Posicionamento

Bolsonaro volta a defender retorno do Auxílio Emergencial em três ou quatro parcelas

Presidente fez declaração durante a sua live semanal, realizada na última quinta-feira, 11 de fevereiro.

Na noite da última quinta-feira, 11 de fevereiro, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, voltou a defender que o Governo Federal estuda o retorno do Auxílio Emergencial. O benefício, que foi criado para ajudar alguns brasileiros na pandemia do novo coronavírus, poderá ter um nova rodada por três ou quatro meses, segundo Bolsonaro. O posicionamento do presidente foi feito durante a sua live semanal na internet.

O chefe da nação brasileira disse que o retorno no benefício é algo que exige pressa e, por conta disso, precisaria ocorrer em março deste ano. Apesar da declaração, Jair Bolsonaro afirmou que não há uma definição sobre o valor do Auxílio Emergencial.

“Agora, é uma coisa que tem pressa. Tem que ser a partir de março. Precisamos?
Precisamos. E vamos fazer o possível para atender a população. O ideal é voltar a normalidade do emprego”, afirmou. Bolsonaro voltou a pedir que autoridades estaduais e municipais evitem as políticas de fechamento”, disse Bolsonaro.

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Posicionamento

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou na quinta-feira, 11, que uma nova rodada do auxílio emergencial deve ser paga a partir de março e por um período de até quatro meses.

O chefe do Executivo afirmou que essa é a alternativa discutida atualmente entre o Executivo e o Congresso. Bolsonaro disse, contudo, que não sabe qual seria o valor do benefício.

“Está quase certo, ainda não sabemos o valor. Com toda certeza – pode não ser – a partir de março, (por) três, quatro meses”, disse em conversa com jornalistas ao final de evento do governo em Alcântara (MA). “Isso que está sendo acertado com o Executivo e com o Parlamento também porque temos que ter responsabilidade fiscal”, acrescentou.

O presidente não deu detalhes de quantas pessoas vão ser contempladas com essa nova rodada do auxílio.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já disse que a ideia é atender à metade dos 64 milhões de beneficiários que receberam no ano passado. Nem o presidente nem o ministro disseram como vão ser os critérios de seleção.

Mais cedo, durante evento de entrega de títulos de propriedade rural, Bolsonaro já havia sinalizado que o governo estuda conceder novas parcelas do auxílio emergencial “por alguns meses”.

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