Comunicado

MPPE orienta que Caruauru e mais quatro cidades cumpram plano de vacinação

O Ministério Público de Pernambuco expediu recomendações cobrando o cumprimento do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19.

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), expediu na sexta-feira, 29 de janeiro, recomendações para que os prefeitos e secretários de Saúde de mais cinco cidades (Caruaru, Ipubi, Tuparetama, Ingazeira e Altinho), cumpram o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19.

Até agora, 78 municípios receberam essas recomendações para cumprir o plano de vacinação, que tem como objetivo monitorar, definir os grupos prioritários e criar estratégias para imunizar a população.

Os gestores desses municípios também devem promover e dar transparência divulgando semanalmente as metas atingidas. No fim, o MPPE recomendou que as Polícias Civíl e Militar adotem medidas legais para quem não cumprir as normas citadas.

A orientação foi públicada no Diário Oficial Eletrônico do MPPE na sexta-feira, 29 de janeiro.

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O Plano Naconal de Vacinação

O plano nacional de vacinação contra a covid-19 terá quatro fases. Em cada etapa serão atendidos determinados tipos de públicos, escolhidos a partir do risco da evolução para quadros graves diante da infecção, da exposição ao vírus e de aspectos epidemiológicos da manifestação da pandemia no país.Plano, Plano nacional de vacinação contra covid-19 terá quatro fasesPlano, Plano nacional de vacinação contra covid-19 terá quatro fases

A proposta preliminar do plano foi discutida em reunião realizada na terça-feira (1º) com a participação do Ministério da Saúde e outras instituições, como a Fundação Oswaldo Cruz, o Instituto Butantan, o Instituto Tecnológico do Paraná e conselhos nacionais de secretários estaduais (Conass) e municipais (Conasems) de saúde.

A primeira fase do plano terá como prioridade trabalhadores de saúde, pessoas de 75 anos ou mais e idosos em instituições de longa permanência (como asilos), bem como povos indígenas. Na segunda fase a imunização será focada nos idosos de 60 a 74 anos. Pacientes a partir de 60 anos são considerados grupo de risco pelo risco maior da contaminação evoluir para uma morte.

Na terceira fase estarão pessoas com comorbidades, condições médicas que também favorecem um agravamento do quadro a partir da covid-19. Entre as doenças crônicas incluídas neste grupo estão as cardiopatias e doenças renais crônicas.

A quarta fase vai focar em professores, forças de segurança, trabalhadores do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade. O conjunto destes segmentos soma 109,5 milhões de pessoas, que deverão receber, cada um, duas doses. No comunicado do Ministério sobre a reunião não há informações sobre o restante da população.

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