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Pesquisa mostra que 27% atribuem vacinas contra covid-19 a Doria, e 22%, a Bolsonaro

Levantamento foi realizado nos dia 1º, 2 e 3 de fevereiro. Foram ouvidas mais 2 mil pessoas em 519 cidades das 27 unidades da Federal.

Uma pesquisa feita pelo PoderData revelou que para os brasileiros 27% das pessoas acreditam que o governador de São Paulo, João Doria, foi o responsável pela chegada das vacinas contra à Covid-19 no Brasil. O levantamento, que foi realizado nos dias 1º, 2 e 3 de fevereiro, apontou também que outros 25% citam o Ministério da Saúde como responsável, enquanto 22% atribuem a chegada das vacinas ao presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Foram ouvidas mais 2 mil pessoas em 519 cidades das 27 unidades da Federal.

O levantamento também mostrou que 10% dos entrevistados disseram que os responsáveis pela vacina foram os médicos e cientistas. Na pesquisa, os governos estaduais e municipais são citados por 3% dos entrevistados. ONGs e outras instituições aparecem com 1%. Não souberam responder o levantamento somam 11%.

Até agora, no Brasil, existem duas vacinas com autorização de uso emergencial: a Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a Sinovac; e o imunizante desenvolvido pela farmacêutica AstraZeneca, em parecia com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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Negociações

O Ministério da Saúde do Brasil informou na sexta-feira, 5 de fevereiro, que está em fase final de negociações para aquisição de 20 milhões de doses da vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech. Segundo a pasta, que não informou os valores envolvidos na compra, o contrato será analisado pela área jurídica.

Pelo cronograma apresentado ao governo pela Precisa Medicamentos – representante brasileiro do fabricante indiano -, a partir da assinatura do contrato, o primeiro lote da vacina, com 4 milhões de doses, pode chegar em 20 dias ao país. Quantidades iguais serão enviadas 30, 45, 60 e 70 dias após a formalização do acordo, totalizando as 20 milhões de doses.

Para que possa ser usada no país, a Covaxin também vai precisar obter uma autorização emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O imunizante indiano terá fase 3 de testes realizadas no Brasil, a partir do mês que vem, numa parceria com o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein.

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