Opinião

Em vídeo, Silas Malafaia afirma: “Caluniar Bolsonaro pode! Falar mal de ministro do STF dá cadeia”

O pastor protestou contra a postura de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O pastor Silas Malafaia se pronunciou, na quinta-feira (17), sobre a prisão do deputado federal Daniel Silveira. O religioso protestou contra a postura de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Malafaia anunciou ainda que divulgará um novo vídeo com uma análise do caso.

“Vídeo mais tarde! Xingar e caluniar Bolsonaro pode! Falar mal de ministro do STF dá cadeia”, escreveu ele, no Twitter.

Em uma breve chamada, o pastor destacou que não foi chamado para ser omisso. Malafaia definiu a prisão do parlamentar como “um dos maiores absurdos que estamos vivendo nesse tempo”.

“Eu não fui chamado pra ser covarde nem omisso… [Isso] é um dos maiores absurdos que nos estamos vivendo nesse tempo. Eu não concordo com nada do que esse deputado falou, mas a prisão [dele] ultrapassa os limites e a raia daquilo que é legal. É uma afronta à Constituição. Onde é que nós vamos parar?”, declarou Silas Malafaia.

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>> Urgente: Plenário do STF mantém prisão do deputado Daniel Silveira

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Veja o vídeo: 

Permanência na Cadeia

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quarta-feira (17) manter a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ). No entanto, a palavra final sobre a manutenção da prisão será do plenário da Câmara dos Deputados, que precisará votar se mantém ou não a decisão.STF, Urgente: Plenário do STF mantém prisão do deputado Daniel SilveiraSTF, Urgente: Plenário do STF mantém prisão do deputado Daniel Silveira

A prisão foi determinada no inquérito aberto em 2019 para apurar ameaças contra os integrantes do STF. O motivo da prisão foi um vídeo publicado na internet. Segundo Moraes, o deputado teria feito ameaças e defendido a destituição dos ministros.

Pela Constituição, a prisão em flagrante por crime inafiançável de qualquer deputado deve ser enviada em 24 horas para análise do plenário da Câmara, que deve decidir sobre a manutenção ou não da prisão.

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