Economia

Governo repensa auxílio com três parcelas de 200 reais; veja detalhes

Novo formato de pagamento também pretende estabelecer novas exigências para o recebimento do valor disponibilizado.

O Governo Federal prepara uma proposta que pretende liberar três parcelas do pagas de R$ 200, com foco nos trabalhadores informais que não são atendidos pelo benefício do Bolsa Família. Segundo informações, a nova ideia muda o nome da assistência, que deve passar a ser chamada de Bônus de Inclusão Produtiva (BIP). Além disso, o novo formato de pagamento também pretende estabelecer novas exigências para o recebimento do valor disponibilizado.

Para que a pessoa receba o valor é necessário que o beneficiário participe de um curso de qualificação profissional. O plano também prevê que o benefício seja associado à Carteira Verde e Amarela, programa que deve ser relançado pelo governo para reduzir encargos trabalhistas e estimular a formalização de pessoas de baixa renda.

O BIP foi pensado para dar uma assistência a pessoas que ser encontram em situação de vulnerabilidade neste momento de crise causada pela pandemia do novo coronavírus. Neste novo formato, o programa custaria pouco mais de R$ 6 bilhões por mês, bem abaixo dos R$ 50 bilhões mensais gastos com as parcelas de R$ 600 pagas a 64 milhões de pessoas em 2020.

Com informações da Folha de Pernambuco

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Possibilidade

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reuniu-se na quinta-feira (4) à noite com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Entre os temas tratados no encontro, está uma eventual nova rodada do auxílio emergencial, assunto que tem gerado muitas discussões e expectativa, desde o fim do auxílio emergencial, que foi encerrado em dezembro de 2020 e teve seus últimos pagamentos realizados em janeiro de 2021.

Bolsa Família

Desde o fim do auxílio emergencial, tem sido especulado que o Bolsa Família seria ampliado para atender também aqueles que ficaram órfãos do programa.

O presidente do senado, Rodrigo Pacheco, tocou no assunto de trocar o auxílio emergencial por uma ampliação do Bolsa Família, na última terça-feira (2), dizendo que pretende identificar, com a equipe econômica do governo federal, a compatibilização da responsabilidade fiscal com a assistência social, “que pode ocorrer por meio de algum programa análogo ou incremento do Programa Bolsa Família”.

O projeto ‘auxílio emergencial consecutivo’, também, inclui os beneficiários do Bolsa Família, em uma nova rodada do auxílio emergencial. O valor do auxílio emergencial devido à família beneficiária do Bolsa Família seria calculado pela diferença entre o valor total previsto a título do auxílio emergencial consecutivo e o valor previsto na soma dos benefícios financeiros estabelecidos pela Lei do Bolsa Família.

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