, está relacionado aos pacotes de estímulo liberados por governos em razão da pandemia.

“Isso vem provocando, desde novembro de 2020, a alta de preços de algumas commodities, tanto energéticas quanto minerais”, explica Rocha.

 

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