Visita

Presidente Bolsonaro é recebido com festa em Sergipe para inauguração de trecho da BR 101

A nova ponte tem 860 metros de extensão e 24 metros de largura, segundo informações do Ministério da Infraestrutura.

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, participou da inauguração e liberação da nova ponte na BR 101, na cidade de Propriá, em Sergipe. A cerimônia foi realizada nesta quinta-feira, 28 de janeiro. Na ocasião, o chefe da nação não usava máscara de proteção e foi recebido por diversos apoiadores.

A nova ponte tem 860 metros de extensão e 24 metros de largura, segundo informações do Ministério da Infraestrutura. As obras de duplicação começaram no ano de 2019. A ponte liga duas cidades – uma no estado de Sergipe e outra no estado de Alagoas.

Confira a visita do presidente:

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Também particparam da cerimônia o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), general Santos Filho.

“É uma obra que estava parada. Um dos pilares do Ministério da Infraestrutura e uma das determinações do presidente foi a retomada de obras que estavam paradas, que não estavam performando, e essa é mais uma obra que a gente retomou e está entregando a sociedade”, afirmou o ministro Tarcísio Freitas.

Incentivo

O Presidente Jair Bolsonaro, em entrevista exclusiva para a CNN Brasil na terça-feira, 26 de janeiro, afirmou que o governo continua a estimular a compra de vacinas contra a Covid-19 pelo setor privado.

“Desde o ano passado, nós abrimos negociação para compra de vacinas. Diferente do que estão falando por aí, o governo continua estimulando essa negociação com os empresários. Nós demos o sinal verde para eles lá atrás”, destacou Bolsonaro.

Um grupo de empresas brasileiras pretende comprar cerca de 33 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e a Farmacêutica AstraZeneca, mas metade dessas doses devem ser doadas para o Sistema Único de Saúde.

O presidente ainda falou sobre se a compra dessas doses por empresas pode ser interpretada como “fura fila”.

“Não existe nada de furar fila. Uma parte das vacinas seria doada ao Governo Federal. E a outra parte seria usada pela empresa que comprou. O critério de uso da parte que ficaria com as empresas compete às empresas. A outra metade ficaria com o SUS”, ressaltou.

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