Críticas

Presidente da França alerta para falta de informações sobre vacinas chinesas

Segundo Macron, as vacinas chinesas poderiam até mesmo estimular o surgimento de novas variantes.

O presidente da França, Emmanuel Macron, criticou na quinta-feira (4), a falta de informações essenciais sobre as vacinas da China contra o novo coronavírus.

Em discurso durante evento da organização Atlantic Council, o líder francês disse que não tem “absolutamente nenhuma informação” sobre os testes das vacinas da Sinovac e da Sinopharma.

Macron ainda demonstrou preocupação de que as vacinas chinesas poderiam até mesmo estimular o surgimento de novas variantes do vírus se não forem eficazes.

“O que isso significa é que a médio e longo prazo é quase certo que, se essa vacina não for apropriada, ela facilitará o surgimento de novas variantes, mas de forma alguma consertará a situação desses países.”

O presidente da França acrescentou que o “sucesso diplomático” da China em distribuir a vacina globalmente pode ser visto como “um pouco humilhante para nós como líderes [ocidentais]”.

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Brasil e a CoronaVac

O Ministério da Saúde confirmou a opção de compra de mais 54 milhões de doses da vacina contra a covid-19 CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.CoronaVac, Governo Brasileiro confirma compra de mais 54 milhões de doses da CoronaVacCoronaVac, Governo Brasileiro confirma compra de mais 54 milhões de doses da CoronaVac

Em vídeo divulgado pela assessoria do ministério, o secretário executivo da pasta, Élcio Franco, comunicou o posicionamento e declarou que haverá esforços para agilizar o registro definitivo do imunizante.

“Estamos solicitando o cronograma à Fundação Butantan para podermos celebrar o contrato já na semana que vem. E também solicitando a antecipação do registro junto à Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] para iniciarmos a vacinação em massa da população brasileira”, disse.

No contrato entre o ministério e o Instituto Butantan, por meio de sua fundação, a pasta havia adquirido um lote inicial de 46 milhões, com possibilidade de compra das mais 54 milhões de doses da coronavac, totalizando 100 milhões ainda neste ano.

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