Declaração

Paulo Guedes defende Bolsonaro dos pedidos de Impeachment

As declarações do Ministro da Economia aconteceram na terça (26) durante um evento do Credit Suisse.

O Ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou as manifestações de impeachment contra o Presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As declarações do Ministro aconteceram na terça (26) durante um evento do Credit Suisse.

“Ele [Bolsonaro] foi eleito com 60 milhões de votos, é um homem popular e todo dia tem essa conversa. É impeachment porque derrubou um passarinho; depois é impeachment porque deu tapa na cabeça da ema; é impeachment porque teve um assassinato lá no Maranhão; é impeachment porque morreu um indígena”, afirmou Guedes.

Para Paulo Guedes, a oposição e a impressa estão empenhados em impedir a continuidade do mandato do Presidente da República.
“Tem um pessoal que não sabe perder a eleição. Se diz democrata, mas não sabe perder a eleição. Acha que a democracia depende de eleger quatro vezes o presidente da Câmara”, completou o ministro da Economia.
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Maioria contra Impeachment

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 22 de janeiro, informa que 53% dos entrevistados são contrários ao impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Em contraste, 42% são favoráveis ao chefe do Executivo ser destituído do cargo.

Em relação ao levantamento anterior, de maio, houve uma leve subida dos que resistem à saída de Bolsonaro do cargo: 50% se diziam contrários ao impeachment. Entre os que são favoráveis, houve uma oscilação negativa: de 46% para 42%.

A pesquisa, porém, também mostra que Bolsonaro perdeu popularidade em meio ao agravamento da crise de gestão da pandemia de Covid-19. A reprovação ao governo inverteu a curva e voltou a superar a aprovação.

De acordo com o levantamento, a atuação do chefe do Executivo é avaliada como ruim ou péssima por 40% da população, ante 32% na pesquisa anterior, no início de dezembro.

Já quem acha o presidente ótimo ou bom passou de 37% para 31% no novo levantamento, feito entre os dias 20 e 21 de janeiro.

O instituto ouviu, por telefone, devido às restrições sanitárias da pandemia, 2.030 pessoas em todo o país.

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