Imunização

Japão inicia vacina contra Covid depois de quase um ano da pandemia e perto das Olimpíadas

O país receberá as Olimpíadas entre julho e agosto deste ano.

A vacinação contra o novo coronavírus teve início neste quarta-feira (17) no Japão. O plano é aplicar a primeira dose em aproximadamente 40 mil profissionais de saúde.Japão, Japão inicia vacina contra Covid depois de quase um ano da pandemia e perto das OlimpíadasJapão, Japão inicia vacina contra Covid depois de quase um ano da pandemia e perto das Olimpíadas

“Estamos iniciando a vacinação, que é tida como a arma mais potente no combate ao novo coronavírus. Esperamos que um grande número de pessoas seja vacinado depois de compreender precisamente os benefícios e os riscos”, disse o ministro da Reforma da Regulamentação, Kono Taro, nessa terça-feira.

Está prevista a imunização adicional de cerca de 3,7 milhões de profissionais da saúde após o grupo inicial.

Dentro de poucos dias, o governo vai definir a logística de distribuição das vacinas, com base em metas que governos provinciais e municipais comunicarão hoje.

O governo japonês também solicitou a prefeituras que elaborem planos para a imunização de aproximadamente 36 milhões de pessoas com mais de 65 anos. O país concluir a vacinação de idosos em um prazo de dois meses e três semanas a partir de abril.

O plano oficial é informar detalhes sobre a eficácia e os efeitos colaterais da vacina após a sua aplicação nas primeiras 20 mil pessoas.

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Variante

O Ministério da Saúde do Japão divulgou ter detectado uma nova variante do coronavírus em quatro viajantes que estiveram no Brasil, no estado do Amazonas, e retornaram ao Japão em 2 de janeiro.

A infecção dos viajantes foi detectada ainda no aeroporto de Haneda, em Tóquio. O Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão (NIID, na sigla em inglês) analisou as amostras colhidas dos pacientes e confirmou tratar-se de uma nova cepa da doença, diferente de duas outras já identificadas no Reino Unido e na África do Sul e que se mostraram altamente infecciosas.

“No momento, não há provas de que a nova variante encontrada nos brasileiros seja altamente infecciosa”, disse Takaji Wakita, diretor do instituto japonês, no comunicado. O governo japonês disse que também investiga se as vacinas disponíveis são eficazes contra a nova variante do coronavírus.

Da redação do Portal com informações da Agência Brasil

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