Declaração

Carlos Jordy defende Daniel Silveira e chama Alexandre de Moraes de “vagabundo”

O deputado federal postou em suas redes sociais críticas ao Ministro do STF, que ordenou a prisão do colega parlamentar.

O deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ) usou as redes sociais para defender o parlamentar  e colega Daniel Silveira (PSL-RJ), que foi preso na noite da terça-feira, 16 de fevereiro. Na postagem, Jordy chamou o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “vagabundo”.

“Acabei de falar com o deputado @danielPMERJ e fiquei sabendo q sua prisão foi ordenada pelo vagabundo do @alexandre de Moraes por ele ter feito uma live criticando o Ministro Fachin. Não iremos recuar! Espero q o Presidente @ArthurLira haja com postura contra esses ditadores!”disse.

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Carlos Jordy ainda defendeu o Poder Legislativo, que deveria mostrar que tem “grandeza”, igual ao Judiciário.

“Chegou a hora do Legislativo mostrar que tem grandeza. Nem maior nem menor que o judiciário, IGUAL tamanho!”

Prisão de Daniel Silveira

O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), foi preso em flagrante pela Polícia Federal na noite desta terça-feira, 16 de fevereiro, em flagrante. A prisão foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Daniel foi detido no fim da noite em Petrópolis, na Região Serrana do Rio.

O próprio parlamentar divulgou um vídeo nas redes sociais informando que policiais federais estavam em sua casa.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão alegando que o parlamentar divulgou um vídeo no qual faz apologia ao AI-5, instrumento de repressão mais duro da ditadura militar, e defende o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF), o que é inconstitucional.

No vídeo, Silveira ataca seis ministros do Supremo: Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Dias Toffoli.

Na decisão, Moraes definiu que o mandado poderia ser cumprido “imediatamente e independentemente de horário por tratar-se de prisão em flagrante delito”. O ministro determinou que o YouTube retire o vídeo do ar, sob pena de multa diária de R$ 100 mil, e ordenou que a polícia armazene cópia do material.

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